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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Projeto Borboletas


Simplesmente lindo!! Trabalhamos a metamorfose da lagarta em uma exposição muito colorida e Chamativa !Além da observação do desenvolvimento da lagarta e suas fases em tempo real,visitamos o "Mundo dos insetos" e confeccionamos: painel gigante, móbiles,potes de sorvete viraram vasinhos com flores de potinhos de Danone, registros de pesquisas, borboletas com pratinhos descartáveis,quadrinhos em bandejinhas de isopor... enfim a criatividade foi imensa.
http://wwwideiasdalu.blogspot.com.br/2012/01/projeto-borboletas.html

Cartões para Dia das mães


Modelos criativos de cartões para o dia das mães. Alguns são idéias de colegas.Todos feitos com Criative paper e aplicações.
http://wwwideiasdalu.blogspot.com.br/2012/01/cartoes-para-dia-das-maes.html

PÁSCOA!! HUM QUE DELÍCIA!!!


Carteirinhas, cestinhas,marca páginas,avental e orelhinha.Todos em EVA

http://wwwideiasdalu.blogspot.com.br/2012/01/pascoa-hum-que-delicia.html

Lembrancinhas


Volta às aulas! OBAAA! Aqui vão algumas sugestões de lembrancinhas para primeira semana ou para fazer um mimo aos seus alunos em qualquer data.Ponteira de lápis de girafinha,coloque uma mensagem atrás. 
Marca páginas,oferecido no dia do estudante,mas pode-se escrever o nome do aluno ou "Seja bem-vindo",com uma mensagem atras. 
Estojinho em forma de lápis,este foi uma amiga criativa que fez rsrsr 
(prof.ª Núbia) 
Balãozinho,com mensagem de boas vindas e um bombom atrás. 


http://wwwideiasdalu.blogspot.com.br/2012/01/lembrancinhas.html

PROJETO: ADAPTAÇÃO ESCOLAR


JUSTIFICATIVA:
Os primeiros dias na escola geram expectativas, ansiedade, insegurança, angústias, medos e dúvidas em pais, crianças, professores e funcionários. Considerando esse momento muito importante é fundamental desenvolver um trabalho que facilite a transição do ambiente familiar ao escolar, pensando e planejando atividades que garantam uma inserção gradativa, envolvendo todos em um ambiente afetivo e acolhedor.
O projeto tem como finalidade propiciar a criança uma acolhida fraterna, valorizando sua presença na escola. Sendo assim, a socialização da criança desenvolve-se harmoniosamente adquirindo superioridade sob o ponto de vista da independência, confiança em si, adaptabilidade e rendimento intelectual.
Caberá a nós educadores, estimular e orientar a criança, considerando os estágios de seu desenvolvimento, aceitando-a e desafiando-a a pensar. O ambiente escolar contribuirá para o seu desenvolvimento global, estará certamente favorecendo a aproximação da criança à realidade escolar.


OBJETIVO GERAL:
Favorecer um ambiente rico em estímulos, onde a criança poderá conhecer viver novas experiências, expressando seus pensamentos, sentimentos e emoções livremente;

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Proporcionar um ambiente agradável e acolhedor, visando o bem-estar do educando;
Criar um ambiente acolhedor como um indivíduo se integrando á dinâmica do grupo.
Desenvolver atividades que permitam que as crianças e pais conheçam e interajam entre si, professores e funcionários.
Familiarizar a criança ao espaço escolar e sua rotina;
Oferecer aos pais sugestões, dicas e idéias que facilitem este momento de separação e conquista;
Propiciar um ambiente seguro para que a criança possa manifestar suas emoções e necessidades;
Estabelecer uma comunicação entre pais e membros da escola com a participação da criança.

Conteúdos Conceituais
Identificação das pessoas suas funções no ambiente escolar;
Conhecer o espaço físico e a rotina da escola;
Construção da própria imagem e da identidade;
Valorização positiva da própria identidade;
Elaboração oral e coletiva de regras de convivência.
Conteúdos procedimentais
Adaptação aos ritmos e às rotinas da vida da escola;
Reconhecer as pessoas e suas funções na escola;
Situar-se e orientar-se nos espaços físicos da escola;
Reconhecimento dos espaços que são de seu uso;
Manifestação das próprias necessidades, vivências, emoções e sentimentos;
Aceitação da separação;
Hábitos de autonomia com seus pertences.
Conteúdos Atitudinais
Enfrentar e superar as dificuldades do processo de adaptação;
Adaptação aos ritmos e às rotinas da vida escolar;
Participação na vida da escola;
Interesse pela relação afetiva com a educadora e com os companheiros;
Confiança e segurança progressiva nas suas próprias possibilidades;
Interesse para vencer as dificuldades da transição do ambiente familiar para o escolar;
Aceitar a separação da família como um processo natural e necessário.
Contemplação das áreas

Língua Portuguesa
Linguagem oral:
§ Conversas, relatos de vivências, narração;
§ Nomear a professora, funcionários e colegas;

Linguagem escrita:
§ Conhecer a escrita do nome através de crachá e lista de nomes;
§ Pseudoleitura das regras de convivência.

Matemática
§ Orientação Espacial;
§ Percurso de trajeto, localização;
§ Contagem oral;
§ Jogos matemáticos;
§ Leitura de calendário.

