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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Você sabia? Não é a ferrugem que causa tétano

Pregos enferrujados são uma grande ameaça a nossa saúde, certo? Afinal de contas, desde que nos conhecemos por gente escutamos que objetos metálicos oxidados são potenciais transmissores de tétano. Sim, de fato, são. Mas não se prenda à questão da oxidação: um prego aparentemente limpo ou mesmo um arranhão de um animal também podem transmitir a doença.


O tétano é causado pela bactéria Clostridium tetani, encontrada, em geral, no solo, na poeira e em fezes de animais. Então, se você se ferir com algum objeto que tenha sido exposto à bactéria, independentemente de haver ferrugem, você pode se infectar.


O fato de a bactéria ser encontrada no solo e no estrume faz, inclusive, que jardineiros e outros trabalhadores agrários estejam potencialmente expostos à doença. A população urbana também não está totalmente segura: uma calçada ou uma rua empoeirada podem abrigar muitas bactérias Clostridium tetani.


Por que, então, há a máxima de que objetos metálicos enferrujados transmitem tétano? A oxidação cria fendas que permitem o alojamento da bactéria. E, se um prego chegou a enferrujar, ele pode, também, ter sido sido exposto a solos contaminados --ou a sujeiras e poeiras que contenham a bactéria.


O Clostridium tetani, no entanto, não é perigoso no solo ou na pele. Isso porque ele só pode se reproduzir em um ambiente privado de oxigênio, como ocorre em ferimentos. As cavidades geradas pela oxidação de um metal dão à bactéria um lugar para se esconder, mas ela só faz "seu trabalho" de infeção em um ferimento de punção (quando nos "furamos" com pregos, por exemplo) no corpo humano.


Dentro da ferida, a bactéria ibera uma neurotoxina altamente poderosa conhecida como tetanospasmina. Basta uma pequena quantidade dela dentro do corpo para que o sistema nervoso seja afetado, reagindo com contrações musculares e espasmos.


Caso a pessoa que tenha sido infectada (e não tenha tomado vacina anteriormente), não seja tratada imediatamente com uma antitoxina chamada imunoglobulina antitetânica, o corpo pode "congelar" completamente, podendo levar à morte.


É prudente, então, que além de desviar de pregos enferrujados, você tome cuidado para não se furar com qualquer tipo de objeto não esterilizado --além de estar com as vacinas em dia, claro.


Fonte: UOL

Alex Goot & Chad Sugg - Closing Time

Alex Goot & Chad Sugg - Closing Time



http://www.blogcariri.com.br/2017/01/alex-goot-chad-sugg-closing-time.html

PENSE NISSO:

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Coisas suas que dizem que você é inteligente, segundo os cientistas

Há algumas semanas repassamos tudo o que você deveria fazer antes das 8h da manhã, se fosse seguir as orientações da Internet. Uma infinidade de artigos propõe bons hábitos e conselhos que, ao se comparar uns com outros, acabam por incorrer em contradições impossíveis de serem cumpridas. Os estudos sobre aspectos do nosso caráter e comportamento que indicam se somos mais inteligentes que a média, ou que fazer determinado tipo de coisa desenvolve a nossa inteligência, são a mesma coisa. Muitos deles, ainda que não todos, estão relacionados curiosamente com hábitos que costumamos considerar um defeito ou algo politicamente incorreto.


Pesquisadores de universidades com nomes compridos têm analisado o assunto, e os meios de comunicação não duvidam em publicar suas conclusões, algumas vezes sendo muito reducionistas nas manchetes com respeito às pesquisas realizadas. Em cada título dessa lista de artigos se pode encontrar um link que afirma a relação entre inteligência e os atos com os quais se relaciona. Cada um pode julgar por si mesmo a validez dos métodos científicos empregados e a coincidência com os resultados anunciados.


1. Ser preguiçoso
A Universidade da Costa do Golfo da Flórida explica que, para compensar o esforço e o sacrifício de pensar tanto, as pessoas inteligentes reduzem a cota de atividade física diária. A equipe de pesquisadores dirigida por Todd McElroy enviou um teste a um grande número de estudantes, dos quais foram selecionados 30 que tinham a tendência de pensar demais ("pensadores") e outros 30 que tentavam evitar a todo custo a reflexão excessiva (“não pensadores"). Todos colocaram um acelerômetro no pulso durante sete dias. De segunda a sexta, os “pensadores” realizavam muito menos atividade física que os “não pensadores”, só durante o fim de semana o esforço físico de ambos os grupo se igualava.


2. Ter a mesa bagunçada
É um sinal claro de inteligência e criatividade, dizem pesquisadores da Universidade de Minessota. Entre outros muitos argumentos, apresentam como provas imagens das mesas de gênios como Albert Einstein, Steve Jobs e Mark Zuckerberg; todas elas são um desastre que, com certeza, foram a vergonha de seus pais ao aparecerem em público. Ainda que sejam mais chatas, aquelas pessoas que são organizadinhas costumam ser mais generosas, conclui o estudo.


Os pesquisadores, liderados por Kathleen Vohs, convocaram voluntários a dois escritórios com o mesmo tamanho, mobiliário e iluminação. Um deles com suas mesas bagunçadas e o outro completamente organizado. Pediram que realizassem várias atividades, como doar ou escolher entre comer uma maçã ou uma barra de chocolate. Os do escritório organizado eram mais propensos a doações e a comer a maçã, enquanto os do escritório bagunçado eram muito melhores quando solicitados a apresentar sugestões de ideias.


3. Ter poucos amigos
Por que as pessoas inteligentes ficam melhor com poucos amigos?, se perguntava no mês passado o jornal The Washington Post. A resposta é dada pela publicação com base no National Center for Biotechnology Information, que explica que "os indivíduos mais inteligentes se sentem menos satisfeitos com sua vida se decidem socializar mais frequentemente com amigos”. São mais infelizes quando se inter-relacionam, por isso fazem com menos frequência. Chegam a essa conclusão após analisarem uma pesquisa em todo o Reino Unido com 15.000 pessoas de entre 18 e 28 anos. Em geral, querem ser deixadas em paz e não serem incomodadas.


4. Falar sozinho
"Não significa que você está louco: falar sozinho tem benefícios cognitivos”, diz um artigo do Science Daily. Fazê-lo, afirma essa pesquisa, permite ter melhor memória porque ativa o mecanismo sensorial do cérebro, ajuda a se concentrar mais nas tarefas e a esclarecer os pensamentos.


O estudo, liderado pelos psicólogos Gary Lupyan (Universidade de Wisconsin) e Daniel Swingley (Universidade da Pensilvânia), colocou voluntários para encontrar determinados objetos. Em alguns momentos pediram que falassem o nome do objeto em voz alta enquanto procuravam, o que descobriram que facilitava o processo.


5. Consumir drogas
Os britânicos James White, David Batty e Catharine Gale se basearam em outro estudo para concluir que aqueles indivíduos que em sua infância contam com um QI superior a 125 têm mais possibilidades de consumir álcool e drogas na idade adulta do que aqueles com um QI inferior a 75.


