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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

História da feijoada - Transformada em prato nacional, a feijoada como a conhecemos teria surgido apenas no século XIX, tornando-se signo da brasilidade com os modernistas.

História da feijoada - Transformada em prato nacional, a feijoada como a conhecemos teria surgido apenas no século XIX, tornando-se signo da brasilidade com os modernistas.

A feijoada foi transformada em prato típico nacional possivelmente no século XX

A feijoada é um dos pratos típicos mais conhecidos e populares da culinária brasileira. Composta basicamente por feijão preto, diversas partes do porco, linguiça, farinha e o acompanhamento de verduras e legumes, ela é comumente apontada como uma criação culinária dos africanos escravizados que vieram para o Brasil. Mas seria mesmo essa a história da feijoada?

Historiadores e especialistas da culinária indicam que esse tipo de prato – que mistura vários tipos de carnes, legumes e verduras – é milenar. Remonta possivelmente da área mediterrânica à época do Império Romano, segundo Câmara Cascudo. Pratos similares na cozinha latina seriam o cozido, em Portugal; o cassoulet, na França; apaella, à base de arroz, na Espanha; e a casouela e o bollito misto, na Itália.

Mas a feijoada tem as especificidades da culinária brasileira. O feijão preto é originário da América do Sul e era chamado pelos guaranis de comanda, comaná ou cumaná. A farinha de mandioca também tem origem americana, sendo adotada como componente básico da alimentação pelos africanos e europeus que vieram para o Brasil. Roças de feijão e mandioca eram plantadas em diversos locais, inclusive nos espaços domésticos, em torno das residências, principalmente das classes populares.

Segundo Carlos Alberto Dória, a origem da feijoada estaria no “feijão gordo”, o ensopado da leguminosa acrescido de toucinho e carne seca. A feijoada seria esse “feijão gordo” enriquecido ao extremo, com linguiças, legumes, verduras e carnes de porco.

A inclusão do último ingrediente acima indicado levou Câmara Cascudo a questionar se a feijoada seria invenção dos africanos escravizados: sendo boa parte dos africanos seguidora do islamismo, como poderiam ter incluído a carne de porco no prato, já que a religião interdita seu consumo?

O famoso folclorista brasileiro indica que a feijoada como a conhecemos, composta de feijão, carnes, hortaliças e legumes, seria uma combinação criada apenas no século XIX em restaurantes frequentados pela elite escravocrata do Brasil. Sua difusão teria se dado em hotéis e pensões, principalmente a partir do Rio de Janeiro.

Porém, a propagação da ideia da feijoada como prato nacional seria consequência das ações dos modernistas para construir uma identidade nacional brasileira, segundo Carlos Alberto Dória. A feijoada seria um dos signos da brasilidade, caracterizada pelo tema da antropofagia, da deglutição cultural que permeou a formação da nação brasileira.

Mário de Andrade apresentou essa perspectiva em seu conhecido livro “Macunaíma”, de 1924, durante um festim na casa do fazendeiro Venceslau Pietro Pietra, no qual participou o anti-herói. De acordo com Dória, a cena seria uma alegoria da cozinha nacional e das diversas etnias que entraram em contato no Brasil.

Vinicius de Moraes também versou sobre a feijoada, em seu poema “Feijoada à Minha Moda”, retratando ao final a cena de difícil digestão do prato: Que prazer mais um corpo pede/ Após comido um tal feijão?/ — Evidentemente uma rede/ E um gato para passar a mão...


Por Tales Pinto
Mestre em História

HISTÓRIA - Bruxas e o Poder Simbólico - As Bruxas podem ser entendidas no campo da imagética, pois elas fazem parte de conjuntos simbólicos que regulam a existência humana.

Bruxas e o Poder Simbólico - 
As Bruxas podem ser entendidas no campo da imagética, pois elas fazem parte de conjuntos simbólicos que regulam a existência humana.

