1

1

Google+ Followers

domingo, 18 de outubro de 2015

Guto Ferreira muda o time no intervalo e vira placar que era de 2 a 0 em plena Arena Grêmio

Grêmio abre 2 a 0, mas relaxa e deixa a Chapecoense virar
Douglas e Bobô marcaram os gols gremistas, enquanto Túlio de Melo(2) e Apodi fizeram para os catarinenses

Foto: Diego Vara / Agencia RBS

Uma inexplicável queda de rendimento no segundo tempo decretou a derrota do Grêmio por 3 a 2 para a Chapecoense, na tarde deste domingo, na Arena. 
Depois de uma vitória parcial na primeira etapa, a equipe cedeu espaços, permitiu o empate e, nos acréscimos, sofreu o terceiro gol. 
A chance de reabilitação será domingo, no Maracanã, contra o Vasco. 
Sem Geromel, que recebeu o terceiro cartão amarelo.
Na maior parte do primeiro tempo, o futebol do Grêmio fluiu límpido como a tarde ensolarada de Porto Alegre, cansada de tanta chuva. 
Viu-se em campo tudo aquilo que Roger Machado ensaia com esmero durante a semana. Houve troca de passes, inversão de posições, apoio de laterais, avanço dos volantes.
Para suprir a dificuldade de Luan na partida contra o Santos, Roger o retirou do lado esquerdo. Pela direita, o meia ganhou a habitual liberdade de ação, com direito a fechar pelo meio, e foi mais efetivo na criação. Giuliano, aberto pela esquerda, foi agudo e participativo.
A vitória começou a se desenhar muito cedo. A quatro minutos, Douglas acertou o ângulo em chute de fora da área, com colaboração do goleiro Silvio. Outra chance foi criada dois minutos mais tarde, por Luan, mas o chute saiu fraco.
Não que a Chapecoense fosse um adversário frágil. Com a bola nos pés, o time catarinense exibiu virtudes, sobretudo com Barbio e Maranhão. E assustou a torcida a sete minutos, em chute de Camilo na trave esquerda. Levaria perigo de novo no cabeceio de Camilo, que antecipou-se a Geromel.
Mas o Grêmio tinha a partida sob controle. Além do gol, Douglas surpreendia como marcador, por vezes perseguindo os volantes até a beira do gramado. O segundo gol foi esboçado a 17 minutos, no avanço de Giuliano, cujo cruzamento Bobô não conseguiu alcançar.
Bem distribuído em campo e sem problemas de marcação, só faltava ao time maior número de chutes. E o segundo gol só ocoreu a 33 minutos. Galhardo aproveitou vacilo de marcação da Chapecoense e cruzou rasteiro para Bobô, que antecipou-se a Silvio e concluiu. No choque, o goleiro da Chapecoense lesionou o rosto e precisou sair. Antes que a primeira etapa se encerrasse, Galhardo salvou sobre a linha cabeceio de Túlio de Melo.
Como no jogo contra o Cruzeiro, foi preocupante o começo de segundo tempo do Grêmio. O primeiro sinal de alerta foi o cabeceio de Túlio de Melo, que só não entrou por desviar nas costas de Marcelo Oliveira. Aos 11, Erazo chegou atrasado na dividida e derrubou Apodi dentro da área. Na cobrança do pênalti, Túlio de Melo descontou com um chute forte, no centro da meta.
Como no meio da semana, Roger trocou Bobô por Pedro Rocha em busca dos contragolpes. A modificação coincidiu com uma mudança de postura da equipe, que pareceu despertar outra vez para o jogo e passou a pressionar.
Disposta a fugir da parte baixa da tabela, a Chapecoense não desistia de atacar. Puxada pelo habilidoso Camilo, chegou ao empate. Aos 32 minutos, Maranhão cruzou da direita, Grassi não alcançou e Túlio de Melo completou para a rede.
O resultado inesperado forçou Roger a apostar em novo atacante. O escolhido foi Braian Rodríguez, lançado na vaga de Maicon. O time, contudo, estava abalado e só voltou a incomodar o adversário no cabeceio de Marcelo Oliveira.
Houve pressão nos minutos finais, reclamação de pênalti sobre Galhardo, mas nenhuma efetividade. Quem aproveitou foi a Chapecoense, que marcou em arrancada de Apodi, já aos 50 minjutos. E o domingo, que havia começado feliz, terminou em frustração.
ZERO HORA

Acidente entre carro e caminhão deixa um morto na BR-470, em Indaial. Um acidente entre um carro e um caminhão deixou uma pessoa morta na manhã deste domingo, na BR-470, em Indaial, no Vale do Itajaí.


