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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Como criar filhos vegetarianos ou veganos de forma saudável. É possível oferecer uma dieta composta apenas por alimentos de origem vegetal desde a fase da introdução dos sólidos. Mas isso requer planejamento e, principalmente, a supervisão do pediatra e do nutricionista.


Um projeto de lei proposto no início de agosto de 2016 pela italiana Elvira Savino, membro do partido conservador Forza Italia, ganhou repercussão mundo afora. A parlamentar pretende criminalizar pais que optarem por oferecer uma dieta vegana - restrita de carnes, lácteos, ovos e outros produtos de origem animal - aos seus filhos. O texto do projeto diz que pais e mães podem ser processados por alimentar suas crianças com "uma dieta desprovida de elementos essenciais à saúde e ao crescimento saudável". A regra valeria para meninos e meninas de até 16 anos de idade e a pena aos responsáveis chegaria a oito anos de prisão. 

A medida pode até ser drástica, mas ela não foi criada à toa. No último ano, três casos chocaram o país: o primeiro, em 2015, envolveu um bebê vegano de 11 meses que foi diagnosticado com subnutrição severa; o segundo estava relacionado a um garotinho de 1 ano e 2 meses que pesava o equivalente a um recém-nascido de 3 meses e cuja guarda foi retirada dos pais, que também eram adeptos dessa dieta; o terceiro e mais recente episódio, ocorrido em junho de 2016, foi de uma menina de 2 aninhos que foi para a UTI por deficiências de vitaminas e hemoglobina.
Mas calma: é inegável que esses relatos são gravíssimos, no entanto, será que esse é o destino de todos os pequenos que são introduzidos desde cedo a uma dieta vegana? Não. É possível, sim, oferecer aos baixinhos um menu baseado somente em vegetais. Só que isso requer muito planejamento e o acompanhamento próximo não só de um pediatra, mas também de um nutricionista. "Se a família opta por ter uma dieta restrita, a criança, como qualquer outra que tem uma restrição alimentar, pode ter um certo déficit nutricional. E é o nutricionista que vai alinhar o desejo dos pais à necessidade de crescimento e desenvolvimento do filho", observa a nutricionista Mariana Del Bosco, mestre em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Acontece que muitos pais que são adeptos de uma vida sem carne ou outros produtos de origem animal não buscam ajuda profissional e erram na hora de introduzir esse hábito alimentar na vida dos pequenos. "Um dos principais problemas é não incluir ingredientes que são fontes de nutrientes essenciais, como ferro e proteínas", alerta a pediatra Ana Escobar, professora da Faculdade de Medicina da USP.

Além disso, como se viu nos tristes casos ocorridos na Itália, não ter informação e orientação pode trazer sérias consequências ao desenvolvimento (e à vida) da criançada. A falta de proteínas, por exemplo, prejudica o crescimento dos pequenos. Já a ausência de ferro causa anemia, "um dos distúrbios que mais cresce no Brasil", segundo Ana Escobar. Quando se trata dos veganos, que não ingerem leite e derivados, o risco de ter um déficit de cálcio é grande. "É difícil atingir a quantidade necessária, porque é preciso comer muitos vegetais para chegar perto da recomendação diária", alerta o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, coordenador do Centro de Dificuldades Alimentares do Instituto PENSI do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo. E o resultado de ter poucas doses desse mineral no corpo é um crescimento ósseo defasado, o que pode levar não só a dificuldades para ganhar estatura, mas também a um maior risco de fraturas, por exemplo.

Os pais vegetarianos também podem pecar pelo excesso. Abusar de itens com muitas fibras, a exemplo dos farelos de cereais, abre portas para outros prejuízos à saúde da meninada. "A criança tem um estômago pequeno e precisa aproveitar ao máximo sua capacidade de ingestão. Se colocarmos um excesso de fibras, ela vai ficar saciada mais rápido, e aí pode haver uma redução na oferta de calorias que ela precisa", explica o nutricionista George Guimarães, especializado em nutrição vegetariana.

Vantagens

Apesar de todas essas ressalvas, esse modelo alimentar - quando feito sob orientação - tem muito a oferecer aos baixinhos. "Eles vão desenvolver o paladar para sabores mais diversos. Em relação à saúde, é uma alimentação isenta de colesterol e gorduras saturadas", destaca Guimarães. Esses benefícios contribuem não só para que a meninada aprenda a gostar do que é saudável, mas também para que doenças como diabetes e males cardiovasculares comecem a ser prevenidos já na infância.

O que não pode faltar

Saiba como obter, numa dieta livre de carne, os nutrientes essenciais ao crescimento do seu filho e que são encontrados, na maioria das vezes, em alimentos de origem animal.

haveseen/Thinkstock/Getty Images 
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PROTEÍNAS

Esse grupo que integra o time dos macronutrientes é essencial para garantir o crescimento dos pequenos. Para ter ideia, as proteínas participam da formação de tecidos como ossos e músculos, atuam no desenvolvimento cerebral e ainda ajudam a fortalecer o sistema imunológico e a manter a pressão arterial sob controle – só para citar alguns dos benefícios! Os alimentos de origem animal, em especial as carnes, são as principais fontes do nutriente. E isso não só por serem abarrotados dele, mas porque concentram proteínas de alto valor biológico – ou seja, que carregam os chamados aminoácidos essenciais, que não são produzidos pelo nosso corpo.

Mas também é possível obter proteínas de boa qualidade no reino vegetal. As leguminosas – que reúnem os feijões, a lentilha, a soja, o grão de bico e a quinoa, por exemplo – estão na lista dos alimentos que fornecem boas doses desse macronutriente. Também é possível encontrá-lo na família das oleaginosas, da qual fazem parte as nozes, castanhas e amêndoas.

CÁLCIO

Esse mineral é fundamental na infância e na adolescência. Afinal, ele é o maior responsável por garantir que os ossos da garotada cresçam firmes e fortes! As grandes fontes de cálcio são os lácteos, que incluem o leite e seus derivados – queijos, iogurtes e afins. Além de fornecerem boa parte da quantidade desse nutriente necessária aos pequenos, esses alimentos contêm um cálcio que é melhor absorvido pelo organismo, o que não acontece nas verduras e legumes.

