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quinta-feira, 26 de junho de 2014

Horóscopo 5ª feira dia 26 de junho de 2013.

Bom 
TRABALHO: tudo sairá na medida de seus desejos, pois seu temperamento idealista e prático atrairá amigos úteis. 
AMOR: momentos inesquecíveis. 
SAÚDE: não exagere na bebida. 996 – cenoura
Razoável 
TRABALHO: use sua popularidade crescente para conseguir o que deseja. 
AMOR: não estrague o momento com brigas bobas. 
SAÚDE: afaste-se das bebidas alcoólicas. 560 – cinza
Perturbado 
TRABALHO: você não está em condições de tomar decisões importantes, adie para amanhã. 
AMOR: problemas no romance. 
SAÚDE: pratique exercícios físicos. 759 – verde
Razoável 
TRABALHO: chance de obter lucros de forma inesperada, através de meios não convencionais. 
AMOR: dê mais atenção àquela pessoa que lhe ama. 
SAÚDE: muito boa. 801 – marrom
Razoável 
TRABALHO: novas atribuições incapacitarão você de tomar decisões importantes. AMOR: aguarde um momento positivo para resolver sua vida afetiva. 
SAÚDE: boa. 967 – branca
Razoável 
TRABALHO: tenha cuidado com colegas mal intencionados com intuito de prejudicá-lo profissionalmente. 
AMOR: alguém poderá causar uma revolução em sua vida. 
SAÚDE: evite beber demais. 083 – prata
Agitado 
TRABALHO: problemas ligados aos familiares estão prejudicando sua produtividade. 
AMOR: na vida conjugal poderá haver disputas de dinheiro. 
SAÚDE: não se esgote mentalmente. 892 – rosa
Agradável 
TRABALHO: faça planos tendo bases sólidas e práticas, mas não comente nada com pessoas estranhas. 
AMOR: forte tendência a amores clandestinos. 
SAÚDE: está 100%. 149 – laranja
Variável 
TRABALHO: o momento é indicado para resolver problemas financeiros. 
AMOR: viva os momentos de felicidade intensamente. 
SAÚDE: controle sua irritação. 327 – amarela
Favorável 
TRABALHO: faça novos amigos e procure elementos com vontade de ajudá-lo em seus projetos. 
AMOR: suas ânsias de liberdade podem terminar hoje. 
SAÚDE: estável. 852 – cores claras
Bom 
TRABALHO: seu senso de organização e sua capacidade de liderança estarão em alta hoje, e seus colegas acatarão suas idéias. 
AMOR: sem problemas. 
SAÚDE: normal. 574 – caramelo
Razoável 
TRABALHO: siga fazendo suas atividades sem preocupações e com esmero que serás gratificado. 
AMOR: resolva problemas conjugais. 
SAÚDE: pratique algum esporte. 185 – vermelha

Professor Nathanael do CLICRBS

Assistir à TV 3 horas diárias dobra o risco de morte prematura.

As pessoas que assistem à televisão por três horas ou mais por dia podem ser duas vezes mais propensas a morrer prematuramente do que as que ficam menos tempo na frente da TV, segundo um estudo publicado esta quarta-feira.

O estudo, publicado no Jornal da Associação Americana do Coração, é o mais recente a descrever os riscos potenciais da vida sedentária, que inclui pressão alta, obesidade, câncer e doença cardíaca.

"Nossas descobertas são consistentes com uma série de estudos anteriores, onde o tempo gasto assistindo TV estava vinculado à mortalidade", disse o autor principal do estudo, Miguel Martinez-Gonzalez, diretor do departamento de Saúde Pública na Universidade de Navarra em Pamplona, Espanha.

A pesquisa se baseou em registros de mais de 13 mil pessoas, que se formaram em universidades espanholas. A idade média dos entrevistados era de 37 anos e 60% eram mulheres.

Os cientistas queriam descobrir se havia algum vínculo entre a morte precoce e o tempo passado em frente à TV.

Eles também analisaram quanto tempo as pessoas passaram diante de um computador, dirigindo e se estes fatores influenciavam o risco de morte.

Os participantes do estudo eram saudáveis quando começaram a ser analisados e foram acompanhados por 8,2 anos, em média.

Aqueles que assistiram à televisão mais de três horas por dia eram duas vezes mais propensos a morrer jovens do que os que viam por uma hora ou mais, destacou o estudo.

A causa mais comum de morte foi o câncer, que matou 46 pessoas. Trinta e duas morreram de outras causas e 19 mortes foram ligadas a problemas cardiovasculares.


A pesquisa não descobriu uma associação entre o tempo gasto no computador e a morte prematura ou entre dirigir e morrer jovem.

Tampouco provou que assistir à televisão causou as mortes prematuras, apenas que uma associação poderia ser encontrada entre assistir mais TV e um risco maior de morrer, mesmo quando os cientistas ajustaram a pesquisa para outros fatores potencialmente correlatos.

"Nossas descobertas sugerem que os adultos podem considerar aumentar sua atividade física, evitar períodos de sedentarismo longo e reduzir o tempo assistindo à televisão para não mais que uma a duas horas por dia", disse Martinez-Gonzalez.

A Associação Americana do Coração recomenda às pessoas que façam algum tipo de exercício moderado durante quase duas horas por semana.

A F P / TERRA

Corpo de pastor desaparecido é encontrado em Chapecó. 26° homicídio do ano em Chapecó.

O desaparecimento do pastor foi comunicado no dia 18 
(Foto: arquivo pessoal)

O corpo do pastor Ednaildo Menezes dos Santos, que estava desaparecido desde o dia 18 de junho, foi localizado no final da tarde de quarta-feira (25) na Linha Cabeceira da Divisa, em uma mata próxima a um CTG da localidade.
A guarnição foi avisada por um homem que trabalha próximo ao local que havia avistado o corpo. Chegando na localidade, os policiais constataram que a vítima se tratava de Ednaildo que havia desaparecido com o veículo Renault Sandero que não foi localizado.
O Instituto Geral de Perícias e o Instituto Médico Legal foram acionados para efetuar o recolhimento do corpo e posterior reconhecimento legal. De acordo com a Polícia Militar, Ednaildo apresentava ferimentos no tórax e um corte no pescoço. A Polícia Civil investiga o caso. 

Divulgação / Tudo Sobre Chapecó

Condenado por homicídio é preso em Honório Serpa.

Um homem condenado pela justiça foi preso em Mangueirinha, pela Polícia Civil, na tarde desta quarta-feira (25).

Luis Marcio de Castro, 35 anos, era procurado pelo crime de homicídio qualificado, em que foi condenado a pena de 12 anos de prisão em regime fechado. Luiz estava residindo em São Lourenço do Oeste (SC) e a prisão ocorreu em Honório Serpa, onde visitava parentes.

Apesar de condenado, Luiz alega inocência. Ele afirma q eu não teve qualquer participação no crime de homicídio, que ocorreu há mais de 10 anos em Mangueirinha.

R B J

Estudo mostra que mulher é mais preocupada com saúde bucal.

Os cuidados e a preocupação com a saúde bucal estão tomando proporções cada vez maiores na vida das pessoas. Porém, quando o assunto é extração e implante dentário, as mulheres são as mais interessadas, segundo levantamento feito pelo Centro de Cirurgia Oral (CCO), clínica especializada em extração que já realizou mais de quinze mil cirurgias. 

Para Henrique Taniguchi, especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pela USP e sócio da CCO, o fato das mulheres procurarem mais alguns tratamentos odontológicos não quer dizer que elas possuam mais problemas bucais. “A presença feminina em maior número nos nossos consultórios se dá porque a mulher é mais receptiva a novos tratamentos e existe na sociedade a idéia de que elas aguentam mais as possíveis dores que eles podem causar. Os homens apresentam mais desconfiança com o novo e receio a dor”. 

Segundo o especialista, com base em cadastros e a partir do cruzamento de informações, percebeu-se que a maioria das extrações da clínica foi feita em mulheres. “Das 4.087 extrações de sisos realizadas entre pessoas de 15 a 24 anos, de janeiro de 2007 a março de 2014, 58% foram em mulheres”, diz Henrique. 

Quando analisadas faixas etárias mais altas, esse número cresce ainda mais. Em relação aos implantes dentários e/ou extrações, as mulheres entre 40 a 85 anos representam 61% do total (4.539 procedimentos). “Nesta faixa etária, elas buscam tratamentos preventivos ou mesmo o restabelecimento da mordida, já os homens postergam ao máximo esta decisão”, conta o especialista.

Outro fator que influencia a presença feminina nos consultórios que lidam com esses tipos de tratamentos é a vaidade. “A mulher não tem vergonha de procurar mil opções para ficar mais bonita e com a auto-estima elevada. Ela faz o tratamento, conta para todo mundo e indica para as amigas. O homem ainda tem muita vergonha de procurar tratamentos estéticos. Eles só procuram o dentista quando estão com dor”, diz o especialista. 

Ronco, impotência e barriga de chope

A falta de vaidade masculina pode causar muito mais problemas do que uma aparência não atrativa. Procurar o dentista só quando sente dor pode fazer com que outros tipos de problemas mais sérios não sejam percebidos com rapidez, como mandíbula inferior muito retraída, língua maior do que o normal e palato muito baixo.

