1

1

Google+ Followers

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Loterias - Últimos resultados: Quina 3935, veja os números do dia 16/11/15 // Lotofácil 1285, números do dia 16/11/15

Loterias - Últimos resultados

Concurso 3935 Quina, na quadra 68 apostas levam R$ 7.456,14 cada. Já o com três acertos prêmio é de R$ 130,06.
Concurso 3935 Quina, na quadra 68 apostas levam R$ 7.456,14 cada. Já o com três acertos prêmio é de R$ 130,06.
  • (5 votos)

    http://www.f24.com.br/ultimos/resultados/das-loterias-da-caixa

    LIVRO -- ZUMBI: O PEQUENO GUERREIRO - DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA 20/11




















    EDUCAÇÃO S/A

    CALENDÁRIO DAS CORUJINHAS DE DEZEMBRO DE 2015 - MUITO FOFO.
























    http://noticiasdobrunopontocom.blogspot.com.br/

    ASSASSINADO O 1º MINISTRO DE ISRAEL – YITZHAK RABIN

    4 de Novembro 1995

    O 1º Ministro de Israel Itzak Rabin foi assassinado por um radical de direita em Israel no dia 4 de Novembro de 1995. Minutos antes, ele havia participado de uma grande manifestação pela paz.
    Era sábado à noite e cerca de 100 mil manifestantes ouviam discursos políticos e cantavam pela paz com os palestinianos. Dois anos antes, Israel assinara com a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) o acordo de Oslo, que previa, em primeiro lugar, o reconhecimento mútuo. Tinha como base o conceito de terra por paz: durante a fase intermediária de negociações, Israel entregaria à administração palestina territórios da faixa de Gaza e da Cisjordânia.
    A execução do acordo, porém, era negada pela oposição nacionalista, liderada pelo ex-1º Ministro Benjamin Netanyahu, então líder do Likud. Rabin era acusado pelos adversários de trair a pátria. Era considerado taciturno, reservado e arrogante, mas o reconhecimento mundial obtido por seu papel no processo de paz parecia libertar as suas emoções.
    Rabin estava convicto de haver dado o passo certo em Oslo e satisfeito com o apoio recebido da população. A caminho do carro oficial, que o esperava atrás do palco, foi atingido por dois tiros. Foi levado às pressas para o hospital, mas não resistiu. O assassino, Igal Amir, um estudante de Direito de 25 anos, foi preso no local do crime e, mais tarde, condenado à prisão perpétua.
    Apesar de estar a sofrer ameaças, Rabin recusara-se a usar colete à prova de bala. O primeiro a manifestar suas condolências foi o líder palestino Iasser Arafat, num gesto que na “antifada” de 1987 ainda era impensável.
    Os dois arqui-inimigos haviam partilhado o Prêmio Nobel da Paz de 1994 pelo aperto de mão histórico, ao selarem o acordo de Oslo, em Washington. A morte de Rabin só foi festejada por alguns grupos radicais no Líbano. O ex-presidente Bill Clinton lamentou a morte, enfatizando ter perdido “um parceiro e amigo”.
    Yitzhak-Rabin-2
    rabin
    oriente-mdio-uma-regio-de-conflitos-55-728
    foto
    http://ocaisdamemoria.com/2015/11/04/assassinado-o-1o-ministro-de-israel-yitzhak-rabin/

