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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Tomar muito banho faz mal? Veja o que revela um novo estudo feito com índios brasileiros

Provavelmente você já ouviu falar que tomar muito banho, principalmente quente, não é bom para a pele nem para o cabelo. Agora, um novo estudo veio reforçar essa tese. Pesquisadores do Centro de Ciência Genética da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, concluíram que o excesso de limpeza pode danificar o micro bioma humano – uma coleção de bactérias, vírus e outros micróbios que vivem em nosso corpo e são essenciais para a manutenção de nossa saúde, de acordo com informações do jornal britânico Independent.


Esse micro bioma é essencial para a nossa saúde e o estudo sugere que “perturbar nossos ecossistemas microbianos pode causar doenças que podem afetar nosso sistema imunológico, digestivo e cardíaco”.


Yanomamis
No estudo, os pesquisadores analisaram a população da tribo Yanomami, que vive na Amazônia, e concluíram que, em comparação com pessoas ocidentais, essa população tinha um micro bioma muito mais rico. Segundo eles, foi a “maior diversidade de bactérias e funções genéticas já relatadas em um grupo humano”. Eles até abrigavam bactérias que carregavam resistência aos antibióticos, apesar de não ter nenhum contato conhecido com antibióticos.


Os pesquisadores concluíram que a ocidentalização ou excesso de zelo afeta significativamente a diversidade do micro bioma humano, mas não souberam dizer qual seria a frequência de banho ideal para mantermos um micro bioma rico – sem cheirar mal.


Experiência
E, embora a maioria das pessoas não esteja disposta a parar completamente de tomar banho, há quem dê uma chance a esse estilo de vida. James Hamblin, editor sênior da revista americana The Atlantic, relatou, em um artigo publicado em junho de 2016, como foi quando decidiu parar de tomar banho.


“No começo, eu era uma besta oleosa e fedorenta. Depois de um tempo seu ecossistema atinge um estado estável e você para de cheirar mal. Quero dizer, você não cheira a água de rosas nem a desodorante, mas você também não cheira mal”, escreveu Hamblin.


Segundo o jornalista, além do seu corpo se adaptar naturalmente à ausência de água, xampu, sabonete, condicionador e hidrante, parar de tomar banho corresponde a dois anos extra na sua vida – com base no cálculo de que uma pessoa passa, em média, 20 minutos por dia no chuveiro. E aí, você estaria disposto a fazer a experiência? Mesmo que não esteja, é quase unanimidade entre especialistas a sugestão de banhos curtos, com duração máxima de dez minutos em água morna ou levemente fria, acompanhado de um sabonete suave e sem fragrância. Além disso, caso decida tomar mais de um banho por dia, o ideal é não exagerar no sabonete para não tirar a oleosidade natural da pele.


Fonte: Veja.com

Mito ou verdade: É ideal "zerar" a bateria do celular antes de carregar 100%?

A gente sabe: baterias são uma das maiores preocupações em termos de celulares – pesquisa recente colocaram melhorias no item como principal desejo dos brasileiros em 2017. Como a energia dos smartphones dura pouco e temos que usar sempre os carregadores, é bom fazer direito, né?


Primeira coisa: se você deixa a bateria zerar e carrega até 100%, pare com isso.


Veja as dicas dadas pela startup I2GO, especializada em acessórios para celulares.


Separamos algumas dicas importantes:


1. Posso deixar o celular carregando à noite inteira?
Poder até pode, mas não é bom. Não tem nenhum problema deixar o celular plugado na tomada em termos de energia --os aparelhos param de receber carga quando atingem os 100%. O ruim é deixar a energia atingir 100%. As baterias de lítio atuais se desgastam quando atingem extremos - 0% ou 100%. A dica é deixar entre 20% e 80%.


2. É melhor carregar o celular com ele desligado?
Essa parece óbvia e realmente é: sim, é melhor. O aparelho desligado consome menos energia em funções como tela e aplicativos. Logo, a bateria carrega mais rápido.

3. Posso usar o celular que está carregando em dias de temporais?
Importante: não faça isso. Descargas elétricas podem atingir a rede elétrica da sua casa durante uma chuva forte e, consequentemente, afetar o celular e a pessoa que o utiliza. O recomendado é não deixar o aparelho na tomada nessas situações.

4. Tirar e colocar o celular da tomada toda hora estraga o aparelho?
Não, não tem problema você deixar o celular em uma carga mínima e alternar a ligação na tomada apenas para que ele não zere. Vale o que foi dito no início do texto: o importante é não deixar chegar sempre a 0% ou 100%.

5. Como carregar mais rápido o celular no carro?
Não espere grandes carregamentos do celular em carros --a amperagem é bem mais baixa. É comum que às vezes o carregamento seja mais baixo do que o uso do dispositivo em si. Ou seja, torna-se "inútil". Mas usar o carregador veicular, ligado à saída do acendedor de cigarros, pode ser melhor do que usar a porta USB do rádio do carro.


