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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Impressionante! Confira 7 mudanças que o sexo faz no cérebro humano


Quando o assunto é sexo, a conversa vai longe, já reparou? Parece até que o tema está grudado em nossa mente e, na verdade, se pensarmos de uma maneira mais científica, é exatamente isso que acontece mesmo. O sexo afeta nosso cérebro das mais diversas maneiras, e muitos cientistas em todo o mundo pesquisam sobre o assunto constantemente. A seguir, conheça algumas descobertas já feitas sobre os efeitos do sexo no cérebro humano:


1 – Sexo é como uma droga
A sensação de bem estar que sentimos depois do sexo faz com que tenhamos vontade de fazer de novo, de novo e de novo. O prazer sexual libera o neurotransmissor dopamina, que ativa o centro de recompensa em nosso cérebro. O mesmo mecanismo acontece com pessoas que usam drogas, ou seja...


De acordo com Timothy Fong, professor de psiquiatria, fazer sexo e usar cocaína não é a mesma coisa nem proporciona sensações iguais, mas as duas atividades estimulam várias regiões cerebrais e, no quesito “recompensa”, agem no mesmo lugar. Cafeína, nicotina e chocolate também atuam nessa região responsável por nos deixar com vontade de mais.


2 – O sêmen tem componentes que agem como antidepressivos
A verdade é que sexo pode atuar como um antidepressivo natural, digamos assim. Lógico que isso não significa que alguém que usa esse tipo de medicamento pode interromper o tratamento e apostar apenas em boas rodadas de sexo.


A relação entre sexo e antidepressivo foi comprovada em um estudo publicado em 2002, pela Universidade da Albânia. Na ocasião, pesquisadores avaliaram a vida sexual e emocional de 300 mulheres. Aquelas que fizeram sexo com camisinha apresentaram alguns sintomas de depressão, o que levou os pesquisadores a supor que componentes presentes no sêmen – como estrogênio e prostaglandina – têm propriedades antidepressivas.


Vale ressaltar que as mulheres que fizeram sexo sem camisinha tinham parceiros fixos há algum tempo e tomavam outros tipos de contraceptivos. O uso da camisinha é recomendado sempre, hein!


3 – Mas sexo também pode deixar você deprimido
Se um estudo encontrou relação entre fazer sexo e não ficar deprimido, outro descobriu a existência de uma espécie de síndrome chamada de “disforia pós-coito” – uma em cada três mulheres relataram sentir uma sensação de tristeza profunda depois do sexo. Entre as explicações para isso estão sensações de arrependimento ou culpa, mas a Ciência ainda não sabe explicar exatamente por que esse sentimento de tristeza aparece.


4 – É dor? Sexo!
Aquela dorzinha chata de cabeça já não é motivo para que você deixe de fazer sexo. Na verdade, muito pelo contrário: o sexo alivia as dores de cabeça, e isso vale até mesmo para quem sofre dos casos mais severos, como a migrânia, que é um tipo de enxaqueca.


Só para você ter ideia, um estudo revelou que 30% das pessoas que resolveram fazer sexo durante uma crise de enxaqueca afirmaram que a dor aliviou muito ou passou completamente.


Outra pesquisa já comprovou que quando têm seu ponto G estimulado, o limiar de dor das mulheres aumenta. De acordo com o pesquisador Beverly Whipple, da Universidade de Rutgers, nessas condições é preciso que as mulheres recebam estímulos de dor muito maiores para que sintam a dor de fato. Alguns cientistas acreditam que isso tem a ver com os níveis do hormônio oxitocina, que aumentam durante o sexo e têm propriedades analgésicas.


5 – Fazer sexo pode deixar você com amnésia
Pesquisas já relataram as experiências de pessoas que, depois do sexo, tiveram episódios de amnésia. Isso, claro, pode ser atribuído a outras condições neurológicas, e acontece depois de episódios de sexo intenso, acompanhados de fatores como stress emocional, dor, lesões na cabeça, procedimentos médicos e até mesmo mudanças bruscas de temperatura.


O esquecimento, nesses casos, dura poucos minutos ou, no máximo, algumas horas. Nesse período, a pessoa fica incapacitada de formar novas memórias ou de se lembrar de acontecimentos recentes.


6 – Mas sexo também pode melhorar a sua memória
O corpo humano e essa mania de ser tão complexo... Se já se sabe de casos raros de pessoas que sofrem amnésia depois de fazer sexo, a ciência já sabe também que, para alguns felizardos, a prática sexual pode melhorar a memória. Pelo menos em roedores.


Um estudo realizado em 2010 avaliou a memória de ratinhos que copularam pelo menos uma vez por dia durante 14 dias seguidos. O resultado? Ficaram com a memória tinindo e conseguiram produzir mais neurônios no hipocampo, região cerebral ligada à memória. Outro estudo foi feito mais tarde para provar a relação entre sexo e memória e, de fato, ela parece mesmo existir, ainda que isso não tenha sido comprovado em humanos.


7 – Sexo deixa você relaxado e sonolento
Não que isso seja uma grande novidade, mas é interessante observar como o ato sexual pode deixar a mais insone das pessoas com uma vontade absurda de tirar um cochilo. O mesmo estudo citado no item anterior descobriu também que os ratinhos que fizeram sexo ficaram menos estressados.


Isso, sem dúvidas, funciona com nós, seres humanos, também. Um estudo comprovou que pessoas que tiveram relações sexuais recentemente lidam melhor com situações de stress. Isso tem a ver com o fato de que a pressão sanguínea diminui quando fazemos sexo. Olha só que coisa boa!


Com relação ao sono, a verdade é que os homens é que sentem mais vontade de dormir depois do orgasmo, e a razão para isso pode estar no fato de que a região cerebral conhecida como córtex frontal é parcialmente desligada depois da ejaculação. Além disso, o corpo libera oxitocina e serotonina, que deixam os cuecas sonolentos.


Fonte: Mega Curioso (Time/Amanda Gardner)

UFC: Anderson Silva fala pela 1ª vez e nega trapaça: 'não sei do que me desculpar'



O lutador Anderson Silva manteve um longo período de silêncio, preferindo ficar longe dos holofotes por quase três semanas e sequer se defender no processo que vem sofrendo, ao falhar em testes antidoping realizados antes do UFC 183. Na madrugada desta sexta-feira, ele usou seu Instagram, que estava quase parado desde então, para fazer seu primeiro pronunciamento. E o ex-campeão dos médios do UFC negou que tenha feito uso de substâncias ilícitas de forma consciente.


Diferentemente de um comunicado divulgado pelo empresário Ed Soares e depois desmentido como sendo palavras do próprio Anderson, agora o lutador usou seu canal oficial no Instagram para postar a mensagem em português e inglês. O brasileiro afirmou que o caso está sendo analisado a partir de todos os medicamentos usados desde sua fratura e que busca "a verdade tanto quanto todos que se surpreenderam com os resultados divulgados".


"Dentro e fora do octógono jamais vacilei no respeito aos princípios que sempre me pautaram. Com muita honra e dignidade defendi meu País onde quer que lutei. Nunca usei qualquer substância para aumentar minha performance nas lutas. Amo o que faço e jamais poria em risco o que levei tanto tempo para construir. Acho injusta a pressa que alguns têm em me condenar", afirmou Anderson.


Na terça-feira, uma audiência da Comissão Atlética de Nevada, que comanda o caso, suspendeu preventivamente o lutador, até que o caso seja julgado. Anderson não compareceu. O brasileiro pode ser suspenso por nove meses a um ano, depois de falhar em um teste surpresa em 9 de janeiro com dois anabólicos e no de 31 do mesmo mês, dia da luta contra Nick Diaz, com um anabolizante e dois ansiolíticos.


Anderson, que está sendo defendido nos Estados Unidos por Michael Alonso, advogado de diversos grandes casos e da indústria de jogos de Las Vegas, promete se defender até o fim, para salvar sua imagem.