Natureza e Sociedade
§ Profissões (apresentação de funcionários e suas funções);
§ Observação dos diferentes ambientes do espaço escolar.

Visual
§ Pintura livre (interferência);
§ Modelagem
§ Recorte e colagem;
§ Fantoches, vídeos, slides.


Movimento
§ Roda cantada;
§ Ginástica;
§ Dança;
§ Jogos simbólicos
§ Esquema corporal.

Música
Diferentes tipos de sons e músicas diversas.


ATIVIDADES:
° Cantigas De Roda;
° Histórias;
° Construção de textos;
° Pintura coletiva;
° Construção de crachás;
° Dobraduras;
° Vídeo;
° Fantoche do coelho;
° Lembrancinhas.

METODOLOGIA:
° Em círculo contar histórias, depois explorá-las. Desenhar o que mais gostou na história.
° Construir dobraduras dos personagens da história.
° Dar livros, revistas, papéis coloridos para na folha sulfite colarem o que mais gostam de fazer.
° Desenho sobre suas férias.
° Construir crachás para fixar os nomes, ler com eles, perguntar qual letra começa o nome, quantas letras possui.
° Desenhar o caminho de sua casa até a escola. Quem mora perto? Passa por onde? Padaria? Posto?
° Conversar sobre a Páscoa.

RECURSOS:
Folhas, tintas, papel pardo, livros de histórias, vídeo, revistas, livros, cola, tesoura, pincel.

AVALIAÇÃO:
Observação e registro

http://wwwideiasdalu.blogspot.com.br/2012/01/projeto-adaptacao-escolar.html

Dinâmicas de socialização


Como vimos no "Projeto Adaptação Escolar",estar em um grupo novo, com pessoas novas sempre traz insegurança e timidez, não só em crianças, na sala de aula, mas em nós adultos também. Com dinâmicas divertidas, você professor apresenta a escola aos alunos, aproxima colegas de classe e contribui para que todos se sintam acolhidos dentro do novo grupo. Primeiro dia de aula. A turma toda está na expectativa para saber quem serão os novos professores. Muitos alunos nunca se viram ou mal se conhecem. Para formar um grupo unido, bem relacionado e em sintonia com você, esqueça a velha tática de dar bom dia, fazer as apresentações e entrar no conteúdo. Confira a seguir as atividades de integração para diversos níveis de estudo e torne a primeira impressão divertida e agradável.Inove...


ESCRAVOS DE JÓ
Objetivo: o entrosamento para o sucesso das atividades. ( Boa para alunos maiores, que já tenham boa coordenação e lateralidade e adultos)


Formar um círculo – todos de pé cantarão a música escravos de Jô, porém ao invés de moverem algum objeto o movimento será feito com o próprio corpo.
Combinar antecipadamente que o movimento se dará através de pulos com os dois pés juntos iniciando para a direita.
Então ao cantar:
Escravos de Jó – pular para a direita
jogavam caxangá – pular para a direita
Tira – pular para a esquerda
põe, – pular para a direita
deixa ficar… – ficar parado
Guerreiros – pular para a direita
com guerreiros- pular para a direita
fazem zigue – pular para a direita
zigue – pular para a esquerda
zá – pular para a direita



QUE MÚSICA VOCÊ É?

Objetivo:
Propiciar a apresentação dos alunos de forma descontraída;
Levar os participantes a identificarem seus ritmos e gêneros musicas, assim como refletirem sobre a importância de respeitar as preferências alheias.(indicada para alunos de ciclo II)
Procedimentos:
Solicitar aos alunos que escolham dentre as músicas que conhecem e gostam um trecho que, de alguma forma, o represente.
Cada um deve cantar o trecho escolhido para a turma.
O professor/dinamizador da atividade tem o papel de sondar se todos já ouviram aquela música, quem é o cantor(a), qual gênero musical, por que foi escolhida, se alguém não gosta, etc.
A regra é não repetir as músicas já apresentadas e respeitar as preferências dos colegas.
Com todos devidamente apresentados pedir que sistematizem no papel criando um cartaz de sua apresentação.
Com todos os cartazes prontos criar um painel para sala de aula: “Somos como músicas”.



Dinâmica: " do balão"


Objetivo: Reflexão
Material:balões palitos de dentes uma caixa de bombons ou algum outro prêmio
Procedimento:
entrega-se um balão para cada participante e em seguida um palito de dentes, pede-se para todos se espalharem e diz o seguinte: _ganha esta caixa de bombons quem conseguir ficar com o balão sem estourar.
Sem que o instrutor mande todos os participantes correm para estourar os balões dos adversários para ganhar a caixa de bombons, mas geralmente não sobra nenhum balão. Depois o instrutor pergunta: em que momento eu mandei vocês estourarem os balões dos colegas ? E fica com a caixa ou distribui.

Outra Versão:
Procedimento:
Distribui-se um balão cheio para cada participante e um palito de dentes. A regra da brincadeira é: Quem ficar até o final sem ter seu balão estourado é o vencedor. Dá-se o tempo de um minuto. Geralmente os participantes estouram o balão uns dos outros, ficando poucos ou nenhum vencedor.
Moral da história:
Todos poderiam ter sido vencedores pois em momento algum foi dada a regra de que deveriam ter estourado o balão do outro. Pense antes de agir!!



