1

1

Google+ Followers

quarta-feira, 8 de abril de 2015

POR QUE, PORQUE, POR QUÊ, PORQUÊ


EDUCAÇÃO S/A

Dicas de frases para relatórios --- VOCÊ PENSA VOCÊ ESCREVE

 VOCÊ PENSA VOCÊ ESCREVE


O aluno não sabe O aluno não adquiriu os conceitos, está em fase de aprendizado.


Não tem limites Apresenta dificuldades de auto-regulação, pois...


É nervoso Ainda não desenvolveu habilidades para o convívio no ambiente 
escolar, pois...


Tem o costume de roubar Apresenta dificuldades de autocontrole quando...


É agressivo Demonstra agressividade em situações de conflito;
usa de meios físicos para alcançar o que deseja.


É bagunceiro, relaxado, porco Ainda não desenvolveu hábitos próprios de higiene e 
de cuidados com seus pertences.


Não sabe nada Aprendeu algumas noções , mais necessita desenvolver...


É largado da família Aparenta ser desassistido pela família, pois...


É desobediente Costuma não aceitar e compreender as solicitações dos adultos;
Tem dificuldades em cumprir regras...


É apático, distraído Ainda não demonstra interesse em participar das atividades propostas;
Muitas vezes parece se desligar da realidade, envolvido em seus pensamentos


É mentiroso Costuma utilizar inverdades para justificar seus atos ou relatar as atitudes dos colegas.


É fofoqueiro Costuma se preocupar com os hábitos e atitudes dos colegas.


É chiclete É muito afetuoso; demonstra constantemente seu carinho...


É sonso e dissimulado Em situações de conflito coloca-se como espectador, 
mesmo quando está clara a sua participação.


É preguiçoso
Não realiza as tarefas, aparentando desânimo e cansaço,
porém logo parte para brincadeiras e outras atividades.


É mimado Aparenta desejar atenções diferenciadas para si, 
solicitando que sejam feitas todas as sua vontades.


É deprimido, isolado, anti-social Evita o contato e o diálogo com colegas e professores
preferindo permanecer sozinho;Ainda não 
desenvolveu hábitos e atitudes próprias do convívio social.


É tagarela Costuma falar mais do que o necessário, 
não respeitando os momentos em que o grupo necessita de silêncio.


Tem a boca suja Utiliza-se de palavras pouco cordiais par repelir ou afrontar


Possui distúrbio de comportamento Apresenta comportamento fora do comum para sua idade
e para o convívio em grupo, tais como...


É egoísta Ainda não sabe dividir o espaço e os materiais de forma coletiva



Coloque sempre as intervenções feitas para as ações apresentadas, isto ressalta o trabalho do educador em sala de aula.

EDUCAÇÃO S/A

Utilidade Pública - doenças e sintomas

EDUCAÇÃO S/A

DICAS !!


As Nove Pequenas Coisas que os Pais, Avós, Professores e outros parentes, dispostos a ajudar, podem fazer para auxiliar seus pequenosa aprenderem e a criar neles o gosto pela leitura.
Leia em Voz Alta, para seu filho diariamente. Do nascimento até os seis meses, ele provavelmente não vai entender nada do que você está lendo, mas tudo bem assim mesmo. 
A ideia é que ele fique familiarizado com o som de sua voz e se acostume a ver e a tocar em Livros.


Para começar, use Livros Ilustrados sem textos ou com bem poucas palavras. Aponte para as cores e figuras e diga seus nomes. Livros simples podem ensinar a criança coisas que mais tarde vão ajudá-la a aprender a ler. Por exemplo, ela aprenderá sobre a estrutura da linguagem - que existem espaços entre as palavras e que a escrita vai da esquerda para a direita.


Conte Histórias. Encoraje sua criança a fazer perguntas e a falar sobre a história que acabou de ouvir. Pergunte-lhe se pode adivinhar o que vai acontecer em seguida conforme for contando a história, com os personagens ou coisas da trama. Aponte para as coisas no livro que ela possa associar com o seu dia a dia. "Veja este desenho de macaco. Você lembra do macaco que vimos no Circo?"


