1

1

Google+ Followers

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Renault Megane Sedan 2017: fotos, vídeo e especificações...

Renault apresenta na França o novo integrante da família MEGANE: trata-se da nova opção com quatro portas, o novo MEGANE Sedan.
Renault Megane Sedan 2017

Todos os novos Sedan MEGANE trazem como novidade um amplo teto de vidro panorâmico, exclusivo para o segmento. O modelo é baseado na arquitetura modular da marca, a CMF C / D.

Renault Megane Sedan 2017

O novo sedan de quatro portas é parte da renovação da gama Renault. Seu estilo é definido com superfícies esculpidas, proporções equilibradas, e uma dianteira com as características estéticas que identificam os carros da marca, assim como uma assinatura de luz frontal de LED em forma de C. O teto de vidro liga o pára-brisas à janela traseira e dá uma aparência elegante e estética de dois tons.

Renault Megane Sedan 2017

Todos os novos Sedan MEGANE gozam de bom espaço no banco traseiro, sendo que o porta-malas, com 503 litros, tem acesso mais fácil graças ao sistema Easy Entry de mãos-livres.

Renault Megane Sedan 2017 - interior

O interior conta com painel com visor TFT digital, um tablet de 8,7 polegadas multimídia, R-LINK 2, multi-gestos, display head-up colorido. O modelo conta também com recursos ativos de segurança como Park Assist, sistema de frenagem de emergência, aviso de saída de pista, entre outr

Renault Megane Sedan 2017

A gama de motores é composta de duas unidades a gasolina e três a diesel. Os motores a gasolina são SCE 115, disponível com uma caixa manual de 5 velocidades ou uma transmissão continuamente variável (CVT), e o Eo TCe 130, disponível com uma caixa de velocidades automática EDC de dupla embraiagem de 7 velocidades ou uma caixa manual de 6 velocidades.


Renault Megane Sedan 2017

No caso dos motores diesel, há o dCi 90, disponível com uma caixa manual de 6 velocidades, dCi 110, disponível com uma caixa manual de 6 velocidades ou caixa de velocidades automática EDC6 de dupla embreagem, dCi 130, disponível com uma caixa manual de 6 velocidades.

Vídeo - Renault Megane Sedan - detalhes

POSTAGENS RELACIONADAS:

http://www.car.blog.br/search/label/Renault

Resultado da Quina 4176, segunda, 05/09/2016....

Resultado da Quina 4176, segunda, 05/09/2016

O resultado da Quina 4176 será divulgado no GIGA-SENA dia 05/09/2016, segunda-feira, a partir das 20:00 horas.

A Quina 4176 ocorrerá no dia 05 de setembro de 2016 e o prêmio principal está estimado em R$ 1.500.000,00 para quem acertar o resultado da Quina 4176. Quem acertar a QUADRA com 4 números, o TERNO com 3 números ou o DUQUE com 2 números também ganha prêmio de menor valor. Se não houver nenhum ganhador com 5 números no resultado da Quina concurso 4176 o prêmio principal acumula para o próximo concurso da Quina.
Os valores de cada prêmio da Quina 4176 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 4176 DATA 05/09/2016
20
53
60
70
74
 
QUINAQUADRATERNODUQUE
prêmio
0,0014.929,59187,993,56
ganhadores
x 0x 26x 3.105x 90.116
ACUMULOU!
Próximo Sorteio: 06/09/2016Prêmio Estimado: R$ 2.100.000,00
[AVISO] A QUINA AGORA PAGA 2 ACERTOS!

História do Dia da Independência do Brasil

História do Dia da Independência do Brasil



Independência do Brasil

Denomina-se Independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política do território brasileiro do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822), no início do século XIX, e a instituição do Império do Brasil (1822-1889), no mesmo ano. Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, em que ocorreu o chamado "Grito do Ipiranga". De acordo com a historiografia clássica do país, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe Regente do Brasil, então D. Pedro de Alcântara de Bragança (futuro imperador Dom Pedro I do Brasil), terá bradado perante a sua comitiva: "Independência ou Morte!". Determinados aspectos dessa versão, no entanto, são contestados por alguns historiadores em nossos dias.
A moderna historiografia em história do Brasil remete o início do processo de independência à transferência da corte portuguesa para o Brasil, no contexto da Guerra Peninsular, a partir de 1808.