Esses problemas bucais somados à famosa barriga de chope masculina (gordura abdominal que se concentra na região do diafragma, atrapalhando a respiração), podem causar apneias do sono e ronco. 

O ronco impede que o homem alcance níveis mais profundos de descanso necessários para a produção de testosterona e óxido nítrico. A testosterona está ligada diretamente a libido sexual e a vitalidade do homem, já o óxido nítrico é um neurotransmissor responsável pela ereção, ou seja, uma falha na produção deles pode causar impotência. 

O que mais chama a atenção para Henrique, é que os homens que procuram ajuda por causa de problemas com o ronco vão ao consultório por causa de suas mulheres. “As mulheres diretamente se cuidam bem mais e indiretamente cuidam de seus maridos. São elas as mais incomodadas com o ronco e com a saúde de seus parceiros”. 


BETA / TERRA

Suárez leva maior gancho da história das Copas: nove jogos após mordida.

Atacante não joga mais no Mundial e está banido por quatro meses de qualquer 
atividade ligada ao futebol. 
Suspensão vale a partir do jogo contra a Colômbia

Luis Suárez surpreendeu o mundo do futebol ao voltar aos gramados menos de um mês após operar o joelho. Em um período menor ainda, ele jogou por terra a chance pela qual lutou de forma tão árdua. A mordida em Chiellini no confronto com a Itália acarretou uma suspensão por nove jogos, além de ser banido por quatro meses de qualquer atividade ligada ao futebol. É o maior gancho da história da Copa do Mundo. O "recorde" anterior era do italiano Mauro Tassotti, suspenso por oito partidas por ter quebrado o nariz de Luis Henrique, da Espanha, em 1994.

O atacante terá de cumprir os nove jogos de suspensão em jogos da seleção uruguaia, o que deve tirá-lo até de jogos da Copa América de 2015. De acordo com a chefe de comunicação da Fifa, Delia Fischer, após os quatro meses Suárez poderá disputar amistosos com a seleção e atuar normalmente pelo Liverpool, seu clube na Inglaterra. As transferências, entretanto, não são afetadas por esse banimento por quatro meses.

Fora da Copa do Mundo, o jogador uruguaio pode recorrer e, em circunstâncias especiais, o julgamento pode ocorrer até sábado. Porém, de acordo com o artigo 124 do Código Disciplinar da Fifa, o efeito suspensivo do recurso só é aplicável ao pagamento da multa de 100 mil francos suíços (cerca de R$ 250.000). A punição já vale para a partida das oitavas de final, entre Uruguai e Colômbia, sábado, no Maracanã. O Comitê Disciplinar enquadrou o jogador nos artigos 48 (conduta antidesportiva) e 57 (comportamento ofensivo e fair play) do código. O afastamento de qualquer atividade relacionada ao futebol por quatro meses é regulada pelo artigo 22 do Código Disciplinar. 
Chiellini reclamou com árbitro, mas Suárez não foi expulso durante o jogo entre Itália e Uruguai 
(Foto: Reuters)

O lance da mordida em Chiellini aconteceu aos 35 minutos do segundo tempo. Depois de cruzamento na área, Suárez fingiu que disputaria a bola com o zagueiro, mas mordeu o ombro esquerdo do italiano. O árbitro mexicano Marco Rodríguez nada viu e não puniu o uruguaio.

Essa não é a primeira vez que Luis Suárez está envolvido em um caso de mordida em um companheiro de profissão. Quando ainda jogava pelo Ajax, da Holanda, o uruguaio mordeu o atacante Bakkal, do PSV, em 2010. No ano passado, o jogador do Uruguai repetiu o ato jogando pelo Liverpool contra o zagueiro sérvio Ivanovic, do Chelsea. Por ser reincidente, pegou dez jogos de suspensão. Todos os casos anteriores foram levados em consideração para a aplicação da pena.

- Esse comportamento não pode ser tolerado em nenhuma competição, muito menos na Copa, com os olhos do mundo voltados para a competição - afirmou Claudio Sulser, presidente do comitê disciplinar da Fifa, em comunicado lido no briefing diário promovido pela Fifa no auditório do Maracanã.
De acordo com o jornal uruguaio "Ovación", a estratégia de defesa dos uruguaios baseou-se na argumentação de que não houve mordida, mas apenas um choque casual de jogo, sem poder precisar exatamente se no ombro, na nuca ou no pescoço do defensor italiano. Além disso, a defesa sugeriu que o defensor italiano já tinha uma lesão no ombro. 
Ainda segundo a publicação uruguaia, foram apresentados vídeos, fotos e textos jurídicos para defender o jogador, que ficou em Natal e não deu qualquer tipo de declaração. Já o diário “El Observador” informou que uma carta de 17 páginas foi apresentada ao tribunal.

Nada disso, porém, serviu para convencer o comitê formado por 19 integrantes, muitos deles de países sem grande tradição no futebol. O presidente é o suíço Claudio Susler, o vice é Kia Tong Lim, de Singapura. E os demais são de Venezuela, Paraguai, Congo, Estados Unidos, África do Sul, Argélia, Eslovênia, Irlanda do Norte, Tonga, Equador, Panamá, Ilhas Cayman, Ilhas Cook, Paquistão, Suécia e Austrália.

G 1

Doceira acusada de envenenar bombons vai a júri popular em SC. Mulher está sendo julgada por tentativa de homicídio contra o ex-companheiro.

 
Sessão começou às 13h30min desta quinta (26) em Joinville.

Doceira também é julgada no Paraná, onde jovens
ingeriram os alimentos envenenados
(Foto: Reprodução/RBS TV)

Nesta quinta-feira (26), a mulher acusada de envenenar bombons está sendo julgada em júri popular em Joinville, Norte catarinense. A sessão ocorre no início da tarde no fórum da cidade. Margareth Aparecida Marcondes está presa em Curitiba (PR) e foi levada a Joinville para o julgamento.

No Paraná, ela é acusada de envenenar bombons que foram entregues a adolescentes. Em Joinville, de tentar matar o ex-marido para encobrir o primeiro crime. Para isso, Margareth teria golpeado o homem com um rolo de macarrão. O crime ocorreu em março de 2012. Depois de agredir o ex-marido, ela desapareceu por 11 dias e acabou presa em Barra Velha, Norte de Santa Catarina.

A juíza responsável pelo julgamento desta quinta é Karen Francis Schubert Reimer, da 1ª Vara Criminal. Segundo a assessoria dela, mesmo que a doceira seja absolvida no júri, ela volta para ficar presa no Paraná, estado onde os jovens ingeriram os doces envenenados. Caso seja condenada, ainda pode entrar com recurso de apelação no Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

Margareth está presa em Curitiba, por tentativa de homicídio triplamente qualificado. Em março de 2012, ela teria gastado os R$ 7 mil que recebeu antecipados para organizar uma festa de aniversário em Curitiba. Para adiar a festa, enviou doces envenenados à aniversariante, que dividiu os bombons com três amigos. Os quatro jovens foram parar no hospital, mas se recuperaram.


G1 SC

Polícia apreende 8 mil comprimidos de ecstasy em operação com 1 morto. Uma operação da Polícia Civil denominada “Sufoco” com o objetivo de combater o tráfico de drogas na Grande Florianópolis.


Florianópolis 
Uma operação da Polícia Civil denominada “Sufoco” com o objetivo de combater o tráfico de drogas na Grande Florianópolis foi deflagrada ontem, 25, no Morro da Caixa, no bairro Capoeiras, na Capital. Policiais da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC) realizaram prisões, apreensão de drogas, munição e armas.

A investigação que aconteceu durante dois meses, foi coordenada pelo Delegado Cláudio Monteiro, com a participação de toda Equipe da Divisão de Repressão a Entorpecentes (DRE). O trabalho resultou em cinco prisões e na apreensão de duas armas, oito mil comprimidos de ecstasy, dois mil papelotes de crack e cocaína embalados para a venda, 160 munições de diversos calibres, 50 kg de maconha, rádio comunicador, duas balanças de precisão e celulares.

Foram presos: Elias Gabriel Dias, de 18 anos; Luis Felipe Raupp, de 22 anos; Thiago Oliveira Petrowis, de 20 anos; e Ezequiel Katafesta, de 24 anos. Todos foram autuados pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, tentativa de homicídio e resistência. Ainda segundo o delegado responsável pelo caso, os envolvidos serão investigados por integrar uma facção criminosa no Estado.

Durante o confronto com os policiais, em que houve troca de tiros, Anderson Camargo de Jesus, de 19 anos, foi baleado e acabou morrendo. Ele possuia diversas passagens pela polícia, entre os crimes de tráfico de drogas, roubo, furto, lesão corporal, desacato e desobediência.

Participaram da operação como apoio Delegacia de Repressão a Roubos (DRR), Delegacia de Homicídios, Divisão de Investigação (DIC) de Palhoça, todas as divisões da DEIC, Delegacias da Capital e o 22º Batalhão da Polícia Militar.

