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domingo, 9 de outubro de 2016

ATIVIDADES COM VERBOS PARA O 4º E 5º ANO PARA IMPRIMIR .






http://www.clubedacor.net/2016/06/atividades-com-verbos-para-o-4-e-5-ano.html

MUITAS ATIVIDADES COM VERBOS PARA O 4º E 5º ANO






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O canguruzinho que saltava para trás

Num país muito longínquo, nasceu um dia um canguruzinho que tinha uma qualidade muito curiosa. Saltava para trás, ao contrário de todos os outros animais de sua espécie. Isso fazia dele alvo da zombaria dos outros. O canguruzinho, que era muito sensível, sofria muito e todas as noites chorava desconsolado, sem que ninguém visse. Um dia, o môcho, sábio e compreensivo, aproximou-se dele, dizendo: - De nada adianta ficar chorando pelos cantos. Se você se esforçar e treinar um pouco será capaz de saltar para frente como os outros cangurus. É uma questão de perseverança. O canguruzinho compreendeu que o macho tinha razão. Nessa mesma noite, começou a praticar no seu cantinho. Progredia rapidamente e, num belo dia, no meio da admiração geral, o canguruzinho deu uma autêntica exibição de saltos para a frente. Satisfeito e orgulhoso, o canguruzinho passou a considerar-se igual aos demais. Mas, na realidade, ele era mais capaz que os outros, porque era o único que sabia também saltar para trás!

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O Carocol invejoso

O caracolzinho sentia-se muito infeliz. Via que quase todos os animais eram mais ágeis do que ele. Uns brincavam, outros saltavam. E ele aborrecia-se debaixo do peso de sua carapaça!
- Vê-se que meu destino é ir devagarinho, sofrendo todos os males! dizia ele, bastante frustrado.
Seus amigos e familiares tentavam consolá-lo, mas nada conseguiam.
- Caracolino, pense que, se a Natureza lhe deu essa carapaça, para alguma coisa foi, disse-lhe a tartaruga, que se encontrava em situação semelhante à dele.
- Sim, claro, para alguma coisa será! Pode explicar-me a razão? perguntava Caracolino, ainda mais chateado por receber tantos conselhos.
Caracolino tornou-se tão insuportável por suas reclamações, que todos o abandonaram. E ele continuava com sua carapaça às costas, cada vez mais pesada para o seu gosto.
Um dia, desabou uma tempestade. Choveu durante muitos dias. Parecia um dilúvio! As águas subiram, inundando tudo. Muitos dos animaizinhos que ele invejara, encontravam-se agora em grandes dificuldades. Caracolino, porém, encontrou um refúgio seguro. Dentro de sua carapaça estava totalmente protegido!

Desde então, compreendeu a utilidade de sua lenta e pesada carapaça. Deixou de protestar, tornando-se um animalzinho simpático e querido por todos.

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O cavalo descontente

Sempre podemos encontrar motivos para nos sentirmos descontentes, se quisermos. Podemos, também, encontrar argumentos para nos considerarmos afortunados por estarmos vivos. Tudo depende da maneira como cada um vê a existência.
Era uma vez um cavalo que, em pleno inverno, desejava o regresso da primavera. De fato, ainda que agora descansasse tranquilamente no estábulo, via-se obrigado a comer palha seca.
- Ah, como sinto saudades de comer a erva fresca que nasce na primavera! dizia o pobre animal.
A primavera chegou e o cavalo teve sua erva fresca, mas começou a trabalhar bastante porque era época da colheita.
- Quando chegará o verão? Já estou farto de passar o dia inteiro puxando o arado! lamentava-se o cavalo.
Chegou o verão, mas o trabalho aumentou e o calor tornou-se muito forte.
- Oh, o outono! Estou ansioso pela chegada do outono! dizia mais uma vez o cavalo, convencido de que naquela estação terminariam seus males.
Mas no outono teve que carregar lenha para que seu dono estivesse preparado para enfrentar o inverno. E o cavalo não parava de queixar-se e de sofrer.
Quando o inverno chegou novamente, e o cavalo pode finalmente descansar, compreendeu que tinha sido fantasioso tentar fugir do momento presente e refugiar-se na quimera do futuro. Esta não é a melhor forma de encarar a realidade da vida e do trabalho.