6. Há alguma diferença entre as baterias externas?
Sim. É importante ter uma bateria que consiga carregar até 100% de seu smartphone --mas a regra de não deixar a carga chegar ao máximo continua valendo aqui. As baterias têm capacidades que variam de 2.200 mAh a 10 mil mAh, então é bom escolher uma com potência maior do que seu celular. E não se esqueça de deixar sempre a bateria externa carregada.


Fonte: UOL

Você está carregando seu smartphone do jeito errado

Poucas coisas são mais irritantes em um momento de necessidade do que ficar sem bateria no celular. E, como você já deve ter percebido, esse problema se torna mais frequente à medida que o smartphone ganha meses de uso.


Mas, e se a forma como você carrega o seu aparelho não for a mais eficiente? Foi pensando nisso que o site Battery University preparou dicas, não apenas para a sua bateria durar o dia todo, mas também para mantê-la mais resistente no longo prazo.


Em primeiro lugar, ao contrário do que muitas pessoas acreditam, o site explica que é melhor carregar o smartphone em pequenos intervalos do que conectá-lo ao carregador apenas quando ele já estiver quase sem bateria. 


Isso porque, assim como nós humanos, os smartphones “sentem” quando ficam com pouca energia e o acúmulo desse “estresse” acaba encurtando sua vida.


Assim como a falta de carga, o excesso dela também pode ser um problema. Por isso, recomenda-se que o usuário não mantenha o celular no carregador depois que sua carga estiver completa – algo que possivelmente você costuma fazer durante a noite.


Em outra analogia ao corpo humano, o site explica que o aparelho precisa “relaxar seus músculos depois de uma longa sessão de exercícios”, ou então terá sua saúde comprometida.


Quando possível, o mais indicado é carregá-lo várias vezes durante o dia por pouco tempo, e não poucas vezes por longos períodos. Isso não apenas permite que a bateria do seu smartphone tenha “um desempenho ótimo”, como também evita que sua carga se aproxime do zero.


O Battery University vai mais longe. Segundo o site, o ideal é que o smartphone sequer atinja sua carga máxima, pois a exposição frequente a uma alta voltagem pode prejudicá-lo no longo prazo. “A bateria de lítio não precisa ser completamente carregada; uma carga parcial é melhor”, resume. Saiba mais: Como surgiu a bateria? 


O procedimento ideal, de acordo com o site, é carregar o seu celular sempre que ele tiver consumido cerca de 10% de sua bateria e retirá-lo da tomada um pouco antes de ele completar a carga de 100%.


Por fim, o site recomenda que você mantenha o celular em temperaturas moderadas e o retire da tomada imediatamente se ele estiver ficando quente. Uma forma de evitar o superaquecimento é tirar sua capinha enquanto ele estiver plugado.


Se você quiser entender melhor a base química por trás das dicas do Battery University, basta entrar aqui.


Fonte: Exame.com

Como estão os estádios da Copa do Mundo de 2014...

Estádio Beira Rio, em Porto Alegre (Foto: Reprodução)

MANÉ GARRINCHA
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Com poucos jogos sendo disputados no estádio mais caro da Copa do Mundo, o prejuízo mensal é de R$ 500 mil. Só três jogos do 'Candangão', campeonato do Distrito Federal, estão marcados para o local.


ARENA PANTANAL
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O estádio custa R$ 700 mil por mês e não consegue cobrir nem 10% disso. Administração da Arena cobra ajuda do governo federal para arcar com os custos. 


ARENA DA AMAZÔNIA
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Para sediar mais eventos, estádio não cobra aluguel dos clubes locais que desejam disputar jogos do Campeonato Amazonense na Arena. Em 2016, a despesa anual foi de R$ 6,5 milhões.


MARACANÃ
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Por causa de uma briga judicial, o estádio mais importante do Brasil está sem condições de uso e fechado para visitações. Furtos foram registrados recentemente no local e, por falta de pagamento, a energia foi cortada. 


MINEIRÃO
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Um dos poucos exemplos de sucesso da Copa. Em 2016, teve crescimento de 35% de exploração comercial com jogos de futebol e grandes shows. A arrecadação no ano foi de R$ 18 milhões.


BEIRA-RIO
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Assim como o Mineirão, é exemplo de sucesso após a Copa do Mundo. Como só passou por uma modernização e não é um estádio novo, segue sendo utilizado pelo Internacional em todos os jogos. Apesar de ser um "alçapão" para os adversários, não evitou o rebaixamento da equipe e, em 2017, sediará apenas jogos da Série B. 


ARENA DA BAIXADA
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Com o bom momento do Atlético-PR, que irá disputar a Libertadores em 2017, a Arena costuma estar sempre cheia. No dia 11 de dezembro de 2016, último jogo da equipe no Brasileirão, o estádio bateu recorde de público, com 35.396 pagantes. 


