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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

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15/11 -- Dia da Proclamação da República

15/11 -- Dia da Proclamação da República

15 de Novembro

Definição

República é o sistema de governo em que um ou vários indivíduos eleitos pelo povo exercem o poder supremo por tempo determinado.
Nesta data, no ano de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca entrou no Quartel-General do Exército (hoje Palácio Duque de Caxias, sede do Comando Militar do Leste, no Rio de Janeiro), montado num cavalo e terminou com o último Gabinete da Monarquia, que se encontrava em reunião naquele local.
Dia da Proclamação da República
Proclamação da República
Na verdade, o sistema monárquico de governo já não tinha o apoio de antes da Igreja, nem dos militares, nem das lideranças civis e dos antigos senhores de escravos. Essa insatisfação generalizada enfraqueceu a monarquia e o gesto do marechal Deodoro foi o marco decisivo para abolir aquele sistema e implantar a República. O fato é que muitos só esperavam que isso acontecesse após a morte do imperador D. Pedro II, admirado e respeitado por todos.
O marechal Deodoro, ao chefiar o movimento pacífico do qual se tratou a Proclamação da República no Brasil (não houve derramamento de sangue), marcou o início de uma nova era no país, a partir do ano de 1889. O começo da era republicana, que se firmou de fato com o marechal Floriano Peixoto, sucessor de Deodoro.

Os fundamentos

Dia da Proclamação da República
A Pátria, de Pedro Bueno
A semente do ideal republicano no Brasil já podia ser percebida nos tempos coloniais. Movimentos de emancipação como a Inconfidência Mineira (1789), a Conjuração Baiana (1798) e a Revolução Pernambucana (1817) tinham em mente, de uma certa forma, a adoção da República como sistema de governo.
Esse ideal, que teve como fonte os princípios da Revolução Francesa, foi se fortalecendo aos poucos entre as Forças Armadas e sua implantação deixou de ser um mero sonho para se tornar uma possibilidade real, tendo em vista o desgaste da Monarquia.
O Imperador D. Pedro II ainda tentou manter o sistema monárquico, ao sugerir a formação de um ministério comandado por Silveira Martins, inimigo pessoal do marechal Deodoro. A decisão, porém, ocorreu-lhe tarde demais, não conseguindo impedir que, já na manhã do dia 16 de novembro, o Diário Oficial publicasse a notícia da Proclamação e também a do governo provisório na mudança do Regime.
A atual bandeira do Brasil foi instituída no dia 19 de novembro de 1889, quatro dias depois de proclamada a República.

Estratégia e intimidade

Ninguém pode afirmar com certeza que o Marechal Deodoro quisesse de fato proclamar a República. Ele era amigo de D. Pedro II e tinha boas relações com a família imperial.
Entretanto, sua ação já havia avançado de uma tal maneira que não seria possível voltar atrás. Muitos militares saudavam a República das janelas dos quartéis, aguardando a conclusão do movimento.
À frente do Gabinete da Monarquia se encontrava o Visconde de Ouro Preto, de quem Deodoro guardava alguns ressentimentos:primeiro, por ter nomeado seu grande inimigo, Gaspar Silveira Martins, para a presidência do Rio Grande do Sul; e, segundo, por ter oferecido a presidência da província de Mato Grosso a Cunha de Matos, com o qual não se entendia.
Nessa mágoa de Deodoro é que os republicanos convictos se agarraram, vencendo a indecisão afetiva do Marechal e o aliciando definitivamente para a conspiração e o derradeiro golpe. Militares como Benjamin Constant e Sólon Sampaio Ribeiro, sabendo tanto do seu descontentamento com o Visconde de Ouro Preto quanto do seu prestígio entre os soldados, souberam estrategicamente convencer Deodoro a favor da causa republicana.

A Constituição: de direito e de fato

Elaborada e promulgada rapidamente, a nova Constituição do país determinava que o primeiro presidente da República e o seu vice fossem eleitos pelo Congresso Nacional. Ganharam a eleição o Marechal Deodoro para a presidência e o Marechal Floriano Peixoto para a vice-presidência.
Ambos de chapas diferentes, iniciando, dessa forma, uma prática que viria a se tornar comum: a de o presidente e o vice serem de partidos opostos.
Inspirada na Constituição norte-americana, a Carta Magna brasileira estipulava para a nação um regime republicano, com governo presidencialista e sistema federativo. Na prática, no entanto, o que se deu nos governos seguintes foi um forte e centralizado presidencialismo, tornando difícil a aplicação do princípio federativo, uma vez que os estados nunca foram independentes do poder central nem no âmbito político, muito menos no financeiro.
Ganharam força as oligarquias rurais, basicamente as de São Paulo e Minas Gerais, fazendo surgir a conhecida política do "café com leite", que alternou o poder presidencial entre esses dois estados até o ano de 1930, quando chegou ao fim a chamada República Velha.
Em 24 de fevereiro de 1891, foi promulgada a primeira Constituição Republicana.

Quem foi o Marechal Deodoro?