A transferência da corte portuguesa para o Brasil (1807-1821)


A partir de 15 de julho de 1799, o Príncipe do Brasil, D. João Maria de Bragança, tornou-se Príncipe-regente de Portugal, pois sua mãe, a Rainha D. Maria I, foi declarada louca pelos médicos. Os acontecimentos na Europa, onde Napoleão Bonaparte se afirmava, sucederam-se com velocidade crescente.
Desde 1801 que se considerava a ideia da transferência da corte portuguesa para o Brasil. As facções no governo português, entretanto, se dividiam:
a facção anglófila, partidária de uma política de preservação do Império Colonial Português e do próprio Reino, através do mar, apoiados na antiga aliança Luso-Britânica; e
a facção francófila, que considerava que a neutralidade só poderia ser obtida através de uma política de aproximação com a França.
Ambas eram apoiadas pelas lojas maçônicas quer de origem inglesa, quer de origem francesa. Considere-se ainda que as ideias iluministas francesas circulavam clandestinamente em livros, cada vez mais abundantes.
A decretação do Bloqueio Continental em Berlim (1806) tornou mais difícil a neutralidade Portuguesa. Em 1807, o Tratado de Fontainebleau dividiu arbitrariamente Portugal em três reinos. Desde Outubro desse ano, Jean-Andoche Junot, antigo embaixador francês em Lisboa, preparava-se para invadir Portugal. Foi nesse contexto que D. João pactuou com a Grã-Bretanha a transferência do governo para o Rio de Janeiro, sob a proteção dos últimos.
Com a invasão francesa de Portugal em progresso, a 29 de novembro de 1807 iniciou-se a viagem da Família Real e da Corte Portuguesa. Dezoito navios de guerra portugueses e treze ingleses escoltaram mais de vinte e cinco navios mercantes de Lisboa até à costa do Brasil. A bordo seguiam mais de quinze mil portugueses. O Reino ficava a ser governado por uma Junta de Regência que Junot logo dissolveu.
Com a presença da Família Real Portuguesa no Brasil a partir de 1808, registrou-se o que alguns historiadores brasileiros denominam de "inversão metropolitana", ou seja, o aparelho de Estado Português passou a operar a partir do Brasil, que desse modo deixou de ser uma "colônia" e assumiu efetivamente as funções de metrópole.


A Revolução liberal do Porto (1820)

O passo seguinte, que conduziu à independência do Brasil, ocorreu com a eclosão da Revolução liberal do Porto (24 de agosto de 1820), que impôs o regresso de D. João VI a seu país, visando forçar o retorno do chamado Pacto Colonial. A notícia do movimento chegou ao Rio de Janeiro em 12 de outubro, causando intensa comoção.


A partida da família real

Pressionado pelo triunfo da revolução constitucionalista, o soberano retornou com a família real para Portugal, deixando como príncipe regente no Brasil o seu primogênito, D. Pedro de Alcântara.


