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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Algumas Lendas Indígenas

Algumas Lendas Indigenas




A LENDA DO GUARANÁ

Conta a lenda que um casal de índios Maués, viviam juntos a muitos anos e ainda não tinham filhos. Um dia, pediram a Tupã para dar-lhes uma criança. Tupã atendeu o desejo do casal e deu-lhes um lindo menino, que cresceu cheio de graça e beleza e se tornou querido de toda a tribo. No entanto, Jurupari, o Deus da escuridão e do mal, sentia muita inveja do menino e decidiu matá-lo. Certo dia, quando o menino foi coletar frutos na floresta, Jurupari aproveitou para se transformar numa serpente venenosa e matar o menino. Neste momento, fortes trovões ecoaram por toda a aldeia, e relâmpagos luziam no céu em protesto. A mãe, chorando em desespero ao achar seu filho morto, entendeu que os trovões eram uma mensagem de Tupã. Em sua crença, Tupã dizia-lhe que deveria plantar os olhos da criança e que deles nasceria uma nova planta, dando saborosos frutos, que fortaleceria os jovens e revigoraria os velhos. E os índios, plantaram os olhos da criança e regavam todos os dias. Logo mais, nesse lugarzinho onde foi enterrado os olhos do indiozinho, nasceu o Guaraná, cujos frutos, negros como azeviche, envoltos por uma orla branca em sementes rubras, são muito semelhantes aos olhos dos seres humanos. 



Lenda da Mandioca

Nasceu uma indiazinha linda e a mãe e o pai tupis espantaram-se:
- Como é branquinha esta criança!
Chamaram-na de Mani. Comia pouco e pouco bebia.
Mani parecia esconder um mistério. Uma bela manhã, Mani não se levantou da rede.
O Pajé deu ervas e bebidas à menina. Mani sorria, muito doente, mas sem dores.
E sorrindo Mani morreu.
Os pais  enterraram-na dentro da própria oca e regaram a sua cova com água, como era costume dos índios tupis, mas também com muitas lágrimas de saudade.
Um dia, perceberam que do túmulo de Mani rompia uma plantinha verde e viçosa. A plantinha desconhecida crescia depressa.
Poucas luas se passaram e ela estava alta, com um caule forte que até fazia a terra rachar ao redor.
- Vamos cavar? - comentou a mãe de Mani.
Cavaram um pouco e, à flor da terra, viram umas raízes grossas e morenas, quase da cor dos curumins, nome que dão aos indiozinhos. Mas, sob a casquinha marrom, lá estava a polpa branquinha, quase da cor de Mani.
- Vamos chamá-la de Mani-oca. - resolveram os índios.
Transformaram a planta em alimento.
E até hoje, entre os índios do norte e do centro do Brasil, este é um alimento muito importante.




                                 lenda do sol e da lua


Eu sei que há muitos anos, há milênios, a Lua e o Sol se amaram…
Mas, para o bem da Terra,
esse nascente amor sacrificaram
…porque, se a Lua e o Sol
algum dia se unissem,
o mundo acabaria inundado
pelas apaixonadas lágrimas da Lua,
ou queimado pelo constante e ardente amor do Sol…
Era, pois, impossível, dolorosa, essa imensa paixão!
À Lua, fraca, sensível,
o carinho arrancaria lágrimas ternas e doces.
O Sol, forte, abrasador,
seus raios aumentaria com o amor.
 lendas retiradas da NET


LETRAS DE MÚSICAS SOBRE ÍNDIO

CURUMIM IÊ IÊ - MARA MARAVILHA
Composição: Robertinho De Recife

Eu sou uma índia, sou filha da lua
Sou filha do sol, nasci num dia
Que a chuva caía, e nas nuvens do céu
Pintou o meu nome, com todas as cores
Oh! maravilha
Da mata o verde, azul do mar
Rosa das flores
Amarelo ouro, vermelho maçâ
Íris no céu, lilás dos sonhos
Haverá sempre um arco íris maravilha

refrão:
Tuiuiu iu iu
Sou curumim iê iê
Tuiuiu iu iu
Sou curumã arauê

Eu sou uma índia, sou filha da lua
Sou filha do sol, meus cabelos negros
A noite tingiu, serviu como espelho
As águas do rio, eu falo com o vento
E com os animais, eu nado com os peixes
Nós somos iguais
Oh! maravilha

refrão...