Procure por Programas de Leitura. Se você não for um bom leitor, programas voluntários ou governamentais, na sua comunidade ou cidade, voltados para o desenvolvimento da leitura, lhe darão a oportunidade de melhorar sua própria leitura ou então ler para seu filho. Amigos e parentes podem também ler para seu filho, e também pessoas voluntárias que na maioria dos centros comunitários ou outras instituições estão disponíveis e gostam de fazer isso.


Compre um Dicionário Infantil. Procure por um que tenha figuras ao lado das palavras. Então comece a desenvolver o hábito de brincando com a criança, provocá-la dizendo frases tais como:"Vamos descobrir o que isto significa?"


Faça com que Materiais de Escrever, tais como lápis, giz de cera, lápis coloridos, canetas, etc, estejam sempre disponíveis e a vista de todos.


Procure assistir programas Educativos na TV e Vídeo. Programas infantis onde a criança possa se divertir, aprender o alfabeto e os sons de cada letra.


Visite com frequência uma Biblioteca. Comece fazendo visitas semanais à biblioteca ou livraria quando seu filho for ainda muito pequeno. Se possível cuide para que ele tenha seu próprio cartão de acesso e empréstimo de livros da biblioteca. Muitas bibliotecas permitem que crianças tenham seus próprios cartões personalizados com seu nome impresso, caso ela queira, exigindo apenas que um adulto seja o responsável e assine por ela.


Leia você mesmo. O que você faz serve de exemplo para o seu filho.

EDUCAÇÃO S/A

5 PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA TER SUCESSO NA CARREIRA


A ideia de sucesso não é a mesma para todo mundo. Mas os conceitos para alcançá-lo (independente da forma que ele tomar) quase sempre são os mesmos. É o que Bryan Tracy expõe em seu mais recente livro “O Ciclo do Sucesso” (Editora Gente). Veja quais são os fatores básicos para avançar na sua trajetória profissional – do seu jeito.


Tenha metas claras


O primeiro passo para conquistar o sucesso é defini-lo. É saber o que você quer para sua vida. Em outros termos, delimitar suas metas e objetivos de curto, médio e longo prazo. “Metas claras nos livram da lei do acidente, a tendência de que as coisas aconteçam de uma maneira aleatória e imprevisível. Os objetivos fornecem um claro senso de direção (...). As metas nos proporcionam a sensação de poder, propósito e foco”, afirma o autor no livro.

Tenha autocontrole e confie em si mesmo


Delimitadas as metas é hora de correr atrás de tirá-las do papel. E, neste processo, domínio próprio é essencial. “Sempre que exercemos autodomínio e nos disciplinamos a fazer ou dizer o que é certo, especialmente sob estresse, criamos resistência às nossas tendências naturais. Essa resistência gera fricção. Trata-se do mesmo atrito ou calor que, ao ser aplicado a um cadinho contendo elementos químicos, faz com que esses produtos se cristalizem e assumam uma nova forma”, afirma o autor no livro. 

Se para alcançar seu objetivo é essencial, por exemplo, acordar mais cedo, não é cedendo à tentação de dormir mais que você conseguirá cumprir seu propósito. Toda mudança exige uma dose de superação das próprias tendências, hábitos e medos. Ultrapassados estes limites, o novo tem tudo para virar parte de você. 

Assuma riscos


Neste sentido, sair da zona de conforto é outra parte essencial do caminho para o sucesso. E assumir os riscos que este movimento traz é fundamental. Basta olhar os grandes nomes de nossa era para perceber que fugir do mesmo é um dos passos para ser o que você quer.

Confie em você mesmo


É impossível assumir riscos, se você não confia em si mesmo. O autor afirma que a autoconfiança é o produto de quatro fatores: clareza (sobre quem você é e o que quer), convicção (de seus valores), compromisso (com o próprio plano de ação) e consistência (o caminho para o sucesso exige persistência: não dá para assumir uma tarefa hoje, para amanhã deixá-la de escanteio). 

Faça o que ama


A motivação e excelência no trabalho é diretamente proporcional ao sentido que a atuação tem para quem trabalha. “As pessoas que estão no trabalho errado olham para o relógio o tempo todo”, afirma o autor no livro. O que você faz em, pelo menos, um terço dos seus dias tem que ter algum sentido para sua vida como um todo – não pode ser apenas um cargo para preencher em formulários. 

