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domingo, 1 de novembro de 2015

CALENDÁRIO DE NOVEMBRO 2015 PARA IMPRIMIR E PREENCHER.


CALENDÁRIO DE NOVEMBRO 2015 PARA IMPRIMIR E PREENCHER.

FONTE:
INTERNET
GOOGLE+

HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS


HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS

O  Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.
É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.

Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".
O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.

CRENDICES E SUPERSTIÇÕES COM
A MORTE

• Quando morre uma pessoa, deve-se abrir todas as portas para a alma sair. Fecham-se porém os fundos da casa. A alma deve sair pela frente. A casa não deve ser fechada antes de sete dias pois o fel (as vísceras) do defunto só se arrebentará nesse prazo. Então a alma vai para o seu lugar. A novena de defunto é para a alma ir para onde foi destinada.
• Não se deve chorar a morte de um anjinho, pois as lágrimas molharão as suas asas e ele não alcançará o
céu.
• Quando numa procissão, o pálio para defronte de alguma porta de uma casa, é presságio de morte de alguma pessoa dessa casa, porque o pálio para sempre defronte às janelas.
• Homem velho que muda de casa, morre logo.
• Quando a pessoa tem um tremor, é porque a morte passou por perto dela. Deve-se bater na pessoa que está próxima e dizer: sai morte, que estou bem forte.
• Acender os cigarros de três pessoas com um fósforo só, provoca a morte da terceira pessoa.
Outra versão: morrerá a mais moça dos três fumantes.
• Derrubar tinta é prenúncio de morte.
• Quando várias pessoas estão conversando e param repentinamente, é que algum padre morreu.
• Perder pedra de anel é prenúncio de morte de pessoa da família.
• Quando uma pessoa vai para a mesa de operação, não deve levar nenhum objeto de ouro, pois se tal acontecer, morre na certa.
• Não presta tirar fotografia, sendo três pessoas, pois morre a que está no centro.
• Doente que troca de cama, morrerá na certa.
Outra versão: não morrerá.
• Não se deve deitar no chão limpo, pois isso chama a morte para uma pessoa da família.
• Quando pessoas vão caçar ou pescar, nunca devem ir em número de três, pois uma será picada por cobra e morrerá na certa.
• Quem come o último bocado morre solteiro.
• Se acontece de se ouvir barulho à noite, em casa, é que a morte está se aproximando.
• Quando morre uma pessoa idosa, morre logo um anjo seu parente (criança) para levar aquela para o céu.
• Defunto que está com braços duros, amolece-os se pedir que assim faça.
• Defunto que fica com o corpo mole é indício de que um seu parente o segue na morte.
• Quando o defunto fica com os olhos abertos é porque logo outro da família o seguirá.
• Não se deve beijar os pés de defunto, pois logo se irá atrás dele, morrendo também.
• Na hora da morte, fazer o agonizante segurar uma vela para alumiar o caminho que vai seguir.
• Em mortalha, a linha não deve ter nó.
• Água benta ou alcânfora temperada na pinga joga-se com um galho de alecrim, sobre o defunto.
• Quando uma pessoa jogar terra sobre o defunto na cova, deve pedir ao mesmo que lhe arranje um bom lugar no além. Se ele for para um bom lugar, arranjará; se para um mau quem pede está azarado. Bom é pedir lugar para o cadáver de um anjinho, pois este sempre vai para um bom lugar.
• Não se deve trazer terra do cemitério quando se volta de um enterro, pois ela traz a morte para a casa.
• A pessoa que apaga as velas após a saída do enterro morrerá logo. É bom colocar perto do caixão do defunto um copo d’água benta.
• Não presta ver muitos enterros, pois com isso se chama a morte para si.
• Quando passa um enterro, não se deve atravessar o acompanhamento, pois isso traz a morte para pessoas da família. Bom é acompanhar o enterro.
• Não presta acender só três velas para defunto; deve-se acender quatro.


A HISTÓRIA DAS VELAS

No início desta história as velas não existiam como as conhecemos. Por volta do ano 50.000 a.C. havia uma variação daquilo que chamamos de velas, criada para funcionar como fonte de luz. Eram usados pratos ou cubas com gordura animal, tendo como pavio algumas fibras vegetais, apresentando uma diferença básica em relação às velas atuais, de parafina: a gordura que servia de base para a queima encontrava-se no estado líquido.