VAMOS BRINCAR DE ÍNDIO - XUXA

Ô ô ô, ô ô ô, ô ô ô ô
Ô ô ô, ô ô ô, ô ô ô ô
Vamos brincar de índio
Mas sem mocinho pra me pegar
Venha pra minha tribo
Eu sou o cacique, você é meu par
Índio fazer barulho
Índio ter seu orgulho
Vem pintar a pele para a dança começar
Pego meu arco e flecha
Minha canoa e vou pescar
Vamos fazer fogueira
Comer do fruto que a terra dá
Índio fazer barulho
Índio ter seu orgulho
Índio quer apito mas também sabe gritar
Ô ô ô, ô ô ô, ô ô ô ô
Ô ô ô, ô ô ô, ô ô ô ô
Índio não faz mais luta
Índio não faz guerra
Índio já foi um dia o dono dessa terra
Índio ficou sozinho
Índio querer carinho
Índio querer de volta a sua paz, sua paz
Vamos brincar de índio
Mas sem mocinho pra me pegar
Venha pra minha tribo
Eu sou o cacique, você é meu par
Índio fazer barulho
Índio ter seu orgulho
Vem pintar a pele para a dança começar
Pego meu arco e flecha
Minha canoa e vou pescar
Vamos fazer fogueira
Comer do fruto que a terra dá
Índio fazer barulho
Índio ter seu orgulho
Índio quer apito mas também sabe gritar
Ô ô ô, ô ô ô, ô ô ô ô
Ô ô ô, ô ô ô, ô ô ô ô
Índio não faz mais luta
Índio não faz guerra
Índio já foi um dia o dono dessa terra
Índio ficou sozinho
Índio querer carinho
Índio querer de volta a sua paz, sua paz
Ô ô ô, ô ô ô, ô ô ô ô
Ô ô ô, ô ô ô, ô ô ô ô
Vamos brincar de índio
Ô ô ô, ô ô ô ô
Vamos brincar de índio
Ô ô ô, ô ô ô ô
Vamos brincar de índio
Ô ô ô, ô ô ô ô
Vamos brincar de índio
Ô ô ô, ô ô ô ô


TODO DIA ERA DIA DE ÍNDIO - BABY DO BRASIL

COMPOSIÇÃO: JORGE BEN


Curumim,chama Cunhatã
Que eu vou contar
Curumim,chama Cunhatã
Que eu vou contar
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Curumim,Cunhatã
Cunhatã,Curumim
Antes que o homem aqui chegasse
Às Terras Brasileiras
Eram habitadas e amadas
Por mais de 3 milhões de índios
Proprietários felizes
Da Terra Brasilis
Pois todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Mas agora eles só tem
O dia 19 de Abril
Mas agora eles só tem
O dia 19 de Abril
Amantes da natureza
Eles são incapazes
Com certeza
De maltratar uma fêmea
Ou de poluir o rio e o mar
Preservando o equilíbrio ecológico
Da terra,fauna e flora
Pois em sua glória,o índio
É o exemplo puro e perfeito
Próximo da harmonia
Da fraternidade e da alegria
Da alegria de viver!
Da alegria de viver!
E no entanto,hoje
O seu canto triste
É o lamento de uma raça que já foi muito feliz
Pois antigamente
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Curumim,Cunhatã
Cunhatã,Curumim
Terêrê,oh yeah!
Terêreê,oh!



