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terça-feira, 7 de março de 2017

08 DE MARÇO - FELIZ DIA MULHER...

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CALENDÁRIO DO MÊS DE MARÇO 2017 - PARA COMPLETAR e IMPRIMIR...

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FONTES:
VÁRIOS SITES DA INTERNET
GOOGLE

Uso da tesoura na Educação Infantil








As tesouras utilizadas pelas crianças devem ter as pontas arredondadas, pois evitam que a criança produza um furo na pele durante o corte. Porém, não devemos esquecer que a lâmina da tesoura é capaz de machucar uma criança que esteja utilizando inadequadamente este instrumento de corte.



Antes dos 4 anos, é desaconselhável o uso da tesoura para atividades de recorte. É necessário planejar atividades para desenvolver a coordenação motora fina que antecedem o uso da tesoura. Algumas sugestões:

♥ Coordenação das Mãos (estimulação da movimentação das mãos, sem que o braço faça o mesmo, ficando apenas como em uma postura de "suporte"):


- Apertar e soltar (livremente e usando materiais);- Bater palmas em diferentes ritmos e intensidades;
- Pintar com as mãos;
- Rasgar e amassar papéis;
- Brincar com bolas de diferentes tamanhos;
- Modelagem: massa de modelar (plastilina), areia molhada, argila, massa de farinha.
- Tocar instrumentos da bandinha rítmica.

♥ Conquistada a coordenação das mãos, a criança passa ter um melhor desempenho nas atividades que exigem movimentos diferenciados dos dedos:

- Brincar com os dedos: estalar, entrelaçar, brincar de "tocar piano";
- Músicas que usem os dedos (nomeando ou movimentando os dedos);
- Rasgar papéis com as pontas dos dedos;
- Enfiar em barbante: macarrão (cru), canudinho (pedaços), rolinhos de papel, contas;
- Dobraduras (origami);
- Alinhavos;
- Recorte usando os dedos.



Fases do Recorte e Colagem
- Antes dos 4 anos a criança deve recortar os papéis com as mãos e colar à vontade. Conversar com a criança sobre o uso da cola (exemplos: não exagerar na quantidade de cola).

Nas produções de recorte e colagem podemos observar as seguintes fases:

- Fase celular: recorta e cola de qualquer maneira, sem intenção de formar cenas. Gosta de ter material variado. Nesta fase, a professora deverá intervir quanto ao uso correto da tesoura (cuidado para não cortar os dedos) e o uso da cola (controlar a quantidade utilizada). Ainda não nomeia suas produções.

- Fase das formas isoladas: não dá forma definida ao recorte, mistura muito o que recorta, mas já está enriquecendo sua experiência. Oferecer materiais variados para enriquecer a colagem: barbante, lã, canudinho, algodão, paetês, tecido, etc. Às vezes, consegue nomear suas produções.

- Fase da cena simples: a criança recorta tirinhas e cola para armar um esboço simples. Deixa quase sempre uma área vazia. É uma fase sem proporção. Já consegue nomear sua produção (exemplo: um barco).

- Fase da cena completa: a criança usa as tirinhas, geralmente faz a "linha de base" (o "chão" que aparece também em seu desenho), usa formas variadas para compor sua produção (recorta intencionalmente). Percebe-se uma cena. Nomeia e explica sua produção (exemplo: É um barco navegando no rio.).

Essas "fases" também podem ser observadas no desenho. Cabe ao professor, além do incentivo e de escolher os materiais necessários para cada fase, planejar atividades para que as crianças avancem. A criança não aprende sozinha, não cria no "vazio"... Ela precisa da intervenção do adulto, ou de outra criança mais experiente, para avançar em suas hipóteses e experiências. Leia mais em Produção Artística das Crianças.

O professor deve observar: como a criança segura a tesoura (o canhoto necessita de tesoura adaptada as suas necessidades), como manuseia o papel (ou outro material para corte) e como utiliza a cola, para fazer as intervenções necessárias, pois há técnicas que facilitam o uso dos materiais.

Nunca se ausentar do local onde as crianças estejam utilizando tesoura e cola. Ter atenção aos materiais que serão manuseados, exemplo: não oferecer botões e objetos que possam ser engolidos à criança que coloca qualquer coisa na boca. Se necessário, redigir um combinado do que "pode e não pode" fazer no recorte e colagem. Cuidado para que eles não cortem cabelos e roupas deles ou dos colegas.

Ao utilizar a tesoura, a criança desenvolve o uso bilateral das mãos: mão dominante corta e a outra dá suporte ao papel. 

Para auxiliar o uso da tesoura, o professor deverá planejar atividades de recorte na qual a criança use a tesoura em movimento para frente (linhas retas), direção lateral da tesoura (esquerda / direita), corta figuras geométricas simples (quadrado, triângulo e círculo), corta figuras complexas e corta material que não seja papel (tecidos como o TNT são fáceis de cortar).

