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quarta-feira, 15 de março de 2017

APRENDIZAGEM DA CRIANÇA COM DÉFICIT INTELECTUAL


Atendendo a pedidos trouxe material que trata da aprendizagem da criança com deficit intelectual, com sugestão de jogos e brincadeiras que podem ser
trabalhados com os alunos, de forma lúdica e pedagógica, no sentido de estimular o
desenvolvimento da criança e facilitar a aprendizagem de conteúdos acadêmicos.


O Lúdico e o Desenvolvimento da Criança Deficiente Intelectual


Considerando-se que a criança com deficiência intelectual
apresenta dificuldades em assimilar conteúdos abstratos, faz-se necessário
a utilização de material pedagógico concreto, e de estratégias metodológicas 
práticas para que esse aluno desenvolva suas habilidades cognitivas e para
facilitar a construção do conhecimento. Os jogos e brincadeiras são estratégias metodológicas que
apresentam as duas características acima citadas. Proporcionam a aprendizagem através
de materiais concretos e de atividades práticas, onde a criança cria, reflete,analisa e interage com
seus colegas e com o professor.

Para conhecer os jogos e brincadeiras entre no site:www.diaadiaeducacao.pr.gov.br

Inclusão e Autismo


DEFINIÇÃO
Embora inúmeras pesquisas ainda venham sendo desenvolvidas para definirmos o que seja o autismo, desde a primeira descrição feita por Kanner em 1943 existe um consenso em torno do entendimento de que o que caracteriza o autismo são aspectos observáveis que indicam déficits na comunicação e na interação social, além de comportamentos repetitivos e áreas restritas de interesse. Essas características estão presentes antes dos 3 anos de idade, e atingem 0,6% da população, sendo quatro vezes mais comuns em meninos do que em meninas.
A noção de espectro do autismo foi descrita por Lorna Wing em 1988, e sugere que as características do autismo variam de acordo com o desenvolvimento cognitivo; assim, em um extremo temos os quadros de autismo associados à deficiência intelectual grave, sem o desenvolvimento da linguagem, com padrões repetitivos simples e bem marcados de comportamento e déficit importante na interação social, e no extremo oposto, quadros de autismo, chamados de Síndrome de Asperger, sem deficiência intelectual, sem atraso significativo na linguagem, com interação social peculiar e bizarra, e sem movimentos repetitivos tão evidentes

DIAGNÓSTICO
O diagnóstico do autismo é clínico e feito através de observação direta do comportamento e de uma entrevista com os pais ou responsáveis. Os sintomas costumam estar presentes antes dos 3 anos de idade, sendo possível se fazer o diagnóstico por volta dos 18 meses de idade.
Ainda não há marcadores biológicos e exames específicos para autismo, mas alguns exames, tais como cariótipo ( com pesquisa de X frágil, EEG, RNM e erros inatos do metabolismo), teste do pezinho, sorologias para sífilis, rubéola e toxoplasmose, audiometria e testes neuropsicológicos são necessários para investigar causas e outras doenças associadas.

TRATAMENTO


O tratamento do autismo consiste em intervenções psicoeducacionais, orientação familiar, desenvolvimento da linguagem e/ou comunicação. O ideal é que uma equipe multidisciplinar avalie e proponha um programa de intervenção. Dentre alguns profissionais que podem ser necessários podemos citar: psiquiatra, psicólogo, fonoaudiologia, terapia ocupacional, fisioterapia e educador físico. Os métodos de intervenção mais conhecidos e mais utilizados para promover o desenvolvido da pessoa com autismo e que possuem comprovação científica de eficácia são:
TEACCH (Treatment and Education of Autistic and Related Communication Handcapped Children) é um programa estruturado que combina diferentes materiais visuais para organizar o ambiente físico através de rotinas e sistemas de trabalho, de forma a tornar o ambiente mais compreensível, esse método visa a independência e ao aprendizado.
PECS (Picture Exchange Communication System) é um método que se utiliza figuras e adesivos para facilitar a comunicação e compreensão ao estabelecer uma associação entre a atividade/símbolo .
ABA (Applied Behavior Analysis) ou seja, analise comportamental aplicada que se embasa na aplicação dos princípios fundamentais da teoria do aprendizado baseado no condicionamento operante e reforçadores para incrementar comportamentos socialmente significativos, reduzir comportamentos indesejáveis e desenvolver habilidades.


