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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Corolla fecha teste longo bem cotado, apesar do preço.

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Muita coisa aconteceu durante os 30 dias de avaliação do Corolla entre nós (foram cerca de 2,5 mil km), mas invariavelmente a questão do preço surgia nas conversas da redação. Ainda mais quando chegou a versão Altis, de R$ 94 mil. Mas, exceto pela questão dos valores, a nova geração do Toyota passou pelo teste muito bem cotada. A lamentar, apenas a falta de itens como o controle de estabilidade e o teto-solar, indisponíveis mesmo na versão topo de linha.

Começamos o Garagem com o Corolla pelo modelo GLi 1.8 automático, que chegou surpreendendo pela performance muito próxima a do 2.0, inclusive com aceleração mais rápida. Isso sem falar no menor consumo de combustível, especialmente quando abastecido com gasolina. Pena que a Toyota acabou com a oferta do motor 1.8 na versão intermediária XEi, pois agora com o câmbio CVT o conjunto ficou melhor que o do 2.0 na relação desempenho x consumo.
Optar pelo propulsor menor, porém, significa ter de ficar com o Corolla GLi, de acabamento um tanto espartano para um carro de R$ 70 mil. Além dos bancos forrados com tecido de tato e aparência pobres, até o quadro de instrumentos é mais simples se comparado aos modelos 2.0. O ar-condicionado analógico tem botoes dignos de carros mais baratos, enquanto o aparelho de som também é básico.

Equipamentos à parte, a mecânica do Corolla foi só elogios. “É o melhor CVT do mercado”, opinou o diretor Fábio Trindade. “Nem parece CVT”, complementou o editor-assistente Julio Cesar. Julio também notou uma coisa interessante sobre o câmbio na versão 1.8: quando no modo manual, mesmo em sétima marcha a rotação ficava mais alta que no modo automático, dando a entender que a transmissão adota uma relação um pouco mais curta no modo manual, para privilegiar o desempenho.
Passando ao Altis, encontramos o mesmo conforto, melhor desempenho em retomadas (embora com pouca diferença) e uma maior quantidade de mimos: temos faróis com LED’s, ajuste elétrico do banco do motorista e a central multimídia com GPS e TV Digital. A TV foi ótima companheira nesse período de Copa do Mundo, ainda que em movimento fique apenas o áudio da programação – a imagem só aparece com o carro parado e o freio de mão puxado. Já o câmbio CVT fica ainda melhor nesta versão, por trazer o modo Sport e as borboletas atrás da direção, que fazem trocas bastante rápidas.

A evolução do Corolla também ficou clara no maior porte da carroceria: agora com entre-eixos de 2,70 m, os passageiros do banco de trás podem acomodar as pernas sem problemas. As bitolas mais largas e a suspensão recalibrada deixaram o sedã um pouco mais firme nas curvas, sem perder a maciez característica do modelo. E, por fim, a direção elétrica ficou mais precisa e firme em velocidades de estrada. Acredite: dirigir um Corolla passou a ser prazeroso!
No cômputo geral, concluímos que o novo Corolla justifica, sim, o posto de modelo mais vendido da categoria – coisa que o antigo sinceramente não merecia. O novo sedã sanou os pontos fracos mais evidentes do anterior e agora oferece muito do que o consumidor deste tipo de carro espera: é bonito, espaçoso, confortável, anda bem, é bom de dirigir, não gasta muito e ainda tem fama de dar pouca manutenção. Suas maiores falhas (preço e equipamentos) não se referem ao projeto.

Confira abaixo a trajetória do Corolla com a gente:





Em resumo

Km inicial: 3.312 km (GLi) e 5.204 km (Altis)

Km final: 4.424 km (GLi) e 6.465 km (Altis)

Consumo médio
GLi
Cidade: 7,8 km/l (etanol) – 10,0 km/l (gasolina)
Estrada: 11,9 km/l (etanol) – 15,0 km/l (gasolina)

Altis
Cidade: 7,0 km/l (etanol)
Estrada: 10,9 km/l (etanol)

Problemas apresentados: nenhum

Gostamos: design, conforto, espaço, câmbio
Não gostamos: design interior, preço e falta de ESP

http://carplace.virgula.uol.com.br/garagem-carplace-6-corolla-fecha-teste-longo-bem-cotado-apesar-do-preco/

Novo Ford Escort já aparece nas ruas chinesas. Seria uma boa por aqui?