“Colabore com a Polícia Civil. Denuncie. Disque 181.”

http://clauderio.blogspot.com.br/

Morre arcebispo de Curitiba, Dom Moacyr José Vitti, aos 73 anos. Ele morreu por volta das 13h40 desta quinta-feira (26) na Casa Episcopal. Informação foi confirmada pela Arquidiocese de Curitiba.

Ele morreu por volta das 13h40 desta quinta-feira (26) na Casa Episcopal.
Informação foi confirmada pela Arquidiocese de Curitiba.
(Foto: Divulgação)

Morreu por volta das 13h40min desta quinta-feira (26) o arcebispo de Curitiba, Dom Moacyr José Vitti, aos 73 anos. Ele estava na Casa Episcopal quando morreu. A informação foi confirmada pela Arquidiocese de Curitiba. Até as 15h15, ainda não havia informações sobre o velório e o sepultamento, nem sobre a causa da morte.

Dom Moacyr José Vitti foi nomeado arcebispo da cidade no dia 19 de maio de 2004, tomando posse no dia 18 de junho na Catedral Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), decretou luto oficial de três dias pela morte do arcebispo. Em nota, Fruet destacou a dedicação de Dom Moacyr à missão evangelizadora. “Ele foi também um homem atento às questões administrativas da Mitra e da cidade, sempre receptivo e pronto a palavras de incentivo”, afirmou o prefeito por meio da nota.

O arcebispo nasceu em Piracicaba (SP) no dia 30 de novembro de 1940. Entrou para o Seminário Estigmatinos em 17 de janeiro de 1953. Estudou em Ribeirão Preto (SP), fez o noviciado em 1960 e a primeira profissão religiosa no município Casa Branca (SP). Também cursou filosofia e teologia no Instituto Estigmatinos de Campinas (SP). Dom Moacyr José Vitti fez profissão perpétua em 9 de dezembro de 1963 e foi ordenado sacerdote na Capela da Santíssima Trindade, em Campinas, no dia 16 de dezembro de 1967.

Trabalhou por seis anos na Pastoral Vocacional e foi conselheiro provincial. Depois, durante mais seis anos, foi vice-geral da Congregação dos Estigmatinos, em Roma, na Itália. Em seguida, foi provincial da Província de Santa Cruz no Brasil.

Dom Moacyr José Vitti ainda fez doutorado em teologia na Universidade Angelicum, de Roma. Foi nomeado bispo auxiliar da Arquidiocese de Curitiba no dia 18 de novembro de 1987. A ordenação episcopal ocorreu em Americana (SP) no dia 3 de janeiro de 1988. Já a nomeação de bispo diocesano de Piracicaba (SP) foi realizada no dia 15 de maio de 2002, no ano Jubilar de Ouro da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).


G1 PR

Bando rende família de sub-gerente para assaltar agência bancária em Seberi. Polícia acredita que bandidos sejam da região metropolitana, pois veículo usado na ação é de Sapucaia do Sul; ninguém foi preso.

Polícia acredita que bandidos sejam da região metropolitana, pois veículo usado na ação é de Sapucaia do Sul; ninguém foi preso.
Space Fox usada pelos bandidos estava com placas clonadas e foi furtada em Sapucaia do Sul 

Foto: Suzanne Borela / Rádio Seberi

Assaltantes renderam e fizeram reféns, em dois cativeiros, a subgerente do Banco do Brasil de Seberi, no norte do RS, e sua família. Durante a madrugada e a manhã desta quinta-feira, a mulher, de 30 anos, ficou sob a mira de armas de dois homens na sua residência, em Jabuticaba. Já o marido, os dois filhos, de 5 e 7 anos, e uma sobrinha, de 9 anos, foram levados por parte do bando para uma propriedade a 15 quilômetros da BR-386, em Seberi.

O objetivo da quadrilha era que a mulher furtasse o dinheiro do cofre da agência bancária. De acordo com o delegado de Seberi, Cleomar Ferzola Correa, a mulher foi acompanhada pelos dois bandidos até poucas quadras do banco. Eles a teriam instruído a não falar nada sobre o que estava acontecendo e também teriam passado a noite fazendo pressão psicológica.

– O banco adota procedimento de rotina no qual monitora os funcionários de posto mais alto e, provavelmente, eles desconfiaram de algo, pois comunicaram Porto Alegre, que nos comunicou na sequência – explica o delegado.

Sem sucesso, os bandidos abandonaram as crianças dentro do carro da família, uma Hylux, às margens da rodovia federal. O marido foi solto a alguns metros do carro e foi socorrido por uma brigadiana que vinha de Santa Rosa e passava pelo local. A família se reencontrou pouco depois do meio-dia. Nenhum dos bandidos foi preso.

Esse é o segundo caso de funcionários de bancos feitos reféns em Seberi em pouco mais de meio ano. Em dezembro do ano passado, o gerente do Banrisul em Seberí foi rendido enquanto jantava na casa de amigos, em Erval Seco. 

Bandidos podem ser da região metropolitana

Os bandidos renderam a subgerente quando ela chegava em casa, na noite de quarta-feira. Os homens estavam em uma Space Fox preta e aproveitaram o momento em que a mulher abria o portão. O carro usado na ação tinha as placas de Frederico Westphalen, mas era clonado.

O veículo original foi furtado em Sapucaia do Sul, no Vale do Sinos, cerca de 400 quilômetros de Seberi. Dentro, além de folhas de um jornal local, a polícia encontrou miguelitos e munição de fuzil, de uso exclusivo das Forças Armadas.

Segundo o delegado, a polícia tenta agora localizar possíveis digitais deixadas pelos bandidos em ambos os cativeiros.

– Recolhemos pacotes de salgadinhos dados às crianças e temos ainda o Space Fox que pode nos fornecer mais dados – explica. 

ZERO HORA

Igreja afirma que gays e filhos não devem ser discriminados.

A Igreja Católica Romana tem de ser menos crítica com os homossexuais e, embora ainda se oponha ao casamento gay, deve receber os filhos desses casais na fé com igual dignidade, assinala um documento do Vaticano divulgado nesta quinta-feira.

O documento de 75 páginas, resultado de um trabalho para o sínodo de bispos católicos previsto para outubro, que discutirá questões da família, também diz que a Igreja com 1,2 bilhão de membros tem de tornar-se menos exclusiva e mais humilde.

Conhecido pelo seu nome em latim "Instrumentum Laboris", o documento fala sobre a grande diferença entre os ensinamentos oficiais da Igreja sobre questões de moralidade sexual e sua aceitação e compreensão por parte dos fiéis no mundo todo.

O trabalho foi baseado nas respostas a um questionário de 39 perguntas enviado a dioceses em todo o mundo antes do sínodo. Pela primeira vez, em preparação para esse encontro, o Vaticano pediu aos bispos que compartilhem a pesquisa amplamente com os párocos e busquem os pontos de vista dos seus paroquianos.

A posição tradicional da Igreja sobre a homossexualidade levou a alguns casos de exclusão de filhos de homossexuais das atividades da Igreja.

Embora o novo documento não apresente nenhuma mudança imediata na condenação de atos homossexuais e na oposição da Igreja ao casamento gay e à adoção de crianças por gays, ele usa uma linguagem notavelmente menos crítica do que declarações anteriores do Vaticano.

Segundo o texto, embora os bispos se oponham à "redefinição" do casamento por governos que permitem uniões do mesmo sexo, a Igreja tem que encontrar um equilíbrio entre os seus ensinamentos sobre a família tradicional "e uma atitude respeitosa, sem juízos de valor em relação às pessoas que vivem a união homossexual".

Essa frase ecoa as famosas declarações do papa Francisco sobre homossexuais ao voltar do Brasil em julho passado: "Se uma pessoa homossexual é de boa vontade e está à procura de Deus, eu não sou ninguém para julgá-la".

No passado, o Vaticano se referiu à homossexualidade como "intrinsecamente desordenada" e parte de "um mal moral intrínseco".

A Igreja ensina que os atos homossexuais são pecaminosos, mas as tendências homossexuais não são.

O documento observa que alguns católicos que responderam ao questionário sentiram "um certo mal-estar diante do desafio de aceitar essas pessoas com espírito misericordioso e, ao mesmo tempo, manter a doutrina moral da Igreja ...".
REUTERS / TERRA

O homem e o fogo

A primeira energia natural utilizada pelo homem de forma intencional foi o fogo. Quando um raio, que anunciava uma tempestade, incendiava uma árvore, o homem pré-histórico não conseguia ainda ter controle sobre ele. Se o fogo adquirido a partir desse episódio se apagasse, era necessário aguardar por outros incêndios para que se pudesse obter fogo novamente. Mas este fogo já o ajudou bastante a cozinhar seu alimento, a iluminar algum lugar na hora desejada, em seu aquecimento e também para se proteger de animais que não se aproximavam do fogo.

A Era do Paleolítico, entre um e dois milhões de anos atrás, foi testemunha da utilização inédita do fogo pelo homem. Nesta época, alguns já moravam em cavernas e vestiam-se com peles de animais, que anteriormente poderiam ter servido como alimento. Desenvolviam linguagem e comunicação, através de desenhos feitos nas paredes das cavernas, que nos ajudaram a entender a importância, para esses povos, da descoberta do fogo.

