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domingo, 28 de dezembro de 2014

Fritura: o veneno que tem sabor. Veja como os alimentos fritos e deliciosos que gostamos de comer causam obesidade, problemas cardíacos e até câncer.

Fritura: o veneno que tem sabor.
Veja como os alimentos fritos e deliciosos que gostamos de comer causam obesidade, problemas cardíacos e até câncer.
O óleo reutilizado é pior ainda para o organismo. O ideal é usá-lo por no máximo duas vezesFOTO: Reprodução/Blogspot
Você resiste a uma churrascaria ou àquele lanche enorme de fast-food regado à batata frita e refrigerante? E aquele pastel de feira com caldo de cana? Esses são só alguns exemplos dos diversos tipos de alimentos que são mais gostosos fritos, mas fazem mal a saúde e mesmo assim não conseguimos deixar de comer. Também não é preciso abolir completamente as frituras da dieta porque seria uma missão muito difícil. A grande questão é que nem tudo é prejudicial se consumido com moderação. Para não perder o controle e adquirir sérios problemas no futuro, veja o que acontece quando você ingere muita fritura e dê uma segurada na gula em prol do seu próprio bem estar:
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Gordura insaturada
Antes do processo, os óleos utilizados para a fritura contêm gorduras insaturadas que fazem bem para saúde porque ajudam a diminuir o nível de colesterol no sangue e ajudam o corpo a absorver as vitaminas A, D, E e K, porém mesmo elas devem ser consumidas com moderação por conta do excesso de calorias. 


A concentração calórica da gordura é muito maior se comparada aos carboidratos ou proteínas e é ai que mora o perigo porque se consome muito mais calorias em uma quantidade pequena de alimentos. As calorias extras não utilizadas se transformam em gordura corporal e então nasce aquela barriguinha de chopp ou até se inicia um caso de obesidade.


Gordura saturada
O superaquecimento do óleo faz com que a gordura insaturada se transforme em saturada. Esse tipo é encontrada em alimentos como carnes, leites, manteiga e tem absorção ilimitada pelo corpo, ou seja, a ingestão exagerada desse tipo de gordura aumenta potencialmente o nível de colesterol no sangue porque aumenta o LDL (colesterol ruim). 

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As doenças cardiovasculares ainda estão entre as principais causas de mortalidade no mundo. Entre elas está o infarto, que pode ser causado pelo alto nível de colesterol. As gorduras e o colesterol se acumulam dentro das artérias coronárias, que são responsáveis por levar sangue e oxigênio até o coração. Com o entupimento delas, o fluxo é interrompido e as células cardíacas morrem com a falta de oxigênio. 


Geralmente se associa o colesterol alto, por exemplo, mais às pessoas gordas, mas é importante lembrar que os magros também sofrem com a alta ingestão de gordura. 


Gorduras trans
Durante muito tempo a gordura saturada foi a grande vilã, mas a indústria alimentícia tratou de criar uma substituta. As gorduras trans não são produzidas pelo organismo e estão presentes na maioria dos produtos industrializados que consumimos porque ela proporciona uma estabilidade química que aumenta a validade dos produtos. O raciocínio é simples: para aumentar a vida útil dos alimentos e facilitar o comércio, o homem inventou algo que é prejudicial a sua própria saúde. Por isso é preciso pensar duas vezes antes de servir aquela rodada de nugguets várias vezes durante a semana, pedir aquela mesma porção de batatas fritas no bar e regular as idas até os fast-food. 


Além de aumentar o colesterol ruim, a diferença é que a gordura trans também diminui o HDL (colesterol bom) e causa prejuízo da sensibilidade à insulina.


Equilíbrio e moderação
As gorduras tem função importante no nosso organismo por isso são necessárias, mas calcula-se cerca de 25% do total de calorias de qualquer dieta, enquanto que as saturadas devem chegar no máximo aos 10%. Para atingir os números, recomenda-se ingerir alimentos que contenham gorduras boas como sementes de linhaça, aveia e alimentos integrais ou substituir aquele frango frito por um empanado ou grelhado.


As atividades físicas são indispensáveis porque o sedentarismo agrava ainda mais os malefícios da gordura. A pessoa que come muita fritura e não pratica atividades físicas tem maior risco de ter hipertensão, diabetes, e baixa imunidade.

http://www.areah.com.br/cool/excessos/materia/79460/1/pagina_1/fritura-o-veneno-tem-sabor.aspx

Mergulhe numa piscina de cerveja. Cervejaria austríaca Starkenberger oferece piscinas de 12 mil litros para divertir amantes das loiras fermentadas.