Dia da Proclamação da República
Marechal Deodoro
Nascido em Alagoas, em 1827, combateu revoltas contra o Império e lutou nas guerras do Prata e do Paraguai, alcançando o posto de marechal, em 1884. No ano seguinte, foi nomeado comandante de armas do Rio Grande do Sul e lá mesmo se envolveu com os fatos que o colocariam, a sua revelia, na liderança do movimento que acabou com o sistema monárquico. Em 1886, foi para o Rio de Janeiro, assumindo a chefia da facção do Exército que era favorável à libertação dos escravos.
Como presidente, sofreu violenta oposição do Congresso, que tentou vencer articulando um golpe de Estado.
Não contava, porém, com a resistência do Exército, chefiada pelo vice-presidente, Marechal Floriano Peixoto e, em 1891, cansado e desiludido, renunciou ao cargo com a seguinte frase: "Assino o decreto de alforria do último escravo do Brasil".

Hino à Proclamação da República

José Joaquim Medeiros de Albuquerque
Seja um pálio de luz desdobrado
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus.
Seja um hino de glória que fale
De esperanças de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre país
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos unidos levar
Nosso augusto estandarte que, puro,
Brilha avante da Pátria no altar!

Liberdade! Liberdade!...
Se é mister que de peitos valentes
Haja sangue no nosso pendão
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou este audaz pavilhão!
Mensageiros de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder,
Mas da guerra nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!

Liberdade! Liberdade!...
Do Ipiranga é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de fé!
O Brasil já surgiu libertado
Sobre as púrpuras régias de pé!
Eia pois, brasileiros, avante!
Verdes-louros, colhamos louçãos!
Seja o nosso país triunfante
Livre terra de livres irmãos!

Liberdade! Liberdade!...

Contando história

Depoimentos
"Em 16 de novembro de 1889, o jornal carioca O Paiz noticiava como manchete: 'PROCLAMAÇÃO'.
A seguir, anunciava o que ocorrera no dia anterior: 'Concidadão: o povo, o exército e a armada nacional em perfeita comunhão de sentimentos com os nossos concidadãos residentes nas províncias acabam de decretar a deposição da dinastia imperial.' Assim, o Brasil começava a viver sob um novo regime político, a República, ganhando nova bandeira, hino e heróis nacionais. O povo passava a eleger o chefe de Estado, o Presidente, além de escolher os senadores e os governadores dos chefes federados, muito mais poderosos do que quando eram províncias. Nesses 110 anos, a participação política do povo brasileiro não parou de crescer: o número de eleitores aumentou, com o voto feminino e dos analfabetos, e os direitos dos cidadãos se ampliaram bastante. Mas uma República nunca está "pronta", havendo sempre direitos a garantir e a conquistar. E todos, governo e povo, devem entrar nessa luta."
Angela de Castro Gomes
"Em 1922, quando da revolta do Forte de Copacabana, Siqueira Campos retalhou uma bandeira nacional em 29 frações e as distribuiu aos soldados sublevados, que, em qualquer situação, isoladamente, podiam homenagear o Pavilhão Nacional e dele receber inspirações.
Quando da fundação de Brasília, criou-se um recanto para o culto coletivo de toda a Nação. Na Praça dos Três Poderes, está permanentemente hasteada uma Bandeira Nacional.
Na base do mastro, as palavras:
SOB A GUARDA DO POVO BRASILEIRO, NESTA PRAÇA DOS TRÊS PODERES, A BANDEIRA SEMPRE NO ALTO, A VISÃO PERMANENTE DA PÁTRIA.
Olhando de longe para a Capital Federal, os brasileiros, nomeadamente aqueles de "peito juvenil" podem cantar: Contemplando o teu vulto sagrado Compreendemos o nosso dever, E o Brasil por seus filhos amado, Poderoso e feliz há de ser."
Raimundo Olavo Coimbra
Fonte: www.ibge.gov.br

