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sábado, 1 de novembro de 2014

ATENÇÃO! PERIGO À VISTA. Suspeita de uso de drogas/Internet sem supervisão/Álcool.


ATENÇÃO! PERIGO À VISTA

Álcool

O uso e abuso de álcool por crianças, adolescentes e jovens, atinge hoje grandes proporções, sem distinção de sexo ou classes sociais. O abuso geralmente está associado à violência, acidentes, homicídios e suicídios.

Internet sem supervisão

A Internet sem supervisão disponibiliza conteúdos eróticos e apelos sexuais sem segurança ou orientação prévias, podendo influenciar de forma negativa no desenvolvimento e comportamento do adolescente.


Suspeita de uso de drogas

Alterações do comportamento podem estar associados ao uso /abuso de drogas, desencadeando problemas de saúde, distúrbios psicológicos, delinquência e crime, sexo desprotegido, dependência física e ou psíquica, overdose e morte.

http://www.hebiatriabatistela.com.br/hebiatria-atencao-perigo

VACINAÇÃO A importância da vacinação na proteção contra doenças se estende também aos adolescentes, devendo ser orientada e acompanhada pelo hebiatra.

VACINAÇÃO

A importância da vacinação na proteção contra doenças se estende também aos adolescentes, devendo ser orientada e acompanhada pelo hebiatra. A vacinação básica do adolescente deve incluir além da vacinação completa da infância, as seguintes vacinas:



Atualmente, uma nova vacina foi incluída ao calendário para prevenir a infecção pelo papilomavírus humano (HPV) que causa uma doença sexualmente transmissível (DST). A infecção persistente por HPV de alto risco está associada ao desenvolvimento do câncer genital (colo do útero, pênis e retal), enquanto a infecção por HPV de baixo risco está relacionada ao aparecimento de verrugas genitais.

O HPV apresenta alta prevalência, especialmente na população jovem, estimando-se que a maioria dos adolescentes sexualmente ativos esteja sob risco de adquirir essa infecção.


Atualmente, a vacina contra o HPV está disponível para adolescentes de ambos os sexos na faixa etária dos 9 aos 26 anos.

http://www.hebiatriabatistela.com.br/hebiatria-vacinacao

ALIMENTAÇÃO: O crescimento e desenvolvimento do adolescente dependem do seu estado nutricional, que pode ser influenciado pela família, escola, trabalho e sociedade.


ALIMENTAÇÃO

O crescimento e desenvolvimento do adolescente dependem do seu estado nutricional, que pode ser influenciado pela família, escola, trabalho e sociedade. O estirão puberal acarreta considerável aumento das necessidades energéticas e de nutrientes, sendo que 20% da estatura e 50% do peso do adulto são adquiridos durante a puberdade. As necessidades nutricionais variam com o sexo e idade, estágios da maturação sexual, atividades esportivas, doenças crônicas, gestação, distúrbios alimentares e em casos de uso e abuso de álcool e drogas. Devem fazer parte da dieta alimentos ricos em proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e sais minerais, especialmente o ferro, cálcio, zinco e vitaminas A, C, D, E, complexo B e ácido fólico.


A adoção de hábitos alimentares inadequados adquiridos por influência da mídia, do grupo social ou do próprio adolescente, como dieta vegetariana, fast food, não tomar café da manhã, substituir as principais refeições por lanches, refrigerantes, guloseimas etc podem levar a carências nutricionais com consequente prejuízo para a saúde do adolescente, possibilitando o aparecimento de obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, osteoporose e aumento do colesterol e triglicérides (dislipidemia) e da pressão arterial.

É importante ressaltar que a orientação nutricional do adolescente não pode ser imposta nem rígida.



Obesidade

A obesidade é uma doença crônica que dobrou nos últimos 30 anos, afetando 1/3 da população em países desenvolvidos, tornando-se importante problema de saúde pública. Na adolescência geralmente está relacionada a fatores genéticos, hábitos alimentares inadequados, falta de atividade física e influência dos meios de comunicação como internet, TV e videogames.

As principais complicações dessa doença na adolescência incluem:

- problemas dermatológicos (estrias, furunculose, dermatofitoses)
- alterações posturais, articulares e sobrecarga no aparelho locomotor
- pouca agilidade e dificuldades nos esportes
- aumento da pressão arterial
- estímulo à puberdade precoce
- problemas psicossociais (baixa autoestima, isolamento social, depressão e insatisfação com a imagem corporal)


A obesidade na adolescência aumenta a mortalidade na idade adulta, podendo ter como consequências: síndrome metabólica (diabetes, hipertensão arterial e aumento do colesterol e triglicérides), doenças cardiovasculares, infarto, problemas ortopédicos e câncer.



Imagem Corporal

Na adolescência, as transformações corporais decorrentes da puberdade, podem gerar ansiedade, insegurança e sentimento de inadequação com sua nova imagem corporal.


A imagem do próprio corpo é influenciada por experiências individuais, familiares e socioculturais. Na adolescência a percepção da imagem corporal, a insatisfação com o próprio corpo, a preocupação excessiva com peso e a forma do corpo são considerados fatores desencadeantes tanto para transtornos alimentares quanto para obesidade.

Transtornos Alimentares

Transtornos alimentares são doenças complexas caracterizadas principalmente pela preocupação excessiva com peso e formato do corpo que afetam principalmente adolescentes e adultos jovens, com maior incidência no sexo feminino. Os transtornos mais frequentes são anorexia nervosa e bulimia.

Anorexia nervosa


É o mais grave dos transtornos alimentares com taxa de mortalidade de 10%. Acomete mais jovens do sexo feminino, especialmente entre 12 e 20 anos. Caracteriza-se pela distorção da imagem corporal (se sente gorda mesmo sendo normal ou magra) e um medo excessivo de engordar. Apresentam alterações do ciclo menstrual, perda de peso intencional através de dietas rígidas e restritivas, vômitos induzidos, uso de laxantes, diuréticos, jejuns prolongados e exercícios físicos exagerados, podendo desencadear quadros graves de desnutrição, anemias, distúrbios cardiorespiratórios, queda de cabelo, pele seca, irritabilidade, fadiga, depressão entre outros.

Bulimia


Caracteriza-se mais pela insatisfação com o corpo do que com a distorção da imagem corporal, o peso varia de 10% do peso ideal até a obesidade, mas geralmente o peso é normal. Apresentam impulsos recorrentes de comer exageradamente com sensação de perda de controle (episódios bulímicos) seguidos de sentimentos de culpa, vergonha e desejo de autopunição. A preocupação excessiva com o corpo e o peso desencadeia comportamentos compensatórios como indução de vômitos, uso de medicamentos (diuréticos, laxantes, inibidores de apetite), dietas restritivas e exercícios físicos excessivos, podendo levar a desidratação, úlceras, anemias, irregularidades menstruais, erosões dos dentes, pneumonias por aspiração, perda de potássio e alterações cardiovasculares e isolamento social progressivo.