As divergências


Não se pode compreender o processo de independência sem pensar no projeto recolonizador das Cortes portuguesas, a verdadeira origem da definição dos diversos grupos no Brasil. Embora o rompimento político com Portugal fosse o desejo da maioria dos brasileiros, havia muitas divergências. No movimento emancipacionista havia grupos sociais distintos: a aristocracia rural do Sudeste brasileiro, as camadas populares urbanas liberais radicais, e, por fim, a aristocracia rural do Norte e Nordeste, que defendiam o federalismo e até o separatismo.
A aristocracia rural do Sudeste, a mais poderosa, era conservadora, lutando pela independência, defendendo a unidade territorial, a escravidão e seus privilégios de classe. Os liberais radicais queriam a independência e a democratização da sociedade, mas seus chefes, Joaquim Gonçalves Ledo e José Clemente Pereira, permaneceram atrelados à aristocracia rural, sem revelar vocação revolucionária. A aristocracia rural do norte e nordeste enfrentava a forte resistência dos comerciantes e militares portugueses, Josué fortes no Pará, Maranhão e Bahia. Além disso, desconfiavam da política centralizadora de José Bonifácio.
O partido português no Brasil chamado por vezes de "os pés de chumbo", estava do lado das Cortes; o partido brasileiro e os liberais radicais eram contra elas, mas divergiam quanto aos objetivos. Para o partido brasileiro, o ideal era a criação de uma monarquia dual (Brasil e Portugal) para preservar a autonomia administrativa e a liberdade de comércio. Mas a intransigência das Cortes Portuguesas, que nada tinham de liberais, fez o partido inclinar-se pela emancipação, sem alterar a ordem social vigente e os seus privilégios adquiridos. Já os liberais radicais formavam um agrupamento quase revolucionário, bem próximo das camadas populares urbanas, sendo alguns de seus membros republicanos. No conjunto, tratava-se do grupo mais receptivo às mudanças mais profundas e democráticas da sociedade.
A concretização das aspirações de cada um desses agrupamentos era distinta. Os grandes proprietários rurais ligados ao partido brasileiro dispunham dos meios efetivos para a realização de seus objetivos. O anseio por um comércio livre de entraves mercantilistas encontrava apoio em forças internacionais, lideradas pela burguesia britânica. A sólida base econômica e social escravista garantia ainda os recursos materiais para resistir com êxito à provável ameaça recolonizadora de Lisboa.
Na disputa contra os conservadores, os radicais cometeram o erro de reduzir a questão à luta pela influência sobre o Príncipe Regente. Era inevitável que este preferisse os conservadores. Ademais, os conservadores encontraram em José Bonifácio de Andrada e Silva um líder bem preparado para dar à independência a forma que convinha às camadas dominantes.


O "Fico" e o "Cumpra-se"


A situação do Brasil permaneceu indefinida durante o ano de 1821. Em 9 de dezembro, chegaram ao Rio de Janeiro os decretos das Cortes que determinavam a abolição da Regência e o imediato retorno de D. Pedro de Alcântara a Portugal, a obediência das províncias a Lisboa (e não mais ao Rio de Janeiro), a extinção dos tribunais do Rio de Janeiro. O Príncipe Regente começou a fazer os preparativos para o seu regresso, mas estava instaurada uma enorme inquietação. O partido brasileiro ficou alarmado com a recolonização e com a possibilidade de uma explosão revolucionária. A nova conjuntura favoreceu a polarização: de um lado o partido português e do outro, o partido brasileiro com os liberais radicais, que passaram a agir pela independência.
Sondado, o Príncipe Regente mostrou-se receptivo. Foram então enviados emissários às províncias de Minas Gerais e de São Paulo para obter a adesão à causa emancipacionista, com resultados positivos.
A decisão do príncipe de desafiar as Cortes decorreu de um amplo movimento, no qual se destacou José Bonifácio. Membro do governo provisório de São Paulo, escrevera em 24 de dezembro de 1821 uma carta a D. Pedro, na qual criticava a decisão das Cortes de Lisboa e chamava a atenção para o papel reservado ao Príncipe na crise. D. Pedro divulgou a carta, publicada na Gazeta do Rio de Janeiro de 8 de janeiro de 1822 com grande repercussão. Dez dias depois, chegou ao Rio uma comitiva paulista, integrada pelo próprio José Bonifácio, para entregar ao Príncipe a representação paulista. No mesmo dia, D. Pedro nomeou José Bonifácio ministro do Reino e dos Estrangeiros, cargo de forte significado simbólico: pela primeira vez na História o cargo era ocupado por um brasileiro.
No Rio de Janeiro também havia sido elaborada uma representação (com coleta de assinaturas) em que se pedia a permanência de D. Pedro de Alcântara no Brasil. O documento foi entregue ao Príncipe a 9 de janeiro de 1822 pelo Senado da Câmara do Rio de Janeiro. Em resposta, o Príncipe Regente decidiu desobedecer às ordens das Cortes e permanecer no Brasil, pronunciando a célebre frase "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto. Digam ao povo que fico!". O episódio tornou-se conhecido como "Dia do Fico".
D. Pedro ganhou forte apoio popular com a decisão do "Fico". Para resistir às ameaças de recolonização foi decretada, em 16 de fevereiro de 1822, a convocação de um Conselho de Procuradores Gerais das Províncias do Brasil. Teoricamente, este órgão tinha por finalidade auxiliar o Príncipe mas, na prática, tratava-se de uma manobra dos conservadores, liderados por José Bonifácio, contra os radicais, representados por Joaquim Gonçalves Ledo, um funcionário público para quem a preservação da unidade político-territorial do Brasil deveria ser feita convocando-se uma Assembléia Constituinte eleita pelo povo. A finalidade do Conselho era, na prática, a de manter a unidade sob controle do poder central e dos conservadores.


