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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Novos monitores AOC reduzem consumo de energia em 50%

A AOC, marca do grupo TPV, anuncia a chegada dos novos monitores M2470Swd (23,6 polegadas) e I2276VW (21,5 polegadas) com excelente eficiência energética.

Os novos produtos apresentam iluminação por LED e contam com uma série de soluções sustentáveis, como o Power Saving Mode, que consome apenas 50% da energia se comparado ao uso normal, sem comprometer nenhuma de suas funções. Já o Off Timer permite controlar o gasto de forma inteligente, configurando o monitor para desligar em uma hora determinada. Com o e-Saver é possível ajustar a configuração para baixo consumo de energia quando o PC estiver em descanso de tela, desligado ou sem ninguém usando.
Os monitores M2470Swd e I2276VW possuem certificação EPEAT - Eletronic Product Environmental Assessment, que garante redução do impacto ambiental em diversos critérios, evitando a agressão e a poluição dos recursos naturais em todo o processo de fabricação.

Mais recursos

Ambos apresentam painel Wide View Angle (WVA), permitindo um melhor ângulo de visão e cores mais vivas mesmo quando a tela é vista lateralmente, em até 178º. Os modelos contam com furação padrão VESA, permitindo fixação na parede com o uso de suportes.
Outra grande novidade é a presença do i-Menu, recurso que garante acesso a configuração da tela utilizando o mouse, conferindo muito mais facilidade na hora de realizar ajustes personalizados de brilho, contraste, cor, resolução, entre outros. Em termos de design, eles apresentam acabamento premium, em black piano, sendo o I2276VW o mais sofisticado, com perfil slim, trazendo na parte posterior acabamento semelhante a fibra de carbono e base metálica lembrando aço escovado.
Os lançamentos já estão disponíveis nas lojas e têm preços sugeridos de R$ 599 (M2470Swd) e R$ 539 (I2276VW).
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Anatel detalha conteúdo de consulta pública sobre Marco Civil da Internet

Anatel detalha conteúdo de consulta pública sobre Marco Civil da Internet

Anatel detalha conteúdo de consulta pública sobre Marco Civil da Internet


A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) abriu nesta terça-feira, 31, consulta pública sobre a regulamentação da neutralidade de rede prevista no Marco Civil da Internet, aprovado no ano passado. Pela lei, as empresas provedoras de conexão à rede deverão dar o mesmo tratamento a todos os usuários e clientes, independentemente de pacotes, conteúdo, origem ou destino.

Dividida em seis temas, a consulta abre espaço para que a sociedade opine, por exemplo, sobre quais requisitos técnicos poderiam ser cobrados das empresas do setor para a prestação adequada de serviços e aplicações de internet. As perguntas feitas pelo órgão são abertas a qualquer contribuição, sem dar opções de respostas para os participantes da consulta.

A Anatel também abriu questionamento sobre as relações entre os agentes envolvidos nesses serviços - provedores de aplicações e conteúdos, teles e usuários -, para que a regulamentação do Marco Civil possa combater eventuais práticas anticoncorrenciais no setor. "O objetivo é garantir a isonomia de tratamento entre os diversos agentes do mercado", afirmou o superintendente de Planejamento e Regulação do órgão, Alexandre Bicalho.

A agência questiona ainda qual seria a melhor forma de conduzir a regulamentação da neutralidade de rede, sobretudo na questão da oferta de serviços pelas prestadoras que priorizem determinados pacotes de conteúdos, como mensagens instantâneas ou serviços de vídeos. "Aqui discutiremos que tipo de ofertas podem ser feitas pelas empresas, sem que isso fira o Marco Civil", completou Bicalho.

Na consulta, também se pergunta quais tipos de serviços de emergência poderiam ser considerados exceções à neutralidade de rede. "Em algumas situações, o tráfego relacionado a determinado serviço de emergência poderá ser priorizado pelas empresas", explicou o superintendente.

