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domingo, 4 de junho de 2017

COMO VIVEM AS MINHOCAS


COMO VIVEM AS MINHOCAS

Observe esse anelídeo com os alunos e discuta a sua importância para o meio ambiente.


As minhocas são animais muito utilizados na jardinagem porque ajudam na produção do húmus, que é um adubo natural. Além disso, as galerias que elas cavam embaixo da terra ao se movimentarem deixam o solo mais fofo e aerado,facilitando a infiltração de água e o desenvolvimento de plantas. Para que os alunos entendam a importância das minhocas para o solo e porque elas ficam o tempo todo sob a terra, sugere-se que esses anelídeos sejam levados para a saia de aula para a realização de duas atividades simples. Confira!




Fonte: Guia Prático para Professores de Ensino Fundamental I
http://dani-alfabetizacaodivertida.blogspot.com.br/2015/01/como-vivem-as-minhocas.html

PASSATEMPOS SOBRE CONSUMO CONSCIENTE E TRABALHO INFANTIL


http://dani-alfabetizacaodivertida.blogspot.com.br/2015/01/passatempos-sobre-consumo-consciente-e.html

SITUAÇÕES-MATAMÁTICAS


http://dani-alfabetizacaodivertida.blogspot.com.br/2015/01/situacoes-matamaticas.html

BRINCADEIRAS NA FRENTE DO ESPELHO


 
Objetivo(s):

Familiarizar-se com a imagem do corpo.
Trabalhar imitações, gestos e expressões.
Construir a identidade. Ano(s): Creche


Tempo estimado: De 15 a 20 minutos por dia.




Material necessário:
Dois espelhos grandes (de preferência presos à parede), cartazetes com fotos de diferentes expressões faciais retiradas de revistas ou da internet, aparelho de som, fantasias, bijuterias, chapéus, maquiagem infantil e colchonete.






Desenvolvimento:



1ª etapa

Todas as atividades devem ser feitas em frente aos espelhos, sempre estimulando a observação.



Atividade 1

Incentive os pequenos a observar a própria imagem. Peça que eles toquem diferentes partes do corpo. Proponha brincadeiras como balançar os cabelos, levantar os ombros e cruzar os braços. Estimule-os a imitar os gestos dos colegas: Vejam a careta do João! Vamos fazer igual?




Atividade 2
Coloque músicas do cancioneiro popular (Caranguejo Não É Peixe, Cabeça, Ombro, Perna e Pé etc.) que abordem partes do corpo ou sugiram movimentos. O objetivo é se aventurar em novos gestos e imitar os colegas.




Atividade 3
Proponha agora a brincadeira seu-mestre-mandou. Com todos em pé, dê os comandos: Cruzar as pernas!, Ajoelhar-se!. A cada posição, estimule-os a se observar e testar possibilidades de movimento.




Atividade 4
Para brincar com expressões faciais, mostre cartazetes com diversas fisionomias. Depois, sugira que a garotada faça caretas variadas.




Atividade 5
Hora do faz-de-conta: sugira que cada um escolha se quer brincar de casinha, fantasiar-se ou maquiar-se. Ofereça novas possibilidades de acessórios e de brincadeiras.




Avaliação:
Observe se houve concentração, interação com o espelho e com os colegas e exploração dos gestos e materiais. Sempre que possível, repita a seqüência com outras propostas e brincadeiras.



Flexibilização:
Tocar as diferentes partes do corpo é muito importante para a criança com deficiência visual. Descreva os gestos feitos pelas outras crianças e, nas primeiras vezes, ajude a criança a imitar. Você também pode ampliar o tempo de realização das atividades propostas, permitindo que a criança toque nos colegas. O estímulo auditivo também é fundamental. Músicas, barulhos e comandos sonoros podem ajudar. Na atividade das caretas, você pode trabalhar com sons (todo mundo faz barulho de riso, todo mundo imita choro). Oferecer um espaço adequado para que esta criança também possa desenvolver a sua mobilidade é outra ação fundamental. Organize os cantos da creche de modo que o bebê possa explorar os espaços e localizar-se no ambiente, garantindo a sua progressiva autonomia.



