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terça-feira, 2 de junho de 2015

Resultado da Quina 3803, terça, 02/06/2015

Resultado da Quina 3803, terça, 02/06/2015

O resultado da Quina 3803 será divulgado em tempo real no GIGA-SENA dia 02/06/2015, terça-feira, a partir das 20:25 horas.

A Quina 3803 ocorrerá no dia 02 de junho de 2015 e o prêmio principal está estimado em R$ 500.000,00 para quem acertar o resultado da Quina 3803. Quem acertar a QUADRA com 4 números ou o TERNO com 3 números também ganha prêmio de menor valor. Se não houver nenhum ganhador com 5 números no resultado da Quina concurso 3803 o prêmio principal acumula para o próximo concurso da Quina 3804.
Os valores de cada prêmio da Quina 3803 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 3803 DATA 02/06/2015
15
32
36
38
53
 
QUINAQUADRATERNO
prêmio
0,005.370,82143,94
ganhadores
x 0x 83x 4.424
ACUMULOU!
Próximo Sorteio: 03/06/2015Prêmio Estimado: R$ 1.300.000,00
 
 
  

Sorteio da Quina 3803

O sorteio da Quina 3803 será realizado em Osasco, São Paulo, nos estúdios da Rede TV ao vivo, e o resultado da Quina 3803 será divulgado a partir das 20:25 horas no painel de resultado do GIGA-SENA.
Este horário é estimado e pode ocorrer atraso por motivo de força maior. O local usual do sorteio também poderá ser alterado pela Caixa sem aviso prévio.
O resultado da Quina é divulgado de segunda à sábado, todas as semanas. Quando feriado o sorteio é transferido para o dia seguinte. Se o dia seguinte ao feriado for um domingo o dia de transferência do sorteio da Quina passa a ser a segunda-feira.

Apostando no concurso da Quina 3803

Para apostar no concurso da Quina 3803 basta comparecer a uma Casa Lotérica e preencher seu jogo no volante de apostas que contém 80 números de 01 a 80. Em um único jogo você pode escolher entre 5 e 7 números com os respectivos custos de aposta por jogo:
  • 5 números: R$ 1,50
  • 6 números: R$ 7,50
  • 7 números: R$ 20,00
As probabilidades de acerto na Quina das apostas acima são:
ApostaQuinaQuadraTerno
5 números1 chance em 24.040.016 jogos1 em 64.1061 em 866
6 números1 chance em 4.006.669 jogos1 em 21.6571 em 445
7 números1 chance em 1.144.762 jogos1 em 9.4091 em 261
Em um único volante de apostas da Quina é possível marcar até 2 jogos. Há a opção de deixar que o sistema de apostas da Caixa escolha os números por você. Deixe o volante da Quina em branco e marque entre 1 e 8 jogos no campo SURPRESINHA.
Há também a opção TEIMOSINHA, onde você pode repetir o mesmo jogo nos próximos concursos da Quina. Basta marcar 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos.
Se desejar apostar em grupo na Quina 3803 você ainda pode fazer o Bolão CAIXA para dividir em cotas por apostador. Assim, cada apostador recebe um bilhete de apostas com todos os jogos realizados para conferência e se ganharem cada um pode retirar a sua parte no prêmio individualmente. A Caixa irá garantir que cada apostador receba a parte do prêmio a que tem direito.
O valor mínimo do Bolão da Quina 3803 é de R$ 10,00, ou seja, 7 jogos de 5 números, e cada cota não pode ser inferior a R$ 3,00 com o mínimo de 2 e máximo de 25 cotas. No volante de apostas da Quina há um campo onde se marca o número de cotas.
Você também pode comprar cotas de bolões organizados pelas próprias Casas Lotéricas onde poderá ser cobrada Tarifa de Serviço adicional de até 35% do valor de cada cota.

Aos ganhadores da Quina 3803

Caso você seja um dos ganhadores da Quina 3803 saiba que pode receber seu prêmio em qualquer casa Lotérica ou agência da Caixa se o valor do prêmio for igual ou inferior a R$ 1.868,22. Para prêmios acima deste valor somente nas agências da Caixa Econômica Federal. Após apresentar o bilhete premiado na rede bancária da Caixa, se o valor do prêmio for superior a R$ 10.000.000 (dez mil reais), é necessário aguardar 2(dois) dias para que o prêmio seja pago.
O bilhete da Quina 3803 é a única forma de comprovar sua aposta e receber o prêmio caso seus números sejam sorteados neste concurso, portanto, guarde-o em um local seguro e não se esqueça de colocar seu nome e o número de seu CPF no verso do bilhete para evitar o saque do prêmio por outra pessoa. Somente você poderá retirar o prêmio apresentando seu CPF.

Resultado da Dupla Sena 1390, terça, 02/06/2015

Resultado da Dupla Sena 1390, terça, 02/06/2015

O resultado da Dupla Sena 1390 será divulgado em tempo real no GIGA-SENA dia 02/06/2015, terça-feira, a partir das 20:10 horas direto do Caminhão da Sorte.

A Dupla Sena 1390 ocorrerá no dia 02 de junho de 2015 e o prêmio principal está estimado em R$ 7.200.000,00 para quem acertar o resultado da Dupla Sena 1390 no primeiro sorteio. Quem acertar a QUINA com 5 números ou a QUADRA com 4 números em qualquer um dos dois sorteios também ganha prêmio de menor valor. Se não houver ganhador com 6 números no resultado da Dupla Sena concurso 1390 em qualquer um dos dois sorteios o prêmio acumula para o primeiro sorteio do próximo concurso da Dupla Sena 1391.
Os valores de cada prêmio da Dupla Sena 1390 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 1390 DATA 02/06/2015
1º Sorteio
10
15
17
35
39
47
 
SENAQUINAQUADRA
prêmio
0,003.915,1388,29
ganhadores
x 0x 74x 3.125
ACUMULOU!
2º Sorteio
01
10
17
29
40
42
SENAQUINAQUADRA
0,006.035,81111,52
x 0x 48x 2.474
ACUMULOU!
Próximo Sorteio: 05/06/2015Prêmio Estimado: R$ 8.000.000,00
 
 
  

Sorteio da Dupla Sena 1390

O sorteio da Dupla Sena 1390 será realizado no Caminhão da Sorte em Piquerobi, São Paulo, Praça da Matriz, e o resultado da Dupla Sena 1390 será divulgado a partir das 20:10 horas no painel de resultado do GIGA-SENA. Este horário é estimado e pode ocorrer atraso por motivo de força maior. O local usual do sorteio também poderá ser alterado pela Caixa sem aviso prévio.
O resultado da Dupla Sena é divulgado na terça-feira e na sexta-feira, todas as semanas. Quando feriado o sorteio é transferido para o dia seguinte.