ARENA PERNAMBUCO
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Como os três grandes clubes de Recife, Náutico, Sport e Santa Cruz, já possuem estádios, a Arena Pernambuco acaba sendo utilizada só para "jogos especiais". Por causa disso, costuma receber eventos. No final de 2016, o local foi "transformado" para receber esportes radicais.


ARENA DAS DUNAS
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Costuma receber jogos de três clubes do Rio Grande do Norte (América-RN, Alecrim e Santa Cruz de Natal) e, além disso, ainda sedia algumas partidas de equipes de outros estados. O Flamengo, por exemplo, estreou no Campeonato Carioca em 2017 atuando no estádio. 


ARENA CORINTHIANS
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No estádio paulistano, as arquibancadas também costumam estar sempre cheias e o Corinthians encerrou 2016 com a segunda maior média de público em todo o Brasil. Apesar disso, o estádio está custando "mais caro que o clube imaginava" e algumas dívidas são constantemente registradas. 


ARENA FONTE NOVA
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O estádio costuma receber todos os jogos do Bahia na temporada e costuma ter casa cheia na maioria deles. Em 2017, como o tricolor baiano vai disputar a Série A do Brasileirão, a administração do estádio decidiu fazer uma troca no gramado para deixá-lo em condições ainda melhores. 


CASTELÃO
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Mais um estádio que recebe jogos frequentemente. Em 2016, inclusive, foi palco do maior público do futebol brasileiro. No dia 11 de outubro, 63.903 torcedores compareceram ao local para apoiar o Fortaleza na luta para subir para a Série B. Apesar do apoio, o jogo terminou empatado em 1 a 1 e o time cearense não conseguiu o acesso. 


Fonte: Estadão

6 sites para baixar livros gratuitamente e de forma legal

Quer ler mais sem "sentir dor no bolso"? Separamos sites incríveis que disponibilizam obras para download gratuito. Baixe e-books de forma legal, economize e viaje para lugares incríveis na frente do computador (ou do tablet, ou do reader):


1. Open Library - o site (que quer catalogar todos os livros do mundo) possui mais de um milhão de obras para download gratuito, em diversas línguas. Entre os livros em português, encontramos contos e romances de Monteiro Lobato, José de Alencar e Machado de Assis, por exemplo. Se você sabe ler em inglês, as opções são inúmeras.


2. Portal Domínio Público - lista obras em diversas línguas (incluindo 2 mil livros em português) que já estão em domínio público. É possível ler "A Divina Comédia", de Dante, por exemplo.


3. Projeto Gutemberg - mais de 100 mil livros em diversas línguas. Podem ser baixados em vários formatos.


4. eBooks Brasil - o site tem uma cara antiga e navegação pouco intuitiva, mas seu acervo funciona perfeitamente. Basta navegar pelo formato desejado de eBook pelos links logo abaixo da logomarca e buscar o que você deseja ler.


5. Obras raras da USP - o site reúne imagens de edições incríveis. O acervo ainda é pequeno (não mais que 30 livros) - mas só a chance de explorar essa edição impressionante de Dom Quixote vale a visita.


6. Wikisource - a "biblioteca" da Wikipedia reúne livros que estão sob domínio público ou sob a licença "Creative Commons". Na versão lusófona, temos mais de 27 mil textos disponíveis, divididos em categorias como períodos literários, países de origem e anos em que foram escritos.


Fonte: Galileu

Quem bebe café tem menos problemas cardíacos e vive mais, diz estudo

Quer evitar doenças do coração e aumentar sua longevidade? Continue bebendo aquele sagrado cafezinho. Um estudo publicado na revista Nature mostra que o consumo de café pode reverter a tendência de inflamações crônicas e doenças cardiovasculares que surgem com o avançar da idade.


Já era de conhecimento da medicina que mais de 90% das doenças não-transmissíveis do envelhecimento estão associadas à inflamação crônica. Diversos artigos científicos apontam que a inflamação crônica contribui para o aparecimento de diferentes tipos de câncer, mal de Alzheimer e outras demências, osteoartrite e até mesmo depressão, além de doenças cardiovasculares.


Muito já foi estudo sobre a contribuição da ingestão de cafeína para a longevidade. Agora, o time de pesquisadores liderados David Furman e Mark Davis, da faculdade de medicina de Stanford, revelaram uma provável associação entre as doenças decorrentes da inflamação, a longevidade e o café.


De acordo com o estudo, os ácidos nucleicos - moléculas que servem como tijolos dos nossos genes – sofrem degradação ao longo da velhice. Os "restos" desse metabolismo do gene circulando pelo sangue desencadeiam o processo inflamatório que leva a doenças cardiovasculares e outras doenças. Ao injetarem essas substâncias em ratos, os pesquisadores verificaram o surgimento de inflamações sistêmicas, aumento da pressão arterial e estragos nos rins, dentre outras consequências.


