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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Resultado da Quina 3813, segunda, 15/06/2015

Resultado da Quina 3813, segunda, 15/06/2015

O resultado da Quina 3813 será divulgado em tempo real no GIGA-SENA dia 15/06/2015, segunda-feira, a partir das 20:10 horas direto do Caminhão da Sorte.

A Quina 3813 ocorrerá no dia 15 de junho de 2015 e o prêmio principal está estimado em R$ 4.000.000,00 para quem acertar o resultado da Quina 3813. Quem acertar a QUADRA com 4 números ou o TERNO com 3 números também ganha prêmio de menor valor. Se não houver nenhum ganhador com 5 números no resultado da Quina concurso 3813 o prêmio principal acumula para o próximo concurso da Quina 3814.
Os valores de cada prêmio da Quina 3813 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 3813 DATA 15/06/2015
02
04
11
28
35
 
QUINAQUADRATERNO
prêmio
0,005.457,81117,78
ganhadores
x 0x 119x 7.877
ACUMULOU!
Próximo Sorteio: 24/06/2015Prêmio Estimado: R$ 120.000.000,00
 
 
  

Sorteio da Quina 3813

O sorteio da Quina 3813 será realizado no Caminhão da Sorte em São Manuel, São Paulo, Rua Marcelo Giorgi, s/n, e o resultado da Quina 3813 será divulgado a partir das 20:10 horas no painel de resultado do GIGA-SENA.
Este horário é estimado e pode ocorrer atraso por motivo de força maior. O local usual do sorteio também poderá ser alterado pela Caixa sem aviso prévio.
O resultado da Quina é divulgado de segunda à sábado, todas as semanas. Quando feriado o sorteio é transferido para o dia seguinte. Se o dia seguinte ao feriado for um domingo o dia de transferência do sorteio da Quina passa a ser a segunda-feira.

Apostando no concurso da Quina 3813

Para apostar no concurso da Quina 3813 basta comparecer a uma Casa Lotérica e preencher seu jogo no volante de apostas que contém 80 números de 01 a 80. Em um único jogo você pode escolher entre 5 e 7 números com os respectivos custos de aposta por jogo:
  • 5 números: R$ 1,50
  • 6 números: R$ 7,50
  • 7 números: R$ 20,00
As probabilidades de acerto na Quina das apostas acima são:
ApostaQuinaQuadraTerno
5 números1 chance em 24.040.016 jogos1 em 64.1061 em 866
6 números1 chance em 4.006.669 jogos1 em 21.6571 em 445
7 números1 chance em 1.144.762 jogos1 em 9.4091 em 261
Em um único volante de apostas da Quina é possível marcar até 2 jogos. Há a opção de deixar que o sistema de apostas da Caixa escolha os números por você. Deixe o volante da Quina em branco e marque entre 1 e 8 jogos no campo SURPRESINHA.
Há também a opção TEIMOSINHA, onde você pode repetir o mesmo jogo nos próximos concursos da Quina. Basta marcar 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos.
Se desejar apostar em grupo na Quina 3813 você ainda pode fazer o Bolão CAIXA para dividir em cotas por apostador. Assim, cada apostador recebe um bilhete de apostas com todos os jogos realizados para conferência e se ganharem cada um pode retirar a sua parte no prêmio individualmente. A Caixa irá garantir que cada apostador receba a parte do prêmio a que tem direito.
O valor mínimo do Bolão da Quina 3813 é de R$ 10,00, ou seja, 7 jogos de 5 números, e cada cota não pode ser inferior a R$ 3,00 com o mínimo de 2 e máximo de 25 cotas. No volante de apostas da Quina há um campo onde se marca o número de cotas.
Você também pode comprar cotas de bolões organizados pelas próprias Casas Lotéricas onde poderá ser cobrada Tarifa de Serviço adicional de até 35% do valor de cada cota.

Aos ganhadores da Quina 3813

Caso você seja um dos ganhadores da Quina 3813 saiba que pode receber seu prêmio em qualquer casa Lotérica ou agência da Caixa se o valor do prêmio for igual ou inferior a R$ 1.868,22. Para prêmios acima deste valor somente nas agências da Caixa Econômica Federal. Após apresentar o bilhete premiado na rede bancária da Caixa, se o valor do prêmio for superior a R$ 10.000.000 (dez mil reais), é necessário aguardar 2(dois) dias para que o prêmio seja pago.
O bilhete da Quina 3813 é a única forma de comprovar sua aposta e receber o prêmio caso seus números sejam sorteados neste concurso, portanto, guarde-o em um local seguro e não se esqueça de colocar seu nome e o número de seu CPF no verso do bilhete para evitar o saque do prêmio por outra pessoa. Somente você poderá retirar o prêmio apresentando seu CPF.

Sobre a realização do sorteio e divulgação do resultado

O GIGA-SENA não é responsável pela realização do sorteio da Quina 3813. Nosso trabalho se restringe apenas a divulgação do resultado da Quina 3813 da melhor forma e no menor tempo possível utilizando a melhor tecnologia disponível. Embora nosso sistema de divulgação do resultado da Quina 3813 esteja sincronizado com o sistema de resultados das Loterias da Caixa Econômica Federal e a maior parte do processo seja automatizada, pode haver falha na transmissão de dados resultando na apresentação de resultado parcial ou incorreto. Portanto, recomendamos que guarde seu bilhete e o confira posteriormente em uma casa Lotérica para se certificar de que o resultado da Quina 3813 não foi retificado.

Resultado da Lotofácil 1222, segunda, 15/06/2015

Resultado da Lotofácil 1222, segunda, 15/06/2015

O resultado da Lotofácil 1222 será divulgado em tempo real no GIGA-SENA dia 15/06/2015, segunda-feira, a partir das 20:25 horas.