O tratamento desses transtornos geralmente é longo, difícil e necessita de uma equipe multidisciplinar: hebiatra, psiquiatra, psicólogo, endocrinologista, nutricionista, enfermeiro, terapeuta ocupacional e dentista.

http://www.hebiatriabatistela.com.br/hebiatria-alimentacao

SEXUALIDADE: A sexualidade do adolescente é influenciada por variáveis biológicas, sócio-culturais e psicológicas.


SEXUALIDADE
A sexualidade do adolescente é influenciada por variáveis biológicas, sócio-culturais e psicológicas. O adolescente, ao exercitar sua sexualidade, volta-se para o próprio corpo na busca de sensações e prazeres. A maioria das adolescentes tende a idealizar no relacionamento sexual o lado afetivo e romântico, enquanto os adolescentes buscam a satisfação do prazer na genitalidade.

A identidade sexual vai sendo construída ao longo do tempo. As meninas recebem objetos e estímulos que levam a sentimentos de identificação com a mãe e com o papel feminino (papel social); da mesma forma os meninos são estimulados à identificação com o pai e com o papel masculino. Durante esse período, os adolescentes além de ter como referência a família, eles se voltam para o grupo social (“a turma”) como forma de atestar a normalidade das mudanças corporais da puberdade, compartilhando as novidades e inseguranças dessa fase.
A identidade sexual é constituída pelo sexo biológico (pênis ou vagina), identidade de gênero (sensação interna de se sentir homem ou mulher) e orientação afetivo-sexual (sensação interna do desejo, da atração). Essa orientação pode ser pelo sexo oposto (heterossexual), pelo mesmo sexo (homossexual) ou por ambos os sexos (bissexual).

Atualmente, o início da vida sexual de adolescentes tem ocorrido cada vez mais cedo, elevando o índice de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e de gravidez nessa fase. Os adolescentes vivem uma situação confusa no exercício da sua sexualidade, pois recebem estímulos eróticos especialmente dos meios de comunicação, mas ao mesmo tempo sua experimentação sexual é reprimida pelos adultos, com consequentes conflitos, sentimentos de culpa e desamparo.


A sexualidade é atualmente um dos assuntos mais veiculados nos meios de comunicação em especial na internet, sendo esse frequentemente o meio mais acessado por adolescentes para sanar suas dúvidas, curiosidades ou diversão. A internet possibilita qualquer tipo de informação com pouco ou nenhum controle sobre o conteúdo, podendo influenciar os valores ou condutas dos adolescentes. Disponibiliza sites pornográficos, podendo interferir no seu desenvolvimento psicossocial e sexual, promovendo modelos e comportamentos sexuais inadequados.

A TV e a internet liberam acesso pelas crianças e adolescentes, cuja imaturidade dificulta a diferenciação entre fantasia e realidade, de conteúdos eróticos e apelos sexuais vinculados a músicas, propagandas, filmes, programas, revistas, jogos e web, sem controle ou censura prévia, podendo ser prejudiciais e influenciar comportamentos de risco como iniciação sexual precoce, sexo casual, desprotegido, variabilidade de parceiros, aumentando o risco de DST e gravidez, violência, consumo de álcool, tabaco, drogas, distúrbios alimentares como anorexia e bulimia, impondo padrões de beleza e comportamentos erotizados.

A educação sexual pela família, escola, mídia (especialmente TV e internet) e profissional capacitado (hebiatra), influencia positiva ou negativamente nas concepções do sujeito acerca da sexualidade, promovendo mudanças em suas atitudes, dependendo da qualidade das informações e de como elas são recebidas pelo indivíduo. A educação sexual engloba o ato de informar, orientar e aconselhar, mas é um processo que não pode ser restrito a nenhuma dessas atitudes.



Comportamento Sexual


Masturbação – autoerotismo praticado principalmente na fase inicial da adolescência pela maioria dos meninos e menos pelas meninas. Atualmente, ainda existem mitos e tabus como a de que essa prática seja causa de acne, ginecomastia, anemia, impotência e vício, apesar da ausência de comprovação científica.


Ficar – é um estágio intermediário entre paquera e namoro que surgiu em meados da década de 1980. Não há compromisso no relacionamento, envolvendo geralmente beijos, carícias e raramente relacionamento sexual. É uma fase de experimentação e de treinamento das relações sociais e ocorre mais na fase inicial da adolescência.


Rolo – é quando os parceiros “ficam” várias vezes e por mais tempo, mas ainda sem compromisso. Fase intermediária entre o ficar e o namoro. .

Namoro – é mais comum quando o adolescente está menos egocêntrico, mais confiante e se acomodando mais com o novo corpo. Geralmente, são relacionamentos idealizados, intensos e fugazes. Na maioria das vezes os pais são contra esse tipo de relacionamento por medo de atrapalhar os estudos ou o convívio social (amigos e família).

Iniciação sexual – normalmente ocorre com a(o) namorada(o) entre os 14 e 15 anos para os meninos e 16 anos para as meninas. Geralmente, é permeada de dúvidas, conflitos e inseguranças. Os meninos se preocupam com o desempenho, medo de perder a ereção, da avaliação do tamanho do pênis pela menina, usar camisinha, de gravidez ou de contrair uma DST. Já as meninas medo de engravidar ou de DST, de sentir dor, de não conseguir ter orgasmo, de não corresponder à expectativa dos meninos, culpa por perder a virgindade, de perder o namorado ou dele contar para os amigos.

Métodos Anticoncepcionais

http://www.hebiatriabatistela.com.br/hebiatria-sexualidade

PUBERDADE: Puberdade é o componente biológico da adolescência caracterizado pelo crescimento físico e desenvolvimento dos caracteres sexuais secundário.


PUBERDADE:

Puberdade é o componente biológico da adolescência caracterizado pelo crescimento físico e desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários, tornando o adolescente sexualmente desenvolvido. Esse processo dura em média de 3 a 5 anos.

Nas meninas, a puberdade inicia-se entre 8 e 13 anos com o crescimento das mamas (telarca) e nos meninos entre 9 e 14 anos com o crescimento dos testículos (gonadarca).

Quando a puberdade inicia-se antes dos 8 anos (meninas) e dos 9 anos (meninos), pode ocorrer puberdade precoce. Quando inicia-se após os 13 anos (meninas) e 14 anos (meninos) pode existir atraso puberal. Nessas situações, é importante a avaliação médica do hebiatra.


O crescimento puberal está relacionado principalmente aos hormônios sexuais e de crescimento, mas fatores como alimentação, doenças, atividades físicas e distúrbios do sono podem prejudicar o crescimento físico (estatura).

Nas meninas o crescimento ocorre em média 2 anos antes em relação aos meninos, mas neles geralmente o estirão puberal é maior.


Entre outras mudanças estão aparecimento dos pelos pubianos (pubarca), odor axilar (bromidrose axilar), estirão do crescimento durante o qual se ganha 50% do peso e 20% da estatura final, espinha (acne), primeira menstruação (menarca) e diversas outras alterações metabólicas e cerebrais que transformam o corpo infantil em adulto.


Nessa fase ocorrem também importantes transformações no cérebro que são responsáveis por comportamentos típicos do adolescente, como por exemplo, o agir quase sempre sem pensar.

