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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Tempestade de Areia


As tempestades de areia são comuns em regiões muito secas e que apresentam o solo desprovido de vegetação, como por exemplo, os desertos, a região norte da China e a região das Grandes Planícies nos EUA.



Tempestade de areia. Foto: cholder / Shutterstock.com

A intensidade dos ventos pode variar muito de acordo com a região, ocasionando desde o que podemos chamar de levantamento de poeira até tempestades de areia propriamente dita com ventos que podem passar dos 100 km/h.

Invariavelmente as tempestades ou levantamento de poeira interferem na visibilidade em maior ou menor grau. Quando a visibilidade se reduz para 1,5 km a 10 km diz-se que há formação de poeira, e quando esta é reduzida a menos de 1,5 km diz-se que há formação de poeira densa ou tempestade.

Quando a umidade do ar atinge um patamar muito baixo em regiões que já possuem clima seco e, por isso tem o solo coberto por uma camada arenosa, ocorre a suspensão de partículas do solo que podem ser transportadas a quilômetros de distância pelos ventos. Quando há apenas queda da umidade relativa do ar, mas existe estabilidade, a poeira tende a permanecer perto do solo.

Mas, quando existe grande instabilidade ocorre o levante da massa de poeira podendo ocorrer de duas formas: sem a presença de ventos horizontais significativos: assim, a poeira simplesmente sobe e espalha-se, formando uma camada parecida com névoa e que pode encobrir totalmente o sol; ou, podem ocorrer ventos fortes que carregam a poeira ocasionando as tempestades. Quando isso ocorre, a poeira, ou areia, forma uma espécie de muralha que vai avançando levada pelos ventos.

Depois que ocorre a tempestade ou levante de poeira, esta se deposita. Se ocorrer alguma forma de precipitação (neve, granizo ou chuva), as partículas de poeira podem ser carregadas por estas ocasionando uma precipitação lamacenta ou colorida pelas partículas que antes estavam suspensas. Mas, pode ocorrer também a precipitação da poeira devido, simplesmente, ao cessar do vento. Quando acontece desta forma, a poeira simplesmente cai depositando toneladas de poeira, ou areia.

Fontes

Monções

As monções são um fenômeno típico da região sul e sudeste da Ásia, onde o clima é condicionado por massas de ar que ora viajam do interior do continente para a costa, monção continental, ora da costa para o continente, monção marítima.


Devido às diferenças de temperatura e pressão das massas de ar sobre o continente e o mar o clima de países como a Índia e o Paquistão é inteiramente afetado pelo regime das monções.

Durante o verão, que vai de junho a agosto, o calor aquece rapidamente terra do continente que absorve calor bem mais rápido do que o oceano (a terra pode chegar a 45ºC). Com o aquecimento da terra, as massas de ar sobre o continente também ficam mais quentes e sobem dando lugar a uma rajada de ventos vindos do oceano Índico, que, como toda massa de ar que se forma sobre os oceanos, vem carregada de umidade. Essa umidade é despejada (praticamente toda a taxa de precipitação anual) sobre o continente em chuvas torrenciais que podem durar dias. Esse é o período das monções marítimas que todo ano causam enchentes nessas regiões.

Após essa fase úmida, no inverno, ocorre o inverso, as massas de ar do continente esfriam mais que as massas oceânicas e é a vez dos ventos vindos das cordilheiras do Himalaia, descerem rapidamente em direção ao Índico, empurrando as massas úmidas do oceano para longe e ocasionando um longo período de estiagem que chega a ceifar centenas de vidas. Essas são as monções continentais que acabam influenciando também o clima da Oceania.

Assim, a cada ano as monções marítimas e continentais vão se revezando ora trazendo, ora empurrando a umidade. O problema é que às vezes a monção marítima atrasa deixando estas regiões da Ásia em uma séria crise por causa da seca. Na década de 70, num dos piores períodos de seca da região, as monções se atrasaram e cerca de 10 milhões de pessoas, só na Índia, morreram por causa da falta de água.

É claro que o regime das monções é bem mais complexo do que como está descrito acima. As monções influenciam o clima do mundo todo, principalmente das regiões tropicais. Para se ter uma idéia, cientistas estimam que as monções marítimas na Ásia sejam as responsáveis pelo frio na América do Norte (!).

http://www.infoescola.com/ciencias/cientista/

Taxa de Mortalidade

Taxa de mortalidade é um coeficiente utilizado na medição do número de mortes (em geral, ou causadas por um fato específico) em determinada população, adaptada ao tamanho desta mesma população, por unidade de morte.

A taxa é expressa comumente em unidades de morte por 1000 pessoas ao ano. Assim, uma taxa de mortalidade de 5,5 numa população de 100.000 pessoas significa 550 mortes por ano em toda aquela área estudada. É distinta, portanto, da taxa de doenças, que relaciona a taxa de pessoas em condições precárias de saúde durante um determinado período (a chamada taxa de prevalência) ou o número de pessoas que têm a doença no momento (a taxa de incidência).