Entre 1,8 milhões e 300 mil anos atrás, o Homo Erectus, um ser com o raciocínio mais evoluído, descobriu que se fizesse fricção entre duas pedras, esfregando uma na outra, ele conseguia produzir uma faísca, que se colocada em algum lugar de fácil combustão, pegaria fogo normalmente. Assim ele não precisava mais esperar que o raio caísse em alguma árvore para obter fogo. Os fósseis mais conhecidos foram chamados de Homem de Pequim, que viveu entre 250.000 a 500.000 anos e foi encontrado em escavações na capital da China na década de 1920. 
A relação do homem com o fogo passou por três estágios distintos: a produção pelo homem, a manutenção mediante o uso de fogueiras, e a utilização de resinas, para que este não apagasse tão facilmente quando as tochas acesas eram carregadas. Arqueólogos israelenses descobriram o indício mais antigo de uma fogueira produzida há 790 mil anos, às margens do rio Jordão, entre Israel e a Jordânia.
Na mitologia grega, a criação do fogo é imortalizada na tragédia Prometeu Acorrentado de Ésquilo (525 a.C. – 456 a.C.), que relata o mito da domesticação do fogo. Prometeu e seu irmão Epimeteu eram responsáveis pela criação dos homens e dos animais. Epimeteu trabalhava e seu irmão supervisionava as obras prontas, dando características próprias a cada animal. Quando chegou a vez do homem, sobraram poucos recursos, como a coragem e a força, necessários para que este fosse superior aos outros animais. Com o objetivo de ajudar seu irmão, Prometeu roubou o fogo dos deuses e o entregou à humanidade, com o auxílio de Minerva, assegurando assim a superioridade da raça humana.
Ilustração de Prometeu roubando o fogo dos deuses

Como castigo por seu crime, Zeus mandou que Hefesto acorrentasse Prometeu no alto de um monte, onde todos os dias um abutre se alimentaria de um pedaço de seu fígado, que se regeneraria por ser Prometeu um imortal. Antes de se completar os 30 mil anos do castigo, Prometeu foi libertado por Hércules e substituído pelo centauro Quíron, já que a substituição era uma exigência para sua libertação. Podemos ver a história de Prometeu como a representação da necessidade do homem pela busca do conhecimento e da vontade de compartilhá-lo. Mas não só na cultura grega que o fogo é reverenciado. Ao longo do tempo, o fogo e o sol foram celebrados por diferentes povos. Os Incas, na região de Machu Pichu, no Peru, saudavam o nascer do sol com beijos sonoros, oferecidos com as mãos, pois consideravam que seus chefes fossem descendentes do Deus Inti (Sol).

Ao longo de gerações, o homem soube desenvolver maneiras de transportar e produzir fogo em qualquer lugar, como as tochas com óleos, os fósforos e até os isqueiros. Além disso, ele conseguiu aliar o fogo a outros instrumentos e desenvolver fontes de energia maiores e melhores. Até hoje, o fogo é a principal fonte de energia do ser humano, praticamente metade do gasto de energia mundial, sendo usada para produzir energia elétrica e aquecimento.

Porém, esta queima de combustíveis, que faz funcionar a maioria dos motores, também é responsável pelo aumento da emissão de gás carbônico no ambiente, elevando consequentemente a temperatura do planeta, o chamado efeito estufa. Por esta razão, o fogo é uma energia que deve ser substituída logo, para o bem do planeta. Mas será que esta foi a única fonte de energia natural que ele conseguiu dominar? Você consegue pensar em outros recursos naturais utilizados pelo homem até hoje? E quais outras fontes de energia inventadas antigamente ainda servem ao nosso dia-dia?
Quer saber mais sobre fósforos?


Consultor: Paulo Colonese - Físico/ Museu da Vida (Fiocruz)

Energia Solar-Térmica.

Energia Solar-Térmica

Por: invivo

Além de gerar eletricidade, através de sistemas fotovoltaicos, a energia solar tem uma forma de aproveitamento muito simples: o aquecimento. Já na Antiguidade, o povo grego utilizava esse sistema, colocando a água em grandes vasos de cobre e quanto mais eles ficavam expostos ao sol, mais aquecida ficava a água, chegando até a fervê-la muitas vezes. Assim como uma caixa d’água que fica no sol o dia inteiro e à noite proporciona ao usuário um banho com temperatura agradável, os sistemas de captação de energia solar para aquecimento não possuem nenhum grau de sofisticação em suas construções.

Para isso, pode ser usado até um telhado feito de garrafas PET vazias, interligadas em canos por onde passa a água da caixa d’água até torneiras ou chuveiro. Em usinas térmicas que utilizam a energia solar para aquecimento da água, uma grande parte de seu parque é tampada por placas espelhadas, que refletem o calor do sol para tubos. Como é uma área extensa, a água que circula por esses tubos entra fria e sai quente, podendo ser distribuída para a população. Em países muito frios, como os da Europa, a utilização deste tipo de energia representa uma economia significativa àquela equivalente ao uso de eletricidade para aquecimento.


Esquema solar residencial

Se forem utilizadas placas, conjuntos de espelhos ou refletores, estes precisam estar alinhados com a posição em que o sol se encontra, para que possam captar a maior quantidade de calor possível. Como experiência prática e muito simples, pegue uma lupa e alinhe-a ao sol e direciona esta luz em um pedaço de papel. Em alguns segundos você verá que o papel ficará chamuscado, como se tivesse pego fogo, mas é apenas a ação do sol em uma lente parabólica.

Usadas também na substituição de chuveiros elétricos, trazendo grande economia ao seu usuário, a tendência é que este tipo de geração de energia se popularize. Sites nacionais já mostram ao usuário como montar seu próprio sistema de aquecimento solar. Por ser uma fonte de energia limpa e sua produção não trazer nenhuma modificação direta ao meio ambiente, pode-se dizer que é um mecanismo que acompanhará ainda muitas gerações, se tornando cada vez mais eficaz e barato.


Consultor: Paulo Colonese - Físico/ Museu da Vida (Fiocruz)

Usinas Hidrelétricas: do movimento das águas à eletricidade

Usinas Hidrelétricas: do movimento das águas à eletricidade


É incrível pensar que a primeira hidrelétrica só foi construída pouco antes do início do século XX, já que o funcionamento básico dela é semelhante ao de um moinho movido à água, em diferentes proporções. O Brasil ganhou sua primeira usina hidrelétrica nesta época, na cidade mineira de Diamantina, utilizando a correnteza das águas do rio Ribeirão do Inferno, afluente do rio Jequitinhonha. Com o racionamento de carvão no pós-Segunda Guerra, as hidrelétricas já não eram responsáveis apenas pela iluminação pública, mas também serviam como fonte dos bondes elétricos de cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.
Esquema de funcionamento de uma  hidrelétrica

Assim como um moinho tem a sua roda para moer grãos e chegar no produto final, as usinas hidrelétricas possuem as turbinas. Conectadas a um gerador, elas ajudam a produzir a energia que mais tarde é levada ao transformador. A partir dali, a eletricidade pode ser encaminhada para os distribuidores e chegar pronta na casa dos consumidores. Atualmente no mundo, cerca de um quinto da energia elétrica vem de usinas hidrelétricas, o que corresponde ao que poderia ser produzido através da queima de cinco bilhões de barris de petróleo. A potência hidrelétrica do Brasil responde pela iluminação de 92,4% do país.

Mesmo utilizando um recurso natural e limpo para a produção da energia, a construção de uma hidrelétrica pode gerar um desequilíbrio ambiental muito grande. Tudo porque para que uma usina funcione adequadamente, a quantidade de água do rio deve ser padronizada, o que naturalmente é impossível, já que há estações de secas e cheias. Para nivelar a vazão do rio, barreiras são construídas, alagando grandes regiões e alocando pessoas e animais. A flora local é a parte mais prejudicada, porque muitas vezes são apenas alagadas, sem a possibilidade de serem replantadas. Os animais também sofrem com o deslocamento e muitas vezes não se adaptam ao novo habitat.
O Brasil, juntamente ao Paraguai, possui a maior usina hidrelétrica do mundo, construída no rio Paraná. A 14 quilômetros acima da ponte da Amizade, que divide os dois países, a usina de Itaipu tem a capacidade de produzir 12,6 gigawatts (equivalente a 12,6 bilhões de watts) por hora, de um total de 17,7 gigawatts distribuídos por todas as usinas hidrelétricas brasileiras. Só a produção por hora de Itaipu fornece energia a mais de 48 mil residências. O primeiro, dos 20 geradores do projeto, entrou em funcionamento em 1984 e entre as 19 restantes, apenas uma não foi construída em um espaço de tempo de sete anos. Para os próximos anos, o governo espera concluir a construção do Complexo do rio Madeira, em Rondônia.