Folhas verde-escuras, brócolis, leite de soja e gergelim contêm, sim, esse mineral. Só que em menor quantidade e, ao contrário dos lácteos, não é um nutriente facilmente aproveitável pelo corpo. Muitos vegetais apresentam altas doses de fibras e fitatos, elementos que atrapalham a absorção do cálcio. Portanto, os pais que pretendem manter os seus filhotes longe dos produtos provenientes da vaca devem consultar um nutricionista ou um nutrólogo. Esses profissionais vão dar dicas para garantir um maior aproveitamento desse mineral e avaliar a necessidade de suplementação, para que não falte nada aos pequenos.
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FERRO

Eis outro mineral que é de suma importância para a criançada e que tem como principais fontes as carnes. Elas carregam o chamado ferro heme, que é absorvido mais facilmente pelo organismo. Em doses adequadas, esse nutriente protege contra a anemia, dá energia para o corpo e aumenta a imunidade.

Nos itens de origem vegetal – especialmente nas leguminosas, nas amêndoas, nas frutas secas, nos grãos integrais e nas folhas verde-escuras – encontra-se o ferro não heme, que exerce as mesmas funções daquele proveniente dos animais, porém é de absorção mais difícil. A orientação de um nutricionista vai ajudar os papais e as mamães vegetarianos a encontrarem formas de melhorar o aproveitamento desse mineral. Uma dica já bastante conhecida, por exemplo, é combinar ingredientes ricos em ferro com outros cheios de vitamina C. Ao mesmo tempo, evite juntá-los aos lácteos, já que o cálcio dificulta que o ferro seja completamente assimilado. 

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VITAMINA B12

Esse é o único nutriente que só pode ser obtido em itens de origem animal. Os ovolactovegetarianos, que consomem ovos e leites, até conseguem consumir essa vitamina. Os veganos, no entanto, precisam suplementar. A B12 é essencial na formação do sistema nervoso central e age também no fortalecimento do sistema imune, no combate à anemia e na produção de energia para o corpo. Se você faz parte da corrente vegan, consulte o pediatra ou um nutricionista para saber a dose necessária de suplementação para o seu filho.

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ZINCO

Ele atua diretamente na formação das células, no aumento da imunidade, na saúde do coração e até no apetite! E também é encontrando principalmente nos alimentos que vêm dos animais. No reino vegetal, esse mineral está nas leguminosas, nas oleaginosas e nos cereais integrais. No entanto, o acompanhamento nutricional na infância vai dizer se é necessário suplementar.

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AMINOÁCIDOS ESSENCIAIS

Ao contrário dos aminoácidos naturais, sintetizados pelo próprio corpo humano, os essenciais nós não conseguimos produzir. Então, o jeito é obtê-los por meio da alimentação. Acontece que a fonte mais completa desses elementos fundamentais para a produção de proteínas no nosso organismo são, mais uma vez, os itens de origem animal. Isso porque eles garantem todos os aminoácidos essenciais juntos, em um único "pacote".

No caso dos vegetais, contudo, eles estão presentes em diferentes alimentos. Por exemplo: o arroz é rico em um aminoácido chamado metionina, e o feijão, em lisina. Ambos são imprescindíveis para o crescimento das crianças e para a manutenção da boa saúde dos adultos. Então, quem não come carne, precisa se atentar a essas combinações a fim não ficar com um déficit proteico. Para garantir que esse não seja o caso do seu pequeno, mais uma vez, vale o conselho: consulte um especialista em nutrição!

Check-up nas mamães

As mulheres que são vegetarianas ou veganas e que têm uma alimentação variada e balanceada dificilmente terão algum desequilíbrio nutricional. Mesmo assim, durante a gravidez e a lactação, é importante checar se está tudo em ordem e se é necessário suplementar algum nutriente. É o corpo da mãe, no fim das contas, que vai garantir ao bebê tudo o que ele precisa para se formar e crescer cheio de saúde.

O valor do leite materno

Independentemente de a mãe consumir ou não carne, esse é o alimento mais completo que existe. Tanto que, até os 6 meses de vida, a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que os bebês se alimentem exclusivamente de leite materno. Depois, ele deve ser complementado por outros alimentos até os 2 anos ou mais, pois só a amamentação já não é mais suficiente para suprir as necessidades nutricionais da crianças.

Vida social dos pequenos sem carne

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Como garantir que o cardápio dos pequenos vegetarianos ou veganos seja respeitado fora de casa? Bom, na escolinha, a orientação dos especialistas é estar bem próximo da instituição. "Essas famílias precisam conversar com a escola para que ela possa se preparar", aconselha Mariana Del Bosco. Quando se trata de festinhas infantis, os baixinhos que ingerem ovos e leite não devem ter tantos problemas. A coisa complica para os que excluem esses ingredientes da alimentação. "Em geral, os pais vão levar algo diferente para essa criança", conta George Guimarães. Nas comemorações em família, no entanto, fica mais fácil preparar uma parte dos salgadinhos e docinhos sem qualquer ingrediente de origem animal.

Escolhas próprias

E se, lá na frente, o bebê que aprendeu a não comer carne desde cedo quiser experimentar um bifinho ou um filé de frango? Essa é uma decisão muito particular de cada família, é claro. Mas muitos defendem que, apesar de suas convicções, pais e mães deveriam permitir que os pequenos tenham suas vivências. "A criança também tem direito de fazer as suas próprias escolhas. Então, os pais têm que ter clareza de oferecer aos filhos todas as opções possíveis e deixar que elas façam as suas escolhas dentro dos limites do saudável", opina a pediatra Ana Escobar.

http://mdemulher.abril.com.br/saude/bebe/como-criar-filhos-vegetarianos-ou-veganos-de-forma-saudavel

10 perguntas respondidas sobre DIU, SIU e implante subcutâneo. Os chamados métodos contraceptivos de longa duração são alternativas boas para quem prefere algo que não precise lembrar com frequência e quer esperar para engravidar.