 Rodovia chegou a ficar interditada por mais de trinta minutos para socorro de motorista, que não resistiu aos ferimentos
Acidente entre carro e caminhão deixa um morto na BR-470, em Indaial Divulgação/Arcanjo Blumenau
Colisão ocorreu no quilômetro 67 da rodovia, no Vale do Itajaí 
 Foto: Divulgação / Arcanjo Blumenau
 
Um acidente entre um carro e um caminhão deixou uma pessoa morta na manhã deste domingo, na BR-470, em Indaial, no Vale do Itajaí. A colisão ocorreu às 7h40min, no quilômetro 67 da rodovia, e envolveu um veículo Gol de cor branca, com placas de Timbó, e um caminhão Volkswagen 8-150, com placas Itajaí.
O helicóptero Arcanjo 3, que desde o início do mês está em Blumenau, foi acionado para atender o motorista do Gol, Martin Klug de 34 anos, que ficou preso nas ferragens. O atendimento durou mais de trinta minutos, tempo em que a rodovia ficou bloqueada nos dois sentidos, mas a vítima,  morreu no local.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o Gol seguia em direção a Blumenau, enquanto o caminhão seguia rumo ao Alto Vale no momento da colisão. O motorista do caminhão não sofreu ferimentos graves.


DIÁRIO CATARINENSE

Homem é assassinado com cinco tiros em Indaial - SC. O crime ocorreu na associação de moradores do bairro Benedito.

Um homem de inicias N.V., de 57 anos, foi assassinado com cinco tiros nesta madrugada deste sábado no bairro Benedito, em Indaial.
O crime ocorreu na associação de moradores do bairro Benedito, localizada na rua Juíz de Fora. A vítima levou cinco tiros no peito e faleceu no local.

O autor dos disparos foi Ademar José Carneiro, de São João-PR, o mesmo fugiu em direção ao mato nas proximidades da associação.

http://www.radioflashbackindaial.com/noticias/indaial--sc/146098/1

Toyota apresenta conceitos no Salão de Tóquio de 2016

A Toyota irá apresentar a sua visão para o futuro da mobilidade no Tokyo Motor Show deste ano, onde três carros-conceito muito diferentes farão suas estreias mundiais. 


Toyota C-HR

Enquanto alguns dos veículos programados para a exposição representam o desenvolvimento e comercialização de novas tecnologias inovadoras, outros procuram explorar e fortalecer o vínculo emocional entre carro e motorista.

Toyota C-HR

O compromisso da Toyota com tecnologias de ponta em termos de powertrain será representada por três modelos: o novo Prius, o Conceito de Toyota C-HR, um #crossover híbrido compacto, destinado a concorrer com o Honda HRV, e o FCV.


Além disso, um conceito de célula de combustível que incorpora a visão da Toyota de uma sociedade baseada em hidrogênio. 

Toyota FC-V

Enquanto os veículos acima representam a natureza em constante mudança da mobilidade, a Toyota irá mostrar dois conceitos criados para reafirmar a relação fundamental entre o carro e o motorista.

Toyota Kikai

O S-FR, um esportivo de entrada, e o Kikai, um conceito de design que lembra a beleza inata de máquinas.
http://www.car.blog.br/2015/10/toyota-apresenta-conceitos-no-salao-de.html

Audi A3 Sedan 2.0 TFSI será fabricado no Brasil em 2016

O Audi A3 Sedan naciuonal nas versões Attraction e Ambiente, ambas com motor 1.4 TSI Flex e transmissão automática TipTronic de seis marchas, que já está chegando às concessionárias, mas a montadora alemã prepara a produção nacional da versão topo, Ambition, com motor 2.0 TFSI.

Audi A3 Sedan 2016

Essa versão topo de linha do A3 Sedan fabricado no Brasil tem previsão de chegada às concessionárias brasileiras no mês de março de 2016.

Audi A3 Sedan 2016

Em relação ao modelos 1.4, além do motor 2.0 TFSI, o Ambition adota transmissão automatizada de dupla embreagem S-Tronic de seis marchas. Trata-se, portanto, do mesmo conjunto mecânico do Golf GTI e Audi TT.