NA TRIBO ELES VIVEM

Na tribo eles vivem comendo raiz
Caçando e pescando, guerreando feliz
A oca é a morada, cacique é o guerreiro
A taba é a aldeia, pajé o feiticeiro
Deus é Tupã, a lua é Jaci
A língua que eles falam é Tupi-Guarani!



Jurema

"O Homem branco em sua ganância fez com que os verdadeiros e únicos donos dessa terra sofressem pelo descobrimento de uma terra já descoberta ,tratada e protegida com carinho e respeito. Sem se importarem com o grande mal futuro que poderiam causar, assim  hoje estamos na era da "extinção": da fauna, da flora , dos nossos índios e sem contar com a  extinção de nós mesmos." Marisa Nunes 
 



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Qual o melhor carro até R$ 58 mil com bom porta-malas?

O Rafael W. nos escreve com o seguinte questionamento: "Olá, tenho dúvida em relação ao qual veículo adquirir. Tenho um gol 1.6 G6 com pacote Urban & Sound e estou insatisfeito com o veículo no que tange seu porta-malas, pois sou vendedor autônomo e não cabe muita mercadoria. Tenho condições de comprar um veículo de até R$ 58 mil que tenha porta-malas e que ofereça uma relação ótima em custo benefício. Pensei em Versa SL 1.6, Sentra 2.0 SL usado, Tucson 2.0 Automática 2013. O que vocês sugerem? Desde já obrigado".
Toyota Etios Sedan 1.5 Automático 2017

Tendo em vista as condições de contorno estabelecidas: preço até R$ 58 mil reais, grande porta-malas, e uso do veículo para trabalho, consideramos que um carro que se encaixa muito bem nessas exigências é o Toyota Etios Sedã Automático.

Toyota Etios Sedan 1.5 Automático 2017

Na faixa de preço definida há duas opções: Etios X 1.5 Automático, a R$ 51.995 reais, que traz ar-condicionado, banco traseiro rebatível - que amplia ainda mais o enorme porta-malas de 562 litros (o dobro do volume do Gol), direção elétrica, vidros e travas elétricas. Mas a nossa opção seria o Etios Sedan XS 1.5 Automático (R$ 55.195 reais), pois ele acrescenta sistema de som com MP3 e CD Player, computador de bordo e piloto automático (recurso que aumenta muito o conforto em estrada).

Toyota Etios Sedan 1.5 Automático 2017 - interior

Em relação à transmissão, optaríamos sempre pelo automático, visto que esse tipo de câmbio, além de mais confiável, traz um ganho de conforto enorme para o motorista, especialmente nos casos em que o carro é instrumento de trabalho. Então a transmissão automática reduz muito o stress no trânsito. Ademais, o Etios tem uma suspensão macia, confortável e uma direção com assistência elétrica, e oferta muito espaço tanto para passageiros quanto bagagem, já que ele tem 10 cm mais de entre-eixos em relação ao modelo hatch.

Toyota Etios Sedan 1.5 Automático 2017

E, no que respeita ao consumo de combustível, o quadro abaixo traz um comparativo de dados  do INMETRO entre os modelos citados: Gol 1.6 MT, Versa SL 1.6, Sentra 2.0 AT, Tucson 2.0 AT (grifo azul no melhor resultado, e em vermelho no pior):

Modelo
Consumo etanol [km/l]Consumo de gasolina [km/l]
Média (gasolina)
CidadeEstradaCidadeEstrada
Nissan Versa 1.6 SL8,410131413,45
Etios Sedã 1.5 Automático8,410,4121513,35
Nissan Versa CVT 1.67,810121412,9
VW Gol 1.6 MT7,69,2111311,9
Nissan Sentra 2.0 CVT6,69101311,35
GM Prisma 1.4 AT6,98,5101210,9
Chery Celer 1.5 Flex Sedan6,37,89119,9
Hyundai Tucson 2.0 Flex AT55,9787,45

Os dados acima mostram que o Etios Sedã Automático é 12,2% mais econômico que o Gol 1.6 MT (carro atual do Rafael), e que tem consumo muito próximo do Versa 1.6 Manual, sendo que o Etios 1.5 AT empata com Versa em cidade com etanol, e ganha em estrada tanto com etanol quanto com gasolina, o que mostra que o modelo da Toyota, mesmo com câmbio automático, é muito eficiente.

