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domingo, 12 de junho de 2016

Oração a Santo Antônio...


Dia de Santo Antônio -- 13/06


Dia de Santo Antônio -- 13/06

13 DE JUNHO

Conhecido como santa casamenteiro, Santo Antônio tem milhares de devotos espalhados pelo Brasil e também em Portugal.
Seu dia é comemorado em 13 de junho, em meio às festas juninas, por isso Antônio é um dos santos mais lembrados nessas festas.
Dia de Santo Antônio
Normalmente, sua figura é representada carregando o menino Jesus em seus braços. Muitas mocinhas afoitas para encontrar um marido retiram o bebê dos braços do santo e prometem devolvê-lo depois de alcançarem seu pedido. Outras jovens colocam a imagem de cabeça para baixo e dizem que só mudam de posição quando Santo Antônio descolar um marido para elas.
Essas simpatias geralmente são feitas na madrugada do dia 13.
Mas nem só de casamento vive o santo. Ele também é conhecido por ajudar as pessoas a encontrarem objetos. Em uma reza conhecida como "os responsos", o santo é invocado para achar coisas perdidas. Numa outra cerimônia, conhecida como trezena, os fiéis entoam cânticos, soltam fogos, e celebram comes e bebes e uma fogueira com o formato de um quadrado. Essa festança acontece de 1° a 13 de junho.
Fonte: www.bibliotecavirtual.sp.gov.br
Dia de Santo Antônio

13 DE JUNHO

Entre os santos que mais são comemorados durante as festas juninas, Santo Antônio é com certeza o que mais possui devotos espalhados pelo Brasil e também por Portugal.
Esse santo, que normalmente é representado carregando o menino Jesus em seus braços, ficou realmente conhecido como "casamenteiro"e é sempre o mais invocado para auxiliar moças solteiras a encontrarem seus noivos.
Em vários lugares do Brasil, há moças que chegam a realizar verdadeiras maldades com a imagem de Santo Antônio a fim de agilizarem seus pedidos.
Não são raras as jovens que colocam a imagem do santo de cabeça para baixo e dizem que só o colocam novamente na posição correta se lhes arrumar um namorado.
Também separam-no do menino Jesus e prometem devolvê-lo depois de alcançarem o pedido. Na madrugada do dia 13 são realizadas diversas simpatias com este intuito. Mas não é só o título de casamenteiro que Santo Antônio carrega. Ele também é conhecido por ajudar as pessoas a encontrarem objetos perdidos.
Padre Vieira, um jesuíta, definiu assim Santo Antônio em um sermão que realizou no Maranhão em 1663:
"Se vos adoece o filho, Santo Antônio; se requereis o despacho, Santo Antônio; se perdeis a menor miudez de vossa casa, Santo Antônio; e, talvez, se quereis os bens alheios, Santo Antônio", disse Padre Vieira.
Na tradição brasileira, o devoto de Santo Antônio gosta de ter sua imagem pequena para poder carregá-la. Por esse e tantos outros motivos que ele é considerado o "santo do milagres".
Ainda com a tradição que são realizadas duas espécies de reza e festa em homenagem a Santo Antônio.
A primeira delas, chamada "os responsos, é realizada quando o santo é invocado para achar coisas perdidas e a segunda, designada "trezena", é a cerimônia dedicada ao santo do dia 1 ao dia 13 de junho, com cânticos, fogos, comes e bebes e uma fogueira com o formato de um quadrado.
Ainda há um outro costume que é muito praticado pela Igreja e pelos fiéis. Todo o dia 13 de junho, as igrejas distribuem aos pobres e afortunados os famosos pãezinhos de Santo Antônio.
A tradição diz que o pãezinhos deve ser guardado dentro de uma lata de mantimento, para a garantia de que não faltará comida durante todo o ano.
Fonte: www.arteducacao.pro.br
Dia de Santo Antônio

13 DE JUNHO

Santo Antônio de Pádua, também conhecido como Santo Antônio de Lisboa, nasceu em Lisboa, no ano de 1195, com o nome de Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo. É contemporâneo de um outro grande santo, São Francisco de Assis.
Dia de Santo Antônio
Santo Antônio foi cônego regular em Portugal até os vinte e cinco anos, quando um fato mudou a sua vida.
Ao saber que cinco franciscanos tinham sido martirizados em Marrocos, como consequência da tentativa de evangelizar infiéis, Santo Antônio decidiu seguir-lhe os passos e ser um missionário.
Foi então que entrou para a ordem dos frades franciscanos e logo foi enviado para trabalhar entre os muçulmanos de Marrocos. Porém, com problemas de saúde, foi obrigado a retornar para a Europa, permanecendo em um eremitério na Itália. Durante este tempo, ocupou vários cargos, como o de professor em sua ordem na Itália e na França e também pregando nos lugares onde a heresia era mais forte. O combate à heresia era feito não apenas através da pregação, mas também por meio de milagres espantosos. Sabia de cor quase todas as Escrituras e tinha um dom especial para explicar e aplicar as mais difíceis passagens.
Em 1231, seu sermão alcançou o ápice de intensidade, porém, foi neste mesmo ano que o santo foi acometido de uma doença inesperada, e ele veio a falecer em Arcella, no dia 13 de junho, aos 36 anos de idade.
Santo Antônio foi canonizado por Gregório IX em 30 de maio de 1232. É um santo de grande popularidade, principalmente nos países latinos, onde o povo costuma invocá-lo para encontrar objetos perdidos e auxiliar moças solteiras a encontrar noivos.
Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