"Sou o maior interessado no esclarecimento desse episódio. Quero que os que sempre me prestigiaram saibam que continuo lutando para que todas as sombras sobre esse triste episódio sejam dissipadas", prometeu, em seu Instagram. Também nesta madrugada, Anderson postou no Twitter um vídeo de Pedro Cardoso no programa de Pedro Bial, aparentemente uma indireta contra a imprensa no tratamento a celebridades.


Confira o comunicado na íntegra:


Não falarei nada sobre quem sou ou que fiz e passei até chegar aqui.


O que me importa agora é o respeito dos que me acompanharam até este momento da minha carreira.


Sangrei, sofri e lutei porque amo e porque sempre quis honrar e defender a bandeira do país que tanto amo.


Não sei do que me desculpar, pois ainda aguardo o resultado dos exames e a análise dos médicos e especialistas que trabalham para revelar a verdade.


Todos os remédios que tomei desde a minha fratura estão sendo analisados. Busco a verdade tanto quanto todos que se surpreenderam com os resultados divulgados.


Em dezoito anos de carreira, nunca tive problemas com exames. Sempre joguei limpo. Nunca fui trapaceiro.


Dentro e fora do octógono jamais vacilei no respeito aos princípios que sempre me pautaram. Com muita honra e dignidade defendi meu País onde quer que lutei.


Nunca usei qualquer substância para aumentar minha performance nas lutas.


Amo o que faço e jamais poria em risco o que levei tanto tempo para construir.


Acho injusta a pressa que alguns têm em me condenar.


O tempo que se leva para destruir uma reputação é infinitamente menor do que aquele empenhado em construí-la.


Sou o maior interessado no esclarecimento desse episódio. Quero que os que sempre me prestigiaram saibam que continuo lutando para que todas as sombras sobre esse triste episódio sejam dissipadas.


Fonte: UOL

Não faltará nenhum recurso para a educação, diz Cid Gomes



Depois de experiências bem-sucedidas em Sobral, quando prefeito, e no resto do Ceará, estado que governou por oito anos, Cid Gomes assume o Ministério da Educação disposto a tirar do atoleiro o ensino do País a partir de dois conceitos básicos: mérito e qualidade.

Seu primeiro projeto, já em consulta pública, pretende formar administradores de escolas, diretores com autonomia e preparo para mudar o ambiente e com parte da remuneração atrelada a metas predefinidas. Por trás do “Diretor Principal”, como se chama o plano, há ideias maiores, talvez uma redefinição do número de estabelecimentos escolares que permitam aos municípios pagarem o piso nacional aos docentes.

“Valorizar o professor não é abrir um sem-número de vagas de trabalho e pagar merreca. Valorizar o professor é dar a ele oportunidade de ganhar bem”, afirma o ministro. A seguir, Gomes também fala do sistema de avaliação dos alunos, do financiamento estudantil e da promessa do governo Dilma Rousseff de investir no ensino médio.


CartaCapital: O senhor chega ao Ministério da Educação diante de um impasse. O slogan do novo governo é “Pátria Educadora”, mas foram cortados 7 bilhões de reais do orçamento da pasta. Como conciliar o slogan e a realidade?

Cid Gomes: Só se pode falar em corte orçamentário quando há um orçamento. Vivemos a realidade de não ter um. Está no Congresso, mas não foi votado. O que há é um decreto para que o governo possa executar suas despesas. Os 7 bilhões de reais são uma estimativa, não um cálculo real. Tenho segurança de que não faltará nenhum recurso para manter as ações em andamento. O desafio da presidenta é fazer mais com menos. Eu concordo. É premissa do serviço público.

CC: Há sinais de cortes no Programa de Financiamento Estudantil.

CG: O Fies começou sem grande escala, mas o crescimento deu-se de forma acelerada. Em 2014 foram assinados 740 mil contratos de financiamento. Falamos de dinheiro público, é preciso zelo. Não pode virar balcão de negócios. Trata-se de um programa de ampliação de oferta do ensino superior, mas sem abrir mão da qualidade. Para se inscrever no Fies, é necessário obter 450 pontos no Enem e não zerar na redação, uma meta generosa. Acho que se deveria exigir os mesmos 450 pontos na redação.

Defendo uma plataforma única, que estabeleça no Fies o mesmo modelo do Sisu e do ProUni. Em vez de deixar oferta e demanda sem controle, vamos pedir para as instituições mandarem o que têm de oferta, ver as áreas que precisam ser estimuladas e colocar em um programa único. E o critério de ingresso será a nota do Enem, nada mais democrático. Ou seja, mérito e qualidade. Palavras-chave que sempre vão pautar as minhas ações.


CC: Dar prêmios para quem tem mais resultado não torna cada vez mais difícil para quem não teve como alcançar os demais?

CG: Essa é uma discussão respeitável. Lá no Ceará, premiamos as 150 melhores escolas. É dado um valor per capita como prêmio financeiro para investir em melhorias. Do valor, 70% é pago imediatamente e 30% fica condicionado a que as melhores apadrinhem uma das escolas que tiveram menor desempenho. E essas também vão receber um per capita, um pouco abaixo, dividido assim: 50% imediatamente e 50% se ela avançar. É um modelo que a gente imaginou. Modéstia à parte, fui eu mesmo.

CC: Como a experiência no Ceará pode ser replicada?

CG: Agora tenho a oportunidade de, muito mais do que as boas práticas e resultados alcançados em Sobral e no Ceará, ter acesso a várias ideias do Brasil. Vou tentar conhecer boas experiências públicas, filantrópicas e privadas na educação e difundi-las. Não pretendo inventar a roda. Educação a distância é uma delas.

CC: E a reforma do ensino médio?

CG: É uma determinação da presidenta. Pela primeira vez na vida sou auxiliar, e não chefe. Fui governador e prefeito duas vezes, então, para o bem e para o mal, eu é que dava o sim e o não. Agora tenho de cumprir as diretrizes que ela tornou públicas. Trabalho para isso.

CC: Quais as mudanças previstas para o Enem? O exame será online?

CG: O Enem pode ser mais humanizado, parar de causar aquela pressão de um único dia. Pode ser feito mais tranquilamente pelo aluno. Para tanto, preciso de um banco de questões, que tem tudo a ver de novo com o currículo e a base nacional. É premissa ter mais questões. Nem fui atrás de quantas há, mas tenho certeza de que temos poucas. Pretendo lançar logo após a consulta pública do diretor principal, outra sobre esta do banco de itens para o Enem online.

Hoje, no dia do exame, você envolve Marinha, Exército, Aeronáutica, Polícia Federal, Corpo de Bombeiros... A gráfica que imprime a prova tem 500 câmeras, sem exagero. Em meu juízo, isso é tenso para o aluno e complicado para o governo. Acredito que já em 2016 a gente possa ter um Enem online, embora eu vá lutar para começar ainda neste ano.


CC: É baseado no SAT, um dos exames de admissão no ensino superior dos EUA, certo?

CG: Não sou teórico, não espere de mim discussão teórica. Eu sou engenheiro civil e executivo. Podem até dizer “ah, é uma escolha política da Dilma”. Ela me escolheu por me conhecer como gestor e alguém comprometido com a educação. E não só no campo das ideias, mas da prática, na operação do dia a dia. É por fazer e melhorar indicadores. A discussão teórica fica lá com as minhas secretarias. Discussão por muito tempo, tenho pavor. Posso dizer que tive sorte de ser ministro no momento em que existe um plano de educação com metas, um roteiro claro do que precisa ser feito e quando.

CC: As prefeituras que não conseguem pagar o piso do magistério, defende o senhor, deveriam aumentar a quantidade de alunos por educador. Isso não vai causar uma briga com os sindicatos?