Curiosamente, os componentes da cafeína bloqueiam a ação dos ácidos nucleicos. A própria estrutura da cafeína é semelhante à estrutura deles. Assim, o consumo de cafeína reverteria a tendência natural do corpo a inflamações e desenvolvimento de doenças.


O estudo
Para avaliar a associação entre cafeína, inflamação e longevidade, os pesquisadores realizaram análises de amostras de sangue, dados de relatórios médicos e históricos familiares de mais de 100 participantes. Foram vários anos de estudo. Foi revelada, assim, a existência do mecanismo inflamatório associado com o envelhecimento humano em doenças crônicas.


Também foi possível notar que nem todas as pessoas mais velhas eram acometidas pelo processo inflamatório. Para quem não gosta do sabor amargo, chá preto e chocolate escuro contêm compostos semelhantes à cafeína, dizem os pesquisadores.


Fonte: UOL

Mulheres deveriam trabalhar no máximo 34 horas semanais, diz estudo

Um estudo realizado pela Universidade Nacional Australiana e publicado na revista “Social Science & Medicine” afirma que o tempo limite de trabalho para desenvolver doenças como depressão e ansiedade é de 39 horas semanais e não 48 como se acreditava até agora. Além disso, a pesquisa aponta que, devido ao tempo gasto entre tarefas profissionais e domésticas – que ainda são vistas como ofício feminino -, as mulheres são ainda mais suscetíveis a estes problemas e deveriam trabalhar no máximo 34 horas por semana.


O documento demonstra que dois terços dos quase 8 mil australianos entrevistados ultrapassam as 40 horas de trabalho. Neste universo, foram analisadas as rotinas de 3828 homens e 4062 mulheres.


Um dos condutores do estudo, o doutor Huong Dinh afirma que as longas jornadas detonam a saúde física e mental, pois as pessoas se alimentam pior e não cuidam do bem-estar como deveriam. “Devido às demandas extras, é impossível que as mulheres cumpram o limite de horas”, diz.


Dados de 2016 da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico apontam que as mulheres fazem 4,5 horas “extra” diárias em funções como cozinhar e limpar a casa, enquanto os homens gastam nem a metade disso nas mesmas tarefas.


Os pesquisadores ainda afirmam que para homens que não cumpram tarefas domésticas o limite sobe para 47 horas.


Fonte: UOL

Se você bebe para esquecer, está perdendo tempo: O álcool reforça as lembranças ruins

O famoso “beber para esquecer” pode ter se tornado página virada. Embora seja verdade que uma boa bebedeira pode levar a pessoa a não se lembrar de tudo o que fez no dia seguinte, as coisas ruins (exatamente as que queremos apagar da memória) podem se agarrar ao nosso cérebro de modo mais ferrenho do que se não bebêssemos.


É isso que revela um estudo publicado pela revista Translational Psychiatry, elaborado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, de Baltimore (EUA). Dividiram ratos de laboratório em dois grupos: um bebeu água durante duas horas, e ao outro foi dada grande quantidade de álcool no mesmo intervalo de tempo. Posteriormente, ambos grupos foram submetidos a um som determinado, seguido por uma descarga elétrica. No dia seguinte, os roedores escutaram o mesmo som, mas dessa vez sem que fosse seguido pelo choque. Os resultados mostraram que os ratos que haviam sido embriagados tinham mais medo (lembravam melhor da descarga) que aqueles que tinham bebido água.


A conclusão do trabalho é que o álcool perpetua a sensação de medo: a extinção dessa recordação exige receptores do neurotransmissor glutamato (substância relacionada à memória), e quando os compostos do álcool se unem a esses receptores, interferem nas sinapses (comunicação neuronal), levando a que os animais que beberam álcool “não se acostumem ao estímulo e não esqueçam a experiência prévia ruim”, explica o neurologista Pablo Irima, diretor da Sociedade Espanhola de Neurologia.


Tal neurotransmissor (envolvido na eliminação da recordação) não se dá bem com a bebida. “O glutamato produz rejeição ao álcool. Costuma-se usá-lo no hospital para que os pacientes parem de beber”, diz o psiquiatra e presidente da Sociedade Espanhola de Psiquiatria, Julio Bobes.


Distrai, mas não apaga os traumas
Que o álcool nos faz recordar as coisas mais facilmente é algo que tinha sido evidenciado por um estudo da Universidade do Texas (EUA) em 2011. De acordo com essa pesquisa, tomar uma dose ativa certas regiões do cérebro relacionadas exatamente ao aprendizado e à memória.