Texto: Chapeuzinho Vermelho

http://reridamaria.com.br/?p=3756

Texto : Matemática das Cavernas


http://reridamaria.com.br/?p=3741

Texto: Alfabeto

http://reridamaria.com.br/?p=3730

Texto: A Família de Marcelo

Texto de Ruth Rocha
Obs: Um bom texto para iniciar o assunto família de cada um.
http://reridamaria.com.br/?p=3725

Gênero Textual: Instrucional – receita

http://reridamaria.com.br/?p=3517

Coordenadas Geográficas...

Coordenadas Geográficas
O ser humano, desde tempos muito antigos, sempre se viu na necessidade de se localizar e identificar sua posição nas diferentes partes da superfície terrestre. Hoje em dia, em uma sociedade globalizada, em que as populações realizam constantes deslocamentos para as mais diversas localidades do planeta, é de suma necessidade haver um sistema de endereçamento que seja padrão para todos os locais da Terra. Para atender a esse intuito, é importante conhecermos a elaboração dasCoordenadas Geográficas.
As coordenadas geográficas nos permite identificar qualquer ponto da sua superfície terrestre e nos dizer a sua posição absoluta e relativa, sendo muito utilizada na navegação, na aviação, em sistemas de comunicação, na produção de mapas e em muitas outras áreas. O seu sistema é realizado da seguinte forma: divide-se o planeta em linhas imaginárias, de modo que cada ponto dessas linhas recebe um valor numérico. Para entender melhor essa configuração, precisamos descobrir, primeiramente, o que são os paralelos, os meridianos, as latitudes e as longitudes.

PARALELOS E MERIDIANOS

Paralelos da Terra
Os paralelos são as linhas imaginárias traçadas horizontalmente sobre o planeta. Dentre essas linhas, cabe destaque para cinco delas ilustradas na imagem ao lado.
Linha do Equador é o mais importante paralelo da Terra, pois é o ponto em que se divide exatamente os hemisférios norte e sul, em razão do fato de encontrar-se a uma igual distância dos dois polos. Assim, tudo o que está ao norte dela recebe o nome de Hemisfério Norte, também chamado de Boreal ou Setentrional. Por sua vez, tudo que está ao sul recebe o nome de Hemisfério Sul, Austral ou Meridional. Como veremos mais adiante, a Linha do Equador é fundamental para a enumeração das latitudes.
Os Trópicos de Capricórnio e Câncer, com latitudes de -23º,27’ e 23º27’ respectivamente, são importantes por indicarem o limite máximo das áreas em que o sol incide verticalmente durantes os solstícios. Já osCírculos Polares Ártico e Antártico assinala o limite da iluminação solar durante os solstícios de inverno. Assim, eles apontam as áreas polares da Terra, aqueles que menos recebem os raios solares.
Meridianos da Terra
Os Meridianos são linhas traçadas verticalmente sobre a Terra, sendo muito utilizadas para a medição das longitudes e também para a demarcação dos fusos horários. No entanto, ao contrário dos paralelos, os meridianos foram elaborados em forma de semicírculos, todos com o mesmo tamanho.
Dessa forma, em uma convenção realizada na cidade de Washington no início do século XX, definiu-se oMeridiano de Greenwich – que passa sobre a área de Greenwich, na Inglaterra – como o meridiano principal. Dessa forma, ele é responsável pela divisão do planeta nos hemisférios Ocidental e Oriental.

LATITUDES E LONGITUDES

Como vimos, a partir dos paralelos traçamos as latitudes e a partir dos meridianos traçamos as longitudes. Dessa forma, a latitude é a distância de qualquer ponto da Terra em relação à Linha do Equador que, por definição, possui 0º de latitude. Do mesmo modo, a longitude é a distância de qualquer ponto da superfície em relação ao Meridiano de Greenwich. As latitudes variam de 0º a 90º para o norte da Linha do Equador e de 0º a -90º para o sul. Já as longitudes variam de 0º a 180º para leste de Greenwich e de 0º a -180º para o oeste.
Latitude e Longitude
Portanto, as coordenadas geográficas nada mais são do que a combinação entre as latitudes e as longitudes da Terra, de forma que qualquer ponto do planeta invariavelmente possui a sua coordenada específica. A título de exemplo, as coordenadas geográficas do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, são de -43,2105º de latitude sul e -22,9519 de longitude oeste.
Por Rodolfo F. Alves Pena 
Mestre em Geografia
http://escolaeducacao.com.br/coordenadas-geograficas/

O Clima Nas Cidades: Inversão Térmica e Ilhas De Calor. As ilhas de calor é o nome atribuído a uma anomalia climática que resulta no aumento incomum das temperaturas.