É importante ressaltar que as barreiras não acabam com o fluxo dos rios na saída das usinas. O que acontece é que após as usinas utilizarem a água corrente, uma parte dela pode ser armazenada como medida de segurança e o restante volta ao rio, limpa e natural como a que entrou e iniciou todo o processo das turbinas. Diante de um mundo preocupado com a quantidade de monóxido de carbono emitida e com a extinção de combustíveis, as hidrelétricas podem ser uma das fontes de energia utilizada por muitas outras gerações de pessoas, já que usa fontes naturais renováveis. Só precisam estudar a melhor maneira de construí-las para que o impacto ambiental seja cada vez menor.

Além disso, as usinas hidrelétricas só podem funcionar perto de rios com quantidade razoável de água, o que geralmente faz com que elas sejam construídas longe de grandes centros urbanos. Por isso, a conta da energia elétrica se soma à eletricidade gasta, mas o serviço mais caro fica por conta da rede de distribuição que muitas vezes possui uma manutenção cara e contínua.
Alagamento causado pela construção de hidrelétrica

Portanto, mesmo dependendo de forças da natureza como a chuva, as hidrelétricas ainda são a fonte mais utilizada no nosso país. É importante saber que em lugares onde a água é farta, este tipo de energia acaba sendo a fonte mais procurada, mas que em países com déficit hidráulico ou que possuem conflitos entre fronteiras por causa da água, é necessário buscar outras fontes mais seguras de produção de eletricidade.

No parque da Ciência, localizado no Museu da Vida/ Fiocruz, há um experimento que simula o funcionamento de uma usina elétrica. A Pilha Humana funciona conforme a pessoa gira uma manivela que está presa a uma roda de bicicleta. Em seguida, um aparelho que converte energia mecânica em energia elétrica chamado dínamo, que mantém contato com o roda, também gira, fazendo com que os ímãs e o fio de cobre que estão dentro dele produzam uma corrente elétrica que acende uma lâmpada. Em proporção maior, este é o funcionamento de uma turbina de usina hidrelétrica, que ao invés de usar a força humana para girar, utiliza a força da queda d’água.

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Moinhos: energia hidráulica ou eólica.

Moinhos: energia hidráulica ou eólica
Os primeiros moinhos surgiram com a procura do homem em moer grãos para produção de farinha, irrigar plantações e moer vegetais para extração dos sucos de forma mais prática. Cerca de 2 mil anos a.C. já existiam moinhos movidos a vento na China, utilizados também para irrigar a plantação. Até hoje a mesma base do mecanismo do moinho de vento é mantida para construção deles, porém, com uma pequena modificação nas hélices externas, que atualmente são mais aerodinâmicas e potencializam mais a força do vento.
Os moinhos de água também podem ser chamados de azenhas ou atafonas e este mecanismo foi o primeiro a explorar a energia mecânica com a exclusão total da força de animais e do homem. Eles funcionavam a partir de uma roda com degraus, colocada na vertical, que girava com a queda d’água. Duas pedras redondas que ficavam ligadas a esta roda, giravam juntamente com ela, moendo grãos e vegetais.

O objetivo inicial da criação do moinho movido pelo vento foi a irrigação, mas com o tempo, inúmeros mecanismos foram adaptados e depois de seu declínio com a criação do motor a vapor e a combustível, os moinhos de vento e a energia eólica voltaram com tudo após a crise do petróleo, no ano de 1973.

Em 1860 foi criado o primeiro gerador eólico de energia que trabalhava basicamente transformando uma energia em outra: o vento em eletricidade.

Assim como a energia solar, a geração da energia eólica é totalmente não poluente, o que garante seu lugar no futuro, já que as maiores preocupações atuais são a poluição e o consequente efeito estufa, causados principalmente pela queima de combustíveis e de carvão para geração de energia. A energia eólica é considerada limpa e renovável, excelente como fonte energética, mesmo que ambientalistas reclamem da quantidade de barulho produzido pelas hélices e da modificação da rota de pássaros em migração. Porém, o que precisa ser observado é a bateria que armazena a eletricidade gerada a partir dela, essa sim, tóxica e poluente.
Para ter a energia gasta na construção compensada, uma turbina eólica precisa trabalhar por cerca de três a oito meses. É importante que ela esteja localizada onde o vento bata com frequência e continuidade. Por isso, nos EUA, 95% dos parques eólicos estão fixados no estado da Califórnia. No Brasil, o maior potencial eólico está na região nordeste, mas se as pesquisas se estenderem, o país pode aumentar sua capacidade de produção eólica em 50%. O preço atual da energia eólica para o consumidor é muito baixo. Quando foi implantada, nos anos 1980, cada KW/h não saía por menos de US$ 0,30. Hoje, o cidadão norte-americano, onde foi feita esta pesquisa, paga em torno de US$ 0,04 a 0,10 pela mesma quantidade.

A razão disso é bem simples: quanto mais estável o vento for em determinada área, menor será o custo para geração de eletricidade. Para você ter uma noção da quantidade de energia que pode ser gerada por um parque eólico, se juntarmos todas as grandes turbinas de vento do mundo, suas produções equivaleriam à de oito usinas nucleares. E ainda, uma turbina eólica de tamanho grande pode gerar uma energia suficiente para iluminar 600 residências de consumo normal. Como se pode ver, uma energia limpa, renovável e capaz de ser instalada em locais onde o fornecimento elétrico é deficiente tem tudo para se tornar a energia das novas gerações.

Fontes:

Consultor: Paulo Henrique Colonese - Físico/ Museu da Vida (Fiocruz)

Breve História da Bússola...

Bússola
BÚSSOLA MAGNÉTICA
Uma bússola pode ser descrita, em poucas palavras, como um pequeno imã em forma de agulha que gira sobre uma rosa-dos-ventos.
Afastada de qualquer imã, é um eficiente instrumento de orientação, uma vez que aponta sempre para o pólo norte terrestre.
Quando sob a ação de um imã colocado em suas proximidades, aponta para a resultante da composição dos dois campos, o terrestre e o do imã.
Se o último está muito perto, então passa a predominar sobre o campo terrestre e a bússola praticamente "sente" somente a presença do campo criado pelo magneto.

Bússola Magnética simples
A primeira referência clara à bússola encontra-se numa enciclopédia chinesa elaborada em 1040 da era cristã, em que se descreve a fabricação de agulhas magnéticas. É provável que o aparelho tenha sido usado inicialmente não como auxiliar de navegação, mas como recurso mágico para prever acontecimentos futuros.
Originalmente a bússola chinesa compunha-se de um pedaço de magnetita (óxido de ferro magnético), escavado em forma de colher e colocado a flutuar na água. Influenciada pelo campo magnético terrestre, a magnetita flutuante tomava sempre a mesma direção ao longo do eixo norte-sul.
Como o tempo, os chineses aprenderam a magnetizar o ferro, friccionando-o com magnetita ou aquecendo-o e deixando-o imóvel até esfriar.


Os pólos magnéticos e geográficos da Terra
O primeiro registro de uso de bússola no mar encontra-se num relatório chin6es de 1115 d.C.
A primeira bússola de navegação possuía um ponteiro em formato de peixe, equilibrado sobre um eixo vertical. Tratava-se, contudo, de um instrumento bastante inadequado, útil apenas para navegação em mares muito calmos.
É difícil determinar como a bússola foi introduzida na Europa e nos países islâmicos. No final do século XIII, o instrumento era amplamente utilizado em todo o continente europeu.
Por volta de 1300, introduziram-se dois aperfeiçoamentos importantes na forma original do instrumento. O primeiro consistiu na colocação da bússola em argolas de sustentação. Estas eram compostas de anéis concêntricos de latão, articulados de tal modo que, quando o navio balançava, a bússola permanecia na posição vertical.
A segunda inovação foi a introdução da rosa-dos-ventos, assinalada com quatro pontos cardeais e suas subdivisões. Antes da adoção desse equipamento, a agulha só podia ser utilizada como simples controle da direção tomada pelo navio.
A rosa-dos-ventos permitia ao navegante demarcar com precisão e controlar continuamente o curso do timoneiro.
Durante o século XIX, à medida que os armadores navais passavam a usar mais ferro na construção, as embarcações se perdiam devido à interferência magnética da estrutura na agulha.
A solução para esse problema consistiu em instalar no suporte da bússola um sistema de compensação por conjuntos separados de ímãs e blocos de ferro doce.
As bússolas montadas em base fixa, como as utilizadas em agrimensura, são muito simples embora de alta precisão. Um imã suspenso num pivô com visor pode ser incorporado a um teodolito para medir os ângulos horizontal e vertical.
A bússola giroscópica, usada em navios e aviões
A bússola giroscópica depende da propriedade de um giroscópio para funcionar. Nesse tipo de bússola, o giroscópio é alinhado ao longo do eixo norte-sul e mantém este alinhamento à medida que o navio ou avião muda a sua direção devido à sua inércia rotacional. A bússola giroscópia não é afetada pelos componentes metálicos do veículo e aponta na direção do norte verdadeiro e não na direção do norte magnético. Na maioria dos navios a bússola giroscópia substituiu a bússola magnética na navegação e é um equipamento padrão virtualmente em todos os aviões.
Fonte: br.geocities.com
Bússola
Uma bússola é um objeto com uma agulha magnética que é atraída para o polo magnético terrestre.
Os Polos Magnéticos
Qual é o fenômeno que faz a agulha da bússola apontar consistentemente na direção Norte-Sul?
A resposta está na poderosa mas invisível força chamada Magnetismo. A Terra é um íman gigante. Apesar de o magnetismo ter sido descoberto à muito tempo, a sua utilização como auxiliar de orientação é bastante mais recente.
Descobriu-se que o minério de ferro magnetizado, quando colocado num pedaço de madeira a flutuar num recipiente com água, rodavam e adquiriam sempre uma posição fixa.
A bússola tinha sido inventada!