O que penso ou sinto sobre…

Inspirado em conteúdos transversais a ser trabalhados ao longo do ano, escolha imagens extraídas de revistas ou jornais: animais em extinção, diferentes profissionais em ação, crianças numa fila de vacinação, mesa com alimentos saudáveis, indivíduos em situações precárias de vida, produtos tecnológicos modernos, mulher grávida, entre outras. Entregue uma para cada aluno e peça que escrevam o que sentem ou pensam sobre a imagem. Isso possibilitará conhecer o nível do texto com relação a coesão, coerência, adequação gramatical e ortográfica e vocabulário. Além disso, você vai conhecer gostos, sentimentos, histórias de vida e percepção de mundo dos adolescentes.
Recomendado para: 5ª à 8ª série


Meu nome é… 
Faça crachás com o nome das crianças e coloque no chão da sala, no meio de uma roda. Peça que cada uma identifique seu nome. Incentive o reconhecimento das letras iniciais, conte quantas letras compõem cada nome e faça com que elas percebam letras iguais em nomes diferentes. Quando todas já estiverem com crachá, comece um gostoso bate-papo sobre as preferências de cada um quanto a um tema predeterminado (como alimentos, brincadeiras, objetos ou lugares). Agrupe as crianças de acordo com as afinidades. Na etapa seguinte, peça aos alunos que desenhem aquilo de que gostam em uma folha e coloquem o nome. Quem não souber escrever sozinho pode copiar do crachá. Depois de prontos, os desenhos são mostrados aos colegas e, em seguida, expostos no mural. Com os alfabetizados, a dinâmica é a mesma, mas, além de desenhar, eles podem fazer uma lista de suas preferências



Quem é meu professor?
Organize uma entrevista para que os alunos conheçam você melhor. Divida-os em grupos e solicite que elaborem questões como se fossem repórteres. Diga que as perguntas podem ser sobre sua idade, se tem filhos, quanto tempo tem de profissão ou onde mora, por exemplo. Prontas as questões, sente-se num local da sala onde todos possam vê-lo bem para respondê-las. Avise que todos deverão trazer, no dia seguinte, um breve texto sobre tudo o que lembrarem. Assim, eles prestam atenção. Na próxima aula, sorteie algumas crianças para ler a produção escrita e peça que as demais avaliem e complementem se necessário. Proponha essa atividade depois de promover a apresentação e o reconhecimento do espaço físico da escola (a seguir).
Recomendado para: 1ª à 4ª séries (ciclo I e II)



Turismo na escola
Se a sua turma for de 1ª a 4ª série, divida os alunos em grupos. Esse é um bom momento para integrar os novatos. Deixe-os junto aos veteranos, que devem se comportar como verdadeiros guias e anfitriões. Em cada folha de papel, descreva um local da escola, coloque os textos em uma caixa e organize um sorteio. Cada grupo retira um papel e tenta adivinhar qual é o local descrito. Em seguida, desafie os grupos a encontrar os locais sorteados. Chegando ao destino, os alunos desenham o ambiente com o máximo de detalhes, escrevem o nome dos funcionários que trabalham lá e a sua função. De volta à classe, os grupos trocam observações e registros e expõem suas produções. Num segundo momento, peça a eles que produzam um mapa da escola (com a sua ajuda, é claro) numa folha de cartolina. Em cada local específico do mapa, os desenhos são fixados. Estimule os grupos, nos dias seguintes, a visitar as dependências que ainda não foram percorridas. Em turmas de 5ª a 8ª séries, a garotada pode
fotografar esses lugares e fazer entrevistas mais longas com os funcionários. Nesse caso, você não precisa fazer o mapa e pode pedir textos detalhados sobre os diversos “pontos turísticos” da escola.
Recomendado para: 1ª à 8ª séries; ciclo I,II e III.



Espírito de Equipe
Objetivo: confiança que temos que ter no amigo, espírito de equipe e valorização de pessoas.
Pedir para o grupo de posicionar um de costas para o outro, ombro a ombro. Em seguida pedir para que cada dupla se abaixe até o chão sem colocar as mãos no chão. Alguns vão cair, outros vão conseguir.
Moral da história: Sem confiança não há sucesso! falar da confiança que temos que ter no amigo, sobre o espírito de equipe e valorização das pessoas.
Recomendado para qualquer série ou grupo.



Painel de boas vindas interativo:
Muitos professores do 1°ciclo do ensino fundamental passam horas desenhando murais e painéis para ornamentar a sala de aula. Já os docentes do 2°ciclo raramente se preocupam com isso. Sugerimos que haja um equilíbrio e que o acolhimento seja interativo e esteja presente em todas as classes.
A VIAGEM

Objetivos:Levantar as expectativas dos alunos em relação ao ano letivo;Acolher o novo grupo; Ornamentar a sala de aula de maneira significativa.
Procedimento:O professor afixa na parede da sala um painel com uma paisagem de fundo. No mesmo deve estar escrito: Sejam bem-vindos a viagem do saber!
A paisagem de fundo pode ser: um mar, de céu e nuvens, floresta, etc...
A proposta é construir o painel com o grupo. 

