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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Nova Kia Cerato 2017 já é produzido em nova fábrica no México


A Kia Motors iniciou na última segunda-feira, 16, as operações de sua nova fábrica no México
Localizada em Pesquería, estado de Nuevo León, a unidade fabril é responsável pela produção do sedã Cerato, conhecido também como Forte no mercado norte-americano e K3 na Coreia do Sul. A versão mexicana do modelo será importada em breve ao Brasil.
A nova planta da Kia é fruto de investimentos de aproximadamente US$ 2,5 bilhões e terá capacidade para entregar até 300 mil carros por ano. No entanto, inicialmente o local vai produzir 150 mil unidades anuais, sendo que 80% deste volume será destinado a importação para mercados como Estados Unidos, Canadá e América do Sul.

Hoje, 7 mil trabalhadores operam no local. Porém, a montadora espera aumentar o quadro de funcionários para 14 mil pessoas nos próximos anos.





Novo Nissan Sentra 2017 chega mais caro e mais equipado


Sedã parte de R$ 79.990 na linha 2017, só com câmbio CVT. Montadora diz que missão é manter o terceiro lugar nas vendas
Único entre os grandes a aumentar vendas, o segmento dos SUVs continua sendo a “menina dos olhos” da indústria brasileira. Mas o de sedãs médios, assim como o de picapes, está movimentado neste ano. Em breve, chega a nova geração do Chevrolet Cruze; em agosto, o novo Honda Civic. Todos miram a supremacia do Toyota Corolla, que também deve passar por alguma atualização para “refrescar” a imagem da atual geração.

O Nissan Sentra também seguirá este caminho: acaba de estrear no país sua primeira atualização na geração atual, lançada há 3 anos no exterior e há quase 3 no Brasil. Essa atualização era esperada para o fim do ano, mas a montadora preferiu antecipar a estreia.

Na linha 2017, o sedã ficou mais caro e mais equipado, e a Nissan assume que a missão é manter o terceiro lugar em vendas, assumindo que a briga pela liderança continuará restrita aos outros dois japoneses.
Veja os preços do Nissan Sentra 2017

S (câmbio CVT): R$ 79.990 (era R$ 69.990 com câmbio manual)
SV (câmbio CVT): R$ 84.990 (era R$ 76.990)
SL (câmbio CVT): R$ 95.990 (era R$ 86.290)

Não há mudança na mecânica: continuam em “jogo” o motor 2.0 de 140 cavalos com etanol, equipado com câmbio CVT – a Nissan “matou” a transmissão manual que equipava a versão mais básica. "Ela praticamente não vendia. Esse tipo de câmbio está sumindo no segmento", explica Juliana Fukuda, gerente de marketing da fabricante.

Também sai de cena a série especial Unique. E a montadora acerta ao colocar o controle de tração e de estabilidade em todas as versões, adiantando o que será obrigatório por lei em 2020, mas que outros concorrentes, como Corolla e Civic ainda não oferecem.

E passam a ser de série ter sensor de estacionamento, acendimento automático de faróis e retrovisor que escurece para evitar ofuscamento. Completam a lista itens básicos que já existiam, como ar-condicionado, direção e vidros dianteiros e traseiros elétricos, e a partida sem chave.
Nova ‘cara’ 

A novidade principal da linha 2017 é visual, principalmente na frente. A grade em formato de trapézio invertido ou de “V”, como descreve a Nissan, é parte da identidade atual da montadora. Ela já era vista em sedãs maiores da marca, o Altima e o Maxima. No Sentra, ela estreou em novembro passado, nos Estados Unidos.

O para-choque ficou mais robusto, o capô tem mais vincos e a grade inferior também foi redesenhada, assim como os faróis--na versão topo de linha, SL, eles têm contorno em LED, em formato de bumerangue, e não mais aquela faixinha "pontilhada" 

Na traseira, há "novo desenho interno" das lanternas. No interior, a novidade é o novo volante, cujo centro perde o formato triangular.
Mais equipado e (bem) mais caro

Por outro lado, o Sentra ficou, em média, R$ 9 mil mais caro em cada versão. A básica, S, além do câmbio CVT e dos demais itens de série, tem novo rádio com tela de 5 polegadas.

A intermediária, SV (R$ 84.990), que já tinha câmbio CVT, acrescenta câmera de ré, GPS e nova central multimídia, em tela um pouco maior que a da S, além de rodas de aro 17. É ela que responde pela maior parte das vendas do Sentra, e deverá continuar assim.