Mesmo antes do ano 50.000 a.C. este tipo de fonte de luz era usada pelos homens, conforme pinturas encontradas em algumas cavernas.Há menções sobre velas nas escritas Bíblicas, datando do século 10 a.C. Um pouco mais recentemente, no ano 3.000 a.C., foram descobertas velas em forma de bastão no Egito e na Grécia. Outras fontes de pesquisa afirmam que, na Grécia, as velas eram usadas em comemorações feitas para Artemis, a deusa da caça, reverenciada no 6º dia de cada mês, e representavam o luar.
Um fragmento de vela do século I d.C. foi encontrado em Avignon, na França.
Na Idade Média as velas eram usadas em grandes salões, monastérios e igrejas. Nesta época, quando a fabricação de velas se estabeleceu como um comércio, a gordura animal (sebo) era o material mais comumente usado. Infelizmente, este material não era uma boa opção devido à fumaça e ao odor desagradável que sua queima gerava. Outro ingrediente comum, a cera das colméias de abelhas, nunca foi suficiente para atender a demanda.
Por muitos séculos as velas eram consideradas artigos de luxo na Europa. Elas eram feitas nas cidades, por artesãos, e eram compradas apenas por aqueles que podiam pagar um preço considerável. Feitas de cera ou sebo, estas velas eram depois colocadas em trabalhados castiçais de prata ou madeira. Mesmo sendo consideradas como artigos caros, o negócio das velas já despontava como uma indústria de futuro: em uma lista de impostos parisiense, no ano de 1292, eram listados 71 fabricantes.
Na Inglaterra, os fabricantes de velas de cera eram considerados de melhor classe se comparados àqueles que fabricavam velas de sebo. O negócio tornou-se mais rentável porque as pessoas estavam aptas a pagar mais por uma vela de cera.
Em 1462 os fabricantes Ingleses de velas de sebo foram incorporados e o comércio de velas de gordura animal foi regulamentado.
No século 16 houve uma melhora no padrão de vida. Como passou a haver uma maior disponibilidade de castiçais e suportes para velas a preços mais acessíveis, estas passaram a ser vendidas por peso ou em grupos de oito, dez ou doze unidades.
As velas eram usadas também na iluminação de teatros. Nesta época elas eram colocadas atrás de frascos d'água colorida, com tons de azul ou âmbar. Apesar desta prática ser perigosa e cara para aquela época, as velas eram as únicas fontes de luz para ambientes internos.
A qualidade da luz emitida por uma vela depende do material usado em seu fabrico. Velas feitas com cera de colméia de abelhas, por exemplo, produzem uma chama mais brilhante que as velas de sebo. Outro material, derivado do óleo encontrado no esperma de baleias, passou a ser usado na época para aumentar o brilho das chamas.
Devido a questões ambientais e ao desenvolvimento de novas tecnologias de iluminação, este elemento não é mais usado.
Trabalhos para o estudo do oxigênio foram desenvolvidos observando-se a chama de uma vela. Como exemplo temos relatos feitos pelo químico amador Josehp Priestley, em agosto de 1774, que concluiu que se a chama de uma vela se tornava mais forte e viva na presença de oxigênio puro, reação semelhante deveria ser observada em pulmões adoentados quando estimulados com este mesmo oxigênio.
O século 19 trouxe a introdução da iluminação a gás e também o desenvolvimento do maquinário destinado ao fabrico de velas, que passaram a estar disponíveis para os lares mais pobres. Para proteger a indústria, o governo Inglês proibiu que as velas fossem fabricadas em casa sem a posse de uma licença especial. Em 1811, um químico francês chamado Michel Eugene Chevreul descobriu que o sebo não era uma substância única, mas sim uma composição de dois ácidos gordurosos combinados com glicerina para formar um material não-inflamável.
Removendo a glicerina da mistura de sebo, Chevreul inventou uma nova substância chamada "Esterine", que era mais dura que o sebo e queimava por mais tempo e com mais brilho. Essa descoberta impulsionou a melhora na qualidade das velas e também trouxe, em 1825, melhoras ao fabrico dos pavios, que, devido à estrutura da vela, deixaram de ser mechas de algodão para se tornar um pavio enrolado, como conhecemos hoje.
Essa mudança fez com que a queima da vela se tornasse uniforme e completa ao invés da queima desordenada, característica dos pavios de algodão.
Em 1830, teve início a exploração petrolífera e a parafina era um subproduto do petróleo. Por ser mais dura e menos gordurosa que o sebo, a parafina se tornou o ingrediente primário nas velas. Em 1854 a parafina e o esterine foram combinados para fazer velas muito parecidas com as que usamos hoje.
No ano de 1921 foi criado o padrão internacional de velas, de acordo com a intensidade da emissão de luz gerada por sua queima. O padrão tomava por base a comparação com a luminosidade emitida por lâmpadas incandescentes. Devido ao desenvolvimento de novas tecnologias de iluminação, este padrão não é mais utilizado como referência nos dias de hoje.
A parafina sintética surgiu após a 2ª Guerra Mundial e sua qualidade superior tornou-a o ingrediente primário de compostos de ceras e plásticos modernos.Usada nos primórdios de sua existência como fonte de luz, as velas são usadas hoje como artigos de decoração ou como acessórios em cerimônias religiosas e comemorativas.
Há vários tipos de velas, produzidas em uma ampla variedade de cores, formas e tamanhos, mas, quando mencionamos velas artesanais, nos referimos àquelas feitas manualmente, onde é possível encontrar modelos pouco convencionais, usados para diferentes finalidades, tais como: decoração de interiores, purificação do ambiente, manipulação da energia com base em suas cores e essências e etc.