Deficiências: Visual


Fonte: Nova Escola

ALFABETO DA GALINHA PINTADINHA


http://dani-alfabetizacaodivertida.blogspot.com.br/2015/03/alfabeto-da-galinha-pintadinha.html

CARTAZES COM NÚMEROS DE 0 A 10

CARTAZES COM NÚMEROS DE 0 A 10

Utilizando o tema "fundo do mar" estes cartazes com números estão um mimo!






















 
http://dani-alfabetizacaodivertida.blogspot.com.br/2015/03/cartazes-com-numeros-de-0-10.html

PLANO DE AULA - CICLO HIDROLÓGICO


Objetivos:

★ Estimular a conscientização acerca dos recursos hídricos.
★ Favorecer a observação e a identificação das fases do ciclo da água.
★ Demonstrar a importância do ciclo da água para a natureza e, por conseguinte, para o planeta Terra.
Faixa etária: Crianças a partir do 2 ° ano.




APORTE TEÓRICO:








A água é a única substância que se apresenta, em circunstâncias normais, em todos os três estados de matéria (sólido, líquido e gasoso) na natureza. Logo, em virtude dessa coexistência que, diretamente, ainda implica em transferências contínuas de água de um estado para outro, também se dá uma troca incessante de água - tanto com a hidrosfera quanto com a atmosfera. Essa troca, que recebe o nome de ciclo hidrológico, compreende os seguintes processos:


★ Precipitação: ocorre quando o vapor de água condensado cai sobre a superfície terrestre (formando comumente as chuvas).
★ Infiltração: consiste no fluxo de água da superfície que se infiltra no solo.
★ Escoamento superficial: refere-se ao movimento das águas da superfície terrestre em direção aos mares.
★ Evaporação: incide na transformação da água no seu estado líquido para o estado gasoso à medida que se desloca da superfície para a atmosfera.
★ Transpiração: é a forma como a água existente nos organismos passa para a atmosfera.
★ Evapotranspiração: trata-se do processo conjunto pelo qual a água que cai é absorvida pelas plantas para, depois, voltar à atmosfera através da transpiração ou evaporação direta (quando não absorvida).
★ Condensação: refere-se à mudança do vapor de água em água líquida (com a criação de nuvens e nevoeiro).





Sobre a hidrosfera


O termo vem do grego: hidro + esfera = esfera da água. Logo, hidrosfera é o nome dado à esfera de todas as águas do planeta, que formam uma camada descontínua sobre a superfície da Terra. Portanto, ela abrange todos os rios, lagos, lagoas, mares e águas subterrâneas, bem como águas marinhas, salobras e glaciais, além de lençóis de gelo e vapor de água que, por estimativa, correspondem a 71% de toda a superfície terrestre. Como uma das divisões da biosfera, a hidrosfera aliada à atmosfera é responsável pela vida no planeta, ao mesmo tempo em que também é um dos agentes formadores dos mais importantes combustíveis fósseis, tais como o petróleo e o carvão.






O movimento da água em direção à atmosfera

O ciclo da água se inicia com a energia solar, que incide sobre o nosso planeta. Portanto, ao ser aquecida, a água passa do estado líquido ao estado gasoso, por meio da evaporação direta (que ocorre a partir da transpiração das plantas e dos animais) e da sublimação (passagem direta da água da fase sólida para a de vapor).


Apesar de a vegetação ter um papel importante nesse ciclo (pois uma parte da água que cai é absorvida pelas raízes e acaba por voltar à atmosfera pela transpiração ou pela evaporação direta), a influência da energia solar no processo de evaporação também faz com que a água se evapore durante os períodos mais quentes do dia e, em particular, nas zonas mais quentes da Terra.


Nos oceanos, por exemplo, a evaporação é elevada nas zonas subtropicais, enquanto que nas zonas equatoriais, em virtude da precipitação que é abundante, ela se torna menos intensa. Nos continentes, existem florestas nos locais onde a precipitação é mais elevada. Já em locais onde ela é mais baixa, ocorrem desertos. Consequentemente, a precipitação pode ser maior que a evaporação ou vice-versa.



A importância do ciclo hidrológico


Como um dos pilares fundamentais do ambiente, ele atua como um agente modelador da crosta terrestre, em virtude da erosão, transporte e deposição de sedimentos por via hidráulica, evento que condiciona a cobertura vegetal e, de modo mais genérico, toda a vida na terra. Seu funcionamento se assemelha a um sistema de destilação global. O aquecimento das regiões tropicais, devido à radiação solar, provoca a evaporação contínua da água dos oceanos, que é transportada sob a forma de vapor pela circulação geral da atmosfera às outras regiões. Durante a transferência de estado, parte do vapor de água se condensa por causa do arrefecimento, formando nuvens que originam a precipitação. Já o retorno às regiões de origem resulta da ação conjunta da infiltração e escoamento superficial e subterrâneo, proveniente dos rios e das correntes marítimas.