Na taxa de mortalidade, há vários aspectos a serem considerados:

1. Taxa de morte acidental - total de mortes ao ano por 1000 pessoas. A taxa de morte acidental no mundo inteiro, de acordo com o "CIA World Factbook" é de 8.24 por 1000 pessoas ao ano.

2. Taxa de mortalidade perinatal é o número de óbitos fetais de 28 ou mais semanas de gestação e óbitos de nascidos vivos com menos de sete dias de idade, observado um determinado período de tempo, considerando-se cada 1000 nascimentos.

3. Taxa de mortalidade maternal é o número de mulheres mortas durante o parto, considerando-se cada 100.000 nascimentos bem sucedidos.

4. Taxa de mortalidade infantil relativa ao número de crianças mortas com menos de 1 ano, considerando-se cada 1000 nascimentos.

5. Taxa de mortalidade infantil relativa ao número de crianças mortas com menos de 5 anos, considerando-se cada 1000 nascimentos.

6. Taxa de mortalidade prevista - representa a comparação proporcional do número de mortes previstas caso a população tivesse uma constituição mediana em termos de idade, sexo, etc.

7. Taxa de mortalidade específica etária - relativa ao número total de mortes por ano, considerando-se cada 1000 pessoas de determinada idade.

De acordo com levantamento da Organização Mundial de Saúde, feito em 2002, as principais causas de óbito no mundo inteiro foram:
Infarto
Derrame cerebral
Infecções respiratórias
HIV/AIDS
Doenças pulmonares obstrutivas
Doenças associadas à diarreia
Câncer de traqueia/brônquios/pulmão
Acidentes de trânsito

As causas de mortalidade variam consideravelmente quando comparados países de primeiro e terceiro mundos.
De acordo com Jean Zigler, o relator especial das Nações Unidas do programa "Right to Food" entre 2000 e março de 2008, a mortalidade causada pordesnutrição respondeu por 58% da mortalidade total de 2006.

Grande parte dos 150 mil indivíduos que morrem por dia em todo o globo, cerca de dois terços - 100 mil por dia - morrem de causas relacionadas à idade avançada. Nas nações industrializadas, a taxa aumenta para cerca de 90%.

Bibliografia:

http://data.un.org/Data.aspx?d=PopDiv&f=variableID%3A65 - página das Nações Unidas com números da taxa de mortalidade bruta. (em inglês)

http://esa.un.org/unpp/index.asp?panel=2 - página das Nações Unidas com números da taxa de mortalidade estudada sob vários aspectos e com números de cada país. (em inglês)

https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/rankorder/2066rank.html - Site da CIA - o World Factbook - com números sob vários aspectos dos países do globo; a página em particular traz o ranking dos países com maiores taxas de mortalidade
Arquivado em: Demografia, Estatística

População do Brasil

A população brasileira cresceu bastante e estima-se que até o ano de 2025 o Brasil terá quase 250 milhões de habitantes.

Antes de falarmos sobre o crescimento populacional é preciso saber um conceito: o de crescimento vegetativo.

- Crescimento vegetativo: é a diferença entre a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade.
Esse conceito é importante porque é através do cálculo dessa diferença que temos a possibilidade de conhecer o quanto a população cresceu.

Uma visão muito difundida, porém errada, era de que a taxa de migração é que foi a responsável pelo nosso crescimento demográfico. Ela contribuiu, mas não foi o fator principal.

A partir de 1930 iniciou-se no Brasil o processo de industrialização eurbanização que trouxe muitas mudanças que ajudaram a influenciar no nosso crescimento. Até então, o Brasil era um país agrário, com população rural.

Nos anos 50, o lado urbano do Brasil começou a crescer. Muitas pessoas começaram a deixar os campos para trabalhar nas cidades, principalmente nas regiões sudeste (onde a industrialização era muito ativa) e na região centro-oeste (construção de Brasília).

Observação: Ao longo da nossa história, houve muitos movimentos migratórios no país. Alguns foram incentivados pelo governo, porém outros foram espontâneos.

Quando foi anunciado que encontraram ouro em Minas Gerais, muitos seguiram para lá, poucos anos depois, surgiram várias cidades como Ouro Preto e Mariana.

Nas décadas de 40 e 50, o governo incentivou a ocupação da região centro-oeste – era a chamada “Marcha para o Oeste”- prometendo doar terras para quem fosse. O mesmo aconteceu na época da construção de Brasília, que foi inaugurada em 1960.

A urbanização melhorou muito a vida dos brasileiros. Nas cidades havia uma melhor condição de vida (higiene e saúde, água tratada, serviços de vacinação (veja Revolta da Vacina), redes de saneamento básico, etc, como conseqüência a taxa de mortalidade diminuiu bastante.

Nessa época (segundo estatísticas) a população começou a crescer de uma forma acelerada.

As novas condições urbanas e a revolução no campo da medicina provocaram um alto crescimento vegetativo da população.

Os anos 60 foram marcados por uma revolução nos costumes, não só por causa da pílula (que diminuiu muito a taxa de natalidade), mas também outros fatores como a vida na cidade e a entrada da mulher no mercado de trabalho ajudaram muito a reduzir esse índice.