Você sabia que o feriado de Finados, celebrado a 2 de novembro, embora originado do cristianismo, foi nomeado de forma diversa à real celebração cristã?
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos. Costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém já se lembrava.
Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) suscitam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".

O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça, mas não foram canonizados. O dia 2/11 celebra todos os que morreram não estando em estado de graça total, mais precisamente os que se encontram em estado de purificação de suas faltas e, assim, necessitam de nossas orações.
Contudo, você sabia que o feriado de Finados, celebrado a 2 de novembro, embora originado do cristianismo, foi nomeado de forma diversa à real celebração cristã?
Na realidade, o cristianismo, ao contrário do feriado
brasileiro, celebra a lembrança dos FIÉIS DEFUNTOS e não o dia de finados.
"Qual a diferença?" - você perguntaria. Entretanto, adentrando-se a fundo no significado e na origem das palavras, podemos notar que há sim uma diferença, e relevante. A palavra finado significa, em sua origem, aquele que se finou, ou seja, que teve seu fim, que se acabou, que foi extinto.
A palavra defunto, por sua vez, originada no latim, era o particípio passado do verbo "defungor", que significava satisfazer completamente, desempenhar a contento, cumprir inteiramente uma missão. Mais tarde, foi utilizada e difundida pelo cristianismo, para dizer que uma pessoa morta era aquela que já havia cumprido toda a sua missão de viver. Modernamente, porém, tornou-se sinônimo de cadáver.
O Dia dos Fiéis Defuntos, portanto, é o dia em que a Igreja celebra o cumprimento da missão das pessoas queridas que já faleceram, através da elevação de preces a Deus por seu descanso junto a Ele.
É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca, mesmo que esteja distante; amar é saber que o outro necessita de nossos cuidados e de nossas preces mesmo quando já não o podemos ver. Pois a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus e com os irmãos, agora e para sempre.

FONTE
REVISTA SADOL
FOTOS ILUSTRATIVAS

02-11-2015 - DIA DE FINADOS.

02-11-2015 - DIA DE FINADOS.













FONTE:
GLIMBOO.COM

Por que a água mineral tem prazo de validade?

Por que a água mineral tem prazo de validade?