As bruxas foram e sempre serão um elo entre mito e razão ou ficção e realidade

As relações humanas, dizem os sociólogos, são pautadas por poderes simbólicos. Eles possuem grande influência na visão de mundo e na realidade das pessoas. As bruxassempre foram e vão ser um elo entre mito e razão ou entre ficção e realidade, pois elas se encontram no campo do imaginário popular que é disseminado pela cultura e pelos costumes de um povo e que, sobretudo, estabelecem relação e consequências nas ações do pensamento humano.

Pesquisadores ávidos por suas buscas arqueológicas encontraram em cavernas símbolos e ilustrações que demonstram a adoração humana a deusas da fertilidade ainda no período neolítico. Desde o surgimento das primeiras civilizações, o homem buscava adorar deuses que mesclavam proteção, respeito e divindade. Talvez fosse uma maneira de confortar a busca por aquilo que não se compreendia ou aquilo que não existia e que se buscava uma resposta.

Com o advento do Cristianismo e sua disseminação pelo mundo, o poder simbólico de muitas crenças, rituais ou costumes passaram a ser perseguidos e rotulados como heréticos e pecaminosos. O Cristianismo proliferou uma política em que existia uma cultura certa e uma cultura errada e, tão logo, a “verdade” deveria prevalecer sobre a “falsidade”.

As mulheres durante a Idade Média que possuíam domínio de ervas medicinais para a cura de enfermidades eram julgadas como hereges e pecadoras, pois, na concepção católica, elas tentavam enganar as leis divinas com rituais que iam contra os preceitos da Igreja Católica. Por isso, várias mulheres foram perseguidas e acusadas de feitiçaria ou bruxaria e, consequentemente, foram assassinadas pela prática de suas crendices e cultura. 

Na Idade Média, as bruxas eram acusadas de falsear o controle divino, manipulando ervas e curando doenças, pois ninguém poderia mudar o curso divino das coisas se não fosse Deus. Juntamente com essa acusação, as bruxas eram acusadas de fazerem pactos demoníacos e realizarem coisas sobrenaturais, como voar pelos ares. Foi com esse imaginário simbólico que acusações foram legitimadas e várias mulheres foram mortas em diversas cidades da Europa até a chegada do Iluminismo.


Por Fabrício Santos
Graduado em História

A história política recente do Irã

A história política recente do Irã

O Irã é controlado por uma cúpula religiosa que direciona toda vida política do país
Do ponto de vista histórico, o Irã é visto como uma nação fortemente influenciada pela expansão islâmica que marcou o período medieval. De fato, os valores religiosos deste país possuem um grau de penetração que se manifesta em diferentes esferas do cotidiano do povo iraniano. Contudo, a compreensão deste conturbado cenário político não deve somente limitar-se a simples crítica à hegemonia do pensamento islâmico no interior de sua cultura.

Nas primeiras décadas do século XX, o Irã despertou o interesse do mundo Ocidental por causa de suas valiosas reservas petrolíferas. Inicialmente, a interferência no Irã partiu do governo britânico, que tentava preservar seus interesses para com as reservas energéticas da nação islâmica. Contudo, no ano de 1951, a interferência político-econômica estrangeira sofreu um duro golpe quando o primeiro ministro Mohammad Mossadegh nacionalizou a exploração do petróleo em seu país.

Entretanto, dois anos mais tarde, com apoio logístico e militar norte-americano, Mohammad Reza Pahlevi consagrou um governo ditatorial comprometido com os interesses do bloco capitalista. Desfrutando de amplos poderes, esse estadista perseguiu os partidários do movimento nacionalista iraniano e estabeleceu a adoção de práticas, vestimentas e padrões de consumo ocidentais no país. Acuados, os nacionalistas promoveram a manutenção de sua orientação política no interior das mesquitas iranianas.

A fusão entre o discurso nacionalista e a defesa dos ideais religiosos passou a ganhar vigor sob a voz do aiatolá Ruhollah Khomeini. Dessa forma, a defesa da interferência política conservadora do clero iraniano se transformou em uma via de defesa dos interesses nacionais contra a intervenção estrangeira. Exilado no Iraque, Khomeini acabou obrigado a se retirar do país por exigência do ditador Saddam Hussein, então aliado dos norte-americanos.

