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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Resultado da Quina 4278, sexta, 06/01/2017

Resultado da Quina 4278, sexta, 06/01/2017

O resultado da Quina 4278 será divulgado no GIGA-SENA dia 06/01/2017, sexta-feira, a partir das 20:00 horas.

A Quina 4278 ocorrerá no dia 06 de janeiro de 2017 e o prêmio principal está estimado em R$ 600.000,00 para quem acertar o resultado da Quina 4278. Quem acertar a QUADRA com 4 números, o TERNO com 3 números ou o DUQUE com 2 números também ganha prêmio de menor valor. Se não houver nenhum ganhador com 5 números no resultado da Quina concurso 4278 o prêmio principal acumula para o próximo concurso da Quina.
Os valores de cada prêmio da Quina 4278 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 4278 DATA 06/01/2017
06
16
41
74
79
 
QUINAQUADRATERNODUQUE
prêmio
0,008.065,01155,043,00
ganhadores
x 0x 45x 3.520x 99.867
ACUMULOU!
Próximo Sorteio: 07/01/2017Prêmio Estimado: R$ 1.400.000,00

Resultado da Lotofácil 1458, sexta, 06/01/2017

Resultado da Lotofácil 1458, sexta, 06/01/2017

O resultado da Lotofácil 1458 será divulgado no GIGA-SENA dia 06/01/2017, sexta-feira, a partir das 20:00 horas.

A Lotofácil 1458 ocorrerá no dia 06 de janeiro de 2017 e o prêmio principal está estimado em R$ 1.700.000,00 para quem acertar o resultado da Lotofácil 1458. Quem acertar 14, 13, 12 ou 11 números também ganha prêmio de menor valor. Se não houver nenhum ganhador com 15 números no resultado da Lotofácil concurso 1458 o prêmio principal acumula para o próximo concurso da Lotofácil.
Os valores de cada prêmio da Lotofácil 1458 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 1458 DATA 06/01/2017
01
02
03
05
07
09
11
14
17
18
19
20
22
23
24
 
15 acertos14 acertos13 acertos12 acertos11 acertos
prêmio
356.213,761.683,6220,008,004,00
ganhadores
x 5x 465x 17.307x 204.837x 1.070.579
Próximo Sorteio: 09/01/2017Prêmio Estimado: R$ 1.700.000,00

Resultado da Lotomania 1725, sexta, 06/01/2017

Resultado da Lotomania 1725, sexta, 06/01/2017

O resultado da Lotomania 1725 será divulgado no GIGA-SENA dia 06/01/2017, sexta-feira, a partir das 20:00 horas.

A Lotomania 1725 ocorrerá no dia 06 de janeiro de 2017 e o prêmio principal está estimado em R$ 1.800.000,00 para quem acertar o resultado da Lotomania 1725. Quem não acertar nenhum número ou acertar 19, 18, 17, 16 ou 15 números também ganha prêmio de menor valor. Se não houver nenhum ganhador com 20 números no resultado da Lotomania concurso 1725 o prêmio principal acumula para o próximo concurso da Lotomania.
Os valores de cada prêmio da Lotomania 1725 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 1725 DATA 06/01/2017
04
07
10
19
25
27
31
36
41
48
56
60
64
69
78
79
87
90
95
00
 
20 acertos19 acertos18 acertos17 acertos16 acertos15 acertos00 acertos
prêmio
0,0041.558,491.429,77172,2027,786,230,00
ganhadores
x 0x 6x 109x 905x 5.609x 24.984x 0
ACUMULOU!
Próximo Sorteio: 10/01/2017Prêmio Estimado: R$ 2.800.000,00