14 de Novembro - Dia Mundial do Diabetes

Dia Mundial do Diabetes

14 de Novembro - Dia Mundial do Diabetes

Em 14 de novembro é comemorado o Dia Mundial do Diabetes. A data foi definida pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), entidade vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS), e introduzida no calendário em 1991, como resposta ao alarmante crescimento do diabetes em todo o mundo.
Em 2007, a Assembléia-Geral da ONU aprovou a Resolução nº 61/225, considerando o diabetes um problema de saúde pública e conclamando os países a divulgarem esse dia como forma de alerta e os governos a definirem políticas e suporte adequados para os portadores da doença.
Dia Mundial do Diabetes
Por coincidência, também em 2007, entrou em vigor, no Brasil, a Lei nº 11.347/2006 de autoria do ex-senador José Eduardo Dutra, que dispõe sobre a distribuição gratuita de medicamentos, e materiais necessários à sua aplicação, para o tratamento de portadores de diabetes, reforçando, assim, a garantia constitucional do Sistema Único de Saúde (SUS) de atendimento universal e equânime.
Fonte: portal.saude.gov.br
Dia Mundial do Diabetes
A diabetes mellitus (DM) é um grupo de distúrbios metabólicos, envolvendo diferentes órgãos e tecidos, ao longo da vida e é caracterizado por um aumento nos níveis de glucose no sangue: A causa da doença são várias sendo hiperglucemia, a principal que ocorre baixa produção do hormônio insulina, secretada pelas células ß das ilhotas de Langerhans do pâncreas endócrino, ou o uso inadequado do corpo, que irão afetar o metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas. Diabetes mellitus e comorbidades são atualmente a principal causa de preocupação de saúde pública.
Os principais sintomas da diabetes mellitus são emissão excessiva de urina (poliúria), aumento de necessidades alimentares anormais (polifagia), aumento da sede (polidipsia) e perda de peso inexplicável aparente. Às vezes é tomado como referência estes três sintomas (poliúria, polifagia e polidipsia ou a regra dos 3 P) a suspeitar de que o diabetes tipo 2 e são mais comuns na população. A Organização Mundial de Saúde reconhece três formas de diabetes mellitus: tipo 1, tipo 2 e diabetes gestacional (ocorre durante a gravidez), cada um com diferentes causas e influências diferentes.
Para 2000, estima-se que cerca de 171 milhões de pessoas eram diabéticos no mundo e chegam a 370 milhões em 2.030. Essa condição causa várias complicações, muitas vezes prejudicial para os olhos, rins, nervos e vasos sanguíneos. Suas complicações agudas (hipoglicemia, cetoacidose, coma hiperosmolar não cetótica) são o resultado de um controle inadequado da doença, enquanto complicações crônicas (cardiovascular, nefropatia, retinopatia, neuropatia e lesão microvascular) são uma consequência da progressão da doença.
Fonte: es.wikipedia.org
Dia Mundial do Diabetes
Oficialmente, o dia 14 de novembro é conhecido como o Dia Mundial do Diabetes. Através de dados fornecidos pela Federação Internacional de Diabetes (IDF, sigla em inglês), em todo mundo, mais de 300 milhões de pessoas têm a doença e um alto percentual vive em países em desenvolvimento.
De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, aproximadamente 5,8% da população a partir dos 18 anos têm diabetes tipo 2, o que equivale a 7,6 milhões de pessoas. E aparecem 500 novos casos por dia. O diabetes tipo 1 e 2 juntos, atingem 10 milhões de pessoas.
O desconhecimento sobre o que é a doença, os sintomas e o tratamento têm sido um dos obstáculos para conter essa epidemia global. A própria federação internacional estima que metade das pessoas não sabe que tem diabetes.
O diabetes tipo 2, que atinge mais pessoas, ocorre quando há aumento da taxa de açúcar (glicose) no sangue. Os sinais mais comuns são a sede excessiva, a perda de peso, a fome exagerada, a vontade de urinar muitas vezes, a difícil cicatrização de feridas, a visão embaçada, o cansaço e infecções frequentes. Alguns dos fatores de risco são a obesidade, o sedentarismo e o histórico familiar com casos da doença.
Quando o diabetes não é tratado, aumenta o risco de o paciente ter um ataque cardíaco, ficar cego ou sofrer amputação de uma perna.

Histórico

Houve um grande crescimento no número de casos de diabetes tipo 2 em todo o mundo. Em 1985, era estimado haver 30 milhões de pessoas com diabetes.
Em 1995, esse número já ultrapassava os 150 milhões. De acordo com as estatísticas da International Diabetes Federation (IDF), atualmente o número já supera os 250 milhões. Se nenhuma atitude eficiente de prevenção for feita, a entidade estima que o número total de pessoas com diabetes em 2025 alcançará os 380 milhões. Já o diabetes tipo 1 não pode ser prevenido. Mesmo assim, a cada ano aumentam os casos registrados.
Veja dados estatísticos da IDF:
Estima-se que metade das pessoas com diabetes desconheça a própria condição. Em países em desenvolvimento, essa estimativa chega a 80%
Estudos mostram que exercícios físicos e dieta equilibrada previnem 80% dos casos de diabetes tipo 2
Pessoas com diabetes tipo 2 têm o dobro de chances de sofrer um ataque cardíaco
Até 2025, o maior aumento na incidência do diabetes está previsto para os países em desenvolvimento
Em 2007, os cinco países com os maiores números de pessoas com diabetes eram: Índia (40,9 milhões), China (39,8 milhões), Estados Unidos (19,2 milhões), Rússia (9,6 milhões) e Alemanha (7,4 milhões)
Em 2007, os cinco países com a maiores prevalência de diabetes na população adulta eram Nauru (30,7%), Emirados Árabes Unidos (19,5%), Arábia Saudita (16,7%), Bahrein (15,2%) e Kuwait (14,4%)
A cada ano 7 milhões de pessoas desenvolvem diabetes
A cada ano 3,8 milhões de mortes são atribuídas ao diabetes. Um número maior de mortes provenientes de doenças cardiovasculares pioradas por desordens lipídicas relacionadas ao diabetes e por hipertensão
A cada 10 segundos uma pessoa morre de causas relacionadas ao diabetes
A cada 10 segundos duas pessoas desenvolvem diabetes
O diabetes é a quarta maior causa mundial de morte por doença
O diabetes é a maior causa de falência renal em países desenvolvidos e é a maior responsável por grandes custos de diálise
O diabetes tipo 2 se tornou a causa mais freqüente de falência renal nos países ocidentais. As incidências registradas variam entre 30% e 40%em países como Alemanha e EUA
10 a 20% das pessoas com diabetes morrem de falência renal
É estimado que mais de 2,5 milhões de pessoas no mundo estão afetadas pela retinopatia diabética
A retinopatia diabética é a maior causa de perda de visão de adultos em idade laboral (20 a 60 anos) em países com indústrias
Em média, pessoas com diabetes tipo 2 têm sua expectativa diminuída em 5 a 10 anos em relação a pessoas sem diabetes, principalmente por causa de doenças cardiovasculares
As doenças cardiovasculares são a maior causa de morte no diabetes, respondendo por 50% das fatalidades e por muitas inaptidões
Pessoas com diabetes tipo 2 estão cerca de duas vezes mais suscetíveis a um ataque cardíaco ou derrame do que as que não tem diabetes. Na verdade, pessoas com diabetes tipo 2 são tão suscetíveis a um ataque cardíaco quanto pessoas sem diabetes que já tiveram um ataque.