"O cérebro do adolescente ainda está em desenvolvimento. Há mudanças dramáticas nas estruturas cerebrais envolvidas nas emoções, no julgamento, na organização do comportamento e autocontrole que ocorrem entre a puberdade e o início da vida adulta, isso pode ajudar a explicar as ações e reações dos adolescentes.”





Essas rápidas mudanças físicas geram no adolescente ansiedade e, às vezes, baixa autoestima decorrentes da redefinição da imagem corporal e do medo de não conseguir, fisicamente, atingir o padrão socialmente imposto e aceito.



Música: Não vou me adaptar - Nando Reis

http://www.hebiatriabatistela.com.br/hebiatria-puberdade

Diagnóstico precoce ameniza efeitos da doença reumática

Diagnóstico precoce ameniza efeitos da doença reumática

Dor é quase sempre o primeiro sinal da doença reumática - além do inchaço, em especial quando afeta as articulações. Esta é uma das principais informações que a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) quis passar na última semana de Conscientização e Luta Contra as Doenças Reumáticas. São mais de 120 doenças classificadas. Entre as mais frequentes estão a osteoartrite (artrose), as síndromes dolorosas de partes moles, a fibromialgia e a osteoporose, que acometem somente o aparelho locomotor e tornam os portadores incapacitados para o trabalho. 

O radiologista Paulo Togni Filho, da Unidade de Medicina Avançada, explica que o diagnóstico das doenças reumatológicas pode ser realizado com a somatória de achados clínicos, exames laboratoriais e de imagem, que servem, inclusive, para acompanhamento e evolução dessas doenças. "Dentre os exames complementares de imagem, as principais técnicas para avaliação das articulações incluem raio-x, tomografia computadorizada, ultrassom e ressonância magnética, que devem ser solicitados pelo profissional que faz o acompanhamento do paciente. 

Exames de imagem são importantes para o diagnóstico precoce e o início do tratamento, prevenindo complicações e lesões irreversíveis", diz. A vida da dona de casa Odília de Almeida, 73 anos, estava tomada pelo sofrimento desde que passou a sentir dores por todos os membros. "Não sabia o que tinha, mas sentia muita dor, inchaço nas mãos e nos cotovelos, e isso durou bem mais que uns três anos. De tanto insistir com os médicos que os remédios não estavam resolvendo me pediram para fazer a ressonância magnética, e descobriram que eu já estava com uma osteoartrite bem avançada. 

Agora, tomo uma medicação especial e estou muito melhor, e já desinchou mais", diz. No idoso, a doença é ainda mais preocupante do que nos jovens. "Por esse motivo, os médicos, em geral, sejam eles clínicos, pediatras ou geriatras, precisam se empenhar em fazer o diagnóstico o mais precoce possível. Não é apenas pedir um exame de raios-X, porque no caso de um paciente com a osteoporose, por exemplo, para aparecer neste exame, a pessoa já vai ter perdido pelo menos uns 40% de massa óssea", diz. 

O ideal é que pessoas acima dos 40 anos já realizem um exame de densitometria óssea para avaliar a qualidade dos seus ossos. "Já avançamos muito, pois, antes, as pessoas procuravam um ortopedista mediante uma dor nas articulações. Já hoje sabem que têm um especialista para dor e muitos têm ficado livres de bursites, tendinites e outras inflamações menos dolorosas", diz o reumatologista José Roberto Provenza, membro da SBR e professor titular de Reumatologia, da Pontifícia Universidade Católica, de Campinas. 


Por que a solução está na prevenção? 

Uma iniciativa conjunta da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim) e da SBR resultou em um guia de vacinação voltado às 20 milhões de pessoas que sofrem de doenças reumáticas no Brasil, como forma de auxiliar os médicos a reduzir o risco dos pacientes contraírem infecções, alertando para a importância da vacinação preventiva de outras doenças. "As infecções são importante causa de agravamento de quadros e mortes em indivíduos com distúrbios crônicos. 

Se temos recursos para evitá-las, por que não utilizá-los?", questiona Isabella Ballalai, coordenadora da publicação e presidente da Comissão de Revisão de Calendários e Consenso da Sbim. Para o médico Renato Kfouri, presidente da Sbim, é preciso ainda que as pessoas que convivem com quem está com a imunidade reduzida redobrem a atenção para o calendário vacinal atualizado. "Além de se protegerem, ajudarão a reduzir a circulação de vírus e bactérias no ambiente e, consequentemente, a possibilidade de contágio daqueles que não podem receber determinadas vacinas", explica Kfouri. 


Lúpus 

O médico José Provenza, da SBR, lembra que as doenças reumáticas envolvem alterações no sistema imunológico, seja em função da própria enfermidade ou do tratamento, à base de corticosteroides e/ou imunossupressores, e, com isso, o paciente fica mais suscetível a vírus, bactérias e outros agentes. 
Um exemplo nesse sentido é o dos portadores de lúpus eritematoso sistêmico (LES). 

Segundo estudos, até 50% dos óbitos entre eles é provocado por algum processo infeccioso. O mais comum é a pneumonia bacteriana, responsável por entre 15% e 25% dos registros. "Trata-se de uma infecção que pode ser prevenida por uma vacina, oferecida nos postos públicos de saúde. Isso demonstra a importância da iniciativa", destaca Isabella.
Reprodução

Tratamento holístico

De acordo com a reumatologista Maria Solange Alves, de Rio Preto, no caso de uma doença reumática como a espondilite anquilosante, cuja evolução varia muito, é imprescindível um diagnóstico rápido. "É verdade que apenas 25% dos pacientes evoluem para anquilose de coluna (enrijecimento). Mas a qualidade de vida e a sexualidade podem ser comprometidas, podendo levar os pacientes à depressão e a um grande mal-estar no dia a dia se não houver acompanhamento médico", explica. 

O mesmo acontece com os portadores da fibromialgia, mal que chega a afetar quase 5% da população, em especial as mulheres. Mas, por ser uma dor difusa, que migra para vários pontos do corpo, tem seus sintomas confundidos, e o diagnóstico dificultado. Neste ponto, "Fibromialgia sem mistério", livro recém publicado pela MG Editores, ajuda o paciente a entender o que se passa com ele, e a buscar as diferentes formas de tratamento - fármacos, psicoterapia, abordagem alternativa como ioga, meditação, exercícios dosados, respiratórios, dieta, entre outras. 

A visão holística, por sinal, é a única forma de tratar com resultados, acredita o autor do livro, o reumatologista mexicano Manuel Martínez-Lavin, que afirma: "A confusão diagnóstica é tanta que não existe um tratamento padrão para a doença". Ele ainda ressalta que, graças à visão tecnicista e fragmentada das especialidades médicas, muitos continuam incapazes de compreender o sofrimento causado pela fibromialgia a inúmeros pacientes.