Mesmo assim, a ideia de que beber é uma boa forma de afastar as más recordações é tão difundida que até esse estudo afirma que a maioria das pessoas afetadas por diversos traumas (entre 60% e 80%) ingere álcool compulsivamente. “Muitos pacientes com estresse pós-traumático se embebedam com a finalidade de fugir da situação, esquecer ou dormir com mais facilidade”, acrescenta Irima. E os pesquisadores concluem: “Se os efeitos do álcool nas lembranças desagradáveis forem semelhantes nos humanos, nosso trabalho pode ajudar a entender melhor como funcionam essas memórias e como focar melhor as terapias em pessoas que apresentam estresse pós-traumático”.


Fonte: El País

Janot pede inquérito contra Sarney, Renan e Romero Jucá

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu nesta segunda-feira, 6, ao Supremo Tribunal Federal (STF), a abertura de inquérito contra o ex-presidente José Sarney, os senadores do PMDB Romero Jucá (RR) e Renan Calheiros (AL), e o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado sob a acusação de embaraço às investigações na Operação Lava Jato.


O pedido se fundamenta no conteúdo do acordo de colaboração premiada na qual Machado detalha manobras de políticos para interferir nas investigações da Operação Lava Jato.


As informações foram divulgadas no site da Procuradoria-Geral da República.


No Termo de colaboração 10, o ex-diretor da Transpetro explicou o conteúdo de cerca de seis horas de conversas gravadas com os caciques peemedebistas, ‘que demonstram a motivação de estancar e impedir, o quanto antes, os avanços da Operação Lava Jato em relação a políticos, especialmente do PMDB, do PSDB e do próprio PT, por meio de acordo com o Supremo Tribunal Federal e da aprovação de mudanças legislativas’.


Segundo o procurador-geral, o objetivo dos congressistas era ‘construir uma ampla base de apoio político para conseguir, pelo menos, aprovar três medidas de alteração do ordenamento jurídico em favor da organização criminosa’ – 1) proibição de acordos de colaboração premiada com investigados ou réus presos; 2) a proibição de execução provisória da sentença penal condenatória mesmo após rejeição dos recursos defensivos ordinários, o que redunda em reverter pela via legislativa o julgado do STF que consolidou esse entendimento; 3) e a alteração do regramento dos acordos de leniência, permitindo celebração de acordos independente de reconhecimento de crimes.


Janot argumenta que há ‘elementos concretos de atuação concertada entre parlamentares, com uso institucional desviado, em descompasso com o interesse público e social, nitidamente para favorecimento dos mais diversos integrantes da organização criminosa”.


Segundo o procurador-geral, Renan, Sarney e Jucá teriam buscado ‘por via legislativa, atingir decisão da Suprema Corte sobre cumprimento das penas após a decisão de 2.ª instância e enfraquecer o instrumento da colaboração premiada, amplamente empregado na Operação Lava Jato’.


Outra forma de obstrução, segundo o pedido de inquérito, consistia na redução de poderes do Judiciário e do Ministério Público mediante a realização de nova constituinte.


Para Janot, ‘trata-se de atos estatais que visam a sabotar o próprio Estado, na sua vertente de repressão ao crime organizado’.


“É chocante, nesse sentido, ouvir o senador Romero Jucá admitir, a certa altura, que é crucial ‘cortar as asas’ da Justiça e do Ministério Público, aduzindo que a solução para isso seria a Assembleia Constituinte que ele e seu grupo político estão planejando para 2018”, afirma Janot.


Já no Judiciário, o grupo peemedebista buscaria cooptar ministros do STF para anistiar envolvidos na investigação ou para assegurar a manutenção da validade das proposições legislativas almejadas, de forma que a Suprema Corte não as declarasse, posteriormente, inconstitucionais.


“Não bastasse a trama para mudar a legislação, os senadores Renan Calheiros e Romero Jucá e o ex-presidente José Sarney ainda revelam o plano de incluir o Supremo Tribunal Federal, reserva necessária de sobriedade institucional, na costura política de um grande acordo espúrio para evitar o avanço do complexo investigatório”, adverte o procurador.


Com a palavra, Renan Calheiros
“O senador Renan Calheiros esclarece que não fez nenhum ato para embaraçar ou dificultar qualquer investigação e que sempre foi colaborativo, tanto que o Supremo Tribunal Federal já manifestou contrariamente à pedido idêntico.”


Com a palavra, o criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro (Kakay)
O criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro Kakay, defensor dos senadores Romero Jucá e José Sarney, avalia que se houve crime este teria sido praticado pelo ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado, autor das gravações que dão sustentação ao pedido de inquérito do procurador-geral da República Rodrigo Janot, que atribui aos peemedebistas suposta obstrução à Operação Lava Jato.


“Eu acho que esse pedido é um pouco consequência, quase que natural, daquele pedido de prisão (dos peemedebistas) que foi feito (por Rodrigo Janot) e que foi um fiasco. Nas gravações realizadas por Sérgio Machado não tem nenhum sinal de qualquer tentativa de obstrução. Temos que fazer uma reflexão mais profunda sobre essa hipótese de tudo ser obstrução à Lava Jato.”