A metodologia consistiu em comparar os dados de 6.713 pessoas que fizeram parte do Estudo Nacional de Desenvolvimento Infantil em 1958. Foram recolhidos vários dados quando tinham 11 anos, entre eles seu QI, e se fez um acompanhamento dos participantes ao completar 16, 23, 33, 42, 46, e 50. Aos 42 anos, foram perguntados sobre o consumo de drogas, e, um tempo depois, em 2012, esse estudo comparou os resultados dessa pesquisa. Assim pôde comprovar a correlação entre o padrão de consumo de álcool e drogas daqueles que tinham obtido melhores resultados no teste de inteligência realizado na infância.


6. Falar palavrões
Costumamos relacionar o uso de palavreado impróprio com a pobreza de vocabulário. Camilo José Cela, com seu Dicionário Secreto, e Arturo Pérez-Reverte não estariam de acordo com essa premissa e, aparentemente, estavam com a razão. A revista científica Language Sciences explicou no ano passado o experimento realizado pelos psicólogos Kristin e Timothy Jay, da Universidade de Artes de Massachusetts.


Pediram aos participantes do estudo que dissessem o máximo possível de palavrões durante um minuto. Aqueles que ofereceram uma lista mais ampla de respostas foram também os que demonstraram um vocabulário mais inteligente em outras áreas gerais (nomes de animais ou de cidades).


7. Dormir tarde
A Universidade de Liege, na Bélgica, apoia aqueles que acordam tarde porque dormem tarde. O pesquisador do sono Philippe Peigneux liderou um grupo de estudos em 2009 que comparava 15 aves noturnas (despertam às 11h da manhã) com 16 madrugadoras (acordam às 7h), e as submeteu a um scanner cerebral ao começar seu dia.


A conclusão a que chegaram é que a atividade cerebral das primeiras é superior a das segundas, ao manter um nível de alerta muito mais alto. A diferença entre ambos os tipos de pessoas não se nota tanto pela manhã como nas horas vespertinas.


O assunto de dormir tarde é muito discutido, como explicou ao Verne Ana Adan, doutora em Psicobiologia da Universidade de Barcelona.


8. O caso definitivo: de esquerda, sem filhos, gay e vegetariano
Que ninguém se chateie com essa reportagem, pois não somos nós que dizemos. Quem afirma é Satoshi Kanazawa, especialista em psicologia evolutiva da Escola de Ciências Econômicas e Políticas de Londres. Seu livro The Intelligence Paradox argumenta suas teorias, que resume em uma entrevista para a The Economist. Há consolo para aqueles que não cumprem com nenhuma dessas pautas: “Os inteligentes fazem melhor as coisas em quase todos os aspectos da vida moderna, exceto nos que importam de verdade, como encontrar um parceiro, educar um filho e fazer amigos”, afirma o autor.


Fonte: El País

Trocamos de presidente, então por que ainda estamos em crise?

Não é mistério que o governo de Dilma Rousseff deixou grande déficit na economia do país. As grandes questões são: até agora, o que de fato melhorou, piorou ou ficou na mesma?


O impeachment teve grande repercussão pelo mundo. A maneira como tudo aconteceu desagradou países da América Latina e deixou o Brasil malvisto internacionalmente.


A mudança mais sensível até aqui é o aumento do desemprego. Antes, o problema foi combatido aumentando-se o poder de compra. Agora, com benesses para quem contrata.


Como crises são cíclicas e pedem mudanças, não demorou para surgirem medidas da equipe econômica para cobrir os rombos financeiros do país. Entretanto, isso nunca é tão simples quanto parece.


Problema zero (isto é, todo governo faz isso): Independentemente da posição política de onde se originam, os métodos de estabilização econômica menos usados no Brasil são os de longo prazo.


Traduzindo: Há muitas décadas sofremos com mudanças demais em tempo de menos, nunca tendo um momento exatamente "excelente" que possibilite uma comparação de conjunturas ou algo mais permanente. A Previdência, por exemplo, está sempre em discussão


A redução do abismo entre classes dos últimos 14 anos foi real, mas hoje se revela mal estruturada para embasar um segundo momento, complementar. O que temos agora, de novo, é um processo de substituição de políticas com remendos.


As medidas propostas até aqui, à primeira vista não parecem sair do formato tradicional: escritas para longo prazo, mas que sobrescrevem o que foi feito antes e passíveis de substituição a qualquer momento.


Ou seja: em essência, o que permanece é a total desconfiança de quem movimenta a economia em todos os níveis - patrões, empregados, ricos, pobres.


A fragilidade e o frequente mau uso das instituições brasileiras criaram uma barreira entre a possibilidade de resultados duradouros e confiança necessária para chegar lá. E economia tem a ver com confiança: do mercado, que decide se investe ou cai fora, por exemplo


Com tanta instabilidade acumulada ao longo de décadas, a economia do Brasil pode até sair da crise, mas não da lógica de que quem tem, prefere guardar. Quem não tem, busca de qualquer forma – pra guardar.


Fonte: Yahoo!

Fique ligado! Esses 8 comportamentos fazem com que as pessoas não gostem de você

1 – Viver criticando a si mesmo
É o caso daquela pessoa que fala mal de si mesma o tempo todo. Além de ser chato ouvir esses tipos de comentários, essas pessoas geralmente querem atenção, e não percebem que isso fica bastante óbvio. A menina que vive dizendo que está precisando fazer regime, ainda que use tamanho P, quer, na verdade, ouvir dos outros que está magra. Já o rapaz que vive dizendo que não tem vida social por ser nerd quer ouvir que é inteligente.


2 – Não saber conversar
Tudo bem, você pode ter falta de traquejo social, mas é preciso entender algumas coisas sobre como criar diálogos interessantes se a ideia é mudar a situação. Em uma conversa, não fique apenas ouvindo sem fazer perguntas; afinal, questionamentos pertinentes demonstram interesse. É legal também que você mantenha um contato visual sempre que puder, sorria e evite fazer piadas inapropriadas.


3 – Agir de maneira instável
Se você é do tipo que perde as estribeiras, faz barraco e grita quando algo sai do seu controle, saiba que esse tipo de comportamento causa uma péssima impressão, justamente por ser um sinal típico de uma pessoa sem inteligência emocional. A verdade é que a vida é cheia de imprevistos e de falhas – ou você aprende a respirar fundo e pensar antes de agir ou não vai poder se incomodar em sempre passar uma impressão ruim a respeito da sua própria personalidade.


4 – Ficar mexendo no celular enquanto fala com alguém
Eis um grande exemplo de falta de educação da vida moderna. Quando você está conversando com alguém, mas fica conferindo notificações no celular a cada minuto, o seu interlocutor se sentirá mal – a impressão que você dá ao fazer isso é de que tanto a conversa quanto a pessoa com a qual você está falando são desinteressantes. Guarda esse celular! E se for para atender ou responder uma mensagem, peça licença.