É melhor descobrir o que a vida tem de bom momento a momento, vivendo o presente da melhor forma possível.

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O leão e o esquilo- autor desconhecido

Fazia muito calor e o leão decidiu procurar um lugar fresco onde pudesse descansar. Ali, esticou e agitou sua cauda preguiçosamente, enquanto o tempo passava. De repente, um esquilo saiu de uma moita próxima e, imprudentemente, passou por debaixo das barbas do rei das selvas. O leão sentiu vontade de brincar com o esquilo e começou a persegui-lo. O pobre animalzinho pensou que o leão quisesse comê-lo. Tremendo da cabeça ao rabo, suplicou que lhe poupasse a vida.
- Se me soltar, bom leão, prometo ajudá-lo a lutar contra seus inimigos, disse o esquilo morto de medo.
- Ah! ah! ah! Que ajuda você pode me dar, bichinho insignificante? Vá embora depressa antes que eu perca a paciência! respondeu o leão menosprezando-o.
O tempo passou. Um dia, o orgulhoso rei das selvas caiu numa armadilha feita por caçadores. Debateu-se muito, tentando corajosamente livrar-se da rede, mas nada conseguiu. Então apareceu o esquilo que, pacientemente, começou a roer a rede com seus dentinhos afiados. Dessa maneira conseguiu libertar o leão.
Arrependido pelo desprezo com que tratava o animalzinho, desculpou-se com ele.
- Perdoe-me, esquilo. Agora compreendo que todos os animais, por menores que sejam, merecem o maior respeito. Prometo que nunca mais voltarei a rir de você, disse o leão.
- Não se preocupe, bom amigo. Sábio é aquele que reconhece a tempo os seus erros, respondeu o esquilo.
Daquele momento em diante, os dois tornaram-se amigos inseparáveis e puderam, juntos, enfrentar os perigos da selva.

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O professor Golfinho- autor desconhecido

O professor golfinho era sábio e tolerante. Achava que os castigos não davam resultado e preferia sempre convencer os alunos da necessidade de estudar a sério. Mas os alunos não lhe prestavam a menor atenção, habituados como estavam aos castigos e ameaças. O professor golfinho sofria com isso mas não dizia nada. Nunca se chateava nem se queixava.
As travessuras durante a aula aumentavam cada vez mais. Uma tarde, o ursinho quis pregar um belo susto à esquilinha. Levantou-se de sua carteira sem pedir autorização ao professor e, quando já estava se aproximando de sua colega, tropeçou em um armário, fazendo com que este caísse em cima da cabeça do professor golfinho. O professor teve de ficar ausente da classe por vários dias, e foi contratado para substituí-lo o professor atum, que era conhecido em todo o oceano por sua severidade. Castigava a turma inteira pelo menor deslize de qualquer aluno. Eles chegavam à casa, todos os dias, com atraso de duas horas.
- O primeiro que ousar fazer patifaria, leva quarenta reguadas e é expulso do colégio! costumava dizer o professor atum.
Como era de se esperar, todos os alunos da turma tinham saudades do professor golfinho. Mal podiam esperar que retornasse às aulas. Chegaram a se comprometer com ele que iriam portar-se muito bem e que estudariam muito.

Quando se restabeleceu, o professor golfinho voltou para sua turma, que chegou a ser a mais brilhante e estudiosa de toda a escola. O professor tinha demonstrado que a tolerância e a persuasão são sempre preferíveis aos castigos. Todos reconheceram, afinal, que seu método de ensino, baseado no amor e na tolerância davam muito bons resultados.

http://almeidanabiblioteca.blogspot.com/2016/01/o-professor-golfinho-autor-desconhecido.html