Mulher

:: As pessoas mais suscetíveis a desenvolver fibromialgia são de fato as mulheres, provavelmente por razões hormonais. Há também uma predisposição genética para perceber a dor mais facilmente 

:: Existem ainda diferentes tipos de lesões físicas e/ou emocionais, e alguns tipos de infecções que podem ajudar a desencadear a doença 

Fonte: Manuel Martinez-Lavin, reumatologista mexicano e autor do livro "Fibromialgia sem mistério", da MG Editores


Lúpu

No Brasil, as estimativas indicam a existência de 120 mil a 250 mil pessoas com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), sendo a maioria mulheres. Uma em cada mil mulheres é portadora da doença. O tratamento da pessoa com LES depende do tipo de manifestação apresentada e deve ser individualizado


Saiba mais

:: A fibromialgia é uma doença reumática comum, mas incompreendida, que afeta predominantemente mulheres e é caracterizada por dor generalizada, fadiga, distúrbios do sono e outras queixas. Está associada a estresse físico ou emocional

:: É importante diferenciar fibromialgia de condições que afetam a coluna, como espondilite ou osteoartrite. Na fibromialgia, a dor é mais difusa, mas também afeta a cabeça, acompanhada por sensações anormais como formigamento ou cólicas, e há também uma sensibilidade exagerada à pressão. Pessoas com fibromialgia se incomodam com aperto ou abraço

:: O melhor tratamento é holístico. É preciso entender o que está relacionado ao estresse e que é necessário, na maioria dos casos, uma grande mudança no estilo de vida, o que envolve técnicas para lidar com o estresse e a dor, dieta, exercícios e uso criterioso de medicações.

http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Noticias/Saude/216885,,Diagnostico+precoce+ameniza+efeitos+da+doenca+reumatica.aspx 

Gravidez na adolescência: falta informação


Gravidez na adolescência: falta informação


A cada ano cerca de 16 milhões de jovens entre 15 e 19 anos dão à luz, em todo o mundo. Um problema que preocupa profissionais de saúde, uma vez que a gestação, em geral, não é desejada e ocorre por falta de informação e a aparente dificuldade em ter acesso aos métodos contraceptivos, conforme demonstra um levantamento recém concluído pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em parceria com indústria farmacêutica, com 3 mil pessoas acima de 16 anos em quatro capitais brasileiras (São Paulo, Curitiba, Recife, Belo Horizonte).



O estudo revela que 73% dos entrevistados não usaram métodos contraceptivos na primeira relação sexual e 82% iniciaram a vida sexual até os 17 anos. Na pesquisa, foi constatado também que 54% dos entrevistados já tiveram relações no primeiro encontro e 84% têm filhos. Esta é apenas uma amostra do que ocorre segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) em mais de 70 países, onde os dados são preocupantes.



O levantamento da Unifesp tem por objetivo conscientizar a juventude sobre o risco da gravidez, no ano em que o tema escolhido para comemorar o Dia Mundial da Prevenção da Gravidez na Adolescência, ocorrido no último dia 26, foi: “Seu futuro. Sua escolha. Sua Contracepção”.



Diversos fatores contribuem para a gravidez indesejada na adolescência como a pressão para casar e ter filhos cedo (costume em alguns países pobres, onde as meninas casam antes dos 18); falta de informação e dificuldade de acesso aos métodos contraceptivos. Ainda de acordo com a OMS, as taxas de gestação entre mulheres com menos estudo é maior em comparação à das mulheres com mais anos de educação.



Segundo o ginecologista Afonso Nazário, professor de Ginecologia nda Unifesp, o diálogo é sempre a melhor forma de solucionar as dúvidas dos adolescentes. “Antes do sexo, conversar com o parceiro sobre o melhor método contraceptivo para o casal é um ato de amor entre os dois e de respeito da mulher consigo mesma”, diz.



Para Nazário, é muito importante os jovens conversarem com o médico e expor suas dúvidas sobre gravidez e contracepção, pois nem sempre o adolescente pode se abrir com a família. “É preciso mostrar ao adolescente que ele é responsável, sim, por seu futuro e deve escolher qual caminho seguir, conscientemente.”



A pediatra Maria Cecília Nigro Batistela, especializada em adolescente (hebiatra), de Rio Preto, explica que o principal cuidado que se deve ter na gestação da adolescente é com o pré-natal. “Esta garota precisa ter atendimento diferenciado, em um serviço de saúde que já esteja preparado para dar apoio e preparar a jovem para o parto. Afinal, é preciso levar em conta que apesar da gestação, ela está em fase de crescimento e desenvolvimento”, diz.



Além disso, ela lembra que o acompanhamento da família, é fundamental para dar suporte emocional para a gestante. A médica acredita que na prática, a realidade rio-pretense é de que tem diminuído o número de adolescentes grávidas, graças a mais informação recebida tanto por meio da mídia quanto das campanhas dos serviços de saúde.



Outra situação que a hebiatra ressalta é o aspecto emocional que requer muita atenção para que a jovem possa dar continuidade ao aleitamento e só com apoio familiar e profissional isso acontece. A médica diz que após o nascimento da criança, passa a ter até três gerações em seu consultório, já que atendem a mãe da adolescente, a adolescente e o bebê.



Na prática, muitas vezes são as avós mesmo que tendem a criar o bebê, já que nem sempre o pai adolescente continua com a mãe da criança. Enfim, é preciso todo um trabalho multidisciplinar para melhorar o vínculo da mãe e do bebê e tornar o puerpério um momento melhor para ambos mãe o bebê”, afirma.



Sexo é fonte de prazer quando responsável



Acompanhe abaixo a entrevista concedida pelo especialista em ginecologia Afonso Nazário, professor de Ginecologia da Unifesp, ao Diário da Região.




Diário - O que leva os jovens a não se prevenir de uma possível gravidez?
Afonso Pinto Nazário - Apesar de toda a informação que existe nos dias de hoje, muitas adolescentes deixam de se prevenir por várias razões como pressão do namorado para ter relação sexual, vergonha de ir ao médico ou conversar com a família para se prevenir antes de iniciar a vida sexual e até vergonha de pedir para que o parceiro use camisinha. Sem falar das questões culturais como a pressão para casar e ter filhos cedo - costume em alguns países pobres, onde as meninas casam antes dos 18 anos e boa parte das pessoas ainda sofre com falta de informação e dificuldade de acesso aos métodos contraceptivos.



Diário - Há jovens que estão radicalizando, ou não transam ou se entopem de medicamentos para não engravidar, o que está por trás disso, em sua opinião?
Nazário - Em relação a abstinência sexual, contribuem para este comportamento não natural, o fundamentalismo religioso e/ou falta de informação. Não deve haver receio em manter uma relação sexual, que é uma fonte de prazer; basta se prevenir contra as doenças sexualmente transmissíveis e contra a gravidez indesejada e para isso, o uso de camisinha e de um método seguro anticoncepcional, como a pílula, são suficientes. No tocante ao uso de vários medicamentos ou substâncias para não engravidar ou para abortar, a eficiência deles é muito baixa, além de produzir efeitos colaterais. É um comportamento de desespero, mas ineficaz.



Diário - Como é possível para homens e mulheres se prevenirem sem causar danos a saúde?
Nazário - Para os homens a camisinha é indispensável, pois além de prevenir uma possível gravidez é o único método que previne as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Para as mulheres, existem muitas opções disponíveis. As mais usadas são as pílulas anticoncepcionais, que hoje são feitas com uma dosagem bem menor de hormônios, trazendo mais qualidade de vida para as mulheres, mas também existem adesivos, injeções mensais e trimestrais, o ideal é a menina consultar o ginecologista que poderá orientar qual o melhor método para ela, depois de analisar sua saúde e o histórico familiar.



