1

1

Google+ Followers

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

FIM DE JOGO: Brasil faz goleada na Bolívia nas Eliminatórias DA COPA...

FIM DE JOGO: Brasil faz goleada na Bolívia nas Eliminatórias; 
Veja como fica a tabela http://bit.ly/2bGqu8q 

Neymar marca gol 300 na carreira e Brasil goleia Bolívia nas Eliminatórias
Foto

PENSE NISSO...

Foto
FACEBOCK

Picapes: confira as novidades que estão chegando ao País...


As picapes que estão chegando ao Brasil; saiba o que está previsto
FIAT TORO 2.0

A versão com o mesmo motor Tigershark do Compass será apresentada no Salão do Automóvel, a partir de 10 de novembro, e começa a ser vendida na mesma época. A potência é de 160 cv e configuração será intermediária, entre a 1.8 flexível e a 2.0 a diesel Foto: Divulgação
NISSAN FRONTIER

Nova geração da picape começa a vir do México no ano que vem. Em 2018, passará a ser trazida da Argentina. Estreia no Brasil também deve ocorrer no Salão do Automóvel Foto: Divulgação
RENAULT ALASKAN

Estreia no Brasil está confirmada para 2018, em versão produzida na Argentina. Motores serão a diesel, de 160 cv ou 190 cv. Poderá haver uma opção 2.5 flexível Foto: Divulgação
PICAPE MERCEDES

Montadora confirmou nesta sexta-feira (30 de setembro) que fará picape média na Argentina, na mesma base de Frontier e Alaskan. Chegada ao Brasil ocorrerá em 2018. A projeção acima não é oficial da Mercedes. O modelo, cujo nome mais provável é GLT, terá sua versão conceitual revelada no fim deste mês Foto: Reprodução

PICAPE MÉDIA PEUGEOT

Depois da compacta Hoggar, a marca francesa voltará a se aventurar no segmento de picapes, desta vez com uma média. O presidente da PSA Peugeot Citroën para América Latina, Carlos Gomes, confirmou que a montadora trabalha em um veículo do segmento. Porém, diferentemente do que apontavam alguns rumores, a plataforma não será a da Toyota Hilux. Picape deverá ser produzida na Argentina. Foto: Auto Moto / Projeção

https://carrosdoalvaro.blogspot.com.br/2016/10/picapes-confira-as-novidades-que-estao.html

Novo Chevrolet Prisma LTZ 2017...


O sedã mais vendido do País muda para sustentar a liderança
Acuados em volta de mesas de reunião, funcionários de grandes corporações costumam ouvir, dia sim e outro também, as metas ditadas por chefes de olhares inquisidores. Não há trégua porque, uma vez cumpridas, elas deixam de ser metas. Tornam-se obrigação e para realizá-las é preciso se reinventar sempre.

Foi o que a General Motors fez com o Chevrolet Prisma. Para começo de conversa, ele abandonou o posto de configuração sedã do Celta, que estava prestes a desaparecer, para colar sua imagem em um projeto vencedor – no caso, o Onix, o carro mais vendido do Brasil. A estratégia deu certo: no ano passado, o Prisma encabeçou o ranking de vendas dos sedãs compactos, desbancando o Fiat Siena/Grand Siena, com 70.336 carros.
Tudo maravilhoso, não fosse o fato que, com a meta da liderança alcançada, o Prisma agora tem o dever de sustentá-la. Para isso, a marca se mexeu. No embalo da reestilização do Onix, também fez mudanças no três-volumes para mantê-lo no topo. De janeiro a agosto, ele vendeu quase 43 mil unidades, respondendo por 22,6% da participação do segmento, deixando para trás Hyundai HB20S, com 36.638 (16,1%).

Todo mundo já está cansado de ouvir que a família HB20 tem um design bem moderno. O Prisma tentou se equiparar, com minúcias na carroceria. O capô ganhou cinco vincos, mas é difícil acreditar que eles tenham outra função a não ser puramente estética. São dois bem pronunciados nas laterais, mais dois na região intermediária da superfície e um bem no centro, que se estende até o logotipo Chevrolet.

Os faróis foram esticados e ganharam iluminação de LED. Na traseira, as lanternas invadem as laterais sem exageros e a parte superior do porta-malas tem um ressalto que faz as vezes de aerofólio. De perfil, destacam-se as novas


rodas de 15 polegadas com cinco raios, usinadas com fundo cinza metálico.
Mais conectado

Aquela história de sempre se reinventar é vista também na cabine. A posição de dirigir é a mesma de sempre, mas os instrumentos foram reposicionados – como puxadores e controles dos vidros – deixando-o mais ergonômico. Se o motorista tiver mais de 1,80 m, porém, as pernas do ocupante que sentar atrás dele ficarão terão vida dura. Isso poderia ser tema para estabelecer a próxima meta: melhorar o espaço interno disponível no entre-eixos de 2,52 m

Aos poucos, a Chevrolet vai ampliando a conectividade em seus carros. Depois de S10, Cruze, Cobalt, Trailblazer e Onix, chega a vez do Prisma receber a central multimídia My Link de segunda geração compatível com Android Auto e Apple Car Play. Também traz o sistema OnStar, o dispositivo de mil e uma funções, como serviços de monitoramento do carro, emergência, segurança e concierge.
Para quem ainda não tem familiaridade com o OnStar, uma sugestão: não saia da concessionária com o carro sem que o vendedor explique, tintim por tintim, como trabalha tanta interatividade. Ou então estude as seis páginas do manual do proprietário destinadas ao assunto. Antes de não querer mais viver sem ele, o OnStar é uma daqueles funcionalidades que merecem ser exploradas a fundo.