A Lotofácil 1222 ocorrerá no dia 15 de junho de 2015 e o prêmio principal está estimado em R$ 1.700.000,00 para quem acertar o resultado da Lotofácil 1222. Quem acertar 14, 13, 12 ou 11 números também ganha prêmio de menor valor. Se não houver nenhum ganhador com 15 números no resultado da Lotofácil concurso 1222 o prêmio principal acumula para o próximo concurso da Lotofácil 1223.
Os valores de cada prêmio da Lotofácil 1222 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 1222 DATA 15/06/2015
01
02
03
04
05
08
09
10
11
13
15
17
20
22
24
 
15 acertos14 acertos13 acertos12 acertos11 acertos
prêmio
290.026,291.218,7720,008,004,00
ganhadores
x 5x 523x 18.306x 207.989x 1.062.637
Próximo Sorteio: 17/06/2015Prêmio Estimado: R$ 1.700.000,00
 
 
  

Sorteio da Lotofácil 1222

O sorteio da Lotofácil 1222 será realizado em Osasco, São Paulo, nos estúdios da Rede TV ao vivo, e o resultado da Lotofácil 1222 será divulgado a partir das 20:25 horas no painel de resultado do GIGA-SENA.
Este horário é estimado e pode ocorrer atraso por motivo de força maior. O local usual do sorteio também poderá ser alterado pela Caixa sem aviso prévio.
O resultado da Lotofácil é divulgado na segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira, todas as semanas. Quando feriado o sorteio é transferido para o dia seguinte.

Apostando no concurso da Lotofácil 1222

Para apostar no concurso da Lotofácil 1222 basta comparecer a uma Casa Lotérica e preencher seu jogo no volante de apostas que contém 25 números de 01 a 25. Em um único jogo você pode escolher entre 15 e 18 números com os respectivos custos de aposta por jogo:
  • 15 números: R$ 2,00
  • 16 números: R$ 32,00
  • 17 números: R$ 272,00
  • 18 números: R$ 1.632,00
As probabilidades de acerto das apostas acima são:
Aposta15 Acertos14 Acertos13 Acertos12 Acertos11 Acertos
15 números1 chance em 3.268.760 jogos1 em 21.7911 em 6911 em 591 em 11
16 números1 chance em 204.297 jogos1 em 3.0261 em 1621 em 211 em 5,9
17 números1 chance em 24.035 jogos1 em 6001 em 491 em 9,41 em 3,7
18 números1 chance em 4.005 jogos1 em 1521 em 181 em 51 em 2,9
Em um único volante de apostas da Lotofácil é possível marcar até 2 jogos. Há a opção de deixar que o sistema de apostas da Caixa escolha os números por você. Deixe o volante da Lotofácil em branco e marque entre 1 e 7 jogos no campo SURPRESINHA.
Há também a opção TEIMOSINHA, onde você pode repetir o mesmo jogo nos próximos concursos da Lotofácil. Basta marcar 3, 6, 9 ou 12 concursos.
Se desejar apostar em grupo na Lotofácil 1222 você ainda pode fazer o Bolão CAIXA para dividir em cotas por apostador. Assim, cada apostador recebe um bilhete de apostas com todos os jogos realizados para conferência e se ganharem cada um pode retirar a sua parte no prêmio individualmente. A Caixa irá garantir que cada apostador receba a parte do prêmio a que tem direito.
O valor mínimo do Bolão da Lotofácil 1222 é de R$ 32,00, ou seja, 16 jogos de 15 números, e cada cota não pode ser inferior a R$ 2,50 com o mínimo de 2 e máximo de 13 cotas para apostas de até 16 números ou o mínimo de 2 e máximo de 25 cotas para apostas de 17 ou 18 números. No volante de apostas da Lotofácil há um campo onde se marca o número de cotas.
Você também pode comprar cotas de bolões organizados pelas próprias Casas Lotéricas onde poderá ser cobrada Tarifa de Serviço adicional de até 35% do valor de cada cota.

Aos ganhadores da Lotofácil 1222

Caso você seja um dos ganhadores da Lotofácil 1222 saiba que pode receber seu prêmio em qualquer casa Lotérica ou agência da Caixa se o valor do prêmio for igual ou inferior a R$ 1.868,22. Para prêmios acima deste valor somente nas agências da Caixa Econômica Federal. Após apresentar o bilhete premiado na rede bancária da Caixa, se o valor do prêmio for superior a R$ 10.000.000 (dez mil reais), é necessário aguardar 2(dois) dias para que o prêmio seja pago.
O bilhete da Lotofácil 1222 é a única forma de comprovar sua aposta e receber o prêmio caso seus números sejam sorteados neste concurso, portanto, guarde-o em um local seguro e não se esqueça de colocar seu nome e o número de seu CPF no verso do bilhete para evitar o saque do prêmio por outra pessoa. Somente você poderá retirar o prêmio apresentando seu CPF.

Sobre a realização do sorteio e divulgação do resultado

O GIGA-SENA não é responsável pela realização do sorteio da Lotofácil 1222. Nosso trabalho se restringe apenas a divulgação do resultado da Lotofácil 1222 da melhor forma e no menor tempo possível utilizando a melhor tecnologia disponível. Embora nosso sistema de divulgação do resultado da Lotofácil 1222 esteja sincronizado com o sistema de resultados das Loterias da Caixa Econômica Federal e a maior parte do processo seja automatizada, pode haver falha na transmissão de dados resultando na apresentação de resultado parcial ou incorreto. Portanto, recomendamos que guarde seu bilhete e o confira posteriormente em uma casa Lotérica para se certificar de que o resultado da Lotofácil 1222 não foi retificado.