O Clima Nas Cidades: Inversão Térmica e Ilhas De Calor
O espaço urbano, embora esteja condicionado às leis gerais de funcionamento da atmosfera, apresenta uma dinâmica regional própria. Isso significa dizer que as cidades, sobretudo aquelas mais densamente ocupadas por casas e prédios, apresentam os seus próprios microclimas. Em geral, eles surgem da combinação de elementos naturais com a ação humana, resultando, muitas vezes, em problemas ambientais que afetam a qualidade de vida da população.
Os dois principais fenômenos relacionados ao clima das cidades são a Ilhas de Calor e a Inversão Térmica. Enquanto que o primeiro resulta no aumento expressivo das temperaturas nas áreas centrais das cidades, o segundo ocasiona a proliferação de problemas respiratórios em detrimento do acúmulo de poluição.

AS ILHAS DE CALOR

As ilhas de calor é o nome atribuído a uma anomalia climática que resulta no aumento incomum das temperaturas. O termo “ilha” é empregado por se tratar de um fenômeno que se resume a áreas circunscritas, geralmente as regiões centrais das cidades, de modo que uma área mais quente fica rodeada por todos os lados por uma área com temperaturas um pouco menores.
A formação das ilhas de calor está relacionada à combinação de uma série de fatores, todos eles de origem antrópica e que afetam as condições atmosféricas em escala meteorológica. O primeiro deles é a remoção da vegetação e das áreas verdes dos centros urbanos, ou a limitação dessas a espaços muito pequenos e restritos. A isso, soma-se a pavimentação das ruas que aumenta a absorção dos raios solares; a construção de edifícios que dificulta a movimentação do ar e a grande presença de espelhos e materiais refletores, que propagam o calor com maior facilidade.
Com tudo isso, a temperatura dos ambientes, sobretudo nas horas mais quentes do dia, se torna praticamente insuportável nas áreas de maior ocupação urbana, principalmente nos centros das cidades, onde o índice de verticalização é maior. Para conter, evitar ou reverter esse problema, é preciso que se preserve as áreas verdes e que a prefeitura regulamente a construção de prédios de grande porte.
Ilha de Calor
Como podemos observar na imagem acima, as áreas mais verticalizadas e com menos vegetação apresentam médias térmicas muito superiores às das periferias. Em São Paulo, por exemplo, estudos já chegaram a diagnosticar uma diferença de 10º entre duas regiões diferentes. Esse problema afeta diretamente a qualidade de vida da população que habita essas áreas mais quentes da cidade.

A INVERSÃO TÉRMICA

A inversão térmica corresponde ao processo de interrupção da dinâmica atmosférica de circulação do ar, de modo que uma camada de ar mais fria “estaciona” sobre a superfície, sobreposta por outra camada de ar mais quente que bloqueia a dispersão dos resíduos presentes na atmosfera. Trata-se na verdade de um processo natural, mas que, quando combinado com o alto índice de poluição das grandes cidades, acarreta na queda da qualidade do ar e na proliferação de problemas respiratórios na população.
Em condições normais, a circulação atmosférica funciona da seguinte forma: a superfície absorve os raios solares, fica aquecida e também aquece o ar em sua volta. Assim í– como tudo o que é quente é menos denso – esse ar sobe para as partes mais altas da atmosfera, onde perde a temperatura, fica mais pesado e desce novamente, reiniciando o ciclo. Essa movimentação permite o fluxo de ar de maneira contínua, o que ajuda na dispersão dos poluentes gerados por fábricas, veículos e outras atividades urbanas.
A INVERSÃO TÉRMICA
Em fases do ano que possuem menores temperaturas, sobretudo nas manhãs de inverno, a superfície passa a receber menos calor e não é mais capaz de aquecer as correntes de ar mais próximas. Com isso, forma-se uma camada de ar mais frio abaixo de outra camada de ar quente, que, por sua vez, é sobreposta por uma nova camada de ar frio. Desse modo, a circulação atmosférica não ocorre e, portanto, os poluentes gerados na cidade ficam acumulados, gerando uma fumaça cinza que paira sobre casas e ruas.