Com este brilho nos olhos, você terá motivação para fazer mais e ir além na busca pelos seus objetivos. “A felicidade é uma condição; não é algo que se conquista por meio de perseguição direta, mas o resultado de nosso engajamento em atividades que tem propósito”, afirmou Aristóteles, de acordo com passagem do livro.

fonte:http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/5-principios-basicos-para-ter-sucesso-na-carreira

Texto - Atividades para melhorar a letra


O ATO DE ESCREVER A MÃO É UM EXERCÍCIO PARA O CÉREBRO


A tecnologia está cada vez mais presente em nosso cotidiano. A maioria de nossos textos são produzidos via teclado, isso é bom ou é ruim? No Brasil já existem escolas que disponibilizam laptops aos alunos; mas, de acordo com a neurocientista Karin Harman...


Na metade do ano de 2011 alguns jornais anunciavam o fim da escrita cursiva na maioria das escolas dos EUA. Entretanto no início deste ano (2012) a neurocientista Karin James Harman(foto) apresentou um projeto no sentido de conscientização de qual o papel da escrita no processo de aprendizagem.
Apesar de grande debate, Harman testemunhou a favor da inclusão da escrita cursiva nos currículos de todas as escolas públicas. Para a realização da pesquisa, as crianças escreviam cartas à mão e depois submetiam-se a uma ressonância magnética. Nestas, a atividade neural no cérebro mostrava-se mais avançada do que aquelas que digitavam no teclado. “A caligrafia envolve circuitos cerebrais diferentes do que a digitação. O contato de direção, e a pressão da caneta ou lápis envia uma mensagem para o cérebro. E o processo repetitivo da caligrafia "integra vias motoras no cérebro", disse ela.
Também, em pesquisa feita com universitários, comprovou-se que aqueles que escreviam suas anotações a mão, lembravam-se com mais facilidade do conteúdo do que os que faziam o registro em materiais tecnológicos.
Segundo a neurocientista o ato de digitar não tem o mesmo efeito que o ato da escrita. Pois conforme suas pesquisas: - a caligrafia pode mudar a forma como as crianças aprendem e desenvolvem seus cérebros. Sendo que as crianças pesquisadas conseguiram elaborar frases mais completas e criativas utilizando-se da escrita, do que as que utilizaram o teclado.
No entanto, os cientistas ainda não determinaram os benefícios do ensino ou não da letra cursiva, pois o que ficou comprovado é a questão da escrita no papel ao invés da escrita digitalizada. A escrita é um fator importante na promoção do desenvolvimento do cérebro e cognição, em aperfeiçoar as habilidades motoras finas, e em gerar, desenvolver e expressar ideias mais rapidamente.
Para aqueles que acham que ter letra legível é apenas uma questão de treino de caligrafia, enganam-se. Pois se faz necessário todo um trabalho de psicomotricidade começando pela motricidade ampla (“do corpo para o braço”) até chegar à motricidade fina (“do braço para o movimento dos dedos”)


FONTE: Via Blog Neurociências Em Benefício da Educação

Educação Infantil - Porta Retrato

QUE TAL ENFEITAR OS BERÇÁRIOS OU SALAS DE AULAS









EDUCAÇÃO S/A

Como ajudar lidar com a malcriação do seu filho pequeno

Desde bem pequenas as crianças devem ser ensinadas a agir com respeito e a se comportar bem
"Que menino malcriado!". Não é raro ouvir essa frase partindo dos próprios pais em relação a seus filhos. Nessas ocasiões, vale a pena refletir: o que quer dizer malcriado? Malcriado é aquele que não recebeu boa criação, que não teve boa educação. E quem são os principais responsáveis pela criação e educação dos filhos? Sim, são os pais.
A melhor forma de evitar as atitudes malcriadas dos filhos é ensinando desde cedo às crianças a ter respeito pelos outros. E também orientando sobre como se portar bem nos diferentes ambientes sociais. Isso se faz estabelecendo limites e principalmente dando o exemplo. "Muitas vezes a falta de educação vem da falta de limites. As crianças precisam de parâmetros que devem ser dados pelo adulto. Elas necessitam da ajuda do adulto para conseguir conviver socialmente, para saber o que é ou não é aceito pela sociedade", diz Daniela Munerato, orientadora da Educação Infantil da Escola da Vila, de São Paulo.