5 – Fazer fofoca
Viver falando da vida alheia, fazendo comentários maldosos e tecendo críticas ferrenhas faz com que você seja visto como uma pessoa vazia, chata e de mentalidade pequena. Tendemos a gostar de quem fala sobre filmes, ideias, livros, músicas, notícias... Quem vive falando de outras pessoas é porque não tem repertórios melhores.


6 – Ter uma mente fechada
Entenda: pessoas não gostam de conversar com gente que tem uma opinião formada sobre tudo e não é aberta a ouvir pontos de vista diferentes dos seus. Estar disposto a ouvir outras opiniões e, principalmente, a respeitá-las é uma ótima maneira de conquistar a simpatia das outras pessoas. Nada de preconceito, hein, seja ele de que tipo for – ninguém gosta de ficar perto de gente preconceituosa.


7 – Falar demais sobre a sua vida pessoal
Uma coisa é ser uma pessoa comunicativa e aberta a conversar sobre vários temas; outra coisa totalmente diferente é achar que porque alguém sorriu para você já dá para chamar essa pessoa de melhor amiga e contar a ela sobre os problemas de saúde da sua avó, sobre sua situação financeira ou qualquer outra coisa que seja pessoal demais.


8 – Postar coisas demais nas redes sociais
Já é comprovado que quem vive compartilhando coisas nas redes sociais tem, na verdade, uma grande necessidade de aceitação. O problema é que esse comportamento compulsivo tem efeito oposto – quem nunca cancelou a assinatura daquela pessoa que posta uma selfie por minuto?


Antes de publicar alguma coisa, pense na necessidade real dessa publicação, reflita se ela vai ser útil para as pessoas que seguem você ou se vai ser apenas mais uma entre tantas outras coisas que você divulga freneticamente. As pessoas costumam implicar com quem não sai das redes sociais.


Fonte: Mega Curioso

Quase 60% do Ceará está no pior nível de seca, aponta relatório

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O baixo volume de chuvas no Ceará em 2016 contribuiu para o agravamento dos níveis mais críticos da estiagem no Estado. Conforme o Monitor de Secas da Agência Nacional das Águas (ANA), 58% do Ceará está em seca excepcional, que é o pior nível que uma região pode chegar segundo a escala da ANA.


O mapa de intensidade mostra que as regiões do Cariri e Sertão dos Inhamuns são as mais críticas. Além disso, as poucas chuvas que ocorreram no último ano contribuíram para intensificar a seca na maior parte do Estado, com destaque para ampliação da parte norte das áreas de seca extrema e seca excepcional.


Com o agravamento da estiagem, a Agência Nacional das Águas aponta que os impactos devem ser no curto prazo, principalmente para agricultura e pastagem.


Chuvas em 2016
Em 2016, o volume de chuvas no Sertão dos Inhamuns, onde estão localizada as cidades de Aiuaba, Arneiroz, Catarina, Parambu, Saboeiro e Tauá, foi de 478,7 milímetros, o que representa uma queda de 29,2% em relação à média histórica que é de 676,2 mm.


Já no Cariri, o desvio negativo foi um pouco maior: 30,2%. O volume observado naquela região no ano passado, que compreende os municípios de Abaiara, Araripe, Aurora, Barro, Brejo Santo, Campos Sales, Caririaçu, Crato, Juazeiro do Norte, Milagres, Tarrafas, Altaneira, Antonina do Norte, Assaré, Barbalha, Farias Brito, Granjeiro, Jardim, Jati, Mauriti, Missão Velha, Nova Olinda, Penaforte, Porteiras, Potengi, Salitre e Santana do Cariri, foi de 630,7 mm contra os 904 mm da média histórica.


De acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), com cinco anos de precipitações acumuladas abaixo da média, os efeitos da estiagem são mais graves nas áreas onde é normal chover menos.


Volume necessário
Para atenuar os efeitos da seca, não existe um percentual exato, conforme a Funceme. No ano passado, mesmo com um período chuvoso abaixo da média, os mapas do Monitor de Secas mostraram uma melhora no quadro de fevereiro a maio. Porém, como as chuvas foram menores que a média histórica, a situação voltou a se agravar rapidamente na estação seca.


O órgão acredita que para uma recarga satisfatória, que evitaria o risco de colapso, seria necessário um volume de precipitações acumuladas de 450 mm divididos em dois meses consecutivos nas regiões onde estão localizados os maiores açudes. Atualmente, o Ceará possui apenas 6,6% da capacidade de suas reservas hídricas.


Pré-estação chuvosa
Neste ano, a Funceme já contabiliza registros de precipitações em várias regiões do Estado, mas adverte que essas chuvas não têm relação com a quadra chuvosa.


Conforme o órgão, as chuvas de pré-estação são causadas pela atuação e posicionamento favorável dos Vórtices Ciclônicos de Altos Níveis (VCAN), Cavados de Altos Níveis e influência de sistemas frontais. Esses sistemas meteorológicos são difíceis de prever em longo prazo.


Prognóstico
A divulgação do prognóstico da quadra chuvosa de 2017 no Ceará será no dia 18 de janeiro. A previsão para o acumulado de chuvas no trimestre fevereiro-março-abril será elaborada durante o XIX Workshop Internacional de Avaliação Climática para o Semiárido Nordestino, a ser realizado nos dias 16 e 17 de janeiro de 2017, na sede da Funceme.


Os meteorologistas do órgão adiantam que há uma forte tendência de neutralidade nas temperaturas do Oceano Pacífico Equatorial (nem El Niño, nem La Niña) durante a quadra chuvosa de 2017.


Essa indefinição no Pacífico aumenta a relevância da análise das diferenças de temperaturas entre o norte e o sul do Oceano Atlântico Tropical. Se a parte sul estiver mais aquecida, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) tende a se posicionar também ao sul da Linha do Equador, atuando de forma mais favorável às chuvas no Ceará. Essa análise, explicam os meteorologistas, deve ser feita bem próximo ao início do período chuvoso, dando mais confiabilidade à previsão.


Cenário nordestino
Conforme o relatório mais atualizada do Monitor de Secas, historicamente, no mês de novembro, o comportamento médio da precipitação no Nordeste brasileiro mostra que os maiores volumes de chuvas se concentram na faixa centrosul e oeste dos estados do Maranhão, Piauí e Bahia, onde os acumulados variam entre 75 mm e 200 mm.


Já os menores volumes, com acumulados inferiores a 25 mm, são esperados em praticamente toda a área dos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e no extremo norte dos estados do Maranhão e Piauí. Nas demais áreas da região, os volumes de precipitação variam entre 25 mm e 75 mm.


Fonte: Diário do Nordeste

Temer negou pedido de socorro para conter caos nos presídios de Roraima

O Ministério da Justiça, do governo Michel Temer, negou ajuda ao governo de Roraima para controlar rebeliões e brigas entre facções. O pedido havia sido feito em novembro de 2016 pela governadora do Estado Maria Suely Campos (PP) e relatava crescente tensão entre facções.