Nissan Sentra terá mudança radical de design em 2016


Lançado no Brasil em 2013, o atual Nissan Sentra já deve passar por uma reestilização pesada ainda neste ano, conforme afirmou Fred Diaz, Vice-Presidente Sênior de Vendas e Marketing da Nissan América do Norte. O executivo declarou, durante entrevista ao site Automotive News, que o modelo será apresentado entre os meses de setembro e novembro, com chegada às lojas no começo do ano que vem.


“O novo modelo será incrivelmente renovado, quase completamente novo”, afirmou Diaz, que se recusou a falar com mais detalhes. Mas aparentemente podemos esperar mais do que apenas ajustes de “meia-vida” do carro. As apostas apontam para um visual inspirado no conceito Lannia, apresentado durante o Salão de Xangai, em abril deste ano, que agradou bastante. Trata-se da nova linguagem visual da Nissan, também já vista no novo Máxima norte-americano.


Por enquanto não há nenhuma palavra sobre alterações mecânicas, mas o atual modelo tem um motor 1.8 litro de quatro cilindros que desenvolve 131 cavalos de potência e 17,6 kgfm de torque, com câmbio manual de seis velocidades ou uma transmissão continuamente variável Xtronic opcional. No Brasil, o Sentra usa exclusivamente o propulsor 2.0 16V flex com câmbio manual de seis marchas ou o automático CVT. Como o sedã é produzido do México, qualquer alteração de estilo na América do Norte não deverá demorar para chegar aqui.

Galeria de fotos: Nissan Lannia
Nissan Lannia
Lannia - Salão de Xangai
Lannia - Salão de Xangai
Lannia
Lannia
Lannia
Lannia
Nissan Lannia
Nissan Lanniahttp://carplace.uol.com.br/sentra-2016-recebera-facelift-ate-o-fim-deste-ano/14/

PARA REFLETIR... O tempo e as jabuticabas

PARA REFLETIR... O tempo e as jabuticabas
'Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver
daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela
menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela
chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.


Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir
quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.


Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos
para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem
para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.


Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir
estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas,
que apesar da idade cronológica, são imaturos.


Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões
de 'confrontação', onde 'tiramos fatos a limpo'.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo
majestoso cargo de secretário geral do coral.
Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: 'as pessoas
não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a
essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta
com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não
foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados,
e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.


Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse


amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.'


O essencial faz a vida valer a pena.


Rubem Alves
http://alfabetizacaoecia.blogspot.com.br/2012/03/para-refletir.html

IMPORTÂNCIA DO SABER CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL



Ler histórias para crianças é poder sorrir, rir, gargalhar com as situações vividas pelas personagens, é suscitar o imaginário, é ter curiosidade respondida em relação a tantas perguntas, é encontrar idéias para solucionar questões. É uma possibilidades de descobrir o mundo imenso dos conflitos, dos impasses, das soluções que todos vivemos e atravessamos. É ouvindo histórias que se pode sentir emoções importantes como a tristeza, o pavor, a insegurança, a tranqüilidade e tantas outras mais. “É através duma história que se podem descobrir outros lugares, outros tempos, outros jeitos de agir e de ser, outra ética, outra ótica...É ficar sabendo História, Geografia, Filosofia, Política, Sociologia, sem precisar saber o nome disso tudo e muito menos achar que tem cara de aula...”.( ABRAMOVICH, 1995, p. 17). 
A leitura é uma forma exemplar de aprendizagem, é um dos meios mais eficazes de desenvolvimento sistemático da linguagem e da personalidade. Favorece a remoção de barreiras educacionais, principalmente através da promoção do desenvolvimento da linguagem e do exercício intelectual, aumentando a possibilidade de normalização da situação pessoal de um indivíduo. 
A exposição à leitura da histórias no seio familiar durante os anos pré-escolares, leva muitas crianças ao sucesso escolar. As crianças que vivem num ambiente letrado desenvolvem um interesse lúdico com respeito às atividades de leitura e escrita, praticadas pelos adultos que a rodeiam. Esse interesse varia de acordo com a qualidade, freqüência e valor destas atividades realizadas pelos adultos que convivem com as crianças. Se uma mãe ler para seu filho textos interessantes e com boa qualidade, nota-se que estará transmitindo a ele informações variadas sobre a língua escrita e sobre o mundo. Isso é de suma importância para a criança, pois irá levá-la a interessar-se cada vez mais pela leitura das histórias ouvidas. Ao adentrar no mundo escolar, a leitura não mais se realizará como na família, devendo sofrer modificações que são vitais para o desenvolvimento da aprendizagem. Para poder transmitir à criança uma visão clara do que se está lendo, o professor deverá ter algumas atitudes, tais como: 
· Visualizar o livro para a criança, através da exposição das gravuras;
· Ler de forma liberal, porém clara e agradável, atraindo a atenção da criança;
· Manter-se aberto para as perguntas das crianças, incentivando a troca de comentários sobre o texto lido.

O QUE DEVEMOS LER PARA AS CRIANÇAS
Nas transformações da leitura de histórias em atividades pedagógicas, a nossa preocupação maior é com a qualidade da leitura que iremos realizar para as crianças. Assim, a escolha dos livros deve ter alguns princípios básicos que possam garantir a eficiência do trabalho pedagógico, ou seja: a) qualidade de criação; b) estrutura da narrativa; c) adequação às convenções do português escrito; d) despertar o interesse da criança; e) simplicidade do texto; Isso nos garantirá, além de oportunizar o contato da criança com o uso real da escrita, levar a mesma a conhecer novas palavras, discutir valores como o amor e o trabalho, levá-los a usar a imaginação, tornando-os criativos e capazes de pensar. A leitura deve se transformar em atividade de rotina, pois o escutar histórias desenvolve naturalmente um interesse cada vez maior em aprender determinadas histórias e reproduzi-las oralmente. O professor deve procurar assegurar às crianças o acesso aos livros, agindo como elemento facilitador e incentivador da criança pela leitura à medida que não se comporta como leitor e sim como expectador das leituras que são reproduzidas pelas crianças. 