Atualmente, as famílias não são mais tão numerosas, principalmente nas zonas urbanas. O controle da natalidade está se tornando hábito até mesmo nas camadas mais pobres.

Sem sombra de dúvida, as desigualdades econômicas e sociais são um dos maiores problemas que o Brasil enfrenta.
Há muita diferença entre a expectativa de vida dos sulistas e dos nordestinos. Os dados afirmam que no sul, as pessoas vivem mais do que no nordeste.

A mortalidade infantil também é alta no nordeste, justamente por causa da precária assistência médica (principalmente com as mulheres grávidas) e as próprias condições de miséria que vive grande parte do povo nordestino.

A colonização do sul do país e a substituição da mão-de-obra escrava pela a assalariada contribuiu muito para a vinda de milhões de imigrantes para o Brasil.

Com a proibição do tráfico negreiro (1850) começaram a faltar escravos para trabalhar na lavoura, foi a partir daí que a imigração (principalmente européia) começou a crescer.

Vieram para o Brasil os italianos, sírios, alemães, espanhóis, portugueses etc.

Com o passar do tempo, alguns imigrantes conseguiram suas próprias terras, outros foram trabalhar nas fábricas, sem contar com os que fundaram indústrias (alimentícias, tecidos).

Em 1908, uma outra leva de imigrantes veio para o país: os japoneses.

Muitos deles foram trabalhar no interior paulista nas diversas lavouras de café e outros se fixaram próximo a capital para trabalhar com a agricultura, que era um dos principais meios de abastecimento da cidade que estava em processo de crescimento.

Porém, de todos os imigrantes que vieram para cá, o grupo que mais se destacou foram os portugueses.

Claro que não podemos esquecer a influência que os negros tiveram na nossa população, principalmente na nossa cultura.

Como já foi dito antes, foi em 1930 que teve início o processo de industrialização (RJ e SP). O surgimento das indústrias ajudou muito no crescimento das cidades, pois buscavam operários para suas fábricas. Assim como as indústrias, aconstrução civil também precisava de trabalhadores. Toda essas oportunidades levaram a um processo de deslocamento interno, ou seja, muitas pessoas saíram do nordeste rumo ao sudeste, na esperança de conseguir uma vida melhor.

Devido ao excesso de mão-de-obra, em 1934, o governo brasileiro resolveu barrar a imigração na tentativa de não piorar a crise. A Lei de Cota de Imigração foi promulgada e fez com que a imigração reduzisse bastante.

Porém, mesmo assim, um dos grandes problemas gerados, foi a imigração ilegal, principalmente de coreanos e bolivianos.

Nos anos 80, o governo brasileiro concedeu anistia para os imigrantes ilegais e hoje a colônia coreana é muito grande em SP, dominando o setor de confecções, no Rio esta colônia também começa a crescer, e no Saara (no centro do Rio de Janeiro onde os donos do comércio são sírios e libaneses) já tem várias lojas de comerciantes coreanos.

Nos anos 80 e 90 muitos brasileiros pressionados pela crise econômica e o desemprego, tentaram sobreviver em outros países. Os EUA são o endereço número um na lista de lugares para se viver, o Paraguai vem em segundo lugar.

O Japão também está nesta lista, e os brasileiros que trabalham lá são chamados de dekasseguis.

O Brasil já não é mais um país jovem, é importante enfatizarmos que a população de idosos está crescendo cada vez mais e a expectativa de vida também vem aumentando: aproximadamente 64,1 anos para os homens e 70,6 anos para as mulheres.

Como podemos observar, as mulheres vivem mais, logo a maioria da população brasileira da terceira idade é feminina.

Mas, se formos analisar região por região, acontece um fato interessante e curioso, na região centro-oeste e nordeste a população masculina é maior, isso acontece por causa das atividades agrícolas presentes nestas regiões que atraem muitos homens para o trabalho.

Hoje podemos dizer que a maioria da população brasileira vive nas cidades.

As grandes cidades que ao mesmo tempo oferecem uma condição melhor para o povo, também levam medo para as diversas famílias por causa da violência , desemprego e precariedade nos serviços médicos e educacionais além de muitos outros fatores.

Pirâmide populacional

É denominada pirâmide populacional ou etária um determinado gráfico no formato de barras, utilizado para representar a diferença quantitativa da estrutura de gênero de determinada população em masculina e feminina combinada com suas respectivas faixas etárias. Em outras palavras, o gráfico em formato de pirâmide analisa diversas variáveis de um conjunto populacional a partir da idade e sexo.



Pirâmide populacional brasileira (IBGE/2010)

A composição da pirâmide populacional pode ser dividida em três partes: na base temos a população jovem, entre zero e 19 anos; no meio está a população adulta, entre 19 e 59 anos, e finalmente, no topo fica a população idosa, acima dos 60 anos. Os números atribuídos às idades podem variar de acordo com o autor do estudo ou o objetivo deste.

Neste tipo de gráfico, o grupo da base, o primeiro, costuma surgir em maior número que o grupo seguinte, e este por sua vez, apresenta-se maior que o grupo do topo, formando o desenho de uma pirâmide, sendo esta a razão de seu nome.