Apostando no concurso da Dupla Sena 1390

Para apostar no concurso da Dupla Sena 1390 basta comparecer a uma Casa Lotérica e preencher seu jogo no volante de apostas que contém 50 números de 01 a 50. Com um único jogo você concorre aos dois sorteios do concurso e pode escolher entre 6 e 15 números com os respectivos custos de aposta por jogo:
  • 06 números: R$ 2,00
  • 07 números: R$ 14,00
  • 08 números: R$ 56,00
  • 09 números: R$ 168,00
  • 10 números: R$ 420,00
  • 11 números: R$ 924,00
  • 12 números: R$ 1.848,00
  • 13 números: R$ 3.432,00
  • 14 números: R$ 6.006,00
  • 15 números: R$ 10.010,00
As probabilidades de acerto das apostas acima são:
ApostaSENAQUINAQUADRA
06 números1 chance em 15.890.700 de jogos1 em 60.1921 em 1.120
07 números1 chance em 2.270.100 jogos1 em 17.5971 em 502
08 números1 chance em 567.525 jogos1 em 6.7561 em 263
09 números1 chance em 189.175 jogos1 em 3.0761 em 153
10 números1 chance em 75.670 jogos1 em 1.5761 em 97
11 números1 chance em 34.395 jogos1 em 8811 em 64
12 números1 chance em 17.197 jogos1 em 5281 em 45
13 números1 chance em 9.260 jogos1 em 3331 em 33
14 números1 chance em 5.291 jogos1 em 2201 em 25
15 números1 chance em 3.174 jogos1 em 1511 em 19
Em um único volante de apostas da Dupla Sena é possível marcar até 3 jogos. Há a opção de deixar que o sistema de apostas da Caixa escolha os números por você. Deixe o volante da Dupla Sena em branco e marque entre 1 e 7 jogos no campo SURPRESINHA.
Há também a opção TEIMOSINHA, onde você pode repetir o mesmo jogo nos próximos concursos da Dupla Sena. Basta marcar 2, 4 ou 8 concursos.
Se desejar apostar em grupo na Dupla Sena 1390 você ainda pode fazer o Bolão CAIXA para dividir em cotas por apostador. Assim, cada apostador recebe um bilhete de apostas com todos os jogos realizados para conferência e se ganharem cada um pode retirar a sua parte no prêmio individualmente. A Caixa irá garantir que cada apostador receba a parte do prêmio a que tem direito.
O valor mínimo do Bolão da Dupla Sena 1390 é de R$ 10,00, ou seja, 5 jogos de 6 números, e cada cota não pode ser inferior a R$ 2,00 com o mínimo de 2 e máximo de 50 cotas. No volante de apostas da Dupla Sena há um campo onde se marca o número de cotas.
Você também pode comprar cotas de bolões organizados pelas próprias Casas Lotéricas onde poderá ser cobrada Tarifa de Serviço adicional de até 35% do valor de cada cota.

Aos ganhadores da Dupla Sena 1390

Caso você seja um dos ganhadores da Dupla Sena 1390 saiba que pode receber seu prêmio em qualquer casa Lotérica ou agência da Caixa se o valor do prêmio for igual ou inferior a R$ 1.868,22. Para prêmios acima deste valor somente nas agências da Caixa Econômica Federal. Após apresentar o bilhete premiado na rede bancária da Caixa, se o valor do prêmio for superior a R$ 10.000.000 (dez mil reais), é necessário aguardar 2(dois) dias para que o prêmio seja pago.
O bilhete da Dupla Sena 1390 é a única forma de comprovar sua aposta e receber o prêmio caso seus números sejam sorteados neste concurso, portanto, guarde-o em um local seguro e não se esqueça de colocar seu nome e o número de seu CPF no verso do bilhete para evitar o saque do prêmio por outra pessoa. Somente você poderá retirar o prêmio apresentando seu CPF.

Resultado da Timemania 733, terça, 02/06/2015

Resultado da Timemania 733, terça, 02/06/2015

O resultado da Timemania 733 será divulgado em tempo real no GIGA-SENA dia 02/06/2015, terça-feira, a partir das 20:15 horas direto do Caminhão da Sorte.

A Timemania 733 ocorrerá no dia 02 de junho de 2015 e o prêmio principal está estimado em R$ 3.100.000,00 para quem acertar o resultado da Timemania 733. Quem acertar 6, 5, 4 ou 3 números, ou o Time do Coração, também ganha prêmio de menor valor. Se não houver nenhum ganhador com 7 números no resultado da Timemania concurso 733 o prêmio principal acumula para o próximo concurso da Timemania 734.
Os valores de cada prêmio da Timemania 733 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 733 DATA 02/06/2015
11
13
36
43
56
59
77
Time do Coração
PARANÁ/PR
 
7 acertos6 acertos5 acertos4 acertos3 acertosTime
prêmio
0,0016.289,27649,406,002,005,00
ganhadores
x 0x 6x 215x 3.702x 34.551x 7.005
ACUMULOU!
Próximo Sorteio: 06/06/2015Prêmio Estimado: R$ 3.300.000,00
 
 
  

Sorteio da Timemania 733

O sorteio da Timemania 733 será realizado no Caminhão da Sorte em Piquerobi, São Paulo, Praça da Matriz, e o resultado da Timemania 733 será divulgado a partir das 20:15 horas no painel de resultado do GIGA-SENA. Este horário é estimado e pode ocorrer atraso por motivo de força maior. O local usual do sorteio também poderá ser alterado pela Caixa sem aviso prévio.
O resultado da Timemania é divulgado na terça-feira, quinta-feira e sábado, todas as semanas. Quando feriado, o sorteio é transferido para o dia seguinte.