Diário - Como deve ser encarada o desenrolar da gestação na adolescência?
Nazário - A gravidez na adolescência deve ser considerada como uma gravidez de risco, do ponto de vista médico. As intercorrências na gravidez, parto e puerpério são mais frequentes. De fato, o sistema genital e músculo-esquelético não estão plenamente desenvolvidos e a taxa de mortalidade perinatal (que inclui morte fetal e do recém-nascido) são mais comuns. O peso dos recém-nascidos de mães adolescentes é em média menor.



Diário - E no que tange aos aspectos psicológicos como é possível lidar?
Nazário - Sem dúvida, além das implicações físicas, deve-se levar em conta os aspectos psicológicos e sociais. Uma adolescente que se torna mãe, comumente sacrifica vários sonhos e projetos de vida, muitas vezes adiando o término de sua educação e formação profissional, o que pode produzir frustrações e depressão. As implicações não são somente para ela, mas para toda a família, particularmente a família materna. Por outro lado, com frequência o pai adolescente é ausente e a falta da figura paterna pode produzir profundo impacto no desenvolvimento psicológico da criança, mesmo que parcialmente substituída pela do avô.



Diário - Nem sempre é possível evitar a ejaculação e, por isso, muitos contam com a “pílula do dia seguinte”, até que ponto ela pode ser usada por uma pessoa, sem que isso cause danos futuros?
Nazário - A “pílula do dia seguinte” não deve ser encarada como método contraceptivo. A pílula possui uma carga de hormônios muito grande, o que pode afetar o organismo, desregulando o ciclo menstrual, por exemplo. É um recurso que só deve ser usado em último caso e esporadicamente. O ideal é que os jovens busquem outras formas como as já citadas para evitar a gestação. É importante que o casal converse antes de ter uma relação sexual, pois a escolha do método contraceptivo mostra maturidade e é também um ato de amor e respeito entre os dois. A consulta ao médico é a melhor forma de esclarecer as dúvidas do casal para que possam escolher qual caminho seguir com responsabilidade.




Fonte: Diário Web

Insônia pode estar associada a outras doenças

Insônia pode estar associada a outras doenças

Para muitas pessoas, dormir é um luxo, algo longe do alcance. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), até 40% da população pode sofrer de insônia em algum momento da vida. Esse valor pode variar de acordo com hábitos culturais, regionais, alimentares, religiosos, climáticos, condição socioeconômica, idade, entre outros. A fim de minimizar o problema, profissionais de saúde se mobilizam em diferentes frentes.



Recentemente, a 21ª Jornada do Departamento de Medicina realizado pela Santa Casa de São Paulo teve a insônia como tema. A neurologista Cristina Morotomi Funatsu Coelho, que coordenou o evento, lembra que a insônia é a sensação de não dormir ou a referência de sono insatisfatório, tanto em qualidade como na quantidade declarada pelo indivíduo.



“A frequência pode ser ocasional, aguda (uma semana) ou crônica (três noites por semana em período superior a um mês). Os sintomas principais da insônia estão ligados a fatores psíquicos e comportamentais, assim como doenças agudas e crônicas”, diz. Uma pesquisa recente realizada em empresas apontou que, de 15 mil executivos avaliados, 95,5% deles não mantêm uma alimentação equilibrada no dia a dia, 44% são sedentários e 31,7% têm índice elevado de estresse, o que contribui para a presença da insônia.



Mas Caio Soares, coordenador do estudo, começa a enxergar uma mudança positiva, apesar dos números parecerem jogar contra. “Esses indicadores têm permanecido estáticos nos últimos três anos, embora boa parte deles revelem intenção de mudança de hábitos alimentares e inclusão de atividades físicas na rotina.”



De fato, uma mudança de hábitos pode trazer mais qualidade para o sono. “Desde que passei a me exercitar e a praticar caminhadas diariamente, além de me alimentar de forma mais saudável, sinto que minhas noites de insônia reduziram muito”, diz o porteiro Ricardo de Jesus, 48 anos.



Privação e rebote de sono

De acordo com um estudo recente, a privação do sono é uma das principais causas da insônia. E isso pode afetar a imunidade das pessoas. É o que ficou comprovado no estudo de Francieli Ruiz da Silva, que faz doutorado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Nas últimas décadas, houve diminuição progressiva e importante na média da duração do sono, principalmente na segunda metade da noite, quando prevalece o sono REM”, diz.



Sob a orientação do psicobiólogo Sergio Tufik, diretor do Instituto do Sono (professor da Unifesp) e apoiado pela Fundação de Apoio a Pesquisa de São Paulo (Fapesp), o trabalho teve seus resultados publicados em artigo na revista Innate Immunity e foi premiado pela European Federation of Immunological Societies durante o 2º European Congress of Immunology, realizado na Alemanha.



Em entrevista à revista da Fapesp, a doutoranda explica que foram analisados 30 voluntários saudáveis, entre 18 e 30 anos, que dormiam no Instituto do Sono, divididos em três grupos. Aqueles que estavam no grupo controle tinham seu sono normal avaliado por meio do exame de polissonografia. Já os do grupo 2 eram monitorados e acordados por uma campainha cada vez que chegavam próximo da fase REM. Enquanto um outro grupo era privado do sono por 48 horas, com a ajuda de videogames, jogos de cartas, internet e eventuais chacoalhadas.



Nas três noites seguintes, dormiram normalmente e foram monitorados pela polissonografia para registrar o efeito rebote de sono. “A primeira noite foi tranquila, mas à medida que a demanda do organismo por sono REM foi se acumulando, foi ficando difícil. Esse estágio aparecia cada vez mais cedo, efeito conhecido como rebote de sono REM. Na quarta noite, eles mal cochilavam e já entravam na fase REM”, disse Francieli.



Portanto, à medida em que a privação do sono se acumula, além do prejuízo aparecer em forma de insônia, as pessoas ficam mais suscetíveis a doenças que afetam o sistema imunológico. “Essa imunoglobulina, presente na secreção de mucosas, está diretamente relacionada à proteção contra a invasão por patógenos. Isso poderia explicar porque a privação de sono REM poderia estar relacionada a uma maior suscetibilidade a doenças como gripes e resfriados, já descrita na literatura”, explica a doutoranda.



Medicamentos podem causar vício

O psiquiatra Altino Bessa Marques, de Rio Preto, observa que hoje cerca de 70% das prescrições de ansiolíticos (calmantes lorazepam, bromazepam, alprazolam, diazepan e clonazepam) são feitas por médicos não-psiquiatras e, com isso, existe o risco do excesso de medicação do portador de insônia. Assim, existe um sério risco da pessoa desenvolver tolerância (necessidade de aumentar a dose para ter o mesmo efeito inicial) e abstinência quando diminuem ou suspendem o remédio.



“A administração por mais de seis meses diariamente coloca a pessoa em risco de dependência (tolerância e abstinência)”, explica. Contudo, o médico entende que o uso eventual, pulando-se vários dias ou semanas para voltar a ingerir um determinado “calmante” (ansiolítico) pode ser benéfico em caso de insônia em alguma noite isolada, ou ainda em viagens noturnas desconfortáveis, com menor risco de dependência.