Breve História da Bússola

Não se sabe ao certo quem teve primeiro a ideia de deixar uma pedra de minério de ferro ionizado indicar o Norte. Estudiosos acreditam que os Chineses foram os primeiros a explorar o fenômeno. "Si Nan" é considerada como a primeira bússola. "Si Nan" significa "O Governador do Sul" e é simbolizada por uma concha cuja pega aponta para Sul.
Como a concha era bastante imprecisa, os Chineses começaram a magnetizar agulhas de modo a ganhar mais precisão e estabilidade. De acordo com alguns escritos Chineses, as primeiras bússolas foram utilizadas no mar por volta do ano 850. A invenção foi então espalhada pelo mundo por astrônomos e cartógrafos para ocidente até aos Indianos, Muçulmanos e Europeus.
A bússola foi desenvolvida através dos séculos, e um avanço considerável foi conseguido quando se descobriu que uma fina peça de metal podia ser magnetizada, esfregando-a com minério de ferro.
O passo seguinte foi conseguir envolver e encerrar a agulha num invólucro cheio de ar e transparente, o chamado invólucro da bússola. E desta forma a agulha estava protegida.
Inicialmente, as agulhas das bússolas "dançavam" bastante e demoravam muito tempo a estabilizar. As bússolas modernas são instrumentos de precisão, e a sua agulha, geralmente encerrada num envólucro cheio de líquido, rápidamente se posiciona na direção norte-sul.
Declinação Magnética
O norte magnético, para onde a agulha aponta, não se situa exatamente no Pólo Norte definido pelos meridianos. A maioria dos mapas contem meridianos, que são linhas norte-sul. Estas passam pelo Pólo Norte geográfico. Os meridianos são representados por linhas finas geralmente a preto.
A declinação existe porque o pólo norte e o pólo magnético não coincidem. Esta declinação varia consoante o local do mundo. Em certas zonas do Canadá ultrapassa os 40 graus, mas, por exemplo, na Escandinávia ela é desprezável. Os mapas modernos utilizados para fins lúdicos e para a orientação, são impressos com os meridianos corrigidos para a declinação, e para o norte magnético.

Em portugal, a declinação é de cerca de 7º
Desvio
A agulha da bússola pode ser influenciada por depósitos de minério de ferro, linhas de alta-tensão, vedações e outros objetos de ferro. Todos eles provocam uma leitura errada, a menos que o campo magnético externo esteja exatamente em linha com o eixo de orientação (norte-sul) da bússola e de polaridade oposta, mas as possibilidades de isso acontecer são remotas.
Fonte: www.fpo.pt
Bússola


A bússola é um equipamento fundamental para os trekkers


Onde se está? (na carta)


Quando não há certeza sobre o ponto exato em que se está na carta, a bússola pode ajudar a determiná-lo. Para isso deve-se escolher dois pontos de referência bem característicos do terreno e que sejam identificáveis na carta (morros altos, antenas, etc.).


A seguir, determina-se o azimute entre esses dois pontos e o local onde se está.Ao se transportar para a carta esses azimutes, sua interseção será o ponto onde o navegador se encontra.


Procedimento para determinar um azimute no terreno:


a) Coloca-se a seta de navegação apontada na direção do ponto de referência escolhido no terreno.
b) Gira-se o limbo móvel até que a seta de orientação coincida com a agulha que aponta sempre para o Norte.
c) Quando isso acontecer faça a leitura em graus no limbo móvel no ponto da seta de navegação. O valor encontrado é o ângulo do azimute.


Que direção seguir


Para seguir no terreno uma direção (navegar) é necessário obter, na carta, o azimute dessa direção.


a) Coloca-se a bússola sobre a carta, sobre um local plano, de modo que seu lado maior fique ao longo da direção que se deseja seguir, apontando a seta de navegação para o ponto desejado.
b) Gira-se o limbo móvel até que as linhas meridionais fiquem paralelas aos meridianos da carta fazendo com que a seta de orientação aponte para o Norte.
c) Retira-se então a bússola da carta colocando-a horizontalmente à frente do corpo.
d) Nesta posição gira-se o corpo juntamente com a bússola, até que a agulha coincida com a seta de orientação.
e) A direção a seguir estará determinada nesse momento pela seta de navegação.


Observação: Na maioria das cartas é necessário introduzir a correção referente à declinação magnética, normalmente indicada na legenda da carta. (Ângulo QM).
Cuidados no emprego da bússola


Evite aproximar-se de campos elétricos ou objetos com massa de ferro pois podem afetar o funcionamento da bússola.


As distâncias mínimas de segurança são:


Alta tensão: 60 metros

Veículos: 20 metros

Linhas telegráficas: 20 metros

Arame farpado: 10 metros

Transformadores: 60 metros


Fonte: www.escolavesper.com.br
Bússola


Um jeito mais moderno e popular de se orientar é utilizar um instrumento chamado bússola, que também utiliza a rosa-dos-ventos para a orientação.


Veja a imagem ao abaixo:


Observe que ela tem a rosa-dos-ventos no seu mostrador. E também tem uma agulha, que gira em torno de um eixo fixo.


Esta agulha é imantada, quer dizer, funciona como um imã, onde cada ponta (Norte e Sul) representa um pólo magnético: um negativo e outro positivo, que são atraídos para os pólos da Terra, que também funcionam como um imã (um negativo e outro positivo).


A ponta de cor verde da agulha aponta sempre para o Norte geográfico da Terra. Desse modo, podemos seguir qualquer direção ou nos localizarmos em relação a um lugar ou objeto.


Veja o esquema abaixo:


A agulha da bússola aponta para os pólos magnéticos da Terra


Ao usar a bússola, devemos tomar alguns cuidados:


Deixar a bússola em uma superfície plana ou na palma da mão reta, sem fazer movimentos. 

Esperar a agulha imantada parar de girar para ver para onde ela está apontando.

Não usar a bússola perto de materiais metálicos ou magnéticos, como pilhas, relógios, ferro, arame etc. 

Não usar duas bússolas próximas uma da outra, para não causar interferência entre os pólos magnéticos.


Fonte: www.klickeducacao.com.br
Bússola


Modelo da bússola chinesa mais antiga do mundo - século III

A bússola, mais conhecida pelos marinheiros como agulha, é sem dúvida o instrumento de navegação mais importante a bordo. Ela teve sua origem na China do século IV a.C. Sua adaptação e reconhecimento no Ocidente aconteceu cerca de 1.500 anos depois.


A primeira referência deste instrumento na Europa aparece em um documento de 1190, chamado "De Naturis Rerum". As primeiras bússolas chinesas não utilizavam agulhas.


Eram compostas por um prato quadrangular representando a Terra. O "indicador"(objeto que indica a direção), com forma de concha, era de pedra imantada e a base (prato), de bronze. Um círculo no centro do prato representava o céu e a base quadrada, a terra.
Lo Pan
Bússola francesa
Foi Flávio Gioia que em 1302 alterou a bússola para ser usada a bordo, usando a agulha sobre um cartão com o desenho de uma rosa-dos-ventos. Os rumos ou as direções dos ventos têm origem na antigüidade.
Na Grécia começaram com dois, quatro, oito e doze rumos. No início do século XVI surgem já 16 e na época do Infante D. Henrique já se usavam rosas-dos-ventos com 32 rumos. Primeiramente o rumo era associado à direção dos ventos e só mais tarde aos pontos cardeais.
Em certas rosas-dos-ventos, no local que indicava o Leste, aparecia desenhada uma cruz que mostrava a direção da Terra Santa. A declinação de uma agulha é a diferença que uma bússola marca entre o norte geográfico e o norte magnético.


Bússola século XVI
O cabo da concha indicava o sul. A concha é uma representação simbólica da Ursa Maior.

A base continha caracteres chineses que assinalavam os oito pontos principais: norte, sul, leste, oeste, nordeste, noroeste, sudeste e sudoeste. A introdução da agulha aumentou a precisão da leitura.

Foi nessa época que os chineses introduziram os primeiros marcadores e indicadores, elementos fundamentais da ciência moderna.

A Lo Pan é um instrumento complexo, desenvolvido através dos séculos, pelos chineses, para que os praticantes pudessem fazer precisos cálculos de tempo e espaço em sua ciência.

O cálculo da direção pode ser efetuado com uma Lo Pan ou com uma bússola normal. Não existe diferença. A Lo Pan apenas nos indica um cálculo mais preciso, e algumas facilidades em relação às direções e as características do local.

Ao longo do tempo veio a verificar-se que a declinação variava com o tempo e o lugar. Também foi D. João de Castro o primeiro a descobrir o desvio de uma agulha, ou seja, o efeito que massas de ferro próximas tem sobre uma bússola.