Os fenômenos da inversão térmica e das ilhas de calor são provas de que é necessária uma maior consciência ambiental mesmo no espaço geográfico das cidades. Isso significa preservar as áreas verdes e diminuir a incidência de poluentes na atmosfera. Afinal, não é somente  as alterações climáticas globais que devem ser motivo de preocupação das sociedades e dos governos.
Por Rodolfo F. Alves Pena 
Mestre em Geografia
http://escolaeducacao.com.br/o-clima-nas-cidades-inversao-termica-e-ilhas-de-calor/

Movimentos da Terra e seus efeitos...

Movimentos da Terra e seus efeitos
Ao todo, o planeta Terra executa uma série de quatorze movimentos, alguns deles realizados em conjunto com o Sistema Solar, com a Via Láctea ou até com o Universo. No entanto, de todas essas variações, a que mais interessa à realidade prática das sociedades são dois: a rotação e a translação. Afinal, os efeitos desses movimentos praticamente condicionam nossas atividades cotidianas e nos ajudam a entender fenômenos como a sucessão dos dias e noites e as estações do ano.

O MOVIMENTO DE ROTAÇÃO

A rotação terrestre é o movimento que a Terra realiza ao redor de seu próprio eixo, que possui uma inclinação de 23º27’ em relação ao plano vertical da órbita realizada pelo planeta. A direção desse movimento é no sentido oeste-leste, o que faz com que o movimento aparente do sol (na visão de quem está na superfície terrestre) se realize de leste para o oeste.
O principal efeito do movimento de rotação na dinâmica do planeta é a sucessão alternada entre dias e noites. No entanto, a duração de cada dia e de cada noite varia ao longo do ano, como veremos adiante, principalmente se considerarmos as áreas polares da Terra.
Embora, sob o nosso ponto de vista, a Terra realize o seu movimento de rotação lentamente, ele ocorre em uma alta velocidade: 1666 quilômetros por hora. Com isso, todo o nosso imenso planeta consegue completar esse movimento em apenas 23 horas, 56 minutos e 4 segundos.

O MOVIMENTO DE TRANSLAÇÃO

A translação terrestre – também chamada de revolução – é o movimento que a Terra realiza ao redor do sol, que obedece um caminho definido que chamamos de órbita, tal qual todos os demais planetas em nosso sistema solar. Quando a Terra completa uma volta inteira ao redor do sol, completa-se, em termos de tempo, o total de um ano.
A velocidade de deslocamento da Terra ao longo do movimento de translação, em média, é de aproximadamente 107.000 km/h, de modo que o seu ciclo, em números exatos, se estende por 365 dias e 6 horas. Essas horas a mais não contabilizadas na demarcação dos anos são compensadas a cada quatro anos, quando temos a data de 29 de fevereiro no chamado “ano bissexto”.
Além da sucessão dos anos, o principal efeito do movimento de rotação é a existência das estações climáticas, que ocorrem a partir de uma alternância de dois fenômenos chamados de solstícios e equinócios. As quatro estações baseadas nessa definição são mais perceptíveis nas áreas subtropicais, de elevadas latitudes.

SOLSTÍCIOS E EQUINÓCIOS

Como já dissemos, a Terra não é igualmente iluminada e atingida pelos raios solares em todas as suas faixas latitudianis, havendo uma certa diferença no sentido norte-sul, tudo por causa da inclinação do eixo de rotação terrestre. Assim, à medida que o movimento de translação avança ao longo do ano, temos uma diferenciação na forma com que os raios solares incidem sobre a superfície, o que permite a existência das estações do ano.
Observe o esquema abaixo:
SOLSTÍCIOS E EQUINÓCIOS
Os solstícios são, dessa forma, os períodos do ano em que a Terra encontra-se iluminada de forma diferente entre os seus hemisférios. Assim, no inverno, os dias possuem durações menores do que as noites e, no verão, os dias são maiores. Do mesmo modo, quando é inverno no hemisfério sul é verão no norte e vice-versa.
Os equinócios são, por sua vez, os períodos do ano em que a Terra apresenta-se igualmente iluminada entre os seus hemisférios, com o seu ápice sendo atingido nas datas em que dias e noites apresentam uma igual duração. Os equinócios demarcam a primavera e o outono nos diferentes hemisférios de forma alternada.
Por Rodolfo F. Alves Pena
Mestre em Geografia
http://escolaeducacao.com.br/movimentos-da-terra-e-seus-efeitos/

Agentes de Transformação do Relevo...

Relevo
Muitas pessoas, ao observarem as formas de relevo e as paisagens naturais da Terra, consideram que substrato superficial terrestre é um elemento estático e contínuo, de atividades previsíveis e lineares. No entanto, os estudos sobre a evolução geológica e histórica do nosso planeta revelam que o relevo é um elemento extremamente dinâmico, ou seja, que está sob contínuas transformações.
E o relevo só se transforma continuamente ao longo dos milhares e milhares de anos pelo fato de existir uma série de elementos naturais responsáveis por essa transformação. A esses elementos, damos o nome de agentes de transformação do relevo, devido à importância dos impactos de suas ações sobre a superfície terrestre, incluindo a formação de montanhas, a constituição do solo, a produção de novas rochas, entre inúmeros outros exemplos.
A compreensão da forma com que os agentes de transformação agem sobre o relevo é tão importante que, para fins didáticos, eles são classificados em dois tipos: os agentes endógenos, também chamados de agentes internos, e os agentes exógenos, também chamados de agentes externos.