Evidente que, diante de situações em que há outras doenças associadas, como a síndrome do pânico, entre outras, é preciso que se amplie a utilização do medicamento (até duas semanas costuma ser seguro). Ansiedade Há aqueles que se queixam de um sono muito leve, que, em geral, está associado à presença de excesso de ansiedade. Nestes casos, também se observa um certo exagero no uso de medicamentos. Porém, o psiquiatra reconhece que os ansiolíticos são mais “gostosos” de tomar, pois podem levar a uma melhora da ansiedade em pouco tempo.



Mas alerta que isso não impede que a ansiedade volte e desencadear, por exemplo, episódios de ordem depressiva. “O bem-estar é rápido e o portador de transtornos ansiosos vai querer tomar outro assim que passa a boa sensação. E é aí que se instala a dependência. O mal-estar é criado pela falta do ansiolítico (iatrogenia)”, diz. Bessa observa que os antidepressivos são mais indicados para quadros ansiosos, daí porque são mais empregados em episódios de depressão (seja único ou recorrente) e associados aos estabilizadores de humor (carbonato de lítio, ácido valproico ou divalproato de sódio).



Adolescente dorme mais

A hebiatra Maria Cecília Nigro Batistela, de Rio Preto, observa que o sono é um importante fator de regulação da saúde física e mental. E, segundo a especialista, o adolescente necessita em média de nove horas de sono para compensar algumas horas perdidas durante a semana. Essa fase dura em média entre o final da adolescência e o início da idade adulta, por volta dos 20 anos.



Sono-vigília

Sono-vigília é determinado pela alternância de dois hormônios, que é a melatonina (neuro-hormônio produzido pela glândula pineal, indutor do sono), e sua produção é estimulada pelo escurecer, e o cortisol (hormônio produzido pela glândula adrenal) – responsável pelo despertar: “Ele nos prepara para atividade diurna e é estimulado pelo amanhecer”, explica a hebiatra.

Fonte: Diário Web

Atividade física na infância ajuda a combater doenças

Começar a prática de atividade física ainda na infância é a melhor forma de se chegar à fase adulta senão como um esportista, ao menos uma pessoa disposta a manter hábitos de vida saudáveis. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a atividade física é também uma forma de exercício social, que estimula a cidadania. Algo que eventos esportivos como Olimpíadas, Copa do Mundo, entre outros, contribuem, na medida em que despertam um número maior de interessados na prática dessas atividades e nos benefícios que elas oferecem.

A literatura médica é rica em estudos que comprovam o quanto um estilo de vida ativo diminui a incidência de várias doenças crônicas. Segundo um estudo norte-americano, quando se queima em média duas mil calorias por dia são reduzidas em até 65% as chances de aparecer doenças cardiovasculares. No entanto, é preciso que isso seja feito com responsabilidade e acompanhamento médico adequado, a fim de evitar problemas decorrentes da prática incorreta. Principalmente quando se é criança.

Para a pediatra Maria Cecília Nigro Batistela, especialista em adolescência (hebiatra), de Rio Preto, além de uma avaliação clínica, o ideal é que o futuro esportista seja avaliado por um cardiologista. “Em especial se a família tiver antecedentes de cardiopatias, a fim de prevenir a ‘morte súbita’ que, eventualmente, acomete alguns atletas”, diz.

Faixa etária

A psicóloga Vanessa Cristina Bernardi, especialista em crianças, de Rio Preto, alerta para o risco quando a prática de exercícios se transforma em treinamento intenso e pressão para manutenção de baixo peso. Essas condições podem levar ao desenvolvimento de bulimia, anorexia nervosa, amenorreia e osteoporose entre atletas adolescentes.



Ela explica que determinadas práticas esportivas específicas não são recomendáveis antes de quatro a seis anos de idade. Nessa idade, é importante estimular o desenvolvimento das funções motoras, e as atividades recreativas e lúdicas, como correr, brincar, pular, chutar, arremessar, funcionam como incentivo para a socialização.



Por outro lado, Vanessa observa que a partir dos seis anos a maioria das crianças já apresenta prontidão para o aprimoramento psicomotor, portanto, é o momento de iniciar o aprendizado básico de atividades esportivas individuais e coletivas. ”A escolha e o treinamento específico de um esporte deve se iniciar a partir dos dez anos, levando em consideração o interesse e a decisão pessoal da criança, as diferenciações de estatura, maturidade sexual, limites físicos e emocionais e as habilidades individuais. E a participação em competições deve iniciar a partir dos 12 a 14 anos de idade”, afirma.



Jovens mais sedentários

Uma pesquisa feita no Rio de Janeiro aponta para o fato de que cerca de 90 a 95% dos adolescentes estão sedentários. Isso porque, nesta fase, muitos estão mais interessados em tecnologia, ou seja, em ficar no computador, videogame ou TV. Somado a isso, também se identifica a falta de estímulo às práticas esportivas pelas escolas e familiares. Ao mesmo tempo, nos Estados Unidos, já se constata que o incentivo à prática esportiva tem causado a diminuição do uso de drogas e a gravidez na adolescência.



A hebiatra (pediatra especializada em adolescentes) Maria Cecília Nigro Batistela, de Rio Preto, observa que, nesta fase, em decorrência da “crise da adolescência”, geralmente os jovens abandonam as atividades físicas e perdem a coordenação motora. “Mas também há casos de uma cobrança individual, dos pais e social por desempenho, levando a um excesso de treino com consequentes lesões e estresse. São contraindicados para menores de 16 anos o boxe, levantamento de peso olímpico e fisiculturismo”, diz Maria Cecília.


Fonte: Diário Web

Benefícios da banana que você talvez não conheça.

De sabor doce e polpa macia a banana é hoje sem dúvidas um dos alimentos mais consumidos no mundo.

A banana é cultivada hoje por cerca de 130 países e é uma fruta muito consumida por atletas devido ao seu valor nutricional e pela energia que o consumo dela lhes oferece.

A fruta em seu ponto ideal para o consumo é de cor amarelada e o por dentro abanana é clara e macia e de sabor agradabilíssimo.
Mesmo verde, a banana é utilizada na culinária. Ex: bolos, tornas e doces.

Não se sabe ao certo, mas estima-se que exista mais de mil tipos de bananas no mundo. Porém no aqui no Brasil os tipos de bananas mais
conhecidos são:
Banana-nanica
Banana-prata
Banana-maçã
Banana-da-terra
Banana-ouro

A banana ajuda a controlar a pressão arterial

Por ser uma fonte rica em potássio, o consumo da banana é indicado para pessoas que sofrem de hipertensão ou tem pré-disposição para
desenvolvimento da doença.

Uma única banana chega a conter aproximadamente 467mg de potássio mineral importantíssimo no cuidado da pressão arterial e 1mg de sódio.

A banana na prevenção da aterosclerose

Nunca ouviu falar sobre essa doença? Pois é, ela não é nova, porém muito pouco é o conhecimento que temos sobre ela.
A aterosclerose acontece devido a um processo de calcificação da artéria que reage à diversos fatores, dentre eles
o uso do fumo. A artéria multiplica as células e vira depósito de substâncias gordurosas, ocorrendo a calcificação e o endurecimento das artérias.