No início de 1979, uma série de revoltas, protestos e greves anunciavam a insustentabilidade do governo de Reza Pahlevi. Com isso, sob a tutela do aiatolá Khomeini, a chamada Revolução Iraniana alicerçou um Estado conservador, teocrático e contrário à intervenção Ocidental. Nesse contexto transitório, Saddam Hussein promoveu uma guerra que pretendia enfraquecer a influência política dos xiitas e controlar as ricas reservas petrolíferas da nação vizinha.

Após o conflito, que não estabeleceu nenhum tipo de ganho para nenhum dos lados, a tutela religiosa prosseguiu orientando a vida política iraniana. Em 1997, a eleição de Mohammad Khatami representou uma possibilidade de reformas que desmobilizassem os rigores que a cúpula religiosa tinha dentro do Irã. Contudo, não foi possível alcançar as transformações que eram, principalmente, almejadas por mulheres e estudantes.

No ano de 2005, por conta das frustrações vivenciadas no governo Khatami, uma grande evasão de eleitores permitiu que o líder ultraconservador Mahmoud Ahmadinejad vencesse o processo eleitoral. Em seu primeiro mandato, observamos o acirramento das tensões políticas para com os Estados Unidos, a pretensão do desenvolvimento de um programa nuclear e a realização de várias declarações polêmicas contra os regimes ocidentais e o governo de Israel.

Em 2009, um novo pleito estabeleceu a disputa entre Mahmoud Ahmadinejad e Mir Hossein Mousavi, que teria uma política de pretensões liberais. Apesar das pesquisas que sugeriam uma acirrada disputa, o processo eletivo acabou apontando uma vitória esmagadora de Ahmadinejad, detentor de mais de 60 % dos votos contabilizados. Com isso, vários protestos e denúncias sugerem a ilegalidade do processo eletivo iraniano, que foi ratificado pelo aiatolá Ali Khamenei, Líder Supremo do país.


Por Rainer Sousa
Graduado em História

Acidente de Chernobyl

Acidente de Chernobyl

Os impactos do acidente em Chernobyl ainda preocupam autoridades e ambientalistas

No ano de 1986, os operadores da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, realizaram um experimento com o reator 4. A intenção inicial era observar o comportamento do reator nuclear quando utilizado com baixos níveis de energia. Contudo, para que o teste fosse possível, os responsáveis pela unidade teriam que quebrar o cumprimento de uma série de regras de segurança indispensáveis. Foi nesse momento que uma enorme tragédia nuclear se desenhou no Leste Europeu.

Entre outros erros, os funcionários envolvidos no episódio interromperam a circulação do sistema hidráulico que controlava as temperaturas do reator. Com isso, mesmo operando com uma capacidade inferior, o reator entrou em um processo de superaquecimento incapaz de ser revertido. Em poucos instantes a formação de uma imensa bola de fogo anunciava a explosão do reator rico em Césio-137, elemento químico de grande poder radioativo.
Com o ocorrido, a usina de Chernobyl liberou uma quantidade letal de material radioativo que contaminou uma quilométrica região atmosférica. Em termos comparativos, o material radioativo disseminado naquela ocasião era assustadoramente quatrocentas vezes maior que o das bombas utilizadas no bombardeio às cidades de Hiroshima e Nagasaki, no fim da Segunda Guerra Mundial. Por fim, uma nuvem de material radioativo tomava conta da cidade ucraniana de Pripyat.
A usina de Chernobyl liberou uma quantidade letal de material radioativo que contaminou uma grande região da atmosfera.
Ao terem ciência do acontecido, autoridades soviéticas organizaram uma mega operação de limpeza composta por 600 mil trabalhadores. Nesse mesmo tempo, helicópteros eram enviados para o foco central das explosões com cargas de areia e chumbo que deveriam conter o furor das chamas. Além disso, foi necessário que aproximadamente 45.000 pessoas fossem prontamente retiradas do território diretamente afetado.