Para quem planeja a maternidade a longo prazo, os métodos contraceptivos são os principais aliados. Hoje em dia, existem muitos tipos - com ou sem hormônios -, além de se encaixarem em cada necessidade de cada mulher. Chamados de métodos de longa ação, estes são os que têm maior durabilidade quando comparado aos outros - e essa é a principal vantagem.
1. O que são esses contraceptivos?
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A sigla em inglês LARCs (Long Acting Reversible Contraception), significacontracepção reversível de longa duração em português, sendo métodos anticoncepcionais que podem durar anos no corpo, sem necessidade de troca. "Eles oferecem contracepção por muito mais tempo sem exigir compromisso periódico e permitem o retorno da fertilidade depois da sua retirada, geralmente após a próxima menstruação", afirma a ginecologista Cristina Guazzelli, professora da Escola Paulista de Medicina (UNIFESP).
Atualmente, existem três tipos que se encaixam nesse perfil:
  • Implante subcutâneo
"É um bastonete de 4 cm de comprimento, produzido por um material plástico especial - chamado EVA (etileno vinil acetato) - flexível e estéril. Contém em sua composição um hormônio sintético, chamado etonogestrel, que já é muito utilizado nas pílulas anticoncepcionais", explica Cristina.
  • Dispositivo Intrauterino (DIU) e Sistema Intrauterino (SIU)
No Brasil, esse contraceptivo é inserido dentro do útero e pode ser de dois tipos: o DIU, que é feito de cobre e não tem hormônios, e o SIU, a versão com progesterona.
2. Como são usados?
A principal diferença desses métodos é que eles não precisam ser ingeridos e/ou trocados de em períodos curtos, pois ficam dentro do corpo. "O implante é inserido no braço não dominante, embaixo da pele. Tanto o DIU de cobre quanto o SIU são colocados dentro do útero, na cavidade intrauterina. O procedimento para qualquer um dos métodos é simples, rápido e costuma ser realizado no consultório médico", conta a ginecologista.
Atenção: este vídeo pode ser incômodo para algumas pessoas.
3. Como eles agem no corpo?
A médica explica que o implante, que contém o hormônio progesterona, libera-o gradualmente no organismo, tendo como função inibir a ovulação, garantindo, assim, a contracepção e prevenindo a gravidez. Já o os dispositivos transformam o útero em um ambiente hostil aos espermatozoides, evitando a chegada dos mesmos até as trompas - local onde ocorre a fecundação do óvulo maduro, quando há a ovulação.
"O DIU com cobre, que é um metal tem ação espermaticida, isto é, destrói os espermatozoides, impedindo sua penetração no útero. Já o DIU com hormônio libera a progesterona no útero gradualmente. Esse hormônio altera a secreção do colo uterino impedindo e dificultando a penetração dos espermatozoides", ensina.
4. Quanto tempo duram?
O implante tem ação por até três anos, enquanto o DIU com cobre age por até 10 anos e o SIU por até cinco anos.
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Reprodução/Giphy
5. Qual a taxa de eficácia dos métodos?
O fato de não exigirem uma ação diária ou regular da usuária garante uma eficácia maior quando comparados com os outros contraceptivos, principalmente no chamado uso típico. "Nenhum método contraceptivo é 100% eficaz, mas as taxas de falha dos LARCs são realmente baixas, quando analisamos a eficácia dos métodos. A eficácia teórica destes métodos é muito parecida com a eficácia da vida real (uso típico)", pontua Cristina.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o implante é o método com as menores taxas de falha (0,05% nos usos típico e perfeito), junto com o SIU (0,2%) e o DIU de cobre (0,8%).
  • DIU de cobre: uma gravidez em cada 125 mulheres que utilizaram o método durante um ano;
  • DIU com hormônio: uma gravidez em cada 500 mulheres que utilizaram o método durante um ano.
  • Implante: uma gravidez em cada 2.000 mulheres que utilizaram o método durante um ano.
Se você comparar com os outros métodos, por vezes mais conhecidos e utilizados, fica mais nítida a diferença: "A taxa de falha média no uso típico da camisinha é de 18 a 21 gravidezes por um ano em cada 100 mulheres e da pílula hormonal 9 gravidezes em cada 100 mulheres que usaram o método."
6. Quem pode usá-los?
"A princípio, todas as mulheres que desejam podem utilizá-los. Há poucas situações em que os LARCs são contraindicados, por isso há necessidade de avaliação médica. Por não terem estrogênio, geralmente, podem ser usados por mulheres que estão amamentando ou por aquelas que tem contraindicação para o uso do estrogênio", explica Cristina. No entanto, ela ressalta a importância de ter orientação médica, com informações sobre todos os tipos de anticoncepcionais, riscos, benefícios e avaliação de necessidades e preferências.
7. Como eles interferem na menstruação?
A ginecologista conta que, nos métodos hormonais dos LARCs (implante e DIU com levonorgestrel), pode haver, sim, uma alteração no sangramento, que se torna irregular e tende a diminuição com o tempo.
"Após quatro até seis meses, algumas mulheres podem apresentar redução ou ficar sem sangrar, enquanto outras podem permanecer menstruando normalmente e, em alguns poucos casos, ter pequenos sangramentos prolongados (mancha na calcinha). No entanto, isso não afeta a eficácia do método ou gera qualquer risco para a saúde", pontua.
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Reprodução/Giphy
8. Podem afetar a fertilidade?
"O uso de qualquer um deles é reversível, ou seja, pode ser interrompido se houver o desejo pela maternidade em qualquer momento. Quando retirados, ocorre o retorno da fertilidade preexistente imediatamente ou logo após não importando por quanto tempo a pessoa utilizou o método", reitera Cristina. Isso quer dizer que, se a paciente não tiver outros fatores clínicos que possam dificultar a gravidez, não há alteração da fertilidade, permitindo que a mulher engravide após a próxima menstruação.
9. Dá para colocar pelo SUS?
De acordo com o ginecologista e professor da UNICAMP, Luís Bahamondes, apenas o DIU de cobre pode ser colocado pelo sistema público de saúde, em qualquer posto. Tanto implante quanto o SIU-LNG (DIU com hormônio) estão disponíveis em alguns lugares, como na própria UNICAMP, em Campinas.
10. Há risco de trombose com esses métodos?
O médico afirma que não há o mesmo risco em relação aos outros métodos hormonais, pois, mesmo o SIU, não possui o estrogênio - o grande vilão que aumenta a chance de ter trombose com o uso de anticoncepcional.
É IMPORTANTE LEMBRAR QUE A CAMISINHA (MASCULINA OU FEMININA) É O ÚNICO MÉTODO QUE PREVINE AS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS.
http://mdemulher.abril.com.br/saude/m-trends/perguntas-respondidas-sobre-diu-siu-e-implante-subcutaneo 

Embutidos escondem ingredientes perigosos? Saiba se é justo esses alimentos carregarem uma baita reputação negativa.