A água mineral em si não tem prazo de validade. Embaixo da terra, nos aqüíferos onde fica armazenada, mesmo que se passem milhões de anos, a água continuará boa e protegida de contaminação. O rolo começa quando a água é engarrafada. "A água é muito suscetível a contaminações externas. Caso a garrafa esteja mal fechada, o líquido pode entrar em contato com bactérias existentes no ar e ser contaminada. É raro, mas se houver microorganismos nocivos no ambiente, a água mineral pode até causar sintomas físicos, como diarréia", diz a bioquímica e sanitarista Petra Sanchez Sanchez,da Associação Brasileira das Indústrias de Água Mineral (Abinam). Também podem rolar problemas mesmo com a água fechada. Temperaturas acima de 35 ºC aumentam a possibilidade de que as bactérias naturais da água multipliquem, alterando o cheiro e o sabor do líquido. Para reduzir as chances desses incidentes, a água engarrafada tem prazo de validade, que varia de acordo com qualidade da embalagem. Uma garrafa vidro, por exemplo, tem validade maior que uma de plástico porque ela consegue isolar por mais tempo o líquido do contato com o ar ambiente.
Líquido datadoValidade é maior para embalagens de vidro
Água sem gás - Vidro
Validade - 24 meses
Água sem gás - PET*
Validade - 12 meses
Água sem gás - Polipropileto
Validade - 6 meses
Água com gás - Vidro
Validade - 12 meses
Água com gás - PET*
Validade - 6 meses
*PET: PLÁSTICO MAIS BRILHANTE E TRANSPARENTE.
POLIPROPILENO: PLÁSTICO MAIS OPACO E DE QUALIDADE INFERIOR - COMO AS GARRAFINHAS VENDIDAS EM SINAIS DE TRÂNSITO.
FONTE: ABINAM

FONTE
MUNDO ESTRANHO
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De onde é extraída a gelatina?

De onde é extraída a gelatina?



Ela é feita de uma proteína animal chamada colágeno, tirada quase sempre do couro do boi. O processo inicia-se com a preparação das raspas dessa pele. "Depois vêm as etapas de extração, filtragem, concentração, esterilização, secagem e moagem", afirma Alexandre Ferreira Costa, técnico da Kraft Foods (veja infográfico). O resultado é um pó incolor, com aplicações não só na indústria de alimentos, como na farmacêutica e outras. Para fabricar a gelatina consumida como sobremesa, esse pó é acrescido de aromatizantes, corantes e açúcar ou adoçante. A transformação do pó em alimento, já em casa, se dá através da hidratação das cadeias de moléculas de proteína e da retenção da água pela formação de ligações entre essas cadeias. A hidratação da gelatina ocorre quando ela é dissolvida em água quente. Assim, as moléculas de água conseguem penetrar no interior da cadeia de moléculas de proteína. Com o resfriamento, as moléculas de água são aprisionadas e o líquido solidifica, formando a gelatina.
Do couro do boi à mesaProteína da pele animal é a base da gelatina
1. O couro do boi é raspado
2. As raspas são tratadas com substâncias químicas para extrair a proteína, que faz a gelatina (colágeno)
3. Na filtragem, o colágeno é limpo de restos de gorduras e fibras
4. A solução é concentrada em evaporadores, esterilizada e seca
5. Por fim, o produto seco é moído, gerando um pó incolor


FONTE
MUNDO ESTRANHO
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Como se coloca o gás nos refrigerantes?

Como se coloca o gás nos refrigerantes?


Antes de mergulhar na resposta, um dado inicial: os refrigerantes são formados por uma mistura de água, gás (no caso o gás carbônico, o CO2) e algum tipo de xarope, que dá a cor e o gosto da bebida. Mas essas três coisas não são combinadas de uma vez - primeiro, os fabricantes juntam a água e o gás, em um aparelho chamado carbonizador. Quando esses dois ingredientes se misturam, a água dissolve o CO2, dando origem a uma terceira substância, o ácido carbônico, que tem forma líquida. Depois, acrescenta-se o xarope a esse ácido. O último passo é inserir uma dose extra de CO2 dentro da embalagem para aumentar a pressão interna e conservar abebida. Pronto: taí o refrigerante. Você já deve ter percebido que, quando a garrafa está fechada, a mistura é um líquido homogêneo, sem bolhinhas de gás. Mas tudo muda quando a gente tira a tampa: primeiro, a gente ouve aquele "tssssssssss" - o barulho do CO2 extra escapando. Depois, começam a aparecer as tais bolhinhas. Isso acontece porque a pressão no líquido diminui e, lentamente, o ácido carbônico começa a se transformar novamente em gás e a escapar do líquido, na forma de bolhas. Agora que você conhece o processo, pode estar se perguntando: não tem um jeito mais fácil de fazer refrigerante? Tem, sim: dá para misturar o xarope direto na água gaseificada natural, mas essa matéria-prima não é tão abundante quanto a água comum. Por isso, fica mais barato para as engarrafadoras misturar água e gás artificialmente. Elas recorrem a esse processo há mais de um século, quando os primeiros refrigerantes foram criados. A única diferença é que hoje há duas maneiras de juntar os ingredientes: a primeira é o chamado pré-mix (xarope e água com gás são combinados pouco antes de o líquido ser engarrafado), usado nas latinhas e garrafas. A outra é o post-mix (a mistura é feita na hora da venda), usado nas máquinas de refrigerante das lanchonetes. A gente explica como funciona o post-mix no infográfico ao lado.
Fábrica portátilMáquinas das lanchonetes misturam os ingredientes da bebida na hora