POR QUE CONTAR HISTÓRIAS ? Contar histórias é a mais antigas das artes. Nos velhos tempos, o povo assentava ao redor do fogo para esquentar, alegrar, conversar, contar casos. Pessoas que vinham de longe de suas Pátrias contavam e repetiam histórias para guardar suas tradições e sua língua. As histórias se incorporam à nossa cultura. Ganharam as nossas casas através da doce voz materna, das velhas babás, dos livros coloridos, para encantamento da criançada. E os pedagogos, sempre à procura de técnicas e processos adequados à educação das crianças, descobriram esta “mina de ouro” as histórias. Parte importante na vida da criança desde a mais tenra idade, a literatura constitui alimento precioso para sua alma. É conhecendo a criança e o mistério delicioso do seu mundo que podemos avaliar todo o valor da literatura em sua formação. As crianças tem um mundo próprio, todo seu, povoado de sonhos e fantasias. A história é contada visando: · deleitar a criança; · infundir o amor à beleza; · desenvolver sua imaginação; · desenvolver o poder da observação; · ampliar as experiências; · desenvolver o gosto artístico; · estabelecer uma ligação interna entre o mundo da fantasia e o da realidade; No sentido da língua, particularmente, as histórias: · enriquecem a experiência; · desenvolvem a capacidade de dar seqüência lógica aos fatos; · dão o sentido da ordem; · esclarecem o pensamento; · educam a atenção; · desenvolve o gosto literário; · fixam e ampliam o vocabulário; · estimulam o interesse pela leitura; · desenvolvem a linguagem oral e escrita; As histórias são fontes maravilhosas de experiências. São meios preciosos de ampliar o horizonte da criança e aumentar sue conhecimento em relação ao mundo que a cerca. Mas é precioso saber usar as histórias para que dela as se alcance retirar tudo o que podem dar à educação. Um dos principais elementos a ser alcançado é o poder de imaginação que, tirando a criança do seu ambiente, lhe permite ao espírito “trabalhar” a imaginação. As histórias têm como valor específico o desenvolvimento das idéias, e cada vez que elas são contadas acrescentam às crianças novos conhecimentos. “ O ouvir histórias pode estimular o desenhar, o musicar, o sair, o ficar, o pensar, o teatrar, o imagiar, o brincar, o ver o livro, o escrever, o querer ouvir de novo ( a mesma história ou outra). Afinal, tudo pode nascer dum texto!” (ABRAMOVICH, 1995, p. 23)

COMO CONTAR HISTÓRIAS? 
Uma história deve ser contada emocionalmente e não simplesmente apresentada em seu enredo. Uma boa história é uma obra aberta, que permite muitas leituras, muitos caminhos, muitas saídas. Contar uma história é fazer a criança sentir-se identificada com os personagens. É trazer todo o enredo à presença do ouvinte e fazer com que ele se incorpore à trama da história, como parte dela. As crianças agem, pensam, sentem, sofrem, alegram-se como se fossem elas próprias os personagens. A história assim vividas pode provocar-lhes sentimentos novos e aperfeiçoar outros. Por isso as histórias não devem ser deprimentes. O final deve ser feliz, para transmitir aos ouvintes uma emoção sadia. O principal na arte de contar histórias é saber despertar a emoção.Quando as crianças nos pedem que lhes contemos histórias é porque sentem necessidade de sair de si mesma, de experimentarem uma nova sensação. Para se contar bem uma história é preciso possuir habilidade, treino e conhecimento técnico do trabalho, pois os valores artísticos, lingüístico e educativos dependem da arte do narrador. Os segredos de um contador de histórias são: a) Curta a história – o bom contador acredita na sua história, se envolve e vibra com ela. Se o professor não estiver interessado, dificilmente conseguirá interessar as crianças.
b) Evite adaptações – deve-se ler o que está escrito no livro. Não privar os alunos do contato com o texto literário. Os velhos contos de fadas são histórias cheias de fantasias e de poesia. Lidam com sentimentos fundamentais do ser humano: o medo, a angústia, o ódio, o amor. Permitem à criança exercitar através da imaginação, soluções para problemas concretos da vida, que interessam ao adulto. 
c) Não explique demais – a adaptação de histórias é uma descaracterização da história na vida da criança. Muitas vezes, a história exerce a função de desenvolver ou até prolongar o mistério. Ao fazer a tradução ou adaptação, o professor deixa tudo muito bem esclarecido, não restando qualquer mistério. Ao ser encerrada, a história realmente se encerra, deixando de existir para a criança. 
d) Uma história é um ponto de encontro – ao entrar numa roda de história, a criança participa de uma experiência comum que facilita o conhecimento e as ligações com as crianças.
e) Uma história também é um ponto de partida – a partir de uma história é possível desenvolver outras atividades: desenho, massa, cerâmica, teatro ou o que a imaginação sugerir.
f) Moral da história – nenhuma, ou melhor, várias. Essa história sobre os segredos das histórias e os contadores de histórias é só o começo, o resto quem conta somos nós, com a experiência, imaginação e bom senso. 
g) Comentar a história – fazer perguntas diretas para a criança, verificando se ela figurou bem cada um dos caracteres, se os moldou de acordo consigo mesma, se o caráter que nos apresenta é o que pretendíamos transmitir. 
h) Dar modalidades e possibilidades da voz – sussurrar quando a personagem fala baixinho ou está pensando em algo importante, falar tão baixo de modo quase inaudível, nos momentos de dúvidas,e usar humoradamente as onomatopéias, os ruídos, os espantos, levantar a voz quando uma algazarra está acontecendo. 
Ë fundamental dar longas pausas quando se introduz o “Então...”, para que haja tempo de cada um imaginar as muitas coisas que estão para acontecer em seguida. As histórias são expressões de uma mesma personalidade em evolução, do princípio do prazer da realidade. Podem mostrar à criança que a transformação, a mudança e o desenvolvimento são possíveis. Que o prazer não é proibido. Contar histórias é uma arte. Deve dar prazer a quem conta e ao ouvinte. As histórias têm finalidade em si. Contadas ou lidas constituem sempre uma fonte de alegria e encantamento. Por isso as atividades de enriquecimento devem ser leves e espontâneas. 
A dramatização é uma das melhores atividades de enriquecimento, pois além de ser uma das preferidas pelas crianças, oferece valores imprescindíveis ao desenvolvimento de um bom programa de literatura. O objetivo da hora das histórias é a familiarização com a literatura. Desde muito cedo, a criança gosta de ouvir a história da sua vida, a mais importante para ela. À medida que cresce, começa a solicitar determinadas passagens que deseja ouvir. Histórias sobre fatos reais são importantes, porque ajudam a criança a entender sua origem e que tipo de relações existe entre ela, as pessoas e os lugares. Da mesma forma, as histórias inventadas são importantes. Desde cedo a criança precisa saber de coisas que não fazem parte de sua experiência cotidiana. É comum ela ter um amigo imaginário ou atribuir qualidades humanas e sobrenaturais a um brinquedo ou a um animal. As histórias lidas somam-se então às inventadas, passando a fazer parte de um mundo onde a realidade e a imaginação se completam. Os livros aumentam o prazer de imaginar coisas. A partir de histórias simples, a criança começa a reconhecer e interpretar sua experiência de vida real. A hora de curtir um livro juntos é a hora de partilhar: um livro de histórias curtas, contadas com palavras fáceis de ler e entender, ilustrado com imagens que falam da história, das personagens e ações que estão sendo ;lidas e mostradas, que faça pensar em coisas novas, que informe, que faça rir de verdade, que seja engraçado, que faça brincar com as mãos, olhos e ouvidos. O importante é que nessa hora não haja pressa, contando ou lendo tudo de uma só vez. É preciso respeitar as pausa, perguntas e comentários naturais que a história possa despertar, tanto em quem lê quanto em quem ouve. 