A pirâmide dá origem a um código de barras no qual o eixo vertical indica a escala de idades, e o horizontal a população masculina de um lado e a feminina no outro, representada por barras, de acordo com o número absoluto ou percentual desejado.

É de grande importância o estudo da estrutura etária, pois esta aponta a tendência do tipo de crescimento que experimenta determinada população em determinado período. Para a administração pública, por exemplo, a elaboração da pirâmide populacional ajuda a canalizar os recursos disponíveis: se a pirâmide aponta aumento no número de jovens, os investimentos terão maior eficácia caso sejam direcionados a tal grupo. Caso a pirâmide mostre um envelhecimento da população, certamente a natureza dos investimentos serão bem diversos da situação anterior.

Os tipos de pirâmides etárias e suas características são:
pirâmide jovem: possui uma base larga, resultado de elevada natalidade e um topo estreito em consequência de uma elevada mortalidade e uma esperança média de vida reduzida. Tal tipo de pirâmide representa uma população muito jovem, típica de países menos desenvolvidos.
pirâmide envelhecida: sua base é mais estreita do que a classe dos adultos, e reflete diminuição da natalidade e um aumento da esperança média de vida. É representativa de países desenvolvidos.

Entre as duas modalidades comuns, há ainda outras duas situações intermédias:
pirâmide adulta: nesta pirâmide, a base é ainda larga mas existe um aumento das classes adulta e idosa. A taxa de natalidade é decadente e a expectativa média de vida apresenta tendência de aumento.
pirâmide rejuvenescida: reflete uma recuperação do grupo dos jovens, consequencia do aumento da fecundidade.

Bibliografia:
PIMENTEL, Carla. Pirâmides etárias. Disponível em: <http://geo-geografias.blogspot.com.br/2010/01/piramides-etarias.html>. Acesso em: 14 nov. 2012.

Mapa da Densidade Demográfica do Brasil


Mapa da densidade demográfica do Brasil, segundo o Censo 2000 (Fonte: IBGE).

No mapa da densidade demográfica brasileira pode-se notar que o Brasil é um país pouco povoado, isto é, grande parte de seu território possui uma pequena população (notavelmente a Região Norte e Centro-Oeste), enquanto que em outros locais existe uma grande população concentrada em regiões metropolitanas (Sudeste e Nordeste).
Arquivado em: Brasil, Demografia, Mapas

http://www.infoescola.com/mapas/mapa-da-densidade-demografica-do-brasil/#

Expectativa de Vida

A expectativa de vida da população, em nível mundial, é crescente. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) define expectativa de vida, ou esperança de vida como:

Número médio de anos que um indivíduo de idade x esperaria viver a partir desta idade, se estivesse sujeito a uma lei de mortalidade observada. Particularmente, se x = 0, tem-se a expectativa de vida ao nascer (2008, p. 87).

Ou seja, a expectativa de vida ao nascer é o número de anos que se calcula que um recém-nascido pode viver caso as taxas de mortalidade registradas da população residente, no ano de seu nascimento, permaneçam as mesmas ao longo de sua vida. A mesma fórmula é utilizada para o cálculo de sobrevida de uma pessoa aos 60 anos, por exemplo.

Expectativa de vida mundial em 2008 (Fonte: CIA World Factbook)

A expectativa de vida ao nascer é calculada considerando, além da taxa de mortalidade, a expectativa de sobrevida da população residente na região em que o individuo nasceu. Fatores como saúde, educação, situação socioeconômica, criminalidade, e poluição, entre outros, são determinantes para uma maior expectativa de vida.

Nesse sentido, o aumento da expectativa de vida da população está associado a melhoria das condições de vida dessa população. Políticas públicas e avanços tecnológicos promovem essas melhorias, tais como:
Os cuidados com gestantes (acompanhamento pré-natal), bem como o acompanhamento do recém-nascido e o aleitamento materno diminuem as taxas de mortalidade infantil;
Escolarização
Campanhas de vacinação
Avanços na medicina

A expectativa de vida ao nascer é utilizada para cálculo previdenciário, seguro de vida e é um dos índices que compõe o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A partir desses índices, e de projeções calculadas a partir dele, políticas públicas devem ser estudadas e elaboradas para que sejam atendidas as necessidades da população no presente e no futuro.

No Brasil, a menor taxa de fecundidade, associada ao aumento na expectativa de vida ao nascer tem como resultado, o aumento no número de idosos (pessoas com mais de 60 anos), sobretudo entre as mulheres, devido ao auto índice de mortalidade entre os homens por fatores externos.

Segundo dados do IBGE (2008, p. 45), a expectativa de vida ao nascer, em nível mundial, para 2008 foi estimada em 67,2 anos. De acordo com esse relatório, no Brasil, a expectativa de vida ao nascer (2008) é de 72, 8 anos (sendo 76,7 anos para as mulheres e 69,1 anos para os homens). O Brasil ocupa a 87ª posição entre os países, quanto a expectativa de vida ao nascer. O país com maior expectativa de vida é o Japão (82,6 anos), e o país no qual a expectativa é menor (39,60) é a Suazelândia, país localizado no interior da África, entre Moçambique (penúltimo país no ranking, no qual a expectativa é de 42,10 anos) e a África do Sul (expectativa de 49, 30 anos).