1. Nas máquinas de refrigerante, os ingredientes da bebida ficam armazenados no próprio local de venda: cilindros de metal guardam os xaropes (no nosso exemplo, são quatro sabores diferentes), um bujão acondiciona o gás carbônico (CO2) e a água vem de alguma fonte filtrada. Nas etapas seguintes, esses três itens serão misturados dentro da máquina
2. A composição começa com a mistura do gás carbônico e da água. Os tanques de CO2 e de água são ligados a um carbonizador, que comprime e dissolve o gás no líquido, formando o ácido carbônico — nada mais do que água gaseificada. Por um tubo, o líquido segue até uma serpentina, que resfria a bebida para a temperatura de consumo, de 4 ºC a 8 ºC
3. É só na saída da máquina, no finalzinho do processo, que xarope e água gaseificada se juntam para formar o refrigerante. As duas mangueiras se encontram e são misturadas durante a própria queda, no bocal. A quantidade de xarope depende da regulagem da máquina — dá para caprichar ou atenuar o sabor. Por isso, é muito difícil que o gosto dorefrigerante de máquina seja igual ao de garrafa
4. Fora da máquina, o ácido carbônico começa a se separar da água em forma de bolhas de CO2. O processo é bem lento e pode demorar horas. Por isso, a gente fica com a impressão de que há muito gás e xarope no refri — mas, na verdade, eles correspondem a apenas 1% da mistura! Os 99% restantes são apenas água
FONTE
MUNDO ESTRANHO
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Por que as pessoas choram ao descascar cebola?

Por que as pessoas choram ao descascar cebola?

O que faz a gente chorar são os gases que a cebola libera na hora em que alguém passa a faca no vegetal. Em contato com a água dos olhos, eles reagem e formam um ácido que irrita o globo ocular. Aí, para se livrar do incômodo, o organismo contra-ataca, produzindo um rio de lágrimas. Para evitar o aguaceiro, vale cortar as cebolas ao lado de um ventilador, evitando que os gases cheguem perto da visão, ou ainda molhá-las para que o ácido se forme antes de chegar aos olhos. Mas com uma mãozinha da ciência, esse martírio pode acabar. Em outubro de 2002, cientistas japoneses descobriram uma enzima na cebola que estaria envolvida na produção do tal gás irritante. O desafio é produzir um vegetal geneticamente. modificado, sem essa enzima.
FONTE
REVISTA SADOL
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FONTE
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Como são fabricados os salgadinhos?


por Marina Motomura
Os salgadinhos de pacote são feitos em processos automatizados, sem contato manual. Entre as dezenas de tipos que existem, a gente escolheu os quatro mais populares para detalhar a fabricação: os salgadinhos fritos, os assados, os extrusados (aqueles tipo "isopor") e as batatas fritas. As imbatíveis batatinhas, aliás, são as ancestrais mais antigas na breve história dos snacks. A versão mais aceita dá conta que as primeiras batatas fritas em forma de palito saíram das frigideiras da França, no século 17. Em 1853, elas ganharam um novo e delicioso formato, cortadas em fatias finas e crocantes pelo cozinheiro americano George Crum. A fritura manual acabou em 1929, quando o inventor americano Freeman McBeth mecanizou todo o processo. Os outros salgadinhos já nasceram industrializados. Os feitos à base de milho e os que tentavam imitar o gostinho do bacon apareceram nos anos 1950. Os do tipo "nachos" surgiram na década seguinte. Os números comprovam a popularidade dessas guloseimas. Nos Estados Unidos, cada americano manda pra dentro 10 quilos de salgadinho por ano. No Brasil, esse índice gira em torno de 1 quilo por ano. Os salgadinhos podem ser deliciosos, mas são cheios de "calorias vazias" - ou seja, engordam e trazem poucos nutrientes. Pelo menos, sofrem pouco com contaminações por microorganismos. "O processo defabricação a altas temperaturas esteriliza o produto", diz o engenheiro de alimentos Yoon Chang, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Enchendo o sacoFabricação dos quatro tipos mais populares é toda feita por máquinas

