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sábado, 27 de junho de 2015

FOLCLORE

EDUCAÇÃO S/A

Folclore

Folclore

Mais algumas atividades para serem trabalhadas no folclore.




O mais importante não são as atividades impressas mas sim, o que você vai fazer na prática, quando se trabalha folclore. Conte uma lenda por dia (se der), ilustre, faça dobraduras ou colagens com os personagens da lenda, discuta, faça um reconto, ou deixe também as crianças contarem alguma lenda.
Ensine alguma brincadeira do Folclere como por exemplo: Corre-cotia, lamboleta, passar anel, morto e vivo, queimada, barra manteiga, caracol, amarelinha, pular carniça, gato e rato, Seu bem é esse, ovo na colher, Boca de forno, Simão disse, esconde-esconde, chicotinho queimado, corrida de saco, Escravos de Jó, etc.
Cante cantigas do folclore, de preferencia com gestos. Depois você também pode ilustrar, ou fazer dobraduras, ou trabalhar a letra da música (circular palavras, montar frases, pintar letras, etc.), ou brincar de roda.
- Fui à Espanha
- Alecrim
- Fui no Tororó
- A canoa virou (coloque os nomes dos alunos da sala...) Se eu fosse um peixinho...
- Ciranda, cirandinha
- Terezinha de Jesus
- Comeu Pimenta
- O pião
- Periquito Maracanã
- Cachorrinho está latindo
Algumas dá até para representar em forma de teatro como por exemplo:
- O cravo brigou com a rosa
- A linda rosa Juvenil
Enfim, folclore é para ser vivenciado com as crianças e não um acumulo de informações, brincar de parlendas ou trava-línguas, fazer campeonato de adivinhações, ilustrar provérbios ou ditos populares, etc.
Você também pode criar livrinhos de receitas do folclore, de lendas e personagens, de cantigas, etc.
http://trocandoideiaspedag.blogspot.com.br/2009/08/folclore_18.html

ATIVIDADES - CORPO HUMANO

* Para a amiga Suzana, que pediu atividades sobre o Corpo Humano. Espero que goste destas...







EDUCAÇÃO S/A

MÚSICAS - CORPO HUMANO

MÚSICAS - CORPO HUMANO


Minha Boneca De Lata

Minha boneca de lata
bateu com a cabeça no chão
levou mais de uma hora
pra fazer a arrumação
desamassa aqui
pra ficar boa

Minha boneca de lata
bateu com o nariz no chão
levou mais de duas horas
pra fazer a arrumação
desamassa aqui
pra ficar boa...

Minha boneca de lata
bateu com o ombro no chão
levou mais de três horas
pra fazer a arrumação
desamassa aqui
pra ficar boa

Minha boneca de lata
bateu com o cotovelo no chão
levou mais de quatro horas
pra fazer a arrumação
desamassa aqui
desamassa aqui pra ficar boa...

Minha boneca de lata
bateu com a mão no chão
levou mais de cinco horas
pra fazer a arrumação
desamassa aqui
desamassa aqui pra ficar boa...

Minha boneca de lata
bateu com a barriga no chão
levou mais de seis horas
pra fazer a arrumação
desamassa aqui
desamassa aqui pra ficar boa...


Minha boneca de lata
bateu com as costas no chão
levou mais de sete horas
pra fazer a arrumação
desamassa aqui
desamassa aqui pra ficar boa...

Minha boneca de lata
bateu com o joelho no chão
levou mais de oito horas
pra fazer a arrumação
desamassa aqui
desamassa aqui pra ficar boa...

Minha boneca de lata
bateu com o pé no chão
levou mais de nove horas
pra fazer a arrumação
desamassa aqui
desamassa aqui pra ficar boa...

Minha boneca de lata
bateu com o bumbum no chão
levou mais de dez horas
pra fazer a arrumação
desamassa aqui
desamassa aqui pra ficar boa...




Rock Gospel

Cristina Mel



A mão direita à frente,
A mão direita atrás,
A mão direita à frente,
E balance sem parar.

Dance o Rock Gospel,
Gire, gire no lugar,
É assim que a gente faz.

A mão esquerda à frente,
A mão esquerda atrás,
A mão esquerda à frente,
E balance sem parar.

Dance o Rock Gospel,
Gire, gire no lugar,
É assim que a gente faz.



Cabeça para frente,
cabeça para trás,
cabeça para frente,
E balance sem parar.

Dance o Rock Gospel,
Gire, gire no lugar,
É assim que a gente faz.


Esse é o Rock Gospel,
Esse é o Rock Gospel,
Esse é o Rock Gospel,
É assim que a gente faz.

O pé direito à frente,
O pé direito atrás,
O pé direito à frente,
E balance sem parar.

Dance o Rock Gospel,
Gire, gire no lugar,
É assim que a gente faz.


