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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Ninja ZX-6R 636. Ela está mais potente, mais estável, mais bonita e surpreendentemente mais fácil 05/09/2014 13:34 | Autor: Carro OnlineContribuidor: Edu Zampieri, da MOTOCICLISMO

A balada dos últimos Supertestes estava focada em motos "utilizáveis" nas ruas e estradas. Nas últimas três edições viajamos com uma confortável Harley-Davidson Softail Deluxe, depois foi a vez da Kawasaki Ninja 300 e na última edição a Suzuki DL 650 V-Strom.
Quando afirmamos motos "utilizáveis", queremos dizer que são motos confortáveis, que não chamam atenção da gatunagem e nem oferecem problemas com os milhares de radares espalhados pelas estradas. Planejar um Superteste com uma moto superesportiva sempre é tenso.
A posição de pilotagem não é das mais indicadas e o risco de levarmos multas por excesso de velocidade é eminente. E ainda temos de considerar o desafio que é trafegar dentro da cidade sem chamar muita atenção. Praticamente impossível com uma Ninja verde e de macacão de couro com detalhes em branco.
Se fosse apenas os admiradores do estilo, menos mal, mas no caso da capital paulistana, esse contraste pode chamar atenção de um invejoso, rebelde, fortemente armado que tenta ganhar a vida com facilidade, ou seja, ladrão mesmo. Sempre ficamos com o pé atrás antes de realizarmos um teste como esse, mas com a nova Kawasaki Ninja ZX-6R 636 foi muito mais tranquilo do que esperávamos. Saímos em uma manhã fria de outono e resolvi, por via das dúvidas, vestir uma jaqueta por cima do macacão de couro.
Foi vital nos primeiros 150 km. Na descida para o litoral, as oito horas da manhã, os termômetros marcavam 12°C. Como o primeiro trecho do nosso roteiro é quase sem curvas e praticamente não fazemos uma frenagem sequer, busquei, como sempre, ser o mais econômico possível.
Foi quando percebi que a nova 636 também conta com a indicação "ECO" no painel, assim como suas irmãs ER-6n, Concours 14, Versys 1000 e Ninja 300. Essa indicação aparece dependendo da posição do acelerador e do giro do motor, e serve para você saber quando a Ninja está economizando combustível.Equipamento curioso e surpreendente para uma moto esportiva, que gira a 14 mil rpm e foi concebida para fazer suscesso dentro das pistas.
É possível a 120 km/h, em sexta marcha, manter a indicação acesa, e nesse ritmo ela faz 17 km/litro. Como o tanque de gasolina tem capacidade para 17 litros, poder percorrer quase 300 km com uma superesportiva é de tirar o chapeú. As costas? Por incrível que pareça, apesar do estilo racing, quando estamos a 120 km/h não necessitamos ficar escondidos atrás da bolha e portanto as costas não ficam curvadas.
A única ressalva fica por conta dos joelhos muito dobrados por causa das pedaleiras altas e bem recuadas. Todavia, a 636 se apresentou mais confortável que a antiga ZX-6R. Segundo a fábrica, a posição de pilotagem não foi muito alterada, mas como ela está com mais torque em baixas rotaçãos e com um sistema de embreagem sobretudo mais leve, ao menos os braços e as mãos não trabalham tanto quanto era preciso com a última versão.
Outro grande diferencial desta nova versão, fica por conta do controle de tração, das opções de mapas de gerenciamento eletrônico e do ABS. Mas confessamos que na estrada somente o ABS foi valorizado. Especialmente quando choveu na subida da serra de Campos de Jordão. Já haviamos marcado uma seção dentro do circuito de Interlagos (confira pág. 88), para percebermos como trabalham esses novos sistemas.Uma 600 cm³ com opção de ficar mais fraca ou com controle de tração ainda não é uma solução essencial na estrada. Especialmente considerando que os novos pneus Bridgestone S20 são verdadeiros chicletes quando aquecidos.
Nas infinitas curvas da famosa estrada Rio-Santos, BR-101, a Ninja 636 mostrou-se bem equilibrada, mais neutra que a antiga versão de 599 cm³ e uma verdadeira máquina de fazer curvas. Leve e fácil, a 636 ganhou nova suspensão dianteira, com tubos de amortecimento ainda melhores que os anteriores. Continuam sendo Showa BPF (Big Piston Fork), mas agora também são SFF (Separate Function Fork), onde a pré-carga da mola é feita na bengala esquerda, enquanto que o retorno e a compressão são regulados na bengala direita.
Não há uma grande mola interna do lado direito. A cor dos tubos também mudou, agora são dourados, deixando a 636 ainda mais parecida com a ZX-10R. Na prática essa alteração deixou o amortecimento mais progressivo e sensivelmente mais macio. Bom para ruas e estradas. Com o remodelado sistema de admissão de ar entre os faróis e os 36 cm³ a mais, obtidos por pistões de maior curso, a 636 nitidamente respira melhor e, consequentemente, responde com mais eficiência ao comando do acelerador.