Na madrugada desta sexta-feira (6), 31 detentos morreram no Estado vítimas de confronto entre grupos rivais. A matança em Roraima se iguala a segunda maior em número de vítimas em presídios do país após o massacre do Carandiru, em 1992, em São Paulo, quando uma ação policial deixou 111 presos mortos na casa de detenção –confira as maiores matanças.


Em dois ofícios enviados ao ministro Alexandre de Moraes, a governadora solicita em caráter de urgência apoio do governo federal, bem como da Força Nacional de Segurança "em virtude dos últimos acontecimentos no sistema prisional do Estado de Roraima".


A governadora solicita a doação de 180 pistolas que deveriam ser destinadas ao controle penitenciário. Ela cita ainda que o sistema carcerário em Roraima encontrava-se sob grande clima de tensão.


No documento, consta a descrição de uma crescente tensão entre membros do CV (Comando Vermelho) e do PCC (Primeiro Comando da Capital), desde agosto de 2016. Como precaução, os membros do Comando Vermelho teriam sido isolados em uma ala "a fim de resguardá-los", segundo o documento. No dia 16 de outubro de 2016, no entanto, membros do PCC teriam quebrado o muro que os separava da ala do Comando Vermelho. Na ocasião, dez membros do Comando Vermelho morreram. Os corpos teriam sido decapitados e carbonizados. O governo estadual transferiu os membros do Comando Vermelho sobreviventes do ataque para outra unidade prisional.


Em resposta à solicitação do governo do Estado, o ministério da Justiça declarou por meio de ofício que a Força Nacional já estava em fase de preparação para uma operação de combate a homicídios e violência doméstica nos 26 Estados e no distrito Federal. Alexandre de Moraes disse no ofício que "apesar do reconhecimento da importância do pedido de Vossa Excelência, infelizmente, por ora, não poderemos atender ao seu pleito".


Em entrevista na tarde desta sexta (6), o ministro Alexandre de Moraes disse que o pedido de Roraima foi negado pois se tratava de uma solicitação de auxílio à "segurança pública" comum, decorrente da presença de traficantes vindos da Venezuela.


Segundo o ministro, o pedido não era específico à questão carcerária. Os ofícios trocados entre ele e o governo de Roraima, no entanto, contradizem a afirmação. A crise em Roraima ocorre quatro dias após a morte de 60 presos no Estado do Amazonas.


"Roraima solicitou o envio da Força Nacional para fazer segurança pública, não para fazer segurança penitenciária. Na época, mandamos uma comissão e o pedido foi feito em virtude da questão dos venezuelanos, da entrada maior deles. Nós mandamos para lá a comissão para verificar a situação e aumentamos o efetivo da Polícia Federal, mas não havia necessidade da Força Nacional", disse o ministro.


Mais tarde, em nota, o Ministério da Justiça voltou atrás e reconheceu que o pedido foi feito em relação às unidades penitenciárias, mas disse que a Força Nacional não pode atuar dentro dos presídios, assumindo a administração dos estabelecimentos prisionais. Essa informação, segundo o Ministério, foi repassada à governadora, em dezembro de 2016. A atuação da Força Nacional em relação ao sistema prisional poderá ocorrer, explicou o Ministério, se houver necessidade de auxiliar em eventual rebelião ou conter eventos subsequentes que gerem insegurança pública.


No última quarta-feira (4), ao comentar as 60 mortes de presos em Manaus, Alexandre de Moraes havia dito que o governo do Amazonas não havia informado sobre a possibilidade de rebelião. Caso tivesse solicitado, disse o ministro, a Força Nacional poderia ter auxiliado a controlar a rebelião. "O governo federal em momento algum foi informado [sobre uma eventual fuga no Amazonas]. Nem foi solicitado auxilio, seja da Força Nacional, seja de qualquer outro mecanismo que o governo federal poderia ter auxiliado", disse o ministro na quarta-feira (4).


Pedidos anteriores
Em fevereiro de 2015, o governo de Roraima já havia solicitado ao Ministério da Justiça, sob o comando de José Eduardo Cardoso, na gestão de Dilma Rousseff, ajuda para contornar a crise carcerária na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, a cerca de 10 km do centro de Boa Vista.


O local é o mesmo onde nesta sexta morreram 31 presos. O governo do Estado dizia que toda a estrutura carcerária do presídio estava comprometida após rebeliões provocadas por uma facção criminosa. Dizia ainda que os agentes penitenciários não teriam mais "condições de segurança necessárias para o controle de rotina dos reeducandos".


Dois meses após esse pedido, Roraima volta a entrar em contato com o ministro José Eduardo Cardoso, para pedir auxílio na construção de um presídio. No pedido, o governo estadual disse que recursos financeiros seriam importantes para oferecer "instalações minimamente adequadas e dignas" para a ressocialização dos presos.


Na época, o Estado alertava o governo federal da presença de rotas de tráfico na região de fronteira com a Guiana e a Venezuela. A situação "originou um ambiente favorável para a instalação, aqui no Estado, de organizações criminosas como o Comando Vermelho, o PCC e a Família do Norte".


A liberação desta verba pelo Ministério da Justiça só foi feita nesta semana. Ao todo, o governo do Estado receberá R$ 45 milhões, sendo R$ 35 milhões destinados à construção de um presídio de segurança máxima e R$ 14 milhões para compra de carros para a Polícia, armamentos e munições. A previsão é de que o presídio com 393 vagas seja entregue em oito meses.


Fonte: Folha.com

Papa Francisco critica quem cuida de bicho, mas deixa vizinho passar fome

O papa Francisco lamentou que haja gente que sinta compaixão pelos animais, mas depois mostre indiferença perante as dificuldades de um vizinho, ao refletir sobre o conceito de "piedade" durante a Audiência Geral realizada na praça de São Pedro.


Perante uma incessante chuva, Francisco oficiou hoje diante de dezenas de milhares de pessoas uma das chamadas audiências jubilares, que são realizadas um sábado de cada mês durante o Jubileu, e alertou que não se deve confundir a piedade com a comiseração hipócrita.


"Hoje precisamos estar atentos e não confundir a piedade com a comiseração, que consiste só em uma emoção superficial, que não se preocupa com o outro", explicou.


"Quantas vezes vemos gente que cuida de gatos e de cachorros e depois deixa sem ajuda o vizinho ou vizinha que passa fome?".


"Não se pode entender a compaixão com os animais, enquanto fica indiferente perante o sofrimento do próximo", acrescentou.


O pontífice argentino explicou aos fiéis que para Jesus "sentir piedade" é "compartilhar a tristeza de quem encontra, mas ao mesmo tempo agir em primeira pessoa para transformá-la em alegria".


Francisco pediu então "que seja cultivada a piedade deixando de lado a indiferença que nos impede de reconhecer o sofrimento dos irmãos que nos rodeiam e nos libertar da escravidão do bem-estar material".