O pé esquerdo à frente,
O pé esquerdo atrás,
O pé esquerdo à frente,
E balance sem parar.

Dance o Rock Gospel,
Gire, gire no lugar,
É assim que a gente faz.


O corpo todo à frente,
O corpo todo atrás,
O corpo todo à frente,
E balance sem parar.

Dance o Rock Gospel,
Gire, gire no lugar,
É assim que a gente faz.


Esse é o Rock Gospel,
Esse é o Rock Gospel,
Esse é o Rock Gospel,
É assim que a gente faz,
É assim que a gente faz,
É assim que a gente faz.

http://alfabetizacaoecia.blogspot.com.br/2011/03/musicas-corpo-humano.html

Matemática 16: Tangram


▲ ▼ ▲ Tangram ▲ ▼ ▲


O tangram (quebra-cabeça de origem chinesa)


Uso da tesoura


Uso da tesoura
na Educação Infantil
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Artigo de Ivanise Meyer


As tesouras utilizadas pelas crianças devem ter as pontas arredondadas, pois evitam que a criança produza um furo na pele durante o corte. Porém, não devemos esquecer que a lâmina da tesoura é capaz de machucar uma criança que esteja utilizando inadequadamente este instrumento de corte.



Antes dos 4 anos, é desaconselhável o uso da tesoura para atividades de recorte. É necessário planejar atividades para desenvolver a coordenação motora fina que antecedem o uso da tesoura. Algumas sugestões:
♥ Coordenação das Mãos (estimulação da movimentação das mãos, sem que o braço faça o mesmo, ficando apenas como em uma postura de "suporte"):

- Apertar e soltar (livremente e usando materiais);- Bater palmas em diferentes ritmos e intensidades;
- Pintar com as mãos;
- Rasgar e amassar papéis;
- Brincar com bolas de diferentes tamanhos;
- Modelagem: massa de modelar (plastilina), areia molhada, argila, massa de farinha.
- Tocar instrumentos da bandinha rítmica.

♥ Conquistada a coordenação das mãos, a criança passa ter um melhor desempenho nas atividades que exigem movimentos diferenciados dos dedos:
- Brincar com os dedos: estalar, entrelaçar, brincar de "tocar piano";
- Músicas que usem os dedos (nomeando ou movimentando os dedos);
- Rasgar papéis com as pontas dos dedos;
- Enfiar em barbante: macarrão (cru), canudinho (pedaços), rolinhos de papel, contas;
- Dobraduras (origami);
- Alinhavos;
- Recorte usando os dedos.


Fases do Recorte e Colagem
- Antes dos 4 anos a criança deve recortar os papéis com as mãos e colar à vontade. Conversar com a criança sobre o uso da cola (exemplos: não exagerar na quantidade de cola).

Nas produções de recorte e colagem podemos observar as seguintes fases:

- Fase celular: recorta e cola de qualquer maneira, sem intenção de formar cenas. Gosta de ter material variado. Nesta fase, a professora deverá intervir quanto ao uso correto da tesoura (cuidado para não cortar os dedos) e o uso da cola (controlar a quantidade utilizada). Ainda não nomeia suas produções.

- Fase das formas isoladas: não dá forma definida ao recorte, mistura muito o que recorta, mas já está enriquecendo sua experiência. Oferecer materiais variados para enriquecer a colagem: barbante, lã, canudinho, algodão, paetês, tecido, etc. Às vezes, consegue nomear suas produções.

- Fase da cena simples: a criança recorta tirinhas e cola para armar um esboço simples. Deixa quase sempre uma área vazia. É uma fase sem proporção. Já consegue nomear sua produção (exemplo: um barco).

- Fase da cena completa: a criança usa as tirinhas, geralmente faz a "linha de base" (o "chão" que aparece também em seu desenho), usa formas variadas para compor sua produção (recorta intencionalmente). Percebe-se uma cena. Nomeia e explica sua produção (exemplo: É um barco navegando no rio.).

Essas "fases" também podem ser observadas no desenho. Cabe ao professor, além do incentivo e de escolher os materiais necessários para cada fase, planejar atividades para que as crianças avancem. A criança não aprende sozinha, não cria no "vazio"... Ela precisa da intervenção do adulto, ou de outra criança mais experiente, para avançar em suas hipóteses e experiências. Leia mais em Produção Artística das Crianças.

O professor deve observar: como a criança segura a tesoura (o canhoto necessita de tesoura adaptada as suas necessidades), como manuseia o papel (ou outro material para corte) e como utiliza a cola, para fazer as intervenções necessárias, pois há técnicas que facilitam o uso dos materiais.