OS AGENTES ENDÓGENOS DE TRANSFORMAÇÃO DO RELEVO

Os agentes endógenos do relevo são aqueles que agem a partir de processos originados no interior da Terra, de forma a exercerem impactos ou alterações na superfície. Basicamente, todos eles estão associados ao movimento das placas tectônicas.
Nas áreas de encontro entre duas diferentes placas tectônicas, surgem as mais variáveis formas de relevo. Quando duas se separam e se distanciam uma da outra, surgem as dorsais oceânicas, com uma grande cadeia de montanhas no fundo do oceano. Nas áreas em que as placas se encontram, há a formação de montanhas, além de vulcanismos e terremotos. Os tremores de terra também ocorrem quando as placas se deslocam unilateralmente.
De maneira geral, podemos subdividir os efeitos dos agentes endógenos do relevo em dois tipos: osmovimentos orogênicos e os epirogênicos. A orogênese corresponde ao conjunto de movimentos que resultam no processo de constituição e elevação das áreas montanhosas, por meio da “dobra” do relevo em áreas de encontro entre duas placas tectônicas. Já a epirogênese equivale aos movimentos de deslocamento vertical do relevo, geralmente em áreas mais estáveis e em uma velocidade muito menor, tanto para cima (soerguimento) quanto para baixo (subsidência).
A formação dos vulcões, o que também está associado ao movimento e impactos das placas tectônicas, permite a formação de fissuras que servem de passagem do magma existente no interior da Terra sob uma forte pressão. Assim, quando eles entram em erupção, expelem uma grande quantidade desse magma e outros materiais que, rapidamente, se convertem em rochas ígneas, dando novos contornos à superfície.

AGENTES EXÓGENOS DE TRANSFORMAÇÃO DO RELEVO

Os agentes exógenos ou externos de transformação do relevo atuam, principalmente, com o processo de desgaste das composições superficiais, o que faz com eles também sejam chamados de agentes modeladores ou esculpidores. Os principais elementos da natureza que exercem essa função são os componentes da atmosfera e da hidrosfera: a água das chuvas e dos rios, a força dos ventos, as variações de temperatura, o gelo, etc. Dentre eles, a ação da água é a mais preponderante no desgaste da morfologia terrestre.
O conhecimento dessa dinâmica nos permite, até mesmo, ter um apanhado geral sobre a idade de determinados lugares. Afinal, as formas de relevo geologicamente mais antigas ficaram mais tempo submetidas aos agentes exógenos ao longo de centenas de milhares de ano e, por isso, são mais desgastas e, geralmente, possuem menores altitudes e uma morfologia mais aplainada. Por outro lado, ambientes mais recentes (como as montanhas) tiveram pouco tempo de exposição e, por isso, são mais acidentados e pouco erodidos.
A água das chuvas age em processos erosivos através do escoamento do excedente não absorvido de imediato pelo solo. Assim, diz-se que houve uma “lavagem” do substrato superficial, o que é chamado de lixiviação ou erosão laminar. Em áreas inclinadas, a velocidade do deslocamento da água aumenta e também se intensificam os seus efeitos, que somente podem ser diminuídos com a presença de vegetação, responsável por diminuir a força das águas.
As águas dos rios, além de erodirem lentamente as margens dos cursos d’agua – modificando os seus leitos – também atuam no aprofundamento dos mesmos. Uma outra função é carregar os sedimentos (partículas de rochas erodidas ou desgastadas) de um lugar para outro, incluindo os oceanos onde deságuam, o que acarreta na formação de rochas sedimentares nesses locais.
Já água dos mares, por meio de suas ondas, vão solapando e intensificando o desgastes das estruturas sólidas litorâneas, gerando, após longo tempo, os sedimentos que formam as areias das praias e a composição dos ambientes no fundo do mar.
Erosão Eólica
Erosão Eólica
O gelo age tanto na alteração química das rochas quanto na sua quebra através do processo de dilatação. Nesse caso, acumula-se água nos pontos de fissuras das rochas em tempos de maiores temperaturas; assim, quando esfria, eventualmente essa água acumulada se transforma em gelo e provoca a quebra das estruturas rochosas.
Destarte, merece destaque também a ação dos ventos no relevo, por meio da erosão eólica. Muitas paisagens vão sendo esculpidas pela força dos ventos, provocando profunda alterações em suas formações morfológicas. Os sedimentos gerados nesse processo são carregados para outras áreas, formando solos ou servindo de base para a constituição de novas formas de relevo.
Por Rodolfo F. Alves Pena
Mestre em Geografia
http://escolaeducacao.com.br/agentes-de-transformacao-do-relevo/