Um dos principais lançamentos da Ford para o mercado chinês parece estar próximo de ganhar as ruas. A versão de produção do novo Escort acaba de ter suas primeiras imagens oficiais divulgadas, revelando um pouco mais de seu visual.
Com previsão para ser oferecido apenas para os clientes chineses, o novo Escort segue a atual filosofia de design da marca, mas com uma leve lembrança do antigo Escort nas linhas das janelas e até mesmo na traseira.
Na China, o sedã será equipado apenas com motor 1.5 a gasolina capaz de gerar 110 cv, acoplado ao câmbio manual de cinco marchas ou automatizado de dupla embreagem de seis velocidades (Powershift). As dimensões são as seguintes: 4,58 m de comprimento, 1,82 m de largura, 1,48 de altura e 2,68 m de distância entre eixos.
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O novo Escort tem como missão oferecer espaço e conforto para a família, além de ser mais barato que o Focus Sedan. Comparando, seria como o Cobalt da Chevrolet por aqui, posicionado entre os Prisma e o Cruze. A Ford diz não ter planos para o modelo no Brasil, mas poderia ser uma ótima opção entre o novo Ka+ (sedã) e o Focus, não?
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Veja todos os detalhes do modelo na galeria abaixo:
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Hyundai Elantra 2014 tem jeito de Civic e pique de Focus.

Em meio a tantos lançamentos de sedãs médios nos últimos tempos, o antes cobiçado Hyundai Elantra acabou meio de canto. Mas, acredite, ele vive sua melhor fase desde que chegou ao Brasil. Afinal, o carro passou por mudanças para a linha 2014 e está com uma relação custo-benefício bem mais atraente do que na época do lançamento: hoje sai por R$ 83.400 (já custou R$ 96 mil!), tendo como único opcional o teto-solar. O recheado pacote de itens de série inclui seis airbags, controle de estabilidade, freios ABS com assistência de frenagem, partida por botão, bancos de couro com ajuste elétrico para o do motorista e ainda uma central multimídia com tela de 7″ sensível ao toque que engloba navegador por GPS, CD e DVD player, conexão Bluetooth e câmera de ré.
Diante de um pacote desses, o Elantra 2014 faz lembrar o tempo em que os coreanos eram considerados bons negócios (lembra do antigo i30?), justamente por oferecer mais recheio que os rivais por menos grana. Pois ao lado do novo Corolla Altis, de quase R$ 94 mil, o modelo coreano se destaca em diversos quesitos. Além de bem equipado, o Hyundai Elantra traz motor 2.0 16V flex de até 178 cv (mesma potência do Focus Sedan, o aspirado mais potente da categoria), interior melhorado e ainda um retrabalho no isolamento acústico. O resultado é um carro mais maduro, como pudemos ver durante nosso teste completo.
Mesmo com alguns anos de carreira, o Elantra ainda desperta atenção. O fato de também não haver muitos deles em nossas ruas ajudou a não cansar a imagem do modelo por aqui. O modelo 2014 traz discretas mudanças: os faróis principais ganharam novo arranjo interno, os faróis de neblina ficaram maiores e a grade inferior apresenta filetes cromados. Atrás, as lanternas estão mais escuras, com acabamento fumê. A alteração mais visível, porém, fica por conta das novas rodas aro 16″, na cor grafite, em substituição às de 17″.
A escolha por rodas menores pode parecer retrocesso, mas teve a ver com o conforto. O Elantra mantém a suspensão durinha característica dos Hyundais importados e, com as rodas 17″, era um tanto “seco” ao enfrentar nosso pavimento ruim. As rodas menores e os pneus de perfil mais alto (205/60) amaciaram esta relação, de modo que pisos esburacados não assustam mais como antes. Ainda assim, ainda há bastante confiança para contornar as curvas rapidamente, com pouco balanço da carroceria. A direção elétrica ajuda com sua rapidez, mas é pobre em feedback, com respostas um tanto anestesiadas. Nada, porém, que desabone a boa experiência de dirigir um Elantra.
Com 178 cv e 21,5 kgfm de torque, o motor 2.0 cresce de giro com vontade e faz o sedã deslanchar sem esforço. O Elantra transmite aquela sensação de um carro leve (não chega a 1.200 kg), típica dos automóveis orientais, com uma dirigibilidade que lembra bastante a do Civic. Já o desempenho está mais para o Focus, como pudemos observar pela aceleração de 0 a 100 km/h feita em 9,7 segundos e a retomada de 80 a 120 km/h em 6,6 s (contra 9,4 s e 6,4 s, respectivamente, do Ford). Outra boa notícia é que, pelo que anda, até que o Hyundai mostrou consumo bem razoável: média de 7,2 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada, com etanol.
Ao contrário dos primeiros Elantra da atual geração que vieram ao país, ainda com motor 1.8 somente a gasolina, o Elantra 2.0 flex vem com freios a disco nas quatro rodas – o anterior tinha tambores atrás. Mas, apesar da maior resistência ao fading dos discos, os resultados nas provas de frenagem ficaram entre os piores da categoria, justamente próximos do Civic. Ainda assim, nada preocupante.
Quanto ao ambiente interno, houve melhora na ventilação e layout do painel. As saídas de ar centrais estão maiores e em posição mais elevada (como deve ser para melhor aproveitamento do ar-condicionado), passando a ficar nas laterais da central multimídia. O visual do painel segue moderno, formando uma espécie de “y” na parte central, enquanto o acabamento faz boa figura. Superfícies emborrachadas, plásticos de boa qualidade e montagem bem cuidada marcam a cabine do Elantra. A mistura de tons pretos, cinza escuro e cinza claro, além de peças imitando aço escovado, completam a boa apresentação do coreano.
Em movimento, é notável como o sedã ficou mais silencioso, embora o motor ainda se faça ouvir com intensidade em altas rotações. A Hyundai diz que aplicou novo material fono-absorvente nos dutos do ar-condicionado e na cobertura do motor, com maior espessura e maior área. Fora isso, o carpete é mais denso e a camada de isolamento do assoalho ficou mais espessa, assim como as espumas no interior das colunas dianteiras.
Os bancos são confortáveis (o dianteiro elétrico permite ajuste fino) e a posição de dirigir é cômoda, mas o teto baixo que deixa o design do Elantra mais esportivo cobra seu preço no espaço interno. Na frente, a coluna A fica mais próxima da cabeça do que em outros sedãs, o que causa certa estranheza no começo. Atrás, os mais altos também encontrarão limitações. Já para as pernas não há problemas: com entre-eixos de 2,70 m, o Hyundai oferece bom espaço entre o banco traseiro e os encostos dianteiros. Por outro lado, o porta-malas de 420 litros tem capacidade abaixo da média da categoria.
Para um carro que chegou ao Brasil com preço acima do esperado e motor mediano, o Elantra está bem mais competitivo agora. Equipadão, potente e dono de uma dirigibilidade agradável, além do design ainda atraente, o Hyundai tem qualidades para se posicionar como um dos melhores sedãs médios do mercado. Resta saber se ainda dá tempo de recuperar as vendas perdidas pelos erros do passado…
Por Daniel Messeder
Fotos Rafael Munhoz