Para alguns especialistas, as dimensões catastróficas do acidente nuclear de Chernobyl poderiam ser menores caso esse modelo de usina contasse com cúpulas de aço e cimento que protegessem o lugar. Não por acaso, logo após as primeiras ações de reparo, foi construído um “sarcófago” que isolou as ruínas do reator 4. Enquanto isso, uma assustadora quantidade de óbitos e anomalias indicava os efeitos da tragédia nuclear.

Buscando sanar definitivamente o problema da contaminação, uma equipe de projetistas hoje trabalha na construção do Novo Confinamento de Segurança. O projeto consiste no desenvolvimento de uma gigantesca estrutura móvel que isolará definitivamente a usina nuclear de Chernobyl. Dessa forma, a área do solo contaminado será parcialmente isolada e a estrutura do sarcófago descartada.
Apesar de todos esses esforços, estudos científicos revelam que a população atingida pelos altos níveis de radiação sofre uma série de enfermidades. Além disso, os descendentes dos atingidos apresentam uma grande incidência de problemas congênitos e anomalias genéticas. Por meio dessas informações, vários ambientalistas se colocam radicalmente contra a construção de outras usinas nucleares.
O acidente nuclear de Chernobyl aconteceu em 1986, na Ucrânia.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

A crise sul-americana

A crise sul-americana
Oficial colombiano fazendo denúncia contra a Venezuela e o Equador

As FARC são uma guerrilha que durante um longo tempo desafiam a supremacia do poder governamental colombiano. Utilizando das armas, seqüestros e extorsão conseguiram criar um verdadeiro poder paralelo dentro da Colômbia. Ao longo de três décadas de guerra civil, as FARC controlaram cerca de 40% do território da Colômbia.

Muitos especialistas discutem qual a real motivação desse movimento que, em tese, reforça seu caráter popular alegando lutar pela criação de um governo marxista-leninista em território colombiano. No entanto, muitos apontam que as FARC deixaram de adotar um projeto revolucionário para agora instituírem uma força política que controla a porção sul da Colômbia por meio das armas e do terror.

Além disso, um ponto extremamente polêmico sobre as FARC se refere ao controle do tráfico de drogas de uma região considerada uma das maiores produtoras de droga do mundo. Vários depoimentos e denúncias apontam que as FARC sustentam-se pela comercialização de drogas que se espalham por diversos países da América e Europa. Em resposta, alguns órgãos de representação internacional e chefes de Estado defendem a luta internacional contra o poder das FARC.

Nos últimos anos, a ação dessa guerrilha colombiana ganhou destaque com as diversas negociações pela libertação de reféns e os esforços do governo colombiano em derrotar o crescente poder dessa guerrilha em seu país. Em março de 2008, um incidente envolvendo a luta contra as FARC motivou uma delicada crise diplomática envolvendo a própria Colômbia, o Equador e a Venezuela.

Durante um conflito entre tropas colombianas e as FARC, na fronteira da Colômbia com o Equador, os militares colombianos bombardearam o território equatoriano com o objetivo de aniquilar um importante grupo de guerrilheiros que agiam naquela região. Agredido pela invasão colombiana, o presidente do Equador, Rafael Correa, retirou seu representante diplomático da Colômbia sob a alegação de que o país desrespeitara a soberania territorial equatoriana.

Opinando sobre o episódio envolvendo Colômbia e Equador, o presidente venezuelano Hugo Chávez – inimigo político do presidente colombiano Álvaro Uribe – fez uma declaração onde recriminava a ação dos militares colombianos no Equador. Em seu discurso, chegou a afirmar que caso o governo colombiano realizasse esse tipo de operação na Venezuela, isso seria motivo suficiente para se declarar uma guerra contra a Colômbia.