Sendo paisagem marítima, propor que cada aluno faça a dobradura de um barco e imaginem a viagem decorando-o livremente e escrevendo uma palavra ou frase o que espera alcançar durante a mesma, ou seja, quais são suas expectativas em relação ao ano letivo.
Sendo celeste podem ser confeccionados pequenos aviões de papel.
O fundo florestal permite que cada um escolha um animal ou planta com o qual se identifica e construa da mesma forma: dobrando, recortando, colando...O importante é que os alunos expressem seus sentimentos e desejos. Com tudo pronto oportunizar um momento agradável onde cada um prenderá o que construiu no painel de boas-vindas interativo, apresentando-se à turma.



ÁRVORE DOS SONHOSRepresentar uma árvore no papel pardo ou cartolina; afixá-la no painel ou parede. Em cima da árvore, escrever uma pergunta relacionada com o assunto (pode ser sobre questões ambientais, regras de convivência, o ambiente escolar etc) que será tratado durante o bimestre, trimestre... Ex.: Como gostaríamos que fosse...?
Cada criança receberá uma "folha da árvore" para escrever seu sonho, o sonho é o que a criança espera que "aconteça de melhor" para o assunto em questão. Depois, pedir para cada criança colocar sua folha na árvore dos sonhos.
Obs: Esta atividade poderá ser retomada durante o período que for trabalhado o assunto, ou ao final do período para que haja uma reflexão sobre o que eles queriam e o que conseguiram alcançar





http://wwwideiasdalu.blogspot.com.br/2012/01/dinamicas-de-socializacao.html

COMO CONQUISTAR SEUS ALUNOS?


Sempre acreditei que as relações humanas são peças fundamentais na realização comportamental e profissional de um individuo e que sendo assim a relação professor/aluno é essencial para o bom aprendizado. O aluno precisa apaixonar-se pelo aprender e cabe a nós, educadores,despertar este sentimento. Como queremos inspirar os alunos a mostrar empatia uns pelos outros, se nós falhamos em mostrar isso em nós?
Não podemos nos focar apenas no desenvolvimento acadêmico,ignorando pequenos gestos que demonstram carinho. " O caminho mais curto para o aprender é através dos seus corações"! 
Sendo assim, ai vão algumas dicas de como se aproximar e conquistar seus alunos:

1. Comece sua aula com um “Bom dia”! /Boa tarde!
2. Faça uma oração espontânea com os alunos;
3. Olhe nos olhos quando conversar com eles;
4. Pergunte como eles estão e/ou como se sentem;
5. Aprenda o nome dos seus alunos;
6. Ria junto com eles;
7. Respeite-os sempre;
8. Dê-lhes sua atenção individual;
9. Lembre a data de aniversário deles e dê atenção a mais nesse dia;
10. Diga-lhes o quanto você gosta de estar com eles;
11. Encoraje-os a pensar grande;
12. Incentive-os a persistirem e celebre os resultados;
13. Compartilhe do entusiasmo deles;
14. Ajude-os a tornarem-se experts em algo;
15. Elogie mais e critique menos;
16. Converse a respeito dos sonhos ou do que os afligem;
17. Esteja sempre disponível para ouví-los;
18. Encontre interesses em comum;
19. Desculpe-se quando fizer algo errado;
20. Ouça a música favorita deles com eles, pelo menos uma vez ou proponha momentos agradáveis e descontraídos às vezes;
21. Agradeça-os;
22. Deixe claro o que você gosta neles;
23. Recorte figuras, artigos de revistas que possam interessá-los;
24. Acene e sorria quando estiver longe;
25. Pegue-os fazendo algo certo e cumprimente-os por isso;


Lembre-se:. Eles não se importam com quanto nós sabemos, o que eles querem saber é o quanto nós nos importamos. Coloque em prática essas dicas e veja a mudança no comportamento dos seus alunos.

http://wwwideiasdalu.blogspot.com.br/2012/02/como-conquistar-seus-alunos-atraves-da.html

Selinho especial!!!


Este lindinho ganhei da amiga Magda, do blog :http://www.mundocoloridodacrianca.blogspot.com/
Este selinho foi criado pela Lu, do ateliehttp://atelielucianasevero.blogspot.com/


Regrinhas:

Informar o blog quem criou o selinho e quem lhe repassou de presente.
Distribuir para 10 Blogs amigos.
Descrever no seu Blog, o significado de Artes para você.
"Arte para mim é toda forma de


expressão, que envolve


sentimento,prazer...Criar é o 


máximo!"


Os 10 Blogs indicados ao selinho:

DISCIPLINA:Como dizer não!


Como dizer "não" ao seu filho para que ele assimile regras e respeite limites

Bebês são curiosos, querem mexer em tudo e muitas vezes se colocam em perigo, principalmente quando aprendem a dar os primeiros passos. Imagine seu pequeno mexendo no fogão, na tomada, nos fios... Dá até arrepios, não? E, por mais que você o repreenda, ele volta a tocar onde não deve. Por isso, é preciso fazê-lo compreender a ordem “não pode”. Nesse ensinamento, sua linguagem corporal e tom de voz são extremamente importantes. Veja como acertar, com as dicas da Supernanny brasileira, a Cris Poli, e de outros especialistas.