Fonte: UOL (Com EFE)

Menino morre 'após seus pais rezarem em vez de chamar um médico'

Um menino 7 anos de idade morreu após seus pais rezarem por ele em vez de levá-lo ao hospital, alega a promotoria pública do estado americano de Minnesota. Os pais, Timothy e Sarah Johnson, foram indiciados por negligência e devem comparecer ao tribunal este mês.


Por semanas, o menino Seth Johnson sofreu de pancreatite aguda e sepse — infecção geral grave —, mas nunca foi levado pelos pais para se consultar com um médico. De acordo com a Justiça, o garoto chegou a ser deixado em casa sozinho sob os cuidados do irmão de 16 anos para os pais irem a um casamento num fim de semana. Na volta, com o filho em um estado de saúde mais crítico, os pais simplesmente oraram para ele e o colocaram para dormir. Apenas quando Seth foi encontrado incosciente e coberto de vômito, os pais ligaram para a polícia.


— Não podemos compreender como um pai deixaria um filho de 7 anos muito doente aos cuidados de um adolescente de 16 anos para que pudesse sair no fim de semana — disse ao "Independent" Mike Freeman, promotor do condado de Hennepin. — Nem podemos compreender como os pais se recusaram a voltar para casa no domingo de manhã para cuidar de seu filho doente quando eles foram avisados de sua condição grave. Também é difícil compreender por que os pais não chamaram uma ambulância no domingo à noite para obter imediatamente ajuda médica quando finalmente chegaram em casa.


Pais disseram ter 'problemas com médicos'
Segundo Freeman, apesar de Timothy e Sarah Johnson terem presunção de inocência, a equipe da promotoria usará todos os recursos para que eles sejam considerados culpados.


Um documento de cinco páginas elaborado pelos promotores explica como o casal conheceu Seth aos 3 anos de idade, adotou-o aos 4 anos e o educou em casa. Segundo este mesmo documento, o casal afirmou que o comportamento do menino mudou nas semanas que antecederam sua morte, em 29 de março de 2016. Ele parou de dormir, desenvolveu bolhas nas pernas, lesões nos calcanhares, passou a levar cerca de duas horas para fazer as refeições e, às vezes, jogava-se pelas escadas.


Mas, aparentemente, eles nunca procuraram ajuda profissional porque tinham "problemas com médicos", de acordo com o documento. Em vez disso, eles mesmos diagnosticaram o garoto com transtorno de estresse pós-traumático e lesão cerebral traumática.


Segundo a polícia, o casal afirmou que o menino tinha sido previamente diagnosticado com problemas identificados como síndrome alcoólica fetal e transtorno de apego reativo — quando se sofre de negligência infantil. No entanto, a clínica que os pais deram como referência para a polícia checar essas informações afirmou que não tinha nenhum registro de já ter tratado o menino alguma vez.


Suas feridas foram alegadamente tratadas com pomada antibiótica Neosporin e "mel medicinal". Quando os pais voltaram para casa, na noite em que o menino morreria, eles "oraram por sua saúde", e, depois de darem banho nele, colocaram Seth para dormir. Somente depois de o pai encontrá-lo inconsciente e coberto de vômito, a mãe ligou para a polícia.


O caso não é o primeiro assim a acontecer. No Canadá, um casal cristão teria rezado por duas horas para seu filho diabético que estava morrendo, sem levá-lo ao hospital. E, em outra ocasião, um pai foi preso por se recusar a procurar tratamento médico para seus filhos por causa de crenças religiosas.


Fonte: O Globo

Educação básica ruim joga Brasil no grupo dos 'lanternas' em ranking de capital humano

A má qualidade da educação de base jogou o Brasil para baixo na nova edição do "Relatório Sobre o Capital Humano", estudo do Fórum Econômico Mundial sobre o êxito dos países em preparar sua gente para criar valor econômico.


O Brasil ficou em 83º lugar entre 130 países. Dono da oitava maior economia do mundo, pontuou menos que países da América Latina e Caribe de menor desenvolvimento relativo, como Uruguai (60º), Costa Rica (62º), Bolívia (77º) e Paraguai (82º). Cuba, na 36ª posição, lidera na região.


Calculado desde 2013, o chamado Índice de Capital Humano compara 130 países e uso do potencial de capital humano.


Sintetiza indicadores de ensino, capacitação e emprego disponíveis a cinco grupos etários diferentes (menos de 15 anos a mais de 65 anos), como qualidade de escolas primárias, taxa de desemprego e treinamento no trabalho.


Para o Fórum Econômico Mundial, o capital humano de um país "pode ser um determinante mais importante para seu sucesso econômico de longo prazo do que virtualmente qualquer outro recurso". Isso se explica, diz a organização, pelo seu papel chave na produtividade, mas também no funcionamento das instituições políticas, sociais e cívicas das nações.


O índice de 2016 continuou a ser dominado por pequenas nações europeias, sobretudo países nórdicos e do chamado Benelux, como Bélgica e Holanda.


A Finlândia foi a líder do ranking que mede como os países constroem e mantêm seu potencial de capital humano. O país se beneficia de uma população jovem bem educada, da melhor educação primária e da maior taxa de ensino superior completo na faixa de 25 a 54 anos. Noruega e Suíça completaram o top 3.


Resultado brasileiro
Maior economia da América Latina e do Caribe, o Brasil ficou abaixo da média da região, com uma pontuação de 64.51 - o que significa que mais de 35% do capital humano do país continua subdesenvolvido.


Quem puxou o desempenho do país para baixo foi o preparo dos jovens de 0 a 14 anos, o 100º entre 130 países. Pesaram nesse sentido a chamada "taxa de sobrevivência em educação básica", a capacidade de o aluno sair bem preparado do ciclo primário de ensino (98º lugar), e a qualidade da educação primária (118º lugar).


Outro ponto negativo foi a percepção de empresários sobre a disponibilidade de mão de obra qualificada (114º lugar). O país teve melhor resultado em capacitação no emprego e taxa de ocupação para o grupo etário de 25 a 54 anos.


Os 24 países da América Latina/Caribe listados no estudo ficaram no meio do ranking, com uma pontuação média de 66.95, logo atrás da região do leste da Ásia e Pacífico. A diferença entre os países com melhor e pior desempenho da região é a mais baixa de todas - Chile (51º lugar) e Argentina (56º lugar), por exemplo, tiveram as mesmas qualidades e fraquezas.


"Em contraste, o Brasil acabou de alguma maneira atrás da média regional", diz o relatório. Como a África do Sul (88º lugar no ranking), o Brasil apresentou uma pequena diferença entre os níveis de aprendizado de pessoas com menos e mais de 25 anos - o que mostra ausência de melhora na educação entre gerações, aponta o texto.


Segundo o Fórum Econômico Mundial, aprimorar o capital humano é essencial diante de uma nova onda de inovação tecnológica - a chamada Quarta Revolução Industrial - que irá trazer grandes mudanças radiciais à indústria e ao mercado de trabalho nas próximas décadas.