Benefício da banana para os ossos

Como já falado, a banana é rica em potássio isso ajuda a prevenir doenças e manter a saúde de nossa estrutura óssea.
O potássio encontrado na banana age na neutralização da perca de cálcio urinário causado por uma alimentação com
alto teor de sódio.

O que as pessoas estão lendo:





A banana protege o estômago

As bananas tem efeito anti-ácido podendo ser benéfico o seu consumo por pessoas que sofrem de úlceras estomacais por exemplo.

A banana ajuda na digestão

A fruta é rica em pectina, uma fibra solúvel que ajuda a normalizar o funcionamento do digestivo.
A banana é rica em frutooligossacarídeo, um composto prebiótico que auxilia na produção de vitaminas e enzimas digestivas responsáveis
por melhorar a absorção dos nutrientes e nos protegem de micro-organismos hostis.

A banana ajuda na prevenção de câncer de rins

Por se encontrar em uma região pouco aparente do abdômen chamada de (retroperitôneo) os sintomas do câncer de rins demoram a se manifestar e o processo de desenvolvimento da doença é um pouco lento.

Não somente a banana, mas a couve e outros vegetais de raiz ajudam a reduzir o risco de câncer nos rins. Isso porque as bananas e tubérculos
contém quantidades significativas de compostos fenólicos e antioxidantes.

Banana contra ressaca

Se espantou? É isso mesmo (risos)

Uma vitamina de banana e mel é capaz de fazer milagres com alguém que está na maior ressaca.
A banana alivia o estômago e o mel aumenta o nível de açúcar que nesta hora já está baixíssimo, e o leite
age na reidratação do sistema.

Banana diminui as cãibras?

A cãibra é a contração súbita, involuntária e muito, mas muito dolorosa do músculo e é desencadeada por diversos fatores.
Atividade física muito pesada, desidratação, queda de potássio, magnésio e cálcio são fatores desencadeadores da câimbra
e nesses casos o consumo da banana não vai ajudar muito.

Agora se for por baixa concentração de potássio no organismo, a banana diminui a cãibra. Isso porque como antes citado
a banana é rica nesse nutriente.

Depressão

A banana contém uma substância chamada “serotonina”, a substância promove relaxamento e bom-humor. Portanto é uma
boa pedida para quem infelizmente sofre de depressão.

Dose recomendada

Consumindo uma banana ao dia você poderá usufruir dos efeitos benéficos dessa fruta maravilhosa. E viva a banana!

http://www.saudeebemestaronline.com/beneficios-da-banana-que-voce-talvez-nao-conheca/

O RANKING DOS VEGETAIS RICOS EM PROTEÍNA:

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BENEFÍCIOS DA CAMINHADA DIÁRIA:

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Esporte na Infância e Adolescência

Esporte na Infância e Adolescência

Como é possível identificar qual a melhor atividade para a criança?

Sabemos dos benefícios das atividades esportivas em promover a saúde e bem estar, melhorando a flexibilidade, equilíbrio, ganho de massa óssea, força muscular, diminuição do peso, diminuição do estresse, tolerância. Desenvolvem também a autodisciplina, a cooperação e o trabalho em equipe.
A OMS recomenda:
- 0 a 2 anos – piscina – estimula coordenação motora. Iniciar a partir dos 9 meses.
- pré-escolares (2 a 5 anos) - atividades estruturadas e não estruturadas, divertidas, 7 vezes na semana, por 120 minutos/dia – natação, dança, capoeira, lutas, ginástica artística e atividades em grupo. Sem competição.
- escolares (6 a 10 anos) – atividades moderadas e alta intensidade, que proporcione agilidade, equilíbrio, coordenação e diversão, 7 vezes na semana por 60 minutos/dia ou no mínimo 3 vezes na semana por 1 hora. – diversificar as modalidades e mais coletivas (futebol, vôlei, basquete, etc) Sem competição.
- 11 a 13 anos – treinamento mais esportivo e competitivo.
- acima de 13 anos – dança, capoeira, pilates, trilhas, skate, entre outros.

Existem alguns cuidados essenciais que devem nortear a prática de atividades em diferentes fases da infância, adolescência e quando já estão chegando à fase adulta?

Sabe-se que a imobilidade ou a pouca atividade física diminuem a velocidade de crescimento e a atividade física excessiva pode retardar o crescimento e a maturação puberal. Parece que o treinamento físico moderado não interfere na maturação esquelética nem sexual.
Crianças e adolescentes que praticam atividades esportivas costumam ter massa corpórea magra maior e gordura corpórea menor. É indiscutível os benefícios da prática regular de exercícios para a saúde física, mental e formação de hábitos na criança e adolescente, entretanto devemos tomar cuidado com treinamento esportivo excessivo, tanto em intensidade como em duração, pois podem provocar estresse e lesões.
Como estimular a criança sedentária a trocar os eletrônicos pela atividade física?

. A grande maioria das crianças e adolescentes substitui as atividades físicas pelo computador, videogame ou TV. Recente pesquisa realizada pela Saúde Pública de Niterói (RJ) revelou que 90 a 95% dos adolescentes são sedentários. Para poder mudar esse cenário, devemos oferecer às crianças e adolescentes atividades físicas e esportivas que sejam ao mesmo tempo lúdicas e prazerosas, necessitando para isso o estímulo e a participação dos pais, da escola e da sociedade , valorizando esse tipo de atividade.

Qual a quantidade de tempo ideal para a prática de atividades enqto. se é adolescente?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o ideal é praticar atividades físicas, em qualquer faixa etária, 7 vezes na semana, durante 1 hora. Um estudo realizado nos Estados Unidos demonstrou que o aumento do incentivo à prática esportiva diminuiu o uso de drogas e a gravidez na adolescência.

Como é possível combater o hábito alimentar ruim, em adolescentes?

A adoção de modismos alimentares inadequados, adquiridos pela influencia da mídia, do grupo social ou do próprio adolescente, como dieta vegetariana, fast food, refrigerantes, podem levar a carências nutricionais com conseqüente prejuízo para a saúde do adolescente como retardo do crescimento e da maturação sexual.
A orientação dietética do adolescente não pode ser imposta nem rígida. Deve haver flexibilidade e fundamentalmente discutida com ele, orientando-o dos riscos da dieta inadequada e suplementando as necessidades quando necessárias.

Existe alguma orientação alimentar que não deva ser incentivada em algumas fases da infância e adolescência? Como, por exemplo, a ingestão de carboidratos deve ser restrita em algum momento?
O crescimento e desenvolvimento do adolescente dependem do seu estado nutricional, que sofre forte influencia de fatores ambientais, como a família, escola, trabalho e sociedade. O estirão puberal acarreta um considerável aumento das necessidades energéticas e de nutrientes, sendo que 20% da estatura e 50% do peso do adulto são adquiridos durante a puberdade. As necessidades nutricionais variam com o sexo e faixa etária, estágios da maturação sexual, atividades esportivas, doenças crônicas, gestação, distúrbios alimentares e comportamentais como uso e abuso de álcool e drogas. Devem fazer parte da dieta as proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e sais minerais, especialmente o ferro, cálcio, zinco e vitaminas D, A, C, E, ácido fólico e complexo B.