“Quando se discutia a Lei de Abuso da Autoridade os procuradores foram ao Congresso e alardearam que estava havendo obstrução da Lava Jato. Ora, o projeto é de 2009, a Lava Jato nem existia. Depois, quando se criticava a prisão (de condenados) em segunda instância também vieram os procuradores e alegaram que isso iria paralisar a Lava Jato. Quer dizer, a Lava Jato é importantíssima, seus resultados são fantásticos, mas o País existe também fora da Lava Jato.”


“Pegar senadores discutindo modificação legislativa, que é a função deles, e dizer que estão tramando contra a Lava Jato é o mesmo que três ou quatro advogados criticarem a operação e, por isso, serem acusados de obstruírem a Justiça. Se algum jornalista fizer um olhar mais crítico à Lava Jato vão dizer que ele quer obstruir a Lava Jato.”


“Vivemos um momento crítico. É coisa grave. Virou um país monotemático.”


“Não existe naquelas gravações (de Sérgio Machado) qualquer tentativa de obstrução à Lava Jato. Passa mais perto do crime a atitude de Sérgio Machado, de gravar ilegalmente (as conversas com Jucá, Sarney e Renan). Não vejo no conteúdo das gravações nenhuma tentativa de obstrução. Primeiro, tem que contextualizar as conversas. O Sérgio Machado puxava. dirigia as conversas, criticava, xingava o procurador-geral da República. Falava que tinha medo que baixassem o processo para a primeira instância (Sérgio Moro). Não vejo obstrução ao processo.”


“Eu tenho muita preocupação que tudo passe a ser tentativa de obstrução, de forma que não possamos mais criticar absolutamente nada.”


“Reconheço o valor da Lava Jato, mas não aceito essa alegação frequente de que tudo é uma forma de obstruí-la.”


Fonte: Estadão

7 mortes bizarras e a probabilidade de que aconteçam

Recentemente publicamos aqui uma matéria sobre estatísticas malucas relacionadas com a morte. Nela, revelamos alguns números surpreendentes, como o de quantas pessoas morrem todos os anos por ferimentos causados por quedas da cama, ataques de formiga ou devoradas por hipopótamos, por exemplo.


Pois encontramos em diversos sites mais dados interessantes — e macabros, como não? — relacionados com causas de morte bem incomuns e as respectivas probabilidades de que alguém se torne uma das vítimas. É possível que algumas das estatísticas não passem de lendas urbanas, mas não custa nada dar uma olhadinha e se prevenir, não é mesmo? Confira:


1 – Atingido por um coco
Probabilidade: 1 em 250 milhões


Esta aqui pode ser uma das lendas urbanas que mencionamos, mas, se você costuma ficar na sombra de coqueiros, é melhor começar a tomar mais cuidado ou usar um capacete. As supostas estatísticas apontam que cerca de 150 pessoas morrem todos os anos por terem seus “cocos” rachados. Existe até um cálculo sobre a velocidade que esses frutos podem alcançar quando caem das palmeiras: cerca de 80 quilômetros por hora!


2 – Em um acidente nuclear
Probabilidade: 1 em 10 milhões


Por sorte, esses acidentes são bem raros! Contudo, só para você ter uma ideia, o desastre de Chernobyl, ocorrido 1986, afetou a vida de milhões de pessoas. Até hoje se debate sobre o número total de vítimas — um levantamento da ONU previu que 4 mil indivíduos morreriam em decorrência da radiação, enquanto o Greenpeace estimou esse número em 93 mil —, mas a cifra divulgada oficialmente de pessoas que morreram no acidente é de 31 pessoas.


Por sorte — por assim dizer —, esta causa de morte depende muito do país no qual você mora ou escolhe como destino turístico. Contudo, só no ano de 2008 foram registrados 273 ataques terroristas significativos no mundo, resultando na morte de um total de 3.500 pessoas.


3 – Em um ataque terrorista
Probabilidade: 1 em 9,3 milhões


Por sorte — por assim dizer —, esta causa de morte depende muito do país no qual você mora ou escolhe como destino turístico. Contudo, só no ano de 2008 foram registrados 273 ataques terroristas significativos no mundo, resultando na morte de um total de 3.500 pessoas.


4 – Por ser canhoto
Probabilidade: 1 em 4,4 milhões


Apesar de os números acima não terem sido comprovados ainda — portanto, eles podem se tratar de mais uma lenda urbana —, nem por isso esta causa de morte deixa de ser menos surpreendente. Estima-se que aproximadamente 2 mil canhotos morrem todos os anos devido a acidentes com equipamentos criados para destros, e as serras elétricas aparecem como o item mais mortal da lista.