CG: Não quero comprar briga com ninguém. Quero sempre ouvir as demandas, é meu estilo. O que tenho dito sobre a relação professor-aluno sempre foi no plano da teoria, nunca estabeleci que a relação ideal é 1 para 10, ou para 30 ou 50. O ministério não tem poder para dizer quantos são no máximo. Há o seguinte: municípios reclamam da incapacidade de pagar o piso. Como troca de experiências, fui compartilhar medidas tomadas quando prefeito de Sobral. Nunca tive problemas de pagar o piso.


CC: Quando governador, o senhor enfrentou uma greve de 64 dias dos professores por salários em 2011.


CG: Enfrentei, mas o nosso calendário não foi prejudicado. Em Sobral, estabeleci a nucleação de escolas. Tenho a experiência de que escola boa é aquela com diversidade e quantidade de alunos. E é onde, pelo lado da administração, você pode concentrar esforços em pessoal e em recursos materiais. Penso que a nucleação de escola é boa, vou defender. Não posso obrigar ninguém a fazer, mas as políticas públicas definidas pelo ministério levarão em conta essa iniciativa. Vou citar um caso concreto: quando assumi, Sobral tinham 135 escolas. Discutimos e concentramos em 32.


CC: As demais foram fechadas?


CG: É um tabu fechar escola. Não encerrei as atividades em nenhum prédio, pois sabia que eram a única referência de poder público no lugar. Procurei melhorar os prédios e transformá-los em espaços dedicados à educação infantil ou em centro comunitário. Para tratar de educação é melhor ter menos escolas, com melhor estrutura, corpo diretivo e participação da comunidade. Isso dá a possibilidade de haver, de fato, uma relação racional professor-aluno. Eu posso ter uma situação em que a turma do 6.º ano só tem sete alunos. Se tenho escola nucleada, vou ter uma margem muito maior para fazer turmas com um número razoável.


CC: Qual a sua política de valorização do professor?


CG: Quando falo em redução das escolas, também penso nesse ponto. Valorizar o professor não é abrir um sem-número de vagas de trabalho e pagar merreca para eles, subexplorar. Valorizar é dar a ele oportunidade de ganhar bem e o município só pode pagar melhor se a relação professor-aluno for razoável.


Fonte: Carta Capital

Tabela do IR: Dilma diz não ter como pagar maior correção


A presidente Dilma Rousseff avisou ontem (20) que o seu compromisso é com o reajuste da tabela do imposto de renda de pessoa física (IRPF) em apenas 4,5%. Segundo Dilma, se o Congresso derrubar o veto que impedia o reajuste de 6,5%, o governo não terá como bancar este valor. "Nós não estamos vetando porque queremos. Nós estamos vetando porque não cabe no orçamento público", declarou Dilma, em rápida entrevista, após receber as credenciais de cinco embaixadores, no Palácio do Planalto.


"Eu tenho um compromisso e vou cumprir meu compromisso, que é de 4,5%", insistiu. Quando os repórteres reiteraram que o Congresso já disse que vai derrubar os 4,5%, Dilma respondeu: "eu sinto muito, eu sinto muito". E emendou: "se por algum motivo, não quiserem os 4,5%, nós vamos ter de abrir um processo de discussão novamente. Nunca deixamos de esconder que era 4,5%. O governo só tem condições para olhar os 4,5%".


Na entrevista, Dilma lembrou que já mandou a proposta de reajuste de 4,5% para o Congresso por pelo menos duas vezes. "Eu já mandei duas vezes. Vou chegar à terceira vez", comentou a presidente, explicando que vetou porque não tinha condições de pagar mais do que 4,5% de reajuste.


"Vetei sim e vetei não é porque não queira fazer. Vetei porque não tem recursos pra fazer É essa questão. Meu compromisso é 4,5%", reforçou.


Discussão
Na quinta (19), o tema foi discutido em reunião no Planalto da presidente Dilma com os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. A reunião, que em parte contou com a presença do ministro da Previdência, Carlos Gabas, tratou também da flexibilização de benefícios como pagamento de pensão por morte ou pagamento de seguro-desemprego.


Fonte: Diário do Nordeste

Confira oito benefícios do sexo para a saúde

Sexo é bom e ainda faz bem para a saúde! O orgasmo, por exemplo, é uma das sensações mais íntimas e deliciosas para homens e mulheres e é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua saúde. "O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias", afirma o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO.


Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70 % dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. Por isso, o Minha Vida estimula você a melhorar essa situação trazendo o que a ciência e os especialistas andam dizendo por aí sobre os benefícios que uma vida sexual ativa trazem ao corpo. Confira:


Alivia as crises de enxaqueca
Quando seu parceiro reclamar, dizendo que não quer sexo porque está com dor de cabeça, reverta a desculpa a favor da saúde dele. Segundo o médico Neucenir Gallani, o orgasmo libera substâncias, como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. "Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor", afirma.


Melhora o aspecto da pele
Fazer sexo, principalmente no período da manhã, é um poderoso aliado da beleza para manter a juventude. Essa foi a conclusão de um estudo, realizado por cientistas da Universidade Queens (Reino Unido). De acordo com os pesquisadores, atingir o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio, testosterona e de outros hormônios ligados ao brilho e a textura da pele e dos cabelos.


Além disso, quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa, e o brilho natural dela fica em destaque.


Alivia as cólicas da TPM
O ginecologista Neucenir Gallani faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. "Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior", diz o ginecologista.


Melhora o sono
O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas no dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior.


Diminui o estresse
O médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de estresse tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque os chamados hormônios do estresse, como o cortisol, apresentam atividade reduzida. Quem trouxe essa novidade foi um estudo escocês recém-publicado na revista Biological Psychology.


Diminui os riscos de infarto
Um estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, realizado com mais de 3 mil homens de 45 a 59 anos, concluiu, após 20 anos, que o sexo frequente pode reduzir o risco de infartos fatais e de derrames. De acordo com as conclusões da pesquisa, a morte súbita causada por problemas de coração é mais comum entre homens que afirmam ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual.


Queima calorias
Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B?


Aumenta a imunidade
Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA , responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados.


Fonte: Minha Vida

Ex-baixista da Legião Urbana é encontrado morto



O ex-baixista Renato Rocha, integrante da primeira formação da banda Legião Urbana, foi encontrado morto, na manhã deste domingo (22), dentro de um hotel em Guarujá, no litoral de São Paulo.

A irmã do músico, responsável por administrar uma das páginas em homenagem a Renato nas redes sociais, postou uma mensagem falando sobre a morte do músico. "Renato faleceu nesta manhã, de parada cardíaca, em São Paulo. Vai com os anjos, Renato. Força ao seu casal de filhos, sua netinha, ao seu pai e aos seus demais familiares", diz a mensagem.


Na mesma publicação, uma mensagem atribuída ao irmão de Renato, o médico Roberto Rocha, explica que uma mulher foi chamar o músico no quarto e, como ele não respondeu, acabou acionando outras pessoas para abrir a porta. Renato teria sido encontrado caído, já morto. De acordo com a Polícia Militar, o ex-baixista foi encontrado encostado na porta de um quarto de hotel no bairro da Enseada, por volta das 8h30. As informações preliminares obtidas com a polícia apontam que Renato morreu de causa natural.


Ainda segundo a polícia, o corpo foi removido do hotel e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) do Guarujá. Ainda não há informações sobre local e horário do velório e do enterro do músico.



Legião Urbana
Renato da Silva Rocha, conhecido também como Billy ou Negrete, tinha 53 anos. Ele era baixista e compositor do Legião Urbana, banda da qual fez parte da formação original ao lado de Renato Russo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá.


Renato, que afirmou em entrevistas enfrentar problemas com drogas, foi convidado em 2014 para uma participação no projeto Urbana Legion. Ele voltou aos palcos para tocar os sucessos do Legião Urbana junto com o também ex-integrante Eduardo Paraná.


Fonte: G1 SP

Governo quer mudar fórmula e adiar aposentadorias


Depois de negociar as medidas de restrição em benefícios previdenciários, como pensões por morte e auxílio-doença no Congresso Nacional, o governo Dilma Rousseff vai iniciar uma discussão com os movimentos sindicais para acabar com o fator previdenciário. A informação é do ministro da Previdência Social, Carlos Gabas, que concedeu ao jornal O Estado de S. Paulo sua primeira entrevista após assumir o cargo.