É difícil para uma criança visualizar o "contorno" de uma imagem colorida impressa (como nas revistas), ela acaba cortando algum pedaço... Para começar, eu contorno com caneta hidrocor (linha grossa) a figura desejada e explico à criança que ela cortará o contorno. Veja no exemplo:



Ao cortar seguindo o contorno, a criança perceberá os detalhes sem se preocupar em cortar o rabo ou as orelhas do cachorro. Aos poucos, a criança não necessitará deste contorno.
Outro modelo que gosto de usar é o do "boneco" (a linha grossa facilita o corte para a criança):


Clique para ampliar.
Falando em tesoura... Sugiro a história "Clact... Clact... Clact..." de Liliana Iacocca e Michele Iacocca, editora Ática. Será que essa tesoura tem um parafuso a menos na cabeça? Doidinha da silva, ela fica picotando os papéis, sem nunca se dar por satisfeita!


Outra sugestão: recortar figuras em revistas (não mais utilizadas), colar em papel branco e compor cena usando lápis cera, lápis de cor ou caneta hidrocor. Em rostos grandes, separe olhos, boca, nariz, orelhas e componha novos rostos em um papel.
Há "papéis de presente" que trazem figuras boas para utilizar no recorte e colagem.


Tipos de tesoura:


Tesoura sem ponta



Tesoura para canhoto

Tesoura adaptada



http://sillovinho.blogspot.com.br/2011/05/uso-da-tesoura-na-educacao-infantil.html


A MATEMÁTICA E A LITERATURA INFANTIL



Procurei esse livro pra baixar mas não consegui, se alguém tiver ou souber onde encontrar me avise por favor.


Organizado por: Maira Costa
Idade recomendada: 3 e 4 anos.
Conteúdo: Números
Objetivos: Essa sequência didática tem por objetivos o desenvolvimento da recitação numérica, a contagem e a comparação entre números e quantidades.


"Aqui está tão quentinho!" é um livro dos coreanos Choi Min-Ho e Jang Seon-Hye (Ed. Callis). O livro faz parte da coleção "Tan Tan" que busca ensinar conceitos matemáticos por meio de histórias divertidas. Nesse livro, o objetivo é ensinar a contar de um a dez e a sequência numérica. Depois dessa breve apresentação, quem já leu sobre literatura infantil descartaria o livro de cara, afinal a boa obra de literatura infantil não deve ter como objetivo ensinar algo. No entanto, o livro ultrapassa esse objetivo pedagógico. A narrativa se passa num bosque onde vivem diversos animais e um ogro que não tem amigos. Quando o inverno rigoroso chega, todos procuram um lugar para se proteger do frio. No final uma surpresa encanta as crianças... As belas ilustrações e a busca pela sobrevivência acabam fazendo da narrativa algo mais do apenas ensinar a contar. Além disso, narrativas com animais sempre atraem as crianças mesmo que eles não sejam tão conhecidos do leitor brasileiro (são javalis, faisões e guaxinins nesse bosque gelado).




Primeira etapa:Sugerimos que você inicie a exploração deste livro pela capa. Pergunte aos alunos que animais eles conseguem ver na capa do livro, quantos há de cada um, pedindo que façam a contagem dos animais do modo como desejarem.
É comum que crianças nessa idade escolar tenham conhecimentos relativos à recitação da série numérica; no entanto, isso não significa que realizam contagem eficientemente. Por esse motivo, se necessário, auxilie-as nesse processo.
Faça perguntas que levem as crianças a levantar hipóteses sobre a história, seu enredo e suas personagens: o que será que os animais estão fazendo ali? Por que será que o ilustrador do livro fez aquele desenho para uma história que tem esse título? Além disso, você pode questionar sobre a cobertura branca que há no chão e sobre o monte; verifique se elas conhecem neve, se sabem do que ela é feita e se existe neve no inverno do nosso país. Com isso, leve os alunos a relacionar o título da história com a necessidade que todos os animais, inclusive os seres humanos, têm de se aquecerem nos dias frios do ano.
Depois dessa exploração inicial, conte a história aos alunos até o momento em que o ogro sai de cena, onde o texto diz: “Os animais não viam mais o ogro por perto. E também não aguentavam mais o clima tão frio”. Aproveite esse momento para conversar com os alunos sobre algumas hipóteses do destino do ogro, pedindo que façam um desenho que mostre aonde o ogro pode ter ido.