MEDICAÇÕES:
O uso medicamento deve ser prescrito pelo médico, e é indicado quando existe alguma comorbidade neurológica e/ou psiquiátrica e quando os sintomas interferem no cotidiano.Mas vale ressaltar que até o momento não existe uma medicação específica para o tratamento de autismo. É importante o médico informar sobre o que se espera da medicação, qual o prazo esperado para que se perceba os efeitos, bem como os possíveis efeitos colaterais.





TESTE DO OLHINHO 
O teste do olhinho é fácil, não dói, não precisa de colírio e é rápido (de dois a três minutos, apenas). Uma fonte de luz sai de um aparelho chamado oftalmoscópio, tipo uma "lanterninha", onde é observado o reflexo que vem das pupilas. 
Quando a retina é atingida por essa luz, os olhos saudáveis refletem tons de vermelho, laranja ou amarelo, já quando há alguma alteração, não é possível observar o reflexo ou sua qualidade é ruim, esbranquiçada. A comparação dos reflexos dos dois olhos também fornece informações importantes, como diferenças de grau entre olhos ou o estrabismo. 
O teste do olhinho previne e diagnostica doenças como a retinopatia da prematuridade, catarata congênita, glaucoma, retinoblastoma, infecções, traumas de parto e a cegueira. 
Segundo dados estatísticos, essas alterações atingem cerca de 3% dos bebês em todo o mundo. 
- Bebês prematuros devem obrigatoriamente realizar esse teste visual, de modo que afaste o risco da retinopatia da prematuridade, principal causa da cegueira infantil na América Latina. 
"Como essas crianças prematuras ainda passam por um processo de formação, possuem vasos sangüíneos imaturos no globo ocular", explica Larissa Magosso, oftalmologista da Maternidade e Hospital da Criança, em São Paulo/SP. 
O teste do olhinho pode ser realizado por um pediatra, mas se alguma alteração é identificada, o bebê deve ser encaminhado para o oftalmologista para a realização de exames mais específicos. 
Não deixe para depois - Pelo menos 60% das causas de cegueira ou de grave seqüela visual infantil podem ser prevenidos ou tratáveis se fossem detectadas precocemente, antes de se agravarem. Daí a importância do teste do olhinho. 
O pior de tudo é que mais da metade dos casos só tem o problema descoberto quando estão cegas ou quase cegas para o resto da vida. A Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica prevê cerca de 710 novos casos de cegueira por ano. 

Dicas: A mamãe e o papai podem observar as fotografias de seu filho. Se em vez do reflexo vermelho que fica nos olhos aparecer uma mancha branca, procure um oftalmologista. 

Pergunte ao pediatra do seu bebê quais exames que foram realizados ao seu nascimento. Se o teste do olhinho não estiver entre eles, converse com o médico a possibilidade de realizá-lo. 

A catarata não é um problema só de idoso, não. A catarata congênita é uma patologia presente ao nascimento e uma em cada cem crianças nascidas apresenta essa alteração. 

TESTE DA ORELHINHA 
A triagem auditiva neonatal, obrigatória por lei municipal nº 3028, de 17 de maio de 2000.É um programa de avaliação da audição em recém nascidos, indicada por instituições do mundo todo para diagnóstico precoce de perda auditiva, uma vez que sua incidência, na população geral, é de 1 a 2 por 1000 nascidos vivos. 

MÉTODO 
A técnica mais utilizada para a triagem auditiva neonatal é o exame de Emissões Otoacústicas Evocadas - EOAs.A EOAs é um exame objetivo, indolor, de rápida execução com tempo médio de 3 a 5 minutos, feito com sono natural, com a colocação de um fone externamente na orelha do bebê.O EOA (Emissões Otoacústicas Evocadas) consiste na produção de um estímulo sonoro e na captação do seu retorno (eco), sendo registrado no computador se as partes internas da orelha (cóclea) estão funcionando, sendo então emitido um gráfico com o resultado do exame. 