Por fim, a Anatel ainda quer discutir se prestadora de internet poderia, a pedido do usuário, implantar bloqueios de determinados conteúdos ou aplicações, como jogos, pornografia e redes sociais. "Existem países que permitem isso e outros que até obrigam que essa opção seja ofertada pela própria empresa contratada", completou Bicalho.

As manifestações feitas pelo formulário específico disponibilizado no site da Anatel devem ser encaminhadas até as 24 horas do dia 4 de maio. Já as contribuições por carta, fax ou correspondência eletrônica serão aceitas se recebidas até às 18 horas também do dia 4 de maio.

Por Eduardo Rodrigues - Brasília

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Banco do Brasil passa a oferecer opção de pagamento através de NFC

Parece que o pagamento através do NFC finalmente vai começar a se popularizar entre os consumidores. E quem deu um passo importante para a difusão dessa tecnologia foi o Banco do Brasil que, desde a semana passada, começou a ter suporte a compras em lojas físicas por meio de smartphones.

Por enquanto, a novidade está disponível apenas para smartphones equipados com Android, mas deve se estender ao Windows Phone em breve. Além disso, o recurso é válido para operações de crédito e débito, uma vez que se baseia no uso de “cartões virtuais”.

Banco do Brasil passa a oferecer pagamento através do NFC.
Como vai funcionar?

O sistema implementado pelo Banco do Brasil vai funcionar de forma diferente de outros países que usam a tecnologia. Em alguns lugares onde pagamentos através do NFC são aceitos, créditos de celulares são usados para a quitação da dívida.

Por meio de cartões virtuais atrelados ao cartão físico, os usuários poderão usar o aplicativo Ourocard-e – disponível apenas para Android – para fazer compras e pagar contas. O correntista pode ainda criar quantos cartões virtuais desejar, todos vinculados a um cartão de plástico, mas sem a cobrança de anuidade.

Como funciona o pagamento através do NFC?
Pioneirismo no Brasil e no mundo

Segundo o vice-presidente de Negócios de Varejo do Banco do Brasil, Raul Moreira, “essa é uma tecnologia pioneira em todo o mundo”. Desde o ano passado, a instituição oferece cartões virtuais para compras online, mas apenas agora a funcionalidade chega para negociações em lojas físicas.

O vencimento da fatura, os benefícios e os atributos dos cartões virtuais respeitam as regras aplicadas ao cartão principal do correntista. Para realizar um pagamento através do NFC, o cliente só precisa abrir o aplicativo do banco, escolher o cartão virtual e a forma de pagamento (débito ou crédito) e aproximar o smartphone da máquina. Compras abaixo de R$ 50 dispensam a necessidade de senha.

Tecnologia suporta transações com crédito e débito.
Segurança

Segundo Moreira, o suporte ao pagamento através do NFC não oferece risco de clonagem. Durante a transação, o sistema emite para a máquina uma chave de segurança que elimina qualquer possibilidade de captura do número do cartão do cliente.

“A segurança é a mesma dos chips instalados nos cartões de plástico. Para o lojista, a tecnologia NFC reduz as filas nos caixas porque as transações são mais rápidas que no sistema tradicional”, explica o vice-presidente. No caso de roubo ou extravio do smartphone, o usuário deve seguir os mesmos procedimentos para bloqueio do aparelho. A utilização de uma senha para desbloqueio pode minimizar a chance de haver o uso indevido da conta do correntista.

Pagamento com o NFC.
Só Android? Por enquanto...

“Decidimos dar prioridade ao Android, que responde por 80% do mercado brasileiro de smartphones. A utilização da ferramenta nos iPhones exige a definição de que solução a Apple pretende adotar para o NFC”, conta Moreira sobre a estratégia de entregar a funcionalidade apenas para o sistema operacional da Google.