Sobre a premiação na Timemania

Os valores dos prêmios para quem acertar 3 ou 4 números, ou o Time do Coração, são fixos:
  • 3 números: R$ 2,00
  • 4 números: R$ 6,00
  • Time do Coração: R$ 5,00
Somente após definido o valor total dos prêmios fixos é que os prêmios para quem acertar 5, 6 ou 7 números são apurados pela Caixa. Deste valor a Timemania acumula 10% da premiação dos concursos de final 1, 2, 3 e 4 para o prêmio principal do concurso de final 5 e o mesmo percentual da premiação dos concursos de final 6, 7, 8 e 9 para o prêmio principal do concurso de final 0.

Apostando no concurso da Timemania 733

Para apostar no concurso da Timemania 733 basta comparecer a uma Casa Lotérica e preencher seu jogo no volante de apostas que contém 80 números de 01 a 80 e 80 Times de Futebol. Em um jogo você deve escolher 10 números e um Time de Futebol ao custo de R$ 2,00 a aposta. As probabilidades de acerto são:
7 Acertos6 Acertos5 Acertos4 Acertos3 AcertosTime do Coração
1 chance em 26.472.637 jogos1 em 216.1031 em 5.2201 em 2761 em 291 em 80
Em um volante de apostas da Timemania você marca apenas 1 jogo. Há a opção de deixar que o sistema de apostas da Caixa escolha os números por você. Deixe o volante da Timemania em branco e marque entre 1 e 9 jogos no campo SURPRESINHA.
Há também a opção TEIMOSINHA, onde você pode repetir o mesmo jogo nos próximos concursos da Timemania. Basta marcar 2 ou 4 concursos.

Aos ganhadores da Timemania 733

Caso você seja um dos ganhadores da Timemania 733 saiba que pode receber seu prêmio em qualquer casa Lotérica ou agência da Caixa se o valor do prêmio for igual ou inferior a R$ 1.868,22. Para prêmios acima deste valor somente nas agências da Caixa Econômica Federal. Após apresentar o bilhete premiado na rede bancária da Caixa, se o valor do prêmio for superior a R$ 10.000.000 (dez mil reais), é necessário aguardar 2(dois) dias para que o prêmio seja pago.
O bilhete da Timemania 733 é a única forma de comprovar sua aposta e receber o prêmio caso seus números sejam sorteados neste concurso, portanto, guarde-o em um local seguro e não se esqueça de colocar seu nome e o número de seu CPF no verso do bilhete para evitar o saque do prêmio por outra pessoa. Somente você poderá retirar o prêmio apresentando seu CPF.

Sobre a realização do sorteio e divulgação do resultado

O GIGA-SENA não é responsável pela realização do sorteio da Timemania 733. Nosso trabalho se restringe apenas a divulgação do resultado da Timemania 733 da melhor forma e no menor tempo possível utilizando a melhor tecnologia disponível. Embora nosso sistema de divulgação do resultado da Timemania 733 esteja sincronizado com o sistema de resultados das Loterias da Caixa Econômica Federal e a maior parte do processo seja automatizada, pode haver falha na transmissão de dados resultando na apresentação de resultado parcial ou incorreto. Portanto, recomendamos que guarde seu bilhete e o confira posteriormente em uma casa Lotérica para se certificar de que o resultado da Timemania 733 não foi retificado.

Corpus Christi -- A Festa de Corpus Christi

Corpus Christi  -- A Festa de Corpus Christi
Sua origem está ligada a um milagre acontecido na Idade Média. O sacerdote Pedro de Praga fazia peregrinação indo à Roma. Nessa viagem, parou para pernoitar na vila Bolsena, não longe de Roma e se hospedou na Igreja de Santa Catarina.
Na manhã seguinte, foi celebrar uma missa e pediu ao Senhor que tirasse as dúvidas que ele tinha em acreditar que Jesus estava presente na Eucaristia.
Era difícil para ele acreditar que no pão e no vinho, estava o corpo de cristo. Na hora em que ergueu a hóstia, esta começou a sangrar (sangue vivo).
Corpus Christi
Ele assustado, embrulhou a hóstia e voltou à sacristia e avisou o que estava acontecendo. O sangue escorria, sujando todo o chão no qual apareciam vários pingos. Isso foi informado ao Papa Urbano IV, que estava em Orvieto, que mandou um bispo a essa vila verificar a veracidade de tal fato. O bispo viu que a hóstia sangrava e o chão, o altar e o corporal (toalha branca do altar) estavam todos manchados de sangue.
O bispo pegou as provas do milagre e voltou para mostrar ao Papa. O Papa, entretanto, sentia algo estranho e resolveu ir ao encontro do bispo. As carruagens se encontraram na Ponta do Sol e o Papa desceu de sua carruagem e ao ver todas as provas do milagre, ajoelhou-se no chão e se dobrou sobre aquela hóstia sangrando e exclamou: "Corpus Christ (Corpo de Cristo)!"
Até hoje, ainda existem essas provas do acontecido. Ai começou a ser celebrado o dia de Corpus Christi e todos passaram a acreditar que Jesus está presente na hóstia consagrada. Fizeram então, pela 1ª vez a procissão com o Cristo passando pela cidade e até hoje esse ritual acontece.
Para acreditar tudo depende da nossa fé.
Isso é um MISTÉRIO DA FÉ. Corpus Christi é Jesus presente na hóstia consagrada em corpo, sangue, alma e divindade. Ninguém vê Jesus na hóstia, mas acreditamos pela nossa fé
Em 1264, o papa Urbano IV através da Bula Papal "Trasnsiturus de hoc mundo" , estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a Santo Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração.
Fonte: www.cot.org.br
Corpus Christi

CELEBRANDO CORPUS CHRISTI 
Deus vivo nas estradas da humanidade.