5 – Picado por uma cobra
Probabilidade: 1 em 3,5 milhões


Aproximadamente 400 das cerca de 3 mil espécies de cobras que existem no mundo são peçonhentas. Elas são responsáveis por um número estimado em 5 milhões de picadas todos os anos, e algo por volta de 125 mil pessoas morrem por causa delas. E, só para sanar a sua curiosidade, a Índia é o país com o maior número de vítimas anuais, que giram em torno de 10 a 12 mil pessoas.


6 – Atingido por um raio
Probabilidade: 1 em 1 milhão


Existem pesquisas que apontam que a probabilidade de morrer atingido por um raio pode ser um pouco diferente do que a mencionada acima, girando em torno de 1 em 750 mil. Contudo, se considerarmos que só nos EUA em média 50 pessoas morrem dessa forma por ano, enquanto 54 morrem por ataques de abelha e 65 devido a mordidas de mamíferos, talvez seja mais seguro tomar banhos de chuva do que fazer piqueniques em parques.


7 – Afogado na banheira
Probabilidade: 1 em 685 mil


Eis uma causa de morte cuja probabilidade de alguém ser vítima é um pouco mais alta. Segundo as estimativas, mais pessoas morrem afogadas em suas banheiras do que em piscinas públicas, e os idosos e crianças são os que mais “engordam” esses números.


Mais números
Desastre de avião: 1 em 11 milhões (ufa!);
Acidente de trabalho: 1 em 43,5 mil;
Acidente de trânsito: 1 em 8 mil;
Câncer: 1 em 7;
Problemas cardíacos: 1 em 6.


Fonte: Mega Curioso

Insetos e tendões de porco estão entre os alimentos que você come sem saber

Quem tem alguma restrição alimentar, seja por questão de saúde, religião ou ideologia, enfrenta uma difícil tarefa: identificar os ingredientes e aditivos presentes nos alimentos industrializados pela simples leitura dos rótulos. Não é fácil. Em meio a termos técnicos e códigos estranhos, a maioria de nós não faz ideia do que está comendo.


Alguns dos itens utilizados pela indústria alimentícia, afirma a engenheira de alimentos Florencia Cladera, professora da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e doutora em engenharia química, causam estranheza devido a sua origem, quase sempre desconhecida dos consumidores. É o caso do corante carmim, presente em iogurtes, sobremesas, balas, bebidas e até na bolacha Passatempo.


“Trata-se de um corante natural, que confere cor vermelha ao alimento, e é extraído das fêmeas e dos ovos de cochonilha (Dactylopius coccus Costa). O inseto produz o ácido carmínico como uma forma de se defender de predadores”, explica a professora. A substância aparece nos rótulos como carmim, ácido carmínico, carmim de cochonilha ou como o número INS 120.


A descoberta, muitas vezes, assusta e acaba por levar à reeducação alimentar. “Algumas pessoas ficam bastante chocadas quando descobrem que comem um pó feito de uma espécie de pulgão”, afirma o médico nutrólogo Eric Slywitch, especializado em dietas vegetarianas.


Ingrediente, aditivo ou coadjuvante?
Segundo Florência, ao falar de produção e composição de alimentos, é importante diferenciar o que são ingredientes, aditivos e coadjuvantes de tecnologia.“Um ingrediente é qualquer substância empregada na fabricação de um alimento e que permanece no produto final, ainda que de forma modificada. Um aditivo é um ingrediente adicionado sem propósito de nutrir, para modificar as características físicas, químicas, biológicas ou sensoriais. São os corantes, aromatizantes, adoçantes, espessantes etc.


Há ainda os coadjuvantes de tecnologia. “São substâncias utilizadas durante o processamento e que não permanecem no produto final, como solventes, fermentos e enzimas.” A professora explica que, na rotulagem, é obrigatório citar a lista de ingredientes colocando na ordem de maior para menor quantidade, o que inclui os aditivos, mas não os coadjuvantes. “Isto pode ser um problema para os veganos, que não consomem produtos de origem animal.”


Pele, cartilagens e tendões viram gelatina e salsichas
Colorida, com cheiro de fruta e textura agradável, a gelatina é uma espécie de “mestre dos disfarces” quando se trata de alimentação. “A matéria prima para a produção de gelatina é pele, ossos ou tendões de mamíferos, geralmente suínos ou bovinos”, afirma Florência.


De acordo com a professora, em seu processo de fabricação o material recebe um tratamento com ácido (geralmente vinagre) e água quente para solubilizar o colágeno. Depois, são removidos a gordura e os resíduos sólidos e é usada a solução passa por diversas etapas de concentração, esterilização, secagem e moagem. Ao final, são adicionados os corantes artificiais, açúcar e aromatizantes.


Há muitos produtos, afirma a especialista, que contêm a gelatina como aditivo, realizando o papel de espessante, gelificante ou estabilizante. “A gelatina está presente em diversos alimentos, como iogurtes, pudins, balas de goma, mousse. Mas não é mencionado se sua origem é suína ou bovina, o que pode ser um problema para pessoas de religiões que não consomem carne de porco”, diz.