Desde o nascimento, tudo que ocorre à volta do bebê é registrado como aprendizado. Mas regras e disciplina só começam a ser entendidas e interpretadas depois dos 2 anos de idade. “Até essa faixa etária, os pais precisam ter muita paciência e repetir as ordens diversas vezes, até que a criança incorpore o conceito. Não é fácil, leva tempo”, explica a educadora Cris Poli, a Supernanny brasileira, da rede de televisão SBT.

De acordo com Jo Frost, a Supernanny americana e autora do livro Superbabá, da Editora Seoman, a partir dos 2 anos a criança já é capaz de compreender, mas sua memória é limitada. Por isso, a repetição ainda é necessária. “Nervosismo não resolve em nada o mau comportamento. Claro que é preciso definir limites, mas o segredo é a maneira de falar”, garante. Entenda a evolução dos pequenos na assimilação das regras e saiba como discipliná-los corretamente:

O aprendizado em cada fase 
Até 2 anos

Antes dessa idade, é muito difícil estabelecer uma disciplina, mas você pode e deve chamar a atenção do bebê sobre as coisas que ele deve ou não fazer. “Use um tom de voz firme e baixo para dizer ‘não’, acompanhado de uma breve explicação, como ‘isto está quente’”, indica Jo Frost, em seu livro. 
De 2 a 3 anos

A criança já entende o “não”, porém sua capacidade de reter informações é restrita. Por isso, você precisará reforçá-las. Nessa idade, já é possível aplicar as regras de disciplina, que explicaremos adiante. 
De 3 a 5 anos

É a fase da teimosia porque os pequenos estão descobrindo o mundo e querem mexer em tudo. Paralidar com esse momento, você deve ter em mente duas coisas: não mude suas regras por causa do seu filho. Sempre que o pegar no pulo fazendo algo inadequado, corrija na hora. Não espere para conversar depois, pois ele não conseguirá associar a atitude errada à sua queixa. 
Acima de 5 anos

Você precisará ter jogo de cintura porque a criança, já grandinha, passa a compreender perfeitamente as ordens dos pais e tende a testar seus limites, desobedecendo mesmo. O intuito é chamar sua atenção. Aplique as regras de disciplina. 
Tudo tem limite

E é preciso que você os defina desde cedo. A criança deve entender até onde pode ir.

Não pode mexer nas coisas...

O “não pode” deve existir desde a primeira infância, quando o bebê toca um objeto que outra pessoa segura, por exemplo. Aos poucos, ele associará atitudes erradas a mudanças no seu tom de voz e, naturalmente, passará a evitar comportamentos que provoquem essa alteração.

Basta dizer “não pode mexer” e afastar a mão da criança. “A ordem deve ser firme, mas não agressiva”, explica a psicóloga Maria Teresa Reginato, de Atibaia, no interior paulista. À medida que ela crescer, é importante que você esclareça o motivo da bronca, empregando expressões como: porque queima, porque dói e porque quebra. “Ensinar em casa evita que seu filho reproduza os maus modos na casa dos outros”, avisa Cris.

Não pode morder, bater, empurrar, puxar o rabo do cachorro...

Toda criança passa pela fase de morder, empurrar e provocar os animais. É necessário orientá-la também a respeito dessa conduta. “Abaixe-se, para ficar na mesma altura que a criança, coloque as mãos em seus ombros e olhe fixamente nos olhos enquanto fala ‘não pode, assim você machuca”, ensina Maria Teresa. Não adianta gritar de longe. A voz deve ser baixa, porém segura. 
Reclamação na escola

A agenda da escola estampa uma bronca da professora? Leia a queixa na frente da criança e pergunte o que aconteceu. Depois de entender o motivo que a levou a bater no coleguinha, por exemplo, discipline-a, explicando que essa reação não é adequada. 
Regras de disciplina

Condicione-se a empregar, sempre, um tom de voz de autoridade e outro de aprovação. Se essa estratégia falhar, o jeito é apelar, definindo um cantinho para o castigo, onde o pequeno deverá refletir sobre o mau comportamento. 
Voz da autoridade

Recorra a ela sempre que a criança fizer algo errado:

1. Aproxime-se e não grite do outro lado da sala. Seu tom de voz deve ser baixo e firme.

2. Abaixe-se à altura dela, para não intimidá-la.

3. Olhe nos olhos. Dessa maneira, ela não conseguirá lhe ignorar.

4. Não ranja os dentes nem faça ameaças.

5. Caso ela tente desviar o olhar, diga “olhe para mim”. Segure-a –sem machucar, obviamente – pelos braços para que ela não saia.

6. Deixe claro que você não está brincando.

7. Peça sempre “por favor” e explique da maneira mais clara possível que ela não pode repetir o erro. Por exemplo: “Bater nos outros é inaceitável. Não quero mais que você faça isso, por favor”. 
Dicas: 
- Não negocie. Fale e peça, sem gritar.

- Não faça promessas nem ofereça opções a uma criança pequena: “Você poderá comer o biscoito se comer o arroz com feijão”. Frases como essa só farão com que o pequeno tente negociar, provocando desgaste.

- Se a criança gritar com você, não responda com outro berro.