Mergulhe numa piscina de cerveja.
Cervejaria austríaca Starkenberger oferece piscinas de 12 mil litros para divertir amantes das loiras fermentadas.
A cervejaria austríaca Starkenberger tem uma piscina gigantesca de cerveja para os visitantesFOTO: Starkenberger
A Starkenberger é a cervejaria com mais prêmios na Áustria somando 200 anos de tradição na produção de diversos rótulos. O local tem atraído turistas de todas as partes do mundo não só pela beleza de seus 4.000 m² de instalações no castelo da Montanha Stark, mas por oferecer dentro de uma antiga adega de fermentação a primeira piscina de cerveja do mundo, onde é possível nadar e tratar a pele com 12 mil litros de água e 300 litros Biergeläger com vitaminas ricas extraídas da levedura.


O projeto do arquiteto Wernfried Poschusta usou os antigos reservatórios de fermentação da cervejaria para criar o espaço. A maior parte do conteúdo das piscinas é água mesmo. Essa água é puríssima e vem direto da nascente que eles usam para fabricar a cerveja. Mesmo assim, cada piscina contém 300 litros de cerveja diluídos em 11.700 litros de água, até por isso não é aconselhado beber da água em que se nada, mas os visitantes podem pedir qualquer um dos rótulos para desfrutar enquanto estão imersos nas águas que prometem restaurar a qualidade da pele.
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De acordo com os especialistas da Starkenberger, a cerveja, ajuda na cicatrização e é indicada para combater a psoríase (doença inflamatória da pele que causa vermelhidões e lesões).


A ideia do banho de cerveja não é atual, no antigo Egito Cleópatra tomava banho de cerveja enquanto Mark Anthony estava fora de conquistar impérios.


Os interessados no passeio precisam fazer reserva antes. Duas horas de banho custam US $ 298 e cada piscina permite no máximo quatro pessoas. 
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http://www.areah.com.br/vip/diversao/materia/50325/1/pagina_1/mergulhe-numa-piscina-de-cerveja.aspx

Maconha: comer ou fumar? Entenda como as diferentes formas de consumir a droga podem impactar o corpo e a mente.

Maconha: comer ou fumar?
Entenda como as diferentes formas de consumir a droga podem impactar o corpo e a mente.
Quando se fuma, a formação da fumaça carrega o THC para dentro dos pulmões e a absorção é quase que imediataFOTO: Think Stock
Sabemos que de toda nossa audiência entre o site, a fan Page no Facebook e demais seguidores em redes sociais, poucos vão nos prestigiar com um like ou um share neste post por conta dos problemas sociais que assumir o consumo da maconha causam. 


Nosso objetivo é que você use este link para se informar e para ajudar os milhares de usuários que são seus amigos/conhecidos a entender as diferentes reações do consumo da maconha no organismo, evitando futuros percalços relacionados à ignorância ou até a inocência de novatos e entusiastas. 

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Em tempos de legalização em vários países versus a grande controvérsia que envolve o dilema do uso medicinal contra os efeitos do vício perante a droga, superar preconceitos é o esperado. Até a última ponta!


Entre os jovens, a modinha de usar a droga como ingrediente em alimentos como bolos e até no meio de outros pratos mais elaborados parece divertir quem ainda não foi pego pelo baque que o THC ingerido sem medidas pode causar.


A principal diferença entre a maconha fumada e a ingerida, seja na forma de bolo, manteigas e etc é a absorção dos princípios ativos.
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Segundo o neurocientista e psicofarmacologia Fabrício Pamplona, ao fumar, a formação da fumaça carrega o THC para dentro dos pulmões e a absorção é quase que imediata. Ainda assim, demora alguns minutos para começar a bater, e diz-se que em geral se tem um pico de THC no sangue após 15-20 minutos. Já comendo, principalmente space cakes, você tem uma absorção muito mais lenta, e o nível máximo de THC deve acontecer em torno de uns 40-60 minutos, ou até mais. 