Nissan Versa 1.6 Automático
Nissan Versa 1.6 Automático: porta-malas de 460 litros (100 litros menor que o do Etios Sedã)
É importante considerar que o Versa receberá a opção de transmissão CVT já no mês que vem, e os preços devem ficar na faixa de R$ 55 mil reais. Entretanto, o sedã da Nissan tem um porta-malas 100 litros menor que o do Etios Sedan, de 460 litros, e o consumo é maior em estrada.

Chevrolet Cobalt 2017

Há outros sedãs compactos com bons porta-malas, como caso do Prisma LT 1.4 (510 litros) e o Cobalt (563 litros). Entretanto, tanto Prisma (R$ 57.890 reais) quanto Cobalt (R$ 66.990 reais), com câmbio automático, oferecem menor desempenho e consumo bem mais elevado que o Etios Sedã, e, no caso do Cobalt, seu preço supera muito os R$ 58 mil estipulados.



Uma opção com bom porta-malas também, mas com preço cerca de R$ 20 mil reais mais barato,seria o Chery Celer Sedan 1.5 Flex nacional, que tem porta-malas de 450 litros, mas uma tampa traseira que abre como se fosse um hatch, e permite uma ampliação significativa do volume.

Chery Celer Sedã 2016 Flex

preço desse Chery Celer Sedan 0KM é de R$ 35.990 reais (R$ 22 mil reais a menos que os R$ 58 mil especificados), sendo que há modelos semi-novos a R$ 28 mil reais. No vídeo a seguir nós mostramos o Celer Sedan em detalhes.



Nós estamos fazendo um teste de longa duração com a versão hatch deste carro (veja aqui) e tem nos surpreendido positivamente, com poucos problemas, boa resistência, bom pós-venda, e consumo e desempenho dentro das expectativas para um carro dessa categoria, apesar de o INMETRO tê-lo classificado com nota "E" (a pior). O aspecto negativo é que não há opção de transmissão automática (o que, na nossa opinião, já elimina da disputa).

Conclusão

Toyota Etios XS 1.5 Automático - melhor opção até R$ 58 mil

Tendo em vista um valor máximo de gasto de R$ 58 mil reais para aquisição de um modelo com bom porta-malas, para ser usado com carro de trabalho, consideramos que o Toyota Etios XS 1.5 Automático é a melhor opção, por oferecer bom consumo de combustível, conforto de câmbio automático e direção com assistência elétrica, um bom sistema de som e o maior porta-malas entre os sedãs vendidos no Brasil, com 562 litros.
http://www.car.blog.br/2016/05/qual-o-melhor-carro-ate-r-58-mil-com.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+automotivas+%28Car.Blog.BR+%29

Resultado da Quina 4096, segunda, 30/05/2016

Resultado da Quina 4096, segunda, 30/05/2016

O resultado da Quina 4096 será divulgado no GIGA-SENA dia 30/05/2016, segunda-feira, a partir das 20:30 horas.

A Quina 4096 ocorrerá no dia 30 de maio de 2016 e o prêmio principal está estimado em R$ 9.000.000,00 para quem acertar o resultado da Quina 4096. Quem acertar a QUADRA com 4 números, o TERNO com 3 números ou o DUQUE com 2 números também ganha prêmio de menor valor. Se não houver nenhum ganhador com 5 números no resultado da Quina concurso 4096 o prêmio principal acumula para o próximo concurso da Quina.
Os valores de cada prêmio da Quina 4096 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 4096 DATA 30/05/2016
17
35
58
74
79
 
QUINAQUADRATERNODUQUE
prêmio
2.946.970,955.873,42113,542,63
ganhadores
x 3x 111x 8.634x 204.726
Próximo Sorteio: 31/05/2016Prêmio Estimado: R$ 600.000,00

Resultado da Lotofácil 1368, segunda, 30/05/2016.