O QUE SE COMEMORA EM JANEIRO DE 2017

O QUE SE COMEMORA EM JANEIRO DE 2017

JANEIRO


01 · Confraternização Universal
 01 · Dia Mundial da Paz
 02 · Dia da Abreugrafia
 05 · Criação da 1ª Tipografia no Brasil
 06 · Dia de Reis
 06 · Dia da Gratidão
 07 · Dia da Liberdade de Cultos
 08 · Dia do Fotógrafo
 09 · Dia do Fico (1822)
 09 . Dia do Astronauta
 14 · Dia do Enfermo
 15 . Dia Mundial do Compositor
 15 . Dia dos Adultos
 20 · Inauguração da Primeira Exposição 
do Museu de Arte Moderna do RJ - (1949)
 20 · Dia do Farmacêutico
 21 · Dia Mundial da Religião
 24 · Dia da Previdência Social
 24 · Dia da Constituição
 24 · Instituição do Casamento civil no Brasil 
 24. Dia Nacional dos Aposentados
 25 · Dia do Carteiro
 25 · Fundação de São Paulo
 25 · Criação dos Correios e Telégrafos no Brasil
 27 · Dia da Elevação do Brasil Vice-Reinado (1763)
 28 · Dia da Abertura dos Portos (1808)
 30 · Dia da Saudade
 30 · Dia do Portuário
 30 · Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos
 30 · Dia da Não violência
 31 · Dia do lançamento do 1º Satélite · EUA (1958)
 31 . Dia Mundial do Mágico

http://www.arteducacao.pro.br/calendario-2017.html

Toyota Corolla 2017: tabela de preços sobe em janeiro 2017

A Toyota do Brasil promoveu uma elevação geral nos preços sugeridos do sedã médio Corolla neste início de janeiro de 2017.



O modelo, que já tinha subido em dezembro, ficou até R$ 4.100 reais mais caro, como no caso da versão Dynamic, que passou a valer R$ 101.990 reais.


Já o topo de gama, Altis, agora custa R$ 110.990 reais.

Tabela de preços - Corolla 2017


ModeloVersãoPreço atualPreço anteriorAumento
Toyota Corolla
GLi A/T TecidoR$68.740R$69.040-R$300
GLi A/T CouroR$87.990R$85.300R$2.690
GLI 1.8 CVT + Couro Black PackR$90.590R$87.900R$2.690
XEi 2.0 MultidriveR$96.990R$94.700R$2.290
DynamicR$101.990R$97.890R$4.100
AltisR$110.990R$108.000R$2.990

POSTAGENS RELACIONADAS:

http://www.car.blog.br/2017/01/toyota-corolla-2017-tabela-de-precos.html

Hyundai HB20S Automático: preços aumentam em janeiro

A Hyundai do Brasil promove uma elevação de preços e modificação na gama de versões da configuração três volumes do HB20, o Hyundai HB20S.


Hyundai HB20S Automático

Segundo informações do site www.meuhyundai.com.br, de acesso exclusivo de proprietários de HB20, o HB20S 1.6 Automático perde a versão Comfort Style, mas ganha a Comfort Plus + BlueMedia, indicando a oferta da central multimídia também na versão de acesso do modelo. Outra novidade é que a configuração topo de linha, Premium, agora é ofertada em suas variações - Premium e Premium + Couro + BlueMedia.


Hyundai HB20S Automático

No que respeita aos preços, o modelo de acesso, HB20S 1.6 Automático Comfort Plus subiu R$ 1.180 reais, passando a custar R$ 61.115 reais, enquanto a nova versão Comfort Plus BlueMedia parte de R$ 63.815 reais.

Hyundai HB20S Automático

O HB20S Premium agora custa R$ 67.465 reais na versão básica, e R$ 71.175 reais no modelo completo, com bancos em couro e central multimidia BlueMedia.