Audi A3 Sedan 2016

Esse modelo também passará a oferecer, assim como na Ambiente completa, equipamentos antes indisponíveis no A3, como ACC - Piloto Automático Adaptativo, Front Assist, com frenagem autônoma, entre outros itens.

Fonte: [Revista Quatro Rodas]

Novo Honda Civic 2016: tabela de preços divulgada - EUA

A tabela de preços do novo Honda Civic 2016, ainda extra-oficial, foi divulgada pelo site americano CivicX - dedicado ao modelo.

Novo Honda Civic 2016 - Preço

O novo sedã nipônico tem preços, nos EUA, variando de US$ 18.640 dólares (LX MT) a US$ 24.608 dólares (Touring CVT). Esses valores equivalem, ao câmbio de outubro de 2015, a R$ 70.068 reais e R$ 103.880 reais, respectivamente.

Novo Honda Civic 2016 - Preço

A tabela de preços também indica que as versões de acesso mantém o motor quatro cilindros 2.0, enquanto a partir da EX o novo motor 1.5 Turbo passa a ser ofertado, opcional na EX, e de série na EX-L e Touring. Com relação às transmissões, apenas o modelo de acesso oferece transmissão MT, enquanto todas as demais vêem exclusivamente com a nova caixa automática CVT.

Novo Honda Civic 2016 - Preço

Segundo a Honda, o motor 2.0 quatro cilindros oferece potência de 160 cavalos, enquanto o 1.5 T chega a 175 cavalos, com turbo e injeção direta.



O pacote "Sensing", opcional em algumas versões, traz itens de segurança como piloto automático adaptativo, frenagem autônoma em cidade e alerta de mudança involuntária de faixa.

Tabela de preços - Civic 2016 - EUA

ModeloMotorVersãoPreço ao concessionário [US$]Preço sugerido [US$]Preço sugerido [R$]
Civic 2016
2.0 LXMT$17.331,91$18.640,00R$ 73.068,80
2.0 LXCVT$18.082,55$19.440,00R$ 76.204,80
2.0 LXCVT + PZEV$18.072,55$19.440,00R$ 76.204,80
2.0 LXCVT + Sensing$18.998,35$20.440,00R$ 80.124,80
2.0 LXCVT + PZEV + Sensing$18.998,35$20.440,00R$ 80.124,80
2.0 EXCVT$19.553,83$21.040,00R$ 82.476,80
2.0 EXCVT + PZEV$19.553,83$21.040,00R$ 82.476,80
2.0 EXCVT + Sensing$20.479,00$22.040,00R$ 86.396,80
2.0 EXCVT + PZEV + Sensing$20.479,00$22.040,00R$ 86.396,80
1.5 T EXCVT$20.627,00$22.200,00R$ 87.024,00
1.5 T EXCVT + PZEV$20.627,00$22.200,00R$ 87.024,00
1.5 T EXCVT + Sensing$21.553,00$23.200,00R$ 90.944,00
1.5 T EXCVT + PZEV + Sensing$21.533,00$23.200,00R$ 90.944,00
1.5 T EX-LCVT$22.016,00$23.700,00R$ 92.904,00
1.5 T EX-LCVT + PZEV$22.016,00$23.700,00R$ 92.904,00
1.5 T EX-LCVT + Sensing$22.942,00$24.700,00R$ 96.824,00
1.5 T EX-LCVT + PZEV + Sensing$22.942,00$24.700,00R$ 96.824,00
1.5 T EX-LCVT + Navi$22.942,00$24.700,00R$ 96.824,00
1.5 T EX-LCVT + Navi + PZEV$22.942,00$24.700,00R$ 96.824,00
1.5 TTouring CVT$24.608,00$26.500,00R$ 103.880,00
1.5 TTouring CVT + PZEV$24.608,00$26.500,00R$ 103.880,00
ARTIGOS RELACIONADOS
http://www.car.blog.br/search/label/Civic

CERT.br divulga novas dicas para uso seguro das redes sociais -- Assunto: Segurança

CERT.br divulga novas dicas para uso seguro das redes sociais

Assunto: Segurança 


Invasão de privacidade, contato com pessoas mal-intencionadas, danos à imagem e à reputação são alguns riscos a que os milhões de usuários de redes sociais no Brasil podem estar expostos e que estão detalhados no fascículo Redes Sociais da Cartilha de Segurança para Internet. Produzido pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), o fascículo ganhou uma nova versão, lançada ontem, com informações atualizadas e mais recomendações de segurança para o acesso às redes sociais.