CONCLUSÃO 
Criança interessadas em estudar, este é objetivo primordial de todos os pais. Porém, não sabem eles que é a parir de um conto de histórias que estão estimulando seus filhos a apreciar os estudos com olhos de interesse e não de sofrimento. É no contar uma história que estimulará seus filhos a fantasiar, e trazer de alguma forma esta história para sua realidade. Esta busca da literatura se faz em grandes livros infantis, escritos por grandes autores que trazem lindas histórias com grandes morais e final. Mas não se faz uma grande fantasia se não soubermos passar isto a criança. Este foi o grande objetivos do trabalho, tentar de alguma forma ensinar educadores a contar histórias, que ao meu ver não é nada fácil. Sabendo o que ler, como ler, e entender sua importância é a grande base da literatura. Estimulando as crianças a imaginar, criar, envolver-se já é um grande passo para sua carreira. A literatura na infância é o meio mais eficiente de enriquecimento e desenvolvimento da personalidade: é um passaporte para vida e para a sociedade. É na infância que se adquire o gosto de ler, por isso que é de suma importância o conto, pois o fantasiar antecede a leitura. 


*Fonte Desconhecida. Se alguém souber quem é o autor, favor indicar aqui nos comentários do blog para que seja dado os devidos créditos.

http://alfabetizacaoecia.blogspot.com.br/2015/06/importancia-do-saber-contar-historias.html

O coelhinho que não era de Páscoa



Para ler e se divertir nesta Páscoa com a criançada eu indico o livro O coelhinho que não era de Páscoa, da autora Ruth Rocha.
Vivinho era um coelho aparentemente igual a todos os outros,branquinho,fofinho...mas quando se tratava de escolher uma profissão,sua decisão não se parecia nada com a de seus irmãos e muito menos agradava a sua família...Vivinho não queria ser coelho de Páscoa como todos os coelhos de sua família.Como assim???E como manteriam a tradição??
Quer descobrir o que Vivinho queria ser e o que ele ensinou a sua família por pensar diferente?Então leia esta história!!
Depois mostro aqui atividades que vou realizar com meus alunos!
Beijos doces!!!



Este é o Vivinho!

Os coelhinhos estavam crescendo e precisavam escolher uma profissão...

http://passarinhosnosotao.blogspot.com.br/2013/03/o-coelhinho-que-nao-era-de-pascoa.html

Hipóteses de Escrita





Hipóteses de Escrita
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Teste seus conhecimentos


Descobri no site da Revista Nova Escola e
não poderia deixar de compartilhar com vocês:


É um teste sobre o conhecimento do professor sobre as hipóteses de escrita.
Faça o teste e confira. Eu gostei do desafio!


Só para recordar:


Pré-silábica, sem variações quantitativas ou qualitativas dentro da palavra e entre as palavras. O aluno diferencia desenhos (que não podem ser lidos) de “escritos” (que podem ser lidos), mesmo que sejam compostos por grafismos, símbolos ou letras. A leitura que realiza do escrito é sempre global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito.