1. A partir de que idade os pais devem começar a educar os filhos para agir com respeito em relação aos outros?
Esse é um ensinamento que deve começar desde os primeiros anos de vida. Mesmo quando a criança ainda não sabe falar ou se expressar bem, ela começará a aprender pelo exemplo dado pelos adultos. Afinal, educar é dar modelo, conforme ressalta a psicóloga Aurea de Oliveira, coordenadora Colégio Augusto Laranja, de São Paulo. "Tratar a criança com respeito e educação é dar melhores condições para ela aprender a fazer o mesmo", afirma.

2. Como agir quando a criança faz birra?
Em situações em que a criança se descontrola, o adulto deve ser firme, sem ser agressivo. "Deve mostrar os limites, sem agressão e sem desrespeitar a criança. E deve oferecer outras opções (de ação, de palavras, de atitudes) para mostrar como se pode controlar a situação em questão", diz Aurea de Oliveira, coordenadora Colégio Augusto Laranja, de São Paulo. É muito importante que o adulto não perca o controle nessas horas e não deixe a criança assumir o comando. "Atualmente vemos muitas crianças assumindo o papel do adulto, decidindo pelos pais, agindo como donas da palavra em um mundo que gira em torno dela e onde ela tratada como um príncipe ou princesa", afirma Daniela Munerato, orientadora da Educação Infantil da Escola da Vila, de São Paulo.
3. Como ensinar as crianças pequenas a pedir ‘por favor’, a agradecer e a falar de forma educada?
O aprendizado é feito aos poucos, conforme a criança vai vivenciando as situações e observando os exemplos dados pelos adultos. "Esse ensino é, na verdade, uma construção que acontecerá progressivamente. É vivendo situações em que essas palavras façam sentido que a assimilação acontecerá", explica Daniela Munerato, orientadora da Educação Infantil da Escola da Vila, de São Paulo.



4. Meu filho ainda é muito pequeno. Posso relevar as malcriações que ele faz?
Muitos pais tendem a desculpar ou a deixar para lá as malcriações dos filhos pelo fato de acharem que eles ainda são pequenos demais para serem corrigidos. "As crianças não são pequenas para compreender que as boas relações são geradas por boas ações. Cada vez que o adulto deixa de intervir, está aprovando a atitude do filho. Então essas atitudes vão se tornando parte do repertório de ação daquela criança. Mudar depois será muito mais difícil", alerta Daniela Munerato, orientadora da Educação Infantil da Escola da Vila, de São Paulo.



5. O que fazer quando uma criança pequena fala palavrão?
A criança pequena repete tudo que ouve. Quando isso acontecer, cabe ao adulto mostrar que esse não é um comportamento adequado. "Se o adulto rir ou achar graça na atitude da criança, tornará a conduta aceita e a criança vai sentir que está agradando quando falar a palavra, quando na verdade é o inverso", diz Daniela Munerato, orientadora da Educação Infantil da Escola da Vila, de São Paulo. Aurea de Oliveira, coordenadora Colégio Augusto Laranja, de São Paulo, acrescenta que achar graça quando o filho fala palavrão ou faz uma malcriação só mostra a falta de limites e a incoerência dos adultos. "Se falar palavrão é algo que se reprove, deve-se mostrar à criança a sua reprovação e ensiná-la o que é o correto", afirma 

6. Devo repreender meu filho pequeno quando falar palavrão?
Quando a criança é bem pequena, deve-se explicar a ela que o palavrão é uma expressão do universo dos adultos e tentar encontrar com a criança uma palavra do universo infantil que ela possa usar para se expressar, conforme diz Daniela Munerato, orientadora da Educação Infantil da Escola da Vila, de São Paulo. Porém deve se ter em mente que as palavras - sendo consideradas ou não "palavrões" - não devem ser usadas com a intenção de ofender ninguém.Se a criança pequena achar graça em falar palavrões, mostre que ela não deve repetir essas palavras, mas que há outras que podem ser ditas e que também podem ser engraçadas. "Deixe a criança falar palavras diferentes, inventadas, fazer sons engraçados. Se o adulto somente repreender a criança, ela vai saber que se desejar provocá-lo, usar aquela palavra será uma boa ideia", diz.
Fonte:http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento

USO DA VÍRGULA





EDUCAÇÃO S/A

ONDE E AONDE, COMO USAR

EDUCAÇÃO S/A

Atividades de 03 a 05 anos






































EDUCAÇÃO S/A