Saúde responde tudo: dieta e câncer

Há razão, sim, para esses alimentos receberem críticas péssimas por aí.Salames, linguiças processadas e salsichas, além de serem produzidos com cortes gordos, passam por todo um processo para preservar a cor e o sabor. E com isso ganham componentes que podem estimular a multiplicação descontrolada das células. Os conservantes como nitritos e nitratos são alguns deles. O que poderia ser caracterizado como suspeita se confirmou numa investigação feita na Universidade de Leeds, na Inglaterra. Depois de acompanhar 35 mil mulheres ao longo de oito anos, os pesquisadores concluíram: se comer carne vermelha já acelerava o perigo do câncer de mama, o risco era ainda maior entre aquelas que se renderam às versões processadas do alimento, incluindo na lista hambúrgueres e tortas prontas.

http://mdemulher.abril.com.br/saude/saude-e-vital/embutidos-escondem-ingredientes-perigosos

A cura do Alzheimer pode estar próxima depois dessa descoberta. Injeções de um determinado anticorpo se mostraram eficazes em diminuir – e até remover – do cérebro as placas de proteínas que acompanham a doença.

Senhora idosa sentada e sorrindo no gramado

A comunidade científica está cada vez mais perto de identificar uma terapia que cure o mal de Alzheimer. O maior avanço na área ganhou a capa da última edição da prestigiada revista científica Nature e foi desenvolvido em conjunto entre a empresa de biotecnologia Biogen, o Hospital Butler, em Providence, nos Estados Unidos, e o Instituto para Medicina Regenerativa da Universidade de Zurique, na Suíça. No estudo, os pesquisadores injetaram um anticorpo específico em pacientes em estágios iniciais da doença.
Depois de cerca de um ano de injeções mensais, o anticorpo se mostrou capaz de diminuir, e até eliminar, as placas da proteína beta-amiloide, que se acumula no cérebro dos pacientes e afeta os neurônios. Ainda não se sabe se o acúmulo da proteína causa a doença ou é uma consequência do mal já instalado, mas sua eliminação é um caminho muito importante tanto para a cura como a prevenção.
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"Os resultados do estudo clínico nos deixaram otimistas de que, potencialmente, daremos um grande passo à frente no tratamento do Alzheimer", disse Roger Nitsch, professor do instituto sueco e supervisor do trabalho, à Nature. "O efeito do anticorpo é muito impressionante e seu resultado depende da dosagem e da duração do tratamento. No grupo de alta dosagem, a beta-amiloide desapareceu quase que por completo." Os testes foram feitos com 165 pessoas e fazem parte de uma segunda fase experimental do estudo - a primeira foi feita em laboratório, o que incluiu testes em animais. A pesquisa vai continuar a ser aprofundada pelo menos até 2020.

http://mdemulher.abril.com.br/saude/claudia/a-cura-do-alzheimer-pode-estar-proxima

Chia, uma poderosa fonte de fibras. O alimento também é rico em ômega-3 e tem propriedades anti-inflamatórias

chia

Salvia hispanica é o nome oficial dessa sementinha, que vem conquistando aos poucos popularidade no Brasil. Porém, sua reputação começou a ser construída lá atrás, já que fazia parte da dieta dos povos pré-colombianos, como maias e astecas. "A chia é uma excelente fonte de proteínas. Nesse aspecto, é semelhante à ervilha, à lentilha e ao grão-de-bico", informa a nutricionista Glorimar Rosa, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Dentro dos minúsculos grãos há também um teor elevado de fibras. Por causa dessas substâncias, o alimento estimula a saciedade e impulsiona o funcionamento do intestino. Em estudo da Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, cobaias alimentadas com a semente ou sua farinha apresentaram um acréscimo de 150% na quantidade de fezes eliminadas do corpo. "Acreditamos que os mesmos efeitos possam ser observados em seres humanos", diz a nutricionista Sandra Soares Melo, professora da instituição. Agora, segundo Glorimar, o grande atrativo da semente é o equilíbrio entre as gorduras ômega-3 e ômega-6, que lhe confere propriedades anti-inflamatórias. Vale lembrar que a alimentação habitual do brasileiro é carregada basicamente de ômega-6 — e o desbalanço ameaça as artérias. "A chia apresenta cinco vezes mais ômega-3 do que 6, uma proporção ótima", destaca Glorimar.
Vai um sagu?
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Sabia que, em contato com a água, a chia vira um gel? "A semente cresce cerca de 15 vezes", calcula Sandra. Dá para aproveitar essa característica e preparar um sagu. Para isso, misture 1 colher de sopa da semente com 100 mililitros desuco de uva integral e deixe na geladeira por umas quatro horas. Também é possível botar os grãos em iogurtes, saladas e na comida — seu sabor é bem suave.
Também tem farinha
Na verdade, triturar a semente até facilita a absorção de seus compostos do bem. "Para assegurar o melhor aproveitamento do alimento, consuma a farinha após o processamento", orienta Glorimar. Se preferir, use-a na receita de pães, biscoitos e bolos.
http://mdemulher.abril.com.br/saude/saude-e-vital/chia-uma-poderosa-fonte-de-fibras

Como ensinar noções de segurança para uma criança pequena. A responsabilidade é dos pais, mas algumas dicas podem tornar os filhos mais cuidadosos.