A ideia, diz ele, é substituir o fator, criado em 1999, por uma fórmula que retarde as aposentadorias no Brasil. "O fator previdenciário é ruim porque não cumpre o papel de retardar as aposentadorias. Agora nós precisamos pensar numa fórmula que faça isso e defendo o conceito do 85/95 como base de partida. As centrais concordam com isso", defende. A fórmula 85/95 soma a idade com o tempo de serviço - 85 para mulheres e 95 para homens.


Além de ser um dos ministros mais próximos da presidente Dilma Rousseff, Gabas está escalado para discutir com as centrais e os parlamentares o pacote de aperto aos benefícios sociais, incluindo seguro-desemprego e abono salarial. Só com pensões por morte e auxílio-doença, o governo gastou quase R$ 120 bilhões em 2014.


Pacote
O governo anunciou o aperto na concessão dos benefícios sociais, inclusive as pensões por morte e auxílio-doença. Apesar do protesto dos sindicalistas, a dúvida é saber se o governo vai insistir no pacote. Gabas diz que primeiro, é preciso separar o conceito de ajuste fiscal do ajuste nos benefícios da Previdência. "Essas medidas têm, obviamente, efeito fiscal e financeiro, mas já vinham sendo discutidas com representações de trabalhadores e empregadores. Não são medidas inventadas agora, não são novidade", diz ele. Segundo o novo ministro, as centrais sindicais sabem da necessidade de se manter uma Previdência equilibrada. Tem muitas forças políticas no Brasil que entendem que esse nosso sistema é falido, que não funciona, e dizem que precisamos fazer uma grande reforma da Previdência.


Questionado sobre o fato de que se essa reforma não seria de fato necessária, Gabas se diz contrário a ela, alegando que o regime atual, se bem administrado, tem sustentabilidade no tempo. Defende que esse é o objetivo atual do governo e por isso as mudanças necessárias em pensão por morte e no auxílio doença. "Precisamos desses ajustes, não de grandes reformas. Como a sociedade é dinâmica, precisamos acompanhar com pequenas evoluções", justifica.


E explica essa questão da seguinte forma: "Nos últimos dez anos, a expectativa de sobrevida no Brasil subiu 4,6 anos. Em média, a expectativa de vida chega a 84 anos e a idade média de aposentadoria por tempo de contribuição é de 54 anos. Então, o cidadão fica 30 anos, em média, recebendo aposentadoria. Não há sistema que aguente", diz. Gabas defende que para que nosso sistema previdenciário seja preservado é preciso estender um pouquinho essa idade média de aposentadoria, que, segundo ele, é uma discussão diferente, que ainda não entrou na pauta.


Idade mínima
A reportagem quer saber se seria a instituição de uma idade mínima para se aposentar, como boa parte dos países desenvolvidos faz. Gabas diz não defender isso, que existem outras fórmulas que protegem o trabalhador mais pobre. O jornal O Estado de S. Paulo argumenta que isso passa pelo fim do fator previdenciário... "Eu briguei muito contra o fator previdenciário quando ele foi instituído. Eu era sindicalista. Se hoje eu estivesse no movimento sindical, eu teria outra postura, faria uma proposta, não ficaria apenas contrário ao fator. Qualquer cidadão tem de pensar que não é razoável que uma pessoa vivendo 84 anos se aposente aos 49 anos", diz. Ele argumenta ainda que, com o fator previdenciário, ao se aposentar cedo, a pessoa recebe um benefício menor, mas esse benefício serve como complemento de renda. "Daí quando a pessoa para mesmo de trabalhar, ela fica apenas com aquela aposentadoria pequena. Previdência não é complemento de renda, ela é substituta da renda", afirma.


Qual seria então a fórmula? Gabas diz que o fator é ruim porque não cumpre com o papel de retardar as aposentadorias. Que é preciso agora pensar numa fórmula que cumpra esse papel de retardar. "Seria a 85/95, como regra de acesso. As centrais chegaram a concordar isso", diz. A reportagem quer saber por que a 85/95 é melhor que idade mínima. O ministro explica que é porque o trabalhador mais pobre começa muito cedo a trabalhar. "Se coloca 65 anos como idade mínima para se aposentar, ele terá de trabalhar quase 50 anos ou mais. Já um trabalhador de família mais rica, que ingressa mais tarde no mercado de trabalho, teria outra realidade". Diz que o governo defende aqui, quando essa discussão chegar, uma soma de idade com tempo de contribuição, para proteger o trabalhador mais pobre. "Seria 85 para mulher e 95 para homens, mas tem fórmulas dentro disso. O 85/95 é um conceito, um pacote político, para iniciar as discussões. Essa é a próxima para discutir depois do pacote das pensões por morte e auxílio doença. O foco do ministério é fazer as medidas", afirma.


Tais medidas, questiona a reportagem, significariam gastos estratosféricos? Gabas diz que sim. Que, em 2014, o governo gastou R$ 94,8 bilhões com pensões por morte e esse dinheiro todo foi para 7,4 milhões de pensionistas. Com o auxílio-doença gastamos R$ 25,6 bilhões para 1,7 milhão de beneficiados. Em relação às pensões, as mudanças foram propostas porque essa transição que vivemos no Brasil, onde as pessoas estão vivendo mais, exige uma administração diferente da Previdência. Essa expectativa de vida de 84 anos é para quem tem hoje 50 anos. Quem nasceu agora terá uma expectativa de vida de quase 100 anos."


O ministro diz que estaria aí o motivo da restrição. Que a pensão por morte é uma extensão da aposentadoria. "O cidadão se aposentou, recebeu do INSS por 30 anos e quando morre, deixa uma pensão para outra pessoa, que depois também terá sua própria aposentadoria. Agora estamos nessa transição demográfica e precisamos encontrar novas formas. Quem está recebendo continuará recebendo. A mudança é para frente. Viúvas muito jovens e sem filhos vão receber pensão por um período, apenas."


Contas públicas
Diante dessa explicação, o impacto nas contas públicas para 2015 não foi pensado?, pergunta a reportagem. Gabas diz que essa não é uma medida para fechar as contas deste ano. Restringir pensão por morte e auxílio-doença são medidas de médio e longo prazo". E completa dizendo que certamente o cenário atual, de complicação fiscal, favoreceu o anúncio dessas medidas.


E o que esperar desse projeto no Congresso? O ministro, junto com Nelson Barbosa, irão negociar diretamente com o Congresso? O que é possível esperar? Gabas conta que ambos têm agendados encontros com vários segmentos dentro do Congresso. "Vamos aos deputados explicar as medidas. Elas são importantes, têm o papel de manter a sustentabilidade da sociedade."


Gabas não enxerga na figura de Eduardo Cunha, o presidente da Câmara, um complicador para a questão. Diz achar que Cunha tem a oportunidade de usar a discussão para provar a grandeza dele como presidente da Câmara, não usando as medidas como instrumento de barganha.


Quanto ao aumento do déficit da Previdência, de R$ 51 bilhões em 2014 e com previsão de alta em 2015, podendo se aproximar dos R$ 60 bilhões, e se isso é um fator de preocupação, o ministro diz que a arrecadação tem surpreendido negativamente, e que, de fato, as desonerações da folha de pagamento impactaram muito. Mas que essa história do déficit precisa ser tratada com uma visão mais contábil.


"Nós temos um modelo de previdência urbana e rural. Tivemos no ano passado quase R$ 35 bilhões de superávit na previdência urbana. No rural, a política não foi pensada com premissa de ter superávit, porque é uma política com objetivo de proteger o homem do campo, aqueles que trabalham a terra em regime de agricultura familiar. Esse trabalhador rural é quem produz 73% dos alimentos que nós comemos. Não vemos latifúndio de dez mil hectares produzindo tomate, feijão, legumes, apenas commodities."