Ao comer, os níveis de THC têm um poder maior de efeito no organismo, visto que fumando é possível regular a dosagem. O problema do “descontrole” na dose fica no tempo que ela demora para agir entre as ações, como foi dito lá em cima por Pamplona, ao fumar é possível sentir que bateu mais rápido, ao comer, as sensações podem demorar até uma hora para aparecer.
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Durante essa espera, ingere-se mais e mais e quando bate vem como uma tijolada na mente, principalmente entre os consumidores iniciantes que ainda não estão acostumados com os efeitos da droga, sendo atingidos pela superdosagem. 


Ainda assim, Pamplona é categórico no parecer: “a tendência ao excesso de consumo vem da falta de informação. Ainda assim, superdosagem nenhuma de maconha já matou alguém, isso é papo furado. A pessoa pode no máximo passar muito mal, baixar a pressão e no fim das contas, vai dormir em algum canto.”

Outro ponto nessa discussão é o preconceito em fumar, visto o cheiro exalado pela droga que pode ser facilmente identificado, o que não diminui a curiosidade de muitos experimentarem, daí optam por fazer isso comendo, e como é sabido, todo excesso é condenável, no caso da maconha não é diferente somente pelo fato dela ser uma droga mais fraca que muitas outras. 


Fabrício ainda chama a atenção para uma preparação que tem aparecido recentemente no mercado brasileiro: os óleos de maconha. Esses sim alcançam concentrações muito altas de THC: “É pra usar uma gotinha ou duas, e o povo que não sabe corre o risco de exagerar.”
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Quando se fala de maconha medicinal, o papo é bem outro. Uma forma recomendada é a vaporização, diferente da queima (combustão) que acontece com o baseado, é uma fumaça mais limpa e ‘fria’ que reduz ou mesmo elimina o risco de câncer de boca, que é inerente à atividade de fumar (seja lá o que for). Aí sim, pode-se preparar óleos com baixa concentração ou usar formas farmacêuticas que facilitem o controle da dosagem, como o spray de extrato hidroalcóolico (Sativex) que foi produzido pela GW.

http://www.areah.com.br/vibe/cannabis/materia/72485/1/pagina_1/maconha-comer-ou-fumar.aspx

A importância da proteína


A importância da proteína
A proteína garante nossa imunidade em bom estado e sua falta pode acarretar desnutrição



Alimentos ricos em proteínas colaboram na construção e manutenção dos tecidos corporais, na formação de enzimas, hormônios, anticorpos e etc...FOTO: Getty Images


A proteína é fundamental em nosso dia-a-dia, garantindo nossa imunidade em bom estado e pode ser encontrada em alimentos de origem vegetal e animal. Os alimentos considerados fonte de proteínas são: carnes, ovos, leite e derivados, além das leguminosas (feijão, lentilha, soja, ervilha, grão de bico, favas) e cereais integrais (arroz, trigo, aveia, centeio). A proteína é um nutriente essencial ao organismo e suas principais funções são:
Fornecer aminoácidos ao organismo. Esses por sua vez servirão na construção e manutenção dos tecidos corporais, na formação de enzimas, hormônios, anticorpos, no fornecimento de energia e na regulação dos processos metabólicos;
Atuar ativamente no transporte de outros nutrientes pelo organismo, além de contribuir de forma significativa na dinâmica de equilíbrio dos fluídos corporais.

A grande consequência da falta de proteína na dieta é a chamada desnutrição protéica, que leva a um quadro acentuado de perda de massa muscular, além do grande comprometimento do sistema imunológico, abrindo a possibilidade de outras doenças oportunistas.

“As proteínas são insubstituíveis e representam de 10 a 15% das necessidades nutricionais diárias”, afirma Ligia Lopes Simões Baptista, coordenadora do curso de Nutrição da Universidade Cruzeiro do Sul. A proteína é encontrada tanto em alimentos de origem animal (fornecem todos os aminoácidos considerados essenciais ao organismo), quanto vegetal (devem ter sua combinação e quantidade estudadas adequadamente para suprir as necessidades), o ideal é fazer uma divisão igualitária: 50% proveniente dos alimentos como carnes, ovos, leite e derivados e os outros 50% dos alimentos de origem vegetal. O grande papel da proteína é atuar na integridade do sistema imunológico, sua carência acarreta consequências como resfriados, herpes labial , e outras manifestações.