Apesar de o conta-giros permanecer com números próximos até os 6 000 rpm e mais separados até os longínquos 15 000 rpm, a 636 é bem mais esperta em baixas rotações que a sua antecessora. Portanto, se ela está mais macia e com melhor resposta do acelerador, ela está mais gostosa e confortável para viajar. Alguns fãs de ZX-6R reclamaram que a 636 não vem com amortecedor de direção, porém em 1 000 km na estrada e também na pista, como vocês terão a oportunidade de conferir nas próximas páginas, este acessório não fez falta nenhuma.
No segundo dia de teste, saímos em uma gélida manhã de Campos do Jordão, SP, com destino a Monteiro Lobato, SP, pela rodovia SP 050, conhecida como a antiga serra de Campos. Fazia frio, mas com o dia ensolarado e o asfalto seco, chegava o momento de testar os freios e retomadas. Isso acontece sem exageros, mais de um milhão de vezes e é nessa tocada que os valores da 636 aparecem.
Por não ser uma estúpida superbike de 1 000 cm³, sempre temos confiança de acelerar cedo na saída de curvas, mas são os freio poderosos e a incrível estabilidade mesmo nas freadas mais bruscas que chama a atenção. A 636 está com novas pinças monobloco Nissin e com um sistema de embreagem antiblocante mais evoluído. Isso tudo, somado às novas suspensões e aos reforços estruturais na balança traseira, faz a nova Ninja entrar em curvas com muita precisão. Ao menos em velocidades regulamentadas e em uma estradinha de mão de dupla, ela provou ser leve e fácil. Não exigiu esforço do piloto e foi possível colocar a roda dianteira onde desejávamos, mesmo em inversões de curvas rápidas. O mapa de injeção sempre esteve no "F" de Full e o controle de tração no 1, que é o menos atuante. Nesse ritmo ela marcou 14,5 km/litro.
Um fato curioso que chamou atenção antes de pilotarmos a novidade foi a impossibilidade de desativarmos o sistema ABS, porém, como ele foi desenvolvido para uso em pista e ou no molhado, ao menos na estrada seca, ele não atrapalhou em nada, aliás, nem sequer foi percebido quando entrou em ação, se é que entrou. Em alfalto seco, com os excelentes pneus Bridgestone que tem, é muito difícil o sistema trabalhar. Mas não é que choveu. Na Rodovia Dom Pedro, quase chegando em Santa Bárbara d' Oeste, SP, a chuva fina deixou a aderência do asfalto em estado de atenção. Sem problemas, bastou cortar o acelerador e pressionar o botão do sistema KTRC para passar o controle de tração para a posição 3. Fizemos também o experimento de escolher a posição "L" (Low) do gerenciamento eletrônico e então a Ninja ZX-6R com apenas 80% da potência quase se transformou em uma Ninja 300.
Exagero, é claro, pois a 636 tem 131 cv e, por mais que ela fique mais fraca, não chega a ser tanto quanto os 39 cv da 300 cm³. O que realmente percebemos, é a demora para as rotações subirem e obvimente a segurança para acelerarmos sem medo, mesmo levemente inclinado. Ao entrar no piso molhado e liso de um posto de gasolina, resolvi frear forte para sentir melhor o sistema ABS trabalhando, e, além de as rodas não travarem, o pedal não empurrou o meu pé para cima nem o manete vibrou. Excelente!
Esquecendo das pedaleiras altas e recuadas, a Ninja 636 ganhou tempero touring. Continua não sendo recomendada para levar acompanhante e bagagens, mas é possível viajar sem sofrimento e com muita diversão sem abrir mão da segurança. Desde que o piloto esteja bem equipado e o asfalto seja de boa qualidade, quanto mais curvas mais divertido será o passeio. Não cansamos de declarar em outras ocasiões, que as atuais maxitrail com rodas de 17 polegadas fazem curvas quase como uma superesportiva. Mas existe uma grande diferença entre fazer curvas exatamente como uma superesportiva ou quase como uma superesportiva. No caso da ZX-6R 636, o quase é uma enorme distância e uma maxitrail ou gran turismo, apesar de fazer curvas muito bem, ainda estão muito longe de entrar, percorrer e sair de curvas exatamente da mesma maneira que uma superesportiva.
A Kawasaki Ninja de exatos 636 cm³ e apenas 194 kg em ordem de marcha (na versão ABS), é uma máquina de fazer curvas. É daquelas mais modernas que existem, já que além da eficiência não consome energia, no caso, a do piloto. Com tantos recursos eletrônicos e muito mais equipada que a antiga versão, a Kawasaki Brasil não conseguiu fazer mágica no preço. Ela custa R$ 49 990 na versão standard e R$ 52 990 na versão com ABS. Entre as principais concorrentes, precisa abrir os olhos com a Triumph, que acabou de colocar no mercado a Daytona 675R, que vem equipada com suspensões Öhlins de primeira linha, ABS e custa R$ 48 690.