RESULTADOS 
O resultado é informado no final do exame. Um protocolo de avaliação junto com o laudo será enviado à mãe e ao médico solicitante.Quando houver suspeita de deficiência a partir da triagem auditiva, a criança será encaminhada para avaliação otológica e audiológica completas. 

QUANDO FAZER? 
O exame deverá ser realizado à partir do nascimento, preferencialmente nos primeiros 3 meses de vida do bebê, para que se possa detectar perdas precoces, dificultando o aprendizado da linguagem. Fonte:http://www.testedaorelhinha.com.br/contato.html

TESTE DO PEZINHO 

O teste do pezinho é um exame que deve ser feito de preferência na primeira semana de vida do bebê, permite identificar doenças graves que podem causar na criança dificuldades de crescimento, problemas mentais e físicos (fenilcetonúria) e retardamento mental (hipotireoidismo congênito). 
Várias doenças congênitas, relacionadas a distúrbios do metabolismo e infecções, podem ser detectadas, os exames são realizados em gotas de sangue coletadas do pezinho do bebê e colocadas em um papel de filtro, deixando secar e enviados para análise. 
Na maioria das vezes é realizado o teste básico (postos de saúde da rede básica), e os exames realizados são: Fenilalanina (Fenilcetonúria PKU), cromatografia de aminoácidos (detecta aminoácidopatias), TSH Neonatal (detecta hipotireoidismo congênito). 
Já o teste ampliado realiza determinações de 17-OH-Progesterona neonatal (detecta hiperplasia adrenal congênita) e tripsina neonatal (detecta fibrose cística) além de todos do teste básico. 
Ainda pode ser feito o teste plus e complementar que detectam outras anormalidades no neonatal. 
Quando identificadas cedo e tratadas adequadamente, essas doenças podem ser prevenidas e controladas. 
O bebê tem direito ao teste do pezinho e todas as mães e pais podem e devem cobrar dos gestores municipais que disponibilizem o exame grátis nos postos de saúde. Deve ser feito na primeira semana de vida, o que não impede que se realize fora deste período, até mesmo trinta dias após o nascimento pode também ser realizado. 

DOENÇAS DETECTADAS NO EXAME 
Entre as patologias que podem ser precocemente diagnosticadas pelo Teste do Pezinho nos recém-nascidos destaca-se o hipotireoidismo congênito (HC), a fenilcetonúria (FENIL) e a anemia falciforme, atualmente triadas pela Apae através do SUS. Já aderiram ao programa 100% dos municípios e o objetivo da Apae Salvador é alcançar 100% dos recém-nascidos vivos do Estado. 