Sinais e Sintomas

O desencadeamento de diabetes tipo 1 é geralmente repentino e dramático e pode incluir sintomas como:
Sede excessiva
Rápida perda de peso
Fome exagerada
Cansaço inexplicável
Muita vontade de urinar
Má cicatrização
Visão embaçada
Falta de interesse e de concentração
Vômitos e dores estomacais, frequentemente diagnosticados como gripe.
Os mesmos sintomas acima podem também ocorrer em pessoas com diabetes tipo 2, mas geralmente são menos evidentes. Em crianças com diabetes tipo 2, estes sintomas podem ser moderados ou até mesmo ausentes.
No caso do diabetes tipo 1, estes sintomas surgem de forma abrupta e às vezes podem demorar a ser identificados. Já no diabetes tipo 2, esses sintomas podem ser mais moderados ou até mesmo inexistentes.
Não se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem o diabetes tipo 1. Sabe-se que há casos em que algumas pessoas nascem com genes que as predispõem à doença, mas outras têm os mesmos genes e não têm diabetes. Outro dado é que, no geral, o diabetes tipo 1 é mais freqüente em pessoas com menos de 35 anos, mas vale lembrar que ela pode surgir em qualquer idade.

Educação e Prevenção

O diabetes exige alguns cuidados que são para o resto da vida, tanto para o paciente, quanto para a família.
Ambos precisam tomar uma série de decisões relacionadas ao tratamento do diabetes: medir a glicemia, tomar medicamentos, exercitar-se regularmente e ajustar os hábitos alimentares. Além disso, pode ser necessário apoio psicológico. Como as consequências do tratamento são baseadas nas decisões tomadas, é de extrema importância que as pessoas com diabetes recebam educação de qualidade, ajustada às necessidades e fornecidas por profissionais de saúde qualificados.
Sem a educação em diabetes, os pacientes estão menos preparados para tomar decisões baseadas em informação, fazer mudanças de comportamento, lidar com os aspectos psicossociais e, por fim, não estar equipado o suficiente para fazer um bom tratamento. O mau controle resulta em prejuízo para a saúde e em uma grande probabilidade de desenvolver complicações.
O papel dos educadores em diabetes é essencial, juntamente com a equipe multidisciplinar. O educador faz com que a pessoa com diabetes monitore sua saúde com escolhas e ações baseadas em julgamento vindo da informação.
A maioria dos pacientes não tem acesso à educação em diabetes, devido a fatores como custo, distância e falta de serviços apropriados. Algumas nem sabem dos serviços existentes ou não estão convencidas dos benefícios que a educação em diabetes pode trazer. Esses pacientes podem achar, por exemplo, que a interação com o médico fornece toda a educação de que precisam. A campanha do Dia Mundial do Diabetes vai promover a importância dos programas estruturados de educação em diabetes como a chave para a prevenção e o controle, além de defender mais oportunidades para inserir educação em diabetes junto aos sistemas de cuidados em saúde e às comunidades.
Está faltando educação em diabetes especialmente nos países em desenvolvimento. Mesmo nos países desenvolvidos, muitas pessoas não conseguem ter acesso a ela porque não há educadores e centros em número suficiente para atender o número crescente de novos casos.
Fonte: www.mobilizadores.org.br