Em 4 palavrasCidade: não foi desenvolvida para uso urbano. É até possível, pela leveza e certa economia, mas é muito dinheiro para gastar dessa maneira. O que ela gosta mesmo é de estradas e autódromos.

Estrada: obviamente que mesmo depois do desenvolvimento para que ela ficasse melhor na estrada, ela ainda é uma superesportiva. Não ganha 5 estrelas porque as pedaleiras são muito altas e recuadas.

Consumo: em se tratando de uma moto que gira 14 500 rpm e ultrapassa os 250 km/h, fazer 17 km/litro a 120 km/h é surpreendente. Uma indicação "ECO" no painel é inédita para uma moto dessa categoria.

Emoção: por mais que o conforto não seja extremo, viajar com uma superesportiva sempre é emocionante. Ela acelera mais do que 99% de todos os veículos que encontramos na viagem. Nas curvas então...

Conclusão: 8,4

Yoshihiro Masuda é o responsável pelo projeto da nova Kawasaki ZX-6R 636. Na apresentção oficial à imprensa, ele deixou claro que a intenção desta nova ZX-6R é agradar um maior número de usuários, agregando a ela qualidades que facilitam a vida do piloto na estrada. De fato, ele conseguiu e ainda fez isso sem que ela perdesse o excelente caráter esportivo, para quando, se necessário, o piloto queira encarar um circuito. Curioso, pois quando ela deixou de ter essa mesma capacidade cúbica em 2006, a explicação era o fato de ela não poder competir junto com as 600 na categoria Superesport. Agora, a intenção é outra. O foco da Kawasaki, para melhorar o volume de vendas da ZX-6R, está na estrada e não nas competições. Preço R$ 52.990

Ficha técnica

Motor Tetracilíndrico, 4T, arrefecido a líquido, DOHC, injeção eletrônica; Embreagem multidisco em óleo, 6 marchas manuais; Transmissão por corrente; Cilindrada 636 cm³; Potência máxima declarada 131 cv a 13.500 rpm; Torque máximo declarado 7,2 kgf.m a 11.500 rpm; Suspensão dianteira Gargo telescópico invertido; Suspensão traseira Monoamortecedor; Freio dianteiro dois discos de 310 mm;Freio traseiro discos de 220 mm.