Voz da aprovação

Diante de um comportamento exemplar, o reconhecimento é igualmente importante:

1. Para elogiar, a voz deve ser alta, aguda e animada.

2. Vale bater palmas e até soltar gritinhos. 
Castigo educa

“Esse método ensina a criança a refletir sobre o que havia sido combinado com os pais, interrompe o mau comportamento e induz o adequado. Acredito nele porque funciona”, ressalta Cris. Então, quando a voz da autoridade não funcionar...

1. Mande-o para o cantinho da disciplina, sempre justificando a razão. “Deixe-o lá por um tempo correspondente a um minuto por ano de idade”, aconselha Cris.

2. Caso ele saia, coloque-o lá novamente e esclareça novamente o motivo.

3. Após cumprir o castigo, oriente a criança a pedir desculpas.

4. Assim que ela se desculpar, dê beijos e abraços.

5. Esqueça o assunto e aja como se nada tivesse acontecido. 
A técnica do envolvimento

As crianças querem atenção o tempo todo. Quando você não dá, elas tendem a aprontar. É aí que você pode lançar mão de um truque: a técnica do envolvimento, que nada mais é do que incluir seu filho nas suas atividades, como as tarefas domésticas. Elas são interessantes para os pequenos. Ajudar a dobrar um lençol e usar um miniespanador ou uma minivassoura são maneiras de participarem e se sentirem úteis. 
Pegue leve

Sabe quando você fala mil vezes para seu filho não mexer naquele vaso que fica em cima da mesa porque ele pode quebrar e não adianta? Se a peça finalmente espatifar, certamente ele começará a chorar e se mostrará arrependido.

Caso isso ocorra, não aplique nenhuma punição. Se a criança pedir desculpas sinceras, significa que já aprendeu a lição. A única coisa que você deve fazer é explicar por que isso aconteceu, lembrá-lo das regras e pronto. Sem broncas!

Persista, pois você vai conseguir!

Educar uma criança não é fácil, requer muita paciência, determinação e dedicação. Principalmente no período da primeira infância – de 0 a 7 anos – em que a personalidade se consolida É importante passar um tempo diário com seu filho. “Converse com ele, explique os motivos das proibições”, recomenda Maria Teresa. Por fim, o mais importante é ter paciência. “O segredo é tentar sempre evoluir nesse quesito, acompanhando o crescimento e o amadurecimento dos filhos, com dedicação e amor, muito amor”, finaliza Cris.

FONTE: Site: bebe.abril.com.br


É pessoal,educar não é fácil .Mas é necessário que você tenha auto-controle e assim possa ensinar a criança a ter também.
A dica básica é ter em mente que o aprendizado tem dois lados, dos pais e da criança, e que uma boa conversa é essencial sempre. Adultos pacientes e equilibrados tendem a ser mais bem-sucedidos ao ajudar o filho a lidar com frustrações e limites.

http://wwwideiasdalu.blogspot.com.br/2012/02/disciplinacomo-dizer-nao.html

Síndrome de Down - vida especial!


Dia 21 de março, Dia Internacional da Sindrome de Down... 
Por ser educadora, acho importante falarmos um pouco sobre o preconceito, já que ainda hoje sabemos que existe discriminação em relação ao aluno com necessidades educativas especiais, seja por parte da escola ou por parte dos pais das outras crianças consideradas "normais", porque entre as crianças menores, este preconceito não existe, as vezes nem percebem que há uma diferença, pois são puras, livres de preconceitos. Já quando são maiores ou na adolescência, é preciso intervir por meio de uma conversa, explicando as necessidades especiais do colega com down, isto porque, vem carregadas dos "preconceitos da família".
Em primeiro lugar é importante citar que por lei as escolas devem receber as crianças com a Síndrome de Down sem nenhuma restrição. Mas será que todas elas estão prontas para receber um aluno " diferente"? 
A escolha da escola certa para os filhos especiais é fundamental, é de muita valia que os pais coloquem a criança onde sintam que eles estão sendo bem recebidos, pois este ambiente de receptividade é essencial para todos nós, principalmente naquilo que diz respeito a nossa aprendizagem. Um ambiente escolar inclusivo deve existir, pois só isso levará a uma sociedade inclusiva no futuro. A experiência de conviver com um amiguinho com a Síndrome de Down é riquíssima para qualquer criança ou adolescente, digo isto por experiência própria, pois pude trabalhar com uma aluna com a Síndrome e foi maravilhoso! 
A convivência proporciona a aprendizagem na prática de conceitos como diversidade, solidariedade, ética e respeito, e todos saem ganhando. É importante que a escola que favoreça a inclusão reúna com freqüência os familiares, expliquem a sua filosofia e favoreçam a inclusão dos próprios pais das crianças com Síndrome de Down, afinal, muitas vezes, eles mesmos sentem-se discriminados pelas outras famílias. 
É preciso mudar a visão e a concepção do que é "normal" para uma sociedade tão diversificada culturalmente. Espero que o preconceito deixe de fazer parte do ambiente escolar, que as crianças possam conviver e trocar experiencias, independentemente das diferenças. 
Os portadores com a síndrome são alegres, amorosos e com muita vontade de viver, superam a cada dia suas próprias dificuldades e vem surpreendendo a sociedade e conquistando seu espaço.

http://wwwideiasdalu.blogspot.com.br/2012/03/sindrome-de-down-vida-normal.html

O Circo chegou!!!