Começando o diálogo... a festa dentro da fé cristã...
A festa de Corpus Christi dentro do ano litúrgico cristão se insere no ciclo do tempo comum e faz parte do grupo das quatro grandes festas do Senhor, quer sejam a Santíssima Trindade, Corpus Christi, Sagrado Coração de Jesus e Cristo Rei. São celebradas com o título de solenidade dentro das celebrações eucarísticas. Diferentemente das demais festas cristológicas e marianas que se relacionam e dependem do núcleo central do mistério pascal, estas solenidades completam e explicitam o mistério pascal da fé cristã.
A festa de Corpus Christi surge no horizonte das práticas litúrgicas com o objetivo de realçar um dado da fé católica, buscando apoiar a fé da Igreja, para superar os conflitos internos como as heresias, mas também a necessidade de divulgar e popularizar alguns dogmas.
A festa de Corpus Christi é uma resposta à devoção popular da eucaristia e manifesta a unidade da comunidade ao redor de Jesus Cristo. A partir da ação divina – a encarnação, da qual a eucaristia é uma manifestação – revela que Deus está no meio do seu povo e caminha por suas veredas.
A validade atual desta solenidade cristã não consiste na apologia católica contra outros grupos religiosos cristãos, mas na manifestação da fé na presença real de Jesus Cristo na Eucaristia e, a partir disso, a solidariedade de Deus com a humanidade.
Um pouco de história
A solenidade de Corpus Christi tem uma data específica dentro do calendário romano. Trata-se de uma data móvel (sem data fixa no calendário solar) que acontece na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade. Esta, por sua vez, vem celebrada no domingo após a Festa de Pentecostes. É antes de tudo uma “festa teológica”. Isso quer dizer que não se refere a um evento histórico, mas exalta a profissão de fé na presença real de Jesus Cristo na eucaristia.
Sua está no movimento eucarístico da Idade Média, que realçava a presença real do Cristo nas espécies consagradas. Visa aprofundar e divulgar o mistério eucarístico da transubstanciação. Aparece, neste período, o gesto ritual de elevar a hóstia após a sua consagração, na celebração eucarística.
Aos poucos vai se desenvolvendo o ritual e o conteúdo desta festa, que, já na Idade Média, se torna oficial para toda a igreja. Assim, a eucaristia se apresenta como sacrifício e refeição.
Após o Concílio de Trento (século XVI), a Festa de Corpus Christi vai ser muito difundida, como afirmação da catolicidade dos povos fiéis à Igreja Romana e vai ganhar muita festividade e fervor, presentes nas procissões, nas vestimentas sofisticadas, nos pujantes tapetes folclóricos e nas ritualidades fascinantes. A contra-reforma católica vai propagar – dentro da liturgia barroca do século XVII e XVIII – a devoção à presença real de Cristo nas espécies do pão e do vinho.
A festa do Corpo de Cristo torna-se no missal romano atual a Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo.
Existe uma relação teológica entre esta solenidade e a instituição da eucaristia celebrada na Quinta-feira Santa. Não se trata de uma festa duplicada, pois a última ceia está dentro do tríduo sagrado e se insere no mistério da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Por sua vez, esta solenidade se presta à celebração mais específica do mistério eucarístico.
Hoje, em tempos de grande propagação de movimentos religiosos não católicos, a celebração de Corpus Christi, bem como seus momentos de adoração eucarística tornam-se mais divulgados, como força apologética, certamente, mas também como reflorescimento da devoção eucarística, presentes na piedade cristã.
Compreender a teologia da festa.
Muitos cristãos não compreendem o significado teológico desta festa e acabam por atribuir-lhe um significado mágico ou meramente devocional. Além disso, esta festa exige necessariamente a profissão de fé na presença real de Jesus na Eucaristia, que confirma a presença de Deus na vida humana e sua participação na história do mundo. Destacamos as três dimensões desta solenidade:
a. o passado , como representação memorial do mistério pascal, é o verdadeiro sacrifício de Cristo e sua auto-doação à humanidade, seu serviço sacerdotal ao mundo;
b. o presente , como sacramento da unidade do universo com Cristo e dos seres humanos entre si, atualiza a ação salvífica de Cristo e inaugura a fraternidade e solidariedade entre os povos;
c. o futuro , como prefiguração da nova história, é a sua transformação em Reino de Deus e a divinização da humanidade, transformada num único povo.
Concluindo , podemos afirmar que a celebração representa a dimensão de ceia, partilha e convivência de irmãos e irmãs congregados pela fé. A dimensão sacrificial celebra o Cristo, como Cordeiro de Deus, que oferta sua vida para expiação dos pecados da humanidade, derramando seu sangue em favor da redenção da humanidade. A valorização exacerbada desta dimensão pode provocar um devocionalismo superficial e magicista da celebração. Do mesmo modo, o acento unidimensional do aspecto da refeição pode negar o aspecto da presença divina na Eucaristia e relegar o culto à única dimensão de reunião fraterna. Os dois aspectos, harmonizados e complementares constituem o verdadeiro significado desta solenidade.
O que nos diz a mensagem bíblica desta solenidade...
Os textos bíblicos apresentam no ciclo dos três anos (ciclos A, B e C) o sentido da eucaristia, como dom de Deus ao seu povo a caminho rumo à libertação. A liturgia do Ano A, destaca a relação entre o dom do maná no deserto, oferecido como alimento para a caminhada do povo (Dt 8,2-3.14-16a) e o corpo de Cristo, oferecido como pão vivo, que desceu do céu, para a salvação e libertação de toda a humanidade (Jo 6,51-59).
No Ano B são relacionadas as duas alianças bíblicas. A última ceia como instituição do mistério eucarístico para a vida da comunidade dos fiéis (Mc 14,12-16.22-26) é descrita a partir da aliança do Sinai, simbolizada no sangue que Moisés asperge sobre o povo (Ex 24,3-8).
O Ano C reflete a relação mais vivencial do mistério eucarístico, unindo sua mensagem ao milagre da multiplicação dos pães (Lc 9,11b-17) e relaciona o sacerdócio de Jesus que abençoa e partilha o pão, com o sacerdócio vétero-testamentário de Melquisedec, que oferece o pão e o vinho. Existe uma referência muito clara entre os dois personagens na sua ação sacerdotal em favor do povo, sobretudo dos pobres, com os quais o pão é partilhado.
Em todos os textos bíblicos da celebração desta solenidade, destacam-se a presença de Deus nos alimentos do pão e do venho, bem como a participação de Deus na história humana. Confirmam-se, portanto, a ação sacerdotal de Jesus Cristo em favor dos povos e a doação de Deus aos pobres, sofredores e todos os povos.
Caminhando nas ruas...
São belíssimas e formosas as procissões de ruas, que se realizam em nossas comunidades. Algumas são muito famosas e vale a pena visitar e participar destes eventos, que manifestam a grande religiosidade popular. Antes de tudo, manifestam a devoção do povo à Eucaristia, mas revela também a alma mística de nossas comunidades, que quer se comunicar com Deus por meio de seus ritos.
Com a liturgia barroca, a partir do século XVII, esta procissão se tornou um cortejo triunfal de ação de graças, visando também representar de modo apologético, o mistério eucarístico perante os cristãos não católicos, especialmente os protestantes.
O sentido teológico mais atual desta celebração, com a reforma litúrgica do Concílio Vaticano II, é a unidade do povo ao redor do seu Senhor, presente na eucaristia, sua força na caminhada do povo em marcha e o compromisso com os irmãos mais sofridos de nossa sociedade.
Uma palavra final....
A celebração de Corpus Christi tem assumido dimensões muito solenes na vida litúrgica nos últimos tempos. Algumas vezes, revelam um grande devocionismo e isto deve ser trabalhado com delicadeza. Corre-se o risco de exacerbar os elementos míticos e criar uma relação fascinada entre o fiel e a “hóstia sagrada”, deteriorando o sentido social e da partilha do ritual eucarístico. Deve-se cuidar para que o “Corpus Christi” seja a manifestação da fé do povo que crê num Deus onipresente na história e presente em nossas vidas, profetizando a fraternidade universal e a unidade cósmica. Cristo está vivo e o seu corpo é uma forma de sua presença ser real entre nós. Isso nos deve levar ao compromisso verdadeiro, pois ninguém revela melhor o Pai, senão o Cristo e não há melhor revelação de Cristo que a vida dos irmãos e irmãs, sobretudo os que sofrem.
Adoremos o “Corpus Christi” e manifestemos essa adoração na solidariedade com seus preferidos, os pobres desta terra.
Fonte: www.achiropita.org.br
Corpus Christi