A Imperatriz Maria Leopoldina, então regente do Império Brasileiro.

Em maio, a cisão entre D. Pedro e as Cortes aprofundou-se: o Regente determinou que qualquer decreto das Cortes só poderia ser executado mediante o "Cumpra-se" assinado por ele, o que equivalia a conferir plena soberania ao Brasil. A medida teve imediato apoio: quando dos festejos pelo aniversário de João VI de Portugal, a 13 de maio, o Senado da Câmara do Rio de Janeiro pediu ao Príncipe Regente que aceitasse para si e para seus descendentes o título de "Defensor Perpétuo do Brasil".
Neste contexto, houve uma investida militar da Divisão Auxiliadora, unidade de linha do Exército Português estacionada na cidade do Rio de Janeiro, sob o comando do Tenente-general Jorge de Aviles, que acabou sendo expulso do Brasil com as suas tropas, após ter se confrontado com as tropas da Divisão Militar da Guarda Real de Polícia (embrião da atual Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro), leais a D. Pedro.
Os liberais radicais mantinham-se ativos: por iniciativa de Gonçalves Ledo, uma representação foi dirigida a D. Pedro para expor a conveniência de se convocar uma Assembléia Constituinte. O Príncipe decretou a convocação em 13 de junho de 1822. A pressão popular levaria a convocação adiante, dando continuidade ao processo.
José Bonifácio resistiu à ideia de convocar a Constituinte, mas foi obrigado a aceitá-la. Procurou descaracterizá-la, propondo a eleição indireta, que acabou prevalecendo contra a vontade dos liberais radicais, que defendiam a eleição direta. Embora os conservadores tenham obtido o controle da situação e o texto da convocação da Constituinte apresentasse declarações favoráveis à permanência da união entre Brasil e Portugal, as Cortes de Lisboa insistiam: o Príncipe Regente deveria retornar imediatamente.


A declaração de Independência

No final de agosto de 1822, D. Pedro deslocou-se à província de São Paulo para acalmar a situação depois de uma rebelião contra José Bonifácio. Apesar de ter servido de instrumento dos interesses da aristocracia rural, à qual convinha a solução monárquica para a independência, não se deve desprezar os seus próprios interesses. O Príncipe tinha formação absolutista e por isso se opusera à Revolução do Porto, de caráter liberal. Da mesma forma, a política recolonizadora das Cortes desagradou à opinião pública brasileira. E foi nisso que se baseou a aliança entre D. Pedro e o "partido brasileiro". Assim, embora a independência do Brasil possa ser vista, objetivamente, como obra da aristocracia rural, é preciso considerar que teve início como compromisso entre o conservadorismo da aristocracia rural e o absolutismo do Príncipe.


Monumento à independência, no Parque da Independência, em São Paulo, o local onde foi proclamada a independência do Brasil.
Em 7 de Setembro, ao voltar de Santos, parado às margens do riacho Ipiranga, D. Pedro recebeu uma carta com ordens de seu pai para que voltasse para Portugal, se submetendo ao rei e às Cortes. Vieram juntas outras duas cartas, uma de José Bonifácio, que aconselhava D. Pedro a romper com Portugal, e a outra da esposa, Maria Leopoldina de Áustria, apoiando a decisão do ministro e advertindo: "O pomo está maduro, colhe-o já, senão apodrece".
Impelido pelas circunstâncias, D. Pedro pronunciou a famosa frase "Independência ou Morte!", rompendo os laços de união política com Portugal.
Culminando o longo processo da emancipação, a 12 de outubro de 1822, o Príncipe foi aclamado Imperador com o título de D. Pedro I, sendo coroado em 1 de dezembro na Capital.