Este efeito obrigou a cuidados com o posicionamento da bússola perto de peças da artilharia, âncoras e outros ferros. Esta foi uma das razões para que os morteiros, as caixas que protegem as bússolas, fossem, no início, de madeira.

Durante o século XVI as bússolas portuguesas tinham, pelo menos desde 1537, um sistema de balança para manter o morteiro horizontal.

O morteiro era colocado numa coluna de madeira, mais tarde de metal, a bitácula, à frente da roda do leme. A bitácula contêm um sistema chamado cardan que permite que o morteiro se mantenha na horizontal apesar das oscilações do barco.

Fonte: www.museutec.org.br


Bússola chinesa da dinastia Han

Faça sua própria bússola!


Bússola

A bússola é um instrumento usado há séculos para orientação. Ela consiste basicamente em uma agulha que aponta sempre para o Norte. Você mesmo pode construir uma bússola de baixa precisão. Para isso, você vai precisar de um ímã (talvez tenha um na geladeira da sua casa), uma agulha, uma rolha de cortiça ou um pedaço de isopor, uma fita adesiva, uma faca e um vasilhame com água.
Instruções

Bússola Magnética simples


Fonte: www.cartografia.eng.br

ENTENDA O QUE É Aurora Boreal?

Aurora Boreal

A Aurora Boreal é um fenômeno muito distinto do Sol da Meia-noite, embora ambos estes espectaculares fenômenos naturais sejam visíveis apenas nos céus do Norte.
aurora boreal ou aurora polar é um fenômeno óptico composto de um brilho observado nos céus noturnos próximos aos polos devido ao impacto de partículas de vento solar no campo magnético terrestre.
Na Laponia, a Aurora Boreal ocorre 200 dias por ano, embora não seja sempre visível e nunca o seja durante a época do Sol de Meia-noite (no Verão).
A palavra finlandesa que define a aurora boreal, "revontuli", vem de uma fábula lapã ou saami. "Repo" significa raposa (diminutivo) e "tuli" fogo.
Sendo assim, o "revontuli" significa "fogo da raposa".
Segundo a lenda, as caudas das raposas que corriam pelos montes lapões, batiam contra os montes de neve e as faíscas que saíam desses golpes refletiam-se no céu.
Aurora Boreal
Aurora Boreal
Os asiáticos acreditam que quem tenha visto a Aurora Boreal viverá feliz o resto da sua vida. Especialmente, acredita-se que seja uma fonte de fertilidade.

Os científicos têm outra explicação para o fenômeno

As Auroras Boreais são um fenômeno luminoso que ocorre nas zonas polares. Originam-se quando as partículas eletricamente carregadas, transportadas pelo vento solar, chocam a grande velocidade com os átomos e moléculas da atmosfera terrestre.
Os choques provocam a excitação dos átomos e das moléculas que emitem um fotão luminoso, quando se descarregam.
As auroras boreais mais comuns têm uma cor verde-amarelada, e resultam do choque com átomos de oxigénio a alturas de entre 90 e 150 quilómetros.
Também as auroras vermelhas, que ocasionalmente aparecem acima das verdes, são produzidas pelos átomos de oxigénio, enquanto que as azuis se devem aos iões das moléculas de hidrogeno.
Aurora Boreal
Aurora Boreal
As auroras boreais produzem-se tanto no Inverno como no Verão, mas são invisíveis à luz de dia e, por isso, não se vêm no Verão.
As épocas em que há mais probabilidades de vê-las são em Setembro – Outubro e Fevereiro – Março, a partir das 9 da noite, sendo que a melhor hora é por volta das 23:30.
A investigação finlandesa sobre a aurora boreal está centralizada em Sodankylä (100 km a norte de Rovaniemi) e em Nurmijärvi (a 50 km de Helsínquia)
Aurora Boreal
Aurora Boreal
Aurora Boreal
Aurora Vermelha
Fonte: www.visitfinland.com
Aurora Boreal
As auroras boreais (luzes do norte) e as auroras austrais (luzes do sul), conhecidas como auroras polares, são um verdadeiro show de cores no céu das regiões próximas aos pólos da Terra.
Elas se formam em várias épocas do ano e têm diversos formatos e cores.
Aurora Boreal
Aurora Boreal
Aurora Boreal
Aurora Boreal

Tipos de aurora

1. Arco homogêneo: forma-se um arco no céu. 
2. Arco com estrutura de raio: um arco cresce e se espalha no céu. 
3. Faixa homogênea: vários arcos se formam. 
4. Faixa com estrutura de um raio: uma ou mais faixas se estendem de leste para oeste, como se fossem raios. 
5. Cortinas: Esta é a forma mais clara de aurora que pode ser observada. Os raios cobrem a maior parte do céu e ondas vêm e vão. As luzes variam rapidamente. 
6. Raios: Raios se alinham ao longo do campo magnético da Terra e mudam bem rápido. 
7. Coronas: Vistos da Terra, os raios parecem leques.
Fonte: recreionline.abril.uol.com.br
Aurora Boreal

O que é Aurora Boreal?

A denominação aurora boreal é atribuída ao astrônomo italiano Galileu Galilei, em homenagem à deusa romana Aurora (do amanhecer) e ao seu filho Boreas.
Trata-se de um conjunto de fenômenos físicos químicos que ocorre nas regiões polares da Terra entre os meses de fevereiro, março, abril, setembro e outubro.
É visualizada a olho nu no fim da tarde ou no período noturno.
São verdadeiros “shows” de luzes naturais, coloridas e brilhantes, que ocorrem pelo contato dos ventos solares com o campo magnético terrestre.
Aurora Boreal
Um show de luzes naturais, coloridas e brilhantes

Surgem de diversas formas

Pontos iluminados
Faixas no sentido horizontal ou circulares e tudo redunda num espetáculo colorido da natureza.
Aurora Boreal
Aurora Austral
Vermelho, laranja, azul, verde e amarelo ou todas essas cores juntas alinhadas ao campo magnético da Terra compõem aaurora que, em regiões próximas ao pólo Sul, é chamada de aurora austral
Fonte: www.itu.com.br
Aurora Boreal

Como se forma a Aurora Boreal?

Aurora Boreal, também conhecida como noite polar, e que se chama Aurora Austral quando ocorre no hemisfério sul, é um fenômeno da natureza que aparece quando as partículas energéticas do vento solar se chocam com o campo magnético da Terra.
O choque provoca um show de luzes, visível a olho nu, de formas variadas, indo desde manchas disformes até a faixas paralelas, que geralmente são esverdeadas.
Em casos mais raros, a Aurora pode ser púrpura, violeta ou azulada.
Aurora Boreal
O fenômeno ocorre geralmente em agosto e abril e é mais facilmente visto nos países da Escandinávia.
Fonte: www.oragoo.net
Aurora Boreal