Entenda esta data!

A celebração do Corpo e Sangue de Cristo é igualmente partilha, solidariedade. Assim, em tempos de fome, de desigualdade social, de injustiças, guerras e tanta violência, a data é também uma excelente oportunidade para todos os brasileiros, cristãos ou não, atentarem para as necessidades das pessoas menos favorecidas.
Corpus Christi
Corpus Christi
É fato. "A Eucaristia não parece ocupar sempre o lugar que lhe cabe no itinerário cristão de numerosos batizados", lamenta Marie-Thérèse Nadeau, autora de Eucaristia - Memória e presença do Senhor. Despertar para a importância desse sacramento entre os cristãos tem sido um dos grandes desafios da Igreja, afinal, a Eucaristia se constitui a fonte e o cume da vida da cristã e torna-se mais que uma celebração ritual do cristianismo.

E não há momento mais oportuno para falar do tema do que nesta aproximação da festa de Corpus Christi, próximo feriado nacional. A Igreja Católica celebra a presença de Cristo na Eucaristia, no pão e no vinho que o sacerdote consagra para se tornar o corpo e o sangue de Cristo. "A Eucaristia é um mistério de síntese da vida de Cristo e da Igreja, um sinal da nova e definitiva comunhão entre a humanidade e Deus. É considerado o mais importante dos sacramentos, de onde saem e para onde se dirigem todos os demais, centro da vida litúrgica, expressão e alimento da vida e da comunhão cristã", explica Padre Antonio Francisco Lelo.

A festa de Corpus Christi, expressão latina que significa "Corpo de Cristo", foi instituída pelo Papa Urbano IV, em 11 de agosto de 1264. "Mas se tornou realmente popular a partir de sua confirmação, feita pelo Papa Clemente V, em 1311-1312", destaca Marie-Thérèse. É celebrada sempre na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade. Isso porque, segundo os evangelhos sinóticos, a instituição da eucaristia se deu na noite de quinta-feira santa, na qual Jesus celebrou com seus apóstolos a ceia pascal e instituiu o memorial de sua paixão e morte, fatos que se concretizariam no dia seguinte.

No Brasil, a festa de Corpus Christi chegou com os colonizadores portugueses e espanhóis e, inicialmente, tinha uma conotação político-religiosa, pois, dias antes das procissões, as câmaras municipais exigiam que as casas de moradia e de comércio fossem enfeitadas com folhas e flores. Participavam do ato membros de todas as classes sociais, incluindo escravos e militares.

Criatividade e partilha
Em várias regiões do País, e até no exterior, as procissões marcam a festa de Corpus Christi. O líder da Igreja local percorre as ruas levando o Santíssimo Sacramento no ostensório. É comum, os fiéis ornamentarem as ruas com coloridos tapetes feitos de flores, vidro moído, serragem ou materiais como papel, papelão, latinhas de bebidas, isopor, etc. Nos tapetes, são reproduzidas figuras de Jesus, do cálice da Ceia e da Virgem Maria.
"Rica em simbologias, a Eucaristia é, primeiro, a presença real de Cristo; segundo, o sinal da unidade da Igreja; e, por último, tendo o pão como símbolo, significa, igualmente, partilha", explica Padre Lelo. Em tempos de fome, de desigualdade social e de injustiças, a celebração de Corpus Christi é oportunidade para todos os brasileiros, cristãos ou não, atentarem para as necessidades das pessoas menos favorecidas.