Autor das imagens: Renato Durães

http://carroonline.terra.com.br/noticias/ultimas-noticias/ninja-zx-6r-636/?rlabs

Logan automatizado já está nas lojas. Versão Easy-R tem transmissão robotizada de cinco marchas e custa apenas R$ 1.855 a mais em versão topo.

Renault/Divulgação
Renault Logan ganha câmbio automatizado

A Renault já está distribuindo para as concessionárias o Logan com câmbio automatizado. A versão com a transmissão Easy-R, de cinco marchas, entra no lugar da antiga Automatic, que usava um câmbio automático convencional de quatro marchas. 

Por enquanto, apenas o sedã na versão topo Dynamique está disponível e com o pacote mais completo, que inclui bancos de couro, sistema multimídia com tela sensível ao toque e GPS e pintura metálica, que custa R$ 51.490 nas concessionárias pesquisadas, apenas R$ 1.855 a mais que o Logan manual na mesma configuração. O novo câmbio também equipará a versão Expression, vendida a R$ 45.990.

http://www.estadao.com.br/jornal-do-carro/noticias/carros,logan-automatizado-ja-esta-nas-lojas,20913,0.htm

Nissan Sentra 2015 volta a ter preço anterior – Sedã parte de R$ 63.690

Enquanto alguns sedãs médios não param de subir, outros que subiram voltaram a recuar em seus preços. O Nissan Sentra 2015 havia recebido um aumento em 21 de julho, passando de R$ 63.690 em sua versão mais em conta para R$ 64.090.
nissan sentra s 2015 6 Nissan Sentra 2015 volta a ter preço anterior   Sedã parte de R$ 63.690
Pois bem, agora o sedã médio nipônico voltou aos mesmos R$ 63.690 anteriores. O aumento expressivo de R$ 3.000 da versão SV, que tem câmbio automático CVT, também foi eliminado, voltou o modelo a custar R$ 67.390.
nissan sentra s 2015 5 Nissan Sentra 2015 volta a ter preço anterior   Sedã parte de R$ 63.690
As versões SL sem e com teto solar custam R$ 74.690 e R$ 75.490, respectivamente. A opção com teto havia subido para R$ 75.990. Quarto mais vendido no segmento, o Nissan Sentra 2015 já vendeu 9.117 unidades desde janeiro.
nissan sentra s 2015 4 Nissan Sentra 2015 volta a ter preço anterior   Sedã parte de R$ 63.690
nissan sentra s 2015 3 Nissan Sentra 2015 volta a ter preço anterior   Sedã parte de R$ 63.690
http://www.noticiasautomotivas.com.br/nissan-sentra-2015-volta-a-ter-preco-anterior-seda-parte-de-r-63-690/

Ciclista atropelado em Rodeio morre após ser internado no Hospital

Ás 19h20 do último sábado (6), na rodovia SC 110 no Bairro dos Lagos em Rodeio, um Celta de Rodeio conduzido por um homem de 27 anos atropelou um ciclista de 52 anos que sofreu ferimentos graves. A vítima teve traumatismo craniano e fratura na perna direita. O mesmo apresentava sinais de embriaguez.

De acordo com a Polícia Militar de Rodeio, o ciclista não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Oase de Timbó.

http://www.radioflashbackindaial.com/noticias/rodeio/70521



Manter a disciplina é mais importante que achar dieta certa

Uma equipe de pesquisadores canadenses pode causar frisson no "mercado das dietas" ao concluir que todas elas - de Atkins a Vigilantes do Peso, passando pela dieta da proteína e incluindo outras - têm resultados semelhantes, desde que seguidas com disciplina.

O estudo, divulgado na publicação científica da Associação Americana de Medicina, recomenda que quem quer perder peso simplesmente escolha aquela que melhor se adequa ao estilo de vida - e se mantenha fiel à sua opção.

Reunindo dados de 48 testes clínicos, a pesquisa observou que todas as dietas cortaram calorias a um nível semelhante, o que pode explicar os resultados.

Os cientistas da Universidade de McMaster, em Ontário, e do Hospital do Instituto de Pesquisa de Doenças Infantis, em Toronto, analisaram dados de mais de 7.286 pessoas acima do peso que estavam de dieta.