Criança em perigo
O sonho de qualquer pai é que o filho viva com segurança. Seja enquanto está dentro de casa pulando do sofá, seja quando está lidando com estranhos no mundo lá fora. A preocupação é justificada quando observamos os dados sobre a infância no Brasil. Segundo a ONG Criança Segura, os acidentes domésticos são a principal causa de morte de crianças entre 1 e 14 anos. Já as estatísticas da Associação Brasileira de Busca e Defesa a Crianças Desaparecidas mostram que são mais de 50 mil crianças e adolescentes desaparecidos no Brasil. Muitos deles sequestrados.
Não é o caso de passar a criar o filho numa redoma de vidro, mas algumas atitudes podem deixar a família mais tranquila. Mesmo sendo pequenas, as crianças conseguem assimilar algumas noções de segurança quando ensinadas da maneira correta e em uma linguagem compreensível para a idade delas. Conversamos com especialistas para descobrir as melhores dicas.
1. A responsabilidade é sua
Antes de mais nada, um alerta importante: ensinar essas noções ao filho não tira a sua responsabilidade como pai de mantê-lo seguro. Ao saber onde estão os perigos, ele poderá de fato ser mais cuidadoso, mas isso não é uma garantia contra os acidentes. "A responsabilidade pela integridade física e emocional da criança é dos pais. É um grande erro transferir isso a ela", alerta Alessandra François, coordenadora nacional da ONG Criança Segura.
2. Como falar com a criança
A melhor maneira de ensinar noções de segurança a uma criança pequena é usar exemplos que tenham coerência com o dia a dia dela. Ao explicar, por exemplo, que ela não deve aceitar balas de um desconhecido, diga que ela poderá ter uma dor de barriga horrível, já que ele não sabe encontrar as melhores balas, como a mamãe. A ideia é informar, e não amedrontar a criança.
Foi essa a maneira escolhida pela escritora Aline Angeli, autora de O Livro das Emergências - O Que Toda Criança Esperta Precisa Saber Sobre Segurança. "No livro, a criança não é 'ameaçada' e é nem vítima de um mundo perigoso. Não tem lição de moral. Ela só é estimulada a ser mais esperta e inteligente do que as armadilhas montadas pelo perigo. Elas se sentem fortes, poderosas, e não assustadas", diz Aline. "A maioria das crianças compreende a noção de que o perigo se esconde em algumas situações, e acredito que vale a pena, sim, apresentar conceitos como o de acidentes caseiros e problemas com estranhos para elas o quanto antes. É preciso treinar com os pequenos o desfecho para situações de emergência, como saber o número do telefone de casa caso se percam na rua", continua Aline.
As explicações devem ser dadas por inteiro ("Se você cair da janela, vai se machucar, terá muitos dodóis e não poderá mais ficar com o papai e a mamãe"). Do contrário, corre-se o risco de a criança ficar curiosa sobre o desfecho e fazer exatamente o que não pode só para saber o que acontece. E dê um tempo para ela absorver a explicação. Dependendo da idade e do desenvolvimento, o pequeno precisará de mais conversas. Como tudo o que se relaciona à educação infantil, o segredo é a repetição. Explique muitas vezes, e sempre que for necessário. Não será da primeira vez que a criança entenderá e agirá como você quer.
Quando algo ocorrer, se ela realmente cair do sofá ou acompanhar outra pessoa até a lanchonete sem avisá-la, não grite, não berre. Converse. A criança tem de sentir que há uma parceria entre vocês. "Se ficar com medo e perder a confiança nos pais, ela nunca mais vai contar o que fez. Tem de haver uma cumplicidade para que os filhos falem sobre o que aconteceu", explica Glauce Assunção, psicóloga e neuropsicóloga do Hospital São Camilo/Santana, em São Paulo. Equilibre a bronca para manter o canal de comunicação aberto.
3. Como lidar com pessoas estranhas
Não se engane. Mesmo crianças que costumam "estranhar" quem não conhecem vão seguir um desconhecido se ele oferecer um brinquedo ou um doce. Crianças são crianças! E tendem a achar que adultos são sinônimos de segurança. Os pais precisam explicar, de forma equilibrada, que nem todo mundo é legal, que algumas pessoas são "bobas", podem bater, deixar a criança sem comida, roubar seus brinquedos e por aí vai. Procure ser o mais claro possível. Não fale em bicho-papão e homem-do-saco.
Diga que se trata de um homem ou mulher ruins que podem levá-la para longe da mamãe. Por isso, não se deve aceitar nada de alguém que não se conhece e muito menos acompanhar essa pessoa a algum lugar. E, mesmo em situações nas quais é a mãe de um amiguinho ou uma tia que convida para sair, é necessário que ele avise a mamãe ou o papai. Nesses casos, é claro que a intenção do outro adulto geralmente é boa: ajudar e distrair a criança em determinadas situações. Mas você deve sempre saber onde e com quem seu filho está. Não é necessário incutir medo na criança, mas ela deve saber que não é bom sair sem avisar os pais.
Na lista das explicações a respeito do contato com pessoas estranhas, entra também um alerta sobre ser tocado por elas. O assunto é bem delicado, mas necessário. Vale mostrar que um carinho na cabeça é aceitável, mas que, no restante do corpo, é melhor que apenas papai e mamãe tenham acesso. Fale isso de forma tranquila, do mesmo modo que explica sobre o perigo de dedos na tomada. Crianças pequenas não têm malícia e vão encarar a explicação de forma mais prática do que você imagina.
Oriente seu filho para gritar bem alto se um estranho tentar levá-lo à força. A melhor frase para usar é "Esse não é o meu pai, socorro!". Ele deve fazer isso mesmo que o tal adulto peça para que fique quietinho. É importante que os pais sempre tenham a confiança da criança para ensinar que, se alguém ameaçá-la dizendo “não conte isso para os seus pais”, ela faça exatamente o contrário e nunca guarde segredos.
4. O que fazer quando se perder
Perder uma criança em locais públicos é muito mais comum do que se imagina. Elas correm para todos os lados, se confundem com a multidão. Um momento de distração e você a perde de vista. Não adianta ficar ameaçando o pequeno a nunca mais sair de casa caso não pare quieto. O melhor é prevenir. A partir de 3 anos de idade, dependendo do desenvolvimento de seu filho, ele já conseguirá decorar o número do telefone de casa. Treine bastante. Ele vai adorar e se sentir importante. Antes disso, crianças devem sair sempre com um cartãozinho com o nome e telefone dos pais. Mostre que o cartão estará no bolso da roupa e, caso ela se perca, deve mostrá-lo a alguém.
Mas quem? Aí está o segredo. Não é qualquer pessoa. Sempre oriente seu filho a procurar: a mãe ou pai de outra criança, um guarda/policial/segurança (é fácil para ela identificar o uniforme) ou alguém que trabalhe dentro de uma loja ou restaurante – de preferência no caixa para não ter erro. Diga que essas pessoas poderão ajudá-la a encontrar você novamente. Também é importante pedir que ela não saia da área onde se perdeu, pois você estará procurando por ali.