Entretanto, o vice-presidente afirma que a instituição pretende estender a tecnologia para iOS e Windows Phone. No caso do Android, é preciso ter um smartphone com suporte ao NFC, Android 4.4.2 (KitKat) e acesso à internet móvel ou WiFi.

Só no Android? Por enquanto...
Aprovado

A novidade já está disponível e podendo ser testada por clientes com cartões Ourocard Visa. Em maio, o Banco do Brasil espera entregar esse recurso para os cartões Elo. Há uma semana usando os cartões virtuais no smartphone, o engenheiro Guilherme Rodrigues, 31 anos, aprova a iniciativa.

“Além de agilizar o pagamento, acho mais seguro que o cartão tradicional porque o risco de clonagem é menor”. Ainda segundo ele, a maior dificuldade encontrada até agora são os lojistas que não sabem usar o NFC. “É uma questão temporária, que vai ser resolvida quando os comerciantes se habituarem ao sistema”.

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E aí, já testou essa novidade? Conte para nós as suas impressões!
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LEITOR COLABORADOR Frederico Alves

Mozilla disponibiliza Firefox 37 para download

Em uma mensagem publicada em seu blog oficial, a Mozilla anunciou que usuários do Firefox já podembaixar a versão mais recente do navegador (37.0), que traz diversas novidades se comparada à anterior. 

De acordo com as informações divulgadas, essa versão oferece suporte para extensões, navegação por abas, alerta contra sites maliciosos, suporte para sincronização de informações (como histórico de navegação, senhas e favoritos), gerenciador de senhas, bloqueador de janelas pop-up e corretor ortográfico. 
Também foi informado que, no Firefox 37, as buscas no Bing usam o HTTPS para oferecer mais segurança, além de desabilitar uma versão insegura do protocolo TLS, melhorias no desempenho da renderização WebGL no Windows e a implementação de um subconjunto da API Media Source Extensions (MSE) para permitir a reprodução nativa de vídeos em HTML 5 no YouTube.
Por fim, essa versão também traz correções para diversas falhas de segurança, como problemas relativos à memória e outros.
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Pesquisas na internet fazem você superestimar sua inteligência


Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Yale indica que as pesquisas que fazemos em buscadores comoGoogle e Yahoo! nos levam a superestimar nossa própria inteligência. Segundo os responsáveis pelo trabalho, o principal responsável por isso é a sensação que esses serviços nos dão de que temos todo o conhecimento do mundo a nosso alcance.
Em uma série de experimentos, pessoas que haviam feito pesquisas pela rede acreditavam que possuíam muito mais informações do que aqueles que haviam tomado rotas mais “convencionais” como livros ou consultas com um professor. Além disso, quem preferia a internet tendia a acreditar que seu cérebro era mais esperto e rápido.
“A internet é um ambiente poderoso, onde você pode responder qualquer questão e basicamente tem acesso ao conhecimento mundial na ponta de seus dedos”, afirmou o pesquisador Matthew Fisher ao Telegraph. “Se torna mais fácil confundir sua própria sabedoria com essa fonte externa. Quando as pessoas estão realmente sozinhas, elas podem ser bastante imprecisas sobre quanto sabem e o quanto são dependentes da internet”.

Tendência pode trazer consequências perigosas

Ao todo, 1 mil estudantes participaram do experimento destinado a medir o impacto psicológico da rede mundial de computadores. Segundo o professor de psicologia Frank Keil, o estado cognitivo de estar no “modo de busca” era tão forte que as pessoas ainda se sentiam mais espertas mesmo quando a procura feita não surtia resultados.
Segundo Fisher, o uso cada vez maior de smartphones pode exacerbar o problema devido à facilidade de acesso à internet. Os pesquisadores acreditam que isso pode trazer consequências perigosas no campo da política e em outras áreas que envolvem decisões de alto risco.
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PÁSCOA É:

FONTE:
RETIRADOS DA INTERNET

RECADOS DE PÁSCOA

FONTE:
EDUCAÇÃO S/A