Resultado da Lotofácil 1368, segunda, 30/05/2016

O resultado da Lotofácil 1368 será divulgado no GIGA-SENA dia 30/05/2016, segunda-feira, a partir das 20:30 horas.

A Lotofácil 1368 ocorrerá no dia 30 de maio de 2016 e o prêmio principal está estimado em R$ 4.200.000,00 para quem acertar o resultado da Lotofácil 1368. Quem acertar 14, 13, 12 ou 11 números também ganha prêmio de menor valor. Se não houver nenhum ganhador com 15 números no resultado da Lotofácil concurso 1368 o prêmio principal acumula para o próximo concurso da Lotofácil.
Os valores de cada prêmio da Lotofácil 1368 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 1368 DATA 30/05/2016
05
07
08
10
11
12
14
16
18
19
20
22
23
24
25
 
15 acertos14 acertos13 acertos12 acertos11 acertos
prêmio
575.167,871.404,4820,008,004,00
ganhadores
x 6x 597x 19.780x 239.981x 1.224.623
Próximo Sorteio: 01/06/2016Prêmio Estimado: R$ 1.700.000,00
DESCOBRIMENTO DO BRASIL 


Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.
Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil. 
A descoberta do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em buscade novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária ( 200 milhas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha. 
Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava este lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenasrecebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas. 

Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas destes povos, estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.





SUGESTÃO DE LEITURA: 








COLORIR







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FESTA JUNINA -- A origem da Festa Junina no Brasil e suas influências.

FESTA JUNINA -- A origem da Festa Junina no Brasil e suas influências.
Junho é o mês de São João, Santo Antônio e São Pedro. Por isso, as festas que acontecem em todo o mês de junho são chamadas de "Festa Joanina", especialmente em homenagem a São João.

O nome joanina teve origem, segundo alguns historiadores, nos países europeus católicos no século IV. Quando chegou ao Brasil foi modificado para junina. Trazida pelos portugueses, logo foi incorporada aos costumes dos povos indígenas e negros.

A influência brasileira na tradição da festa pode ser percebida na alimentação, quando foram introduzidos o aipim (mandioca), milho, jenipapo, o leite de coco e também nos costumes, como o forró, o boi-bumbá, a quadrilha e o tambor-de-crioula. Mas não foi somente a influência brasileira que permaneceu nas comemorações juninas. Os franceses, por exemplo, acrescentaram à quadrilha, passos e marcações inspirados na dança da nobreza européia. Já os fogos de artifício, que tanto embelezam a festa, foram trazidos pelos chineses.

A dança-de-fitas, bastante comum no sul do Brasil, é originária de Portugal e da Espanha.
Para os católicos, a fogueira, que é maior símbolo das comemorações juninas, tem suas raízes em um trato feito pelas primas Isabel e Maria. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel acendeu uma fogueira sobre o monte.

No Nordeste do país, existe uma tradição que manda que os festeiros visitem em grupos todas as casas onde sejam bem-vindos levando alegria. Os donos das casas, em contrapartida, mantêm uma mesa farta de bebidas e comidas típicas para servir os grupos. Os festeiros acreditam que o costume é uma maneira de integrar as pessoas da cidade. Essa tradição tem sido substituída por uma grande festa que reúne toda a comunidade em volta dos palcos onde prevalecem os estilos tradicionais e mecânicos do forró.






O pesquisador Mário de Andrade a define como "dança de salão, aos pares, de origem francesa, e que no Brasil passou a ser dançada também ao ar livre, nas festas do mês de junho, em louvor a São João, Santo Antônio e São Pedro. Os participantes obedecem às marcas ditadas por um organizador de dança. O acompanhante tradicional das quadrilhas é a sanfona" .