Geopolítica da Nova Ordem Mundial

Geopolítica da Nova Ordem Mundial
No âmbito da Geopolítica, uma ordem mundial reflete as questões referentes ao poder em um determinado período histórico. Nesse caso, a Nova Ordem Mundial reflete essas configurações globais na atualidade, sendo, por isso, chamada de Ordem Geopolítica Atual. Em termos mais precisos, a Nova Ordem Mundial se refere ao cenário político internacional no período que se sucede à Guerra Fria, que se encerrou com a queda do Muro de Berlim e o fim da União Soviética.
O período anterior, marcado pela dualidade entre Estados Unidos e União Soviética na chamadabipolaridade, foi substituído por um novo cenário geopolítico mundial. Se, por um lado, os soviéticos declinaram, por outro surgiram várias outras potências internacionais capazes de fazer frente ao poderio estadunidense no mundo. Dentre esses atores, destacam-se a União Europeia – notadamente, a Alemanha –, o Japão e o seu forte crescimento econômico até o final do século XX, além da China, que surge como o principal país dentre as nações subdesenvolvidas e emergentes do planeta.
É claro que, aqui, a rivalidade e a disputa política não se estabelecem da mesma forma que na Guerra Fria, onde havia uma oposição direta entre dois países e o risco iminente de uma terceira guerra mundial. Agora, a disputa ocorre no âmbito econômico, diferentemente de outrora onde a competição acontecia no âmbito militar. Além disso, esses países não são declaradamente inimigos, mas diferentes atores de um mesmo cenário internacional, marcado pela consolidação do processo de Globalização e do Capitalismo Financeiro/Informacional.
Por isso, o termo “mundo bipolar” foi substituído por “mundo multipolar”, haja vista a multiplicação das frentes internacionais de poder. Alguns autores, no entanto, insistem no conceito de “mundo unimultipolar” em razão de que, de um lado, temos a liderança dos Estados Unidos tanto na economia quando no poderio bélico e, de outro, a proliferação do protagonismo de algumas potências financeiras.
Uma característica importante da Nova Ordem Mundial é a expansão do mercado financeiro que, se antes já se fazia muito atuante, agora consegue rapidamente se reproduzir nos antigos países de orientação socialista ou de “economia planificada”, como a China, o Vietnã e, mais recentemente, Cuba. Em termos de destaque internacional, somente a Coreia do Norte guarda resquícios da ordem mundial anterior, permanecendo sob um regime fechado e ditatorial, alimentando uma grande rivalidade com a Coreia do Sul e os principais países capitalistas da atualidade.
Um outro aspecto do período geopolítico atual é o papel crescente exercido pelo países subdesenvolvidos emergentes, com destaque para o México, os Tigres Asiáticos e, principalmente, o chamado BRICS, um acrônimo formado por Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul. Além do crescimento econômico, os membros do BRICS vêm adotando uma postura de desalinhamento político com os países desenvolvidos e buscam consolidar uma espécie de liderança entre os países periféricos.
Em tempos recentes, a Rússia vem adotando uma postura que intensifica esse desalinhamento. O país, que possui uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU, vem enfrentando e desafiando os Estados Unidos em várias questões estratégicas, como a disputa pela influência na Ucrânia e também ao vetar a intervenção militar norte-americana no conflito da Síria. Quando a Rússia anexou a província da Crimeia, localizada ao sul da Ucrânia, estabeleceu-se um panorama de profunda tensão diplomática contra os EUA e, principalmente, a União Europeia, levantando a hipótese, por parte de muitos analistas políticos, de que o mundo estaria entrando em uma nova Guerra Fria.
No contexto econômico, uma das mudanças mais substanciais da Nova Ordem Mundial frente ao panorama do mundo bipolar é a maneira de se regionalizar os países conforme o seu nível de desenvolvimento. Antes, era habitual a divisão do planeta em primeiro, segundo e terceiro-mundo, compostos, respectivamente, pelos países desenvolvidos capitalistas, os socialistas e os capitalistas subdesenvolvidos ou não-alinhados. Atualmente, é mais comum a regionalização mundial pautada na dicotomia norte/sul, com a maioria dos países do norte como pertencentes ao mundo desenvolvido e os países do sul no mundo dito “em desenvolvimento”.
Observe o mapa abaixo e perceba que essa divisão não necessariamente corresponde aos princípios cartográficos de norte e sul.
Regionalização Norte-Sul
Regionalização Norte-Sul
Um último aspecto da Nova Ordem Mundial a ser destacado é a maior atuação dos chamados gruposterroristas. Na verdade, a origem da maioria deles se deu durante a Guerra Fria, mas seu maior poderio vem se fazendo nos dias atuais, sobretudo com o avanço da tecnologia, da internet e da facilidade que esses grupos possuem em se comunicarem, expressarem as suas reinvindicações e espalhar o medo.
Quando, no início dos anos 2000, o então presidente estadunidense, George W. Bush, afirmou que os Estados Unidos estavam a empreender uma “guerra ao terror”, ele revelava a trama sob a qual a Nova Ordem Mundial se configurava, pois o “inimigo comunista” foi substituído por organizações diversas, com líderes difíceis de se capturar e com ações totalmente imprevisíveis. Uma dessas ações foram os atentados de 11 de setembro, principalmente o impacto dos aviões que atingiram e derrubaram o World Trade Center, realizado pela Al-Qaeda. Outro grupo terrorista de grande impacto é o Estado Islâmico, que vem tendo uma atuação e um controle militar de grandes proporções no Oriente Médio. Além disso, merece destaque o Boko-Haram, um grupo radical islâmico que provocou um número incontável de mortos no continente africano, principalmente na Nigéria.
O mundo contemporâneo, no entanto, é de difícil diagnóstico em termos políticos, pois ao mesmo tempo em que muitas análises socioespaciais são realizadas, outras tantas acontecem simultaneamente. Assim sendo, é importante que se acompanhe sempre as informações veiculadas em todo mundo, afinal, em tempos de globalização e fragmentação dos discursos, uma grande quantidade de mudanças pode ocorrer em um curto intervalo de tempo.
Por Rodolfo F. Alves Pena
Mestre em Geografia
http://escolaeducacao.com.br/geopolitica-da-nova-ordem-mundial/