O estudo mostrou que, após 12 meses, quem seguiu uma dieta com pouco carboidrato e baixo nível de gordura perdeu em média 7,3 kg. Aqueles que seguiam uma dieta baixa em carboidrato perderam um pouco mais de peso nos primeiros seis meses.

Mas "as diferenças entre as dietas foram pequenas e pouco significativas do ponto de vista de quem quer perder peso", eles escreveram.

"Nossos resultados devem servir para reassegurar os médicos e o público de que não há necessidade de (escolher) uma única dieta que funcione para todos, porque dietas diferentes parecem oferecer benefícios (semelhantes) na perda de peso", diz o estudo.

"Os pacientes podem escolher, entre as dietas mais associadas à perda de peso, aquela que lhes oferece menos desafios."

No entanto, o estudo não analisou os efeitos mais amplos de cada dieta sobre a saúde dos indivíduos, por exemplo, em termos de níveis de colesterol, que podem variar de acordo com a escolha.


'Certa para mim'

Susan Jebb, da Universidade de Oxford e conselheira do governo britânico para questões de obesidade, disse que as dietas eram mais semelhantes do que pareciam.

"É mais uma questão de se manter fiel à dieta", disse Jebb. "Isso provavelmente significa encontrar a dieta certa pra você, e não a dieta que for melhor que as outras."

Vegetarianos, por exemplo, teriam dificuldade em seguir dietas ricas em proteína e pobres em carboidratos, enquanto pessoas que vivem sozinhas se adequam mais facilmente a uma dieta baseada em líquidos do que aquelas que precisam cozinhar refeições para a família, exemplifica.

Jebb, que defende o corte na recomendação do consumo diário de calorias para 1,5 mil, reforça a importância de manter horários fixos para as refeições e aconselha evitar alimentos com grande teor de açúcar e gordura, como biscoitos, bolos e chocolates.


TERRA SAÚDE

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 7 milhões na próxima quarta-feira. Quina saiu para 99 apostadores que poderão sacar R$ 18.634,31.

Quina saiu para 99 apostadores que poderão sacar R$ 18.634,31.
Ninguém acertou as seis dezenas da Mega-Sena neste sábado. O sorteio do concurso número 1.633 foi realizado em Passos (MG). A previsão é de que o prêmio chegue a R$ 7 milhões se houver acertador na próxima quarta-feira.

Os números sorteados foram: 01 - 02 - 11 - 13 - 36 - 49

Acertaram a Quina 99 apostadores e cada um receberá R$ 18.634,31. Já a Quadra saiu para 7.430 jogadores, cada um com prêmio de R$ 354,70.

Correio do Povo

Hamilton vence o GP da Itália, Massa é terceiro. Britânico conquistou a sexta vitória deste ano na Fórmula 1

O britânico Lewis Hamilton (Mercedes) venceu neste domingo o Grande Prêmio da Itália de Fórmula 1, 13ª corrida da temporada, disputado no circuito de Monza. Ele ficou à frente de seu companheiro de equipe, o alemão Nico Rosberg, e o brasileiro Felipe Massa (Williams). 

Hamilton largou na pole, mas teve uma saída ruim e, depois das primeiras curvas, caiu para quarto. O britânico aproveitou um erro de Rosberg, que passo reto na primeira chicane do circuito, para voltar à liderança e somar a 28ª vitória de sua carreira na Fórmula 1, a sexta deste ano.


A F P / CORREIO DO POVO

Identidade de Jack, o Estripador é descoberta na Inglaterra

Depois de 126 anos, a identidade do temido Jack, o Estripador, foi descoberta na Inglaterra. Em uma matéria publicada neste sábado pelo Daily Mail, foi revelado que o imigrante polonês Aaron Kosminski foi o responsável por pelo menos cinco assassinatos no distrito londrino de Whitechapel no outono de 1888.