Assados
1. Em geral, os salgados assados são feitos com milho. No começo do processo, os grãos de milho são colocados em panelões de metal cheios de água e aquecidos. Os grãos ficam cozinhando até soltarem a casca. Isso pode demorar até oito horas
2. Em seguida, os grãos de milho são moídos para formar uma massa uniforme e macia. Essa massa é esticada por rolos, torna-se fininha como uma lâmina e é cortada em forma de triângulo, ficando com o "jeitão" final do salgadinho
3. Depois de cortada, a massa é assada em um forno industrial. Para que ela fique dourada, os salgadinhos são assados de ambos os lados. Na seqüência, os salgadinhos ainda são fritos em óleo vegetal para ficarem mais crocantes
4. No estágio seguinte, os salgadinhos assados e fritos seguem para o aromatizador. Nesse aparelho, eles recebem temperos em pó com o sabor escolhido para o snack — queijo e ketchup, por exemplo. Depois disso, o produto está pronto para ser embalado
Fritos
1. A matéria-prima desse tipo de salgadinho é uma massa de trigo. No primeiro passo da fabricação, a farinha de trigo e a água são misturadas em uma batedeira gigante. Depois, a massa passa por rolos e fica esticada em forma de fita, como a gente vê na figura
2. Se o salgadinho for do tipo bacon, a massa branca recebe uma tintura de urucum para ficar mais escura. Depois, ela é seca por um sistema de ventilação, cortada em pedaços menores e aquecida por oito horas para retirar a umidade
3. A etapa seguinte é a fritura, em que os salgadinhos tomam um banho em óleo vegetal durante nove segundos, a 180 °C. Há dois tipos de fritador: o contínuo, em que uma esteira transporta os salgadinhos por uma piscina de óleo, e o por batelada, que frita uma porção de cada vez
4. Depois da fritura, os salgadinhos seguem para o temperador, uma espécie de cilindro rotativo cheio de tempero em pó usado para dar o gostinho de bacon. Na última fase, as guloseimas vão para a empacotadeira, que lacra os saquinhos de acordo com o peso escolhido
Batata
1. Os fabricantes de fritas recebem as batatas ainda com casca. No estágio inicial de industrialização, as batatas são lavadas e passam por um cortador automático, que arranca as cascas dos vegetais
2. Já sem casca, as batatas são fatiadas no formato liso ou ondulado. Depois, elas seguem para um segundo lavador, que usa água quente para retirar o amido e o açúcar das fatias, e realiza uma espécie de pré-cozimento das batatas
3. O passo seguinte é a fritura. As fatias pré-cozidas são mergulhadas em óleo vegetal a 185º C por no máximo vinte segundos. Dentro do fritador, pás controladas por um sistema automático se encarregam de tirar as batatas do óleo no tempo certo
4. Depois da fritura, os pedaços menores são eliminados. Os que sobram seguem para o aromatizador, onde recebem o tempero em pó. Nem toda amatéria-prima é utilizada: para produzir um quilo de batata frita, são necessários 3,9 quilos de batata fatiada
Extrusados
1. "Extrusados" são os salgadinhos tipo "isopor", geralmente feitos à base de milho. O ingrediente inicial — uma farinha de milho bem fininha, com grãos de no máximo 12 milímetros — é misturado com água até dar origem a uma massa homogênea
2. Essa massa segue para a máquina extrusora, o "coração" do processo defabricação. A mistura recebe até 170 ºC de calor, é submetida a uma grande pressão e prensada numa matriz que dá a forma escolhida para o salgadinho
3. Depois de passarem pela matriz, os salgadinhos superquentes e prensados entram em contato com uma pressão mais baixa e com uma temperatura mais fria. Resultado: eles "explodem", ficando com aquela massa aerada e a consistência típica de isopor que todo mundo conhece
4. Ao fim da extrusão, os salgadinhos passam por um cilindro rotativo, que tem sprays que jogam o aroma desejado sobre os snacks - pode ser queijo, presunto ou requeijão, por exemplo. Em seguida, o produto vai para a empacotadeira e já está prontinho
Fonte: Yoon Kil Chang, engenheiro de alimentos da Universidade Estadual de Campinas´