Em resposta, representantes do governo colombiano declararam que tinham informações que ligavam as FARC ao governo equatoriano e venezuelano. Em um desses documentos autoridades colombianas afirmaram a existência de acordos de boa convivência entre as FARC e as autoridades equatorianas. Na mesma declaração, os colombianos disseram ter encontrado um documento referente a uma ajuda financeira de 300 milhões de dólares feita por Hugo Chávez aos líderes das FARC.

Os Estados Unidos, rival declarado das FARC e de Hugo Chávez, decidiram apoiar a ação militar na Colômbia dizendo esta ser uma intervenção legitima. As autoridades colombianas já declararam que não possuem nenhum interesse em guerrear contra seus países vizinhos. No entanto, o impasse político e a crise nas relações entre os países latino-americanos geram uma incógnita sobre a manutenção da paz naquela região.

Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

Terroristas da História

Terroristas da História

Osama Bin Laden foi um dos terrorista mais procurados do mundo.

Artigos de "Terroristas da História"





































http://www.brasilescola.com/historia/terroristas-da-historia.htm

As Grandes Mulheres da História

As Grandes Mulheres da História

Rainha Vitória, Rainha Elizabeth I e Joana D'Arc são algumas das importantes personalidades femininas da história.

Artigos de "As Grandes Mulheres da História"








































http://www.brasilescola.com/historia/grandesmulheres.htm

GEOGRAFIA - Países - Atualmente existem 193 países internacionalmente reconhecidos, com territórios, governos e relações econômicas consolidados.

Países -  Atualmente existem 193 países internacionalmente reconhecidos, com territórios, governos e relações econômicas consolidados.

Mapa com todos os países atualmente consolidados


O conceito oficial de país foi definido pela Convenção Internacional de Montevidéu, realizada no ano de 1933, e faz referência a uma unidade política que possui: a) um território definido, b) uma forma de governo estabelecida, c) capacidade de relacionar-se comercial e politicamente com outras nações e d) o reconhecimento dos demais países.

Portanto, podemos notar que um país não necessariamente corresponde a uma etnia determinada ou a uma nação homogênea, haja vista que a maior parte dos países existentes é composta por várias nações ou etnias distintas. Em alguns casos, existem aqueles grupos que buscam consolidar o seu próprio território para formar o seu próprio país, como é o caso dos Curdos, maior nação do mundo sem uma pátria constituída, e dos Catalães e Bascos, que buscam suas independências territoriais e relação à Espanha.

Oficialmente existem 193 países aglutinados à ONU (Organização das Nações Unidas), que possui poderes de, inclusive, aprovar a constituição ou o reconhecimento de um novo país. Para isso acontecer, primeiro é preciso a aprovação de dois terços da Assembleia Geral, formada por todos os Estados-membros, em seguida precisa haver aprovação do Conselho de Segurança, formado por cinco membros permanentes (Estados Unidos, China, França, Reino Unido e Rússia) e cinco membros provisórios, escolhidos a cada cinco anos.

Vale lembrar que existem países que buscam seu reconhecimento, como é o caso da Palestina e de Taiwan. Aquele que mais recentemente conseguiu esse reconhecimento foi o Sudão do Sul, que se tornou um país independente em 2011.

Muitas pessoas tendem a confundir o conceito de país com a noção de Estado. O Estado é uma instituição jurídica composta por povo, território e governo, sendo administrado pelos três poderes: executivo, legislativo e judiciário. Já o país envolve as características geográficas, históricas, culturais, econômicas, naturais, entre outros elementos, o que torna essa expressão um termo mais genérico.

Portanto, com esta seção, o objetivo será apresentar as principais características de todos os países atualmente consolidados, como dados demográficos, econômicos, territoriais, geográficos, entre outros, com destaque para informações como o PIB (Produto Interno Bruto), o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e outros dados.

Navegue pela seção e conheça um pouco mais o mundo!


Por Rodolfo Alves Pena
Graduado em Geografia


Canais de Países































































Artigos de "Países"

























































































































































































































































































































































































































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