'É saboreando o pão e o vinho, assimilando em nosso ser o gesto da doação e da partilha, que entramos em comunhão com Jesus Cristo em sua páscoa e somos enviados em missão", recomenda Ione Buyst, autora de Pão e vinho para nossa ceia com o Senhor. E acrescenta: o pão eucarístico nos é dado para que sejamos juntos um só corpo em Cristo e vivamos a caridade fraterna, também fora da celebração."

Valter Maurício Goedert, em seu livro Eucaristia - Pão para a vida do mundo, endossa: "A celebração da Eucaristia amplia os horizontes mesquinhos de vivência cristã, torna-nos co-responsáveis pela construção de um mundo mais solidário, faz-nos avançar para as águas mais profundas do amor a Deus e aos irmãos. A comunhão com Cristo conduz à convivência fraterna com as pessoas, com a natureza, com toda a criação."
Fonte: www.paulinas.org.br
Corpus Christi

História da Solenidade do Corpus Christi

A Solenidade Litúrgica do Corpo e Sangue de Cristo, conhecida popularmente como “Corpus Christi”, começou a ser celebrada há mais de sete séculos e meio, em 1246, na cidade belga de Liège, tendo sido alargada à Igreja universal pelo Papa Urbano IV através da bula “Transiturus”, em 1264, dotando-a de missa e ofício próprios.
Em 1311 e em 1317 foi novamente recomendada pelo Concílio de Vienne (França) e pelo Papa João XXII, respectivamente. Nos primeiros séculos, a Eucaristia era adorada publicamente, mas só durante o tempo da missa e da comunhão. A conservação da hóstia consagrada fora prevista, originalmente, para levar a comunhão aos doentes e ausentes.
Só durante a Idade Média se regista, no Ocidente, um culto dirigido mais deliberadamente à presença eucarística, dando maior relevo à adoração. No século XII é introduzido um novo rito na celebração da Missa: a elevação da hóstia consagrada, no momento da consagração. No século XIII, a adoração da hóstia desenvolve-se fora da missa e aumenta a afluência popular à procissão do Santíssimo Sacramento. A procissão do Corpo e Sangue de Cristo é, neste contexto, a última da série, mas com o passar dos anos tornou-se a mais importante.
Do desejo primitivo de “ver a hóstia” passou-se para uma festa da realeza de Cristo, na “Chirstianitas” medieval, em que a presença do Senhor bendiz a cidade e os homens.
A “comemoração mais célebre e solene do Sacramento memorial da Missa” (Urbano IV) recebeu várias denominações ao longo dos séculos: festa do Santíssimo Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo; festa da Eucaristia; festa do Corpo de Cristo. Hoje denomina-se solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, tendo desaparecido a festa litúrgica do “Preciosíssimo Sangue”, a 1 de Julho.
A procissão com o Santíssimo Sacramento é recomendada pelo Código de Direito Canónico, no qual se refere que “onde, a juízo do Bispo diocesano, for possível, para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia faça-se uma procissão pelas vias públicas, sobretudo na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo” (cân 944, §1).
Detalhando o início da Solenidade
Primeiras devoções
No final do século XIII surgiu em Lieja, Bélgica, um Movimento Eucarístico cujo centro foi a Abadia de Cornillon fundada em 1124 pelo Bispo Albero de Lieja. Este movimento deu origem a vários costumes eucarísticos, como por exemplo a Exposição e Bênção do Santíssimo Sacramento, o uso dos sinos durante a elevação na Missa e a festa do Corpus Christi.
Santa Julinana
Santa Juliana de Mont Cornillon, naquela época priora da Abadia, foi a enviada de Deus para propiciar esta Festa. A santa nasceu em Retines perto de Liège, Bélgica em 1193. Ficou órfã muito pequena e foi educada pelas freiras Agostinas em Mont Cornillon. Quando cresceu, fez sua profissão religiosa e mais tarde foi superiora de sua comunidade. Morreu em 5 de abril de 1258, na casa das monjas Cistercienses em Fosses e foi enterrada em Villiers.
Desde jovem, Santa Juliana teve uma grande veneração ao Santíssimo Sacramento. E sempre esperava que se tivesse uma festa especial em sua honra. Este desejo se diz ter intensificado por uma visão que teve da Igreja que significaria a ausência dessa solenidade.
Juliana comunicou estas aparições a Dom Roberto de Thorete, o então bispo de Lieja, também ao douto Dominico Hugh, mais tarde cardeal legado dos Países Baixos e Jacques Pantaleón, nessa época arquidiácono de Lieja, mais tarde ao Papa Urbano IV.
As primeiras festas locais
O bispo Roberto ficou impressionado e, como nesse tempo os bispos tinham o direito de ordenar festas para suas dioceses, em 1246 ordenou que a celebração fosse feita no ano seguinte, ao mesmo tempo o Papa ordenou, que um monge de nome João escrevesse o ofício para essa ocasião. O decreto está preservado em Binterim (Denkwürdigkeiten, V.I. 276), junto com algumas partes do ofício.
Dom Roberto não viveu para ser a realização de sua ordem, já que morreu em 16 de outubro de 1246, mas a festa foi celebrada pela primeira vez no ano seguinte a quinta-feira posterior à festa da Santíssima Trindade. Mais tarde um bispo alemão conheceu os costume e a o estendeu por toda a atual Alemanha.
Milagres motivadores
O Papa Urbano IV, naquela época, tinha a corte em Orvieto, um pouco ao norte de Roma. Muito perto desta localidade está Bolsena, onde em 1263 ou 1264 aconteceu o Milagre de Bolsena: um sacerdote que celebrava a Santa Missa teve dúvidas de que a Consagração fosse algo real, no momento de partir a Sagrada Forma, viu sair dela sangue do qual foi se empapando em seguida o corporal. A venerada relíquia foi levada em procissão a Orvieto em 19 junho de 1264. Hoje se conservam os corporais - onde se apóia o cálice e a patena durante a Missa - em Orvieto, e também se pode ver a pedra do altar em Bolsena, manchada de sangue.
A Proclamação da Solenidade
O Santo Padre movido pelo prodígio, e a petição de vários bispos, faz com que se estenda a festa do Corpus Christi a toda a Igreja por meio da bula "Transiturus" de 8 setembro do mesmo ano, fixando-a para a quinta-feira depois da oitava de Pentecostes e outorgando muitas indulgências a todos que asistirem a Santa Missa e o ofício.
Em seguida, segundo alguns biógrafos, o Papa Urbano IV encarregou um ofício a São Boaventura e a Santo Tomás de Aquino; quando o Pontífice começou a ler em voz alta o ofício feito por Santo Tomás, São Boa-ventura foi rasgando o seu em pedaços.
A morte do Papa Urbano IV (em 2 de outubro de 1264), um pouco depois da publicação do decreto, prejudicou a difusão da festa. Mas o Papa Clemente V tomou o assunto em suas mãos e, no concílio geral de Viena (1311), ordenou mais uma vez a adoção desta festa. Em 1317 é promulgada uma recompilação de leis - por João XXII - e assim a festa é estendida a toda a Igreja.
Nenhum dos decretos fala da procissão com o Santíssimo como um aspecto da celebração. Porém estas procissões foram dotadas de indulgências pelos Papas Martinho V e Eugênio IV, e se fizeram bastante comuns a partir do século XIV.
A festa foi aceita em Cologne em 1306; em Worms a adotaram em 1315; em Strasburg em 1316. Na Inglaterra foi introduzida da Bélgica entre 1320 e 1325. Nos Estados Unidos e nos outros países a solenidade era celebrada no domingo depois do domingo da Santíssima Trindade.
Na Igreja grega a festa de Corpus Christi é conhecida nos calendários dos sírios, armênios, coptos, melquitas e os rutínios da Galícia, Calábria e Sicília.
Finalmente, o Concílio de Trento declara que muito piedosa e religiosamente foi introduzida na Igreja de Deus o costume, que todos os anos, determinado dia festivo, seja celebrado este excelso e venerável sacramento com singular veneração e solenidade; e reverente e honorificamente seja levado em procissão pelas ruas e lugares públicos. Nisto os cristãos expressam sua gratidão e memória por tão inefável e verdadeiramente divino benefício, pelo qual se faz novamente presente a vitória e triunfo sobre a morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Fonte: www.comshalom.org
Corpus Christi