A origem do circo.


A palavra circo vem do latim "circus", que significa circulo (pois o picadeiro é redondo).
O primeiro espetáculo de circo no Ocidente foi em Roma, no tempo de império.
O espetáculo era de corridas de carros, malabarismos, acrobacias, combate de animais e outros.
Após a queda do Império Romano, não houve espetáculos por séculos; exceto na Espanha, onde desde o século XI realizavam-se as touradas.
Na Inglaterra, há menos de dois séculos, o circo reapareceu, como hoje o conhecemos, viajando pelos países, apresentando-se nas praças de cidades e nas aldeias.
Já no século XVIII, os circos ambulantes começaram a fazer suas apresentações em vários países. Os números circenses aumentaram. Surgiram os domadores de animais selvagens, mágicos, trapezistas passaram a se equilibrar cada vez mais alto, chegando a andar em arames com bicicletas, além de várias outras atrações.
Fonte: Revista AMAE Educando.



Pesquisei na net algumas sugestões de atividades.

marca página










http://wwwideiasdalu.blogspot.com.br/2012/03/o-circo-chegou.html

Saiba mais sobre: Jean Piaget



Quando viveu
De 1896 a † 1980
Onde nasceu
Neuchâtel, Suíça


Este é o cientista suíço Jean Piaget, que revolucionou o modo de encarar a Educação de crianças, ao mostrar que elas não pensam como os adultos, embora nunca tenha atuado como pedagogo, foi o nome mais influente no campo da Educação durante a segunda metade do século 20. 



“O conhecimento não pode ser uma cópia, visto que é sempre uma relação entre objeto e sujeito”


“Se o indivíduo é passivo intelectualmente, não conseguirá ser livre moralmente”

Jean Piaget nasceu em Neuchâtel, Suíça, em 1896. Aos 10 anos publicou seu primeiro artigo científico, sobre um pardal albino. Desde cedo interessado em filosofia, religião e ciência, formou-se em biologia na Universidade de Neuchâtel e, aos 23 anos, mudou-se para Zurique, onde começou a trabalhar com o estudo do raciocínio da criança sob a ótica da psicologia experimental. Em 1924, publicou o primeiro de mais de 50 livros, A Linguagem e o Pensamento na Criança. Antes do fim da década de 1930, já havia ocupado cargos importantes nas principais universidades suíças, além da diretoria do Instituto Jean-Jacques Rousseau, ao lado de seu mestre, Édouard Claparède (1873-1940). Foi também nesse período que acompanhou a infância dos três filhos, uma das grandes fontes do trabalho de observação do que chamou de "ajustamento progressivo do saber". Até o fim da vida, recebeu títulos honorários de algumas das principais universidades européias e norte-americanas. Morreu em 1980 em Genebra, na Suíça.


Jean Piaget foi o nome mais influente no campo da educação durante a segunda metade do século 20, a ponto de quase se tornar sinônimo de pedagogia. Não existe, entretanto, um método Piaget, como ele próprio gostava de frisar. Ele nunca atuou como pedagogo. Antes de mais nada, Piaget foi biólogo e dedicou a vida a submeter à observação científica rigorosa o processo de aquisição de conhecimento pelo ser humano, particularmente a criança. Do estudo das concepções infantis de tempo, espaço, causalidade física, movimento e velocidade, Piaget criou um campo de investigação que denominou epistemologia genética – isto é, uma teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança. Segundo ele, o pensamento infantil passa por quatro estágios,
desde o nascimento até o início da adolescência, quando a capacidade plena de raciocínio é atingida.
“A grande contribuição de Piaget foi estudar o raciocínio lógico-matemático, que é fundamental na escola mas não pode ser ensinado, dependendo de uma estrutura de conhecimento da criança”, diz Lino de Macedo, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo.


As descobertas de Piaget tiveram grande impacto na pedagogia, mas, de certa forma, demonstraram que a transmissão de conhecimentos é uma possibilidade limitada. Por um lado, não se pode fazer uma criança aprender o que ela ainda não tem condições de absorver. Por outro, mesmo tendo essas condições, não vai se interessar a não ser por conteúdos que lhe façam falta em termos cognitivos.


Isso porque, para o cientista suíço, o conhecimento se dá por descobertas que a própria criança faz – um mecanismo que outros pensadores antes dele já haviam intuído, mas que ele submeteu à comprovação na prática. Vem de Piaget a idéia de que o aprendizado
é construído pelo aluno e é sua teoria que inaugura a corrente construtivista. Educar, para Piaget, é “provocar a atividade” – isto é, estimular a procura do conhecimento. “O professor não deve pensar no que a criança é, mas no que ela pode se tornar”, diz Lino de Macedo. 
Assimilação e acomodação
Com Piaget, ficou claro que as crianças não raciocinam como os adultos e apenas gradualmente se inserem nas regras, valores e símbolos da maturidade psicológica. Essa inserção se dá mediante dois mecanismos: assimilação e acomodação.