O tempo cura tudo- autor desconhecido


Era uma vez um passarinho que morava num ninho no alto de uma mangueira. Quando a mamãe passarinha saía cedinho para procurar alimento, falava:
- Ó filhinho, não saia do ninho. Você ainda é um filhotinho, pode cair lá embaixo e se machucar.
Mas o passarinho morria de vontade de dar as suas voadinhas, experimentar as suas asinhas cheias de peninhas. Experimentou uma vez. Experimentou a segunda. Quando experimentou a terceira, caiu e quebrou uma asa. Saiu, andando pelo chão, arrastando a asa, procurando uma ajudinha.
- Ó minha amiga vaquinha, conserte a minha asinha, que eu quebrei dando uma voadinha.
A vaquinha, muito mal-humorada, disse que não entendia de asas. O passarinho continuou o seu caminho, arrastando a sua asinha quebrada. Até que encontrou um cavalo e pediu ajuda de novo, coitadinho.
- Ó meu amigo cavalinho, conserte a minha asinha, que eu quebrei dando uma voadinha.
O cavalo relinchou e disse que não consertava asas. Não era veterinário.
E lá se foi o passarinho andando, pedindo ajuda a todo mundo que encontrava, ouvindo sempre o mesmo. Até que encontrou um rio, muito transparente, e parou para beber água.
- Ó meu amigo riozinho, conserte a minha asinha, que eu quebrei dando uma voadinha! E o rio de águas claras cantarolou:
- Bote aqui a sua asinha bote aqui no leito meu e depois não vá dizer que você se arrependeu.
E com todo cuidado, enfaixou a asinha do amiguinho, sorrindo dizendo:
- Dê um tempo ao tempo, fique quieto uns dias no seu ninho, meu passarinho!
E foi o que o passarinho fez.
Voltou para o seu ninho e deixou o tempo passar, bem quietinho.
O tempo passou.
Ele sarou e aprendeu a voar bem direitinho.
E no seu primeiro vôo sozinho, levou uma flor para o seu amigo riozinho. Ele agradeceu com um sorriso claro.
- O tempo cura tudo. É só dar tempo ao tempo, amigo passarinho.

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O ursinho e o mel- autor desconhecido


O ursinho era louco por mel. Se dependesse dele, comeria todo o mel que existe no mundo. Passava o dia inteiro a meter o focinho em colméias, onde o mel estava armazenado pelas abelhas. Sua mãe não parava de avisá-lo:
- Ursinho, não se meta onde não é chamado, se não um belo dia você vai levar um ferroada.
O ursinho não dava importância às sábias palavras de sua mãe. Sua vontade de comer mel era maior que tudo. Assim, ele continuava a farejar de colméia em colméia. As abelhas eram bondosas, e até compreendiam o bom gosto do ursinho. Mas, na verdade, o travesso já estava abusando, pois comia num instante grande quantidade de mel, que as abelhas levavam tempo para fazer com esforço.
Finalmente, quando elas perceberam que com bons modos não conseguiam dissuadi-lo da sua gula, decidiram dar-lhe uma lição. Uma forte ferroada no nariz... e o ursinho cheio de dores desatou a correr pelo prado, em direção à casa.
O ursinho guloso passou dois dias de cama, sofrendo dores no nariz.
- Bem que eu havia avisado, ursinho! Mas você não me obedeceu... dizia a mãe, pesarosa pela teimosia do filho.
Onde as palavras não chegam, uma forte ferroada resolve. Não é verdade, amiguinho?

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Os bandidos- autor desconhecido