Nunca se ausentar do local onde as crianças estejam utilizando tesoura e cola. Ter atenção aos materiais que serão manuseados, exemplo: não oferecer botões e objetos que possam ser engolidos à criança que coloca qualquer coisa na boca. Se necessário, redigir um combinado do que "pode e não pode" fazer no recorte e colagem. Cuidado para que eles não cortem cabelos e roupas deles ou dos colegas.

Ao utilizar a tesoura, a criança desenvolve o uso bilateral das mãos: mão dominante corta e a outra dá suporte ao papel. 

Para auxiliar o uso da tesoura, o professor deverá planejar atividades de recorte na qual a criança use a tesoura em movimento para frente (linhas retas), direção lateral da tesoura (esquerda / direita), corta figuras geométricas simples (quadrado, triângulo e círculo), corta figuras complexas e corta material que não seja papel (tecidos como o TNT são fáceis de cortar).

É difícil para uma criança visualizar o "contorno" de uma imagem colorida impressa (como nas revistas), ela acaba cortando algum pedaço... Para começar, eu contorno com caneta hidrocor (linha grossa) a figura desejada e explico à criança que ela cortará o contorno. Veja no exemplo:


Ao cortar seguindo o contorno, a criança perceberá os detalhes sem se preocupar em cortar o rabo ou as orelhas do cachorro. Aos poucos, a criança não necessitará deste contorno.
Outro modelo que gosto de usar é o do "boneco" (a linha grossa facilita o corte para a criança):

Clique para ampliar.
Falando em tesoura... Sugiro a história "Clact... Clact... Clact..." de Liliana Iacocca e Michele Iacocca, editora Ática. Será que essa tesoura tem um parafuso a menos na cabeça? Doidinha da silva, ela fica picotando os papéis, sem nunca se dar por satisfeita!

Outra sugestão: recortar figuras em revistas (não mais utilizadas), colar em papel branco e compor cena usando lápis cera, lápis de cor ou caneta hidrocor. Em rostos grandes, separe olhos, boca, nariz, orelhas e componha novos rostos em um papel.
Há "papéis de presente" que trazem figuras boas para utilizar no recorte e colagem.


Tipos de tesoura:


Tesoura sem ponta



Tesoura para canhoto

Tesoura adaptada

http://baudeideiasdaivanise.blogspot.com.br/2011/03/uso-da-tesoura.html

Comemoração: Dia do Índio (lendas)

Lendas

Eu contei as lendas indígenas seguidas da "degustação" de aipim (mandioca) e de milho.


Lenda da Mandioca
♥♥♥
Após contar a lenda em roda, fomos no quintal da escola, onde havia pés de mandioca plantados.
Colhemos alguns pés (mas as mandiocas estavam pequenininhas).
Quando voltamos para a sala, eu abri uma das raízes para eles verem "por dentro".
♥♥♥
Eu levei (de casa) as mandiocas cozidas em água e sal. Cada criança foi provar da mandioca, alguns passaram manteiga. Levei também a farinha de mandioca. Algumas crianças passaram a mandioca cozida na farinha (disseram que estava delicioso!!! Coisa de criança, né?!).
♥♥♥
Levamos algumas folhas pra sala e fizemos a impressão das folhas no papel usando lápis de cera (coloca a folha embaixo da folha e passa o lápis de cera deitado).
Lenda do Milho
Contei a lenda usando um pedaço de papel crepom verde, que desenrolei na medida que o "pé de milho" crescia... Depois usei um pedaço amarelo simbolizando a espiga.
Levei para a rodinha uma espiga "de verdade" e abrimos para ver por dentro.
Depois convidei a turma para saborear as espigas cozidas.
Hum!!! Passamos uma manteiguinha!!! E nhac, nhac, nhac!!!


Nossa herança cultural é riquíssima!
As lendas e mitos das 3 culturas que se fundiram
(indígenas, africanos e europeus)
dão um sabor especial ao nosso dia-a-dia