FONTE
REVISTA SADOL
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FONTE
MUNDO ESTRANHO
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FONTE
DIÁRIO CATARINENSE
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FOTOS ILUSTRATIVAS

FONTE
www.r7.com/
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Quais as dez comidas mais estranhas do mundo?

Quais as dez comidas mais estranhas do mundo?


10 Comidas mais Estranhas do Mundo!

Esse banquete de arrepiar qualquer paladar foi elaborado com a ajuda do livro
Extreme Cuisine ("Cozinha Extrema"). Vai arriscar uma boquinha?

10. ESCORPIÃO FRITO

País/Região - Cingapura







Ué, mas o escorpião não é venenoso? É, sim, mas como o bicho é cozido 
antes de ser frito em óleo, as altas temperaturas do preparo desencadeiam
 uma reação química que neutraliza o veneno. 
Aí, é só deglutir o bichão - inteiro mesmo, das garras até a cauda.
 A espécie preferida é o escorpião-negro, 
que é maior e tem menos veneno que o escorpião-marrom.
Curiosidade - O escorpião é um prato admirado pela maioria dos povos asiáticos. 
Grande parte dos países do continente degusta o pestisco usando hashi, 
esse par de varetas usado para levar a comida à boca.

9. FILÉ DE PEIXE VENENOSO

País/Região - Japão







O tal peixe venenoso é o fugu ou baiacu, que tem muita tetrodotoxina, 
um veneno dez vezes mais forte que o cianeto. 
Para que a iguaria não mate ninguém, o chef retira uma bolsa
 perto das brânquias com o veneno. Depois, ele fura a bolsa e espalha sobre a
 carne do peixe uma pequena dose da toxina, para provocar um certo 
"efeito alucinógeno" em quem come!
Curiosidade - Por causa dos riscos da ingestão do alimento, os cozinheiros e
 chefs de restaurantes são exaustivamente treinados até ganharem o aval para
 preparar o fugu para consumo. Mesmo assim, cerca de 20 pessoas morrem por ano, 
intoxicadas pelo veneno do peixe!


8. FAROFA DE FORMIGA

País/Região - Brasil







O inseto aparece no cardápio rural brasileiro em certas áreas do Sudeste. 
A variedade preferida é o içá ou saúva - uma formiga que, dizem, 
tem um gosto parecido com amendoim. Além de consumida em farofas,
 ela também pode ser torrada com tempero ou congelada para comer 
durante o ano. E faz bem! Como vários outros insetos, as formigas 
são ricas em proteína, têm baixo teor de gordura e alto teor de fósforo.

Curiosidade - Do outro lado do mundo, os chineses usam formigas 
para fabricar um vinho que é útil no tratamento de reumatismo e no
 fortalecimento dos músculos e ossos.

7. MORCEGO À CAÇAROLA

País/Região - China, Vietnã,
 sudeste da Ásia






Os morcegos que fazem parte do cardápio humano são os que se
 alimentam de frutas. Escolhidos por não serem venenosos e por sua
 dieta saudável, os morcegos frutívoros têm baixo teor de gordura e
 uma carne cuja textura é comparada à dos frangos.
 Além da caçarola (um guisado com carne, vegetais e batatas)
outras boas pedidas (quer dizer, boas pelo menos para os povos asiáticos)
 são a sopa e a lasanha de morcego.
Curiosidade - Os entusiastas da carne de morcego acreditam que ela
 aumenta a potência sexual masculina e as chances de ter uma vida
 longa e feliz.