Segunda etapa:Inicie a aula perguntando quem é que se lembra da história do ogro que você contou outro dia. Diga que hoje você continuará contando a história para que eles saibam aonde é que o ogro realmente foi.
Em uma roda de conversa, pergunte a cada aluno aonde ele acha que o ogro foi, retomando os desenhos que as crianças fizeram na aula anterior. A partir daí, continue contando a história até o final.
Depois disso, converse com as crianças novamente para poderem checar suas hipóteses sobre onde o ogro estava, confrontando-as com as informações obtidas no texto.
No final da história não fica explícito, através da escrita, onde é que o ogro esteve durante o inverno; por isso, é importante que os alunos analisem as informações contidas na ilustração. Verifique se eles perceberam que os animais se abrigaram sob o pelo do ogro e que o grande monte de neve era, na verdade, o ogro, que hibernou durante o inverno e ficou recoberto pela neve.



Terceira etapa:Conte novamente a história para os alunos dando ênfase à contagem dos animais que aparecem ao longo da história. Faça isso com pausas na leitura, solicitando que confiram a quantidade de animais anunciada no texto, através da contagem. Em determinados momentos, deixe que os alunos digam quantos animais aparecerão na próxima página, verificando se eles percebem que o texto segue a ordem da sequência numérica.
Peça aos alunos que, organizados em trios, localizem o trecho da história em que o ogro vai embora (págs. 3 e 4) e explore fazendo algumas problematizações orais:
Quais são os animais que aparecem nessas páginas?
O que há mais, cervos ou ursos?
Quantos animais pequenos há nessas páginas?
Quantos animais grandes há nessas páginas?
Se juntarmos os animais grandes e os animais pequenos, quantos teremos ao todo?
O que há menos, filhotes de faisão ou guaxinins?
Faça um cartaz com as respostas encontradas pelos alunos para essas problematizações, escrevendo o nome do animal e o número correspondente à resposta ao lado e exponha-o na sala. A intenção desse registro é mostrar aos alunos que existe uma forma convencional de registrar quantidades.



Quarta etapa:Apresente o livro aos alunos e pergunte se alguém se lembra da história. Peça a um aluno que conte a história aos amigos da sala. Depois disso, faça uma dramatização, na qual os alunos montarão os grupos de animais de acordo com a quantidade apresentada no livro.
Aproveite o momento para que os alunos realizem comparações de quantidades e verifiquem onde é que há mais ou menos animais.
Você pode propor a seguinte situação: “Vamos montar o grupo dos coelhos? De quantos alunos vamos precisar para esse grupo?”. Os alunos localizam o trecho do livro que mostra o grupo dos coelhos, verificam quantos há e, então, formam um grupo com a mesma quantidade de alunos. Depois, peça que formem o grupo dos ratinhos do campo e questione-os: onde há mais e onde há menos animais? É possível propor, também, que juntem os grupos de animais e digam quantos animais conseguiram juntar.
Após as dramatizações, dê aos alunos materiais como giz de cera, lápis de cor e folha em branco para que desenhem o grupo de animais de que mais gostaram na história. Durante o registro, procure observar a forma como cada aluno representa os animais da história, se há uma preocupação em desenhar a quantidade correspondente, se surge algum registro referente numérico, etc.
Na socialização do registro, solicite aos alunos que expliquem suas representações e, se achar necessário, faça um registro do depoimento do aluno em um local de registro separado, evitando legendar o desenho dele, já que o registro produzido tem função comunicativa. Guarde o desenho e o depoimento para fazer uma comparação da evolução das representações de quantidade (se ocorrerem) realizadas em outro registro de mesma natureza que os alunos fizerem em outros momentos.





Quinta etapa:Conte a história para os alunos novamente, pedindo a ajuda deles nos momentos em que os animais aparecem, pedindo que eles ajudem a realizar as contagens necessárias. Ao final da leitura, auxilie-os a inventar outro final para a história. Sugerimos que esse registro seja feito em forma de texto coletivo, em que os alunos auxiliam na construção das idéias e informações que desejam colocar no texto. É interessante que esse registro seja fixado na sala em tamanho grande, para que todas as crianças possam contribuir com sua ilustração.





Sexta etapa:Proponha uma brincadeira de esconde-esconde em que são selecionados os alunos que irão se esconder em quantidades iguais àquelas apresentadas no livro. Por exemplo: “Agora vamos brincar de esconde-esconde dos ursos. Duas crianças vão se esconder, e o resto da turma vai procurá-las”. Peça a ajuda dos próprios alunos para formar os grupos de animais que vão se esconder, contando cada componente.
Ao final da brincadeira, converse com os alunos sobre como foi a brincadeira, se gostaram, se acharam difícil formar os grupos, por que acharam isso. Você pode reunir outra classe e pedir que seus alunos expliquem aos novos amigos como é que brincaram.
Você pode fotografar os alunos brincando e, em outro momento, solicitar que eles auxiliem na confecção de legendas que expliquem partes da brincadeira.




Alfabeto da turma da Mônica 2(consoantes)...


http://sillovinho.blogspot.com.br/2009/05/alfabeto-da-turma-da-monica-2consoantes.html