A confirmação veio pela análise de DNA de um xale encontrado ao lado de Catherine Eddowes, uma das vítimas do serial killer. Na vestimenta, foram encontrados traços do sangue da vítima e do assassino, material que foi analisado e comparado ao DNA dos descendentes de ambos os envolvidos e resultou na identificação de Kominski, um dos seis suspeitos chaves mais ligados ao caso.
A descoberta só pode ser feita porque o empresário Russell Edwards comprou o xale em um leilão e recorreu a Jari Louhelainen, renomado especialista na análise de evidência genética de cenas do crime históricas. Louhelainen cosneguiu extrair o DNA de 126 anos para então fazer a análise.

O mistério dos assassinatos em série de 1888 resultou em mais de 100 suspeitos, dentre eles o neto da rainha Victoria, príncipe Albert Victor, o ex-primeiro ministro William Gladstone e o pintor pós impressionista Walter Sickert.


É dos gordinhos que elas gostam mais, diz pesquisa

Foi-se o tempo em que homens de barriga tanquinho faziam sucesso entre as mulheres. Claro que, para olhar e desfilar na frente das amigas, eles continuam em alta, com seus bíceps, tríceps e abdômens impecavelmente trabalhados. Mas pesquisa divulgada no tabloide britânico Daily Mail revela que, na hora de ir para a cama, é dos gordinhos que elas gostam mais. Três em cada quatro entrevistadas afirmaram que preferem um parceiro fora de forma, mas amoroso, do que um saradão, e 96% preveem que um encontro com um rato de academia tem tudo para acabar em frustração. 


Essas estatísticas são o resultado de um estudo encomendado para marcar o lançamento do DVD de Bad Neighbours, filme que possui inúmeras cenas dos atores Seth Rogen e Zac Effron sem camisa. 


TERRA

Casal morre em acidente na ERS 406 em Nonoai

Fotos: Josias Marques/InFocoRS

No final da tarde desta segunda-feira, 08, um casal de idosos morreu em um acidente de trânsito na ERS 406, entroncamento com a ERS 324 em Nonoai, Norte do Rio Grande do Sul.

Segundo informações da Polícia Rodoviaria Estadual de Nonoai, o acidente ocorreu por volta das 17 horas no trevo, localizado na linha São José, KM 56 da ERS 406 envolvendo um veículo Fiat Uno de Nonoai e um caminhão de Maravilha. O condutor do carro trafegava sendido Planalto/Nonoai, não parou no trevo, e foi atingido pelo caminhão que trafegava sentido Nonoai/Passo Fundo.

Morreram no local o motorista do veículo Batista Urbano da Silva de 80 anos e sua esposa Nelcilda Sales da Silva de 74 anos, moradores de Nonoai. Eles foram socorridos mas não resistiram aos ferimentos e faleceram a caminho do hospital.

Prestaram atendimento a Polícia Rodoviaria Estadual, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgênci (SAMU) e o Corpo de Bombeiros de Nonoai. 


InFocoRS

Dilma pode não ter a mesma sorte de Lula, diz revista.


A presidente Dilma Rousseff (PT) pode não ter a mesma sorte do ex-presidente Lula (PT), que saiu "ileso" do escândalo do mensalão, diz a revista britânica The Economist, em artigo publicado em sua edição online. A publicação compara o mensalão às denúncias de um esquema de propina na Petrobras e diz que a delação do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa pode afetar o resultado das eleições.

"Lula teve um ano para sacudir a poeira, enquanto desta vez Dilma tem somente um mês até o dia do pleito", afirma a Economist, destacando que vencer Marina Silva (PSB) já era um forte desafio para a petista. O artigo aponta que o nome de Eduardo Campos também foi citado por Costa, mas argumenta que nenhum outro nome ligado ao PSB foi envolvido e que Marina é vista como uma pessoa "ética" pela maioria dos brasileiros.

A revista destaca que a delação de Costa precisará ser "cuidadosamente corroborada". "Mas a questão deve despertar memórias de deslizes do PT que a presidente vem tentando arduamente colocar para trás", diz a publicação. "Não ajuda a presidente o fato de que, se forem verdade, os desvios alegados na Petrobras aconteceram debaixo do seu nariz, primeiro como ministra de Minas e Energia de Lula, depois como presidente do conselho administrativo da companhia."


YAHOO