A guerra da Independência

Consolidado o processo na região Sudeste do Brasil, a independência das demais regiões da América Portuguesa foi conquistada com relativa rapidez. Contribuiu para isso o apoio diplomático e financeiro da Grã-Bretanha. Sem um Exército e sem uma Marinha de Guerra, tornou-se necessário recrutar mercenários e oficiais estrangeiros para comandá-los, do mesmo modo que adquirir meios.
Desse modo, foi sufocada a resistência portuguesa na província da Bahia, na do Maranhão, na do Piauí e na do Pará.
O processo militar estava concluído já em 1823, restando encaminhar a negociação diplomática do reconhecimento da independência com as monarquias europeias.




Consequências

À semelhança do processo de independência de outros países latino-americanos, o de independência do Brasil preservou o status quo das elites agroexportadoras, que conservaram e ampliaram os seus privilégios políticos, econômicos e sociais.
Ao contrário do ideário do Iluminismo, e do que desejava, por exemplo, José Bonifácio de Andrada e Silva, a escravidão foi mantida, assim como os latifúndios, a produção de gêneros primários voltada para a exportação e o modelo de governo monárquico.
O Brasil negociou com a Grã-Bretanha e aceitou pagar indenizações de 2 milhões de libras esterlinas a Portugal. A Grã-Bretanha saiu lucrando, tendo início o endividamento externo do Brasil. Quando D. João VI retornou a Lisboa, por ordem das Cortes, levou todo o dinheiro que podia — calcula-se que 50 milhões de cruzados, apesar de ter deixado no Brasil a sua prataria e a enorme biblioteca, com obras raras que compõem hoje o acervo da Biblioteca Nacional. Em conseqüência da leva deste dinheiro para Portugal, o Banco do Brasil, fundado por D. João ainda 1808, veio a falir em 1829.


Considerações historiográficas

A data comemorada oficialmente para a Independência do Brasil é 7 de setembro de 1822, dia em que, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, o Príncipe Regente D. Pedro, ao receber a correspondência da Corte, teria proclamado o chamado "grito da Independência", à frente da sua escolta: "Independência ou Morte!"
Outras datas consideradas historiograficamente para o evento, embora menos populares, são a data da coroação do Imperador (1 de dezembro de 1822) ou mesmo a do reconhecimento da Independência por Portugal e pela Grã-Bretanha (29 de agosto de 1825). À época, em 1822, a data tomada como marco da Independência foi o 12 de outubro, dia do aniversário de Pedro I e de sua aclamação como imperador, conforme registrado pela historiadora Maria de Lourdes Viana Lyra, titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, e publicadas em 1995. A conclusão de seu estudo indica que o "grito" foi uma construção "a posteriori" e que acabou consolidado no quadro encomendado a Pedro Américo, produto da fértil imaginação do pintor, onde, entre outras incoerências, mostra D. Pedro cercado pela Guarda Imperial (os hoje chamados de Dragões da Independência), antes dele ser proclamado Imperador


Bibliografia


CALMON, Pedro. A Vida de D. Pedro II, o Rei Filósofo. Rio de Janeiro: Editora Biblioteca do Exército, 1975.
LEITE, Renato Lopes. Republicanos e Libertários: Pensadores Radicais no Rio de Janeiro (1822). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
LEITE, Renato Lopes. História da historiografia da Independência: apropriações do Sete de Setembro. Ensino e Pesquisa (União da Vitória), v. III, p. 34-50, 2007.
LIMA, Manuel de Oliveira. Dom João VI no Brazil (1808-1821). Rio de Janeiro: Editora Typ. Jornal do Commercio, 1908.
LIMA, Manuel de Oliveira. O Movimento da Independência. São Paulo: Editora Melhoramentos, 1972.
MALEBRA, Jurandir. A corte no exílio: civilização e poder no Brasil às vésperas da Independência. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
MALEBRA, Jurandir. (org.). A Independência brasileira: novas dimensões. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.
MELLO MORAES, A. J. de. A Independência do Império do Brasil. Rio de Janeiro: Typ. do Globo, 1877.
NABUCO, Joaquim. Um Estadista do Império. Companhia Editora Nacional, 1936.
OLIVEIRA, Cecília Helena de S.. A independência e a construção do império. São Paulo: Atual, 1995.
SOUZA, Octávio Tarquínio de. A Vida de D. Pedro I (3 v.). Rio de Janeiro: Editora Bibliex e Livraria José Olympio, 1972.
SOUZA, Octávio Tarquínio de. (org.). História dos fundadores do Império do Brasil (10 v.). Editora Itatiaia, várias datas.
TORRES, João Camilo de Oliveira. A Democracia Coroada. José Olympio, 1952.
PRADO JÚNIOR, Caio. Evolução política do Brasil: Colônia e Império. São Paulo: Brasiliense, 1988.