Pré-silábica com exigência mínima de letras ou símbolos, com variação de caracteres dentro da palavra, mas não entre as palavras. A leitura do escrito é sempre global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito.


Pré-silábica com exigência mínima de letras ou símbolos, com variação de caracteres dentro da palavra e entre as palavras (variação qualitativa intrafigural e interfigural). Neste nível, o aluno considera que coisas diferentes devem ser escritas de forma diferente. A leitura do escrito continua global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito.


Silábica sem valor sonoro convencional. Cada letra ou símbolo corresponde a uma sílaba falada, mas o que se escreve ainda não tem correspondência com o som convencional daquela sílaba. A leitura é silabada.


Silábica com valor sonoro convencional. Cada letra corresponde a uma sílaba falada e o que se escreve tem correspondência com o som convencional daquela sílaba, em geral representada pela vogal, mas não exclusivamente. A leitura é silabada.


Silábico-alfabética. Este nível marca a transição do aluno da hipótese silábica para a hipótese alfabética. Ora ela escreve atribuindo a cada sílaba uma letra, ora representando as unidades sonoras menores, os fonemas.


Alfabética. Neste estágio, o aluno já compreendeu o sistema de escrita, entendendo que cada um dos caracteres da palavra corresponde a um valor sonoro menor do que a sílaba. Agora, falta-lhe dominar as convenções ortográficas.


Alfabética. Neste estágio, o aluno já compreendeu o sistema de escrita, entendendo que cada um dos caracteres da palavra corresponde a um valor sonoro menor do que a sílaba e também domina as convenções ortográficas.
http://baudeideiasdaivanise.blogspot.com.br/2010/04/hipoteses-de-escrita.html

Infográfico mostra como pode ocorrer a transmissão de dst’s pelo beijo

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Muitas vezes o sexo oral é tido como um sexo mais seguro, por prevenir a gravidez e evitar DST’s – Doenças Sexualmente Transmissíveis. Mas o que não se leva em conta é que geralmente nos informam sobre as doenças sexualmente transmissíveis apenas de uma forma geral.
A herpes, por exemplo, aparece tanto na forma labial quanto na forma genital e pode ser transmitida pelo beijo ou durante o sexo, seja ele oral ou genital. Mas você sabia que a gonorreia também pode ser transmitida pelo beijo? 
A gonorreia, que a maioria de nós conhecíamos por ser uma DST’s transmitida pelo ato sexual de penetração pode aparecer também na forma orofaríngea (oral) e isso complica um pouco as coisas.Estudos comprovaram que o sexo oral é um alto fator de risco para transmissão de DST’s. Mesmo com o aumento da porcentagem de casais que usam a camisinha durante o sexo, apenas 17% usam preservativo durante o sexo oral, sendo essa porcentagem ainda menor no caso do sexo oral feminino. 
A gonorreia é causada por uma bactéria chamada Neisseria gonorrhoeae que atinge as mucosas do organismo. Os sintomas da orofaríngea começam a aparecer alguns dias depois do contato do sexo oral e podem incluir dificuldade de engolir e garganta inchada e avermelhada; assemelhando-se aos de uma amigdalite. Já os sintomas da gonorreia genital são mais específicos, como corrimento vaginal ou uretral e dor. 
Pode ocorrer de a gonorreia oral afetar a áera frontal da boca ou não apresentar sintoma ao todo. E disso vem a necessidade do uso do preservativo. No infográfico abaixo estão representadas as diferentes formas de transmissão dessa doença.

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Fonte: 121doc

como funciona o mundo dos garotos de programa

Outro dia uma amiga me indicou um texto sobre um assunto que, tenho certeza, muitas pessoas tem curiosidade. O texto é do Felippe Canale e nele Felippe relata como decidiu fazer programa para realizar um fetiche.

Sem papas na língua e sem preconceitos – do jeito que nós gostamos – Felippe conta como descobriu que tinha esse fetiche e como ele o realizou. Abaixo reescrevo o o texto postado por ele no site Vice.

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“Eu tinha uns 15 anos quando assisti ao filme Garotos de Programa, do cineasta Gus Van Sant, estrelado pelos atores Keanu Reeves e River Phoenix em 1991. Essa foi a primeira vez que um assunto chamou minha atenção: a vida de garotos de programa. Não sei muito bem se foi o enredo, a direção, a trilha sonora, a excentricidade dos personagens ou meu lado puto mesmo, mas sei que enquanto meus amigos queriam ser O Exterminador do Futuro, eu já almejava uma vida com sexo, psicotrópicos e festas.

Seja sincero, aproveite que ninguém está olhando e responda: você já pensou na possibilidade de ganhar a vida transando com desconhecidos ou fazer isso apenas ocasionalmente? Digo “desconhecidos” porque um amigo dificilmente iria querer pagar para gozar com você. Isso poderia comprometer suas relações e o ser humano raramente consegue separar sexo de negócios ou sexo de amizade. Se dois amigos transam é porque estão bêbados ou são jovens demais para refletirem sobre o assunto.

Antes que alguém me pergunte, não, eu nunca paguei para transar com um garoto ou garota de programa. Talvez eu seja conservador demais para isso, acabaria broxando e ainda constrangido após ter que pagar pelo “serviço” incompleto devido à minha falta de gerenciamento sexual e psicológico. Foi aí que percebi que meu fetiche não era contratar um GP, mas sim, ser um garoto de programa pelo menos uma vez na vida.

Salas de bate-papo virtuais, ruas, saunas, sites relacionados ao tema… onde eu faria este freela como GP? Depois de tanto ouvir de todo mundo que fazer ponto nas ruas não seria a melhor opção – “Cara, você vai acabar apanhando ou levando uma facada” – acabei desistindo dessa hipótese.