A topo de linha, SL (R$ 95.990), passa a ter ainda ajuste elétrico para o banco do motorista e sistema de som da grife Bose. Ela também ganhou um conjunto de sistemas de segurança que alertam sobre ponto cego, risco de colisão frontal e se um carro se aproxima enquanto você dá ré para sair de uma vaga de estacionamento, por exemplo (o que leva o complicado nome de Alerta de Tráfego Traseiro Cruzado).
Esses itens diferenciam o sedã de seus maiores concorrentes – pelo menos enquanto não se sabe em detalhes as configurações dos novos Cruze e Civic para o Brasil.

Ao menos por ora, o sedã da Nissan está aquém da barreira dos R$ 100 mil, já ultrapassada por Corolla, Volkswagen Jetta e Ford Focus Fastback, por exemplo.

Não há, no entanto, versão de ofereça mais do que os 2 airbags frontais obrigatórios por lei. A central multimídia das configurações mais caras também não tem nada demais, deixando de lado novidades que a própria Nissan já aplicou em outros modelos, como o espelhamento de smartphones.
O desafio

Com a fama de ser uma escolha racional, o Sentra soma 3.403 unidades emplacadas contra 5.547 do Civic e 21.047 do Corolla, segundo dados de janeiro a abril da federação dos concessionários, a Fenabrave. "Como o mercado está estável, a gente quer manter o terceiro lugar", disse a gerente de marketing.

O modelo da Nissan ocupa essa posição desde 2015. Para seguir nela, ele terá de enfrentar a nova geração do Cruze e o Jetta.

Fonte: Globo.com

Citroën C4 Lounge THP com câmbio manual chega em junho 2016.

Nova versão do sedã com motor turbo será a mais barata da linha
A Citroën prepara para a segunda quinzena de junho o lançamento do C4 Lounge THP com transmissão manual de seis marchas. O modelo com motor turboflex de 173 cv até agora só usava o câmbio automático de seis velocidades aqui no Brasil. Contudo, não ache que com esta configuração a marca francesa espera elevar as vendas do sedã à estratosfera. 

A estratégia é agradar a um nicho no mercado de médios que aprecia o desempenho do motor 1.6 turbo, só que com a maior intimidade do câmbio manual. E, de quebra, ter preço competitivo para tentar roubar clientes dos chamados sedãs compactos premium (Honda City, Ford New Fiesta Sedan etc) cujas versões mais completas ficam entre R$ 66 mil e R$ 72 mil - automáticas. 

Para tal, o C4 THP manual acenará com preços abaixo dos R$ 69 mil. Fora argumentos como espaço maior, melhor acabamento interno e boa oferta equipamentos de série, como controles de estabilidade, assistente de partida em rampas, rodas de liga-leve, entre outros. Hoje, o C4 Lounge THP mais barato é o Tendance Auto (R$ 82.990), enquanto o mais em conta da linha é o Origine Auto, com motor 2.0 16V flex aspirado de 151 cv (R$ 69.990).

http://carrosdoalvaro.blogspot.com.br/2016/05/citroen-c4-lounge-thp-com-cambio-manual.html

Ford New Fiesta 1.0 EcoBoost de 125 cavalos estreia no Brasil em junho 2016

A exemplo de Volkswagen e Hyundai, que lançaram recentemente motores de três cilindros 1.0 turbo, a Ford apresentou nesta quarta-feira (25) o bloco 1.0 EcoBoost no Brasil
O propulsor movido apenas a gasolina estreará por aqui em junho em duas versões do New Fiesta. Inicialmente disponível apenas com o câmbio automatizado PowerShift de seis marchas e dupla embreagem. Os blocos de 1.5 e 1.6 litro flex de quatro cilindros serão mantidos.

Elogiado pela crítica no exterior, o motor 1.0 EcoBoost é dotado de turbocompressor, injeção direta de combustível e duplo comando variável de válvulas, entre outras tecnologias. Segundo a Ford, o pequeno propulsor gera 125 cv de potência a 6.500 rpm e 17,34 kgfm de torque entre 1.400 e 4.500 rpm. A marca diz que o 1.0 EcoBoost é 20% mais econômico e emite 15% menos poluentes que o bloco 1.6 16V aspirado de 128 cv e 16 kgfm de torque (quando abastecido com etanol).

Utilizado em modelos maiores na Europa, como Focus e Mondeo (Fusion), o propulsor leva o New Fiesta de 0 a 100 km/h em 9.6 segundos quando associado ao câmbio PowerShift. A marca é 20% inferior à do motor 1.6 16V com a mesma transmissão, que completa a prova de aceleração em 12.1 segundos.