- Fenilcetonúria (FENIL) É um erro inato do metabolismo, de origem genética, com herança autossômica recessiva que leva a deficiência da enzima que metaboliza o aminoácido Fenilalanina. Com isso, o aminoácido acumula-se no sangue do recém-nascido provocando efeitos tóxicos no sistema nervoso central, levando à deficiência mental, agitação e agressividade. O tratamento precoce previne as alterações e propicia desenvolvimento psico-motor dentro dos padrões normais da população. Incidência: 1/12.500 nascidos vivos. 
- Hipotireoidismo Congênito (HC) O hipotireoidismo congênito é um distúrbio decorrente da deficiência de produção dos hormônios da tireóide que ocorre por diferentes causas. O recém-nascido com hipotireoidismo não apresenta sintomas ao nascer, mas, com o tempo, a deficiência dos hormônios tireoidianos leva a atraso de desenvolvimento e retardo mental grave. O tratamento precoce e contínuo resulta em desenvolvimento normal da criança. Incidência: 1:3.500/4.000 nascidos vivos. 
- Doenças Falciformes e outras Hemoglobinopatias Hemoglobinopatias é o nome dado ao grupo de doenças de origem genética provocadas por alterações na molécula da hemoglobina (Hb). Essa alteração pode ser estrutural, como na anemia flciforme (AF) ou por deficiência de síntese como nas talassemias. A hemoglobinopatia mais conhecida e de maior incidência em populações afro-descendentes é a anemia falciforme (AF) que é de herança autossômica recessiva. Na AF, a alteração da hemoglobina é estrutural. A hemoglobina normal chamada de Hb A não está presente nas hemácias e sim a hemoglobina S (mutante-variante). O paciente portador de anemia falciforme tem a hemoglobina S em dose dupla (homozigose) e não tem nenhum exemplar da hemoglobina normal (HbA). No exame o resultado: HbSS determina o diagnóstico de anemia falciforme. Outras formas de doenças falciformes se caracterizam pela ausência da hemoglobina A e pela presença de hemoglobinas variantes, como HbS, HbC, Hb D, e outros, os resultados encontrados podem ser: HbSC, HbCC, HbSD, HbCD, entre outros. A anemia falciforme (HbSS) apresenta quadro clínico de: anemia crônica, crises hemolíticas, vaso-oclusivas, crises álgicas (dor), entre outras. O diagnóstico e tratamento precoce melhoram a evolução da doença e qualidade de vida dos indivíduos, além de proporcionar orientação familiar e aconselhamento genético. As outras formas de doenças falciformes como a HbSC, HbSD, HbCC, apresentam quadro clínico de anemia crônica, mas, com sintomas e gravidades diferentes da anemia falciforme ( HbSS). A anemia falciforme e as outras hemoglobinopatias não estão relacionadas com retardo mental. A triagem neonatal e tratamento dos afetados por doenças falciformes e outras hemoglobinopatias diminui morbi-mortalidade destas patologias. A incidência das hemoglobinopatias depende da composição étnica da população estudada. As técnicas disponíveis para detecção de alterações da hemoglobina permitem a identificação precoce da maioria das hemoglobinopatias e também a identificação dos indivíduos portadores de traços de hemoglobinas variantes em dose única (heterozigose), com um exemplar da Hemoglobina A, por exemplo: HbAS, HbAC, HbAD, etc. Estes indivíduos, na grande maioria das vezes não apresentam sintomas clínicos e portanto são considerados indivíduos saudáveis. O exame a ser solicitado é Teste para Hemoglobina. Na triagem neonatal, as técnicas utilizadas são HPLC e focalização isoelétrica, que permitem com grande segurança dar o diagnóstico dos pacientes com hemoglobinopatia. 
Maiores informações entrar em contato com: APAE site:htpp//:www.apae.org.br

TESTE DE APGAR 

Trata-se de um método simples e eficiente de medir a saúde do recém-nascido e de determinar se ele precisa ou não de alguma assistência médica imediata. Ele é rápido, indolor. A maioria das crianças nasce em boas condições de saúde, mas, caso o recém-nascido precise de algum auxílio médico, será melhor saber o quanto antes para começar o tratamento. Este procedimento passou a ser rotineiro após os partos desde que a anestesiologista Virginia Apgar o desenvolveu, em 1952. 
Um minuto após nascer e novamente aos cinco minutos de vida fora do útero, o bebê será avaliado da seguinte forma: 
• Frequência cardíaca 
- Respiração 
• Tônus muscular 
• Reflexos 
• Cor da pele 
Cada um destes itens recebe uma nota entre 0 e 2 para se chegar a um total geral. Grande parte dos recém-nascidos recebe entre 7 e 10, não requerendo nenhum tratamento imediato, como, por exemplo, auxílio para respirar. 

O que quer dizer a nota de cada criança? 
Claro que 10 é sempre música para os ouvidos dos pais, mas 8 ou 9 também são ótimas avaliações. Um parto mais complicado ou prematuro e até medicação para dores tomadas pela mãe podem mascarar as notas, não retratando exatamente as condições reais do bebê, mas, no geral: 
• Avaliação entre 8 e 10 mostra crianças em estado de saúde de ótimo a excelente, que provavelmente não vão precisar de cuidados extras. 
• Avaliação entre 5 e 7 indica estado regular e pode haver necessidade de ajuda de aparelhos para respirar. O médico talvez massageie vigorosamente a pele do bebê ou dê a ele um pouco de oxigênio. 
• Avaliação abaixo de 5 aponta bebês em condições que exigem auxílio médico especial. Se a primeira nota não tiver sido muito alta, depois de cinco minutos, costuma ser maior e mais tranquilizadora, já que a criança se recupera rápido do estresse do parto. Em caso de dúvidas, converse com o pediatra. 