Tabela de preços - Hyundai HB20S 2017

ModeloPreço atualPreço anteriorAumento
HB20S 1.6 Comfort Plus ATR$61.115R$59.935R$1.180
HB20S 1.6 Comfort Plus BlueMediaR$63.815--
HB20S 1.6 Premium ATR$67.465R$66.285R$1.180
HB20S 1.6 Premium AT + Couro + BlueMediaR$71.175R$69.995R$1.180
http://www.car.blog.br/search/label/Hyundai-HB20S

CALENDÁRIO DE JANEIRO DE 2016






















http://noticiasdobrunopontocom.blogspot.com.br/

ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE


ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE


Internacionalmente tem-se apresentado 'Atenção Primária à Saúde' (APS) como uma estratégia de organização da atenção à saúde voltada para responder de forma regionalizada, contínua e sistematizada à maior parte das necessidades de saúde de uma população, integrando ações preventivas e curativas, bem como a atenção a indivíduos e comunidades. Esse enunciado procura sintetizar as diversas concepções e denominações das propostas e experiências que se convencionaram chamar internacionalmente de APS.

No Brasil, a APS incorpora os princípios da Reforma Sanitária, levando o Sistema Único de Saúde (SUS) a adotar a designação Atenção Básica à Saúde (ABS) para enfatizar a reorientação do modelo assistencial, a partir de um sistema universal e integrado de atenção à saúde.

Historicamente, a idéia de atenção primária foi utilizada como forma de organização dos sistemas de saúde pela primeira vez no chamado Relatório Dawnson, em 1920. Esse documento do governo inglês procurou, de um lado, contrapor-se ao modelo flexineriano americano de cunho curativo, fundado no reducionismo biológico e na atenção individual, e por outro, constituir-se numa referência para a organização do modelo de atenção inglês, que começava a preocupar as autoridades daquele país, devido ao elevado custo, à crescente complexidade da atenção médica e à baixa resolutividade.

O referido relatório organizava o modelo de atenção em centros de saúde primários e secundários, serviços domiciliares, serviços suplementares e hospitais de ensino. Os centros de saúde primários e os serviços domiciliares deveriam estar organizados de forma regionalizada, onde a maior parte dos problemas de saúde deveriam ser resolvidos por médicos com formação em clínica geral. Os casos que o médico não tivesse condições de solucionar com os recursos disponíveis nesse âmbito da atenção deveriam ser encaminhados para os centros de atenção secundária, onde haveria especialistas das mais diversas áreas, ou então, para os hospitais, quando existisse indicação de internação ou cirurgia. Essa organização caracteriza-se pela hierarquização dos níveis de atenção à saúde.
Os serviços domiciliares de um dado distrito devem estar baseados num Centro de Saúde Primária - uma instituição equipada para serviços de medicina curativa e preventiva para ser conduzida por clínicos gerais daquele distrito, em conjunto com um serviço de enfermagem eficiente e com o apoio de consultores e especialistas visitantes. Os Centros de Saúde Primários variam em seu tamanho e complexidade de acordo com as necessidades locais, e com sua localização na cidade ou no país. Mas, a maior parte deles são formados por clínicos gerais dos seus distritos, bem como os pacientes pertencem aos serviços chefiados por médicos de sua própria região. (Ministry of Health, 1920)

Esta concepção elaborada pelo governo inglês influenciou a organização dos sistemas de saúde de todo o mundo, definindo duas características básicas da APS. A primeira seria a regionalização, ou seja, os serviços de saúde devem estar organizados de forma a atender as diversas regiões nacionais, através da sua distribuição a partir de bases populacionais, bem como devem identificar as necessidades de saúde de cada região. A segunda característica é a integralidade, que fortalece a indissociabilidade entre ações curativas e preventivas.

Os elevados custos dos sistemas de saúde, o uso indiscriminado de tecnologia médica e a baixa resolutividade preocupavam a sustentação econômica da saúde nos países desenvolvidos, fazendo-os pesquisar novas formas de organização da atenção com custos menores e maior eficiência. Em contrapartida, os países pobres e em desenvolvimento sofriam com a iniqüidade dos seus sistemas de saúde, com a falta de acesso a cuidados básicos, com a mortalidade infantil e com as precárias condições sociais, econômicas e sanitárias.