A organização destaca que 25 mil pessoas irão entrar no mercado de trabalho por dia no mundo em desenvolvimento até 2020, e mais de 200 milhões de pessoas continuam sem emprego no planeta hoje. Ao mesmo tempo, estima-se para a próxima década um deficit de 50 milhões de trabalhadores de alta capacitação.


Ao identificar que cerca de 35% do capital humano global ainda não tem um tratamento digno, o relatório lembra que muitos sistemas educacionais pelo mundo estão desconectados das capacidades necessárias aos mercados de trabalho.


"Enquanto os sistemas de educação atuais buscam desenvolver qualidades cognitivas, qualidades não-cognitivas que se relacionam com a capacidade das pessoas de colaborar, inovar, autodirigir-se e resolver problemas são cada vez mais importantes", diz o relatório.


Nesse sentido, diz a organização, haverá desafios para todos: legisladores terão que desenvolver regras ágeis de governança para lidar com o crescente mercado de trabalho digital, governos deverão cumprir a promessa de usar tecnologia na educação e capacitação permanente e empresas precisarão repensar a atitude de ser apenas "consumidores" da mão de obra, atuando também cada vez mais em formação.


Fonte: BBC Brasil

Aedes aegypti pode ser transmissor de nova doença

Pelo menos dois turistas apresentaram sintomas de febre do Mayaro em Fortaleza. A doença, nova para a Capital, é comum em estados das regiões Norte e Centro-Oeste, em áreas de mata, é transmitida por arbovírus — vírus transmitidos por insetos — e, de acordo com o Ministério da Saúde, em estudos de laboratório foi demonstrada competência de vetores urbanos, incluindo o Aedes aegypti. Nenhum dos dois casos são originários de Fortaleza e foram registrados em pessoas do Amapá e Pará.


A informação foi divulgada ontem pelo Blog do Eliomar, mas os registros ocorreram há cerca de dois meses e os pacientes já se recuperaram.


“As pessoas chegaram ao consultório com sintomas clínicos muito semelhantes ao de chikungunya, mas o resultado era negativo para esta doença e para dengue e zika”, conta o médico infectologista Ivo Castelo Branco. “Como eram pessoas de outro estado foi cogitada a febre de Mayaro e, quando chegaram nas respectivas regiões, o diagnóstico se confirmou”, disse.


O médico explica que não há registro de nenhum caso autóctone em Fortaleza, ou seja, nenhuma infecção que tenha se originado aqui. Ele reforça ainda que, devido ao curto tempo de acomodação do vírus no corpo, são pequenas as chances de haver uma infecção deste tipo de febre no Ceará. “O vírus passa pouco tempo circulando no corpo e é difícil que seja transmitido para o mosquito daqui, mas pode ocorrer”, explica.


Ivo Castelo Branco explica que os sintomas da doença são bem semelhantes aos da chikungunya, com febre aguda, erupções na pele e dores articulares intensas. O vírus não é novo e foi identificado pela primeira vez em 1954. O que mudou é que a febre do Mayaro, antes transmitida comumente por vetores silvestres, agora, aparentemente também pode ser transmitida por vetores urbanos.


“O diagnóstico ainda continua um grande desafio dessas doenças infecciosas com sintomas comuns”, afirma o infectologista Robério Leite. De acordo com ele, há o surgimento de várias arboviroses (doenças transmitidas por artrópodes, incluindo insetos) e com isso o aumento das pesquisas em relação ao diagnóstico específico de cada doença. “Há receio do aumento desses quadros virais semelhantes, e a maioria dos diagnósticos é feita somente em laboratórios especializados”, afirma.


Os dois especialistas alertam para os recentes casos de febre amarela em Goiás, também passível de ser transmitida pelo Aedes aegypti. Para Ivo Castelo Branco, a principal medida é o combate ao mosquito. “É um desafio nacional. As pessoas ainda não sabem como combater porque os focos são diferentes de região para região, mas é preciso que haja mobilização e que a população seja devidamente orientada”, afirma.


Saiba mais
O vírus Mayaro foi isolado pela primeira vez em Trinidad, em 1954, e o primeiro surto no Brasil foi descrito em 1955, às margens do rio Guamá, próximo de Belém/PA. Desde então, casos esporádicos e surtos localizados têm sido registrados nas Américas, incluindo a região Amazônica do Brasil, principalmente nos estados das regiões Norte e Centro-Oeste.


As manifestações clínicas são semelhantes às da chikungunya, outra arbovirose que se tornou epidemia. Inicia-se com quadro febril agudo inespecífico, semelhante à dengue, e que pode apresentar dores de cabeça, dores musculares, erupções cutâneas dificultando o diagnóstico diferencial, assim como a determinação da verdadeira incidência do Mayaro.


Não existe tratamento específico ou vacina para a doença. As pessoas infectadas devem permanecer em repouso, acompanhado de tratamento sintomático, com analgésicos e anti-inflamatórios, que podem aliviar dor e febre.


Mais recentemente, no Brasil, entre dezembro de 2014 e janeiro de 2016 (semana epidemiológica 01), foram registrados 343 casos humanos suspeitos de doença pelo vírus Mayaro. Os casos suspeitos foram identificados em 11 estados distribuídos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com destaque para o estado de Goiás com a maior frequência (183).


Os casos citados em Fortaleza ocorreram há cerca de dois meses. Para Ivo Castelo Branco, “é um sinal de alerta, mas felizmente não houve repercussão”.


Das doenças citadas na matéria, a febre amarela é a única que tem vacina para prevenção.


Fonte: O Povo

FATOS DO DIA -- 09 de janeiro

FATOS DO DIA -- 09 de janeiro

1822 - Dia do Fico: Dom Pedro I decide ficar no Brasil e não retornar a Portugal.
1872 - A Guerra do Paraguai chega ao fim com o Tratado de Paz entre Brasil e Paraguai.
1923 - Pela primeira vez se faz um voo num autogiro/girocóptero, realizado na Espanha por Juan de La Cierva y Codorniu.


Nasceram neste dia…
1833 - William James Herschel, cientista britânico (m. 1917).
1913 - Richard Nixon (foto), 37.° presidente dos Estados Unidos (m. 1994).
1959 - Rigoberta Menchú Tum, política e ativista guatemalense.


Morreram neste dia…
1571 - Nicolas Durand de Villegagnon, oficial francês, fundador da França Antártica (n. 1510).
1873 - Napoleão III de França (n. 1808).
1878 - Vítor Emanuel II, rei de Itália (n. 1820).


Fonte: Wikipédia

London Beat - I've been thinking about you

London Beat - I've been thinking about you

http://www.blogcariri.com.br/2012/04/london-beat-ive-been-thinking-about-you.html

Confira as opções de SUVs com câmbio CVT. Desde a configuração de entrada, o modelo pode ter câmbio automático. Mas não é o único SUV CVT do mercado...