Dra. Maria Cecilia Nigro Batistela
Hebiatra - Especialista em Sexualidade

http://www.hebiatriabatistela.com.br/artigos/esporte-na-infancie-e-adolescencia

Hebiatria e os desafios da Adolescência.

Hebiatria e os desafios da Adolescência
Talvez seja a adolescência o período da vida em que há maior indagação sobre si mesmo, acompanhada por estado de tensão indicadora de crise, quando o ser humano passa por mudanças biopsicossociais tão intensas e significativas. Ao se deparar com questões existenciais, busca um lugar social e o exercício de sua sexualidade, sofre influência sociocultural e familiar que modela seu comportamento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a adolescência compreende a faixa etária dos 10 aos 20 anos, com tendência atual de se prolongar por mais alguns anos (geração canguru).


Puberdade, componente orgânico da adolescência, é um fenômeno biológico e universal inerente à espécie, variando apenas o ritmo de indivíduo para indivíduo, caracterizada pelo crescimento e amadurecimento físico e desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários, tornando o adolescente sexualmente desenvolvido e reprodutivo. Nas meninas, inicia-se entre 8 e 13 anos e nos meninos entre 9 e 14 anos. Essas mudanças físicas podem gerar ansiedade e baixa autoestima do adolescente, decorrentes entre outros fatores, do medo de não conseguir, fisicamente, atingir o padrão socialmente imposto e aceito.

Um dos principais objetivos da adolescência é a autodefinição: quem sou eu?
O adolescente é um indivíduo com características e singularidades próprias desse período evolutivo, em constante crescimento e desenvolvimento, buscando sua identidade e autonomia. Para isso ele precisa elaborar três lutos fundamentais: 1- perda do corpo infantil; 2- perda do papel e identidade infantis e, 3- perda dos pais da infância. Esses lutos levam o adolescente a se comportar por um longo período de maneira incoerente e imprevisível, rebelde, impulsivo, questionador, opositor, vulnerável, idealista, instável, imitando e se identificando com outros, na busca incessante da própria identidade. Ambos os sexos necessitam pertencer e se sentirem aceitos em um grupo de iguais e as desavenças com os pais como forma de autoafirmação. Três tarefas centrais são parte integrante do seu desenvolvimento social saudável: estabelecer relacionamentos significativos, aceitação e pertencimento a grupos sociais e estabelecer intimidade interpessoal. Os pares têm papel relevante nesse processo, porque uma relação positiva é importante para o bem estar psicológico e ajustamento social, ao passo que a rejeição está ligada a problemas graves, como a delinqüência, abuso de drogas e depressão. Trata-se de uma fase de vulnerabilidade e curiosidade que pode levar a comportamentos de risco pelo desejo de experimentar tudo que se apresenta como novo.

O pensamento abstrato ainda incipiente faz os jovens se sentirem onipotentes, expondo-se a perigos sem prever consequências. Nessa fase os adolescentes buscam a identidade sexual, através da experimentação e variabilidade de parceiros e as práticas sexuais são diversas e heterogêneas, com envolvimento genital precoce, podendo resultar em gravidez indesejada e doenças sexualmente transmissíveis (DST), sendo a família um importante fator de proteção na vida sexual do adolescente, com a transmissão de valores e atitudes.

As mudanças físicas, emocionais e psicológicas que ocorrem na adolescência alertam os jovens a ter sérias dúvidas sobre seus corpos, relacionamentos e saúde e os pais muitas vezes sentem-se inseguros e incapazes de lidar com seu “novo filho adolescente”, necessitam, assim, da ajuda de um profissional. O Hebiatra é um médico especializado no atendimento ao adolescente, acompanhando-o durante todo o crescimento e desenvolvimento físico com orientação alimentar, prática de esportes, vacinação, orientação sexual e prevenção; além de acolher e orientar os pais a entender e participar ativamente da vida do adolescente, para que ele tenha um desenvolvimento saudável e feliz.


Dra. Maria Cecília Nigro Batistela
Pediatra – Hebiatra -Sexóloga

Como os pais devem agir para diminuir a turbulência familiar

Como os pais devem agir para diminuir a turbulência familiar

A conquista da autonomia, a elaboração da identidade e o exercício da sexualidade são tarefas básicas da adolescência, e exigem um grau de afastamento emocional dos pais, recomenda a hebiatra (pediatra especializada em adolescentes) Maria Cecília Nigro Batistela, de Rio Preto. Segundo ela, a serenidade é uma das virtudes para a resolução de conflitos entre pais e filhos neste período tão conturbado da vida deles.
“Na maioria das famílias, os conflitos entre o adolescente e os pais se restringem à rotina diária e à liberdade pessoal. A tarefa dos pais é agir com equilíbrio, elasticidade, sabendo onde e como colocar limites.

Os pais democráticos devem aceitar seu papel transitório na vida dos filhos, adaptando-se a cada momento evolutivo de suas vidas”, explica.
Nesta página, Maria Cecília responde a questões inerentes à adolescência, como variações de humor, mudanças físicas e comportamentais e alimentação, que podem ajudar os pais a buscar uma harmonia na relação familiar.


Adolescência saudável

Um recente levantamento feito pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, de São Paulo, com 100 crianças e adolescentes com idades entre 5 e 17 anos, apontou que 87% dos avaliados ingeriam quantidades excessivas de gorduras. Além disso, 40% deles estavam com os níveis de colesterol elevados.

“O aumento do colesterol ruim e a diminuição do colesterol bom é uma das causas de doenças cardiovasculares. Por isso, a conscientização sobre a importância de uma alimentação adequada na infância é fundamental para um crescimento saudável”, diz a nutricionista Cristiane Kovacs, do Dante Pazzanese.

Além do envolvimento dos pais, a alimentação na escola também precisa ser controlada e a atividade física estimulada. Para a pediatra Isabel Rey Madeira, da Sociedade Brasileira de Pediatria, “a obesidade deve ser prevenida desde os primeiros anos de vida e, até antes, durante a gravidez. A vigilância deve continuar ao longo da adolescência.”

A médica observa que temas como alimentação saudável, prática de atividade física e o uso de álcool e tabaco devem ser abordados nas consultas pediátricas. A pediatra também defende que a medição da circunferência da cintura e a aferição da pressão arterial nas crianças e nos adolescentes durante o acompanhamento do profissional se tornem procedimentos imprescindíveis no controle da obesidade.

Para a cardiologista Gracia Helena Camargo Pinto Thevenard, de Rio Preto, o ideal é que quando a criança já passou a infância e não passou por uma avaliação completa, que o faça a partir dos 12 anos. Neste caso, a médica recomenda que seja realizado um exame de sangue e observado fatores como obesidade, sedentarismo (que tem maior chance de encontrar fatores de risco) além do histórico familiar. “Se encontrar algum problema, o acompanhamento se torna obrigatório realizar a cada 6 meses”, diz.

http://www.hebiatriabatistela.com.br/artigos/como-os-pais-devem-agir-para-diminuir-a-turbulencia-familiar