A dieta ideal deve apresentar um equilíbrio entre todos os nutrientes. Os macronutrientes como carboidrato, proteína e lipídeo (gordura) guardam uma relação de proporção entre eles, podendo ser ingeridos em maior quantidade. Já as vitaminas e minerais (considerados micronutrientes) estão em menores concentrações nos alimentos, e nem por isso deixam de ser essenciais. A ingestão equilibrada e que atenda as recomendações nutricionais diárias auxilia os macronutrientes a desenvolverem seus potenciais energéticos.

E para os vegetarianos? A falta de carne acarreta problemas de saúde? “O indivíduo adulto está em um processo denominado manutenção, ou seja, ele pode ficar sem a proteína de origem animal, desde que ele busque informações corretas e aprenda a selecionar alimentos vegetais de qualidade e os ingira em quantidades adequadas. Isso não o isenta de, em determinado momento da vida, precisar suprir as vitaminas presentes nesses alimentos na forma medicamentosa”, diz Ligia.

Como em alguns casos a restrição da ingestão é apenas da carne, os ovos, leite e derivados fornecem aminoácidos essenciais ao organismo. A criança que está no processo de crescimento não deve realizar essa prática alimentar.

Cardápios sugeridos:

Não vegetarianos

Café da manhã
1º dia: Leite desnatado ou semi desnatado / Café / Pão integral / Queijo branco / Mamão
2º dia: Leite desnatado ou semi desnatado / Achocolatado / Pão integral / Requeijão /Banana
3º dia: Iogurte de fruta / Pão francês / Margarina / Peito de peru / Mexerica


Almoço
1º dia: Salada de alface com tomate e cenoura crua ralada / Bife grelhado / Berinjela refogada / Arroz e feijão / Gelatina com pedaços de maçã 
2º dia: Salada de brócolos e couve flor cozidas / Carne assada / Batata corada / Arroz e feijão / 
Flan de baunilha


Jantar
1º dia: Salada verde (2 variedades de verdura) / Charuto de repolho com recheio de PTS* temperado / Seleta de legumes (batata, cenoura e vagem) / Arroz e feijão / Laranja
2º dia: Salada de alface com azeitona e cebola PTS* refogada com azeitona, pimentão e cebola / Batata corada / Arroz e feijão / Manga
3º dia: Salada de acelga com beterraba crua ralada / Kibe de soja assado / Purê de mandioquinha
Arroz e feijão / Compota de goiaba e abóbora

PTS* = Proteína de soja texturizada (vendida normalmente em todos os supermercados)
Arroz = preferencialmente integral.

As proteínas podem ser ingeridas sem culpa, porém uma atenção especial deve ser dada aos alimentos que veiculam outros nutrientes associados. Por exemplo, a ingestão da carne com grande quantidade de gordura associada deve ser feita com moderação, principalmente pelo prejuízo provocado pelo excesso da gordura. Além disso, o excesso ingerido por meio dos suplementos protéicos comercializados especialmente aos indivíduos praticantes de musculação, cuja ausência de orientação profissional pode trazer graves consequências ao organismo. “Tudo isso pode acabar sobrecarregando principalmente os rins”, alerta Ligia.

http://www.areah.com.br/vibe/saude/materia/44/1/pagina_1/a-importancia-da-proteina.aspx

O Universo - O que é universo? Mas de onde surgiu o Universo? E as estrelas? E a Terra? E as As galáxias?


O Universo - 

O que é universo?

Em noites sem lua, em locais pouco iluminados por casas, ruas e edifícios, podemos ver uma infinidade de pequenos pontos luminosos no céu: são as estrelas. Ao observar o céu a olho nú, conseguimos ver uma parte mínima do que chamamos de Universo. Já na observação do céu feita com o auxílio de um telescópio, é possível perceber que o número de corpos celestes é muito maior e também pode-se ver detalhes das formas e da cor dos astros. A atmosfera da Terra, contudo, limita a atuação dos telescópios terrestres, por este motivo são utilizados telescópios espaciais, como o telescópio Hubble, para as pesquisas astronômicas mais sofisticadas. Além destes instrumentos para o estudo do Universo, os cientistas contam com equipamentos de informática para cálculos, tratamento de dados e imagens recebidas dos telescópios, simulações etc.

Esses recursos possibilitaram responder à questão - o que compõe o Universo?

O Universo é composto por aglomerados de galáxias, com nebulosas, estrelas, cometas, planetas e seus satélites, e tudo que neles existe - no caso do planeta Terra, por exemplo, plantas, animais, rochas, água, ar etc.