Filmografia

Independência ou Morte, filme de 1972 dirigido por Carlos Coimbra, comemorativo dos 150 anos da Independência do Brasil. Apresenta uma visão mítica da Independência, alimentando um ideal nacionalista heróico.
Carlota Joaquina, Princesa do Brasil, filme de 1995, dirigido por Carla Camurati. Apresenta uma visão burlesca sobre a vinda e a presença da Família Real e da Corte Portuguesa no Brasil.

http://independencia-do-brasil.blogspot.com.br/2012/08/historia-do-dia-da-independencia-do.html

DIA DA PÁTRIA - 7 DE SETEMBRO

DIA DA PÁTRIA - 7 DE SETEMBRO

Em 7 de setembro comemoramos a Independência do Brasil, abaixo seguem alguns textos e atividades coletados em alguns maravilhosos blogs educativos e em coleções didáticas:





















http://dani-alfabetizacaodivertida.blogspot.com.br/2011/08/dia-da-patria-7-de-setembro.html

7 DE SETEMBRO - ATIVIDADES E DESENHOS PARA COLORIR - INDEPENDÊNCIA

7 DE SETEMBRO - ATIVIDADES E DESENHOS PARA COLORIR - INDEPENDÊNCIA

Atividades e desenhos - 7 de setembro - Dia da Independência










http://www.portalescolar.net/2011/07/7-de-setembro-50-atividades-e-desenhos.html

Independência do Brasil

Independência do Brasil

A Independência do Brasil

Antes de partir para Portugal, Dom João VI esvaziou os cofres do Banco do Brasil, levando quase todo o ouro para Portugal e deixou Dom Pedro como príncipe regente.
Os portugueses, porém, não gostaram da permanência de Dom Pedro no Brasil, pois queriam que o Brasil voltasse à posição de colônia.
Os brasileiros elaboraram, então, um documento, assinado por milhares de pessoas, pedindo a sua permanência no Brasil. Dom Pedro se mostrou favorável à solicitação:
- Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico.
Esta declaração de Dom Pedro foi feita no dia 09 de janeiro de 1822, data que ficou conhecida como o Dia do Fico.
Dias depois, Dom Pedro formou seu ministério, nomeando para ministro do Reino José Bonifácio de Andrada e Silva.
Como as ameaças de Portugal continuaram, Dom Pedro que fora controlar conflitos entre brasileiros e portugueses na província de São Paulo, anunciou, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, no dia 07 de setembro de 1822:
“Brasileiros, as cortes de Lisboa, querem escravizar-nos. De hoje em diante, nossas relações estão quebradas. Nenhum laço nos une mais, estamos separados de Portugal.”
Puxando a espada gritou:
Independência ou morte!
No dia 12 de outubro de 1822, Dom Pedro foi aclamado imperador do Brasil com o nome de Dom Pedro I.

1.Você concorda com a atitude de Dom João VI, ao esvaziar os cofres brasileiros, quando foi para Portugal? Por quê?

____________________________________________

____________________________________________

2. Na sua opinião, por que era interessante para Portugal transformar novamente o Brasil em colônia?

____________________________________________

____________________________________________

3.Quem foi nomeado por Dom Pedro como ministro do reino?