No Brasil, 77% dos usuários de Internet participam de redes sociais, de acordo com a pesquisa TIC Domicílios 2013, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do NIC.br. A rápida velocidade com que as informações se propagam nesse ambiente, a grande quantidade de pessoas que elas conseguem atingir e a dificuldade de exclusão e controle sobre o conteúdo divulgado são algumas características inerentes às redes sociais abordadas no fascículo.
Miriam von Zuben, analista de segurança do CERT.br, destaca que “a calúnia e difamação nesse ambiente podem rapidamente se propagar, jamais serem excluídas e causarem grandes incômodos às pessoas envolvidas”. Para proteger a privacidade, os usuários devem lembrar que estão em um local público, que tudo que é divulgado pode ser lido ou acessado por qualquer pessoa. “Pense bem antes de divulgar algo, pois não é possível voltar atrás”, complementa.
Outra recomendação importante é proteger o seu perfil usando conexão segura (HTTPS) ao acessar o sítio da rede social e habilitar a verificação em duas etapas, sempre que estiver disponível. Esse recurso, que oferece proteção extra para suas contas na Internet e pode prevenir eventuais ataques, foi tema de outro fascículo da Cartilha de Segurança do CERT.br. Dicas para elaborar senhas, manter seu computador e dispositivos móveis seguros e preservar a privacidade também podem ser conferidas nos demais fascículos.
A versão atualizada do fascículo Redes Sociais reserva espaço maior para cuidados que os pais e responsáveis devem tomar para proteger seus filhos. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2013, também do Cetic.br, revela que 79% dos usuários de Internet entre 9 e 17 anos têm perfil nas redes sociais. A importância de respeitar os limites de idade estipulados pelos sítios e orientar os filhos é abordada no material. “Percebemos que há uma tendência de pais exporem excessivamente os filhos nas redes sociais, o que pode levar ao constrangimento da criança e até à má utilização das imagens. O que pode ser algo inocente para um pai ou mãe pode ser encarado com outra conotação por pessoas mal-intencionadas”, alerta Miriam. O fascículo também traz novas recomendações para proteger a vida profissional e da sua empresa.
Disponível nos formatos PDF e ePub e licenciada sob Creative Commons, a Cartilha de Segurança para Internet do CERT.br fornece outras recomendações para navegar de forma segura. Além dos fascículos mencionados, há dicas sobre comércio eletrônico, Internet Banking e redes.

A Internet das coisas, explicada pelo NIC.br

A Internet das coisas, explicada pelo NIC.br

Estamos atualmente vivendo o nascimento de uma nova fase na Internet, a Internet das coisas. Nessa fase, a rede passa a interligar vários tipos de objetos e dispositivos inteligentes, que vão interagir entre si e conosco, tornando nosso dia a dia mais fácil. A Internet e os computadores estão desaparecendo. Estão cada vez mais tão presentes em tudo, que nem reparamos mais neles. Simplesmente esperamos que estejam lá, e os utilizamos sem muito esforço.







Interpretação de textos 6º e 7º anos


TEXTO 1
O HOMEM FAZ O CLIMA. E FAZ MAL


A interferência do homem no meio ambiente pode acelerar em milhares de anos os processos naturais de mudanças climáticas e trazer graves consequências à vida na Terra. O consumo desenfreado e a explosão demográfica têm sido fatores de forte influência entre as atividades humanas.
Em consequência, fenômenos como a elevação da taxa de emissão de gás carbônico (CO2) na atmosfera podem atingir picos incontroláveis em poucas décadas, sem que a vida na Terra consiga se adaptar. Se nada for feito, daqui a um século poderemos viver num ambiente de catástrofe.


Se a temperatura não parar de subir, daqui a cerca de 100 anos poderemos ter grandes mudanças na ocorrência de fenômenos como tormentas e furacões. A elevação do nível dos oceanos, consequência do aquecimento global, pode levar o mar a invadir parte das grandes cidades litorâneas e se misturar com fontes de água potável, como os rios que nele deságuam, salinizando-as. Águas provenientes do derretimento dos picos das montanhas geladas poderão invadir vales e cidades em seu entorno. Espécies mais sensíveis correm o risco de extinção, causando desequilíbrio nos ecossistemas e nas cadeias alimentares.
O cenário de catástrofe está desenhado. Resta ao homem fazer alguma coisa para evitar a concretização dessas profecias.
(Karen Gimenez. O homem faz o clima. E faz mal. Superinteressante, São Paulo, set. 2008.Edição especial. As 30 maiores descobertas da ciência, p. 34. Adaptado.)