Diferentemente dos motores da concorrência, que contam com a tecnologia bicombustível, o 1.0 EcoBoost é, por ora, movido apenas a gasolina. Ainda assim, com seus 125 cv, ele será o 1.0 mais potente do Brasil. Junto com o 2.0 turbo de 240 cv do Fusion, o novo motor representará 30% da gama da marca, mas a Ford promete a expansão da linha EcoBoost no Brasil para os próximos anos.

Além do bloco de 1.0 litro de três cilindros, a família global de motores EcoBoost é composta por propulsores 1.5, 1.6 e 2.3 litros de quatro cilindros, além dos 2.7 e 3.5 V6 (todos sobrealimentados com turbocompressores).

http://carrosdoalvaro.blogspot.com.br/2016/05/ford-new-fiesta-10-ecoboost-de-125.html

Carros novos estão com descontos

 Com vendas em baixa, praticamente todos os veículos zero-quilômetro estão com preços abaixo da tabela
Esqueça o preço de tabela: a temporada de descontos está aberta. Com vendas 27,9% mais baixas de janeiro a abril, ante o mesmo período do ano passado, praticamente todos os carros estão em promoção. O que varia é o nível do abatimento.

Conforme especialistas, os estoques estão altos porque os carros novos chegaram e os antigos não foram vendidos.

Veículos prestes a mudar entraram em liquidação. É o caso do Chevrolet Camaro (cuja nova geração chega no segundo semestre). É possível adquirir unidades remanescentes por R$ 179.900, ou R$ 51 mil abaixo do preço sugerido.

O desconto é mais do que suficiente para se comprar um VW Fox 1.6 Comfortline (R$ 47.500), que também está sendo vendido abaixo da tabela (o preço oficial é de R$ 54 mil).

Prestes a mudarem, Chevrolet Cruze e Honda Civic têm descontos. Esse também é o caso da S10, cuja versão renovada já foi apresentada.

Não escapam da promoção nem lançamentos badalados, como a Fiat Toro. A picape pode ser encontrada por R$ 2 mil abaixo da tabela.

Realizamos um levantamento com algumas das melhores oportunidades do momento. O preço real é a média apurada nas autorizadas. Porém, não tenha pressa. Negociando, é possível conseguir descontos ainda maiores.

Atenção às dicas:

Ano-modelo: Quanto mais “velho” o carro zero-km, maior deve ser o desconto. Veículo feito em 2014 só vale a pena se o preço estiver muito baixo.

Fim de linha: Carros que estão mudando de linha (como Civic, Cruze, S10 e Sentra) só são bons negócios para quem não faz questão de ter o “último tipo”.

Pesquise bastante: O preço varia de uma autorizada para outra, porque depende do tempo em que o carro está no estoque. Assim, faça cotação em várias lojas.

IPVA grátis: Além do desconto, alguns carros (como o VW Up!) são oferecidos com imposto deste ano quitado. Negocie também esse benefício.

Valorização de usados: Mais importante que uma ótima avaliação do usado na troca é a diferença de preço entre os dois carros (quanto se quer gastar a mais).

Desconto disfarçado: Para não reduzir o preço do Mobi, que acaba de ser lançado, a tática da Fiat tem sido elevar o valor do usado que entra na troca.

Taxa zero: Há marcas que oferecem financiamento sem juros para determinados modelos, mas, normalmente, pedem entrada na faixa de 60%.












AVALIAÇÃO - FORD RANGER LIMITED

AVALIAÇÃO - FORD RANGER LIMITED



TEXTO E MEDIÇÕES: MÁRIO COUTINHO LEÃO | FOTOS: FORD

Tecnologia, conforto de rodagem, custos menores e visual renovado por dentro e por fora. Como de praxe, a versão cedida para teste era a mais equipada e cara Limited, que marca R$179.900 na tabela. Aproveitamos para comparar a novidade com a Toyota Hilux SRX (R$188.120), Chevrolet S10 High Country (R$167.490), Volkswagen Amarok Dark Label (R$142.003) e Fiat Toro Volcano (R$116.500). Todas cabine dupla, motor diesel e câmbio automático. Acredite, a grande diferença de projetos e preços motiva a muitas reflexões, como a real necessidade de desempenho, tamanho de caçamba, maciez ao rodar
ou robustez a longo prazo.

Cara nova e painel renovado, laterais e traseira pernanecem como estão. O resultado é positivo e agradável, com muitos cromados na grade, retrovisores, maçanetas e estribos. "Visual gringo, ficou show", ouvi do dono de uma recém-comprada Toro Diesel. No geral, os comentários convergiram a uma impressão positiva, mais agradável que a Hilux, mais esportiva que Amarok, menos "oriental" que a S10 e não tão exótica quanto a Toro. Quanto à promessa de redução de custos nas revisões, confirmamos a queda dos valores na rede autorizada, ligando para nada menos que 23 concessionárias nas regiões metropolitanas dos estados de MG, RJ e SP. Restava comprovar as outras novidades do material de propaganda.