Então, se separar, contabilmente, o modelo rural do urbano, o problema estaria resolvido?, questiona a reportagem. "Veja bem, falamos de 8,4 milhões de aposentados rurais que ganham um salário mínimo. Neste segmento a despesa cresceu bastante porque o salário mínimo cresceu muito. Essa política não tem objetivo de ter superávit, a conta não foi feita para fechar, tanto que a Constituição prevê a Cofins e a CSLL para servirem de fonte de renda para custear a previdência rural. Contabilmente nosso regime é equilibrado, mas a conta, depois que houve a unificação dos caixas no Tesouro, se misturou tudo. Tivemos uma arrecadação de R$ 5 bilhões com o rural e gastos de R$ 80 bilhões. A arrecadação da Cofins e CSLL é muito superior a essa diferença, mas isso não fica claro. Temos só que nos colocar de acordo com o pessoal do Ministério da Fazenda para ver como se transferem esses recursos. Não pode pensar em "vamos cobrir o rombo". Não tem rombo, entende? ", conclui. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte: Istoé

O que acontece com o seu corpo quando você está estressado?



É inevitável: eventualmente você ficará estressado em algum momento da vida – independente da idade. Pode ser a pressão do vestibular, as contas a pagar, o excesso de trabalho, a entrevista de um emprego importante, entre muitos outros fatores que influenciam diretamente o nosso humor e organismo.


Quando passamos por situações estressantes, o nosso corpo também sofre diversas variações internas – reações que procuram alertar você de que algo está errado e é melhor tomar cuidado. Antes de tudo, é preciso esclarecer: existem dois tipos de estresse – o estresse agudo (efeito rápido) e o estresse crônico (efeito prolongado).


Chateações do dia a dia e preocupações exageradas podem desencadear respostas contínuas de estresse no corpo, ocasionando o efeito prolongado. Nesse caso, o corpo e o cérebro não conseguem reiniciar os hormônios e as substâncias químicas inflamatórias a níveis normais, resultando no enfraquecimento do sistema imunológico e deixando-o mais suscetível a doenças – além de você se sentir constantemente cansado e irritado.


E nas situações de perigo?
Já as situações de ameaças imediatas desencadeiam respostas de fuga ou de luta. Hoje, vamos focar nas situações de estresse mais extremas, que envolvem algum risco sério a você (como um assalto) – em outras palavras, o estresse agudo. Por exemplo, quando você ouvir ou ver que existe algum tipo de ameaça próximo, sinais nervosos enviam mensagens rápidas ao seu cérebro para deixá-lo mais alerta.


Esses sinais chegam à amígdala cerebelosa (não é aquela da garganta), a região responsável pela tomada de decisões e na regulação das emoções. A amígdala repassa a informação ao hipotálamo, que é o regulador de hormônios do corpo, de modo que cargas de adrenalina são liberadas. Nesse meio tempo, o hipotálamo produz o cortisol, o tal hormônio do estresse.


O corpo bem mais alerta
Quando o cortisol, a adrenalina e outras substâncias químicas entram na corrente sanguínea e viajam pelo corpo, nós começamos a sentir os efeitos do estresse nas situações de perigo. Quase todas as nossas células, sejam de órgãos ou de tecidos, estão repletas de proteínas chamadas receptores de glicocorticoides, que combinam com o cortisol e liberam muito mais açúcar no sangue.


Então o coração acelera e o corpo recebe mais oxigênio, deixando o preparando para lutar ou fugir se for necessário. Nessas situações, tomadas de decisões rápidas são feitas, realmente impulsivas. Somente depois de algumas horas as substâncias do seu corpo são normalizadas, deixando-o calmo novamente.


Fonte: Mega Curioso (Via PopSci)

Coordenador da campanha de Aécio é acusado de receber R$ 1 milhão em propina



Um empresário do Rio Grande do Norte admitiu ter pagado propina para aprovar, na Assembleia Legislativa, uma lei sob medida para os seus negócios no Detran estadual. Em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, George Olímpio contou ter dado dinheiro ao atual presidente da Assembleia, ao ex-governador Iberê Ferreira de Souza (PSB), já falecido, ao filho da ex-governadora Wilma Faria (PSB), Lauro Maia, e ao senador José Agripino Maia (DEM-RN), presidente nacional do DEM, ex-líder do partido e coordenador-geral da campanha presidencial de Aécio Neves (PSDB).


A fraude, de acordo com ele, começou com a prestação de serviços de cartório de seu instituto para o Detran do Rio Grande do Norte. Cabia à empresa de George cobrar uma taxa de cada contrato de carro financiado no estado. Segundo ele, de cada R$ 75 cobrados pelo serviço, R$ 15 foram distribuídos como propina a integrantes do governo entre 2008 e 2011.


O empresário contou que, em seguida, comprou o apoio de políticos locais para aprovar uma lei que tornava obrigatória a inspeção veicular no estado, inclusive para carros zero km. Caberia novamente à sua empresa o comando dos serviços, mas o negócio foi barrado pelo Ministério Público por suspeita de fraude. As revelações da Operação Sinal Fechado, na época, levaram à prisão em caráter preventivo o então suplente de Agripino, João Faustino (PSDB-RN), acusado de atuar como lobista do grupo, como mostrou o Congresso em Foco.


Em entrevista ao Fantástico, George Olímpio afirmou que deu R$ 1 milhão a Agripino após pedido feito pelo senador. O delator afirma que Agripino lhe disse, inicialmente, ter conhecimento de que ele havia destinado R$ 5 milhões para a campanha de Iberê. O empresário contestou a informação e disse que havia repassado R$ 1 milhão ao então governador.


“Ele [Agripino] disse: pois é, e tal, como é que você pode participar da nossa campanha? Eu falei R$ 200 mil. Disse: tenho condições de lhe conseguir esse dinheiro já. Estou lhe dando esses R$ 200 mil, na semana que vem lhe dou R$ 100 mil. Ele disse: ‘pronto, aí vai faltar R$ 700 mil para dar a mesma coisa que você deu para a campanha de Iberê’. Para mim, aquilo foi um aviso bastante claro de que ou você participa ou você perde a inspeção. Uma forma muito sutil, mas uma forma de chantagem. R$ 1,15 milhão foram dados em troca de manter a inspeção”, disse o delator ao Fantástico.


“Infâmia”
Por telefone, nos Estados Unidos, José Agripino afirmou à TV Globo que conhece George Olímpio e que tem amigos em comum com ele. Mas negou ter pedido ou recebido qualquer quantia do empresário.


“Eu nunca pedi nenhum dinheiro, nenhum valor a George Olímpio. E conforme ele próprio declarou em cartório, não me deu R$ 1 milhão coisíssima nenhuma”, respondeu o senador. O presidente do DEM enviou ao Fantástico um documento de 2012, que George Olímpio teria registrado em cartório. “É uma infâmia, uma falta de verdade. Está completamente falso e faltando com a verdade”, afirmou José Agripino.


Todo o material da investigação que se refere ao senador foi enviado à Procuradoria-Geral da República, já que ele só pode responder a investigações com o aval do Supremo Tribunal Federal (STF).


Residência oficial
O empresário contou, ainda, que o esquema de corrupção era negociado na residência oficial da então governadora Wilma de Faria, hoje vice-prefeita de Natal. O negociador, segundo ele, era Lauro Maia, filho de Wilma. “A gente marca o encontro no escritório, exatamente para eu repassar esse dinheiro a ele. Todo mês era feito o encontro de contas”, afirmou o delator.


George disse ter contado com o apoio do atual presidente da Assembleia, o deputado estadual Ezequiel Ferreira (PMDB), para aprovar a obrigatoriedade da inspeção veicular sem qualquer discussão nas comissões temáticas da Casa. “Eu digo: de quanto é que seria essa ajuda? Aí o Ezequiel me diz: George, uns 500 mil. Eu tenho como pagar 300 mil. Eu dou 150 quando for aprovado e os outros 150 você me divide em três vezes”, contou o delator. Ezequiel foi denunciado semana passado pelo crime de corrupção passiva.