Leia o texto 1 e responda:


1.Qual é o assunto do texto?


2. Segundo o texto quais são os fatores de forte influência humana no meio ambiente?


3. Ainda de acordo com o texto, o que pode ocorrer daqui há um século se a temperatura continuar subindo?


4. A finalidade desse texto é:
a) conscientizar as pessoas. b)pressionar os políticos.
c) criticar o consumo desenfreado. d)investigar as causas do aquecimento global.


5. Assinale V (Verdadeiro) ou F (Falso):


( ) No futuro, as taxas de emissão de gás carbônico podem atingir picos incontroláveis
( ) Os efeitos da ação do homem sobre o clima da Terra são pequenos.
( ) Daqui a 100 anos pouca coisa mudará no nosso planeta, pelo que se observa atualmente.
( ) Os hábitos de consumo das sociedades afetam o meio ambiente.


6.Dos problemas causados pelo homem ao meio ambiente só não é citado(a) no texto:
a) o aumento da taxa de emissão de gás carbônico. 
b)a ocorrência de tormentas e furacões.
c) a elevação do nível dos oceanos. 
d)o congelamento das águas dos rios.


7. No último parágrafo o autor expressa:
a) um alerta para que as pessoas mudem seus hábitos. 
b) uma crítica ao consumo desenfreado.
c) um comentário sobre a situação mundial.
d)um sentimento de revolta contra as atitudes governamentais.


TEXTO 2

(Fonte charge: Internet)


8.Observe a imagem, que elementos você identifica como ação humana no meio ambiente?
9.Sobre o que o pai está falando? Mas quando o filho diz “o clima”, o que realmente ele quer dizer?


10. Relacione o texto O homem faz o clima. E faz mal com essa charge.



Leitura: De olho no meio ambiente
De olho no meio ambiente


Você toma banho, viaja, compra coisas, come, vai à escola e faz as mesmas coisas que quase
todo mundo faz. E a gente pode não perceber, mas todas essas ações causam impacto na natureza.
Faz pouco tempo que a humanidade começou a se preocupar com isso. Antigamente, as pessoas
não tinham consciência de que suas ações afetavam a vida de outros seres. A população era bem menor, e o modo de vida era muito diferente.
Assim, usar madeira de uma árvore para fazer uma casa não seria um problema. Mas, para
erguer uma cidade, uma floresta inteira poderia ser destruída, mudando a vida de muitos seres. Além disso, com uma população maior, há mais interferência no ambiente para ter plantações, ruas, indústrias e fontes de energia.
Graças aos avanços da ciência, pouco a pouco, o homem foi percebendo que causava
desequilíbrio no ambiente e descobrindo quanto isso era grave.
Preocupado, em 1866, o alemão Ernest Haeckel criou um termo para definir uma ciência que
estava surgindo: a ecologia, que estuda a relação dos seres vivos com o meio ambiente.
Mas foi só no século 20 que o assunto passou a ser mais discutido. Em 5 de junho de 1972, foi
realizada a primeira Conferência Mundial sobre Meio Ambiente para destacar a importância de proteger a natureza e melhorar as condições de vida do planeta. A data foi escolhida como Dia Mundial do Meio Ambiente. Hoje, todos sabem que é importante preservar a natureza, e a data serve para lembrar que devemos pensar sobre o problema.
A cada ano, nascem 77 milhões de pessoas. É mais gente consumindo produtos e recursos
naturais. Aí, as indústrias produzem mais, muitas poluem o ar, as águas e o solo. Lixo, contaminação dos mares e poluição do ar e do solo não são ruins só para os humanos. Se outros seres vivos ficam sem alimento ou casa, podem desaparecer, piorando o desequilíbrio ecológico.
Além de tentar recuperar o que foi destruído, temos de encontrar soluções para que as pessoas
vivam bem sem prejudicar a natureza.
Hoje, há cerca de 6,5 bilhões de pessoas na Terra. Calcula-se que, em 2050, sejam mais de 9
bilhões. Se toda essa turma ajudar, a Terra poderá se tornar um lugar melhor para os habitantes de todas as espécies.
Revista Recreio, maio de 2008. p. 24. (Texto adaptado)


Sobre o texto 1, marque a resposta correta.