O teste de Apgar prevê problemas de saúde futuros? Não, embora no passado os especialistas tenham chegado a acreditar que sim. Uma das teorias sugeria que se a nota de um recém-nascido permanecesse baixa aos cinco minutos de vida, isso indicava probabilidade de ele ter problemas neurológicos. Estudos mais recentes, porém, rejeitaram essa teoria. Sozinhas, as notas individuais não prevêem o estado de saúde futuro de uma pessoa, seja bom ou ruim. A vantagem do teste é sua simplicidade: ele é facilmente realizado e mede com rapidez e precisão a saúde de um bebê nos primeiros momentos da vida fora do útero -- nada mais, nada menos. 

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Como prevenir a ocorrência de deficiências 

Antes de engravidar: 

- Vacine-se contra a rubéola(na gravidez ela afeta o bebê em formação, causando malformações, como cegueira, deficiência auditiva, etc). 
- Procure um serviço de aconselhamento genético(principalmente quando houver casos de deficiência ou casamentos consanguíneos na família). 
- Faça exames para detectar doenças e verificar seu tipo sanguíneo e a presença do fator RH. 

Durante a gravidez: 

-Consulte um médico obstetra mensalmente; 
-Faça exames de controle; 
-Só tome os remédios que o médico lhe receitar; 
-Faça controle de pressão alta, diabetes e infecções; 
-Faça uma alimentação saudável e balanceada; 
-Não se exponha ao raio X ou outros tipos de radiação; 
-Evite o cigarro e as bebidas alcoólicas; 
-Evite contato com portadores de doenças infecciosas. 

Como evitar uma gravidez de risco?

Diversos exames ajudam a prevenir a gravidez de risco, entre eles o hemograma (exame de sangue), a glicemia, a reação sorológica para sífilis,, o teste de HIV (AIDS), tipagem sangüínea, urina, toxoplasmose, hepatite e fezes. 
Esses exames permitem constatações importantes já que a rubéola, por exemplo, se adquirida durante o primeiro trimestre de gravidez, pode provocar má formação fetal, abortamento, deficiência visual e auditiva, microcefalia e deficiência mental. O mesmo pode acontecer no caso da mãe ter contraído sífilis e toxoplasmose. 
Durante a gestação, o médico que acompanha a gestante pode se utilizar de outros exames disponíveis, como a ultra-sonografia. O histórico da gestante pode indicar uma gravidez de risco se houver casos de deficiência na família, gravidez anterior problemática e idade avançada ou precoce da mãe. Nestes casos, o casal deve procurar um serviço de estudo cromossômico para conhecer as probabilidades de possíveis anomalias no feto. 
Atualmente, alguns exames ajudam a detectar a ocorrência de alterações no desenvolvimento fetal. Dentre eles, citamos o do vilo corial, a amniocentese, a cordocentese, a ecocardiografia fetal e o doppler
São exames que permitem ao médico diagnosticar se o bebê é portador de Síndrome de Down, anomalias cromossômicas, doenças infecciosas, problemas cardíacos ou alterações da circulação sangüínea. 





SEXTA-FEIRA, 22 DE JUNHO DE 2012














Tecnologia a serviço de melhores condições de vida


A comunicação é uma necessidade básica de qualquer ser humano. De diferentes formas, todos realizam o movimento natural de expressar desejos e sensações, compartilhar opiniões e estabelecer uma relação de troca com o mundo. No entanto, para algumas pessoas, este movimento é mais difícil do que para outras. Ao se deparar com esta realidade, o analista de sistemas Carlos Pereira, pai da menina Clara, de quatro anos, que nasceu com paralisia cerebral, desenvolveu um aplicativo que auxilia a comunicação da filha e pode ser útil para muitas pessoas. 

O Livox é um programa em português de comunicação alternativa para tablets. “Para as pessoas, a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis”, define o analista. A tecnologia a serviço de melhores condições de vida e da transformação social é o tema da série Aplicativos para a vida, que estreou em julho na grade do Canal Futura. 