Miau, Quac, Muu e Béé eram quatro amigos que gostavam de brincar de bandido e mocinho. Passavam horas brincando. Parecia que estavam interpretando cenas de um filme de "Far West".
No entanto, Muu e Béé tinham motivos para se queixar pois faziam sempre papel de vítimas e passavam o tempo todo amarrados a postes cravados no chão, enquanto Miau e Quac se divertiam muito, correndo de um lado para o outro.
- Não acham que devíamos trocar os papéis, amigos? Uma vez, assaltantes; outra assaltados. Está bem? Queixava-se Muu, apoiado por Béé.
Mas os dois aproveitadores. Miau e Quac, faziam-se de surdos. Tanto insistiram as "vítimas", que Miau, cansado lhes respondeu.
- Se não estiverem contentes, podem ir-se embora. Bastamos nós dois.
Assim fizeram, enquanto Miau e Quac continuavam a brincar. Desta vez, foi Quac que teve de fazer a pior parte da história. Ele protestou, Miau fartou-se e o convidou para ir embora. Quac seguiu o conselho: não perdeu tempo a juntar-se a Muue Béé.
Miau ficou sozinho. Quem seria a "vítima" agora? Não tardou a compreender que tinha sido egoísta. Procurou os três amigos, pedindo-lhes desculpas pela sua conduta. Eles o aceitaram de volta nas brincadeiras. Mas deixaram claro que seria preciso mudar de papéis por turnos.
Todos compreenderam que esta é a única maneira de brincar sem problemas.

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Os burros espertos-autor desconhecido


Dizem que os burros são tolos. Mas não devemos acreditar totalmente nisso. Essa história nos mostra que nem sempre é assim.
Um lavrador tinha dois burros. Para que não fugissem, resolveu amarrá-los em uma só corda, cada um em uma extremidade. Depois de algum tempo, os dois começaram a sentir fome. A comida estava perto. Grandes montes de feno estavam ao alcance de sua visão. Os dois tentaram chegar até eles. A corda era muito curta e, puxando cada qual para o seu lado, nenhum dos dois conseguia alcançar o seu monte de feno. Então compreenderam que o melhor era sentar e dialogar. Talvez juntos conseguissem encontrar uma solução.
Assim o fizeram. Durante um bom tempo, estiveram a dar voltas ao assunto, sem conseguir encontrar um jeito de chegar ao feno. Por fim, disse um deles:
- Vamos ver! Nós dois estamos com fome. A corda que nos une é muito curta e não podemos ir cada um para o seu lado. Por que não vamos juntos para o primeiro monte de feno? Assim, ambos poderíamos comer dele e depois provar o segundo. Dessa forma, comeríamos a quantidade habitual.
- Boa ideia! admitiu seu companheiro.
Pondo em prática a sugestão, banquetearam-se ambos, apesar da corda com que haviam sido amarrados. Mostraram, dessa forma, que os burros não são tão burros quanto parecem.

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O feijão, a palha e a brasa- autor desconhecido

Em uma pequena casa, morava uma velhinha muito caprichosa, e, por isso, seu fogão de lenha era bem cuidado.
Um dia a velhinha não percebeu a falta de uma palha, um grão de feijão e uma brasinha que antes estavam no fogão.
Os três tinham escapado e conversavam em um cantinho da cozinha.
A palhinha disse:
- Se eu não fugisse, a água fervente cairia em cima de mim quando a panela virou.
Disse a brasinha:
- Se eu não fosse esperta, já teria morrido e virado cinzas.
Por último, falou o feijão:
- Eu, como vocês, também fugi a tempo, senão já teria sido cozido.
Conversa vai, conversa vem, os três resolveram dar um passeio e logo encontraram um riacho.
Como nenhum deles sabia nadar, pensavam em um modo de atravessá-lo. Muito ativa, a palhinha disse:
- Vou ficar esticada, servindo de ponte, e vocês passam um de cada vez, e logo depois eu também irei para o outro lado.
A palha se esticou e a brasa passou primeiro, queimou a palha, caiu na água e se apagou.
A palhinha, sentindo a dor em sua barriga, soltou a mão da beira do riacho e também caiu na água.
O feijão, que não pôde passar, achou tanta graça, que riu até estourar. Porém, logo ficou triste, pois não sabia como se arranjar.
Teve muita sorte pois um alfaiate passou por ali e o costurou com linha preta.

É por isso que hoje ele tem um olhinho branco em sua barriga.