14/11 -- Dia do Bandeirante

14/11 -- Dia do Bandeirante

14 de Novembro

Foram os bandeirantes os responsáveis pela ampliação do território brasileiro além do Tratado de Tordesilhas.
Os bandeirantes penetram no território brasileiro, procurando índios para aprisionar e jazidas de ouro e diamantes.
Foram os bandeirantes que encontraram as primeiras minas de ouro nas regiões de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.
Dos 08,5 milhões de Km2 do território do Brasil, cerca de 5 milhões devem-se à determinação de um grupo de exploradores que, actuando por própria conta e risco e, quase secretamente, enfrentaram os inúmeros perigos das selvas do Brasil, em busca de riqueza.
Os “Bandeirantes” que saíram de São Paulo e de Belém do Pará.
Bandeirante é entendido hoje em dia como um sinónimo de paulista, mas, as bandeiras foram um fenómeno geral de expansão e ocupação de todo o território brasileiro na época colonial. E, embora o fulcro principal do bandeirismo tenha sido o aglomerado que surgiu em torno do Colégio dos Jesuías, no planalto de Piratininga, e que o padre Manuel da Nóbrega, seu fundador, dedicou ao apóstolo São Paulo, existiu, na verdade, um outro núcleo importante em Belém, no Norte do Brasil. Houve, portanto, um bandeirismo paulista e um bandeirismo amazónico. O de São Paulo foi mais característico e estável; o do Pará, após a expansão inicial, frustrou-se.
O nome mais importante do bandeirismo paulista é, inegavelmente, Antônio Raposo Tavares, português de nascimento, ao contrário dos restantes, que eram mestiços. No bandeirismo amazónico, a figura mais impressionante e quase única é Pedro Teixeira, que subiu o Rio Amazonas até ao Marañon, no Peru.
Aos bandeirantes paulistas deve-se a descoberta de ouro em Mato Grosso e Minas Gerais, a ocupação das terras situadas na bacia do Rio São Francisco, a destruição de um Estado formado por escravos fugidos, o Quilombo dos Palmares, em Alagoas e Pernambuco, o desbravamento e ocupação das terras interiores do Nordeste brasileiro até ao Piauí.
Ambos os ciclos bandeirantes expandiram os limites do território brasileiro para além dos fixados pelo Tratado de Tordesilhas, de 07 de Junho de 1494, no qual Portugal e a Espanha dividiam entre si as terras situadas no Atlântico Sul. Nos termos deste tratado, a linha de fronteira luso- espanhola passava pelas proximidades das cidades de Cananeia, no Sul e, Belém, no Norte, deixando à Espanha praticamente toda a bacia amazónica, além da totalidade do território do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, dois terços do território de São Paulo, Goiás e nove décimos do Pará e todo o Amazonas, e grande parte de Minas Gerais, totalizando de 5,5 a 6 milhões de quilómetros quadrados. Esta grande extensão de terra foi incorporada ao território brasileiro pelo esforço gigantesco das bandeiras paulistas e amazónica.
No Norte, os bandeirantes amazónicos utilizaram exclusivamente o sistema fluvial, guiados pelos índios arauaques.
No Sul, os bandeirantes paulistas percorreram as trilhas e caminhos indígenas, guiados pelos índios tupis e tribos tupinizadas. O principal caminho, o Piabiru, estendia-se por cerca de 200 léguas de sesmaria pelo interior do continente, por aproximadamente 1.400 Km, ligando São Paulo, no litoral, ao Paraguai.
Este foi o caminho desbravado primeiramente pelos jesuítas do Colégio de São Paulo para alcançar o Peru, e, depois, o caminho de internamento das bandeiras que buscavam guaranis pacificados das missões dos Jesuítas e os índios das tribos guaranizadas para vendê-los como escravos.
Os índios arauaques, aliados dos bandeirantes na Amazónia, ocupavam uma extensa área que ia desde o Orenoco, pelo vale dos rios Amazonas, Madeira-Mamoré e Guaporé, até ao Alto e Médio Paraguai. Os Tupis-Guaranis adensavam-se na bacia do Rio da Prata e estendiam-se, aparentemente sem solução de continuidade, até à vasta zona geográfica das florestas tropicais húmidas, alcançando já em tempos históricos, a Ilha de Tupinabarana, em águas amazónicas. Essa grande extensão geográfica das culturas tupi-guaranis acarretava relações muito intensas entre as tribos, das quais a colonização portuguesa soube sabiamente tirar partido.
A expansão bandeirante não pode ser explicada sem a constatação do aproveitamento das relações intertribais das culturas tupi-guarani e arauaque. Os Índios forneceram o conhecimento dos caminhos por terra da navegação pelos rios, desvendando ao colonizador a rede fluvial do Rio da Prata e do Amazona.
Os dois núcleos principais das bandeiras – São Paulo e Belém do Pará – não constituíam centros económicos importantes na vida da Colónia. Ambas as localidades se caracterizavam por uma economia de colecta e apresamento de mão-de-obra, vivia da bateia de ouro nos rios, constituindo esse ouro aluvial, depois dos escravos índios, a sua principal riqueza.
O pequeno povoado paulista, apertado pela Serra do Mar, via os seus rios nascerem a pequena distânicia do litoral, porém com o curso dirigido para o interior do sertão. Ao invés de descerem serra abaixo e desaguarem no mar, eles corriam sertão adentro, como o Rio Tietê, indicando, deste modo, a direcção às bandeiras paulistas. Atravessando o sertão selvagem, esses rios iam desaguar na bacia do Rio da Prata. Este papel geográfico dos rios paulistas, indicando aos bandeirantes o sertão de índios e riquezas fabulosos, foi a condição natural para o desempenho histórico das bandeiras, que conduziram a fronteira política do Império Português na América aos limites da bacia pratina. Nos fins do século XVl, os índios do planalto paulista e da costa do lagamar santista foram vencidos pela superioridade da colonização lusitana, escravizados ou posto em fuga, internando-se no sertão.
Partiram de São Paulo as chamadas protobandeiras do misterioso Aleixo Garcia em 1526, de Pêro Logo em 1531 e de Cabeza de Vaca, em 1541. A primeira notícia mais ou menos oficial de uma bandeira operando com colonos e índios vicentinos data de 1562, dirigida por Brás Cubas e Luís Martins, mas ignora-se o seu itinerário. Acredita-se que tenha percorrido cerca de 300 léguas de sertão e que teve por objectivo a busca de ouro, cujos vestígios só foram encontrados em Jeraguá, nas proximidades de São Paulo. Em outras regiões do Brasil iniciavam-se as entradas no sertão. De Ilhéus partiu Luís Alves Espinha em direcção a Oeste, de Pernambuco saíram Francisco de Caldas, Gaspar Dias de Taíde e Francisco Barbosa em direcção ao sertão do São Francisco.
Data de 1538 o chamado ciclo das esmeraldas. De Porto Seguro partiu para o sertão Filipe Guilherme. Outras entradas conhecidas são as de Miguel Henriques, em 1550, de Francisco Bruza de Espiñosa, em 1554, ao vale do Jequitinhonha, Vasco Rodrigues Caldas, em 1561 ao sertão do Paraguaçu, Martim Carvalho em 1567 ao Norte de Minas Gerais e Sebastião Fernandes Tourinho, em 1572, aos rios Doce e Jequitinhonha. Em fins do século XVl, João Coelho de Sousa morria nas selvas das cabeceiras do Paraguaçu. Belchior Dias Moreira atingiu com a sua expedição a Chapada Diamantina.
Mas o facto extraordinário é que os bandeirantes, no seu percurso da bacia do Rio da Prata à bacia amazónica, navegaram em onze meses, 3 mil léguas, o equivalente a quase meia volta ao Mundo ! Partindo de São Paulo, a expedição rumou para o Paraguai, daí acercou-se da Cordilheira dos Andes através do sistema orográfico chiquitano, de onde alcançou a região dos índios chiriguanos. Explorou as faldas orientais dos Andes, regressando, em seguida, pelo Guapaí até à planície crucenha, de onde iniciou o fantástico trajecto fluvial pelo Guapaí, Mamoré, Madeira e Amazonas, onde alcançou a Gurupá. Portanto, iniciada em São Paulo, a bandeira de Antônio Raposo chegou à bacia do Rio da Prata e os Andes Orientais, cruzando o divisor de águas amazónico-pratino, navegando nas águas do Amazonas e seus afluentes até ao Arquipélago Marajoana, no grande delta.
Por acção dos Bandeirantes, a pouco e pouco, as linhas de demarcação da ocupação da terra iriam consolidar-se numa nova configuração geográfica, empurrando para a bacia do Rio da Prata e velha linha do Tratado de Tordesilhas, Dando à Colónia Lusitana na América o traçado de onde iria surgir uma nova nação – o Brasil moderno, nascido monárquico e independente, e que cobre uma extensão territorial de 8.500.000 quilómetros quadrados !
Dia do Bandeirante
Bandeirante