História da Aurora Boreal

A II guerra Mundial consumia a Europa e a Ásia em Setembro de 1941. Nos Estados Unidos, os cidadãos da Califórnia, na costa oeste, temiam um ataque japonês. Inesperadamente, no meio de uma noite escura, o céu ficou vermelho.
Pânico, alerta geral: aquilo só podia ser o inicio da invasão. E era. Mas nenhum japonês estava por trás daquela luz. Ela vinha de outro lugar e o "campo de batalha" situava-se a cerca de cem quilómetros de altura.
Os californianos estavam a presenciar uma aurora polar.
Nada a ver com o raiar do dia.
aurora polar acontece mesmo no meio da noite. É um fenômeno luminoso produzido por partículas energizadas vindas do sol. São prótons e eléctrons que, viajam a 1,4 milhão de quilómetros por hora, penetram pelas linhas magnéticas da Terra criando os mais variados efeitos luminosos.
É como se a atmosfera terrestre fosse um gigantesco tubo de televisão, pois em ambos os eléctons energizados emitem luzes, e assim, criam imagens.
Se for uma aurora polar, pode ser, por exemplo, uma cortina brilhante que se estende por centenas de quilómetros.
Ela move-se lentamente. Em sua base, insinua-se um verde, depois um vermelho, com se fosse a barra do tecido, que pulsa e ondula.Na antiguidade, quando nem se suspeitava que o Sol emitisse matéria, a ocorrência de uma aurora polar era sinal da ira divina, prenúncio de catástrofes e guerras, castigo certo.
O terror espalhava-se entre os espectadores. Aquilo só podia ser coisa de Deus, ou do diabo. Passaram-se muitos séculos até que a ciência começasse a entender o espetáculo. Em 1621, um homem que investigava o movimento dos astros começou a explicar o que antes apenas apavorada a humidade.
Já que, por algum motivo que ele não suspeitava, a luminosidade nocturna quase sempre ocorria no Norte da Europa, ele começou a baptizar o fenômeno de "aurora boreal". Aquele sábio italiano, de tanto estudar, compraria uma discussão feia com a Igreja Católica, por se ter descoberto que a terra, humildemente, girava em torno do Sol.
Chamava-se Galileu Galilei e a expressão que ele inventou para designar a aurora polar é usada por muita gente até hoje. Mas não é a mais correta. No século seguinte, o navegante inglês james Cook, descobridor da Austrália, presenciaria no Oceno Índico a aurora e Galileu, mas na direção do pólo Sul. Chamou-a de aurora austral.
A partir daí,,ficou claro que ela não pertencia exclusivamente ao Norte, mas as duas regiões polares do planeta.Veio daí o nome de aurora polar.
Um sujeito que entrou para a história na cauda de um cometa, o astrônomo Edmond halley(1656-1742), foi o primeiro a ligar a ocorrência das auroras polares ao campo magnético terrestre, sua principal área de estudo.
No entanto, foi apenas no fim do século XVIII que outro pesquisador, o americano Elias Loomis, daria um passo decisivo para transformar o mistério da aurora em ciência, ao investigar a atividade solar, 20 a 40 horas mais tarde tinha-se noticia uma espetacular aurora em regiões próximas à latitude 77º, no Norte do Canadá e dentro do circulo polar árctico.
Não por acaso, desconfiou Loomis, o pólo magnético da Terra, para ande todas as bússolas se dirigem. Mas que relação pode existir entre uma erupção solar, auroras polares ocorrendo dias depois e o campo magnético terrestre? Essa relação é dada pelo vento solar, uma descoberta que ainda não completou meio século.
No fim da década de 50, os cientistas percebem que, além de luz e calor, o Sol também emite grandes quantidades de matéria, ou, mais exatamente, protons e eléctrons. Deu-se o nome de vento solar a este fluxo de protons e eletrons carregados eletricamente.
Ele é ininterrupto, mas quando quando há uma erupção solar torna-se mais violento. É esse vento solar que explica o fato de as caudas dos cometas estarem sempre no sentido contrário ao Sol - como o vento comum aqui da Terra empurra as caudas dos papagaios e das pipas da garotada. A hipótese do vento solar apareceu em 1957, a partir de um trabalho do físico americano Newman Parker. No ano seguinte, o satélite americano Explorer 1 anunciava a entrada dos Estados Unidos na corrida espacial e comprovava, com seus instrumentos, a veracidade da ideia de Parker.
Quando o vento solar entra em contato com o campo magnético terrestre, parte das articulas é atraída para onde existe maior atividade magnética, ou seja, nos pólos.
Imagina-se a Terra a funcionar com um imen: a sua maior força de atração está nos pólos.
Com o movimento de rotação da Terra, formam-se nestas regiões linhas de magnetismo em forma de espiral. É ali que as partículas vindas do Sol serão aceleradas.
Em contato com o oxigénio e nitrogénio livres na alta atmosfera, as partículas aceleradas emitem luz, com se estivessem num tubo de lâmpada florescente. Essa a teoria que atualmente explica a ocorrência das auroras polares.

O que é Aurora Boreal

Aurora Boreal
Nem todos os efeitos da atividade solar são nocivos. Um deles, belo e espetacular, são as auroras boreais, luzes coloridas que surgem nos
céus de regiões relativamente próximas do pólo Norte. Normalmente, as auroras boreais são esverdeadas pois os átomos de oxigénio das altas camadas atmosféricas emitem luz verde, ao serem excitados pelos eléctrodos de alta velocidade do vento solar.
Quando a tempestade é forte para valer, camadas mais baixas da atmosfera são atingidas pelo vento solar e a aurora borealpode vermelha, cor da luz emitida por átonos excitados de nitrogénio, outro constituinte de nossa atmosfera. Além disso, nesse caso as auroras boreais podem ser vistas mesmo a latitudes bem menores, mais próximas do equador.
O Fênomeno das Auroras é visível na Terra e em todos os planetas gasosos do Sistema Solar. Na Terra elas ocorrem ao longo de todas as chamadas "zonas aurorais", regiões em forma de anel que circundam os pólos geomagnéticos Norte e Sul. Estas zonas aurorais, onde os observadores terrestres podem ver a aurora em sua atividade máxima, estão localizadas em latitudes de 67º Norte e Sul, e tem, aproximadamente, 6 graus de largura. Quanto mais ao Norte ou ao Sul estivermos maior é a chance de ver uma aurora.
O Norte da Europa, em particular, Norte da Noruega e da Finlândia, são excelentes locais para observação de auroras.
O Alasca também é outro bom lugar, em particular a cidade de Fairbanks.
As auroras podem ser observadas nas camadas mais elevadas da atmosfera, nas proximidades dos pólos Norte e Sul da Terra. É um belo espetáculo de luz e cores na atmosfera à noite. A que ocorre no pólo Norte recebe por nome de aurora boreal, a do pólo Sul é conhecida como aurora austral. Elas formam no céu uma luminosidade difusa, que pode ser vista quando o sol está em baixo no horizonte.
O Sol emite uma grande quantidade de partículas eletricamente carregadas, prótons e elétrons, que caminham em todas as direções.
Esse fluxo de partículas recebe o nome de vento solar. Ao atingir as altas camadas da atmosfera da Terra, essas partículas eletrizadas são capturadas e acelaradas pelo magnetismo terrestre, que é mais intenso nas regiões polares. Essa corrente eléctrica colide com átomos de oxigénio e nitrogénio - num processo semelhante à ionização de gases que faz acender o tubo de uma lâmpada florescente. Esses choques produzem radiação em diversos comprimentos de onda, gerando assim as cores características da aurora, em tonalidades fortes e cintilantes que se estendem por até 2000 quilómetros.Enquanto a luz emitida pelo nitrogénio tem um tom avermelhado, a do oxigénio produz um tom esverdeado ou também próximo do vermelho
As auroras polares podem surgir em forma de manchas, arcos luminosos, faixas ou véus. Umas têm movimentos suaves, outras pulsam. Sempre em alturas de cerca de 100 quilómetros de altitude. Quanto mais próximo o observador estiver dos pólos magnéticos, maior a chance de ver o fenômeno.
O campo magnético da Terra nos protege das partículas presentes no vento solar, que viajam a 400 Km/s. Se não fosse esse campo, teríamos sérios problemas de saúde, pois seríamos atingidos por essas partículas.
A região mais ativa de uma aurora fica visível normalmente ao redor da meia-noite local. Elas são relativamente imprevisíveis; devido às perturbações magnéticas, as auroras podem ser vistas em qualquer momento quando o céu está escuro. Na média, as observações ocorrem ao redor de meia-noite.No hemisfério do norte, temos o Alasca, e muitos locais do Canadá oriental. Na Europa, temos a Islândia e norte da Escandinávia.
No hemisfério sul, a aurora aparece em regiões despovoadas. Além do local, o tempo e a poluição também afetem as chances de se ver a aurora. Obviamente, você não pode ver aurora se o céu estiver nublado. Porém, até mesmo uma neblina leve pode impedir de se ver a aurora principalmente se existir uma área urbana por perto.

Como são formadas as Auroras Boreais

Aurora Boreal
Fonte: oficina.cienciaviva.pt
Aurora Boreal
aurora boreal, ou também noite polar, é um fenômeno natural óptico, que acontece no pólo norte.
aurora boreal ocorre devido ao choque de partículas de vento solar no campo magnético da Terra.
O nome aurora boreal foi criado por Galileu Galilei em referência a deusa grega do amanhecer, Aurora, e ao seu filho, Bóreas, o deus dos ventos do norte.
O fenômeno ocorre normalmente entre os meses de março e abril e de setembro a outubro. No pólo sul, é conhecido comoaurora astral.
Aurora Boreal
aurora boreal se parece com um brilho difuso, ou então com vários feixes de luzes no sentido horizontal que se alteram de forma constante. Os feixes de luz estão alinhados de acordo com o campo magnético terrestre.
A cor da aurora boreal varia por diversos fatores, mas normalmente é da cor verde.
aurora boreal não é exclusividade da Terra, outros planetas também apresentam o fenômeno e ainda em maior intensidade, devido a amplitude de seus campos magnéticos.
Planetas como Júpiter, Saturno (principalmente), Urano, Netuno e Mercúrio possuem aurora boreal.
Fonte: www.tudoemfoco.com.br
Aurora Boreal
Se você viajar para o Alasca, um dos espetáculos mais emocionantes a ser apreciado é o fenômeno das auroras boreais.
Desde o início da primavera até o final do outono, o céu desta parte do mundo se ilumina em um festival de cores de tirar o fôlego de qualquer um.
Na Antigüidade, os nativos desta terra atribuíam a estas luzes significados místicos: pensavam que eram luzes que as almas velhas acendiam para guiar os recém-falecidos a caminho do outro mundo ou que eram batalhas entre deuses.
Hoje em dia, as causas das auroras boreais estão mais do que identificadas, mas o encanto continua.
As auroras polares (boreais no pólo norte, austrais no sul) são o resultado da interação de uma radiação proveniente do sol que é conhecida sob o nome de "vento solar", com as moléculas que formam parte da parte mais alta da atmosfera terrestre.
Quando as partículas do vento solar (que levam de dois a quatro dias para chegar à terra) incidem sobre a magnetosfera a uma velocidade de 400 km/h, deslocam elétrons e prótons e geram ondas de choque.
É este deslocamento que produz as auroras boreais.
Aurora Boreal
Fonte: www.discoverybrasil.com