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Fábula da Formiga e a liderança- autor desconhecido


Todos os dias, a formiga chegava cedinho ao escritório e dava duro no trabalho. Era produtiva e feliz.
Seu líder, o gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como sua supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostrados nas reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida.
Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a ficar perdida no meio de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!
O marimbondo concluiu então que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial. A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais triste.
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: “há muita gente nesta empresa”.
Foi então que o Líder marimbondo decidiu demitir a formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.
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A Periquita tagarela-autor desconhecido


Os periquitos têm fama de tagarelas. Mas Periquitita deixava as outras mudas, com o seu falatório incessante. Era capaz de ficar vinte e quatro horas falando sem parar. Quem tivesse a desgraça de ser escolhido como vítima ouvinte, não escapava dela tão cedo. Ao fim de algum tempo, o pobre infeliz estava zonzo de tanta conversa fiada em seus ouvidos.
- Temos de fazer alguma coisa para nos livrar-nos do tormento que a Periquitita nos causa, propôs a zebra.
- Bah! Isso é muito fácil! Exclamou Lemurito, que por alguma razão era considerado o melhor de sua turma. Vamos oferecer-lhe um espelho. Assim ela poderá falar consigo mesma a toda hora. Ela fica tão empolgada com a conversa, que nem vai perceber que está falando sozinha!
O truque deu resultado. Lá ficou a Periquitita, no meio de uma clareira do bosque, falando... falando... com a sua própria imagem refletida no espelho.
Já estava assim havia três dias. Não há nada que a deixe mais entusiasmada do que um ouvinte que nunca responda nada. Se continuasse assim mais uma semana, correria o risco de ficar esgotada.

Mas, que se há de fazer?

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Bia e Toni, as baleias- Coleção no fundo do mar






Bia mora com sua família nas águas geladas do Pólo norte. Ela vive com seus pais e seu irmão, Toni. Os dois são inseparáveis e formam uma grande dupla.Eles adoram brincar na superfície da água ...
-Ah, este é fácil. Agora olhe o que eu aprendi.
-Respondi Toni com uma grande pirueta.
Quando Bia e Toni precisam respirar, sobem a superfície da água. Eles lançam um grande jato de água, que parecem um chafariz.
Bia e Toni estão aprendendo a caçar
para se alimentar.
Mais tarde serão grandes caçadores. Por enquanto possuem muitos amigos como golfinhos e outras baleias.






Um dia estavam brincando quando viram um grande barco:
- Cuidado Bia!
São humanos, querem nos caçar!
- Vamos embora daqui! - Disse Bia.
O barco continuou ali por vários dias, e os dois curiosos começaram a chegar cada vez mais perto. 
Que sorte! Eram pesquisadores.
Toni e Bia começaram a brincar com aquelas pessoas.
-Que legal, agora também somos amigos de humanos!
-Comemorou Bia, com várias piruetas.

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A rãzinha Malandra- Milton Berger














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O leão e o ratinho- adaptação Milton Berger


O ratinho viu- se de repente sob as patas de um leão.
Mas como por milagre não devorou o ratinho.
Na verdade levou um susto com o tamanho daquele pobre animal.

Como não sentia fome, preferiu deixar o rato ir embora.
Sem perceber , o leão causou um grande bem ao libertar o ratinho.

Muitos meses se passaram e o calor na floresta andava insuportável.
O leão já procurava há algum tempo um riacho para matar a sede.
Procurou, procurou e procurou até que um riacho no fundo de uma clareira achou.
-Club, glub, glub! Bebeu água até se fartar.

De repente, cai da árvore uma enorme rede de caçador, era uma ramadilha!
O leão ficou desesperado, debateu-se até cansar.
Mas de nada adiantou, não conseguia se livrar.

Mas para a surpresa de todos, olhe lá o ratinho que um dia foi libertado pelo leão.
A rede de caçar ele começou a roer até que o leão dela conseguiu escapar.
Correram então par bem longe dos caçadores,o rato e o leão.

Qual lição você acha que o leão aprendeu com isso?
Moral da história: Alguém que a gente ajude pode um dia nos dar a mão.
Causa e efeito: O bem que causamos para outro, amanhã poderá ser feito para nos ajudar, vamos praticar o bem!

http://almeidanabiblioteca.blogspot.com/2016/09/o-leao-e-o-ratinho-adaptacao-milton.html