Compare as duas fotos.

Observação do céu com a ajuda de um telescópio.

Observação do céu a olho nú.

Mas de onde surgiu o Universo? E as estrelas? E a Terra?

O surgimento do Universo



Existem várias explicações sobre a origem do Universo. Há, sobre esse assunto, as explicações religiosas e as científicas. Trataremos aqui da visão científica, ou seja, de como os cientistas procuram explicar os fenômenos que observam no Universo. Não se sabe ao certo , mas os cientistas calculam que o Universo tenha começado a existir há cerca de 15 bilhões de anos. Parece impossível afirmar uma coisa dessas -15 bilhões de anos é muito tempo!



O que levou os cientistas a pensarem que o Universo tenha tido um começo?

O telescópio Hubble, consegue captar a luz de estrelas que mostra como elas eram a bilhões de anos. Analisando a luz das estrelas, é possível saber a velocidade com que elas estão se afastando ou se aproximando de nós, sua composição química, idade, temperatura e massa, entre outros aspectos.

Os cientistas então descobriram algo inesperado: as galáxias estão se afastando da Terra!

Para você entender melhor o que está acontecendo, faça várias bolinhas de tinta com uma caneta sobre a borracha de uma bexiga (balão de aniversário) e comece a soprar. Veja o que acontece com a distância entre as marcas de tinta.

A análise da luz das estrelas mostra que as galáxias estão se afastando uma das outras, assim como as marcas feitas na bexiga. Isso acontece porque o Universo, como a bexiga de nosso exemplo, está se expandindo.

Mas se eles está se expandindo, podemos concluir que, no passado as galáxias estavam mais próximas. Quanto mais voltarmos no tempo, mais próximas elas estavam.

Podemos supor, então um momento em que toda a matéria do Universo estava compactada em um único ponto, infinitamente comprida em temperaturas enormes. Foi então o que aconteceu o que os cietistas chamam de "a grande explosão" ou, em inglês, o big-bang. Era o início do Universo, que teria ocorrido há mais ou menos 15 bilhões de anos.

Depois da explosão, a temperatura inicial, que era de mais de um trilhão de graus Celsius, começou a diminuir, e os átomos como formam a matéria hoje, se originaram, a partir dos prótons, elétrons e outras partículas.

Primeiro, os átomos se agruparam em núvens de gases. Cerca de um bilhão de anos depois, as primeirasestrelas e galáxias surgiram.



E antes do big-bang?

Os cientistas não sabem dizer. Como não havia nem tempo nem espaço antes da grande explosão, alguns acham difícil afirmar que havia alguma coisa anterior. Segundo eles, todo o Universo passou a existir só a partir da grande explosão.

Mas a ciência ainda não tem uma resposta para essa discussão. Como também não tem para o futuro do Universo.

Estrelas

Nebulosa 

As estrelas "nascem" a partir de nebulosasconstituídas, em grande parte, por gases, poeira e partículas sólidas.

Os cientistas explicam que existe uma atração recíproca entre as partículas de matéria que compõe a grande nuvem - a nebulosa. Essa atração é denominada força de gravidade. Em razão da força de gravidade, a matéria que constitui uma nebulosa se agrupa, compondo uma massa compacta e formando os astros.

Alguns astros alcançam um tamanho gigantesco, e a temperatura no seu interior é elevadíssima. A pressão e o aquecimento se tornam tão intensos no centro desses astros que uma grande quantidade de energia é liberada sob forma de calor e luz. Essa propriedade de produzir o próprio calor e a própria luz é o que diferencia as estrelas dos planetas e de outros astros.

O brilho das estrelas é produzido por parte de sua energia, que se irradia pelo espaço sob a forma de luz. As estrelas não duram para sempre. Elas "nascem", evoluem e "morrem". Esse mesmo processo ocorre com o Sol, pois ele também é uma estrela.

A luz das estrelas

Pode parecer estranho, mas quando olhamos para as estrelas, estamos vendo o passado delas. Se a estrela estiver bem longe, bem longe mesmo, ela pode até nem mais existir da forma como a conhecemos hoje - e inclusive ter se transformado em outro corpo celeste. Quando observamos uma estrela, estamos captando a luz que ela emitiu para o espaço. A luz é uma forma de energia que viaja com a incrível velocidade de cerca de 300 mil quilômetros por segundo. Mas como a distância entre os corpos celestes também é grande, pode levar um bom tempo para que a luz da estrela chegue até nós.