Por quê celebramos?

Neste dia recordamos a instituição da Eucaristia, na Quinta-feira Santa, durante a Última Ceia: Jesus transformou o pão e o vinho em seu Corpo e Sangue.
É uma festa muito importante porque a Eucaristia é o maior presente que Deus nos deu, movido pelo desejo de ficar conosco depois da Ascensão.
Corpus Christi

Origem da festa

Deus propiciou esta festa através de Santa Juliana de Mont Cornillon. A santa nasceu em Retines, perto de Liège, Bélgica, em 1193. Órfã desde pequena e educada pelas freiras agustinianas em Mont Cornillon, ela cresceu, fez a profissão religiosa e mais tarde foi superiora de sua comunidade. Por causa de intrigas, teve que ir embora do convento. Morreu em 5 de abril de 1258, na casa das freiras cistercienses em Fosses, e foi enterrada em Villiers.
Juliana, desde jovem, teve uma grande veneração pelo Santíssimo Sacramento e sempre desejava que existisse uma festa especial em sua honra. Este desejo, diz-se, foi intensificado por uma visão que ela teve da Igreja sob a aparência de lua cheia, com uma mancha negra, que significava a ausência desta solenidade.
Ela manifestou suas idéias a Roberto de Thorete, então bispo de Liège, e ao douto Dominico Hugh, mais tarde cardeal legado dos Países Baixos; a Jacques Pantaleón, arquidiácono de Liège e depois bispo de Verdum, ao Patriarca de Jerusalém e finalmente ao Papa Urbano IV.
O bispo Roberto se impressionou favoravelmente e, como naquele tempo os bispos tinham o direito de ordenar festas para as suas dioceses, invocou um sínodo em 1246 e ordenou que a celebração se realizasse no ano seguinte. Também o Papa ordenou que um monge chamado João escrevesse o ofício para essa ocasião. O decreto se mantém preservado em Binterim (Denkwürdigkeiten, V.I. 276), junto com algumas partes do oficio.
O bispo Roberto não viveu para ver a realização de sua ordem, já que morreu em 16 de outubro de 1246, mas a festa foi celebrada pela primeira vez pelos cânones de São Martim em Liège. Jacques Pantaleón chegou a ser Papa no dia 29 de agosto de 1261.
A ermitã Eva, com quem Juliana tinha passado um tempo e que também era fervente adoradora da Santa Eucaristia, insistiu com Henrique de Guelders, bispo de Liège, para pedir ao Papa que extendesse a celebração ao mundo inteiro.
Urbano IV, sempre admirador desta festa, publicou a bula "Transiturus" em 8 de setembro de 1264, na qual, depois de louvar o amor de nosso Salvador manifestado na Santa Eucaristia, ordenou que fosse celebrada a solenidade de "Corpus Christi" na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, outorgando ao mesmo tempo muitas indulgências a todos os fiéis que assistissem à santa misa e ao ofício.
Este ofício, composto pelo Doutor Angélico Santo Tomás de Aquino a pedido do Papa, é um dos mais belos do breviário romano, e foi admirado até mesmo por protestantes.
A morte do Papa Urbano IV (2 de outubro de 1264), pouco depois da publicação do decreto, obstaculizou a difusão da festa. Mas o Papa Clemente V tomou o assunto em mãos e, no Concílio Geral de Viena (1311), ordenou mais uma vez a adoção da festa. Publicou um novo decreto incorporando o de Urbano IV. João XXII, sucessor de Clemente V, instou a sua observância.
Nenhum dos decretos fala da procissão com o Santíssimo como um aspecto da celebração. No entanto, essas procissões foram dotadas de indulgências pelos Papas Martim V e Eugênio IV e se tornaram bastante comuns a partir do século XIV.
A festa foi aceita em Cologne em 1306; em Worms foi adotada em 1315; em Strasburg em 1316. Na Inglaterra, foi introduzida da Bélgica entre 1320 e 1325. Nos Estados Unidos e em outros países, a solenidade é celebrada no domingo seguinte ao da Santíssima Trindade.
Na Igreja grega, a festa de Corpus Christi é conhecida nos calendários dos sírios, armênios, coptas, melquitas e rutínios da Galícia, Calábria e Sicília.
O Concílio de Trento declara que, muito piedosa e religiosamente, foi introduzido na Igreja de Deus o costume de que todos os anos, em determinado dia festivo, se celebre este excelso e venerável sacramento com singular veneração e solenidade, e, reverente e honorificamente, seja levado em procissão pelas ruas e lugares públicos.
Nisto, os cristãos testemunham a sua gratidão e a lembrança de tão inefável e verdadeiramente divino beneficio, por meio do qual se torna presente de novo a vitória, o triunfo sobre a morte e a ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Fonte: es.catholic.net
Corpus Christi
A Igreja celebra Corpus Christi (Corpo de Deus) como festa de contemplação, adoração e exaltação, onde os fiéis se unem em torno de sua herança mais preciosa deixada por Cristo, o Sacramento da sua própria presença.