Desde a configuração de entrada, o modelo pode ter câmbio automático. Mas não é o único SUV CVT do mercado
Já se foi o tempo em que o SUV era um carro grande e que deveria transpor os mais difíceis obstáculos sem comprometer o conforto. Para isso, o público dava preferência aos modelos com câmbio manual, que oferecem maior controle sobre o veículo em condições adversas. Hoje, no entanto, a maior parte dos obstáculos que um SUV, principalmente os compactos, encontra são lombadas, valetas e vagas apertadas em centros comerciais.

Para esse uso, um câmbio automático dá conta do recado com muito mais conforto, mas as unidades convencionais dotadas de conversor de torque consomem mais combustível. É aí que entra a engenhosidade do câmbio CVT na vida dos novos SUVs, que têm como referência o Honda HR-V, o mais popular do segmento com esse tipo de transmissão. Porém, ele não é a única opção.

Primeiro: o que é um CVT?

CVT é uma sigla em inglês para Transmissão Continuamente Variável. Ela funciona com um sistema de um par de polias cônicas interligadas por correias. A movimentação da correia entre as polias gera uma infinidade de relações, ou posições nas polias, possíveis. Com isso, o câmbio CVT dispensa a embreagem como um automático, mas oferece uma aceleração continua e as transições da correia nas polias não são percebidas.

Ao pisar no acelerador, o motor permanece em rotação constante e o que aumenta é apenas a velocidade do veículo. Assim, o CVT é mais cômodo no uso diário. Mas não para por aí: como o motor a combustão interna é mais eficiente quando usado em rotações constantes do que quanto ganhando e perdendo giro seguidamente, as caixas CVT também prometem um melhor consumo de combustível.
Honda HR-V LX CVT: a opção mais popular
Preço: R$ 86.800
Motor: 1.8 16V flex de até 140 cv de potência com etanol
Principais itens de série: direção elétrica, ar-condicionado manual, acionamento elétrico de vidros travas e espelhos, rádio com conectividade via Bluetooth
Medidas: 4,29 m de comprimento, 1,77 m de largura, 1,58 m de altura e 2,61 m de entre-eixos

Sempre beliscando e, às vezes, entrando no Top 10 de carros mais vendidos do Brasil, o Honda HR-V acertou em cheio quando se fala em popularidade. Como apenas a versão mais básica tem câmbio manual, a maior parte dos SUVs que estão nas ruas usa o câmbio CVT.

Os principais atributos positivos do Honda são a qualidade de construção, o farto espaço interno e o bom desempenho entregue pelo casamento do motor 1.8 herdado do Civic e a caixa CVT. Porém, é um dos que sai mais caro. Com a transmissão continuamente variável, o HR-V mais barato é o LX, que tem bancos de tecido e um pequeno rádio que se esforça para preencher o espaço das centrais multimídias que são de série nas demais configurações.
Nissan Kicks SL CVT: melhor custo benefício
Preço: R$ 91.900
Motor: 1.6 16V flex de até 114 cv de potência com etanol
Principais itens de série: display digital no painel de instrumentos, airbags laterais, câmera de estacionamento de 360º, tela central multimídia, ar-condicionado digital automático, bancos de couro
Medidas: 4,29 m de comprimento, 1,76 m de largura, 1,59 m de altura e 2,61 m de entre-eixos

Modelo mais recente no segmento de SUVs compactos, o Nissan Kicks aproveitou o timing das Olimpíadas e chegou com uma série especial Rio 2016. É também o mais leve dessa lista, com 1.142 kg. O HR-V tem 1.271 kg e o JAC T5 tem 1.210 kg.

A lista de itens de série é sem dúvida o maior atrativo do Kicks SL, pois consegue entregar itens de categorias superiores e ainda sair mais de R$ 10 mil mais barato que o HR-V EXL mais completo. O motor pode não ter o mesmo fôlego do Honda por ser menor e menos potente, mas como o carro é mais leve, não fica muito para trás.
JAC T5 CVT: o mais barato
Preço: R$ 69.990 (Promocional. Preço cheio: R$ 74.990)
Motor: 1.5 16V flex de até 127 cv de potência com etanol
Principais itens de série: bancos de couro, tela central multimídia com conectividade via Bluetooth e USB, câmera de ré
Medidas: 4,32 m de comprimento, 1,76 m de largura, 1,62 m de altura e 2,56 m de entre-eixos

O JAC T5 já existia, mas apenas com câmbio manual de cinco velocidades. Não mais, pois foi lançada recentemente a configuração CVT. Além de itens esperados por esse preço, como ar-condicionado e direção assistida, o modelo de origem chinesa consegue ter mais equipamentos de série que o HR-V LX e, no preço promocional, a economia chega a R$ 16.810.

Mas é claro que há um contraponto. O visual do T5 não é unanimidade e seu acabamento está um passo atrás dos outros dois SUVs. Com o entre-eixos menor, o espaço interno, apesar de ainda farto, não é tão grande quanto nos rivais dessa lista.

https://carrosdoalvaro.blogspot.com.br/2017/01/confira-as-opcoes-de-suvs-com-cambio-cvt.html

Os SUVs mais vendidos de 2016; HR-V e Renegade ficam na liderança...


Ford EcoSport e Renault Duster invertem posições em relação ao ano anterior, enquanto o Nissan Kicks já entra no top 10
Pouca coisa mudou no segmento de SUVs em 2016. Segundo os dados de vendas da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automores), Honda HR-V e Jeep Renegade ficaram com os dois primeiros lugares no acumulado do ano. Ford EcoSport e Renault Duster, porém, trocaram de lugar.

O destaque fica por conta do Nissan Kicks, lançado em julho. O modelo terminou o ano na sétima posição, logo atrás do Hyundai Tucson e à frente de Peugeot 2008 e Hyundai ix35. O ix35, aliás, havia conquistado o quinto lugar em 2015, caindo agora para a nona posição no acumulado de 2016.

Quem também caiu no ranking foi o Chevrolet Tracker, sétimo em 2015 e décimo em 2016. Vale lembrar, contudo, que a reestilização do Tracker foi mostrada em novembro no Salão do Automóvel de São Paulo, chegando às lojas apenas em dezembro. Outro recém-chegado ao mercado brasileiro, o Jeep Compass, terminou o ano na 11ª posição com 6.599 unidades emplacadas. 

Veja os SUVs mais vendidos no Brasil em 2016

1) Honda HR-V: 55.758 unidades
2) Jeep Renegade: 51.375 unidades
3) Ford EcoSport: 28.105 unidades
4) Renault Duster: 25.373 unidades
5) Toyota SW4: 12.168 unidades
6) Hyundai Tucson: 11.203 unidades
7) Nissan Kicks: 10.712 unidades
8) Peugeot 2008: 10.692 unidades
9) Hyundai ix35: 10.226 unidades
10) Chevrolet Tracker: 8.558 unidades

https://carrosdoalvaro.blogspot.com.br/2017/01/os-suvs-mais-vendidos-de-2016-hr-v-e.html

Novo SUV Equinox da Chevrolet será vendido no Brasil...