O movimento da água em direção à superfície
Como toda a movimentação da água em direção à superfície terrestre ainda é influenciada pelo movimento de rotação da Terra e pelas correntes atmosféricas, ao ser transportado pela circulação do ar, o vapor de água se condensa após longos percursos, que chegam a ultrapassar até mil quilômetros. Depois, ele pode regressar à superfície terrestre em uma das formas de precipitação (chuva, granizo, neve etc.) ou voltar à atmosfera mesmo antes de alcançá-la (através de chuva miúda quente). Em situações menos corriqueiras, poderá também se transformar em neve, cair no cume de uma montanha e permanecer por lá uns mil anos ou mais.



Definição de evaporação: É o fenômeno pelo qual átomos ou moléculas que estão no estado líquido (ou sólido, se a substância sublima) ganham energia suficiente para passar ao estado de vapor.

Destino da água sobre a superfície terrestre
Uma parte é devolvida à atmosfera através da evaporação, outra se infiltra no interior do solo e alimenta os lençóis freáticos. Nesse caso, a infiltração ainda tem a função de regular a vazão dos rios, por ajustar a distribuição da água ao longo do ano. Dessa forma, ela evita os fluxos repentinos que provocam inundações. O restante escorre sobre a superfície em direção às áreas de altitudes mais baixas e alimenta, diretamente, lagos, riachos, rios, mares e oceanos. Já a precipitação, quando cai sobre uma superfície coberta com vegetação, em parte fica retida nas folhas. Mas a água interceptada acaba por evaporar e volta à atmosfera na forma de vapor.




Sobre a condensação


Refere-se à transformação da matéria - no caso da água -, que passa do estado gasoso para o estado líquido. Esse fenômeno que ocorre na natureza também pode ser observado no dia a dia, a partir de um copo de água gelado. Normalmente, em seu lado externo, há inúmeras gotículas que se formaram no momento em que vapor de água (que estava no ar), ao ser resfriado pela superfície gelada do copo, condensou-se.



ATIVIDADE PEDAGÓGICA:

Para observar o fenômeno do ciclo da água

Convide a criançada para criar um pequeno bioma, no qual é possível ver como se dá o ciclo básico da água. Para tanto, providencie:





Materiais:
★ 1 garrafa PET, cortada ao meio e bem lavada internamente
★ Pequenas pedrinhas
★ Terra vegetal
★ Sementes (de grama, feijão, alpiste etc.) ou uma mudinha de planta, preferencialmente
★ espécie suculenta
★ Água
★ 1 saco plástico transparente
★ Um lacre de plástico


Modo de fazer:









Anote!


Como as raízes da planta absorvem a água, ela viaja para todas as outras partes, até chegar às folhas, momento em que começa a se evaporar, em conjunto com a água que ficou no solo. Em consequência, pequenas gotas surgem na parte interna do saco, devido ao processo de condensação. Logo após, mas de maneira sutil, a condensação também se desfaz e a água volta para o solo do vasinho, graças à precipitação. Em virtude desse ciclo, a água sempre se recicla. Contudo, se as crianças ainda perguntarem por que as plantas não morrem, explique que em um bioma fechado, elas têm tudo que é necessário: a água, os nutrientes do solo, o ar do saco e a luz do sol que possibilita a realização da fotossíntese, processo responsável pela produção de alimentos para as espécies vegetais.




Definição de bioma: Trata-se de um conjunto de ecossistemas que funciona de forma estável. Normalmente, ele é caracterizado por um tipo principal de vegetação (que também pode coexistir com outros diversos tipos). Já em relação aos seres vivos de um bioma, eles sempre vivem de forma adaptada às condições de natureza existentes (vegetação, chuva, umidade, calor etc.).



Repasse às crianças



Apesar de a infiltração ser um processo natural decorrente do ciclo da água, quando o homem intervém na natureza, asfaltando vias de acesso, ocupando áreas ribeirinhas, construindo às margens de rios, ele impermeabiliza o solo, que deixa de absorver água. Em decorrência, ocorrem enchentes provenientes de precipitações, que ainda são agravadas pelo acúmulo de lixo descartado indevidamente que, ao ser levado pela água, acaba entupindo os bueiros - cuja função é a de escoar as águas - ou passa a poluir pequenos córregos e rios que cortam as cidades. 


http://dani-alfabetizacaodivertida.blogspot.com.br/2015/03/plano-de-aula-ciclo-hidrologico.html