O que não precisa de cartilha de instruções é o motor 1.4. A potência (106 cv a 6.000 rpm) e o torque (13,9 mkgf a 4.800 rpm) não mudaram, mas basta você dirigir para sentir os reflexos da evolução da nova geração do SPE/4 Eco. Segundo a GM, ele teve pistões, bielas e anéis redesenhados e mais de 100 componentes retrabalhados.
Aço de alta resistência foi usado sem parcimônia em painéis e pontos de reforço. Com isso, o Prisma emagreceu 33 kg, o que contribui para deixá-lo 22% mais econômico no consumo, diz a marca.

A transmissão automática de seis marchas GF6 também é nova, está em sua terceira geração. As trocas são feitas com suavidade, sem nenhum tipo de tranco, outro aprimoramento em comparação à versão anterior, que tinha lá seus solavancos. Com as mudanças, o Prisma renova suas armas. A obrigação, agora, é pensar em novas soluções para não perder tão cedo a liderança de mercado.

https://carrosdoalvaro.blogspot.com.br/2016/10/avaliacao-novo-chevrolet-prisma-ltz-2017.html

Avaliação: Citroën C4 Lounge 1.6 THP 2017...


Sedã aposenta o motor 2.0 e ganha retoques para 2017
Você pode olhar para os farois e perceber que ele muda a cara do C4 Lounge. Mas vai ser difícil você reconhecê-lo na rua só por isso. Ele também ganhou um novo sistema de multimídia que comparado à versão anterior do equipamento, parece que se andou 10 anos no tempo. Mas não é nada disso que nos cativa. A grande notícia é que agora o C4 Lounge só será vendido com motor 1.6 THP, um dos melhores quatro cilindros turbo que você pode comprar. Com isso, a era turbo chega a uma fase definitiva na marca. O antigo 2.0 16V que figurava nos Citroën desde a queda da Bastilha, não está mais entre os modelos oferecidos no Brasil. E só isso já transforma o C4 Lounge em um carro mais respeitável.

A estratégia agressiva também é acompanhada pelo preço e por uma pitada de atrevimento. O C4 Lounge mais barato vai partir de R$ 69.990 e vem com câmbio manual de seis marchas. Ainda não avaliamos esta versão, mas não é blasfêmia dizer que é quase como um DS3 para a família, na versão Origine. Sabendo disso, a marca equipou todos os C4 Lounge com ESP de série para domar os motoristas mais impetuosos. O C4 Origine com câmbio automático sequencial de seis marchas sai por R$ 77.590; e na versão intermediária Tendance, que acrescenta ar-condicionado de duas zonas, sistema multimídia com touchscreen, luzes de LED no para-choque dianteiro, bancos de couro e rodas de 17”, custa R$ 81.590.
O carro das fotos está equipado com a configuração Exclusive, de R$ 91.590, que tem o mesmo pacote da versão intermediária mais teto solar elétrico, sistema de partida e abertura das portas sem chave, bancos de couro mais trabalhados, seis airbags, painel com iluminação personalizável e sensor de estacionamento traseiros atrelado à câmera de ré. Com mais R$ 2.700 você pode acrescentar os faróis de xenon.

O carro, na prática, tem tudo o que você espera de um sedã médio que custe mais de R$ 90 mil, da tecnologia embarcada para entretenimento e dinamismo, até o espaço interno e a praticidade de ter um grande porta-malas. A diferença dele para carros como Toyota Corolla e Honda Civic está única e exclusivamente na maneira como se comporta. O C4 é um carro rápido, sempre disposto a oferecer as vantagens de se ter 24,5 mkgf a meras 1.400 rpm. Seu câmbio deveria ser mais esperto, em especial nas retomadas abruptas, mas para rodar em ritmo de passeio – como a maioria dos donos de sedã faz –, isso não será um problema.
A suspensão que já era bem acertada recebeu refinamento da engenharia, em especial no eixo dianteiro. O carro reafirmou seu comportamento elogiável, está mais preciso e flutuando menos em velocidades acima dos 120 km/h.

A bem da verdade só incomoda um pouco a rigidez do conjunto traseiro em ruas maltratadas, uma marca dos carros Citroën. Mas isso não é um impedimento para comprá-lo. Há de se dizer, ainda, que o plano de manutenções entra em uma nova era, para quem viveu ouvindo que manter um Citroën é caro demais. Agora você gasta R$ 365 em cada uma das três primeiras revisões, e até os 30.000 km terá desembolsado menos grana para mantê-lo do que em um carro popular.

https://carrosdoalvaro.blogspot.com.br/2016/10/avaliacao-citroen-c4-lounge-16-thp-2017.html

CALENDÁRIO DE OUTUBRO 2016 PARA IMPRIMIR E PREENCHER.

CALENDÁRIO DE OUTUBRO 2016 --  PARA IMPRIMIR E PREENCHER.
















 











FONTE: 
GOOGLE
VÁRIOS SITES