1) No trecho “Faz pouco tempo que a humanidade começou a se preocupar com isso” (linha 03), a
palavra sublinhada refere-se ao trecho


(A) “...essas ações causam impacto na natureza.”
(B) “...há cerca de 6,5 bilhões de pessoas na Terra.”
(C) “...faz as mesmas coisas que quase todo mundo faz.”
(D) “...usar madeira de uma árvore para fazer uma casa...”
(E) “A data foi escolhida como Dia Mundial do Meio Ambiente.”


2) O autor do texto De olho no meio ambiente afirma que, por alguma razão, o homem tomou
consciência de que suas ações prejudicavam a natureza.
A frase que aponta essa razão é
(A) “Mas foi só no século 20 que o assunto passou a ser mais discutido.”
(B) “Antigamente, as pessoas não tinham consciência de que suas ações afetavam a vida de outros
seres.”
(C) “Hoje, todos sabem que é importante preservar a natureza, e a data serve para lembrar que
devemos pensar sobre o problema.”
(D) “Além disso, com uma população maior, há mais interferência no ambiente para ter plantações,
ruas, indústrias e fontes de energia.”
(E) “Graças aos avanços da ciência, pouco a pouco, o homem foi percebendo que causava
desequilíbrio no ambiente e descobrindo quanto isso era grave.”


3) No trecho “Aí, as indústrias produzem mais, e muitas poluem o ar, as águas e o solo.” , o
valor semântico do termo em destaque é
(A) causa.
(B) adição.
(C) oposição.
(D) explicação.
(E) consequência.

Atividade Avaliativa de Ensino Religioso


I- Sobre o tema meio ambiente discutido em seminários, e a partir da leitura do texto abaixo, responda as questões que se seguem:


DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL


Acompanhamos no dia-a-dia o quanto o ser humano está destruindo o meio ambiente. O crescimento das cidades, as indústrias e os veículos estão causando transtornos para o ar, o solo e as águas. O desenvolvimento é necessário, porém, o ser humano precisa respeitar o meio ambiente, pois dependemos dele para sobreviver neste planeta. A humanidade precisa buscar o desenvolvimento econômico garantindo o equilíbrio ecológico.


Desenvolvimento sustentável é: “Atender às necessidades da atual geração, sem comprometer a capacidade das futuras gerações em prover suas próprias demandas.”


Adotar a prática dos três “erres”: o primeiro R, de REDUÇÃO, que se recomenda evitar adquirir produtos desnecessários; o segundo R. de REUTILIZAÇÃO, que sugere que se reaproveite embalagens, plásticos e vidros, por exemplo; por fim, o terceiro e último R, de RECICLAGEM, que orienta separar o que pode ser transformado em outro produto ou, então, em produto semelhante.




http://educacaodevalor.blogspot.com.br/2011/11/atividade-sobre-desenvolvimento.html



1- Explique com suas palavras o que você compreende por desenvolvimento sustentável.


--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
2- Cite duas ações que você e sua família podem praticar para ajudar no desenvolvimento sustentável do planeta.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


3- Escolha um dos quatro elementos e complete as lacunas: (água, fogo, ar e terra)
Elemento:__________________________________________________________


Simbologia:_______________________________________________________


Qual a importância dele para a vida na terra:


__________________________________________________________________


Problemas ocasionados pelo homem que envolve esse elemento (causas e consequências). ___________________________________________________________________


4- Associe:


(1) reciclagem ( )Separação do lixo por categoria


(2) degradação ( )destruição do meio ambiente


(3) reflorestamento ( )reaproveitamento da matéria-prima


(5) Coleta seletiva ( )recuperação do solo


II- Se você fosse convidado a criar um slogan (frase) para um projeto de sustentabilidade, qual sugeria?


_________________________________________________________________________
http://professoraivaniferreira.blogspot.com.br/2015/04/v-behaviorurldefaultvmlo.html

Escola deve respeitar hora de brincar, comer e dormir

Escola deve respeitar hora de brincar, comer e dormir.