A DANÇA DA QUADRILHA: A quadrilha é dançada em homenagem aos santos juninos ( Santo Antônio, São João e São Pedro ) e para agradecer as boas colheitas na roça. Tal festejo é importante pois o homem do campo é muito religioso, devoto e respeitoso a Deus. Dançar, comemorar e agradecer.Em quase todo o Brasil, a quadrilha é dançada por um número par de casais e a quantidade de participantes da dança é determinada pelo tamanho do espaço que se tem para dançar. A quadrilha é comandada por um marcador, que orienta os casais, usando palavras afrancesadas e portuguesas. Existem diversas marcações para uma quadrilha e, a cada ano, vão surgindo novos comandos, baseados nos acontecimentos nacionais e na criatividade dos grupos e marcadores. 

Os comandos mais utilizados são:

BALANCÊ (balancer) - Balançar o corpo no ritmo da música, marcando o passo, sem sair do lugar.
É usado como um grito de incentivo e é repetido quase todas as vezes que termina um passo. Quando um comando é dado só para os cavalheiros, as damas permanecem no BALANCÊ. E vice-versa,

ANAVAN (en avant) - Avante, caminhar balançando os braços.

RETURNÊ (returner) - Voltar aos seus lugares.

TUR (tour) - Dar uma volta: Com a mão direita, o cavalheiro abraça a cintura da dama. Ela coloca o braço esquerdo no ombro dele e dão um giro completo para a direita.

Para acontecer a Dança é preciso seguir os seguintes Passos:

01. Forma-se uma fileira de damas e outra de cavalheiros. Uma, diante da outra, separadas por uma distância de 2,5m. Cada cavalheiro fica exatamente em frente à sua dama. Começa a música. BALANCÊ é o primeiro comando.

02. CUMPRIMENTO ÀS DAMAS OU "CAVALHEIROS CUMPRIMENTAR DAMAS" 
Os cavalheiros, balançando o corpo, caminham até as damas e cada um cumprimenta a sua parceira, com mesura, quase se ajoelhando em frente a ela.

03. CUMPRIMENTO AOS CAVALHEIROS OU "DAMAS CUMPRIMENTAR CAVALHEIROS" 
As damas, balançando o corpo, caminham até aos cavalheiros e cada uma cumprimenta o seu parceiro, com mesura, levantando levemente a barra da saia.

04. DAMAS E CAVALHEIROS TROCAR DE LADO
Os cavalheiros dirigem-se para o centro. As damas fazem o mesmo. 
Com os braços levantados, giram pela direita e dirigem-se ao lado oposto. Os cavalheiros vão para o lugar antes ocupado pelas damas. E vice-versa,

05. PRIMEIRAS MARCAS AO CENTRO
Antes do início da quadrilha, os pares são marcados pelo no. 1 ou 2. Ao comando "Primeiras marcas ao centro , apenas os
pares de vão ao centro, cumprimentam-se, voltam, os outros fazem o "passo no lugar . Estando no centro, ao ouvir o marcador
pedir balanceio ou giro, executar com o par da fileira oposta. Ouvindo "aos seus lugares , os pares de no. 1 voltam à posição anterior. Ao comando de "Segundas marcas ao centro , os pares de no. 2 fazem o mesmo.

06. GRANDE PASSEIO
As filas giram pela direita, se emendam em um grande círculo. Cada cavalheiro dá a mão direita à sua parceira. Os casais passeiam em um grande círculo, balançando os braços soltos para baixo, no ritmo da música.

07. TROCAR DE DAMA
Cavalheiros à frente, ao lado da dama seguinte. O comando é repetido até que cada cavalheiro tenha passado por todas as damas e retornado para a sua parceira.

08. TROCAR DE CAVALHEIRO
O mesmo procedimento. Cada dama vai passar portadas os cavalheiros até ficar ao lado do seu parceiro.