Antônio Raposo Tavares

Além do apresamento de índios e da busca de ouro, as bandeiras tinham ainda outra função importante para a Metrópole: serviam de ponta de lança da conquista e povoamento do interior, numa época em que Espanha e Portugal estavam longe de ter definido a fronteira de seus domínios no coração da América do Sul. Em algumas expedições, essa função política e militar se destacou. Foi o caso da bandeira chefiada por Antônio Raposo Tavares, que deixou São Paulo em 1648 para desbravar milhares de quilómetros do sertão até o Amazonas.
Português nascido em São Miguel da Beja em 1598, vindo para o Brasil aos vinte anos, Antônio Raposo Tavares já era um experiente predador de índios quando se envolveu naquela que seria a maior façanha de sua vida. Consta que esteve em Portugal, traçando os planos da expedição, junto com altas autoridades do Reino. O objectivo era aumentar a área do interior sul-americano sob domínio português, descobrindo novos territórios e, se possível, reservas de metais preciosos. Já nessa época conhecia-se a rota de São Paulo ao Peru; pelo menos um bandeirante, Antônio Castanho da Silva, chegara até lá em 1622.
Acredita-se até que as reduções jesuíticas do Itatim foram formadas para bloquear essa via de acesso aos paulistas.
Preparado para enfrentar qualquer bloqueio, Raposo Tavares dividiu a bandeira em duas colunas. A primeira, chefiada por ele próprio, reunia 120 paulistas e 1 200 índios. A segunda, um pouco menor, era comandada por Antônio Pereira de Azevedo. Viajando separadamente, os dois grupos desceram o Tietê até o rio Paraná, de onde atingiram o Aquidauana. Em Dezembro de 1648, reuniram-se às margens do rio Paraguai, ocupando a redução de Santa Bárbara. Depois de unificada, a bandeira prosseguiu viagem em Abril de 1649, alcançando o rio Guapaí (ou Grande), de onde avançou em direcção à cordilheira dos Andes. Estava em plena América espanhola, entre as cidades de Potosí e Santa Cruz de la Sierra (hoje território da Bolívia). Aí permaneceu até meados de 1650, explorando o mais possível a região. De Julho de 1650 a Fevereiro de 1651, já reduzida a algumas dezenas de homens, empreendeu a etapa final: seguiu pelo Guapaí até o rio Madeira e atingiu o rio Amazonas, chegando ao forte de Gurupá, nas proximidades de Belém. Diz a lenda que os remanescentes da grande expedição chegaram exaustos e doentes ao forte e que, voltando a São Paulo, Raposo Tavares estava tão desfigurado que nem seus parentes o reconheceram. Como resultado da aventura, vastas regiões desconhecidas entre o trópico de Capricórnio e o equador passavam a figurar nos mapas portugueses.