A questão Palestina

Israel-e Palestina
questão palestina é um termo utilizado para designar a luta do povo palestino pela constituição e retomada de seu território, configurando o status de um nação sem uma pátria estabelecida e sem um Estado territorial definido. Depois de dezenas de anos de conflitos envolvendo árabes e judeus na região, localizada no Oriente Médio, os palestinos ocupam territórios na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, mas sem a expectativa de paz e de criação de seu domínio territorial em a curto prazo.
Para entender o porquê de tantos conflitos na região da palestina e os motivos que levaram a tantas vítimas e refugiados, é preciso compreender o contexto em torno da criação do Estado de Israel, que aconteceu no ano de 1948.
Originalmente, a região da Palestina era habitada pelos judeus, que consideravam essa a sua Terra Prometida, um local sagrado portanto. Com o tempo, os judeus foram expulsos de suas terras que foi ocupada pela Império Romano, sendo mais tarde habitada pelos povos ditos palestinos, estes assumindo a religião Islâmica por volta do século VII d.C. Nesse sentido, ao final do século XIX e, principalmente, no decorrer do século XX, os judeus, espalhados pelo mundo, manifestaram o seu forte desejo de retomar a sua terra sagrada, dando segmento a um movimento chamado desionismo, que buscava atender a esse objetivo.
Consequentemente, com a pressão internacional gerada pelo atendimento da causa dos judeus, bem como a grande opressão sofrida por eles durante o regime nazista na Alemanha, a ONU (Organização das Nações Unidas) elaborou, no ano de 1947, um plano de partilha da palestina, de forma que esse território seria dividido de forma quase igualitária entre judeus e árabes. Jerusalém, cidade considerada sagrada para os dois povos, ficaria sobre uma jurisdição internacional e administrava pela própria ONU.
Os árabes, tanto na palestina quanto dos demais países circundantes no Oriente Médio, não aceitaram esse acordo que, por isso, jamais foi colocado em prática. Com a reação dos países árabes (Egito, Jordânia, Líbano e Síria), formou-se a Primeira Guerra Árabe-Israelense em 1948, que teve como resultado a total perda dos palestinos de seu território. Assim, o então recém-criado Estado de Israel – que contou com o apoio dos Estados Unidos – ficou com o domínio da Galileia, do Deserto de Neguev e da Cisjordânia; a Faixa de Gaza ficou de posse do Egito e a cidade de Jerusalém ficou dividida entre Israel e Jordânia. Esse último país também ficou com o controle da porção oeste da Cirsjordânia.
Em 1967 houve um dos episódios mais emblemáticos sobre a diferença do poder bélico do estado judeu em relação aos seus rivais no Oriente Médio. Em um conflito que durou apenas seis dias – e, por isso, recebeu o nome de Guerra dos Seis Dias –, Israel anexou para si as Colina de Golã da Síria, a Península de Sinai e a Faixa de Gaza do Egito, além da Cisjordânia que pertencia à Jordânia.
Mais tarde, no ano de 1973, a coalização formada pelos países árabes iniciou uma reação à Guerra dos Seis Dias, chamada de Guerra do Yom Kippur (nome de um feriado local referente ao “Dia do Perdão”). Apesar da vitória em algumas batalhas no início desse conflito, os árabes foram gradativamente perderam suas forças e foram obrigados a recuar três semanas depois do início da guerra. Desse modo, Israel conseguia a sua segunda vitória e mantinha sob o seu domínio os territórios conseguidos durante a Guerra dos Seis Dias.