Sidarta Ribeiro, neurocientista e biólogo diretor do Instituto do Cérebro da UFRN, analisa os gargalos do ambiente escolar


Respeitar o ritmo de aprendizado de cada aluno vai além de atender suas dificuldades com o conteúdo, mas passa por entender suas necessidades de sono, alimentação e sua vontade para fazer exercícios e brincar. Quem defende a tese é o neurocientista Sidarta Ribeiro, diretor do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que abriu o Simpósio Internacional em Ciência para Educação com a palestra Gargalos fisiológicos do aprendizado escolar – por que a biologia atrapalha a psicologia na educação. O evento no Rio de Janeiro, que começou no domingo e vai até esta segunda (6), é uma iniciativa da Rede Nacional de Ciência para Educação (Rede CpE) com apoio do Instituto Ayrton Senna e da Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos (NSF). Criada em novembro do ano passado, a Rede CpE tem por objetivo estimular pesquisas científicas que possam incentivar novas práticas e políticas educacionais.
Atraído pela educação após voltar há 10 anos dos Estados Unidos, onde obteve Ph.D. em comportamento animal pela Universidade Rockfeller e pós-doutorado na Universidade de Duke, Sidarta começou a fazer experimentos usando o sono como ferramenta de aprendizado escolar. A ligação entre a sua especialidade e a forma com que se adquire conhecimento, segundo ele, estão dadas desde a metade do século passado, quando o psicólogo canadense Donald Hebb escreveu que “aprendizado está se tornando cada vez mais necessário para entender o problema dos adultos na sociedade”.
Crédito: Instituto Ayrton Senna
O neurocientista sustenta que em países como o Brasil, assim como na maior parte do mundo, a desigualdade está cada vez maior, mesmo diante do progresso tecnológico que facilitaria o acesso a bens e serviços básicos a uma maior parte da população. “O mais importante é que muitas pessoas, sejam de direita ou de esquerda, religiosos ou ateus, do norte ou do sul, do terceiro ou do primeiro mundo, concordam que a educação é que vai nos salvar”, disse. Antes disso acontecer, no entanto, Sidarta analisou as condições da escola e os obstáculos para criação de oportunidades a todos.
Falando em inglês a uma plateia que incluía representantes dos EUA e da América Latina, ele mencionou o baixo salário de professores como uma das razões para falta de motivação e ressaltou a discrepância entre os US$ 300 pagos a um professor de Nairobi, no Quênia – e do valor próximo a isso que brasileiros recebem de remuneração – com os US$ 7 mil que um professor do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) recebe. Apesar da diferença de habilidades, explica, na universidade americana o docente tem diante de si alunos com boa formação, enquanto do outro lado as carências são evidentes. “O trabalho na educação básica é muito mais difícil e, de certa forma, mais importante, porque se essas crianças não aprenderem o que necessitam, podem criar problemas para a sociedade. No MIT, eles já estão prontos e são bem-sucedidos.”
Como alternativa a esse problema, Sidarta se mostrou partidário de uma proposta para federalizar a carreira do professor. Ela deve ser uma, vinda da autoridade central. Eu não vejo o argumento de eu ganhar cinco ou dez vezes mais [como professor universitário] do que as pessoas que estão ensinando as crianças nas áreas mais pobres. Isso não faz sentido”, ponderou.
“É difícil discutir qual é o melhor sistema pedagógico quando a criança não está fisicamente apta a aprender. Se resolver isso primeiro, todo o resto vai funcionar”
Para Sidarta, a maioria dos alunos do mundo em desenvolvimento partem em desvantagem de recursos logo que acordam para ir para aula. “Eles vêm de ambientes em que são privados de sono, pois dormem junto com outros integrantes da casa e quando um acorda, todo mundo acorda junto. A comida é escassa e não existe nenhum espaço para fazer exercícios, se esticar e alongar”.
Esse é um dos motivos, segundo ele, por que a biologia sempre vai atrapalhar a psicologia e tornar o trabalho do professor mais desgastante. “É difícil discutir qual é o melhor sistema pedagógico quando a criança não está fisicamente apta a aprender. Se resolver isso primeiro, todo o resto vai funcionar”, afirma.
Brincadeiras e exercícios físicos
Entre os três motivos elencados por Sidarta, o exercício físico é tratado pela a escola, segundo ele, com maior desprezo. É visto como uma aula complementar e é a primeira ser descartada em caso de uma mudança na programação do dia na escola.