Referências:
RIPSA. Rede Interagencial de Informação para a Saúde. Indicadores básicos para a saúde no Brasil: conceitos e aplicações – 2. ed. – Brasília: Organização

Pan-Americana da Saúde, 2008. Disponível em: <http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/ind_basicos_2_edicao.pdf> Acesso em 05 fev. 2010.

IBGE. Projeção da população do Brasil por sexo e idade – 1980–2050.Série Estudos e pesquisas, 2008. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/projecao_da_populacao/2008/projecao.pdf> Acesso em 05 fev. 2010.

Cartografia e suas Subcategorias


Cartografia e suas Subcategorias



Artigos

http://www.infoescola.com/geografia

Previsão do Tempo

A previsão do tempo é um dos campos de estudo da meteorologia (Meteorologia Sinótica). Para dizer com o máximo de exatidão possível como o tempo irá se comportar em um determinado local e em determinado momento é necessário uma série de observações e estudos.



Meteorologista confere nível de água em medidor. Foto: ChameleonsEye / Shutterstock.com

Primeiro é preciso definir o que é o “tempo” na meteorologia: tempo é o estado da atmosfera em determinado instante e lugar. O tempo, portanto, é uma junção de diversos fatores como as condições do ar (umidade, temperatura, pressão), os ventos, a precipitação e as nuvens.

A Meteorologia Sinótica se baseia na obtenção e utilização de dados simultâneos (sinóticos) sobre o tempo em diversas áreas. Isto porque, a previsão do tempo não pode se basear em dados obtidos em apenas um local, porque a atmosfera é dinâmica e está intimamente correlacionada, o que faz com que um evento em determinada região interfira em outra (um exemplo disso é o caso da seca que atingiu a Amazônia há um tempo e que foi uma das causas, mais tarde, de uma grande seca na região sul do país). Fato que, inclusive, faz com que a Meteorologia Sinótica esteja lado a lado com a Meteorologia Dinâmica (que se ocupa do estudo dos movimentos atmosféricos e sua evolução temporal).

Antigamente, por exemplo, quando não havia meios de comunicação suficientes, os marinheiros ou viajantes faziam a previsão do tempo baseados apenas na observação das condições do vento, nuvens e do ar dentro do horizonte que podiam avistar, o que fazia com que não raras às vezes, eles fossem surpreendidos por tempestades inesperadas vindas de outras regiões.

Atualmente os meteorologistas usam modelos matemáticos para traçar cenários calculados em supercomputadores, aliados a inúmeras imagens de satélite, para tentar prever como será o tempo.

O problema é que os cálculos usados para montar esses modelos são feitos com base em dados colhidos por instrumentos em diversas estações. Os instrumentos podem falhar e, sem contar isso, podem haver muitos erros humanos entre a medição realizada nas estações e os dados que chegam aos supercomputadores. Sem contar que, o modelo se baseia nos dados que foram colhidos em dado momento. Porém as atividades atmosféricas não cessam até que você termine o cálculo e possa predizer como será o tempo. A atmosfera continua em estado de transformação fazendo com que, muitas vezes, os modelos errem. Por isso, ainda hoje a perícia do meteorologista é muito importante para julgar quais os modelos apropriados para determinada região ou o mais correto.

O monitoramento feito para colher os dados que serão usados nos modelos matemáticos se utilizam de instrumentos que medem a pressão do ar (barômetro), a umidade relativa do ar (higrômetro) e a velocidade e a direção dos ventos (anemômetro e biruta).

Mas, digamos que você esteja acampando no meio do mato sem celular, sem notebook, sem rádio, sem palm, nem nada por onde você possa consultar a previsão do tempo e queira saber como se comportará o tempo. Existem algumas observações que você pode fazer, mas como já explicamos, não é um método cem por cento, a não ser que você seja um meteorologista com uma observação bastante apurada.

A primeira coisa a se observar é a cor do céu: se ele estiver claro é sinal de tempo bom, se estiver escuro é sinal de chuva (óbvio não é?).

Depois, pode-se observar a formação de nuvens. Nem sempre o céu com nuvens significa que vai chover. Existe um tipo de nuvem chamada “cumulus”, que apresenta contorno bem definido, cor clara e costuma ficar entre 100 e 1.500m de altura. O “cumulus” costuma ficar sobre terra durante o dia e sobre água durante a noite, pode ocasionar chuvas em forma de pancada, mas de curta duração.

Já o pior é o “cumulonimbus” uma nuvem muito grande, escura e que tem o formato de uma bigorna onde a base fica entre 700 e 1.500 m e o topo da bigorna de 24 a 35 km de altura. Essa super-nuvem é sinal de trovoadas e tempo fechado.