Ficha técnica – Hyundai Elantra

Motor: dianteiro, transversal, quatro cilindros, 16 válvulas, 1.999 cm3, comando duplo variável, flex;Potência: 169/178 cv a 6.200 rpm; Torque: 20,0/21,5 kgfm a 4.700 rpm; Transmissão: câmbio automático de seis marchas, tração dianteira; Direção: elétrica; Suspensão: independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira; Freios: discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira, com ABS; Rodas: aro 16″ com pneus 205/60 R16; Peso: 1.194 kg; Capacidades: porta-malas 420 litros, tanque 56 litros; Dimensões: comprimento 4.530 mm, largura 1.775 mm, altura 1.445 mm, entreeixos 2.700 mm

http://carplace.virgula.uol.com.br/teste-carplace-hyundai-elantra-2014/

Coreano para chinês ver: inédito sedã Kia K4 já roda sem qualquer disfarce.

Apresentado em abril durante o Salão de Pequim apenas como carro-conceito, o sedã K4, da Kia, já roda em versão de produção pelas movimentadas ruas da China. Sem qualquer tipo de disfarce, o modelo foi fotografado em testes finais de durabilidade e não deve demorar para chegar ao mercado. Desenvolvido exclusivamente para o mercado local, o três volumes compartilha diversos componentes com o Mistra, da Hyundai, e será responsável por fazer a ponte entre o Cerato e o Optima.
Medindo 4,72 metros de comprimento e 2,70 metros de distância entre os eixos, o K4 apostará forte em espaço e conforto a bordo. Durante a mostra ocorrida em abril, a Kia revelou que a expectativa é atrair uma faixa de público jovem, como chefes de família com idade entre 20 e 30 anos. Em termos de tecnologia, não faltarão itens como partida por botão, câmera de ré e a mais nova atualização do sistema de entretenimento UVO.
Sob o capô, o sedã trará três opções de motor a gasolina. Destaque para um 1.6 litro GDI turbo, um 1.8 aspirado de 146 cavalos e um 2.0 igualmente aspirado de 162 cv. Dependendo da escolha do dono, o câmbio pode ser de sete velocidades e dupla embreagem DCT ou manual de seis marchas. Os preços ficarão entre 140 mil e 180 mil yuans, algo em torno de R$ 49.900 e R$ 64.300, respectivamente.