AS ORGANIZAÇÕES PALESTINAS DE COMBATE AOS JUDEUS

Durante esse contexto, várias foram as frentes de batalha por parte dos palestinos que tentavam reaver o seu território e, em alguns casos, a destruição do Estado de Israel, com o fim da ocupação dos judeus na Palestina. A primeira delas foi a Al Fatah, em 1959, um grupo liderado por Yasser Arafat (1929-2004), um dos principais líderes da frente de resistência do povo palestino. O Al Fatah ainda existe nos dias atuais e é considerada uma organização laica.
Uma outra organização criada nesse contexto foi a Organização para Libertação da Palestina (OLP), em 1964. Essa organização foi, no ano de 1970, reconhecida pela ONU como a única frente legítima de negociação no conflito por parte dos palestinos, sendo presidida por Arafat que, a partir de 1987, deixou de utilizar atos extremistas e terroristas como método de combate e pressão por suas reivindicações.
No entanto, nesse mesmo ano de 1987, foi fundado o Hamas, um grupo militar que, ainda hoje, é considerado como terrorista por parte de muitos países. Esse grupo é formado por um partido político, uma frente armada e uma instituição filantrópica de apoio à causa palestina. Atualmente, a principal diferença entre o Hamas e o Fatah, é que o primeiro não reconhece oficialmente a existência do Estado de Israel, sendo, portanto, mais extremista.

OS ACORDOS E AS TENTATIVAS DE PAZ NA REGIÃO

Ao longo do tempo, vários acordos internacionais e tentativas de paz foram estabelecidas na região, algumas delas responsável pela completa mudança nos mapas de Israel e da região da Palestina. O primeiro desses grandes acordos, após os acontecimentos da Guerra dos Seis Dias e da Guerra do Yom Kippur, foi o Acordo de Camp David, em que os Estados Unidos mediou uma negociação que fez com que Israel devolvesse a Península do Sinai ao Egito, que, na ocasião, foi considera um “traidor” pelos demais países árabes.
Mais tarde, no ano de 1988, a OLP, sob o comando do então moderado Yasser Arafat, elaborou um plano de paz em que, pela primeira vez desde então, se reconhecia oficialmente o Estado de Israel, algo que o Hamas jamais aceitou. Com isso, em 1993, a OLP – novamente com a mediação dos EUA – realizou um acordo com Israel, chamado de Acordo de Oslo, onde foram devolvidas aos palestinos a Faixa de Gaza e alguns territórios na Cisjordânia. Com isso, foi fundada a ANP (Autoridade Nacional Palestina), então comandada pelo Fatah de Arafat e responsável por administrar os territórios autônomos palestinos que, no entanto, ainda não constituíram um Estado.
Ocupação da Palestina por Israel
Ocupação da Palestina por Israel
Em 2004, Yasser Arafat morre em uma ocasião que, na visão de muitos, foi considerada como um suposto envenenamento nunca provado, que teria sido feito pelos rebeldes palestinos que não aceitaram a postura moderada do líder da ANP. Em sua substituição, assumiu a entidade em eleições democráticas, Mahmoud Abbas.
Em 2006, para elevar a tensão na região que ainda sofre muito com os atentados terroristas e as pesadas respostas do governo de Israel, o Hamas conseguiu, pela via democrática, o controle da região da Faixa de Gaza, em um processo que não foi reconhecido por Israel. Não obstante, ainda hoje as tensões e conflitos nesse região são bastante latentes.
O Estado de Israel, no entanto, vem procurando retirar os colonos judeus de alguns áreas que, agora, fazem parte dos territórios autônomos da Palestina, sendo essa já reconhecida como Estado por parte de inúmeros países, mas ainda sem o seu estabelecimento oficial pela ONU. No entanto, desde 2002 que o governo israelense vem construindo um muro na fronteira com algumas regiões da Cirsjordânia, sob a alegação de defender o seu território de ataques terroristas do Hamas. Esse muro, que ainda não foi concluído, recebe inúmeras críticas em todo mundo, além de acusações de legitimar a ocupação de Israel sob áreas que deveriam estar de posse dos Palestinos, incluindo nascentes de rios e áreas de colonos árabes.
Ainda hoje, as negociações de paz não estão muito bem delineadas e os frequentes atentados por parte dos dois lados parecem deixar claro que dificilmente a região conhecerá o fim das batalhas.
Por Rodolfo F. Alves Pena
Mestre em Geografia
http://escolaeducacao.com.br/questao-palestina/