O acesso a esta tecnologia ainda encontra entraves e está longe de ser democrático, mas o número de pessoas que utilizam smartphones no Brasil está crescendo. Segundo a pesquisa desenvolvida pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), o aumento foi de 179% em 2011. A conexão com a internet, no entanto, não acompanhou este crescimento.
Em entrevista ao programa Conexão Futura, Ana Amélia Erthal, professora da ESPM, falou sobre o assunto: “Além da dificuldade de acesso, é muito raro encontrar aplicativos que contribuam para alguma causa. Os mais populares estão relacionados ao entretenimento”, afirmou.


No caso do Livox, não há custos de utilização para famílias carentes. Carlos explica: “Mesmo quando as famílias têm condições financeiras, não cobro nada pelo aplicativo, mas aconselho um treinamento rápido com uma fonoaudióloga e terapeuta ocupacional, e isso é pago”, diz. “Já para as famílias que não têm condições e apertaram seus orçamentos para conseguir comprar um tablet, não há custo algum”, completa. Através do site Agora eu consigo, qualquer pessoa pode doar tablets e contribuir para o tratamento de pacientes. Com um toque na tela, a pessoa com dificuldades de comunicação consegue expressar suas sensações e necessidades, como fome, frio, dor, alegria ou tristeza. Pode ainda, escolher o que gostaria que fosse servido na sua refeição, fazer perguntas e dar respostas usando milhares de símbolos e sons. 

Fácil de usar, pode auxiliar pacientes com autismo, esclerose lateral amiotrófica ou múltipla, pessoas que fazem uso de traqueostomia ou têm sequelas de derrame cerebral. “Não me conformava com o fato de não existir algo assim em português. Busquei empresas, mas nenhuma se interessou, então resolvi fazer sozinho”, conta o analista de sistemas. “Estou muito feliz por ver minha filha e outras pessoas conseguindo interagir, aprender e até se divertir com algo que criei”. 

AUTISMO E ANIMAL DE ESTIMAÇÃO....



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http://veja.abril.com.br/noticia/saude/chegada-de-um-animal-de-estimacao-em-casa-melhora-comportamento-de-criancas-autistas?utm_source=redesabril_veja&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_veja&utm_content=feed

Novo aplicativo para iPhone traduz voz em linguagem de sinais para surdos

Um novo aplicativo para iPhone e iPad traduz a voz dos usuários para a linguagem de sinais para surdos, conhecida como libras no Brasil. Assim como sua versão para Android, o app para iOS é gratuito.
Chamado de ProDeaf Móvel, o aplicativo foi criado pela empresa pernambucana que leva o mesmo nome e trabalha para ajudar a comunicação das pessoas surdas. O projeto foi criado em 2010 na UFPE.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem no Brasil 10 milhões de surdos, e, deste total, 2,7 milhões não conhecem a língua portuguesa. 
De acordo com a associação ProDeaf, o aplicativo conta com patrocínios diversos, incluindo investimento próprio, além de financiamentos do Sebrae, CNPQ e Bradesco, para mantê-lo como gratuito nas plataformas iOS e Android.

Guia de Serviços para pessoas com deficiências

Guia de Serviços para pessoas com deficiências


Guia de Serviços para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida na Cidade de São Paulo 
Guia com informações sobre diversos locais que prestam atendimentos especializados, programas e serviços que têm por objetivo atender as pessoas com deficiência.
 Realização: Instituto Mara Gabrilli 

INCLUSÃO: LINHA DO TEMPO DAS TERMINOLOGIAS




Palavras como "inválido", "defeituoso" e "incapaz" hoje soam terrivelmente pejorativas e desrespeitosas aos nossos ouvidos quando nos referimos a pessoas com deficiência. Antigamente, no entanto, elas compunham a nomenclatura vigente e eram utilizadas de forma natural em conversas e textos, como leis e matérias de jornal. Ao longo dos anos, esses termos foram sendo substituídos por outros, chegando a "pessoas com deficiência" - atualmente adotado por órgãos oficiais e recomendado por especialistas.