Fernão Dias Pais

Fernão Dias Pais estava com 63 anos de idade quando, em 1671, foi convidado por Afonso Furtado, governador do Estado do Brasil, para chefiar uma grande bandeira em busca de prata e esmeraldas. Membro de uma ilustre família de bandeirantes, Fernão Dias conhecia de perto o sertão. Em 1636, acompanhara Raposo Tavares numa expedição contra as missões do Tape, voltando à região dois anos depois. Tomou-se, então, inimigo dos jesuítas, com os quais, entretanto, se reconciliaria alguns anos mais tarde.
Para satisfação do governador, o bandeirante não apenas concordou com a missão, como aceitou arcar portuguesa com as suas despesas. Receberia, em troca, honras e títulos para si e seus descendentes. Um desses títulos era o de governador das esmeraldas. O trabalho de organização da bandeira demorou quase dois anos.
Para custeá-la, a Coroa contribuiu com a modesta cota de 215 mil réis, a título de empréstimo, a ser pago pelo bandeirante quando descobrisse as esmeraldas. Já Fernão Dias entrava com a considerável soma de 6.000 cruzados. Antes de partir, Fernão Dias mandou na frente Bartolomeu da Cunha Gago e Matias Cardoso de Almeida, com a missão de plantar roças de mantimentos no Sumidouro. A bandeira saiu de São Paulo a 21 de Julho de 1674. Fernão Dias tinha, então, 66 anos de idade. Com ele iam seu filho, Garcia Rodrigues Pais, e seu genro, Borba Gato, além de outros sertanistas experimentados.
Eram cerca de quarenta brancos e muitos índios. Não se conhece com precisão o roteiro seguido pela bandeira. Sabe-se, porém, que seguiu até as cabeceiras do rio das Velhas (Minas Gerais), atravessando a serra da Mantiqueira. Para se abastecer plantava roças pelo caminho, estabelecendo pousos em lugares como Vituruna, Paraopeba, Sumidouro do Rio das Velhas, Roça Grande, Tucambira, Itamerendiba, Esmeraldas, Mato das Pedreiras e Serro Frio. Muitos desses arraiais transformaram-se em núcleos importantes para o povoamento de Minas Gerais. Do rio das Velhas, a bandeira teria atravessado o vale do Jequitinhonha, subindo até a lagoa de Vupabuçu.
Carlos Leite Ribeiro
Fonte: ecosdapoesia.net

Dia 14 de novembro é o Dia Nacional da Alfabetização.

Dia Nacional da Alfabetização

Dia Nacional da Alfabetização
Dia 14 de novembro é o Dia Nacional da Alfabetização. Instituído em 1966, o dia escolhido homenageia a data da criação do Ministério da Educação e Cultura, em 1930.
Sabemos que a alfabetização é um processo contínuo e que há vários tipos de alfabetização (e vários analfabetismos…) em diferentes sistemas de comunicação. No entanto, hoje é um dia para lembrarmos com mais atenção desse processo fundamental para o desenvolvimento crítico pleno de cada cidadão, e refletirmos sobre a importância de passar essa habilidade adiante.
Fonte: www.w3.ufsm.br
Dia Nacional da Alfabetização

14 de Novembro

E AGORA, ESCOLA ?

Ela me olhou e disse: ‘Encontrei um lindo poema de Fernando Pessoa’. Fiquei contente, porque gosto muito de Fernando Pessoa. Aí ela disse o primeiro verso.
Fiquei mais contente ainda, porque era um poema que eu conhecia. Ato contínuo, ela abriu o livro e começou a ler. Epa! Senti-me mal. As palavras estavam certas. Mas ela tropeçava, parava onde não devia, não tinha ritmo nem música. Não, aquilo não era Fernando Pessoa, embora as palavras fossem suas.” Rubem Alves Em um mundo onde cobramos a eficiência, a leitura é um dos melhores meios para que se possa adquirir conhecimento. E, até há pouco tempo, a Escola era considerada “o lugar” da aprendizagem por excelência, mas com a vinda de novos tempos, Cinema, Rádio, TV, Computador, o mundo se transformou ampliando os espaços do conhecimento. E, agora Escola?
Paulo Freire nos diz que o objetivo da Escola é ensinar o aluno a “ler o Mundo”, para poder transformá-lo e não em o professor agir como quem deposita conhecimento em um aluno apenas receptivo, dócil. Assim, a Escola precisa ser um espaço questionador, nada de ser um lugar de “receitas prontas” para se fazer um teste depois. Você concorda?
Alfabetizar não se trata de um mero processo de transmissão de uma técnica particular (a de ler e escrever), mas, sim, na arte de produzir uma mudança na consciência do educando, onde o conhecimento da leitura é apenas um dos elementos. Ler é a arte de colher idéias, não apenas de decodificar, mas compreender, interpretar e ampliar a sua visão de mundo. O educando precisa criar uma consciência critica de si e de sua realidade.
O processo de alfabetização, na criança, pode chegar a dois anos. De nada adianta ser um analfabeto funcional que é aquele que lê, mas não interpreta o que lê.
Nem aquele que é o copista, que apenas copia as formas das letras, sem saber o que significam. Paulo Freire nos diz que “Não basta saber ler que 'Eva viu a uva'. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho.” Temos de pensar é em ações como educação integral, qualificar os professores de alfabetização, pois eles são o princípio de tudo.
Aprendemos “o gosto” pela leitura: ouvindo o artista interpretar o texto. O intérprete dá vida ao texto, nos faz vibrar de emoção, como diz William Shakespeare no segundo ato de Hamlet: "Não é incrível que um ator, por uma simples ficção, um sonho apaixonado, amolde tanto a sua alma à imaginação que todo se lhe transfigura o semblante, por completo o rosto lhe empalideça, lágrimas vertam dos seus olhos, suas palavras tremam, e inteiro o seu organismo se acomode a essa mesma ficção?".
Tenho a impressão de que, se os jovens não gostam de ler, é porque não tiveram a experiência de ouvir a leitura feita por alguém que tenha sido “possuído” pelo texto. Enfim, precisamos refletir neste Dia Nacional da Alfabetização, pois, a informação só tem valor quando se transforma em conhecimento e o conhecimento só tem valor quando aquilo que aprendemos nos ajuda a resolver situações da vida real...
Tornam-se necessários "concertos de leitura" para seduzir os ouvintes à beleza da leitura. Não custam nada. Uma única coisa é necessária: o artista, o intérprete... Acho que todo mundo se sentiria seduzido pela leitura, ao ouvir textos de Adélia Prado, Rubem Alves, Gabriel García Marquez...
Então podemos finalizar dizendo como Paulo Freire: “A Educação não muda o mundo... A educação muda as pessoas... As pessoas é que mudam o mundo.”
LETÍCIA BRASILIENSE
Fonte: www.santoafonsorj.org.br
Dia Nacional da Alfabetização