A solenidade do Corpo de Deus remonta o século XII, quando foi instituída pelo Papa Urbano IV em 1264, através da bula “Transiturus”, que prescreveu esta solenidade para toda a Igreja Universal.
Corpus Christi
Corpus Christi
A origem da festa deu-se por um fato extraordinário ocorrido ao ano de 1247, na Diocese de Liége – Bélgica. Santa Juliana de Cornillon, uma monja agostiniana, teve consecutivas visões de um astro semelhante à lua, totalmente brilhante, porém com uma incisão escura. O próprio Jesus Cristo a ela revelou que a lua significava a Igreja, a sua claridade as festas e, a mancha, sinal da ausência de uma data dedicada ao Corpo de Cristo. Santa Juliana levou o caso ao bispo local que, em 1258, acabou instituindo a festa em sua Diocese.
O fato, na época, havia sido levado também ao conhecimento do bispo Jacques de Pantaleón que, quase duas décadas mais tarde, viria a ser eleito Papa (Urbano IV), ou seja, ele próprio viria a estender a solenidade a toda a Igreja Universal.
O fator, que deflagrou a decisão do Papa, e que viria como que a confirmar a antiga visão de Santa Juliana, deu-se por um grande milagre ocorrido no segundo ano de seu pontificado: O milagre eucarístico de Bolsena, no Lácio, onde um sacerdote tcheco, Padre Pietro de Praga, colocando dúvidas na presença real de Cristo na Eucaristia durante a celebração da santa Missa, viu brotar sangue da hóstia consagrada. (Semelhante ao milagre de Lanciano, ocorrido no início do Século VIII).
O fato foi levado ao Papa Urbano IV, que encarregou o bispo de Orvietro a levar-lhe as alfaias litúrgicas embebidas com o Sangue de Cristo.
Instituída para toda a Igreja, desde então, a data foi marcada por concentrações, procissões e outras práticas religiosas, de acordo com o modo de ser e de viver de cada país, de cada localidade.
No Brasil, a festa foi instituída em 1961. A tradição de enfeitar as ruas com tapetes ornamentados originou-se em Ouro Preto, Minas Gerais e a prática foi adotada em diversas dioceses do território nacional. A celebração de Corpus Christi consta da santa missa, da procissão e da adoração do Santíssimo.
Lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento, esse povo foi alimentado com o maná no deserto e hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo. Durante a missa, o celebrante consagra duas hóstias, sendo uma consumida e a outra apresentada aos fiéis para adoração, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.

Reflexões

Os católicos tem plena convicção da presença real de Cristo na Eucaristia. Jesus está verdadeiramente presente, de dia e de noite, em todos os Sacrários do mundo inteiro. Contudo, nos parece que esta certeza já não reside com tanta intensidade no coração do homem moderno.
O maior Tesouro que existe sobre a terra, "que possui o valor do próprio Deus", a Eucaristia, Cristo a deixou para os homens .... de graça! Se mesmo na condição de pecadores, assombramo-nos com o descaso a tão valioso Sacramento, impossível assimilar o sentimento de Deus ante a indiferença dos homens com a Eucaristia.
Ao contrário do que se imagina, a Igreja está mais preocupada em pregar e difundir a Sã Doutrina, do que com o número de ovelhas em seu aprisco. A Igreja não trabalha baseada em dados estatísticos, mas com a difusão do Evangelho. Nesse sentido, lembremos que houve debandada geral da turba quando Jesus revelou publicamente: "Minha carne é verdadeiramente comida e meu Sangue, verdadeiramente bebida".
Ao ouvir isto, o povo escandalizado deu as costas à Jesus; todos evadiram-se, restando apenas doze. Jesus não deu maiores explicações, nem correu atrás da multidão desolada, pelo contrário, simplesmente perguntou aos doze: "Quereis vós também retirar-vos?".
No que São Pedro respondeu: "A quem iríamos nós, Senhor? Só Tu tens palavras de vida eterna" (Cf. Jo 6, 52 - 68). Portanto, é absolutamente claro que: "Jesus não depende das multidões, as multidões é que dependem d'Ele", assim como "A Igreja de Cristo não depende dos fiéis, os fiéis é que dependem dela para chegarem a Cristo" (Livro Oriente)
Ao aproximarmo-nos do Santo Sacrário, tenhamos a confiança de dizer "Meu Senhor e meu Deus", certos de que Ele está ali, Vivo, Real e Verdadeiro a ouvir nossas preces e a contemplar nossa fé. E esta fé, é uma formidável bem-aventurança que recebemos de Jesus, por intermédio das dúvidas levantadas por São Tomé, a quem o Mestre disse: "Creste, porque me viste. Felizes aqueles que crêem sem ter visto!" (Jo 21, 29)
Fonte: www.paginaoriente.com