Faturamento bilionário
Em 2011, quando o esquema da inspeção veicular veio à tona com a Operação Sinal Fechado, 34 envolvidos foram denunciados, inclusive o empresário. Mas só no ano passado ele decidiu colaborar com as investigações.


Com essa fraude, o grupo criminoso pretendia faturar R$ 1 bilhão ao longo de 20 anos de exploração de uma concessão pública, segundo o Ministério Público.


“Ele estava se sentindo abandonado pelos comparsas, pelos demais membros da organização criminosa e ele, temendo ser responsabilizado penalmente sozinho, procurou o Ministério Público em troca de colaborar para ter a obtenção de alguma espécie de benefício”, disse a promotora de Justiça Keiviany Silva de Sena. Assim como Lauro Maia, Ezequiel e a família de Iberê negaram qualquer envolvimento com o caso.


Fonte: Congresso em Foco

Bizarro: conheça 5 produtos de uso comum que são radioativos


Muita gente não sabe ainda que muitos produtos, alguns até consumidos por nós sem qualquer restrição, são radioativos também. Descubra a seguir que produtos são esses:

1 – Castanha do Pará
Aparentemente inofensivas e totalmente saudáveis, essas castanhas potencialmente lideram o ranking de alimentos radioativos, com índices elevados de potássio-40 e rádio-226. A boa notícia é que o rádio dessas castanhas não fica retido em nosso corpo, mas ainda assim é bizarro imaginar que essas nozes têm material radioativo em sua composição, não é mesmo? Dos alimentos, é certamente o mais radioativo.


2 – Cerveja
Uma das bebidas mais queridinhas dos brasileiros também contém isótopo de potássio-40, o que não a torna exatamente radioativa – ufa! A verdade é alimentos com potássio vão apresentar esse isótopo radioativo, nem que seja em pequenas quantidades.


3 – Detectores de fumaça
Por essa você não esperava, a gente sabe, mas cerca de 80% dos detectores de fumaça fabricados no mundo contêm o isótopo radioativo amerício-24, um emissor de partículas alfa e beta. O problema desse elemento é que ele tem uma vida longa, de cerca de 430 anos – felizmente a presença desse isótopo não representa riscos à saúde humana, a não ser, é claro, que você resolva comer um detector de fumaça. A gente não recomenda.


4 – Lâmpadas fluorescentes
Esses itens às vezes contêm uma pequena lâmpada cilíndrica de vidro com krypton-85, que nada mais é do que um emissor de radiação. A meia-vida desse elemento é de aproximadamente 10 anos, e você deve se preocupar com ele somente se a lâmpada se quebrar – mas a emissão de tóxicos, mesmo nesses casos, ainda é baixa.


5 – Algumas pedras preciosas
Já ouviu falar de zircão? Trata-se de um mineral naturalmente radioativo e que é usado na confecção de joias. Além do zircão, algumas pedras preciosas passam por processos de radiação para que fiquem ainda mais brilhantes. Entre elas podemos citar o berilo, a turmalina, o topázio e alguns diamantes. De novo, a radiação desses objetos não é preocupante, mas é bizarro pensar que algumas pessoas os mantêm em contato com a pele por longos períodos de tempo.


Fonte: Mega Curioso (Via About.com/Anne Marie Helmenstine)

Conheça quem são os dez brasileiros mais ricos

Homem mais rico do Brasil, Lemann também 
é o que mais enriqueceu no país em 2015

O PIB (Produto Interno Bruto) de 2014 do Brasil ainda não foi fechado, mas estimativas de economistas consultados pelo Banco Central apontam para crescimento de 0,15%. A expectativa do FMI para o crescimento do PIB mundial no mesmo ano é de 3,3%. Enquanto isso, o número total de bilionários do mundo aumentou 7%.

A informação é do relatório 2014 do banco UBS em parceria com a Wealth-X, instituição dedicada a coletar dados sobre os ultrarricos. De acordo com o relatório, o mundo ganhou 155 bilionários no ano passado em relação ao total de 2013, o que fez com que o grupo chegasse a 2.325 pessoas.


Segundo a pesquisa, o bilionário médio ganha US$ 3,1 bilhões, tem 63 anos. A maioria não chegou ao seu primeiro bilhão antes de completar 40 anos. Do total, apenas 286 são mulheres.


São Paulo é a sexta cidade com o maior número de ultrarricos, com 36 no total. Ela fica logo atrás de Pequim, que tem 37. No topo da lista, estão Nova York, com 103, e Moscou, com 85 ricaços.


No Brasil, de acordo com a Forbes, domina o topo da lista dos bilionários Jorge Paulo Lemann, um dos donos da AB Inbev. Seus sócios também aparecem no ranking, além dos Marinho, herdeiros das Organizações Globo. Juntos, os controladores das Organizações Globo e os da AB Inbev somam seis das dez pessoas mais ricas do país.


Veja abaixo a lista com os dez mais ricos brasileiros.


1) Jorge Paulo Lemann
Homem mais rico do Brasil, Jorge Paulo Lemann tem uma fortuna avaliada pela "Forbes" em US$ 21,27 bilhões (R$ 61,37 bilhões). Um dos donos do fundo 3G Capital e da cervejaria AB Inbev, ele também foi o brasileiro que mais enriqueceu em 2014.

2) Joseph Safra
Joseph Safra é o segundo homem mais rico do Brasil segundo a revista "Forbes", com uma fortuna de US$ 15,38 bilhões (R$ 44,37 bilhões). No final de 2014, Safra virou notícia internacional ao comprar por 726 milhões de libras (R$ 3,21 bilhões) o edifício Gherkin, um dos mais emblemáticos de Londres.

3) Marcel Hermann Telles
Integrante do fundo de investimentos 3G Capital menos conhecido do que Jorge Paulo Lemann, Marcel Hermann Telles também é um dos donos da AB Inbev. Sua participação no funco contribui para que seja um dos homens mais ricos do país, com fortuna estimada pela Forbes em US$ 10,93 bilhões (R$ 31,60 bilhões), ele também esteve entre os brasileiros que mais turbinaram seus ganhos em 2014.

4) Carlos Alberto Sicupira
Outro dos donos da AB Inbev e sócio do fundo de investimentos 3G Capital, Carlos Alberto Sicupira é outro dos homens mais ricos do país -o que faz com que dos quatro mais ricos, três estejam no "clube" da 3G Capital e da AB Inbev. De acordo com a revista "Forbes", sua fortuna é de US$ 9,53 bilhões (R$ 27,55 bilhões). Na imagem, uma fábrica da Ambev em Itapissuma (PE).

5) Roberto Irineu Marinho
Com fortuna de US$ 6,81 bilhões (R$ 19,69 bilhões) o presidente das Organizações Globo Roberto Irineu Marinho é a figura mais conhecida da família que controla o grupo. Participante da segunda geração dos Marinho a liderarem o conglomerado, recebeu um prêmio de personalidade mundial da televisão no Emmy de 2014 por Rupert Murdoch, dono da 21st Century Fox.

6) João Roberto Marinho
Presidente do conselho editorial das Organizações Globo, João Roberto Marinho é o sexto homem mais rico do país segundo a Forbes, com fortuna de US$ 6,78 bilhões (R$ 19,64 bilhões). Em 2013, foi o indicado do grupo a ter reuniões com Lula em São Paulo.

7) José Roberto Marinho
Vice-presidente das Organizações Globo, José Roberto Marinho, é também o sétimo bilionário mais rico do Brasil, segundo a "Forbes". Isso faz com que, das dez pessoas mais ricas do país, três sejam da família Marinho.
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8) Marcelo Bahia Odebrecht e família
Presidente da Odebrecht e membro da família proprietária do grupo, Marcelo Bahia Odebrecht é o oitavo bilionário mais rico do Brasil, com fortuna de US$ 5,09 bilhões (R$ 14,71 bilhões). Conhecido pelos negócios na área de construção, o grupo Odebrecht atua também em áreas como petroquímica e agroindústria.