Em 1978 a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) realizaram a I Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde em Alma-Ata, no Cazaquistão, antiga União Soviética, e propuseram um acordo e uma meta entre seus países membros para atingir o maior nível de saúde possível até o ano 2000, através da APS. Essa política internacional ficou conhecida como 'Saúde para Todos no Ano 2000'. A Declaração de Alma-Ata, como foi chamado o pacto assinado entre 134 países, defendia a seguinte definição de APS, aqui denominada cuidados primários de saúde:
Os cuidados primários de saúde são cuidados essenciais de saúde baseados em métodos e tecnologias práticas, cientificamente bem fundamentadas e socialmente aceitáveis, colocadas ao alcance universal de indivíduos e famílias da comunidade, mediante sua plena participação e a um custo que a comunidade e o país possam manter em cada fase de seu desenvolvimento, no espírito de autoconfiança e autodeterminação. Fazem parte integrante tanto do sistema de saúde do país, do qual constituem a função central e o foco principal, quanto do desenvolvimento social e econômico global da comunidade. Representam o primeiro nível de contato dos indivíduos, da família e da comunidade com o sistema nacional de saúde, pelo qual os cuidados de saúde são levados o mais proximamente possível aos lugares onde pessoas vivem e trabalham, e constituem o primeiro elemento de um continuado processo de assistência à saúde. (Opas/OMS, 1978)

No que diz respeito à organização da APS, a declaração de Alma-Ata propõe a instituição de serviços locais de saúde centrados nas necessidades de saúde da população e fundados numa perspectiva interdisciplinar envolvendo médicos, enfermeiros, parteiras, auxiliares e agentes comunitários, bem como a participação social na gestão e controle de suas atividades. O documento descreve as seguintes ações mínimas, necessárias para o desenvolvimento da APS nos diversos países: educação em saúde voltada para a prevenção e proteção; distribuição de alimentos e nutrição apropriada; tratamento da água e saneamento; saúde materno-infantil; planejamento familiar; imunização; prevenção e controle de doenças endêmicas; tratamento de doenças e lesões comuns; fornecimento de medicamentos essenciais.

A Declaração de Alma-Ata representa uma proposta num contexto muito maior que um pacote seletivo de cuidados básicos em saúde. Nesse sentido, aponta para a necessidade de sistemas de saúde universais, isto é, concebe a saúde como um direito humano; a redução de gastos com armamentos e conflitos bélicos e o aumento de investimentos em políticas sociais para o desenvolvimento das populações excluídas; o fornecimento e até mesmo a produção de medicamentos essenciais para distribuição à população de acordo com a suas necessidades; a compreensão de que a saúde é o resultado das condições econômicas e sociais, e das desigualdades entre os diversos países; e também estipula que os governos nacionais devem protagonizar a gestão dos sistemas de saúde, estimulando o intercâmbio e o apoio tecnológico, econômico e político internacional (Matta, 2005).

Apesar de as metas de Alma-Ata jamais terem sido alcançadas plenamente, a APS tornou-se uma referência fundamental para as reformas sanitárias ocorridas em diversos países nos anos 80 e 90 do último século. Entretanto, muitos países e organismos internacionais, como o Banco Mundial, adotaram a APS numa perspectiva focalizada, entendendo a atenção primária como um conjunto de ações de saúde de baixa complexidade, dedicada a populações de baixa renda, no sentindo de minimizar a exclusão social e econômica decorrentes da expansão do capitalismo global, distanciando-se do caráter universalista da Declaração de Alma-Ata e da idéia de defesa da saúde como um direito (Mattos, 2000).