Fonte: Nova Escola

Treinando criança com deficiência para usar o banheiro


(...) O treinamento do toalete funciona melhor quando os pais dessas crianças têm acesso à orientação, instrução e encorajamento. O primeiro passo para começar é perceber se a criança está pronta.
Os sinais de prontidão para todas as crianças são:
Ela percebe a diferença de estar molhada ou seca?
Ela pode sentir quando precisa ir ao banheiro urinar ou evacuar?
Ela é capaz de atingir penico ou o banheiro a tempo (com a sua ajuda)?
Ela pode se despir e vestir ou está pronta para aprender?
Ela é motivada para dar esse próximo passo? 
(...) 
Clique no link para saber mais www.reab.me



TREINANDO CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA FÍSICA PARA USAR O BANHEIRO


Crianças com Paralisia Cerebral não só tendem a demorar a ter controle da bexiga, mas podem não ter consciência o suficiente da bexiga com dois ou três anos de idade para começar o treinamento do toalete. Se a criança tem Paralisia Cerebral, ela terá que ser ajudada a desenvolver a consciência e perceber que ela precisa ir ao banheiro, e você terá que perceber os sinais da vontade, que pode ser segurar os órgãos genitais ou se remexer ansiosamente. Ela vai ter que ser capaz de adiar a micção até que ela esteja em posição no penico/vaso. Bem como, a depender do caso, ela terá que remover suas roupas e, em seguida, manter-se no penico/vaso (com suportes) por tempo suficiente para alcançar o sucesso. (...)
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SINDROME DE ASPERGER



Parte 1 
A Síndrome de Asperger (SA)é uma Diferenciação neurocomportamental. Sendo de base genética, pode ser definida como Transtorno global do desenvolvimento que se manifesta por alterações sobretudo na interação social na comunicação e... no comportamento. Embora seja uma disfunção com origem num funcionamento cerebral particular, não existe marcador biológico, pelo que o diagnóstico se baseia num conjunto de critérios comportamentais.

Entre as características mais comuns podemos destacar:
1- Déficit de comportamento social;
2- Interesses limitados;
3- Comportamentos rotineiros;
4- Peculiaridade do discurso e da linguagem;
5- Perturbação na comunicação não verbal;
6- Descoordenação motora.

Como consequência destas dificuldades os portadores de SA acabam por se isolar e limitar os seus interesses a determinados temas assuntos, atitude que prejudica ainda mais a sua relação interação social. 

problemas comuns como dificuldade de interação social, dificuldades em processar e expressar emoções (este problema leva a que as outras pessoas se afastem por pensarem que o indivíduo não sente empatia), interpretação muito literal da linguagem, dificuldade com mudanças em sua rotina, dificuldade de interação com pessoas desconhecidas, ou que não veem há muito tempo, comportamentos estereotipados. No entanto, isso pode ser conciliado com desenvolvimento cognitivo normal ou preservado ou em alta. 
O diagnóstico Sa em crianças é feito por um neuropediatra e em adultos neuropsiquiatra, ou psiquiatra, No pode ocorrer um trabalho conjunto e triagem de outros profissionais que se especializam em detectar e encaminhar, como pediatra, psicologo, ou qualquer outro profissional da saúde que acompanhe o suspeite ou avalie sintomas presente, fazer o encaminhamento. 

O tratamento é multidisciplinar, visa melhoria de vida da pessoa com SA e familiares: fonoaudiologia, terapia ocupacional, musicoterapia e um dos tipos de tratamento que auxiliam bastante. 
os métodos mais conhecidos e usados são ABA e teachh na escola é necessário uma adaptação e conscientização quer dos professores, colegas, pais dos colegas, e do material e ambiente... 

No Brasil a uma grande desconhecimento e dificuldade de diagnostico SA nesse especto por ser uma variação mais branda de autismo a sua detecção que muitas vezes ocorre o diagnostico de uma comorbidade ou outra dificuldade presente, mais não se obtenha a principal condição da Asperger em si. Dessa forma a intervenção ocorre de forma errônea. Prejudicando intervenção e melhoria de vida dos asperger e familiares na compreensão da sua síndrome.