09. O TÚNEL
Os casais, de mãos dados, vão andando em fila. Pára o casal da frente, levanta os braços, voltados para dentro, formando um arco. O segundo casal passa por baixo e levanta os braços em arco. O terceiro casal passa pelos dois e faz o mesmo. O procedimento se repete até que todos tenham passado pela ponte.

10. ANAVAN TUR
A doma e o cavalheiro dançam como no TUR. Após uma volta, a dama passa a dançar com o cavalheiro da frente. O comando é repetido até que cada dama tenha dançado com todos os cavalheiros e alcançado o seu parceiro.


11. CAMINHO DA ROÇA
Damas e cavalheiros formam uma só fila. Cada dama à frente do seu parceiro. Seguem na caminhada, braços livres,balançando. Fazem o BALANCË, andando sempre para a direita.


12. OLHA A COBRA
Damas e cavalheiros, que estavam andando para a direita, voltam-se e caminham em sentido contrário, evitando o perigo.
Vários comandos são usados para este passo: "Olha a chuva , "Olha a inflação , Olha o assalto , "Olha o (cita-se o nome de um político impopular na região). A fileira deve ir deslizando como uma cobra pelo chão.

13. É MENTIRA
Damas e cavalheiros voltam a caminhar para a direita. Já passou o perigo. Era alarme falso.

14. CARACOL
Damas e cavalheiros estão em uma única fileira. Ao ouvir o comando, o primeiro da fila começa a enrolar a fileira, como um caracol.

15. DESVIAR
É o palavra-chave para que o guia procure executar o caracol, ao contrário, até todos estarem em linha reta.

16. A GRANDE RODA
A fila é único agora, saindo do caracol. Forma-se uma roda que se movimenta, sempre de mãos dados, à direita e à esquerdo como for pedido. Neste passo, temos evoluções. Ouvindo "Duas rodas, damas para o centro ; as mulheres vão ao centro, dão as mãos. 
Na marcação "Duas rodas, cavalheiros para dentro , acontece o inverso, As rodas obedecem ao comando,movimentando para a direita ou para esquerda. Se o pedido for "Damas à esquerda e "Cavalheiros à direita ou vice-versa, uma roda se desloca em sentido contrário à outra, seguindo o comando.

17. COROAR DAMAS
Volta-se à formação inicial das duas rodas, ficando as damos ao centro. Os cavalheiros, de mãos dados, erguem os braços sobre as cabeças das damas. Abaixam os braços, então, de mãos dados, enlaçando as damas pela cintura. Nesta posição, se deslocam para o lado que o marcador pedir.

18. COROAR CAVALHEIROS
Os cavalheiros erguem os braços e, ao abaixar, soltam as mãos. Passam a manter os braços balançando, junto ao corpo. São as damas agora, que erguem os braços, de mãos dados, sobre a cabeça dos cavalheiros. Abaixam os braços, com as mãos dados, enlaçando os cavalheiros pela cintura. Se deslocam para o lado que o marcador pedir.

19. DUAS RODAS
As damas levantam os braços, abaixando em seguida. Continuam de mãos dados, sem enlaçar os cavalheiros, mantendo a roda. A roda dos cavalheiros é também mantida. São novamente duas rodas, movimentando, os duos, no mesmo sentido ou não, segundo o comando. Até a contra-ordem!

20. REFORMAR A GRANDE RODA
Os cavalheiros caminham de costas, se colocando entre os damas. Todos se dão as mãos. A roda gira para a direita ou para a esquerda, segundo o comando.

21. DESPEDIDA
De um ponto escolhido da roda os pares se formam novamente, Em fila, saem no GALOPE, acenando para o público. A quadrilha está terminada. Nas Festas Juninas Mineiras, após o encerramento da quadrilha, os músicos continuam tocando e o espaço é liberado para os casais que queiram dançar. 















Desenhos Diversos Turma da Mônica
































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