9) José Batista Sobrinho e família
De origem humilde, José Batista Sobrinho é, com sua família, o nono homem mais rico do Brasil, com fortuna de US$ 5,09 bilhões (R$ 14,63 bilhões). Nascido no sul de Minas, montou o primeiro açougue em Anápolis (GO) em 1953. Foi o começo da história daquele que seria o gigantesco frigorífico JBS.

10) Francisco Ivens de Sá Dias Branco
Dono do grupo Dias Branco, o maior fabricante de massas e biscoitos do país –em 2011 fechou acordo de R$ 240 milhões para comprar os biscoitos Estrela– o cearense Francisco Ivens de Sá Dias Branco também aparece na lista dos bilionários brasileiros segundo a revista "Forbes". Ele é a décima pessoa mais rica do Brasil, com fortuna estimada em US$ 4,7 bilhões (R$ 13,72 bilhões).


Fonte: Folha.com

Juiz do caso Eike usa Porsche do empresário, diz advogado


O juiz que determinou a apreensão dos bens do empresário Eike Batista estaria de posse de um Porsche e um piano que pertenciam ao empresário, afirma o advogado Sergio Bermudes, que representa o ex-bilionário.

O automóvel de luxo teria sido levado à casa do juiz titular da 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, Flávio Roberto de Souza, após ter sido apreendido por agentes da Polícia Federal.

O automóvel, um Porsche Cayenne turbo placa DBB 0002, segundo o advogado, estaria estacionado na vaga do edifício onde mora o juiz, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Hoje pela manhã o juiz foi visto pela reportagem do Broadcast, serviço de informações em tempo real da Agência Estado, dirigindo o carro no centro do Rio, próximo à sede do Tribunal Regional Federal.


"Isso não é só suficiente para afastar o juiz como é um ilícito. Esse ato é gravíssimo", afirma Bermudes.


A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão no último dia 6 na casa de Eike Batista, no Jardim Botânico, zona sul do Rio, após um pedido da Justiça de bloqueio de R$ 3 bilhões do empresário e seus familiares.


A lista de bens retidos inclui seis carros, 16 relógios, um piano, uma escultura e R$ 127 mil em espécie (R$ 37 mil em moedas estrangeiras). A intenção era garantir o pagamento de indenizações e multas, no caso de condenação do empresário por crimes contra o mercado financeiro.


A Justiça Federal marcou para esta quinta-feira, dia 26, o leilão de cinco veículos retidos, com valor de avaliação total de R$ 1,795 milhão. Somente o carro mais valioso, uma Lamborghini Aventador, ano de fabricação 2011/2012, foi estimado em R$ 1,62 milhão - o veículo enfeitava a sala da casa do empresário.


O juiz Flávio Roberto de Souza afirmou que levou o veículo para a garagem do seu prédio, na Barra da Tijuca, zona Oeste da cidade, por falta de vagas no pátio da Justiça Federal e por causa da lotação do depósito da Polícia Federal.


Para apurar o caso, o juiz será alvo de sindicância da Corregedoria Regional da Justiça Federal da 2ª Região.


Fonte: Estadão

Nota da redação tira vaga na universidade para menino fenômeno do Enem



O estudante de escola pública João Vitor dos Santos, que foi notícia nacionalmente após excelente resultado na prova de múltipla escolha do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2014, não conseguiu vaga na Universidade Federal do Ceará (UFC). A informação foi confirmada pela direção da escola estadual Governador Adauto Bezerra, em Fortaleza.


Mesmo sendo estudante do 2º ano do Ensino Médio, João Vitor conseguiu acertar 172 das 180 questões, o equivalente a 95,5% do total da prova. Como comparativo, o menino ultrapassou os 164 acertos da estudante mineira Mariana Drummond, que conquistou o primeiro lugar no exame em 2013. Apesar do resultado, o jovem de 16 anos não atingiu a meta exigida para cursar Ciências Biológicas na UFC.

“A nota da Redação foi muito baixa. Ele conseguiu vaga para estudar em Alagoas, mas não quis ir para lá”, conta o diretor da escola, Otacílio Bessa. João Vitor já havia informado que o desempenho na prova não seria tão bom, por considerar a avaliação a mais difícil. “Ele sabia que seria difícil, mesmo assim ficou meio depressivo quando viu o resultado”, confidencia.


João Vitor sempre estudou em escolas públicas e revelou, em entrevista na época, que sua estratégia de estudo foi se adaptar à leitura, ler livros extensos e alguns com linguagem rebuscada. Sua ficha da biblioteca na escola contém mais de 40 exemplares lidos. Desde o anúncio de seu resultado, ele preferiu não falar mais com a imprensa.Morador do Bairro Vila União e o quarto de cinco irmãos, João Vitor agora cursa o 3º ano do Ensino Médio, ainda sonha em viajar para o Reino Unido pelo programa Ciências Sem Fronteiras e fazer especialização em bioquímica ou biologia molecular, relata Otacílio. O destino ainda não teve ponto final. E João Vitor pretende escrevê-lo com centenas de exclamações. “Nós acreditamos nele”, finaliza o diretor.


Redação no Enem
A prova de redação do Enem 2014 teve como tema “Publicidade infantil em questão no Brasil”. A correção é feita por duas pessoas, de forma independente. Se houver discrepância entre as notas dos corretores por mais de 100 pontos, a redação vai para um terceiro corretor. A nota máxima da prova é de 1.000 pontos. A direção da escola Adauto Bezerra preferiu não divulgar a pontuação do estudante.


Segundo Myrson Lima, professor de curso de Redação em Fortaleza, a redação no Enem é atípica, diferente da avaliação nos vestibulares tradicionais. “O texto tem de ser dissertativo-argumentativo. O estudante tem que formular uma tese e argumentar em defesa dessa tese, provando que ela é verdadeira e defensável. Além de oferecer uma proposta cidadã, uma contribuição”.


O professor cita como exemplo o tema Publicidade Infantil. Nesse caso, o aluno deve convencer o leitor da sua tese, podendo sugerir que a prática seja controlada por fazer mal à criança. “Aí está a diferença da Redação no Enem. Ela pressupõe conhecimento prévio do assunto. O aluno tem que mostrar esse preparo, possuir um banco de ideias antes de começar a escrever”, avalia. Myrson alerta ainda para a necessidade de conexão entre os parágrafos. “Não adianta escrever cinco microtextos autônomos sobre publicidade infantil. Um parágrafo tem que ser complementação do outro”.


O problema maior, de acordo com o professor, é o fato de a tradição brasileira ser a oral, e não a escrita. “Tem gente que fala bem demais; mas, quando pedem para escrever, é um ‘Deus nos acuda’. A escola tem que ter estrutura de revisores, de corretores, para desenvolver a habilidade de escrita do aluno”, conclui.


Fonte: Tribuna do Ceará

A tentativa de desmontar a Petrobras




O editorial do jornal O Globo de ontem é claro. O interesse maior não é o de punir malfeitos, prender corruptos e corruptores: é mudar o sistema de partilha do pré-sal. Trata-se de uma bandeira profundamente rentável, a julgar pelo afinco com que veículos se dedicam a ela.


A geopolítica do petróleo não é uma mera teoria da conspiração: é um dado da realidade, por trás dos grandes movimentos políticos do século, especialmente em países que definiram modelos autônomos de exploração do petróleo. E as mídias nacionais sempre tiveram papel relevante, não propriamente por convicções liberais e internacionalistas.


Para o editorial, o Globo certamente teve o auxílio do ectoplasma de algum editorialista dos anos 50. Os bordões são os mesmos: "O PT, ao reagir ao petrolão, ressuscita um discurso da década de 50 e recoloca o Brasil na situação de antes da assinatura dos contratos de risco, no governo Geisel: o petróleo era “nosso”, mas continuava debaixo da terra. Agora, do mar".