Caso se perca no shopping, combine que ninguém saíra do local. Se possível, ela não deve nem andar pelas escadas e continuar no mesmo andar, assim será mais fácil encontrá-la. Aqui valem as mesmas regras sobre pedir ajuda. Explique, por exemplo, que ela pode entrar na loja de brinquedo (as mais conhecidas das crianças) e conversar com uma vendedora. Outra dica bacana, dependendo da capacidade de entendimento da criança, é combinar um local ao qual ela deve ir caso se perca. Pode ser sua loja de fast-food preferida ou aquela doceria onde existe um sorvete delicioso – são informações visuais que a criança é capaz de guardar por associação.
Na rua, vale ressaltar o perigo dos carros e orientar para que fique na calçada. Ou, melhor ainda, que entre em um local como uma loja, restaurante, padaria, prédio, onde ficará mais segura e poderá pedir auxílio. Já na praia, o melhor é explicar o perigo de tentar entrar na água caso se veja sozinha. Não é ali que ela deve procurar os pais. Fale que, apesar de bonito, o mar pode ser bem chato com as crianças, pois pode tentar arrastá-las para o fundo e fazer muitos dodóis. Avise que isso acontece também com quem sabe nadar. Por isso, ele deve ficar na areia, perto do lugar onde viu os pais pela última vez. E deve procurar ajuda com outras famílias que estiverem por perto. Ou, se a praia tiver pontos de salva-vidas e informações, geralmente sinalizados com bandeiras bem vistosas, ensine-a a ir até lá. Em hipótese nenhuma ela deve acompanhar estranhos que não sejam o pai ou a mãe de outra criança ou que não estiverem uniformizados.
Finalize as explicações mostrando que o melhor mesmo é ficar sempre ao lado dos pais para nada disso acontecer e estragar o passeio. E, caso a criança se perca, quando achá-la, segure a ansiedade, dê bronca, mas não grite. Respire, mostre o quanto ficou preocupado e, caso ela tenha seguido algumas das suas orientações, elogie o seu desempenho. Mas deixe claro que aquilo foi ruim e não deve acontecer novamente.
5. Cuidados que elas devem ter na rua
Perder-se na multidão enquanto anda na rua não é o único problema que pode ocorrer com crianças. Infelizmente, os atropelamentos são a segunda causa de morte infantil no Brasil, segundo a ONG Criança Segura. A explicação é simples: até os 10 anos, o pequeno não tem noção de tempo nem de espaço e não desenvolveu a visão periférica. Fica confuso. Quando vê um carro e um caminhão vindo em sua direção, por exemplo, sempre achará que o último, em razão do tamanho, está mais perto. Mesmo que o carro esteja mais rápido. Ela é incapaz de planejar o ato de atravessar uma rua, que exige observar a calçada lá na frente, ter noção de quanto tempo demora alcançá-la e, ao mesmo tempo, calcular a distância e a velocidade dos carros, muitas vezes vindos de sentidos opostos.
Complicado, né? Ela vai ter de crescer e praticar muito para fazer tudo isso sozinha. Até lá, só deve andar na rua acompanhada! E de mãos dadas com o adulto, que deve segurá-la de preferência pelo pulso – mais difícil de escorregar caso ela resolva sair correndo. Com frequência, os pequenos respeitam os adultos até a metade da rua e, depois, achando que não vem mais nenhum carro, soltam a mão e atravessam o restante correndo sozinhos. Não deixe que seu filho se acostume a fazer isso.
Hoje em dia, as calçadas também andam perigosas. Quase todo comércio tem estacionamento na frente e os portões das garagens de prédios aumentam a cada dia. Carros entram e saem a todo momento. Por isso, a mão dada também vale para a calçada.
6. Como se comportar em parques e playgrounds
Os perigos aqui são dois. Primeiro, é bom a criança ter a noção de que brinquedos quebrados, escorregadores com pontas soltas e trepa-trepa faltando partes podem machucar. E isso vai doer muito. A responsabilidade de verificar o estado de manutenção do parque é dos pais, mas a criança pode ajudar avisando quando notar algum problema. Mostre também que cada brinquedo funciona de um jeito, e será legal se isso for respeitado. Por isso, tentar pular do escorregar ou escorregar no trepa-trepa pode doer e acabar com a brincadeira. A ideia não é cercear a criança, mas orientá-la e diminuir o risco de acidentes.
Outro assunto importante, principalmente quando se trata de playgrounds de prédios, é você acompanhar de perto o que está acontecendo. O ideal é nunca deixar a criança sozinha nesses lugares, mesmo que tenha um grupinho de mães por ali, já que nem sempre é possível prever quando elas sairão do lugar. Explique para seu filho que, caso você não esteja por perto, ele não deve sair do playground. Não pode sair do prédio – isso pode ser combinado com o porteiro, mas lembrando que ele não é responsável por tomar conta da criança – e não deve ir ao apartamento de outra pessoa sem avisar você. Explique que ele também não gostaria se você saísse e não avisasse nada. Quer ir à casa do amiguinho? Interfone para os pais e pergunte se pode. Ele tem de fazer isso mesmo que os pais do amigo digam que está tudo bem.
7. As armadilhas dentro de casa
É impressionante como uma casa pode ser perigosa para uma criança pequena. Há móveis altos, cantos de mesa, tomadas, acessórios de cozinha, produtos de limpeza, remédios, pisos escorregadios ou muito ásperos, portas pesadas, janelas sem rede, fornos quentes, vasos sanitários, tapetes que escorregam... A lista não acaba. O jeito é ir mostrando como cada coisa, se usada da forma errada, pode causar dodói e impedir que a criança possa brincar durante um tempo. E explique tudo, com começo, meio e fim.
Dependendo da idade do seu filho, não adianta, por exemplo, simplesmente guardar os remédios em lugares altos. Ele ficará curioso e arrastará uma cadeira para alcançar. Diga que, à medida que ele for crescendo, aprenderá a lidar melhor com tudo aquilo e os riscos de perigo irão diminuir – mas não acabar. Aproveite seus próprios acidentes, como um corte na hora de picar legumes, uma queimadura ao tirar o bolo do forno e até um tropeço, para exemplificar que aquilo pode doer e não é legal. Nada disso fará a criança se esquecer do quanto é gostoso pular do sofá ou xeretar na gaveta dos acessórios de cozinha. Afinal, são crianças e você é quem tem de ficar de olho. Mas, com o tempo e muita explicação, elas podem ficar um pouco mais cuidadosas.
Uma ótima ideia, quando falamos de segurança em casa, é ensinar o número de telefone da polícia para a criança. O 190 é um número fácil de decorar e achar no teclado. Explique que se trata de algo muito sério, um telefone especial que não deve ser usado à toa. Mas tem de ser discado se: um adulto pedir, mamãe, papai ou quem estiver cuidando dele desmaiar, pegar fogo em algum lugar, um desconhecido tentar entrar na casa. Se conseguir dizer o endereço para quem atender, melhor ainda. Acredite: crianças e adultos já foram salvos por essa pequena atitude.