Você pode nunca ter pensado nisso, mas em seu colégio, faculdade, trabalho, vizinhança ou família, pode ter alguém que já tenha feito ou ainda faça programas. Mas não seja ingênuo ao imaginar que prostituição é somente o simples ato da troca de sexo por dinheiro. Há quem transe para manter o emprego, descolar VIPs ou drinks na balada e até para segurar um casamento. Quem nunca fingiu um orgasmo?

Usando e tentando me convencer sobre os argumentos acima, fui em uma sauna gay do centro de São Paulo. Paguei R$ 40,00 para entrar e ganhei um cartão magnético que funcionava de comanda para pegar bebidas e também abrir um armário numerado dentro de um vestiário. Guardei toda minha roupa lá dentro (incluindo as meias e a cueca), peguei a toalha e os chinelos que vinham guardados em um saco plástico e fui desbravar o local. Você já assistiu ao filme De Olhos Bem Fechados, do cineasta Stanley Kubrick, que mostra uma festa luxuosa com muitas pessoas lindas transando por todos os cantos? Então, a sauna não tinha nada a ver com isso e o clima era bem bagaceiro, como se todas as pessoas do metrô resolvessem se masturbar ou transar umas com as outras. Entre possíveis senhores casados e jovens solteiros, também havia alguns michês oferecendo seus serviços. No início, fiquei um pouco perdido, andando pelos corredores que levavam até salas com exibições de filmes eróticos, cabines de sexo, cantinhos escuros, diferentes tipos de saunas, banheiros e um bar. Bebi umas quatro cervejas e gozei ao me masturbar olhando toda aquela bagunça. Depois, peguei um táxi e voltei para casa exalando um forte cheiro de eucalipto, pois não estava no clima de tomar uma ducha ao lado de ninguém. “É, não foi desta vez que fiz um programa”, pensei comigo mesmo enquanto ligava o chuveiro de meu apartamento.

Confesso que tentei usar o Grindr ou Scruff, aplicativos para localizar gays em busca de sexo próximos a você, mas lá a oferta de quem deseja uma transa gratuita é tão grande que ninguém está disposto a pagar por uma foda.

A partir daí, passei a conversar sobre esta matéria com todo mundo que fosse possível e me desse mais de 5 minutos de conversa. Eu sempre dava um jeito de comentar “Ah, to escrevendo sobre michês, você conhece ou já saiu com algum?”. As reações eram as mais diversas, desde “Meu, por que faz isso?”, até “Ainda não, mas depois vou querer umas dicas suas”.  E deu certo, um amigo acabou me indicando um GP que, segundo ele, poderia me introduzir nesse meio. Apesar do trocadilho infame, foi a partir daí que eu realmente entrei de cabeça nesse universo.

O Fernando é modelo e garoto de programa há 4 anos. Ele só faz atendimentos exclusivos e cobra alto por isso, apesar de ele achar um valor totalmente compatível com o mercado. “Eu falo português, inglês e espanhol fluentemente, fiz faculdade de comunicação, teatro no Wolf Maia e sou uma ótima companhia, tanto para o sexo como para conversar. Costumo ganhar entre 7 e 12 mil reais por mês; é um bom emprego e tenho talento para isso”. Essas foram algumas de suas frases em menos de 5 minutos de conversa. Comecei a fazer as contas mentalmente, mas antes de concluir o cálculo, perguntei quantas vezes por semana ele transava. “Só uma coisa vicia mais do que sexo, o dinheiro. Eu transo quantas vezes forem necessárias e não preciso gozar em todas, quem goza é o cliente. E deixa de ser otário, nunca ouviu falar de Viagra ou Cialis? Dá um Google, veja os valores das pílulas e calcule quanto precisa cobrar pelo programa para começar a ganhar dinheiro”. Taí minha primeira consultoria mercadológica do sexo pago.


– Sou baixinho e magrelo em relação a você, será que eu conseguiria uma boa cartela de clientes?
– Acho que sim, você tem o perfil de garoto de programa; os gostos e taras são os mais diversos possíveis. Você vai ser um michê mais exótico, os magrelinhos costumam fazer sucesso. E vai com calma, sem pressão! Nem todo cliente quer só sexo, alguns só querem conversar, que você mije neles ou algo do tipo.
– Boa! Você teria algum cliente pra me indicar que não queira transar?


Dois dias depois, fui parar em uma rua do bairro de Pinheiros, em São Paulo. Eu estava ansioso e o bilhete com o endereço tremia em minha mão. Conferi o número do apartamento de meu primeiro atendimento e interfonei me anunciando como o Enzo. Escolhi este nome por achar o mais clichê possível. Subi até o 11º andar e toquei a campainha. Quem atendeu foi um senhor de uns 65 anos que usava chinelo de couro e tinha as unhas do pé bem compridas. Ele era moreno, tinha poucos cabelos e disse que eu era mais cheiroso pessoalmente do que na foto que o Fernando havia lhe enviado por e-mail. Demorei para entender a piada e ela só fez sentido quando ele começou a rir.

O combinado é que eu ficaria uma hora com ele pelo valor de 150 reais mais o táxi. Sim, precisei levar o recibo e me senti no RH de uma firma tentando ser ressarcido pela corrida do transporte. Fiquei feliz ao saber que o senhorzinho queria um jantar em sua casa, mas surpreso quando ouvi: “Antes de a gente ir à mesa, quero que você vista uma roupa da minha ex mulher, venha aqui no quarto”. Aí ele mesmo escolheu um vestido marrom de dentro do armário. Eu até olhei para um vermelho que parecia mais sensual, mas percebi que quem escolheria o look seria ele. Tirei minha roupa na frente dele e ele me ajudou a subir o zíper do vestido, quando percebi uma excitação momentânea a julgar pelo volume em suas calças. Antes que eu pensasse em sair correndo, ele segurou minha mão e fomos até a cozinha. O menu era arroz, filé de frango e brócolis. Entre uma garfada e outra, elogiei o tempero e ele disse orgulhoso que adorava cozinhar. Depois falou sobre boa parte da sua vida, antiga profissão, filhos, opiniões políticas (foi na época dos protestos contra o aumento das passagens) e me interrompia sempre que eu tentava falar. Percebi que eu estava ali somente para ouvi-lo e foi o que fiz, da maneira mais educada e simpática possível.