6. CANGURU AO VAPOR

País/Região - Austrália







O hábito de comer cangurus começou com os nativos australianos, 
que cortavam o animal em diversas partes e mandavam ver. Hoje em dia,
 a carne do bicho é picada e cozida em vapor, com a adição de bacon, 
sal e pimenta para dar um temperinho. Não sobra nada: até o rabo é
 aproveitado para fazer sopa! O gosto é comparado ao da carne 
de avestruz, uma carne vermelha bem forte.
Curiosidade - Os pratos feitos com canguru são vendidos em mais
 de 900 restaurantes, desde pizzarias até serviços de quarto em hotéis 
cinco estrelas.

5. SOPA DE CACHORRO

País/Região - Coréia do Sul,
Sul da China,
 Hong Kong





Eis o lado polêmico da diversidade cultural: para nós, ocidentais, 
comer esse prato é uma tremenda cachorrada. Mas, entre os 
coreanos, o cão é considerado bastante energético e, de acordo 
com a crença, melhora o desempenho sexual dos homens. 
Além da carne dos au-aus, a sopa leva legumes e tem 
um cheiro forte, principalmente por causa do tempero - em geral, 
especiarias como açafrão, cravo e canela.
Curiosidade - A venda da carne de cachorro já foi proibida
 por causa de protestos de protetores dos animais. Mas, em países
 como a Coréia do Sul, a fiscalização é frouxa e muitos restaurantes
 continuam fornecendo o prato.

4. OMELETE DE LARVA DO 
BICHO-DA-SEDA

País/Região - Tailândia,
China





Na China, as larvas são fritas com cebola cortada e um molho 
grosso ou misturadas em omelete com ovos de galinha. Se você 
não curtir a textura tenra do recheio, também dá para comer a 
crisálida, a "embalagem" da larva, que parece uma casquinha
 crocante tipo um salgadinho.
Curiosidade - Na Tailândia, depois de ser incluída na lista de
 comidas locais, em 1987, a crisálida do bicho-da-seda passou
 a ser adicionada às sopas na alimentação de crianças nas escolas
 tailandesas.

3. CÉREBRO DE MACACO

País/Região - África







Séculos antes do Indiana Jones, os africanos já cultivavam
 o costume de deglutir miolos de primatas. Anote o modo de
 preparo: primeiro, lave o cérebro (do bicho, claro) com água fria. 
Depois, acrescente vinagre ou suco de limão, retirando membranas 
e vasos sanguíneos da camada mais superficial. Conserve em 
salmoura e, finalmente, ponha a iguaria para cozinhar. Em todas 
as espécies de macaco, o órgão é rico em fósforo, proteínas e vitaminas.
Curiosidade - Prefere outros cérebros? Tente o de gorila, 
considerado afrodisíaco. Na áreas rurais da Europa, fazem 
algum sucesso os cérebros de porco, de cordeiro e de carneiro...


2. CALDO DE TURU

País/Região - Brasil







O turu é um molusco de cabeça dura e corpo gelatinoso, 
tem a grossura de um dedo e vive em árvores podres, caídas.
 Consumido na ilha de Marajó e no interior da Amazônia vivo e cru,
 em caldo com farinha ou em moquecas, o bichinho é rico
 em cálcio e tido como afrodisíaco. O gosto é semelhante ao dos mariscos.
Curiosidade - O macaco-do-mangue também é um apreciador de turu.
 Os caçadores sabem disso e abusam, passando pimenta no molusco.
 Quando o macaco come o bicho, o ardor da pimenta desorienta 
o primata, tornando-o presa fácil dos caçadores.

1. CARANGUEJEIRA FRITA

País/Região - América do Sul,
 sul da África, Austrália






É preciso muita coragem para mandar esse bichão peludo para
 dentro, certo? Mas no caso da caranguejeira ou tarântula, 
as aparências enganam. Apesar de pavorosa, a espécie não
 é venenosa - e é a mais consumida no mundo por ser maior
 que as outras aranhas. A parte mais cobiçada é o abdômen 
do aracnídeo. É lá que fica a maior parte da carne - na cabeça
 estão as vísceras e no restante do corpo não há muito mais o que comer.
Curiosidade - Os maiores consumidores de caranguejeira
 são os índios na América do Sul e os aborígenes na Austrália.
Pelo amor, esse povo come cada coisa, que eu vo te conta.
 Eu não tava muito afim de colocar fotos e talz, mais tinha
 que mostrar pra vocês, como são as coisas.
Cultura é cultura, apesar dos pesares, temos que respeitar.
Mais vai um morceguinho cozido ai?