No entanto, pesquisas tanto em animais quanto em seres humanos mostram que exercícios criam uma melhor condição para o aprendizado. “O que descobriram foi um aumento durante o tempo no volume do hipocampo [principal sede da memória], mas não no cérebro todo. Ainda que o exercício não lide com nada relacionado à memória declarativa [de longo prazo] per se, pode ter uma influência forte na habilidade de adquirir e manter essas memórias”, detalha.
Sidarta lembrou ainda que há espaço muito grande para pesquisas na área, e não apenas a memória declarativa, mas a procedural (de procedimentos, hábitos e habilidades) pode trazer novidades. “Um trabalho na Argentina mostrou que só mudando alunos de uma sala para outra já é possível melhorar o aprendizado. O argumento é que a escola não faz isso de maneira sistemática”.
Alimentação
É de conhecimento geral que uma alimentação regrada é essencial para o bem-estar. Qual a evidência disso? Sidarta explica que o cérebro precisa de muita glicose para trabalhar e isso não se trata de um efeito placebo em que há uma recompensa porque algo doce foi colocado na língua. O excesso de gordura, no entanto, além de trazer os já conhecidos riscos à saúde, torna a retenção de conteúdo mais lenta.
“O trabalho na educação básica é muito mais difícil e, de certa forma, mais importante, porque se essas crianças não aprenderem o que necessitam, podem criar problemas para a sociedade. No MIT, eles já estão prontos e são bem-sucedidos.”
Sidarta defende que a escola, da mesma maneira com que deve proceder com os exercícios físicos, deve fazer um esforço para correlacionar os momentos de alimentação ao currículo. “Não há uma tentativa na maior parte das escolas de dizer: Muito bem, você se saiu bem e por causa disso pode comer. Eu não digo que crianças que não se saíram bem podem passar fome, mas deve-se usar de maneira mais inteligente esses componentes metacognitivos”. Ao aprender no momento correto e comer o alimento certo, a criança aprende melhor. “Esse é o tipo de conversa que não existe na escola com a criança. Elas ganhariam muito porque entenderiam melhor por que estão ali. A maioria não entende e acha que está só gastando tempo”.
Sono
A fala de Sidarta tratou por último do sono, que é dividido em duas grandes fases: a inicial e o REM (sigla em inglês para fase de movimento rápido dos olhos), que acontece na segunda fase da noite. “Algumas pessoas acreditam que o sono inicial é bom para o aprendizado declarativo, enquanto outras, para procedimentos. Não há um consenso nesse campo, mas é aceito que as duas fases são importantes para o aprendizado”.
Sidarta admite, no entanto, que é difícil negociar a ideia de inserir longos períodos de sono no dia a dia escolar dado o formato conteudista que domina. “Se tiver uma pequena soneca, de 10 ou 30 minutos, é mais fácil encaixar dentro da programação”.
Até agora, segundo ele, os estudos mostram que o sono impacta mais com o tempo de retenção do conhecimento do que com o “aprender mais”.” Quando falo em melhora de 10% para professores e diretores, eles dizem que é muito pouco. Por que vou cancelar minha aula para deixá-los dormir se eles vão aprender só 10% mais? É claro que não sei a resposta para isso, mas suspeito que nós estamos lidando a situações semelhantes ao do interesse composto. Ter 10% todo dia pode terminar sendo muito após seis meses ou um ano”.
Escola dos sonhos
Na conclusão de sua fala o neurocientista defendeu que o ambiente escolar ideal deve privilegiar a autonomia do aluno e isso deve passar primeiro por suas necessidades fisiológicas. E enumera possíveis situações com as quais educadores teriam de lidar: “O que você quer fazer? Quer jogar capoeira agora? Então tudo bem. Quer comer? Tudo bem. Se quiser dormir, vai dormir. Está feliz? Sim. Então agora podemos aprender, agora podemos ter uma aula.”
“Ainda que o exercício não lide com nada relacionado à memória declarativa [de longo prazo] per se, pode ter uma influência forte na habilidade de adquirir e manter essas memórias”
Ele defende um formato de aula mais curto para que todos se envolvam. Em um mundo ideal, Sidarta vê a neurociência estudando não só a curva média de desempenho da turma, mas o que acontece com o aprendizado de cada indivíduo. Assim, explica, será mais fácil identificar os momentos onde se aprendeu mais e dizer quando o aluno pode comer ou pode dormir mais um pouco para consolidar esse aprendizado. No futuro, temos que investir mais na autorregulamentação. Você não diz aos alunos quando eles precisam ir ao banheiro. Eles já fazem isso. Por que não deixar também que digam quando querem dormir ou comer? Temos que ouvir mais crianças.