____________________________________________

4. O que Dom Pedro fazia em São Paulo quando gritou “Independência ou morte!”?

____________________________________________

____________________________________________

5. Em que dia, mês e ano foi declarada a Independência do Brasil?

____________________________________________

6. Quanto tempo faz que isso aconteceu?

____________________________________________






História: Questionário ( Copiar no caderno, respondendo )

1)- Com que fato começou a hitória da nossa Pátria?
2)- Quem descobriu o Brasil e em que data?
3)- Como eram os navios antigamente?
4)- A navegaçÔo era feita perto ou longe da terra?
5)- Que nomes o Brasil recebeu?
6)- Por que recebeu o nome de Brasil?
7)- Quem habitava o Brasil quando foi descoberto?
8)- Quem escreveu uma carta ao rei de Portugal dando a notícia do descobrimento da nova terra?
9)- Quando começa e até onde vai o período do Brasil Colônia?
10)- Qual o período que começa com a ProclamaçÔo da Independência e vai até a ProclamaçÔo da República?
11)- Que aconteceu depois do Descobrimento do Brasil?
12)- Que fez o rei de Portugal em 1530?
13)- Quem comandava essa expediçÔo e que trazia com ela?
14)- Como se chamou a povoaçÔo fundada por Martim Afonso de Sousa?
15)- Que fizeram os colonos?
16)- Quais as outra povoaç¨es fundadas por depois?
17)- Copie as frases separando as que se referem às expediç¨es exploradoras das que se referem às expediç¨es guardas-costas:
a)- Vieram em 1501 e em 1503.
b)- Combatiam os navios franceses que carregavam pau-brasil.
c)- NÔo conseguiram afastar os navios franceses do nosso litoral.
d)- Foram organizadas para conhecer melhor a terra descoberta.
e)- Foram as primeiras expediç¨es que vieram ao Brasil.
f)- Eram comandadas por CritóvÔo Jacques.
g)- Vieram em 1516 e em 1526.
18)- O que fez Dom JoÔo III para colonizar e povoar o Brasil?
19)- O que eram as capitanias?
20)- O que eram os donatários?
21)- Por que as capitanias eram hereditárias?
22)- Quantos eram as capitanias e quantos eram os donatários?
23)- Quais foram as dificuldades que os donatários enfrentaram?
24)- Quais foram as capitanias que prosperaram? Por quê?
25)- Complete as frases:
a)- As quinze .......................foram doadas a doze....
b)- Alguns..........................receberam duas ou mais..
c)- Os..............................enfrentaram muitas dificuldades.
26)- Faça um mapa do Brasil, colocando as capitanias hereditárias:

Mini Projeto Semana da Pátria

JUSTIFICATIVA:A comemoração da “SEMANA DA PÁTRIA”, representa uma importante fonte de estímulos ao civismo, propiciando assim, a oportunidade de:
formar na criança o conceito Pátria;
despertar o sentimento de patriotismo;
formar atitude de respeito aos símbolos do Brasil;
desenvolver a compreensão do passado histórico e da significação da data “ Sete de Setembro”.
OBJETIVOS:
Compreender a razão dos festejos da Semana da Pátria;
Refletir sobre o que é ser patriota;
Comemorar as datas cívicas do nosso país;
Incentivar o amor à Pátria;
Conhecer melhor a nossa história;
Valorizar os símbolos da nossa Pátria;
Identificar os símbolos nacionais;
Reconhecer a Bandeira como símbolo da Pátria;
Conhecer e valorizar os direitos e deveres de todos nós, cidadãos;
Valorizar a escola como participante de grandeza da Pátria;
Despertar o civismo e o senso crítico através dos conteúdos propostos pelo Hino Nacional;