Veja o exemplo:

A estrela mais próxima de nós, depois do Sol, chamada Próxima do Centauro, está a uma distância de 40 trilhões de quilômetros da Terra. Isso quer dizer que a luz dessa estrela leva cerca de 4,2 anos ou 4,2 anos-luz para chegar até aqui. Então quando observamos essa estrela, estamos vendo, nesse momento, a luz que ela emitiu a 4,2 anos. Se, neste momento, essa estrela deixasse de existir ela só "se apagaria", isto é, sua luz deixaria de chegar até nós, daqui a 4,2 anos. Só então perceberíamos que ela deixou de existir.

O brilho das estrelas é ofuscado durante o dia pela luz do Sol que é a estrela mais perto da Terra. Por isso, percebemos as estrelas no céu somente à noite, mas elas permanecem lá durante o dia.


Cor das estrelas

A olho nu, é difícil distinguir a cor das estrelas. Em razão das grandes distâncias que elas estão de nós, a quantidade de luz que chega aos nossos olhos é muito pequena e não percebemos cores quando há pouca luz.


A cor das estrelas depende do calor que chega do núcleo à superfície delas e tem, portanto, relação com a sua temperatura. As estrelas com superfície mais quente apresentam cores branca ou azulada, e aquelas de cor avermelhada são as que têm a superfície menos quente. Com o telescópio é possível observar a cor das estrelas com mais nitidez.

Nas estrelas menos quentes, a temperatura da superfície chega a 3 000ºC, enquanto nas mais quentes chega a 50 000ºC.

O Sol tem a cor amarelada e, comparado com as outras estrelas, possui uma temperatura média.


Figura ao lado: O azul representa o gás interestelar quente, as estrelas surgem a cor verdee a poeira quente a vermelho. As estrelas super gigantes vermelhas são as estrelas de maior brilho ao centro. 



Porque as estrelas piscam?

Olhando para o céu à noite, podemos ver que o brilho das estrelas mudam: elas "piscam". Mas estrelas estão sempre emitindo a mesma luz. O piscar é provocado por mudanças no ar da atmosfera que a luz atravessa.

As constelações



A posição de uma estrela em relação a outra nos parece fixa. No entanto, as estrelas, estão se movendo, geralmente em grande velocidade.

Em razão da imensa distância entre as estrelas e nós, só é possível perceber essa movimentação com o uso de instrumentos apropriados ou no decorrer de séculos.

Por parecer que as estrelas estão fixas no céu, conseguimos imaginar agrupamento delas formando constelações. Nesses agrupamentos, as estrelas parecem, para nós que as observamos da Terra, estar próximas entre si. Na verdade, elas podem estar muito distantes umas das outras, às vezes separadas por dezenas de anos-luz.

Na constelação do Cruzeiro do Sul, por exemplo, para o observador situado na Terra, as estrelas parecem formar uma cruz. Mas, se um observador, localizado em outro ponto do espaço visse essa constelação, provavelmente não conseguiria perceber a figura da cruz.


Durante o ano, percebemos o Cruzeiro do Sul em diferentes posições com relação ao observador terrestre; no entanto sempre mantém a mesma posição com relação às demais constelações. Na realidade, é a Terra - nosso ponto de observação - que está se movimentando. 

Os povos de várias civilizações observavam que, na época em que suas terras áridas eram atacadas por pragas de escorpião, um determinado conjunto de estrelas surgia no céu. Na imaginação deles, tratava-se de um grande escorpião celeste. Baseados no surgimento da constelação de Escorpião, os povos mesopotâmicos previam a época da seca.




As constelações serviam de referência para delimitar as estações do ano, distinguir as épocas da seca e de plantio, construir calendários e identificar estrela-guia para as navegações.

Os povos indigenas brasileiros, da mesma forma que outros povos, imaginavam figuras no céu ao olhar para as estrelas. Cada cultura tem as suas próprias constelações.

Oficialmente em 1888 os astrônomos agruparam as estrelas e dividiram o céu em 88 constelações oficiais, com fronteiras precisas. Desta forma, cada direção no céu pertence necessariamente a uma (e apenas uma) delas. Elas foram batizadas, em sua maioria, de acordo com a tradição proveniente da Grécia antiga, e seus nomes oficiais são sempre em latim. As mais conhecidas, por exemplo, são as que compõe o Zodíaco: Áries (carneiro), Taurus (o touro) etc.