http://mdemulher.abril.com.br/familia/bebe/como-ensinar-nocoes-de-seguranca-para-uma-crianca-pequena

O seguro de roubo de sua moto...

Carro e moto furtos têm se tornado um grande problema em todo o mundo. Se sua moto for roubado, você pode nunca ver de novo, porque os ladrões vão tira-lo para vender as peças mais rapidamente.

Você pode impedir que sua moto seja roubada por mantê-lo em uma garagem.


Se a sua garagem está equipada com um sistema de alarme, em seguida, ele deve ser seguro. Realmente não importa onde você segurá-lo, mas ele deve ser fechado e ter um fechamento seguro e sólido.



Mas mesmo que ele não é fisicamente protegido, a melhor maneira de protegê-lo é comprar uma apólice de seguro. Se roubado e segurado, a seguradora irá substituir o roubou moto, ou reembolsar o seu valor.

Uma coisa muito importante é ver como a companhia de seguros é o processamento de solicitações. Eles prestam atenção aos detalhes e você pode ser enganado por alguns.Preencher uma reclamação pode ser um pesadelo. Saiba o que sua companhia de seguros quer é de você. Quais são as informações que necessitam. Se você concluir o pedido corretamente e fornecer os documentos complementares, desde o início, então você não deve ter nenhum problema.


http://pt.mustknowhow.com/seguro/o-seguro-de-roubo-de-sua-moto

Formas de seguro de carro

Seguros de automóveis são muito caros, sem mencionar as despesas extras que geralmente ocorrem, como os custos de manutenção, despesas de reparação, MOT, impostos de circulação, etc É por isso que é muito importante que você saiba o quanto você pode sobre seguros antes de ir para uma empresa de seguros agente. Obtendo o melhor negócio é uma obrigação.

A melhor maneira de descobrir sobre seguros de carro estiver navegando na internet.


Você será capaz de identificar a melhor política para você, e também obtê-lo em um negócio perfeito.

Há três formas básicas de seguros e você deve escolher a que melhor se adapte às suas necessidades.
Terceiros 
Este tipo de seguro se muito simples e é livre de problemas. Todo piloto é obrigado por lei a ter um. Como ele funciona? Bem, no caso de uma causa acidente devido à sua negligência, você é responsável por reembolsar as despesas dos danos. Assim, a companhia de seguros vai pagar em seu lugar. Um seguro contra terceiros não dá qualquer dano flexibilidade quanto recebeu ou, no caso o seu veículo foi roubado.
Terceiros fogo, e seguro contra roubo 
Este tipo de seguro cobre o seu carro no caso de este ser danificado, e também se você danificar um outro carro. Também dano de fogo é coberto e no caso do seu carro foi roubado, a seguradora vai lhe dar outro carro ou reembolsar o valor do carro. A política é mais caro, mas é definitivamente vale o dinheiro.
Seguros abrangente 
Este é o mais caro dos três seguros, mas tem a maior cobertura. Abrange os danos provocados no seu veículo, no caso você é o responsável pelo acidente, e também protege o inadimplente. casos Hit and run também são abordados. Ele oferece cobertura para roubo de objetos, como o sistema áudio do carro, e também para o pára-brisa quebrado. Se você tem carro quebrado no meio da estrada, então você pode apenas chamar a companhia de seguros e eles vão oferecer assistência. Este é o mais complicado dos três políticas, pois oferece coberturas demais. Você pode não precisar de alguns, mas eles ainda vão acrescentar ao preço final. Então se você quer uma grande cobertura, mas as taxas mais baixas, certifique-se que você especifique as opções que você deseja ter.

http://pt.mustknowhow.com/seguro/formas-de-seguro-de-carro

SEGURANÇA E FAMÍLIA...

SEGURANÇA E FAMÍLIA

Para falar de segurança é preciso antes de mais nada definí-la.
O que é segurança?
Segundo o dicionário Aurélio, segurança é condição daquele em que se pode confiar; garantia; confiança em si mesmo.
Seguro é aquele que está livre de perigo; protegido; que não hesita, é firme.
Pode-se afirmar que a pessoa segura está bem com ela e com o meio.
Considero que podemos dividir a segurança em dois tipos: a segurança externa e a interna.
A segurança externa que é estabelecida pelos policiais, políticos, autoridades, a sociedade enfim, encontra-se fragilizada.
Basta observar que estão transferindo a responsabilidade deles para a população ( o referendo a ser votado em 23/10/05 é um exemplo deste descompromisso).
Esta segurança que nos permite viver sem riscos num mundo de perigos está desautorizada pela corrupção, pelas drogas e pela falta de valores!
Estamos vulneráveis, estamos inseguros... Por isso temos que desenvolver a nossa segurança interna.
Segurança interna é aquela que nos empurra para frente, que nos permite ter auto-cuidado, que mostra que somos capazes, que é constituída na família e formada dentro de cada um de nós.
“A criança que conhece a segurança no estágio inicial, começa a alimentar a expectativa de que nunca lhe faltarão, nem a abandonarão”. (Winnicott p105, 1999).
A família que constitui a segurança na criança deve ser coesa e oferecer as necessidades básicas a elas, ou seja, cuidados.
Segundo Capelatto (2001) “família é o conjunto de pessoas que se unem pelo desejo de estarem juntas, por uma dinâmica chamada afetividade”.
É a ela que cabe a primeira etapa de socialização e estruturação da criança.
A afetividade traduz-se numa relação de amor, onde os pais cuidam dos filhos. O cuidado é que faz a criança se sentir segura e deve ser desenvolvida no íntimo de cada uma, com a crença em algo que é confiável e duradouro, que é recuperável se se perder.
Este porto seguro é a família, que até mesmo os adultos necessitam, pois proporciona a sensação de raiz, de um lugar para se voltar quando não se tiver mais para onde ir.
O ser humano é o animal que permanece por maior tempo sob os cuidados dos pais.
Afetividade é cuidado.
Cuidado é tempo oferecido em forma de contato físico (abraços, carinhos), de “nãos”, de limites, de rotina.
O indivíduo que recebe cuidado é aquele que não transpõe os limites que o colocam em perigo, transpõe os limites para o seu crescimento e amadurecimento e tem respeitado os limites de sua individualidade.
Crescer, desenvolver-se é superar limites... “Educar uma criança, longe de ser apenas impor-lhe limites, é, antes de mais nada, ajudá-la cognitiva e emocionalmente a ir além”.(La Taille, pg 14)
Cuidar não é sinônimo de mimar ou constranger.
A criança mimada é aquela que tem todos os obstáculos retirados do seu caminho e então não aprende a frustar. Não sabe administrar um não e torna-se insegura, pois cada vez que surge uma dificuldade não sabe como agir e o que sentir.
A criança constrangida é aquela que não tem respeitado os limites de sua individualidade ficando exposta e tendo suas ações expostas a estranhos.
A coerência familiar aparece de forma equilibrada na vida da criança, contribuindo com seu desenvolvimento. Oferece liberdade sem abandonar e protege sem sufocar.
Portanto falar em segurança infantil sugere que falemos de família.
Conseqüentemente temos que fortalecer a família trazendo-a para a sociedade, oferecendo apoio, orientando e valorizando seu papel de formadora, através de iniciativas como essa.