Valia nos anos 50, antes que a Petrobras conseguisse sucesso nas suas prospecções. É uma piada em 2015, quando a empresa consegue extrair 700 mil barris diários do pré-sal. Aliás, é o segundo erro do jornal. O primeiro é supor que a Petrobras ou o sistema de exploração do petróleo é bandeira do PT.


Trata-se de um pilar de política industrial e social que vai muito além dos jogos partidários.


As propinas pagas são caso de polícia. Corruptores e corrompidos precisam ser identificads, processados e presos. Pretender atribuir a corrupção à empresa ou ao modelo de exploração do pré-sal é malandragem política.


Diz o editorial: "Se a Petrobras, em condições normais, já tinha dificuldades para tocar esse plano de pedigree “Brasil Grande”, agora é incapaz de mantê-lo. Não tem caixa nem crédito para isso. Não há como sustentar o modelo".


A empresa enfrenta problemas momentâneos de caixa, que poderão ser resolvidos com desmobilizações, com a entrada em operação de vários dos investimentos e assim que houver um mínimo de competência política do governo, para deslindar o novelo policial-financeiro criado pela Lava Jato.


Ao longo das últimas décadas, os avanços proporcionados pela Petrobras foram muito além da atividade principal, de tirar petróleo. Hoje em dia, a prospecção em águas profundas é a única tecnologia global na qual o país se destaca, ao lado da aeronáutica.


A política de conteúdo nacional fortaleceu toda uma cadeia de fabricantes de máquinas e equipamentos. O transporte de combustíveis e as plataformas permitiram recriar a indústria naval. A pesquisa brasileira avançou uma enormidade através das pesquisas em rede com as principais universidades nacionais.


Nos últimos anos, a Petrobras foi vítima de três atentados. Do PT, ao permitir e ampliar a permanência de esquemas de financiamento de campanha, destruindo os sistemas internos de controle da empresa. Do governo Dilma, ao conferir responsabilidades inéditas à empresa e, ao mesmo, tirar-lhe o oxigênio com os sub-reajustes tarifários. E, agora, da oposição e da velha mídia, valendo-se do álibi da corrupção para bancar campanhas pouco nítidas para seus patrocinadores.


Por: Luís Nassif


Fonte: Jornal GG

Bacon, leite, ovo: quais são as boas gorduras para o corpo?

Já ouviu dizer que a gordura deve ser eliminada da alimentação? Pois isso não é verdade. “Os três principais tipos de gordura são saturadas, poli-insaturadas e monoinsaturadas. Precisamos de todos os três em nossas dietas”, disse a nutricionista Marilyn Glenville, do Reino Unido. Especialistas afirmam que a verdadeira mensagem a que todos devem dar atenção é a de que é necessário comer a quantidade certa do tipo certo de gordura. Descubra detalhes sobre as gorduras e curiosidades sobre os alimentos que as contêm, segundo o jornalDaily Mail:


Gorduras saturadas 
As gorduras saturadas são naturalmente sólidas à temperatura ambiente e encontradas em maiores quantidades em produtos de origem animal, como laticínios e carnes, e em alimentos manufaturados, como bolos, biscoitos e tortas. Em excesso, podem aumentar os níveis do “mau” colesterol, um dos principais contribuintes para doenças do coração, e também têm sido associadas ao câncer e obesidade. “Amêndoas, vitamina B3 e chá-verde podem ajudar a reduzir o ‘mau’ colesterol, vitamina B3 também ajuda a aumentar o ‘bom’ colesterol”, disse a nutricionista.


Gorduras poli-insaturadas 
A maioria é líquida à temperatura ambiente ou fria. Óleos vegetais, tais como os de milho, cártamo e girassol, são ricos em gordura poli-insaturada. Ela tem o efeito oposto de gorduras saturadas, uma vez que reduz o “mau” colesterol no sangue, mas não é totalmente boa. Pesquisas têm mostrado que pode aumentar a quantidade de radicais livres, células que aumentam o risco de câncer e outras doenças.


No entanto, algumas são absolutamente essenciais ao corpo, os chamados ácidos graxos essenciais. “Gorduras poli-insaturadas podem ser divididas em dois tipos: ômega 6 e Ômega 3”, disse a nutricionista Marilyn. O Ômega 6 é encontrado em nozes e sementes, além de em óleos como o de prímula. “Ajuda a prevenir coágulos sanguíneos e a manter o sangue fino. Também podem reduzir a inflamação e, por isso, é vital na prevenção da artrite”, comentou. O Ômega 3 é comumente encontrado em peixes oleosos, como arenque, salmão, atum e truta, e pode reduzir a tendência do sangue de coagular, ajudando assim a prevenir doenças cardíacas e derrames, além de auxiliar a baixar a pressão arterial, suavizar a pele, aumentar a função imunológica, melhorar a energia.


Gorduras monoinsaturadas 
As gorduras monoinsaturadas são geralmente líquidas à temperatura ambiente e podem endurecer quando resfriadas. São encontradas no azeite de oliva, óleo de canola, amendoim, azeitonas, nozes e abacate. Podem ser ainda mais eficazes na redução do colesterol do que as poli-insaturadas e também são associadas com baixos níveis de obesidade, menos câncer e vida mais longa. Devido a esses fatores, é geralmente recomendado substituir algumas das gorduras saturadas da nossa dieta pelas monoinsaturadas e tentar cozinhar com essas gorduras em vez das poli-insaturadas.


Gorduras trans 
As gorduras trans são gorduras insaturadas que foram hidrogenadas. Isso acontece normalmente no processamento de alimentos. Estão presentes em frituras, fast food, algumas marcas de pipoca de micro-ondas, margarina, carne processada (bacon, presunto, linguiça). “Sem os benefícios nutricionais das outras, as gorduras trans são as piores e devem ser evitadas a todo custo”, alertou a nutricionista. Estão ligadas ao aumento de doenças cardíacas e são ruins para a saúde de maneira geral, já que endurecem células e artérias.


O que consumir 
Leite: opte pela versão integral para ter seus benefícios em vez das versões com menos gordura. Pode-se consumir cerca de 280 ml por dia. O leite integral faz com que se sinta satisfeito por mais tempo e estudos têm mostrado que alguns dos ácidos graxos em produtos lácteos podem ajudar a regular o peso.


Ovos: ao contrário da crença popular, os ovos são realmente bons para a saúde e podem ser consumidos até quatro vezes por semana, segundo os especialistas.


Azeite de oliva: embora seja seguro colocar a iguaria em saladas, por exemplo, torna-se cancerígena quando aquecida e nunca deve ser usada para fritar. Quando for cozinhar com óleo, opte pelo de colza ou girassol.


Carne vermelha: tudo depende de onde sua carne vermelha vem. Verifique os rótulos, sendo que 100 g três a quatro vezes por semana é algo bom, mas só se o animal tiver sido criado em uma dieta à base de grama.


Carboidratos: risque da lista carboidratos brancos e escolha cereais integrais. Alimentos como arroz branco, massas e pão convertem em açúcar, o que coloca o corpo em risco de diabetes tipo 2 e câncer.


Carne processada: elimine o item do cardápio. Carnes processadas contêm grandes quantidades de gorduras trans e também têm altos níveis de sal. Portanto, nada de bacon, presunto, linguiça, salsicha.


Iogurte: tal como o leite, escolha a versão integral em vez da com baixo teor de gordura, se quiser ter os benefícios do alimento. Iogurtes com baixo teor de gordura são cheios de açúcar para substituir o sabor das gorduras que foram retiradas.


Chocolate: muito bom para o coração, mas só os com 70% ou mais teor de cacau. O chocolate ao leite e o chocolate branco são cheios de gordura e açúcar.


Manteiga: é melhor tê-lo em pequenas quantidades a optar por margarina.


Fonte: Terra