De relevante na mecânica há a direção com assistência elétrica. Sempre leve, filtrando quase tudo que se passa sob as rodas dianteiras. A maior qualidade ao andar sem pressa é o maior problema ao exigir mais desempenho. A sensação " anestesiada" incomoda e não passa confiança, total oposto de freios e suspensões. Fora o trivial ABS e o controle de tração/estabilidade, existe o sistema de frenagem autonônoma (útil em "fechadas" ou quando os carros à frente reduzem o ritmo repentinamente) e o assistente de descidas em pisos com pouca aderência. Acredite, é uma picape mais fácil de usar que alguns sedans de luxo. Como se diz na publicidade, "Low Profile Product". Os sistemas para conectividade, multimídia e localização estão agrupados em uma tela de toque com 8 polegadas, com visual e usabilidade dos melhores. A qualidade de reprodução de som é boa, toquei todas as músicas dos "Três Tenores" e fiquei satisfeito com o resultado.


O banco traseiro é espaçoco e com ângulo satisfatório. Fica abaixo da Toro, empata com a Amarok e ganha das demais, principalmente da Mitsubishi L200, por exemplo. A suspensão saltita bastante, mas não a ponto de tirar a paz de espírito dos passageiros que estão nele. Neste sentido, Amarok e Hilux voltam a se mostrar mais aconchegantes.

A sensação de desempenho é semelhante à das picapes Volks e Fiat, ficando a Chevrolet sensivelmente mais ágil e todas bem à frente da Toyota. Além do comportamento dinâmico, tivemos facilidade em comparar a sensação de agilidade no nosso trajeto-padrão de 250 quilômetros, útil também para medir o rendimento (km/litro) e o consumo (ml/km). Interessante notar que a única a se destacar no teste foi a Toro, porém não é uma concorrente direta das outras quatro, tanto pela proposta, quanto pelo preço. As picapes grandes ainda emanam robustez ao entrar mais forte nas estradas esburacadas e nas de terra batida, integrantes do nosso percurso de avaliação. A Ranger mostra mais valentia pela tração, enquanto a S10 tem mais força e agilidade. Amarok é mediana em tudo e a Hilux não demonstra evolução frente aos antigos modelos. Não é ruim, mas poderia ser bem melhor.

A conclusão depois de rodar mais de 1.000 quilômetros com as picapes é que a Ford conseguiu amenizar os problemas principais da sua picape, os custos, e ainda melhorá-la como produto. Tecnologia aprimorando a eficiência dinâmica e a vida-a-bordo foram muito bem-vindas, com uma embalagem atraente. Vale ver a reação da concorrência, é muito certo que apresentem alguma carta escondida na manga.


 Agradecimentos especiais 

Posto de combustíveis Antares
Uberaba/MG; Rodovia BR-050, km 173
Bairro Estância Induberada; telefone 34-3314-0200

 FORD - Ortovel veículos e serviços
Uberlândia/MG; Rua Bernardo Sayão, 995
Bairro Umuarama; telefone 34-3233-9800 

 VOKSWAGEN - Saga Auto Minas
Uberlândia/MG; Avenida João Naves de Ávila, 3303
Bairro Jardim Finotti; telefone 34-3239-8500 

 TOYOTA - Futura Veículos 
Uberlândia/MG; Praça Lincoln, 153
Bairro Presidente Roosevelt; telefone 34-3087-5131 

 CHEVROLET - Autus 
Uberlândia/MG; Avenida Afonso Pena, 3980
Bairro Brasil; telefone 34-3230-8000 

 FIAT - Curinga de Combustíveis Petrocarmo 
Uberlândia/MG; Avenida Governador Rondon Pacheco, 4660
Bairro Tibery; telefone 34-3239-1800 

 Teste de Consumo 

Fiat Toro Volcano
Diesel: 69 ml/km - 14,53 km/litro

Volkswagen Amarok Dark Label
Diesel: 85 ml/km - 11,80 km/litro

Ford Ranger Limited
Diesel: 96 ml/km - 10,42 km/litro

Chevrolet S10 High Country
Diesel: 97 ml/km - 10,32 km/litro

Toyota Hilux SRX
Diesel: 97 ml/km - 10,29 km/litro

http://novoguscar.blogspot.com.br/2016/05/avaliacao-ford-ranger-limited.html

ATIVIDADES DIVERSAS SOBRE: atividades da consciência negra









































EDUCAÇÃO S/A