14 de Novembro

Dia 14 de novembro é o Dia Nacional da Alfabetização.
Quer dizer, dia da alfabetização, de alfabetizar, é todo dia, mas este tipo de comemoração ajuda a lembrar da importância do tema e pode marcar novos compromissos pela causa!
Sabemos que o Brasil vem melhorando neste quesito, porém ainda estamos longe do que queremos e esperamos para o nosso futuro.
“Toda criança alfabetizada até os 8 anos” essa é a meta 2 do movimento Todos Pela Educação, e quando dizemos “toda”, queremos dizer 100%, em todo o País.
Fonte: www.euvocetodospelaeducacao.org.br

12/11 -- Dia do Diretor de Escola -- No dia 12 de Novembro comemoramos o Dia do Diretor de Escolas.

12/11 -- Dia do Diretor de Escola

No dia 12 de Novembro comemoramos o Dia do Diretor de Escolas.
Dia do Diretor de Escola
Dentre as muitas funções que um Diretor escolar realiza, podemos mencionar as seguintes: zelar pela área pedagógica (ensino) e pela área administrativa; ser um relações públicas da escola diante da sociedade, dialogar com pais, alunos e funcionários na solução de possíveis problemas que possam acontecer, verificar se toda a documentação da escola está organizada (seus registros na secretaria da escola e também seu reconhecimento diante dos conselhos de educação), zelar pela saúde financeira da escola, planejar as ações que a escola tem em relação ao seu futuro: calendário, número de alunos e turmas, material a ser adotado, média dos alunos e etc.
Dentre algumas de suas tarefas, o Diretor Escolar, junto com toda a sua equipe administrativa e pedagógica, precisa sempre cuidar para que o principal objetivo de sua escola seja atingido: Educação.
Não é uma tarefa fácil. Provavelmente, enquanto muitos estão descansando, ele está preocupado com situações que precisam ser resolvidas e tratadas, antes que se tornem problemas de grande proporção.
Você aceitaria ser um Diretor ou Diretora Escolar? Muitas pessoas pensam no salário que poderiam receber nesta função. Mas, será que não poderiam ganhar tanto ou até mais fazendo outra coisa que não lhes rendesse tanto stress? Em nossa escola, o Diretor ainda precisa observar algo mais: ela não é somente uma escola com fins educacionais, onde todas as ciências humanas são ensinadas. Mas, é uma escola que tem o objetivo de ensinar o amor de Deus revelado em Jesus Cristo. Isso dá ao trabalho do Diretor e de toda a equipe escolar mais um diferencial.
Por isso, neste dia, queremos agradecer a Deus pela pessoa que Direciona nossa escola e desejar que o bondoso Deus lhe dê sempre a verdadeira Paz e verdadeira Sabedoria para realizar todas as suas funções com dedicação e amor.
Diz o rei Salomão: “Lembre sempre daquilo que aprendeu. A sua educação é a sua vida; guarde-a bem.” (Provérbios 4.13). Neste pensamento, agradeçamos sempre àqueles que zelam pela nossa educação, tanto em nossos lares como em nossa escola, a qual é dirigida por um Diretor.
Oremos: Amado pai celeste. Abençoa nossos guias na educação. Guarda também o Diretor de nossa escola, para que por meio de uma boa educação estejamos bem preparados para a vida e ter todo o conhecimento para irmos além. Por Jesus. Amém.
Fonte: refletecomigo.blogspot.com.br
Dia do Diretor de Escola

12 de Novembro

O diretor escolar é aquele que devido a sua função, enfrenta pressão, resolve ou mesmo minimiza problemas e encontra soluções para suas decisões buscando a coerência, o bom senso e o equilíbrio para agir segundo o embasamento legal e os conceitos éticos que regem a ação educativa. Deste modo, desejamos que o dia de hoje sirva de reflexão para a valorização do papel do diretor escolar e que apesar do avanço tecnológico as pessoas descubram que o potencial humano jamais poderá ser substituído
O diretor de escola é, acima de tudo, um educador. Como tal, deve estar atento às consequências educativas de suas decisões e atos administrativos, pois estes repercutem de forma profunda, e nem sempre aparente, na formação dos alunos.
Você, diretor de escola, é constantemente desafiado a ter visão de futuro e a guiar as pessoas (professores, alunos e colaboradores) a viver os valores e princípios defendidos e praticados em suas escolas e instituições.
O diretor faz toda a diferença dentro da escola. Uma boa gestão é a diferença para bons resultados. O diretor comanda uma equipe de funcionários, professores, coordenadores, alunos... Além da questão pedagógica, está sempre atento ao dia a dia da unidade, dos estudantes... Resolve assuntos administrativos, atende pais, cuida de projetos, acompanha obras, etc.Seja lá qual for o tamanho da escola, o número de alunos ou tipo de ensino, sempre é possível descobrir novos caminhos, colocar em prática novas idéias, e, a partir daí, envolver todo o grupo em torno dos mesmos objetivos.
Fonte: www.ftd.com.br