A mesma matéria-prima (além de outros resíduos menos nobres, provenientes da indústria da carne) é utilizada na fabricação de salsichas. De acordo com o engenheiro químico Décio Livrari Júnior, consultor da SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira), é comum haver nos embutidos vestígios de órgãos diversos, como pulmões, rins, vísceras que ficam em contato direto com material fecal e até mesmo tumores dos animais. “Tudo é triturado, misturado e temperado para virar salsicha.”


No caso dos empanados de frango e dos hambúrgueres, explica Livrari, pode haver pintinhos inteiros triturados. “Isso não é uma regra, mas já houve muitas denúncias em formato de vídeo feitas por ex-funcionários desse tipo de indústria, já que nem sempre há fiscalização.”


Derivados de petróleo
Alguns aditivos alimentares, afirma Florência, podem ser derivados do petróleo, como é o caso de certos corantes artificiais, como a tartrazina (INS 102), encontrada em balas, gelatinas, sobremesas, biscoitos, refrescos em pó e refrigerantes, entre outros produtos.


“Corantes podem causar alergias, urticárias e até asma. Há estudos que indicam uma relação entre seu consumo e a hiperatividade em crianças”, explica.


Pus e enzimas do estômago
Florencia Cladera cita também os coalhos, coadjuvantes de tecnologia utilizados na produção de queijos, sendo removidos do produto final. Os coalhos são extraídos do estômago do bezerro e contêm enzimas utilizadas na etapa de coagulação. Geralmente, eles não aparecem na lista de ingredientes e, apesar de não fazerem mal à saúde, são motivo de revolta por parte de quem defende o bem-estar animal. Uma alternativa para eles são os coagulantes feitos a partir de fungos, já existentes no mercado.


Mesmo o leite de vaca, explica Livrari Junior, pode conter pus, já que os animais sofrem com mastite (inflamação das mamas) pela constante extração do produto. A pasteurização (processo que destrói alguns tipos de microorganismos patogênicos em produtos comestíveis) elimina as bactérias que possam estar presentes em virtude dessa contaminação. “Mesmo assim, o pus continua presente, ainda que pasteurizado”, diz.


Fonte: UOL

Sedã médio ganhou o prêmio Car Group pelo 2ª ano consecutivo

Sedã médio ganhou o prêmio Car Group pelo 2ª ano consecutivo
Em um momento de vendas em baixa, o Nissan Sentra foi novamente eleito o sedã médio com menor custo de manutenção no Brasil, de acordo com o levantamento Car Group feito pelo CESVI Brasil - Centro de Experimentação e Segurança Viária.

A nova pesquisa do Cesvi tem como objetivo se tornar uma referência para consumidores e seguradoras no momento de comparar veículos de uma mesma categoria em relação aos custos da manutenção em casos de batidas leves.
Na categoria de sedãs médios, onde foi o mais bem avaliado, o Nissan Sentra teve melhor nota que os modelos Peugeot 408, Citroën C4 Lounge e Fiat Linea (descontinuado). Em comunicado, a marca diz que, para oferecer menores custos de manutenção para os proprietários de seus veículos, aposta na qualidade e também em pesquisas constantes de preços para alinhar valores de peças de reposição e revisões obrigatórias.

O teste consiste em uma batida leve a 15 km/h (colisões que correspondem a 75% das ocorrências nos grandes centros). Para chegar ao índice de reparabilidade, o Cesvi analisa os danos e o custo de reparo. O indicador varia de 10 a 60. Quanto menor a nota, mais fácil e barato é o conserto do carro.




Projeção do Polo europeu mostra como deve ser a nova geração do hatch brasileiro

Projeção do Polo europeu mostra como deve ser a nova geração do hatch brasileiro
Esta projeção feita pelo pessoal do Automedia é referente à nova geração do Volkswagen Polo vendido na Europa. E, como não é segredo para mais ninguém, o modelo vai servir de profunda inspiração para a nova geração do nosso Gol.

Ambos os hatches deverão compartilhar a plataforma MQB-A0, que foi inaugurada pelo Seat Ibiza (conforme já explicamos anteriormente). Mas se o design do modelo de sangue espanhol é agressivo, Gol e Polo terão rostinho mais sóbrio e com algumas referências ao novo Golf, como para-choque e acabamento dos faróis.

É possível haver algumas diferenças em relação ao tamanho entre Gol e Polo, uma vez que o modelo brasileiro encaixa-se no segmento dos compactos.

Agora, voltando ao Ibiza, será que o Gol poderia ter um acabamento assim?:
https://carrosdoalvaro.blogspot.com.br/2017/02/projecao-sera-que-o-novo-volkswagen-gol.html