A “nimbostratus” já é uma nuvem baixa, que não tem um contorno muito definido e é escura e espessa. Indica chuva intermitente e um pouco intensa. A “stratus” também é uma nuvem baixa, que apresenta o topo uniforme, indica garoa ou chuvisco. E a “allostratus” que possui camadas cinzentas ou azuladas dão origem à chuva leve, porém, contínua.

Outros tipos, mas que não produzem chuva, são a “allocumulus”, que se parecem com lençol de nuvens brancas e que tem geralmente sombra própria, e a “cirrus” que parecem fios finos, de cor bem branca e, ficam a 8 mil metros de altitude.

Fontes

Fases da Lua para 2015

Fases da Lua para 2015
FASE DA LUADATAHORA
Fase:InícioHorário
Lua Cheia5 de Janeiro 201502:53
Lua Minguante13 de Janeiro 201507:46
Lua Nova20 de Janeiro 201511:13
Lua Crescente27 de Janeiro 201502:48
Lua Cheia03 de Fevereiro 201521:08
Lua Minguante12 de Fevereiro 201501:49
Lua Nova18 de Fevereiro 201521:47
Lua Crescente25 de Fevereiro 201514:13
Lua Cheia05 de Março 201515:05
Lua Minguante13 de Março 201514:47
Lua Nova20 de Março 201506:36
Lua Crescente27 de Março 201504:42
Lua Cheia04 de Abril 201509:05
Lua Minguante12 de Abril 201500:44
Lua Nova18 de Abril 201515:56
Lua Crescente25 de Abril 201520:55
Lua Cheia05 de Maio 201500:42
Lua Minguante11 de Maio 201507:36
Lua Nova18 de Maio 201501:13
Lua Crescente25 de Maio 201514:18
Lua Cheia02 de Junho 201513:18
Lua Minguante09 de Junho 201512:41
Lua Nova16 de Junho 201511:05
Lua Cheia01 de Julho 201523:15
Lua Minguante08 de Julho 201517:23
Lua Nova15 de Julho 201522:24
Lua Crescente24 de Julho 201501:03
Lua Cheia31 de Julho 201507:42
Lua Minguante06 de Agosto 201523:02
Lua Nova14 de Agosto 201511:53
Lua Crescente22 de Agosto 201516:30
Lua Cheia29 de Agosto 201515:35
Lua Minguante05 de Setembro 201506:54
Lua Nova13 de Setembro 201503:41
Lua Crescente21 de Setembro 201505:59
Lua Cheia27 de Setembro 201523:50
Lua Minguante04 de Outubro 201518:06
Lua Nova12 de Outubro 201521:05
Lua Crescente20 de Outubro 201518:31
Lua Cheia27 de Outubro 201510:05
Lua Minguante03 de Novembro 201510:25
Lua Nova11 de Novembro 201515:47
Lua Crescente19 de Novembro 201504:27
Lua Cheia25 de Novembro 201520:44
Lua Minguante03 de Dezembro 201505:40
Lua Nova11 de Dezembro 201508:29
Lua Crescente18 de Dezembro 201513:14
Lua Cheia25 de Dezembro 201509:11
Lua Minguante02 de Janeiro 201603:30
http://www.cbnfoz.com.br/servicos/calendario/lunar/2015/fases-da-lua

Os vulcões

Os vulcões

O que acontece se você sacudir bem uma garrafa de refrigerante e depois abrir?
A pressão do gás fará o líquido transbordar da garrafa. Quanto maior a pressão dentro da garrafa, maior a força com que o líquido vai transbordar.
Algo parecido ocorre nos vulcões. As rochas derretidas no interior da Terra (magma) são expelidas, juntamente com gases e vapor de água, através de falhas na crosta.
Os vulcões podem surgir de várias maneiras. Muitos aparecem nas bordas das placas tectônicas.
 
Pode acontecer, por exemplo, que, depois de um choque, parte de uma placa fique embaixo da outra e derreta. Forma-se, assim, grandes reservatórios subterrâneos de gases e magma incandescente.
O magma pode subir até perto da superfície, entrar em contato com lençóis de água e formar vapor. Se a sua pressão aumentar muito, o vapor acaba rompendo a superfície e libera o magma, que, do lado de fora do vulcão, passa a se chamar de lava. Portanto, além de lava e cinzas, o vulcão expelevapor de água e vários gases, como o gás carbônico e gases de enxofre.


Alguns vulcões entram em erupção só por alguns dias ou semanas. Outros maiores podem entrar em erupção milhares de vezes ao longo de centena de milhares de anos ou até por muito mais tempo.
Apesar da sua incrível capacidade de destruição, os vulcões tornam o solo ao seu redor extremamente fértil, já que as cinzas e a lava, depois que esfriam funcionam como adubo. Esse é um motivo dos quais populações inteiras se instalam à volta dos vulcões, apesar do perigo.
Além disso, muitos vulcões derramam lava aos poucos, sem explosões. A lava forma também um tipo de rocha, conhecida como rocha ígnea.
O grande desafio para quem estuda os vulcões (os vulcanólogos) é prever quando ocorrerão as erupções. Geralmente antes da erupção, há tremores de terra e emissão de gases de enxofre, que têm um cheiro típico (parecido ao de ovo podre).
No mundo há cerca de 1 300 vulcões que podem entrar em erupção a qualquer momento, mas apenas cerca de 20 ou 30 entram em atividade por ano.
Alguns vulcões, como o monte Kilimajaro, na África, têm pouca probabilidade de entrar em erupção de novo: são os vulcões extintos.
 