Produzido sobre a mesma base do Cruze de segunda geração, modelo deverá substituir o veterano Captiva
Em sua coletiva de imprensa no Salão de Detroit (EUA), nesta segunda-feira (9), a Chevrolet destacou que este será o ano dos SUVs para a montadora. E o resultado disso, para o mercado brasileiro, é que teremos outra novidade na sua gama de utilitários da marca: além do Tracker reestilizado, tudo indica que o crossover médio Equinox também vai marcar presença no País.


O Equinox (cuja terceira geração chega ao mercado dos EUA no primeiro trimestre deste ano) deve desembarcar no Brasil no segundo semestre com a missão de substituir o veterano Captiva. Construído sobre a mesma plataforma do Cruze de segunda geração, o novo crossover será oferecido por lá com três opções de motores: 1.5 turbo de 172 cv e 2.0 turbo de 255 cv (ambos a gasolina), e um 1.6 turbodiesel de 138 cv. São duas opções de câmbio automático, de seis e nove marchas, além da opção da tração nas quatro rodas em algumas versões.


A informação ainda não foi confirmada oficialmente pelo fabricante, mas curiosamente o nome “Equinox Premier” já consta na base de dados do Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) desde o ano passado.






https://carrosdoalvaro.blogspot.com.br/2017/01/novo-suv-equinox-da-chevrolet-sera.html

Impressões: Renault Logan 1.6 16V SCe Dynamique 2017


Com o novo motor 1.6 SCe, que aproveita a energia das frenagens, o Renault Logan ultrapassa 14 sedãs concorrentes e se torna uma referência em economia de gasolina
A Renault decidiu usar algumas tecnologias da Fórmula 1 em seus carros de maior sucesso no Brasil. Assim como o tricilíndrico de 1 litro, o novo motor 4 cilindros 1.6 com tecnologia SCe (Smart Control efficiency) é mais eficiente do que o antigo bloco. Sorte do Sandero e do Logan, que avaliamos na versão Dynamique com câmbio manual de cinco marchas. Equipado com o novo motor 1.6 SCe, o Logan subiu da nota B para A no consumo geral do Inmetro e ultrapassou 14 versões de sedãs rivais na medição de autonomia urbana com gasolina. Antes, o Renault Logan fazia 11,8 km/l de gasolina na cidade; agora faz 13,0. Com etanol, a melhora também foi boa: passou de 7,9 para 8,8 km/l.

Além de se tornar mais econômico, o Logan 1.6 ficou mais agradável de dirigir, pois a potência subiu de 98/106 cv (gasolina/etanol) para 115/118 cv. Com gasolina, o ganho foi de 17% na potência e de 10% no torque. Com etanol, o ganho foi significado apenas na potência (11%). Mais econômico e mais ligeiro, o Logan pode melhorar sua posição no ranking de sedãs pequenos. Atualmente ele ocupa o sétimo lugar, com uma média de 1.914 vendas/mês. Não dá para pegar a dupla Chevrolet Prisma/Hyundai HB20S, mas dá para brigar com os rivais mais próximos (VW Voyage, Ford Ka+ e Toyota Etios Sedan), além de incomodar até o terceiro colocado (Fiat Siena).

Além de ganhar um sistema de gerenciamento da bateria, que regenera a energia gasta nas frenagens, o motor 1.6 SCe passou a ter os injetores posicionados no cabeçote e adotou uma polia tipo VVT no eixo comando de admissão. O bloco do motor, o pré-cárter e a tampa da corrente agora são em alumínio, o que tirou 30 kg do conjunto. É visível a melhora do carro, especialmente no trânsito urbano. O carro se tornou mais ágil. Sem contar que o conforto ao volante aumentou devido à assistência eletro-hidráulica na direção. Na estrada, as ultrapassagens foram favorecidas pela visível melhora nas retomadas de velocidade.

O Logan sempre foi um carro simples e honesto, especialmente na atual geração, lançada no Brasil no final de 2013. Alguns pontos do sedã, entretanto, incomodam. Um deles é a ausência de isofix para prender cadeirinhas infantis. Outro é a ausência de sensor de estacionamento. Na versão Dynamique, ele só está disponível no pacote Techno, que eleva o preço do carro a R$ 58.100 e inclui também ar-condicionado automático e Media Nav com tela de 7” e navegador por GPS. Os três itens fizeram falta durante nossa convivência com o Logan – portanto, vale a pena pagar os R$ 1.700 a mais.

Quanto ao sistema start-stop, que é um item interessante para poupar combustível, não caiu bem nesse Logan com transmissão manual. Como rodamos somente em cidades com trânsito pesado (São Paulo e Santos), foi freqüente o desligamento do motor em momentos errados, como lombadas ou cruzamento de vias preferenciais. Felizmente, basta apertar o botão que fica à esquerda do volante para desligá-lo. Mas a cada utilização ele ligava de novo, o que acabou sendo um estorvo. O Logan 1.6 SCe está disponível em duas versões com câmbio manual e duas com transmissão automatizada de embreagem simples: Expression (R$ 52.750), Dynamique (R$ 56.400), Expression Easy’R (R$ 57.350) e Dynamique Easy’R (R$ 61.400).

Ficha técnica

Renault Logan 1.6 16V SCe Dynamique


Preço básico: R$ 52.750
Carro avaliado: R$ 56.400
Motor: 4 cilindros em linha 1.6, 16V, start-stop
Cilindrada: 1597 cm3
Combustível: flex
Potência: 115 cv a 5.500 rpm (g) e 118 cv a 5.500 rpm (e)
Torque: 16,0 kgfm a 4.000 rpm (g/e)
Câmbio: manual, cinco marchas
Direção: eletro-hidráulica
Suspensões: McPherson (d) eixo de torção (t)
Freios: disco sólido (d) e tambor (t)
Tração: dianteira
Dimensões: 4,349 m (c), 1,733 m (l), 1,529 m (a)
Entre-eixos: 2,635 m
Pneus: 185/65 R15
Porta-malas: 510 litros
Tanque: 50 litros
Peso: 1.062 kg
0-100 km/h: 10s3 (g) e 9s9 (e)
Velocidade máxima: 184 km/h (g) e 186 km/h (e)
Consumo cidade: 13,0 km/l (g) e 8,8 km/l (e)
Consumo estrada: 13,8 km/l (g) e 9,5 km/l (e)
Emissão de CO2: 99 g/km
Nota do Inmetro: A
Classificação na categoria: A (Médio)

Nosso veredicto

Motor: 2
Câmbio: 2
Desempenho: 2.5
Consumo: 4
Segurança: 2
Equipamentos: 3
Multimídia: 2.5
Conforto: 2.5
Porta-malas: 4
Prazer ao dirigir: 2.5

Resumo

O baixo consumo e o amplo porta-malas são os destaques do Logan com o novo motor 1.6 SCe. O desempenho também agrada 

Nota média: 2.8