    MORRE ALMADA NEGREIROS – PINTOR E ESCRITOR

    MORRE ALMADA NEGREIROS – PINTOR E ESCRITOR

    15 de Junho 1970
    José Sobral de Almada Negreiros, artista plástico e escritor, nasceu em 1893 em São Tomé e Príncipe, onde o pai era administrador do concelho da cidade. Estudou no colégio jesuíta de Campolide, para onde entrou em 1900, aos sete anos de idade, após a morte prematura da mãe, em 1896, e a partida definitiva do pai para Paris nesse mesmo ano. Aí realizou os jornais manuscritos “República”, “Mundo” e “Pátria”. Após o encerramento do colégio, frequentou entre 1910 e 1911, o liceu de Coimbra, de onde passou para a Escola Nacional de Belas Artes, em Lisboa. Em 1915, integrado no grupo “Orpheu”, centrou a sua polémica ideológica numa crítica cerrada a uma geração e a um país que se deixava representar por uma figura como Júlio Dantas. Mostrando se convicto de que «Portugal há de abrir os olhos um dia», lançou, em 1917, um “Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas do Século XX”, precavendo as contra a «decadência nacional», em que a «indiferença absorveu o patriotismo».
    Entre 1919 e 1920 retomou os estudos de pintura em Paris. De regresso a Lisboa, adquiriu uma serenidade bem expressa na sua afirmação de que «entre mim e a vida não há mal entendidos». Mas, em 1927, de novo desgostoso com a falta de abertura do país às novas correntes ideológicas e culturais, foi para Madrid. Aí, como já antes o fizera em Lisboa, a par da sua actividade nas artes plásticas, colaborou com a imprensa. Com o agravamento da crise económica e social espanhola, após a proclamação da República,Almada regressou a Lisboa, em Abril de 1932. À consciência nacional que Paris lhe trouxera acrescentava agora uma «consciência ibérica culturalmente definida por valores líricos de uma certa lusitaneidade». Em 1934, casou com a pintora Sara Afonso.
    Almada Negreiros, conhecido como «Mestre Almada», colaborou nas revistas de vanguarda “Orpheu” (de que foi co fundador), “Contemporânea”, “Athena”, “Portugal Futurista” e “Sudoeste” (que dirigiu). Participou em exposições de arte, nomeadamente na I Exposição dos Humoristas Portugueses (1911), a primeira do modernismo nacional. Como artista plástico, são de realçar os seus murais na gare marítima de Lisboa, os trabalhos para a Igreja de Nossa Senhora de Fátima (mosaico e pintura) e o célebre retrato de Fernando Pessoa. Pintor do advento do cubismo, a sua actividade artística estendeu se ainda à tapeçaria, à decoração e ao bailado.
    Como escritor, publicou peças de teatro (“Antes de Começar”, 1919; “Pierrot e Arlequim”, 1924; e “Deseja se Mulher”, 1928); o romance “Nome de Guerra” (escrito em 1925, mas publicado apenas em 1938, e que é considerado um dos romances fundamentais do século XX português e o primeiro em que se manifesta já a arte modernista); os poemas “Meninos de Olhos de Gigante” (1921), “A Cena do Ódio” (escrito em 1915 durante a Revolução de Maio contra a ditadura de Pimenta de Castro e publicado apenas em 1923, que consiste numa descrição violenta do Portugal da época, em que se exprime uma dialéctica de amor ódio que seria a tónica dominante das relações do artista com a pátria).
    De entre estes, destacam se o “Manifesto Anti Dantas” (1915), verdadeiro libelo de reacção ao ambiente cultural estagnado e academizante da época, o “Manifesto” (1916), o “Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas” (1917) e “A Invenção do Dia Claro” (1921), conferência sob a forma de poema. A sua obra representa uma síntese, única na sua geração, das tendências modernistas e futuristas de então, não apenas por, como artista, ser multifacetado, mas também pela sua capacidade de fusão e conjugação, nas letras e na pintura, das vertentes plástica, gráfica e poética. Almada Negreiros faleceu em 1970.
    Em 1970 e 1988, foram publicadas duas edições de “Obras Completas de Almada Negreiros”, comemorando a última o centenário do autor.
    Artista da novidade e da provocação, em demanda de «uma pátria portuguesa do século XX», atento à busca de uma unanimidade universal e profundamente marcado pela herança e o sentido da civilização europeia, foi uma das grandes figuras da cultura portuguesa do século XX. Artisticamente activo ao longo de toda a sua vida, o seu valor foi reconhecido por inúmeros prémios.
    450836
    450841
    Fernando-Pessoa
    002
    773649633_594382f9de_o

    almada
    almada_autoretrato-1
    almada1
    almadacunha02
    black-and-white
    pintura-de-picasso-campesinos-dormindo3
     http://ocaisdamemoria.com/2015/06/15/morre-almada-negreiros-pintor-e-escritor/