Monte kilimajaro, África.
  
 

O vulcão Anak Krakatau (que significa "criança de Krakatau") em atividade na Indonésia


Vulcões em ação
Ao longo da história da humanidade, alguns vulcões ficaram famosos pelo seu poder de destruição. No ano de 79, as cidades de Pompéia e Herculano, na Itália, foram soterradas por uma camada de vários metros de lava e cinzas lançadas pelo vulcão Vesúvio. Milhares de pessoas morreram soterradas ou mesmo intoxicadas pelos gases do vulcão. As ruínas de Pompéia foram desenterradas em 1738 e se constatou que muitos objetos da cidade estavam conservados em boas condições.
Esse vulcão tornou-se célebre porque suas cinzas acabaram moldando o corpo de muitas vítimas. Aplicando-se gesso nesses moldes, foi possível criar reproduções dessas pessoas, da forma como elas estavam no momento do acidente.

Cinzas e lama moldaram os corpos das vítimas, permitindo que fossem encontradas do modo exato em que foram atingidas pela erupção do Vesúvio.

Em 1883, um vulcão da ilha de Krakatoa na Indonésia, provocou tamanha explosão, que ondas de até 40 metros de altura espalharam-se e devastaram cidades e aldeias, matando mais de 36 mil pessoas. As cinzas, cobriram uma área de mais de 800 mil quilômetros quadrados. A poeira lançada na atmosfera se espalhou por toda a Terra e bloqueou parte dos raios do Sol, provocando uma queda de temperatura de cerca de meio grau em 1884. Só depois de cinco anos, quando toda a poeira tinha se depositado, o clima do planeta retornou ao normal.
Mais recentemente, em 1991, o Pinatubo, nas Filipinas, também lançou uma nuvem de pó e cinzas tão grande que de novo afetou o clima do planeta naquele ano.

Vulcões no Brasil
O Brasil está no centro de uma grande placa tectônica, a Placa Sul-Americana, portanto, afastado dos limites dessa placa. O limite leste da Placa Sul-Americana está posicionado no fundo do oceano Atlântico, próximo da metade da distância entre o Brasil e a África, enquanto que o limite oeste fica junto ao litoral oeste da América Latina. O distanciamento dos limites da Placa Sul-Americana é o motivo pelo qual não há vulcões atualmente no Brasil
Porém, em épocas geológicas passadas, houve intensa atividade vulcânica, hoje não existem mais vulcões ativos no Brasil. Nosso país foi palco de diversas atividades vulcânicas, a mais recente ocorreu na Era Cenozóica (Terciário), levando à formação das nossas ilhas oceânicas, tais como Trindade, Fernando de Noronha, Penedo de São Pedro e São Paulo.
Na Era Mesozóica (entre 251 milhões e 65 milhões de anos atrás) a atividade vulcânica no Brasil foi muito mais intensa, destacando-se as seguintes ocorrências: Poços de Caldas e Araxá (MG), São Sebastião (SP), Itatiaia e Cabo Frio (RJ) E Lajes (SC); Na região Sul houve um dos maiores derrames basálticos do mundo, abrangendo uma área de 1 milhão de km², que vai desde o Estado de São Paulo até o do Rio Grande do Sul, onde houve diversas manifestações podem ser observados na região de Torres, como as belíssimas falésias basálticas; Os derrames basálticos que ocorreram no Planalto Meridional deram origem ao fértil solo terra roxa; A Bacia Amazônica também foi afetada por atividades vulcânicas em algumas áreas.


No Brasil Existe Terremoto

No Brasil Existe Terremoto


 
Durante muito tempo acreditava-se que no Brasil não ocorria terremotos, no entanto, essa afirmação é um tanto quanto precipitada. Se comparar os abalos sísmicos ocorridos nos Andes com os ocorridos no Brasil, os do Brasil podem ser classificados como modestos, embora a quantidade de abalos sejam muitas e com escalas acima de 5,0 graus, não ignorando a possibilidade de tremores mais intensos, uma vez que o planeta é dinâmico e está em constante transformação.

Foram muitos os terremotos ocorridos no Brasil no decorrer da história, com destaque para o Ceará, em 1980 / mb=5,2, João Câmara (RN) 1986 / mb=5,1.

Em outros casos os tremores tiveram proporções maiores como no Mato Grosso 1955/mb=6,6, Espírito Santo 1955/mb=6,3 e Amazonas 1983/mb=5,5, essas regiões não eram habitadas.



Os abalos sísmicos podem emergir a qualquer instante e lugar, dessa forma não se deve descartar a possibilidade de ocorrer tremores com grandes conseqüências em algum centro urbano brasileiro.