Assim como o Fernando havia me recomendado, fiquei atento ao relógio e avisei que nossa hora estava acabando. Perguntei se ele queria uma hora extra e a resposta foi “Não, não! Vou querer só uma hora, mas peço que você lave os pratos e talheres antes de ir embora, por favor”. Pois é, um senhorzinho bem sacana e que curte ver a pia limpa depois de uma refeição.

Assim que saí de lá, liguei para o Fernando, que me perguntou qual cor de vestido eu tinha usado. Ah, esqueci de mencionar, mas o combinado era que eu lhe daria o dinheiro do programa, afinal, o cliente era dele e a indicação serviu somente para que eu vivenciasse esta experiência. De jornalista, eu havia passado a michê e o Fernando, de GP, era agora meu gigolô.

Sabe a história de ensinar a pescar em vez de dar o peixe? Uma semana depois, fui levado por meu novo amigo gigolô até uma festa particular em um apartamento da alameda Franca, no bairro Jardins. O público era formado por clientes e garotos de programa e vi algumas pessoas que ilustram sites de fofoca ou subcelebridades circulando por ali, entre músicos, DJs, arquitetos, empresários sabe-se lá do quê e outras pessoas que são famosas por serem famosas (?) na noite paulistana.

Para falar a verdade, achei uma festa parecida com outra qualquer de algum canto da cidade, com pessoas bonitas, outras não, algumas cafonas ou interessantes. A bebida era à vontade, a playlist era ok, a fila do banheiro demorava por causa da cocaína e o público era 98% masculino. Vi só umas cinco mulheres e percebi que elas estavam lá com seus maridos ou amigos gays. Por um momento, eu me peguei pensando na piração de uma mulher que frequenta esse tipo de festa e quais os motivos que as levavam até lá.

Alguns copos de whisky depois, reparei que o Fernando já estava conversando com um possível cliente e ele acabou indo embora, me deixando sozinho. Foi aí que eu tomei um Cialis comprado algumas horas antes na farmácia por menos de R$ 80 reais. Para quem não sabe, é um comprimido vendido sem prescrição médica e que evita a tal da broxada, afinal, eu não queria falhar em meu primeiro programa. Seria decepcionante tanto para mim quanto para o cliente!

Existe um momento em toda festa em que as pessoas sorriem mais, dançam de forma descontraída e tudo parece fazer parte de um videoclipe musical. O que, em geral, acontece depois das três da manhã; você e os hedonistas a seu redor se sentem incrivelmente bonitos, confiantes e dispostos a aproveitarem a vida e a sexualidade ao máximo. “The Dog Days Are Over” é a música clichê que toca nesse momento e eu me esfrego em todos que parecem interessantes ao meu redor. Alguns caras falam algumas cretinices (quem nunca?) no meu ouvido, e retribuo umas escatologias. Uns babacas tentam passar a mão em mim, mas saio andando sorrindo como se eu fosse a pessoa mais desejada do local. É claro que o álcool contribuiu para este sentimento e quase me esqueço que estou ali para fazer uma matéria. “Ah, que matéria que nada, eu quero é me divertir e aproveitar, porra!”. Foi aí que alguém que eu mesmo abordaria me abordou:

– Topa sair daqui comigo?
– Oi?
– Qual seu nome?
– Felippe… não, é Enzo! Eu me chamo Enzo.
– Ok, tanto faz. Topa sair daqui e ir pro meu apartamento?
– Topo sim.
– Quanto você cobra?
– Eu cobro R$ 250 por hora, mas tudo depende do que você queira fazer.
– Ok, vamos embora e a gente negocia.


Entrei no elevador com um desconhecido e só na luz pude ficar analisando o estilo dele. Uns 35 anos, alto, cabelo meio grisalho raspado e uma tatuagem estilo maori no braço. Se tem um termo que eu aprendi a usar é hétero-passivo e, pela aliança na mão esquerda, ele devia fazer parte dessa tribo. A gente entrou no carro dele, ele ligou o rádio e eu elogiei a música.

– Legal, você curte The Doors também?
– Coloca o pau pra fora, deixa eu ver se vale a pena, seu puto!


A partir daí, a matéria já viraria um conto erótico (putaria pura, pois nem houve muita conversa) e essa não é minha intenção, prefiro que você tente ou não imaginar o que aconteceu depois disso. Sequer perguntei o nome dele e lhe passei um número falso quando ele pediu meu contato antes que eu fosse embora de sua casa, com o dia já amanhecendo. Aliás, ele é quem pediu para que eu fosse embora quando comecei a cochilar.

Confesso que já tive transas piores ou mais inusitadas; desta vez, não precisei fazer nenhuma loucura ou algo que considerasse bizarro. Liguei para o Fernando dizendo que iria lhe entregar o dinheiro (dava para pagar o condomínio do meu apartamento e ainda sobrava), mas ele deu um belo encerramento para minha aventura: “Pode ficar pra você, não precisa me dar a grana não. Um programa só é programa se você recebe algo em troca. Não era isso o que você queria? Só tome cuidado pra não viciar nesta vida, boa sorte!”.”

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