No Brasil, algumas experiências de APS foram instituídas de forma incipiente desde o início do século XX, como os centros de saúde em 1924 que, apesar de manterem a divisão entre ações curativas e preventivas, organizavam-se a partir de uma base populacional e trabalhavam com educação sanitária. A partir da década de 1940, foi criado o Serviço Especial de Saúde Pública (Sesp) que realizou ações curativas e preventivas, ainda que restritas às doenças infecciosas e carenciais. Essa experiência inicialmente limitada às áreas de relevância econômica, como as de extração de borracha, foi ampliada durante os anos 50 e 60 para outras regiões do país, mas represada de um lado pela expansão do modelo médico-privatista, e de outro, pelas dificuldades de capilarização local de um órgão do governo federal, como é o caso do Sesp (Mendes, 2002).

Nos anos 70, surge o Programa de Interiorização das Ações de Saúde e Saneamento do Nordeste (Piass) cujo objetivo era fazer chegar à população historicamente excluída de qualquer acesso à saúde um conjunto de ações médicas simplificadas, caracterizando-se como uma política focalizada e de baixa resolutividade, sem capacidade para fornecer uma atenção integral à população.

Com o movimento sanitário, as concepções da APS foram incorporadas ao ideário reformista, compreendendo a necessidade de reorientação do modelo assistencial, rompendo com o modelo médico-privatista vigente até o início dos anos 80. Nesse período, durante a crise do modelo médicoprevidenciário representado pela centralidade do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (Inamps), surgiram as Ações Integradas de Saúde (AIS), que visavam ao fortalecimento de um sistema unificado e descentralizado de saúde voltado para as ações integrais. Nesse sentido, as AIS surgiram de convênios entre estados e municípios, custeadas por recursos transferidos diretamente da previdência social, visando à atenção integral e universal dos cidadãos.

Essas experiências somadas à constituição do SUS (Brasil, 1988) e sua regulamentação (Brasil, 1990) possibilitaram a construção de uma política de ABS que visasse à reorientação do modelo assistencial, tornando-se o contato prioritário da população com o sistema de saúde. Assim, a concepção da ABS desenvolveu-se a partir dos princípios do SUS, principalmente a universalidade, a descentralização, a integralidade e a participação popular, como pode ser visto na portaria que institui a Política Nacional de Atenção Básica, definindo a ABS como:
um conjunto de ações de saúde no âmbito individual e coletivo que abrangem a promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde. É desenvolvida através do exercício de práticas gerenciais e sanitárias democráticas e participativas, sob forma de trabalho em equipe, dirigidas a populações de territórios bem delimitados, pelas quais assume a responsabilidade sanitária, considerando a dinamicidade existente no território em que vivem essas populações. Utiliza tecnologias de elevada complexidade e baixa densidade, que devem resolver os problemas de saúde de maior freqüência e relevância em seu território. É o contato preferencial dos usuários com os sistemas de saúde. Orienta-se pelos princípios da universalidade, acessibilidade e coordenação do cuidado, vínculo e continuidade, integralidade, responsabilização, humanização, eqüidade, e participação social. (Brasil, 2006)

Atualmente, a principal estratégia de configuração da ABS no Brasil é a saúde da família que tem recebido importantes incentivos financeiros visando à ampliação da cobertura populacional e à reorganização da atenção. A saúde da família aprofunda os processos de territorialização e responsabilidade sanitária das equipes de saúde, compostas basicamente por médico generalista, enfermeiro, auxiliares de enfermagem e agentes comunitários de saúde, cujo trabalho é referência de cuidados para a população adscrita, com um número definido de domicílios e famílias assistidos por equipe.

Entretanto, os desafios persistem e indicam a necessidade de articulação de estratégias de acesso aos demais níveis de atenção à saúde (ver verbete Atenção à Saúde), de forma a garantir o princípio da integralidade, assim como a necessidade permanente de ajuste das ações e serviços locais de saúde, visando à apreensão ampliada das necessidades de saúde da população e à superação das iniqüidades entre as regiões do país.

Ressalta-se também na ABS a importante participação de profissionais de nível básico e médio em saúde, como os agentes comunitários de saúde, os auxiliares e técnicos de enfermagem, entre outros responsáveis por ações de educação e vigilância em saúde.