A pouca incidência de terremotos no Brasil é proveniente de sua localização no centro da placa Sul-americana.


No fim de 2007, mais precisamente em 9 de dezembro desse ano, na cidade mineira de Itacarambi ocorreu um terremoto, o abalo derrubou 76 casas, condenou várias outras, e levou a óbito uma criança.

Esse abalo foi um dos maiores ocorridos no Brasil e o primeiro com vítima fatal. O tremor teve intensidade de 4,9 graus na escala Richter, segundo o Professor Lucas Vieira Barros da Universidade de Brasília, os tremores ocorriam desde maio.

A explicação não é definitiva, mas é provável que o agente causador seja uma falha geológica, localizada a 5 quilômetros abaixo da superfície.
 
Pior terremoto do Brasil derrubou 4 mil casas em João Câmara (RN), em 1996.


Tsunamis
Os movimentos da crosta sob os oceanos podem deslocar massas de água produzindo ondas enormes, chamadas tsunamis, que chegam a ter até 30 m de altura.
As ondas gigantes podem ser produzidas por três tipos de fenômenos:

 
Erupções vulcânicas injetam toneladas de lava no chão oceânico, gerando ondas devastadoras.
Terremotos submarinos deslocam a crosta oceânica, empurrando a massa de água para cima.
Uma bolha de gás surge no fundo do oceano, com o mesmo efeito de uma explosão grandiosa.


Os terremotos

Os terremotos

Terremoto ou sismo são tremores bruscos e passageiros que acontecem na superfície da Terra causados por choques subterrâneos de placas rochosas da crosta terrestre a 300m abaixo do solo. Outros motivos considerados são deslocamentos de gases (principalmente metano) e atividades vulcânicas. Existem dois tipos de sismos: Os de origem natural e os induzidos.
 
As maiorias dos sismos são de origem natural da Terra, chamados de sismos tectônicos. A força das placas tectônicas desliza podendo afastar-se, colidir ou deslizar-se uma pela outra. Com essas forças as rochas vão se alterando até seu ponto de elasticidade, após isso as rochas começam a se romper e libera uma energia acumulada durante o processo de elasticidade. A energia é liberada através de ondas sísmicas pela superfície e interior da Terra.

Na maioria dos casos, as vibrações são muito fracas, sendo percebidas somente com o auxílio de aparelhos especiais. Mas alguns terremotos podem causar efeitos prejudiciais ao homem como ferimentos, morte, prejuízos financeiros e sociais, desabamento de construções etc.
Mas como os terremotos acontecem?
Pense nesta comparação: se você curvar um pouco um a régua de plástico com as mãos, vai sentir uma força (uma tensão) desse objetivo contra suas mãos. Se você soltar uma das pontas, a tensão fará a régua vibrar.


A maioria dos terremotos ocorre quando certa tensão na fronteira entre duas placas tectônicas é liberada. Duas placas em movimento podem se encostar, exercer pressão uma contra a outra e ficar presas entre si. Em determinado momento, a força acumulada entre elas pode vencer o atrito, provocando um deslizamento rápido: uma placa escorrega ao longo da outra, o que libera a energia acumulada. Essa energia desencadeia "ondas de choque", chamadas ondas sísmicas, que se espalham pelas rochas e provocam tremores de terra. 
Existem também sismos induzidos, que são compatíveis à ação antrópica (realizados pelo homem). Originam-se de explosões, extração de minérios, de água ou fósseis, ou até mesmo por queda de edifícios; mas apresentam magnitudes bastante inferiores dos terremotos tectônicos.
As consequências de um terremoto são:
  • Vibração do solo,
  • Abertura de falhas,
  • Deslizamento de terra,
  • Tsunamis,
  • Mudanças na rotação da Terra. 

Foi a partir de 1900 que surgiram as principais escalas de medição que conhecemos. A mais conhecida é a escala Richter, desenvolvida pelo americano Charles Richter (1900-1985). A escala Richter varia de 0 a 9,5 ou mais pontos. O último nível pode variar: ele vai depender da força do maior terremoto ocorrido até o momento.
O abalo de maior intensidade já registrado no século XX alcançou 9,5 pontos na escala Richter e ocorreu no Chile, em 1860. O da Turquia, em 1999, atingiu cerca de 7,4 pontos na escala Richter. O terremoto que provocou o maior número de mortes ocorreu na China, em 1556 - 830 mil mortos.
As regiões mais sujeitas a terremotos são regiões próximas às placas tectônicas como o oeste da América do Sul onde está localizada a placa de Nazca e a placa Sul-Americana; e nas regiões em que se forma novas placas como no oceano Pacífico onde se localiza o Cinturão de Fogo. O comprimento de uma falha causada por um terremoto pode variar de centímetros a milhões de quilômetros como, por exemplo, a falha de San Andreas na Califórnia, Estados Unidos.
 

Só nos Estados Unidos acontecem cerca de 13 mil terremotos por ano que variam de aproximadamente 18 grandes terremotos e um terremoto gigante sendo que os demais são leves ou até mesmo despercebidos. 

 http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Solo/Solo2_1.php