Bibliografia
- Bettelheim, Bruno – Uma vida para seu filho. Círculo do livro
- La Taille, Y. – Limites: três dimensões educacionais. Ed. Ártica. 3ª edição.2000 – SP
- Winnicott, D.W – Conversando com os pais – Ed. Martins Fontes – 1999 – SP
- Capelatto, I – Diálogo sobre a afetividade: o nosso lugar de cuidar. Ed. Viraser 2001 – Londrina/PR
- ONG Vir a Ser – e-mail: viraser@hotmail.com e home page: www.viraser.hpg.com.br

Faça escolhas de segurança que combinem com sua família - segurança na internet

Resultado de imagem para noções básicas de segurança para a familia
Para os pais ocupados, estas são algumas dicas rápidas para manter a família em segurança no ambiente on-line.
  1. Converse com sua família sobre a segurança on-line. Esclareça as regras e expectativas da família em relação à tecnologia, além das consequências do uso inadequado. E o mais importante, certifique-se de que todos se sentem confortáveis para pedir orientações ao se depararem com decisões difíceis. Isso ajuda a família a explorar a Internet por conta própria com segurança e a saber a quem recorrer (ou seja, você) quando tiver dúvidas.
  2. Use a tecnologia em conjunto. Isso é uma ótima forma de ensinar segurança on-line e cria oportunidades para tratar tópicos de segurança on-line com a família conforme eles vão surgindo.
  3. Fale sobre sites e serviços on-line. Converse com sua família sobre os tipos de sites que cada um gosta de visitar e o que é apropriado ou não para cada membro.
  4. Proteja as senhas. Ajude sua família a saber como configurar senhas seguras on-line. Lembre-os de que não devem fornecer senhas pessoais, exceto, talvez, para adultos de confiança, como os responsáveis. Confira se todos costumam sair das contas virtuais quando estão em computadores públicos na escola, em cafeterias ou na biblioteca.
  5. Use configurações de privacidade e controles de compartilhamento. Existem muitos sites de compartilhamento de pensamentos, fotos, vídeos, atualizações de status e muito mais. Muitos desses serviços oferecem configurações e controles de privacidade que ajudam a decidir quem pode ver o conteúdo antes de você postar. Converse com sua família sobre o que deve e o que não deve ser compartilhado publicamente. Incentive seus familiares a respeitarem a privacidade dos outros, mantendo privados os detalhes pessoais de família e amigos e evitando a identificação de pessoas em conteúdo compartilhado publicamente.
  6. Verifique as restrições de idade. Muitos serviços on-line, incluindo os do Google, têm limites de idade que restringem quem está habilitado para usar seus serviços. Por exemplo, é preciso cumprir os requisitos de idade para abrir uma Conta do Google, sendo que alguns produtos do Google são destinados a usuários de 18 anos ou mais. Sempre verifique os termos de uso de um site antes de permitir que seu filho se inscreva em uma conta e explique claramente quais são as regras da família quanto aos sites e serviços que podem ser usados.
  7. Ensine sua família a se comunicar de forma responsável. Siga uma regra de ouro: se você não tem coragem de dizer algo a alguém pessoalmente, não mande mensagem, não envie um e-mail, não fale por mensagem instantânea nem poste seu comentário na página dessa pessoa. Converse sobre o impacto que algo dito on-line pode causar em terceiros e estabeleça as diretrizes da família sobre o tipo adequado de comunicação.
  8. Converse com outros adultos. Abra a conversa para seus amigos, família, professores, treinadores e conselheiros. Outros pais e profissionais que trabalham com jovens podem ajudar você a decidir o que é certo para sua família, especialmente se você estiver lidando com uma área de tecnologia com a qual não está familiarizado.
  9. Proteja seu computador e sua identidade. Use software antivírus e atualize-o regularmente, a menos que você tenha um Chromebook, que não precisa de software antivírus. Converse com sua família sobre os tipos de informações pessoais que não devem ser postados on-line, como CPF, número de telefone ou endereço de casa. Ensine sua família a não aceitar arquivos ou abrir anexos de e-mail de pessoas desconhecidas.
  10. Não abandone estes passos. A segurança não deve ser prioridade somente uma vez, pois a tecnologia evolui, assim como as necessidades de sua família. Mantenha um diálogo permanente. Restabeleça regras básicas para sua família, verifique o progresso de todos e reserve tempo para abordar o assunto periodicamente.
https://www.google.com.br/intl/pt-BR/safetycenter/families/start/basics/

Resultado da Quina 4173, quinta, 01/09/2016...

Resultado da Quina 4173, quinta, 01/09/2016

O resultado da Quina 4173 será divulgado no GIGA-SENA dia 01/09/2016, quinta-feira, a partir das 20:00 horas.

A Quina 4173 ocorrerá no dia 01 de setembro de 2016 e o prêmio principal está estimado em R$ 1.400.000,00 para quem acertar o resultado da Quina 4173. Quem acertar a QUADRA com 4 números, o TERNO com 3 números ou o DUQUE com 2 números também ganha prêmio de menor valor. Se não houver nenhum ganhador com 5 números no resultado da Quina concurso 4173 o prêmio principal acumula para o próximo concurso da Quina.
Os valores de cada prêmio da Quina 4173 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 4173 DATA 01/09/2016
18
24
46
66
74
 
QUINAQUADRATERNODUQUE
prêmio
0,004.319,24116,052,62
ganhadores
x 0x 93x 5.205x 126.781
ACUMULOU!
Próximo Sorteio: 02/09/2016Prêmio Estimado: R$ 2.200.000,00
[AVISO] A QUINA AGORA PAGA 2 ACERTOS!