SUGESTÕES DE ATIVIDADES: Conversas, debates e discussões sobre:
o que é Pátria;
o que aconteceu no dia 7 de setembro;
a figura de D.Pedro I;
os símbolos da Pátria: a Bandeira, as Armas, o Selo, Hino;
o grito da Independência;
a vida no Brasil antes e depois da Independência;
Textos informativos, literários, poéticos;
Textos coletivos;
Álbum;
Vídeos;
Hinos: Nacional, da Independência;
Pesquisas;
Cartazes de fatos da época alusivos ao fato histórico;
Linha de tempo do Descobrimento à Independência, da Independência aos dias atuais;
Jogral;
Dramatização;
Poemas e diálogos de temas nacionais;
Mural de notícias de jornais e revistas sobre a data cívica;
Uso de mapas para a localização do Brasil;
Confecção dos Símbolos Nacionais (pintura, desenho, recorte e colagem);
Concurso de poesia;
Seleção de canções patrióticas e populares:
Canção do Soldado,
Eu te amo meu Brasil;
Confecção de: - bandeirinhas com as cores nacionais, - Bandeira do Brasil,
- cata-ventos, - estrelas e outras figuras-símbolo em verde e amarelo, distintivos em azul, branco, verde e amarelo, - viseiras para o desfile.

Informática: digitações no Word e ilustrações no Paint/Word.
Mural: "Vultos da História do Brasil"
Dividir a sala em grupos, sendo que cada um deles deverá pesquisar a biografia das pessoas mais importantes da Independência do Brasil e colocar no Mural "Vultos da História do Brasil".
Pesquisa: Propor às crianças que pesquisem nomes de pessoas que vêm elevando o nome do Brasil com seu trabalho, seja no esporte, artes, etc.
Produção Textual Lançar um concurso de produção de texto: "Brasil Pátria Querida". Pode-se confeccionar um livro reunindo todos os textos produzidos e ilustrados pelos alunos.
Sete de setembro, data tão festiva, foi a independência desta terra tão querida. É uma grande data para o meu Brasil , que hoje está liberto e cheio de encantos mil. Viva, viva, viva a independência do Brasil!

Gincana Para a Semana da Pátria
1.Cidadania se aprende com exercícios de participação. Uma gincana requer trabalho deequipe, envolvimento, que todos se integrem e participem ativamente.2. Cooperação: ter clareza de que as idéias que vão direcionar o trabalho não serão de competição, mas de cooperação. As tarefas terão esse objetivo.3. Aprender brincando: o que se deseja é favorecer o envolvimento da comunidade (crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos) em torno de uma busca comum: crescer na consciência de que é cidadão quem participa e se envolve.4. Indignação geradora de transformação: a indignação dos descontentes não pode ficar sufocada, mas gerar energia para buscar mudanças, para decidir a lutar e trabalhar coletivamente pelas mudanças que se deseja. Entender indignação como sinônimo de trabalho ativo e não de algo desordenado.Pontuação e premiação:Ao contrário de estimular a competição, estimular a cooperação e a alegria da participação. Exemplo: pontuar pelas atitudes: a equipe que mais movimentou pessoas, que demonstrou mais alegria, criatividade. Prêmio: Exemplo: as equipes recebem sementes para serem plantadas ao final da gincana.Exemplo de tarefas1 - Montagem das equipes (mistas, integrando idades)2 - Escolha dos nomes – algo ligado ao espírito da gincana (consciência, união, solidariedade, cooperação, respeito, amizade...).3 - Exemplos de tarefas:- Entrevista com uma pessoa da comunidade, de mais ou menos 60 anos, para perguntar como era o voto no Brasil quando ela era jovem (com que idade era permitido votar, quem votava, que partidos existiam, como era o processo da eleição, o que havia de curioso...) e como isso evoluiu.- Montagem de dramatização a partir de uma música, retratando o Brasil que temos e o Brasil que queremos.- Fazer uma paródia de música conhecida, e nela falar sobre a importância do voto.- Criação de uma camiseta, com mensagem que fale de cidadania, participação.- Fazer um vídeo de cinco minutos com jovens de 16 anos, que vão votar pela primeira vez, falando de como estão se preparando para as eleições.- Gravar 10 minutos de um horário político e contar quantos partidos apareceram. Apresentar uma lista das propostas possíveis de se realizar e das que são só promessas.- Entrevistar uma ONG ou algum grupo da comunidade para conhecer qual trabalho social realiza e depois apresentar.- Encaminhar cinco crianças para fazerem o registro de nascimento.- Cada equipe organizar faixas, bandeiras e formar blocos com os excluídos da comunidade, dando voz àqueles que muitas vezes ficam esquecidos.

http://bancodeatividades.blogspot.com.br/2009/09/independencia-do-brasil.html