O primeiro consiste em incorporar objetos do mundo exterior a esquemas mentais reexistentes. Por exemplo: a criança que tem a idéia mental de uma ave como animal voador, com penas e asas, ao observar um avestruz vai tentar assimilá-lo a um esquema que não corresponde totalmente ao conhecido. Já a acomodação se refere a modificações dos sistemas de assimilação por influência do mundo externo. Assim, depois de aprender que um avestruz não voa, a criança vai adaptar seu conceito “geral” de ave para incluir as que não voam.


Ajudando o desenvolvimento do aluno
A obra de Piaget leva à conclusão de que o trabalho de educar crianças não se refere tanto à transmissão de conteúdos quanto a favorecer a atividade mental do aluno. Conhecer sua obra, portanto, pode ajudar o professor a tornar seu trabalho mais eficiente. Algumas escolas planejam as suas atividades de acordo com os estágios do desenvolvimento cognitivo. Nas classes de Educação Infantil com crianças entre 2 e 3 anos, por exemplo, não é difícil perceber que elas estão em plena descoberta da representação. Começam a brincar de ser outra pessoa, com imitação das atividades vistas em casa e dos personagens das histórias. A escola fará bem em dar vazão a isso promovendo uma ampliação do repertório de referências. Mas é importante lembrar que os modelos teóricos são sempre parciais e que, no caso de Piaget em particular, não existem receitas para a sala de aula.


Frases
“Pensar é agir sobre o objeto e transformá-lo”.
“O ideal da educação não é aprender ao máximo, maximizar os resultados, mas é antes de tudo aprender a aprender, é aprender a se desenvolver e aprender a continuar a se desenvolver depois da escola”.
O que ler
Linguagem e pensamento na criança, J. Piaget (1923)

Formação do símbolo na criança, J. Piaget (1946)
Para pensar
Os críticos de Piaget costumam dizer que ele deu importância excessiva aos processos individuais e internos de aquisição do aprendizado. Os que afirmam isso em geral contrapõem a obra piagetiana à do pensador bielo-russo Lev Vygotsky (1896-1934). Para ele, como para Piaget, o aprendizado se dá por interação entre estruturas internas e contextos externos. A diferença é que, segundo
Vygotsky, esse aprendizado depende fundamentalmente da influência
ativa do meio social, que Piaget tendia a considerar apenas uma
“interferência” na construção do conhecimento. “É preciso lembrar
que Piaget queria abordar o conhecimento do ponto de vista
de qualquer criança”, diz Lino de Macedo em defesa do cientista
suíço. Pela sua experiência em sala de aula, que peso o meio social
tem nos processos propriamente cognitivos das crianças? Como você pode influir nisso?

Compartilhando poemas!!


Poemas sempre trazem reflexões, sonhos, sorrisos... 
Adoro trabalhá-los na escola,eles nos permitem fazer "ganchos "incríveis de forma interdisciplinar.
Então vamos compartilhar?!



No mistério do sem-fim


equilibra-se um planeta.


E, no planeta, um jardim


,e, no jardim, um canteiro;


no canteiro uma violeta

e, sobre ela, o dia inteiro.

Entre o sem-fim e o planeta

a asa de uma borboleta. 

Cecília Meireles

http://wwwideiasdalu.blogspot.com.br/2012/04/compartilhando-poemas.html

Educação da Paz!


"Estar em paz , em hebreu significa estar inteiro".


Viver em paz é viver o cotidiano que a vida nos convoca.
É impossível pensar na paz se imaginando um ser solitário, é necessário cultivar na mente a sabedoria de sentir-se e perceber-se parte. A raça humana é uma só família. Fazemos parte do "todo".
É humano desequilibrar-se diante dos problemas que surgem no dia-a-dia, no entanto reequilibrar-se é difícil, porém não impossível . 


E o que nós enquanto escola estamos fazendo para realizar o sonho da paz?


Nos dias 15 e 16 de maio tive a oportunidade de participar de um evento maravilhoso!
Onde pudemos absorver muita energia boa para darmos continuidade a luta pela paz. É gritante e não é surpresa, a necessidade de disseminar a cultura da paz nas escolas, nas famílias, enfim, na sociedade atual, que em meio a tantas tribulações e stress do dia-a-dia, não se dão conta de que a paz deve começar em nós, resgatando valores morais, o respeito, a ética e atitudes gentis.
Vimos que a paz é um tema muito mais amplo do que parece, e não depende só da escola, é uma questão intersetorial, envolve qualidade de vida, saúde, segurança, estrutura familiar... Mas nada nos impede de começarmos a semear esta sementinha...


Deixo aqui esta reflexão, para que possamos juntos manifestar nosso repúdio pela violência, de toda forma (infantil, contra a mulher, ao idoso, no trânsito...), pelas drogas que invadem cada vez mais os lares e destrói vidas. Há uma luz no fim do túnel e ela se chama "EDUCAÇÃO".

Já dizia Paulo Freire: 
"A educação não muda o mundo, muda os homens, que mudam o mundo".


A escola é lugar de ensinar valores, e praticá-los, no qual devemos exercitar a tolerância, a conversa,a cooperação, o respeito e atividades criativas para que o aluno se desenvolva intelectualmente, para conseguir se reequilibrar na vida diante aos inúmeros problemas que surgirão.
Seja você a mudança que deseja ver no mundo. (Ghandi)





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