http://carplace.virgula.uol.com.br/kia-k4-da-kia-ja-roda-sem-qualquer-disfarce/

Só IPI mais baixo não adianta: Anfavea já prevê queda de 10% na produção de 2014.

Em coletiva realizada nesta segunda-feira (7) em São Paulo, a Anfavea (associação que reúne as principais fabricantes) reviu as projeções do mercado automotivo brasileiro para 2014. E as notícias não são nada boas: com queda de 16,8% na produção e de 7,6% nas vendas durante o primeiro semestre, a entidade já admite que este ano deverá fechar com redução de 10% na produção e 5,4% nos emplacamentos em relação a 2013. Mas isso somente se o segundo semestre for de recuperação.

Em que pese o fato de ter havido somente 119 dias úteis nesses seis primeiros meses do ano, o real motivo da queda do mercado está na elevada carga de impostos. Basta lembrar que o governo retomou alguns pontos do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) no começo do ano e só não subiu mais alguns pontos agora em julho (como era previsto) porque as vendas estão fracas. Diante de tal cenário, a Anfavea não economizou críticas à política de impostos do atual governo. O presidente da associação, Luiz Moan, defende que uma menor carga tributária acaba compensada pela maior venda de veículos. Moan explica que, durante o tempo em que o IPI foi reduzido, a arrecadação de impostos aumentou.
“O mercado brasileiro é artificialmente pequeno por conta da pesada carga de impostos”, declarou Moan, que ainda fez questão de mostrar cálculos comparativos com países desenvolvidos, como EUA e alguns participantes da União Europeia. Contando todos os impostos aplicados sobre os veículos, desde a produção até a compra, o resultado pode superar os 54% do valor do bem! Embora não tenha declarado abertamente, a Anfavea só considera o crescimento a longo prazo (para diminuir a relação habitante/carro de seis para três e ficar igual à média argentina) caso haja uma mudança na carga tributária brasileira.
Por enquanto, a única esperança é ter um segundo semestre positivo: com 127 dias úteis, mais o tradicional aquecimento da economia na segunda metade do ano, a Anfavea espera aumento de 13,2% na produção e 14,3% nas vendas em relação ao primeiro semestre. E isso para fechar o ano ainda no negativo de 10% na produção (total de 3,339 milhões) e de 5,4% nas vendas (3,564 milhões). Pior mesmo só para as exportações, que deverão encerrar 2014 com redução de 29,1% – resultado amplificado pela resposta negativa de alguns países ao protecionismo da indústria nacional imposto pelo Inovar-Auto.
Somados todos os fatores, o mercado brasileiro de automóveis parece estar saturado, ao menos de acordo com as políticas atuais. Mesmo gente de dentro das montadoras garante que a margem de lucro, antes mais favorável, hoje já desceu para níveis bem mais apertados. Para completar, Moan mostrou um estudo sobre como o aumento de peço influi nas vendas: no segmento de carros populares, por exemplo, quando há um aumento de 4,4% no preço do veículo, as vendas recuam nada menos que 11,0%. Ou seja, sem uma mudança na carga tributária, nosso mercado tende a andar de lado (senão para trás) nos próximos anos.
http://carplace.virgula.uol.com.br/so-ipi-mais-baixo-nao-adianta-anfavea-ja-preve-queda-de-10-na-producao-de-2014/

Lembrança para o Dia dos Pais - Lenço com gravatinha.

Encontrei essa ideia no Blog da Gilda - G de Gilda
VEJA O PASSO A PASSO:
USE A CRIATIVIDADE E COMBINE AS CORES!!
Poderá também gostar de:

http://wwwmarcelacristina.blogspot.com.br/2014/06/lembranca-para-o-dia-dos-pais-lenco-com.html