As galáxias

Galáxia é um termo que se origina da palavra gala, que significa "leite", em grego. Inicialmente, era a denominação da nossa galáxia, a Via Láctea, e, depois, se generalizou como denominação de todas as demais.

As galáxias são compostas por nuvens de gás e poeira, um grande número de estrelas, planetas, cometas easteróides e diversos corpos celestes unidos pela ação da força gravitacional.

Numa noite estrelada, podemos ver uma faixa esbranquiçada que corta o céu. Essa "faixa" de astros é apenas uma parte da galáxia onde está localizado o planeta Terra. Os antigos a denominaram Via Láctea, cujo significado em latim é "caminho de leite".

A Via Láctea pertence a um conjunto, ou seja, uma aglomerado de diversas galáxias. O Universo contém mais de 200 bilhões de galáxias de tamanho e formas variadas. Há galáxias de forma elíptica, outras são espirais e muitas são as galáxias irregulares, ou seja, que não tem forma específica.


Representação da galáxia de Andrômeda

Representação da Via Láctea vista de perfil (acima) e vista de cima (abaixo)



http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Universo/galaxia.php

Outros astros do Sistema Solar...


Outros astros do Sistema Solar

Satélites

Até 1610 o único satélite conhecido era o da Terra - a Lua. Naquela ocasião, Galileu Galilei (1564-1642), com a sua luneta, descobriu satélites na órbita do planeta Júpiter. Hoje se sabe da existência de dezenas de satélites.

Na Astronomia, satélite natural é um corpo celeste que se movimenta ao redor de um planeta graças a força gravitacional. Por exemplo, a força gravitacional da Terra mantém a Lua girando em torno do nosso planeta.

Os satélites artificiais são objetos construídos pelos seres humanos. O primeiro satélite artificial foi lançado no espaço em 1957. Atualmente há vários satélites artificiais ao redor da Terra.

O termo "lua" pode ser usado como sinônimo de satélite natural dos diferentes planetas.





Cometas



Cometa Halley 
Um cometa é o corpo menor do sistema solar, semelhante a um asteróide, possui uma parte sólida, o núcleo, composto por rochas, gelo e poeira e têm dimensões variadas (podendo ter alguns quilômetros de diâmetro). Geralmente estão distantes do Sol e, nesse caso, não são visíveis. Eles podem se tornar visíveis à medida que, na sua longa trajetória, se aproximam do Sol sublimando o gelo do núcleo e liberando gás e poeira para formar a cauda e a "cabeleira" em volta do núcleo. O mais conhecido dele é o Halley, que regularmente passa pelo nosso Sistema Solar. De 76 em 76 anos, em média, ele é visível da Terra. Ele passou pela região do Sistema Solar próxima do nosso planeta, em 1986, o que possibilitou a sua visibilidade, portanto, o Halley deverá estar de volta em 2062.


Asteroides

Um asteroide é um corpo menor do sistema solar, geralmente da ordem de algumas centenas de quilômetros apenas. São milhões de corpos rochosos que giram ao redor do Sol. Da Terra, só podem ser observados por meio de telescópio. Entre as órbitas dos planetas Marte e Júpiter, encontra-se um cinturão de asteroides e outro após a órbita de Netuno.




Meteoroides, meteoros e meteoritos



São fragmentos de rochas que se formam apartir de cometas e asteroides. O efeito luminoso é produzido quando fragmentos de corpos celestes incendeiam-se em contato com a atmosfera terrestre devido ao atrito. Esses rastros de luz são denominados meteoros e popularmente são conhecidos como estrelas cadentes, mas não são estrelas.

Quando caem sobre a Terra, atraídos pela força gravitacional, são chamados de meteoritos. Na maioria das vezes, eles são fragmentos de rochas ou de ferro. Os meteoritos tem forma variada e irregular, e o tamanho pode variar de microfragmentos a pedaços de rochas de alguns metros de diâmetro.

O maior meteorito brasileiro (pesando mais de 5000 quilos), o Bendegó, foi encontrado no interior da Bahia em 1784 e encontra-se em exposição no Museu Nacional do Rio de Janeiro.



Meteorito Bendegó

http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Universo/sistemasolar7.php