Comemoração: Dia do Índio


Cada etnia indígena tem suas brincadeiras próprias. A seguir estão alguns exemplos: 
1. No Parque do Xingu no Mato Grosso, os pequenos índios Mehinaku brincam de "onça" (a que chamam de Yanokama). Uma criança se esconde no capinzal, e seu papel é surpreender as demais crianças, pulando sobre elas como se fosse o bote de uma onça.
☺☺☺
2. Entre os índios Tenetehara, do Maranhão e Pará, há um jogo chamado "caça ao veado". Um indiozinho faz o papel do veado e tem de fugir de outra criança que representa o caçador e de várias outras que representam os cachorros.
☺☺☺
3. Entre os índios Canela, do Maranhão, as crianças formam uma fila, começando pelos mais fortes e altos. Cada criança abraça forte a da frente, passando os dois braços por baixo do colega. Uma das crianças fica fora da fila e representa um Gavião. Ele vai falando com cada um da fila dizendo que tem fome e ataca sempre a última da fila. Enquanto o Gavião tenta apanhar esse último, o grupo - sempre abraçado - tenta cercar o Gavião. 
☺☺☺
4. As crianças Kamayurá, do Parque do Xingu, também formam uma fila, todos sentados e abraçados ao colega da frente. O primeiro da fila se agarra firme a um toco. Um outro grupo tenta arrancar o último da fila e se utiliza de cócegas, arranhões e puxões bem firmes. 
☺☺☺
5. Há brincadeiras que são representações do papel do adulto dentro da sociedade indígena. Entre os Mehinaku, as crianças fingem estar doentes e imitam procedimentos de cura dos pajés adultos. Há também a imitação do casamento, onde os meninos fingem que saem para caçar, trazem folhas representando a caça e as entregam às meninas, que fingem preparar o alimento. Esse jogo tem variações interessantes: às vezes as meninas fingem arrumar amantes enquanto o menino está fora caçando; quando este chega em casa, finge ter raiva da mulher enquanto o amante foge. 
☺☺☺
6. Um brinquedo bastante comum entre etnias de todo o Brasil é a chamada "cama-de-gato", onde as crianças entrelaçam um barbante nos dedos das mãos formando figuras. 
Uma outra diferença importante entre a infância dos índios e não-índios é o grau de autonomia que gozam as crianças indígenas. São sempre criadas com muita liberdade e raramente repreendidas.
Um bom exemplo dessa autonomia é mostrado em um filme chamado "Das Crianças Ikpeng para o Mundo", feito por um adolescente Ikpeng dentro do projeto Vídeo nas Aldeias. Nesse filme, dois garotos de uns 10 anos, apresentam o cotidiano da aldeia e das crianças dessa etnia, índios que vivem no Parque do Xingu. Em uma cena as crianças organizam uma pescaria. Saem umas doze crianças, com idades variando de 5 a 10 anos - somente elas - remando por um rio gigantesco até uma ilhota no meio do rio. Pescam, mergulham, brincam, e voltam remando sozinhas até a aldeia.
Em outra cena, um dos meninos pega um facão, quase de sua altura. Fica parecido com um samurai japonês. E então esculpe um aviãozinho num pedaço de madeira. São ações que fariam uma mamãe não-índia arrepiar os cabelos, mas que por outro lado fortalecem a autoconfiança do índio desde pequeno. 

A Brincadeira do Sapo Tuxáua
Brincadeira dos índios Tukano - Alto Rio Negro, AM
☺☺☺☺☺
O Tuxáua (chefe) Sapo reúne seus parentes numa fila em sua aldeia, para perguntar o que cada um quer comer. Os sapos só podem responder mosquitos (carapanã). Aqueles que falarem outros alimentos como frutas (cuki, uacu e umari) ganham veneno do Tuxáua Sapo e morrem. Só sobreviverão os que acertarem a verdadeira alimentação dos sapos: os insetos. 
Como prêmio, os vencedores farão parte do grupo do chefe.

http://baudeideiasdaivanise.blogspot.com.br/2008/04/comemorao-dia-do-ndio_03.html

Ciências: Meio Ambiente

Ciências: Meio Ambiente


Cuidando da natureza
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(Leila Maria Grillo)

Vamos cuidar
Da mãe natureza
Preservando a vida
Do nosso planeta.

Não desperdicem água
Para não faltar
Separe todo lixo
Para reciclar.

Não destruam as matas
Árvores e flores
Que enfeitam o mundo
Com as suas cores.

Não poluam o ar
Isso não é legal
Na certa vai causar
O aquecimento global.

Vamos trabalhar
Nessa tarefa urgente
Para preservar
O nosso meio ambiente.
 
♥♥♥

http://baudeideiasdaivanise.blogspot.com.br/2008/06/cincias-meio-ambiente_02.html

http://baudeideiasdaivanise.blogspot.com.br/2015/06/clipping-formacao-pessoal-social.html

Clipping: Formação Pessoal / Social - Comportamento

 
COMPORTAMENTO
DESENVOLVIMENTO INFANTIL
 
http://baudeideiasdaivanise.blogspot.com.br/2015/06/clipping-formacao-pessoal-social.html

Hipóteses de Escrita - Psicogênese da Língua Escrita



Hipóteses de Escrita
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Capturei essas duas imagens que sintetizam as hipóteses de escrita segundo a Psicogênese da Língua Escrita proposta por Emília Ferreiro. Não tenho as fontes, caso alguém saiba, por favor deixe aqui nos comentários para que eu coloque os créditos.

http://baudeideiasdaivanise.blogspot.com.br/2015/06/hipoteses-de-escrita-psicogenese-da.html

Garrafa pet

Pesquisa feita na web sobre o que fazer com garrafas pet:

EDUCAÇÃO S/A